Cartas do Alto

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Capítulo IV

Ante o alvorecer


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Troa o canhão, de novo, à frente da batalha.
De novo, chora a paz, rasgando o próprio peito…
Sempre a postergação do bem e do direito
Que a sombra espessa e hostil menospreza e amortalha.

Mas além do pavor da noite e da metralha,
Sem a escura ilusão de mentiroso preito,
Fulge o reino imortal do Espírito Perfeito,
Onde o anseio da fé se aprimora e agasalha.


Do abismo tenebroso, em que ruge a procela,
A visão de Jesus renovadora e bela
Ressurgirá trazendo a luz risonha e forte.


Hosanas ao porvir da nova sementeira!
No Evangelho, resplende a vida verdadeira
Na grandeza do amor que vence a treva e a morte.

Reformador — Agosto de 1951.



Reformador — Agosto de 1951.


Segundo consta do original, o soneto foi recebido em reunião pública de encerramento da I Semana do Moço Espírita de Minas Gerais, no Instituto de Educação, em Belo Horizonte, Minas Gerais, na noite de 25/07/1950.



Olavo Bilac
Francisco Cândido Xavier


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