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14 וְקוֹרֵ֨א בֶן־ יִמְנָ֤ה הַלֵּוִי֙ הַשּׁוֹעֵ֣ר לַמִּזְרָ֔חָה עַ֖ל נִדְב֣וֹת הָאֱלֹהִ֑ים לָתֵת֙ תְּרוּמַ֣ת יְהוָ֔ה וְקָדְשֵׁ֖י הַקֳּדָשִֽׁים׃ E Coré o filho de Imná levita o porteiro do oriente sobre as ofertas voluntárias de Deus para distribuir as ofertas do SENHOR e as coisas mais santas O levita Coré, filho de Imna e guarda da porta oriental, estava encarregado das ofertas voluntárias que se faziam a Deus, para distribuir as ofertas do SENHOR e as coisas santíssimas. And Kore the son of Imnah Levite the porter of the eastern over [was] the freewill offerings of God to apportion the offerings of the LORD and the most holy things
15 וְעַל־ יָד֡וֹ עֵ֣דֶן וּ֠מִנְיָמִן וְיֵשׁ֨וּעַ וּֽשְׁמַֽעְיָ֜הוּ אֲמַרְיָ֧הוּ וּשְׁכַנְיָ֛הוּ בְּעָרֵ֥י הַכֹּהֲנִ֖ים בֶּאֱמוּנָ֑ה לָתֵ֤ת לַאֲחֵיהֶם֙ בְּמַחְלְק֔וֹת כַּגָּד֖וֹל כַּקָּטָֽן׃ e sob por ele Eden Miniamin Jeshuah Shemaiah Amariah Shecaniah nas cidades dos sacerdotes em seu ofício para distribuir para seus irmãos por divisões tanto para os grandes quanto para os pequenos Debaixo das suas ordens estavam Éden, Miniamim, Jesua, Semaías, Amarias e Secanias, nas cidades dos sacerdotes, para com fidelidade distribuírem as porções a seus irmãos, segundo os seus turnos, tanto aos pequenos como aos grandes; and Under by [were] him Eden and Miniamin and Jeshuah and Shemaiah Amariah and Shecaniah in the cities of the priests [their] in set office to distribute to their brothers by divisions as well to the great as to the small
16 מִלְּבַ֞ד הִתְיַחְשָׂ֣ם לִזְכָרִ֗ים מִבֶּ֨ן שָׁל֤וֹשׁ שָׁנִים֙ וּלְמַ֔עְלָה לְכָל־ הַבָּ֥א לְבֵית־ יְהוָ֖ה לִדְבַר־ י֣וֹם בְּיוֹמ֑וֹ לַעֲב֣וֹדָתָ֔ם בְּמִשְׁמְרוֹתָ֖ם כְּמַחְלְקוֹתֵיהֶֽם׃ para sua genealogia para os homens antigos de três anos e acima para cada um que entra na casa do Senhor sua porção seu dia dia a dia para seu trabalho em seus deveres de acordo com suas divisões exceto aos que estavam registrados nas genealogias dos homens, de três anos para cima, e que entravam na Casa do SENHOR, para a obra de cada dia pelo seu ministério nos seus cargos, segundo os seus turnos. to their genealogy to the males old from three years and upward to every one [even] that enters into the house of the LORD portion his day [by] day for their work in their duties according to their divisions
17 וְאֵ֨ת הִתְיַחֵ֤שׂ הַכֹּהֲנִים֙ לְבֵ֣ית אֲבוֹתֵיהֶ֔ם וְהַ֨לְוִיִּ֔ם מִבֶּ֛ן עֶשְׂרִ֥ים שָׁנָ֖ה וּלְמָ֑עְלָה בְּמִשְׁמְרוֹתֵיהֶ֖ם בְּמַחְלְקוֹתֵיהֶֽם׃ e genealogia dos sacerdotes pela casa de seus pais e os levitas antigos a partir de vinte anos e acima por suas funções por suas divisões Quanto ao registro dos sacerdotes, foi ele feito segundo as suas famílias, e o dos levitas de vinte anos para cima foi feito segundo os seus cargos nos seus turnos. and genealogy of the priests by the house of their fathers and the Levites old from twenty years and upward by their duties by their courses
18 וּלְהִתְיַחֵ֗שׂ בְּכָל־ טַפָּ֧ם נְשֵׁיהֶ֛ם וּבְנֵיהֶ֥ם וּבְנוֹתֵיהֶ֖ם לְכָל־ קָהָ֑ל כִּ֥י בֶאֱמוּנָתָ֖ם יִתְקַדְּשׁוּ־ קֹֽדֶשׁ׃ e genealogia de todos seus pequeninos suas esposas e seus filhos e suas filhas para todo o a congregação pois em seu ofício estabelecido eles se consagraram em santidade Deles, foram registrados as crianças, as mulheres, os filhos e as filhas, uma grande multidão, porque com fidelidade se houveram santamente com as coisas sagradas. and genealogy of all their little ones their wives and their sons and their daughers for the whole the congregation for in their set office they consecrated themselves in holiness

Pesquisando por II Crônicas 31:14-18 nas obras literárias.

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Locais

ÉDEN
Atualmente: IRAQUE, BAHREIN
O Jardim do Éden, situado em algum lugar da Mesopotâmia, existiu provavelmente num local próximo às nascentes dos rios Tigre e Eufrates (Gênesis 2:10-14), embora alguns autores, indiquem a possibilidade de localização, próximo à foz desses rios ou na região de Bahrein.

