(ARC) - 1969 - Almeida Revisada e Corrigida
Jesus a caminho do Gólgota
A crucificação
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| Verso | Original | Tradução Literal | Almeida Revisada e Atualizada | Inglês |
|---|---|---|---|---|
| 26 | Καὶ ὡς ἀπήγαγον αὐτόν ἐπιλαβόμενοι Σίμωνά τινα Κυρηναῖον ἐρχόμενον ἀπ’ ἀγροῦ ἐπέθηκαν αὐτῷ τὸν σταυρὸν φέρειν ὄπισθεν τοῦ Ἰησοῦ | E quando o levaram ele prendendo Simão um certo de Cirene que vinha do campo colocaram sobre ele a cruz para carregar atrás de Jesus | E, como o conduzissem, constrangendo um cireneu, chamado Simão, que vinha do campo, puseram-lhe a cruz sobre os ombros, para que a levasse após Jesus. | And as they led away him having laid hold on Simon a certain of Cyrene coming from the country they put upon him the cross to carry [it] behind - Jesus |
| 27 | Ἠκολούθει δὲ αὐτῷ πολὺ πλῆθος τοῦ λαοῦ καὶ γυναικῶν αἳ ἐκόπτοντο καὶ ἐθρήνουν αὐτόν | Seguia e a ele uma grande multidão do povo e de mulheres que pranteavam e lamentavam por ele | Seguia-o numerosa multidão de povo, e também mulheres que batiam no peito e o lamentavam. | Were following and him a great multitude of the people and of women who were mourning and lamenting for him |
| 28 | στραφεὶς δὲ πρὸς αὐτὰς ‹ὁ› Ἰησοῦς εἶπεν Θυγατέρες Ἰερουσαλήμ* μὴ κλαίετε ἐπ’ ἐμέ πλὴν ἐφ’ ἑαυτὰς κλαίετε καὶ ἐπὶ τὰ τέκνα ὑμῶν | tendo se virado entretanto para elas Jesus disse Filhas de Jerusalém não chorem por mim mas por vocês mesmas chorem e por os filhos de vocês | Porém Jesus, voltando-se para elas, disse: Filhas de Jerusalém, não choreis por mim; chorai, antes, por vós mesmas e por vossos filhos! | having turned moreover to them - Jesus said Daughters of Jerusalem not weep for me but for yourselves weep and for the children of you |
| 29 | ὅτι ἰδοὺ ἔρχονται ἡμέραι ἐν αἷς ἐροῦσιν Μακάριαι αἱ στεῖραι καὶ αἱ κοιλίαι αἳ οὐκ ἐγέννησαν καὶ μαστοὶ οἳ οὐκ ἔθρεψαν | Pois Eis que vêm dias em que dirão Bem-aventuradas as estéreis e as ventres que nunca geraram e seios que nunca amamentaram | Porque dias virão em que se dirá: Bem-aventuradas as estéreis, que não geraram, nem amamentaram. | for Behold are coming days in which they will say Blessed [are] the barren and the wombs that never did bear and breasts that never nursed |
| 30 | τότε ἄρξονται λέγειν τοῖς ὄρεσιν Πέσετε* ἐφ’ ἡμᾶς καὶ τοῖς βουνοῖς Καλύψατε ἡμᾶς | Então começarão a dizer aos montes Caí sobre nós e aos outeiros Cobri nós | Nesses dias, dirão aos montes: Caí sobre nós! E aos outeiros: Cobri-nos ! | Then will they begin to say to the mountains Fall upon us and to the hills Cover us |
| 31 | ὅτι εἰ ἐν ‹τῷ› ὑγρῷ ξύλῳ ταῦτα ποιοῦσιν ἐν τῷ ξηρῷ τί γένηται | pois se na a verde madeira estas coisas fazem na a seca o que acontecerá | Porque, se em lenho verde fazem isto, que será no lenho seco? | for if in the green tree these things they do in the dry what might take place |
| 32 | Ἤγοντο δὲ καὶ ἕτεροι κακοῦργοι δύο σὺν αὐτῷ ἀναιρεθῆναι | Eles eram levados e também outros criminosos dois com ele para serem mortos | E também eram levados outros dois, que eram malfeitores, para serem executados com ele. | Were being led away and also other criminals two with him to be put to death |
| 33 | Καὶ ὅτε ἦλθον ἐπὶ τὸν τόπον τὸν καλούμενον Κρανίον ἐκεῖ ἐσταύρωσαν αὐτὸν καὶ τοὺς κακούργους ὃν μὲν ἐκ δεξιῶν ὃν δὲ ἐξ ἀριστερῶν | E quando chegaram ao lugar lugar - chamado Caveira ali crucificaram ele e os criminosos um de fato à direita outro e à esquerda | Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda. | And when they came to the place - called The Skull there they crucified him and the criminals one indeed on [the] right one moreover on [the] left |
