Chico Xavier - Mandato de Amor

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Capítulo XL

Esquecer e perdoar

Sofreste, de inesperado,

O estranho golpe da ofensa

Que te envolve em dor imensa,

No espinheiro do pesar.

Mas o remédio mais puro

Que restaura a alma ferida

Vem da farmácia da vida:

Esquecer e perdoar…


Honrando o cérebro eleito,

A ciência alteia a voz,

E expõe o carro veloz,

A nave aérea, o radar…

A paz em casa, entretanto,

Além da luz da Ciência,

Pede a dupla providência:

Esquecer e perdoar…


No livro da Natureza,

Solo que aceite o trator,

Garante com mais amor

A semente, o pão e o lar.

Da fornalha desumana,

Vem a fina porcelana…


A ostra desconhecida

Cede ao mundo, sem protesto,

A pérola em plena vida,

Ensinando-nos, vencida:

Esquecer e perdoar…


Assim também, alma irmã,

Nos dias de dor e luta,

Acalma-te, espera, escuta

Sem tristeza a reclamar,

E ouvirás a voz dos Céus,

Em meio da própria ação,

A dizer-te ao coração:

Esquecer e perdoar!…




(Poema psicografado pelo médium Francisco Cândido Xavier. Fonte: “O Espírita Mineiro”, número 221, janeiro/fevereiro de 1992.)

O título entre parênteses é o mesmo da mensagem original publicada em 1990 pela editora IDEAL e é a 14ª lição do livro: “”.



Maria Dolores
Francisco Cândido Xavier


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