Na tradição judaico-cristã, o Jardim do Éden (em hebraico: גַּן־עֵדֶן – gan-ʿḖḏen), também chamado de Paraíso, é o "jardim de Deus" descrito no Livro do Gênesis e no Livro de Ezequiel. Gênesis 13:10 se refere ao "jardim de Deus", e as "árvores do jardim" são mencionadas em Ezequiel 31. O Livro de Zacarias e o Livro dos Salmos também se referem a árvores e água sem mencionar explicitamente o Éden.

Assim como as narrativas da criação e do dilúvio do Gênesis e o relato da Torre de Babel, a história do Éden é sobre a vida de um rei mesopotâmico, como um homem primordial, que é colocado em um jardim divino para guardar a Árvore da Vida. A Bíblia hebraica descreve Adão e Eva andando nus no Jardim do Éden devido à sua inocência.

A localização do Éden é descrita no Livro do Gênesis como a fonte de quatro rios tributários. O Jardim do Éden é rejeitado por alguns estudiosos. Entre aqueles que o consideram real, houve várias sugestões para sua localização: no Golfo Pérsico; no sul da Mesopotâmia (atual Iraque), onde os rios Tigre e Eufrates correm para o mar; e na Armênia.

O nome deriva do acadiano edinnu, que vem da palavra suméria edin, que significa "planície" ou "estepe" e está intimamente relacionada a uma palavra de raiz aramaica que significa "frutífera e bem regada". Outra interpretação associa o nome a uma palavra hebraica para "prazer"; assim, a Bíblia de Douay-Rheims em Gênesis 2:8 tem a expressão "e o Senhor Deus havia plantado um paraíso de prazer" em vez de "um jardim no Éden". O termo hebraico é traduzido como "prazer" no ditado secreto de Sara em Gênesis 18:12.

No Livro de Génesis, no jardim do Éden, Deus fez toda a espécie de árvores agradáveis à vista e de saborosos frutos para comer. Nele também colocou, ao centro, a Árvore da Vida e a Árvore da Ciência do Bem e do Mal. Um rio nascia no Éden e ia regar o jardim, dividindo-se a seguir em quatro braços. Segundo a descrição bíblica, O nome do primeiro é Pisom, rio que rodeia toda a região de Havilá, onde se encontra ouro puro, bdélio e Ónix ou pedra Sardônica. O nome do segundo rio é Ghion, o qual rodeia toda a terra de Cuxe. O nome do terceiro é o Tigre, e corre ao oriente da Assíria. O quarto rio é o Eufrates. Não se sabe ao certo onde situam-se os rios Pison e Gihon. O historiador Flávio Josefo identifica-os como sendo o rio Ganges o Pison e o rio Nilo como o Gihom.

A árvore do conhecimento tinha um fruto que, segundo Eva, manipulada pela serpente (supostamente simbolizando satanás) devia ser bom para comer, pois era de atraente aspecto e precioso para a inteligência. Contudo, apesar de atraente, ou talvez por isso, era o fruto proibido original.

Os relatos que originaram o Gênesis seriam provenientes de uma época em que os mares eram mais baixos. A região do Golfo Pérsico tem uma profundidade média de 50 metros e máxima de 90 metros, portanto toda a área era região acima do nível do mar. Os dois rios atualmente não identificados possivelmente seriam rios que chegariam ao golfo vindos do Irã ou da Península Arábica.[carece de fontes?]

Várias tradições fazem referências ao fruto proibido de diversas maneiras:

Ainda outros argumentam que em vista da ordem de ‘serem fecundos e tornarem-se muitos, e de encherem a terra’ (Gên 1:28), o fruto da árvore não poderia ser o símbolo de relações sexuais, visto que esta seria a única maneira de haver procriação. Também há a argumentação de que não podia significar apenas a faculdade de reconhecer o certo e o errado, porque a obediência à ordem de Deus exigia esta discriminação moral, neste caso, não seria o fruto o responsável pelo conhecimento do mal, mas a desobediência. Quanto a referir-se ao conhecimento obtido ao atingir a madureza, argumenta-se que não seria pecado por parte do homem atingir este estágio, nem lógico que seu Criador o obrigasse a continuar imaturo.[carece de fontes?]




Comentários

Beacon

Comentário Bíblico de Beacon - Interpretação abrangente da Bíblia por 40 teólogos evangélicos conservadores






Champlin

Antigo e Novo Testamento interpretado versículo por versículo por Russell Norman Champlin é cristão de cunho protestante












Genebra

Comentários da Bíblia de Estudos de Genebra pela Sociedade Bíblica do Brasil para versão Almeida Revista e Atualizada (ARA)






Matthew Henry

Comentário Bíblico de Matthew Henry, um pastor presbiteriano e comentarista bíblico inglês.






Wesley

Comentário bíblico John Wesley - Metodista - Clérigo Anglicano






Russell Shedd

Comentários da Bíblia por Russell Shedd, teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora.






NVI F. F. Bruce

Comentário Bíblico da versão NVI por Frederick Fyvie Bruce, um dos fundadores da moderna compreensão evangélica da Bíblia






Moody

Comentários bíblicos por Charles F. Pfeiffer, Batista












Francis Davidson

O Novo Comentário da Bíblia, por Francis Davidson







Mapas Históricos

ESTRADAS E TRANSPORTE NO MUNDO BÍBLICO








JARDIM DO ÉDEN








O TEMPLO DE SALOMÃO

967-960 a.C.








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