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CAPÍTULO 62

NO SANTUÁRIO DA ORAÇÃO

Às irmãs Esmeralda Bittencourt e Isabel B. de Souza.

No santuário da prece, Toda treva de aflição Transforma-se em luz sublime Da aurora de redenção.

A dor que fere e castiga O coração sofredor, Converte-se, dentro d’alma, Em fulcro renovador.

O mal que esparge, às mãos cheias, Calúnias, golpes, labéus, É benefício do mundo Que ajuda escalar os Céus.

A pedrada portadora De dorida cicatriz, É degrau vitorioso Para a vida mais feliz.

A incompreensão que fulmina Aspirações, ideais, É porta maravilhosa De júbilos imortais.

A tempestade que ruge Qual dragão no céu de anil, É mensageira operosa, De graças e bênçãos mil.

Todo o espinho que magoa Por mais rude, mais cruel, Transforma-se em flor divina, Tocada de luz e mel.

Orai sem desfalecer Nas sombras de vossa cruz Que a prece nos faz sentir O Sol do Amor de JESUS!...


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Casimiro Cunha




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