Mentores e Seareiros

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Capítulo XVIII

Prece da mocidade cristã


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Senhor!… Ensina-me a servir ao próximo para que eu aprenda a Servir-Te.

Não me abandones à vontade das experiências inferiores, nem me confies aos meus próprios desejos.

Venho hoje ao encontro do Teu Evangelho de Luz, mas trago no coração a sombra em que respirei até ontem.

Divino Mestre, querer é poder; todavia, induze-me a querer o Bem para que o mal não me inutilize.

Faze-me sentir que somente os meios retos conduzem aos fins corretos.

Dá-me a cultura da inteligência e do coração.

Não me deixe vaguear na razão da força para que a força da razão me auxilie a discernir.

Guia-me os propósitos para que a minha coragem não seja petulância e para que a minha humildade não seja abjeção.

Fortalece-me o pensamento no estudo e guarda minhas mãos no trabalho digno.

Mostra-me o amor que brilha no espírito, acima do nevoeiro da carne, a fim de que não me precipite na voragem da ilusão.

Inspira-me o respeito aos companheiros mais velhos que me dirigem os passos, para que a irreverência não me conduza ao escárnio de meu próprio caminho. Inspira-me a compreensão, a diligência e a fraternidade.

Ampara-me na conquista do prêmio do dever bem cumprido.

Sustenta-me para que eu seja fiel ao Bem e ensina-me que, à claridade de Tua Bênção, [que] depende apenas de mim, que eu seja pior ou melhor, hoje e amanhã.




O conteúdo acima, diferindo nas palavras marcadas e [entre colchetes], consta de uma mensagem publicada originalmente em 1990 pela editora GEEM e é a 20ª lição do livro “”



Emmanuel
Francisco Cândido Xavier


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