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Capítulo VII

Diante do dinheiro


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Examina em que se transforma o dinheiro nas tuas mãos, a fim de que possas ajuizar quanto ao proveito dos recursos passageiros que o Senhor te empresta à vida.

Não é o metal ou o papel da moeda circulante que te impõem prejuízos ao coração, mas sim o próprio sentimento com que deles te vales para imergir a existência na sombra do tédio ou da enfermidade, do remorso ou da indisciplina.

Observa o que fazes e aprende a dirigir o dinheiro para que o dinheiro não te dirija.

Com alguns vinténs congregados, podes realmente adquirir a alegria e o socorro de muitos.

O leite à criança enferma e o livro que ampare alguém

O pão ao faminto e o remédio ao doente…

O estímulo ao companheiro que luta na solução de inquietantes problemas e a felicidade do irmão em prova, algemado a aflitivos débitos…

Muita gente, porém, mobiliza a posse de alguns dias na aquisição de dor para muitos anos, de vez que, acumulando a prata e o ouro da Terra para dominar e ferir, sujeita-se ao império de arrasadoras paixões [e a vícios pregressos], elevando-se pela convenção da moeda humana, à frente do mundo e caindo, em desequilíbrio diante da Eterna Lei.

Não temas o dinheiro dignamente conquistado, aprendendo, sobretudo, a produzi-lo com teu próprio suor; e, guiando-lhe os movimentos no caminho do trabalho e da luz, da caridade e da educação, terás dele feito não mais o tiranizante senhor a encarcerar-te no estranho reino do azinhavre e da usura, da irreflexão ou da delinquência, mas sim o companheiro leal e o servo amigo, a sustentar-te os passos na direção do Reino de Deus.




O conteúdo acima, diferindo nas palavras marcadas, e [entre colchetes], consta de uma mensagem publicada originalmente em 1979 pela editora GEEM e é a 16ª lição do livro “”.



Emmanuel
Francisco Cândido Xavier


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