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Verso Original Tradução Literal Almeida Revisada e Atualizada Inglês
19 הַצְּבִי֙ יִשְׂרָאֵ֔ל עַל־ בָּמוֹתֶ֖יךָ חָלָ֑ל אֵ֖יךְ נָפְל֥וּ גִבּוֹרִֽים׃ A beleza de Israel sobre sua altura foi morta Como caíram os poderosos A tua glória, ó Israel, foi morta sobre os teus altos! Como caíram os valentes! The beauty of Israel on your high is slain How fallen are the mighty
20 אַל־ תַּגִּ֣ידוּ בְגַ֔ת אַֽל־ תְּבַשְּׂר֖וּ בְּחוּצֹ֣ת אַשְׁקְל֑וֹן פֶּן־ תִּשְׂמַ֙חְנָה֙ בְּנ֣וֹת פְּלִשְׁתִּ֔ים פֶּֽן־ תַּעֲלֹ֖זְנָה בְּנ֥וֹת הָעֲרֵלִֽים׃ não contar em Gate não publicar nas ruas de Ascalão para que não se alegrem alegram as filhas dos filisteus para que não triunfem triunfem as filhas das incircuncisas Não o noticieis em Gate, nem o publiqueis nas ruas de Asquelom, para que não se alegrem as filhas dos filisteus, nem saltem de contentamento as filhas dos incircuncisos. not do Tell [it] not in Gath not do publish [it] in the streets of Askelon lest rejoice the daughers of the Philistines lest triumph the daughers of the uncircumcised
21 הָרֵ֣י בַגִּלְבֹּ֗עַ אַל־ טַ֧ל וְאַל־ מָטָ֛ר עֲלֵיכֶ֖ם וּשְׂדֵ֣י תְרוּמֹ֑ת כִּ֣י שָׁ֤ם נִגְעַל֙ מָגֵ֣ן גִּבּוֹרִ֔ים מָגֵ֣ן שָׁא֔וּל בְּלִ֖י מָשִׁ֥יחַ בַּשָּֽׁמֶן׃ montanhas de Gilboa não orvalho nem chuva sobre vocês nem campos de ofertas pois ali é desprezado o escudo dos poderosos o escudo de Saul não não ungido com óleo Montes de Gilboa, não caia sobre vós nem orvalho, nem chuva, nem haja aí campos que produzam ofertas, pois neles foi profanado o escudo dos valentes, o escudo de Saul, que jamais será ungido com óleo. mountains of Gilboa not [let there be] dew neither [let there be] rain on you nor fields of offerings for there is vilely cast away the shield of the mighty the shield of Saul not [as though he had] not [been] anointed with oil
22 מִדַּ֣ם חֲלָלִ֗ים מֵחֵ֙לֶב֙ גִּבּוֹרִ֔ים קֶ֚שֶׁת יְה֣וֹנָתָ֔ן לֹ֥א נָשׂ֖וֹג אָח֑וֹר וְחֶ֣רֶב שָׁא֔וּל לֹ֥א תָשׁ֖וּב רֵיקָֽם׃ Do sangue dos mortos da gordura dos poderosos o arco de Jônatas não voltou para trás e a espada de Saul não voltou vazia Sem sangue dos feridos, sem gordura dos valentes, nunca se recolheu o arco de Jônatas, nem voltou vazia a espada de Saul. From the blood of the slain from the fat of the mighty the bow of Jonathan not do turned back and the sword of Saul not do returned empty

Pesquisando por II Samuel 1:19-22 nas obras literárias.

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Referências em Livro Espírita

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Referências em Outras Obras

Não foram encontradas referências para II Samuel 1:19-22 em Outras Obras.

Locais

ASCALOM
Atualmente: GAZA
Fortaleza filistéia mencionada nas narrativas sobre Sansão: Juízes 14:19. Em 1920 foi encontrada fortificações dos hicsos, objetos de cultura egeucipiota, edifícios helenisticos e romanos.

GATE
Atualmente: ISRAEL
Uma das cinco cidades filistéias. Pátria de Golias que também foi refúgio de Davi. I Samuel 17:23; I Crônicas 18:1

Gate (Hebraico: גת‎,prensa de lagar) foi um nome conhecido de lugares na antiga Israel e nas regiões circunvizinhas. Várias cidades são mencionadas na Bíblia com tal nome, como Gate dos Filisteus, Gate-Gitaim, Gate Carmel e outros lugares com nomes similares, que aparecem em várias fontes antigas, inclusive nas Cartas de Amarna.



