18. Enquanto assim lhes falava, veio um chefe (da sinagoga) e adorava-o, dizendo: "Neste momento acaba de expirar minha filha; mas vem, põe tua mão sobre ela e viverá".
19. E Jesus, levantando-se, o foi seguindo com seus discípulos.
21. Tendo Jesus regressado no barco para o outro lado, afluiu para ele grande multidão; e ele estava à beiramar.
22. Chegou-se a ele um dos chefes da sinagoga, chamado Jairo, e, vendo-o, lançouse a seus pés.
23. e rogou-lhe com insistência, dizendo: "Minha filhinha está a expirar; suplico-te que venhas por as mãos sobre ela, para que sare e viva".
24. Jesus foi com ele. E grande multidão, acompanhandoo, o comprimia.
40. Quando regressou, foi Jesus bem recebido pelo povo, pois todos o esperavam.
41. E veio um homem chamado Jairo, que era chefe da sinagoga, e, prostrando-se aos pés de Jesus, suplicoulhe que chegasse à sua casa,
42. porque tinha uma filha única, de cerca de doze anos, que estava à morte.
Enquanto ele ia, a multidão o comprimia.
Mateus assinala apenas que era um "chefe" (árchôn eis), enquanto Marcos diz ser "um dos arquisinagogos" e Lucas o chefe da sinagoga". Os dois últimos citam-lhe o nome, "Jairo" helenização do hebráico Jair (Yâ’yr, que encontramos em Núm, 32:41, Juízes
Cada sinagoga possuía somente um chefe. Entretanto, os que o assistiam eram também denominado "chefes", como título de respeito, pois eles dirigiam a leitura aos sábados.
Entre Mateus e os outros há uma contradição in términis, já que o primeiro coloca na boca do pai aflito a notícia de que a filha acabava de falecer e o pedido explícito da "ressurreição" (zésetai); os outros fazem-no dizer que "a filha está à morte"; acrescentando Lucas que era "filha única" e que "tinha doze anos". Parece, pois, que Mateus se satisfez em dar o resumo da história, suprimindo os pormenores.
Jesus atende de imediato, acompanhando-o Os outros comentários serão feitos no final do episódio, após a cura da filha de Jairo.