| 34 | ὁ δὲ Ἰησοῦς ἔλεγεν Πάτερ ἄφες αὐτοῖς οὐ γὰρ οἴδασιν τί ποιοῦσιν διαμεριζόμενοι δὲ τὰ ἱμάτια αὐτοῦ ἔβαλον κλήρους | O E Jesus dizia Pai perdoa eles não pois sabem o que fazem dividindo e as vestes dele lançaram sortes | Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes , porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes. | - and Jesus said Father forgive them not indeed they know what they do dividing moreover the garments of him they cast a lot |
| 35 | καὶ εἱστήκει ὁ λαὸς θεωρῶν ἐξεμυκτήριζον δὲ καὶ οἱ ἄρχοντες λέγοντες Ἄλλους ἔσωσεν σωσάτω ἑαυτόν εἰ οὗτός ἐστιν ὁ Χριστὸς τοῦ Θεοῦ ὁ ἐκλεκτός | E estava o povo observando zombavam e também os governantes dizendo A outros salvou que salve a si mesmo se este é o Cristo de Deus o Escolhido | O povo estava ali e a tudo observava. Também as autoridades zombavam e diziam: Salvou os outros; a si mesmo se salve, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido. | And stood the people beholding were deriding [him] moreover also the rulers saying Others he saved let him save himself if this is the Christ - of God the Chosen [One] |
| 36 | ἐνέπαιξαν δὲ αὐτῷ καὶ οἱ στρατιῶται προσερχόμενοι ὄξος προσφέροντες αὐτῷ | zombaram e dele também os soldados aproximando-se vinagre oferecendo a ele | Igualmente os soldados o escarneciam e, aproximando-se, trouxeram-lhe vinagre, dizendo: | mocked moreover him also the soldiers coming near sour wine offering him |
| 37 | καὶ λέγοντες Εἰ σὺ εἶ ὁ Βασιλεὺς τῶν Ἰουδαίων σῶσον σεαυτόν | e dizendo Se tu és o Rei dos Judeus salva a ti mesmo | Se tu és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo. | and saying If you are the King of the Jews save yourself |
| 38 | ἦν δὲ καὶ ἐπιγραφὴ ἐπ’ αὐτῷ Ὁ* ΒΑΣΙΛΕΥΣ ΤΩΝ ΙΟΥΔΑΙΩΝ οὗτος* {γράμμασιν Ἑλληνικοῖς καὶ Ρωμαϊκοῖς καὶ Ἑβραϊκοῖς} | Havia E também uma inscrição sobre ele O Rei dos Judeus Este em letras Gregas e Latinas e Hebraicas | Também sobre ele estava esta epígrafe em letras gregas, romanas e hebraicas: ESTE É O REI DOS JUDEUS. | there was moreover also an inscription over him the King of the Jews This in letters Greek and Latin and Hebrew |
| 39 | Εἷς δὲ τῶν κρεμασθέντων κακούργων ἐβλασφήμει αὐτόν ‹λέγων› Οὐχὶ σὺ εἶ ὁ Χριστός σῶσον σεαυτὸν καὶ ἡμᾶς | Um E Dos Que foram pendurados Criminosos Insultava Ele Dizendo Não Tu és Se O Cristo Salva A ti mesmo E Nós | Um dos malfeitores crucificados blasfemava contra ele, dizendo: Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós também. | one moreover of the having been hanged criminals railed at him saying not you are if the Christ save Yourself and us |
| 40 | ἀποκριθεὶς δὲ ὁ ἕτερος ἐπιτιμῶν αὐτῷ ἔφη Οὐδὲ φοβῇ σὺ τὸν Θεόν ὅτι ἐν τῷ αὐτῷ κρίματι εἶ | Respondendo então o outro repreendia ele dizendo Nem temes tu a Deus visto que sob o mesmo julgamento estás | Respondendo-lhe, porém, o outro, repreendeu-o , dizendo: Nem ao menos temes a Deus, estando sob igual sentença? | answering moreover the other was rebuking him saying Not even do you fear you - God that [you] under the same judgment are |
| 41 | καὶ ἡμεῖς μὲν δικαίως ἄξια γὰρ ὧν ἐπράξαμεν ἀπολαμβάνομεν οὗτος δὲ οὐδὲν ἄτοπον ἔπραξεν | E nós certamente justamente digno pois do que fizemos estamos recebendo este homem mas nada de errado fez | Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez. | And we indeed justly worthy indeed of what we did we are receiving [this] man moreover nothing wrong did |
| 42 | καὶ ἔλεγεν Ἰησοῦ μνήσθητί μου ὅταν ἔλθῃς εἰς τὴν βασιλείαν σου | E disse a Jesus Lembra-te de mim quando entrares em o reino teu | E acrescentou: Jesus, lembra-te de mim quando vieres no teu reino. | And he said to Jesus Remember me when you come into the kingdom of you |
| 43 | καὶ εἶπεν αὐτῷ Ἀμήν σοι λέγω σήμερον μετ’ ἐμοῦ ἔσῃ ἐν τῷ Παραδείσῳ | E disse a ele Em verdade a você digo hoje com mim estarás no Paraíso | Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso. | And he said to him Truly to you I say today with me you will be in - Paradise |
Pesquisando por Lucas 23:26-43 nas obras literárias.
