Cartilha Da Natureza. A Criação

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CAPÍTULO 51

A TEMPESTADE

Casimiro Cunha

Quando o ar sufocante, Quando a sombra tudo invade, Eis que chegam de repente Os carros da tempestade.

Trovões, coriscos, estalos, Granizos, treva. Aspereza;

São convulsões dolorosas Das forças da Natureza.

Velhas copas opulentas, Antigas frondes em festa, Tombam gritando assustadas Na escuridão da floresta.

Os furações implacáveis Matam flores, levam ninhos;

A corrente do aguaceiro Muda a face dos caminhos.

Mas no dia que sucede Ás sombras da convulsão, A terra é limpa e tranquila.

O céu é claro-azulado, O dia é de linda cor, Tudo chama novamente A nova expressão de amor.

Quem não teve em sua vida A tempestade também?

Depois de tudo arrasado, Floresceu, de novo, o bem.

Aflições e desencanto, Renovação de ideais, Desilusões dolorosas, Desabamentos fatais.

Deus, porém, jamais esquece De atender e renovar;

Apenas pede aos seus filhos A energia de esperar.

Cartilha Da Natureza Caso venha a tempestade, Guarda a força calma e sã.

Deus é Pai. Ora e confia.

A vida volta amanhã.








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