Cartas do Alto

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Capítulo XI

Sofre


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Alma presa aos grilhões do barro obscuro,
Sofre a imensa tristeza que te invade,
Tecendo as asas da Imortalidade,
Para a ascensão sublime do futuro.

Além do chão terrestre áspero e duro,
Brilham jardins de sol na 1mensidade
E palácios divinos de ouro e jade,
Emoldurando as glórias do amor puro.


Sofre no chavascal, mas luta e avança
Sob a luz da Bondade e da Esperança,
Padecendo e chorando por vivê-las!


E, ave subindo às amplidões supremas,
Em breve romperás trevas e algemas,
Para fulgir na pátria das estrelas.




Reformador — Dezembro de 1955.


Segundo consta do original, o soneto foi recebido em reunião da noite de 13/09/1955, em Pedro Leopoldo, Minas Gerais. Não há referência de local.



Cruz e Souza
Francisco Cândido Xavier


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