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Referências em Livro Espírita
Emmanuel
Wesley Caldeira
Eliseu Rigonatti
Allan Kardec
João Marcos Weguelin
Francisco Cândido Xavier
Humberto de Campos
Irmão X
Carlos Antônio Baccelli
Amélia Rodrigues
André Luiz
Vinícius
Joanna de Ângelis
Grupo Emmanuel
Honório Onofre de Abreu
Referências em Outras Obras
CARLOS TORRES PASTORINO
Huberto Rohden
Locais
CAVEIRA
Atualmente: ISRAELVer Gólgota
CIRENE
Clique aqui e abra o mapa no Google (Latitude:32.817, Longitude:21.85)Nome Atual: Xaate (próx.)
Nome Grego: Κυρήνη
Atualmente: Líbia
História:
Mitologia
Segundo Diodoro Sículo, a cidade foi fundada pelo deus Apolo, em honra a Cirene, filha de Hipseu, uma jovem muito bela da Tessália que ele raptou e levou para a Líbia.
O período gregoCirene foi fundada em 630 a.C.. Era uma colônia dos gregos lacedemônios vindos da ilha grega de Thera (antigamente chamada de Calliste, e atualmente de Santorini), liderados pelo rei Bato, a dez milhas do seu porto, Apolônia (Marsa Sousa).
A cidade cresceu bastante durante o reinado de Bato II, neto do fundador Bato, quando vários colonos da Grécia chegaram, e derrotou um exército egípcio. Logo tornou-se a principal cidade da Líbia, e estabeleceu relações comerciais com todas as cidades gregas, atingindo o auge de sua prosperidade sob seus próprios reis no século V a.C..
Logo depois de 460 a.C. tornou-se uma república, e depois da morte de Alexandre III da Macedônia (323 a.C.), quando passou para a dependência dos lágidas.
Ofelas, o general que ocupou a cidade em nome de Ptolemeu I Sóter, governou-a de forma quase independente até a sua morte, quando o genro de Ptolemeu, Magas, recebeu o governo do território. Em 276 a.C. Magas coroou-se o rei e declarou a independência, casando-se com a filha do rei selêucida e formando com ele uma aliança para invadir o Egito. A invasão foi mal-sucedida e, em 250 a.C., após a morte de Magas, a cidade foi reintegrada ao Egito ptolomaico.
A Cirenaica tornou-se parte do império Ptolemaico, controlado a partir de Alexandria, e passou para o domínio romano em 96 a.C. quando Ptolemeu Ápion legou a Cirenaica a Roma. Em 74 a.C. o território foi formalmente transformado em província romana.
