Versões:
(ARC) - 1969 - Almeida Revisada e Corrigida
3:4
E é por Cristo que temos tal confiança em Deus;
3:5
Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus,
3:6
O qual nos fez também capazes de ser ministros dum novo testamento, não da letra, mas do espírito, porque a letra mata, e o espírito vivifica.
3:7
E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, veio em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, a qual era transitória,
3:8
Como não será de maior glória o ministério do espírito?
3:9
Porque, se o ministério da condenação foi glorioso, muito mais excederá em glória o ministério da justiça.
3:10
Porque também o que foi glorificado nesta parte não foi glorificado, por causa desta excelente glória.
3:11
Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece.
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| Verso | Original | Tradução Literal | Almeida Revisada e Atualizada | Inglês |
|---|---|---|---|---|
| 4 | Πεποίθησιν δὲ τοιαύτην ἔχομεν διὰ τοῦ Χριστοῦ πρὸς τὸν Θεόν | Confiança além disso tal temos através do Cristo para o Deus | E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus; | Confidence moreover such we have through - Christ toward - God |
| 5 | οὐχ ὅτι ἀφ’ ἑαυτῶν ἱκανοί ἐσμεν λογίσασθαί τι ὡς ἐξ ἑαυτῶν ἀλλ’ ἡ ἱκανότης ἡμῶν ἐκ τοῦ Θεοῦ | não que de de nós mesmos suficientes somos contar qualquer coisa como de de nós mesmos mas a suficiência de nós de - Deus | não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus, | not that from ourselves sufficient we are to reckon anything as of ourselves but the sufficiency of us [is] of - God |
| 6 | ὃς καὶ ἱκάνωσεν ἡμᾶς διακόνους καινῆς διαθήκης οὐ γράμματος ἀλλὰ πνεύματος τὸ γὰρ γράμμα ἀποκτέννει* τὸ δὲ πνεῦμα ζωοποιεῖ | quem também tornou-nos competentes nós ministros de uma nova aliança não da carta mas do Espírito o de fato a carta mata mas o Espírito dá vida | o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica. | who also has made competent us [as] ministers of a new covenant not of [the] letter but of [the] Spirit the indeed letter kills - but [the] Spirit gives life |
| 7 | Εἰ δὲ ἡ διακονία τοῦ θανάτου ἐν γράμμασιν ἐντετυπωμένη λίθοις ἐγενήθη ἐν δόξῃ ὥστε μὴ δύνασθαι ἀτενίσαι τοὺς υἱοὺς Ἰσραὴλ εἰς τὸ πρόσωπον Μωϋσέως διὰ τὴν δόξαν τοῦ προσώπου αὐτοῦ τὴν καταργουμένην | Se além disso a ministração do morte em cartas gravada em pedras foi produzida em glória de modo que não ser capaz olhar fixamente os filhos de Israel no o rosto de Moisés por causa de a glória do rosto dele que está desaparecendo | E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente, | if moreover the ministry - of death in letters having been engraven on stones was produced in glory so as not to be able to look intently the children of Israel into the face of Moses on account of the glory of the face of him which is fading |
| 8 | πῶς οὐχὶ μᾶλλον ἡ διακονία τοῦ πνεύματος ἔσται ἐν δόξῃ | como não mais a ministério do Espírito será em glória | como não será de maior glória o ministério do Espírito! | how not more the ministry of the Spirit will be in glory |
| 9 | εἰ γὰρ τῇ* διακονία τῆς κατακρίσεως δόξα πολλῷ μᾶλλον περισσεύει ἡ διακονία τῆς δικαιοσύνης δόξῃ | se de fato na ministério da condenação glória muito mais superabunda a ministério da justiça em | Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça. | if indeed in the ministry - of condemnation [was] glory much more abounds the ministry - of righteousness [in] glory |
| 10 | καὶ γὰρ οὐ δεδόξασται τὸ δεδοξασμένον ἐν τούτῳ τῷ μέρει εἵνεκεν τῆς ὑπερβαλλούσης δόξης | e de fato não foi glorificado aquele que foi glorificado neste este no aspecto por causa da sua glória | Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado, neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória. | even indeed not has been made glorious that having been made glorious in this - respect on account of the surpassing [it] glory |
| 11 | εἰ γὰρ τὸ καταργούμενον διὰ δόξης πολλῷ μᾶλλον τὸ μένον ἐν δόξῃ | se de fato o que desaparecendo através glória muito antes o que permanecendo em glória | Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente. | if indeed that which is fading away [was] through glory much rather that remaining in glory |
Pesquisando por II Coríntios 3:4-11 nas obras literárias.
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Joanna de Ângelis
Honório Onofre de Abreu
Referências em Outras Obras
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ISRAEL
Atualmente: ISRAELPaís com área atual de 20.770 km2 . Localiza-se no leste do mar Mediterrâneo e apresenta paisagem muito variada: uma planície costeira limitada por colinas ao sul, e o planalto Galileu ao norte; uma grande depressão que margeia o rio Jordão até o mar Morto, e o Neguev, uma região desértica ao sul, que se estende até o golfo de Ácaba. O desenvolvimento econômico em Israel é o mais avançado do Oriente Médio. As indústrias manufatureiras, particularmente de lapidação de diamantes, produtos eletrônicos e mineração são as atividades mais importantes do setor industrial. O país também possui uma próspera agroindústria que exporta frutas, flores e verduras para a Europa Ocidental. Israel está localizado numa posição estratégica, no encontro da Ásia com a África. A criação do Estado de Israel, gerou uma das mais intrincadas disputas territoriais da atualidade. A criação do Estado de Israel em 1948, representou a realização de um sonho, nascido do desejo de um povo, de retornar à sua pátria depois de mil oitocentos e setenta e oito anos de diáspora. Esta terra que serviu de berço aos patriarcas, juízes, reis, profetas, sábios e justos, recebeu, Jesus o Senhor e Salvador da humanidade. O atual Estado de Israel teve sua origem no sionismo- movimento surgido na Europa, no século XIX, que pregava a criação de um país onde os judeus pudessem viver livres de perseguições. Theodor Herzl organizou o primeiro Congresso sionista em Basiléia, na Suíça, que aprovou a formação de um Estado judeu na Palestina. Colonos judeus da Europa Oriental – onde o anti-semitismo era mais intenso, começaram a se instalar na região, de população majoritariamente árabe. Em 1909, foi fundado na Palestina o primeiro Kibutz, fazenda coletiva onde os colonos judeus aplicavam princípios socialistas. Em 1947, a Organização das Nações Unidas (ONU) votou a favor da divisão da Palestina em dois Estados: um para os judeus e outro para os árabes palestinos. Porém, o plano de partilha não foi bem aceito pelos países árabes e pelos líderes palestinos. O Reino Unido que continuava sofrer a oposição armada dos colonos judeus, decidiu então, encerrar seu mandato na Palestina. Em 14 de maio de 1948, véspera do fim do mandato britânico, os líderes judeus proclamaram o Estado de Israel, com David Bem-Gurion como primeiro-ministro. Os países árabes (Egito, Iraque, Síria e Jordânia) enviaram tropas para impedir a criação de Israel, numa guerra que terminou somente em janeiro de 1949, com a vitória de Israel, que ficou com o controle de 75% do território da Palestina, cerca de um terço a mais do que a área destinada ao Estado judeu no plano de partilha da ONU.
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