GILBOA
Atualmente: ISRAEL
Gilboa, monte – 494 metros, ao norte de Israel. Lugar da trágica morte de Saul, primeiro rei de ISRAEL. I Samuel 31:1-13

ISRAEL
Atualmente: ISRAEL
País com área atual de 20.770 km2 . Localiza-se no leste do mar Mediterrâneo e apresenta paisagem muito variada: uma planície costeira limitada por colinas ao sul, e o planalto Galileu ao norte; uma grande depressão que margeia o rio Jordão até o mar Morto, e o Neguev, uma região desértica ao sul, que se estende até o golfo de Ácaba. O desenvolvimento econômico em Israel é o mais avançado do Oriente Médio. As indústrias manufatureiras, particularmente de lapidação de diamantes, produtos eletrônicos e mineração são as atividades mais importantes do setor industrial. O país também possui uma próspera agroindústria que exporta frutas, flores e verduras para a Europa Ocidental. Israel está localizado numa posição estratégica, no encontro da Ásia com a África. A criação do Estado de Israel, gerou uma das mais intrincadas disputas territoriais da atualidade. A criação do Estado de Israel em 1948, representou a realização de um sonho, nascido do desejo de um povo, de retornar à sua pátria depois de mil oitocentos e setenta e oito anos de diáspora. Esta terra que serviu de berço aos patriarcas, juízes, reis, profetas, sábios e justos, recebeu, Jesus o Senhor e Salvador da humanidade. O atual Estado de Israel teve sua origem no sionismo- movimento surgido na Europa, no século XIX, que pregava a criação de um país onde os judeus pudessem viver livres de perseguições. Theodor Herzl organizou o primeiro Congresso sionista em Basiléia, na Suíça, que aprovou a formação de um Estado judeu na Palestina. Colonos judeus da Europa Oriental – onde o anti-semitismo era mais intenso, começaram a se instalar na região, de população majoritariamente árabe. Em 1909, foi fundado na Palestina o primeiro Kibutz, fazenda coletiva onde os colonos judeus aplicavam princípios socialistas. Em 1947, a Organização das Nações Unidas (ONU) votou a favor da divisão da Palestina em dois Estados: um para os judeus e outro para os árabes palestinos. Porém, o plano de partilha não foi bem aceito pelos países árabes e pelos líderes palestinos. O Reino Unido que continuava sofrer a oposição armada dos colonos judeus, decidiu então, encerrar seu mandato na Palestina. Em 14 de maio de 1948, véspera do fim do mandato britânico, os líderes judeus proclamaram o Estado de Israel, com David Bem-Gurion como primeiro-ministro. Os países árabes (Egito, Iraque, Síria e Jordânia) enviaram tropas para impedir a criação de Israel, numa guerra que terminou somente em janeiro de 1949, com a vitória de Israel, que ficou com o controle de 75% do território da Palestina, cerca de um terço a mais do que a área destinada ao Estado judeu no plano de partilha da ONU.


Comentários

Beacon

Comentário Bíblico de Beacon - Interpretação abrangente da Bíblia por 40 teólogos evangélicos conservadores






Champlin

Antigo e Novo Testamento interpretado versículo por versículo por Russell Norman Champlin é cristão de cunho protestante












Genebra

Comentários da Bíblia de Estudos de Genebra pela Sociedade Bíblica do Brasil para versão Almeida Revista e Atualizada (ARA)






Matthew Henry

Comentário Bíblico de Matthew Henry, um pastor presbiteriano e comentarista bíblico inglês.






Wesley

Comentário bíblico John Wesley - Metodista - Clérigo Anglicano






Wiersbe

Comentário bíblico expositivo por Warren Wendel Wiersbe, pastor Calvinista






Russell Shedd

Comentários da Bíblia por Russell Shedd, teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora.






NVI F. F. Bruce

Comentário Bíblico da versão NVI por Frederick Fyvie Bruce, um dos fundadores da moderna compreensão evangélica da Bíblia






Francis Davidson

O Novo Comentário da Bíblia, por Francis Davidson







Mapas Históricos

A AMEAÇA FILISTÉIA

séculos XII a XI a.C.







OS VIZINHOS DE ISRAEL E JUDÁ








O CLIMA NA PALESTINA









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