O período romanoOs habitantes de Cirene na época de Sula (cerca de 85 a.C.) estavam divididos em quatro classes: cidadãos, fazendeiros, estrangeiros residentes e judeus, que formavam uma inquieta minoria. Ptolemeu Ápion, antigo governante da cidade, a legara aos romanos, mas ela manteve sua autonomia. A Cirenaica tornou-se uma província romana dez anos mais tarde; e se sob os Ptolemeus a população judaica da cidade gozava de direitos iguais aos do resto da população, agora ela se encontrava cada vez mais oprimida pela população grega. As tensões chegaram em seu ponto máximo com as insurreições dos judeus durante os períodos de Vespasiano (73) e, especialmente, no de Trajano (117). Esta revolta foi debelada por Márcio Turbo, mas não sem que antes morresse um grande número de pessoas. De acordo com Eusébio de Cesareia a violência do episódio deixou a Líbia despovoada a tal ponto que alguns anos mais tarde novas colónias tiveram de ser estabelecidas ali pelo imperador Adriano para que se mantivesse a viabilidade de um estabelecimento humano contínuo na região.
CireneCirene era capital da Líbia no Império Romano. Atos
Cirene inicia sua importância na história bíblica através da dispersão dos judeus. A cidade é mencionada no Segundo Livro dos Macabeus, sendo o livro considerado pelo seu autor como um resumo de uma obra de cinco volumes de autoria de um judeu helenizado conhecido por Jasão de Cirene (tanto a Igreja Católica como a Ortodoxa consideram o Segundo Livro dos Macabeus como deuterocanônico; as igrejas protestantes não consideram-no em seu cânone).
Cirene também é mencionada várias vezes no Novo Testamento, mas sempre referida como origem de personagens ou grupo de pessoas. O mais conhecido é Simão de Cirene, citado nos evangelhos, que carregou a cruz de Cristo (Marcos
Já no livro de At, habitantes dessa cidade estavam presentes no dia de Pentecostes em Jerusalém (Atos
O principal produto de exportação de Cirene através de boa parte de sua história, o sílfio, uma erva medicinal que ilustrava a maioria das moedas de Cirene, acabou sendo colhido até a extinção, e a competição comercial de Cartago e Alexandria reduziu o comércio da cidade. Cirene, com o seu porto de Apolônia (Marsa Susa), permaneceu um importante centro urbano até o terremoto de 262. Após o desastre o imperador Cláudio, o Gótico restaurou Cirene, dando-lhe o nome de Claudiópolis, mas o restauro foi pobre e precário e a decadência atingiu Cirene de forma irremediável. Catástrofes naturais e um profundo declínio económico ditam a sua morte, e no ano de 365 um sismo particularmente devastador destruiu as suas poucas esperanças de recuperação. Amiano Marcelino a descreveu no século IV como uma cidade deserta, e Sinésio, um nativo de Cirene, a descreveu no século seguinte como uma vasta ruína à mercê dos nômades.
O capítulo final ocorreu em 643, com a conquista árabe. Das opulentas cidades romanas do norte de África e da Cirenaica pouco restaram. As ruínas de Cirene se encontram próximas à cidade moderna de Xaate, em território líbio.
JERUSALÉM
Clique aqui e abra o mapa no Google (Latitude:31.783, Longitude:35.217)Nome Atual: Jerusalém
Nome Grego: Ἱεροσόλυμα
Atualmente: Israel
Jerusalém – 760 metros de altitude (Bronze Antigo) Invasões: cercada por Senequaribe em 710 a.C.; dominada pelo Faraó Neco em 610, foi destruída por Nabucodonosor em 587. Depois do Cativeiro na Babilônia, seguido pela restauração do templo e da cidade, Jerusalém foi capturada por Ptolomeu Soter em 320 a.C., e em 170 suas muralhas foram arrasadas por Antíoco Epifânio. Em 63 a.C. foi tomada por Pompeu, e finalmente no ano 70 de nossa era foi totalmente destruída pelos romanos.
Localizada em um planalto nas montanhas da Judeia entre o Mar Mediterrâneo e o mar Morto, é uma das cidades mais antigas do mundo. De acordo com a tradição bíblica, o rei Davi conquistou a cidade dos jebuseus e estabeleceu-a como a capital do Reino Unido de Israel, enquanto seu filho, o rei Salomão, encomendou a construção do Primeiro Templo.
Calvário
Calvário ou Gólgota (em aramaico: Gûlgaltâ; em latim: Calvaria; em grego: Κρανιου Τοπος; romaniz.: Kraniou Topos) é a colina na qual Jesus foi crucificado e que, na época de Cristo, ficava fora da cidade de Jerusalém. O termo significa "caveira", referindo-se a uma colina ou platô que contém uma pilha de crânios ou a um acidente geográfico que se assemelha a um crânio.
O Calvário é mencionado em todos os quatro evangelhos quando relatam a crucificação de Jesus: «E eles chegaram a um lugar chamado Gólgota, que significa o Lugar da Caveira.» (Mateus
O Novo Testamento descreve o Calvário como "perto de Jerusalém" (João
O imperador bizantino Constantino construiu a Igreja do Santo Sepulcro sobre o que se pensava ser o sepulcro de Jesus entre 326 e 335, perto do lugar do Calvário. De acordo com a tradição cristã, o Sepulcro de Jesus e a Verdadeira Cruz foram descobertos pela imperatriz Helena de Constantinopla, mãe de Constantino, em 325. A igreja está hoje dentro das muralhas da Cidade Antiga de Jerusalém, após a expansão feita por Herodes Agripa em 41-44, mas o Santo Sepulcro estava provavelmente além das muralhas, na época dos eventos relacionados com a vida de Cristo.
Dentro da Igreja do Santo Sepulcro há uma elevação rochosa com cerca de cinco metros de altura, que se acredita ser o que resta visível do Calvário. A igreja é aceita como o "Sepulcro de Jesus" pela maioria dos historiadores e a pequena rocha dentro da igreja como o local exato do Monte Calvário, onde a cruz foi elevada para a crucificação de Jesus. Veja também: O Peregrino de Bordéus (333), Eusébio (338), o bispo Cirilo (347), a peregrina Egéria (383), o bispo Euquério de Lyon (440) e o Breviarius de Hierosolyma (530), em alemão.
Depois de passar uma temporada na Palestina em 1882-83, Charles George Gordon sugeriu uma localização diferente para o Calvário. O Jardim do Túmulo fica ao norte do Santo Sepulcro, localizado fora da atual Porta de Damasco, em um lugar certamente utilizado para enterros no período bizantino. O jardim tinha uma penhasco com dois grandes buracos fundos, que o povo dizia serem os olhos da caveira.
O arqueólogo israelense Shimon Gibson, em sua obra "Os ùltimos Dias de Jesus", descarta totalmente a localização do Calvário como sendo o de Gordon por um motivo muito simples: o túmulo que lá se encontra, tradicionalmente conhecido como o "Túmulo do Jardim" remonta ao século VII a.C. e a Bíblia relata que o túmulo utilizado para sepultar Cristo tinha sido mandado escavar recentemente na rocha por José de Arimateia. Assim, prevalece a crença tradicional, cuja localização foi perpetuada pelos cristãos desde a destruição de Jerusalém pelos romanos em 70 d.C. e mantida através dos séculos.
O nome Calvário refere-se freqüentemente a esculturas ou pinturas representando a cena da crucificação de Jesus, ou uma pequena capela incorporando uma pintura com a cena. Pode também ser utilizado para descrever construções mais importantes, em formato de monumento, especialmente colinas artificiais erguidas por devotos.
Igrejas em diversas denominações cristãs têm sido chamadas de Calvário. O termo é também algumas vezes dado a cemitérios, especialmente aqueles associados com a Igreja Católica.
Comentários
Beacon
Comentário Bíblico de Beacon - Interpretação abrangente da Bíblia por 40 teólogos evangélicos conservadoresChamplin
Antigo e Novo Testamento interpretado versículo por versículo por Russell Norman Champlin é cristão de cunho protestanteGenebra
Comentários da Bíblia de Estudos de Genebra pela Sociedade Bíblica do Brasil para versão Almeida Revista e Atualizada (ARA)Matthew Henry
Comentário Bíblico de Matthew Henry, um pastor presbiteriano e comentarista bíblico inglês.Wesley
Comentário bíblico John Wesley - Metodista - Clérigo AnglicanoWiersbe
Comentário bíblico expositivo por Warren Wendel Wiersbe, pastor CalvinistaRussell Shedd
Comentários da Bíblia por Russell Shedd, teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora.NVI F. F. Bruce
Comentário Bíblico da versão NVI por Frederick Fyvie Bruce, um dos fundadores da moderna compreensão evangélica da BíbliaMoody
Comentários bíblicos por Charles F. Pfeiffer, BatistaDúvidas
Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e Contradições da Bíblia, por Norman Geisler e Thomas HoweFrancis Davidson
O Novo Comentário da Bíblia, por Francis DavidsonJohn MacArthur
Comentario de John Fullerton MacArthur Jr, Novo Calvinista, com base batista conservadoraBarclay
O NOVO TESTAMENTO Comentado por William Barclay, pastor da Igreja da EscóciaO Evangelho em Carne e Osso
Flávio Gouvêa de Oliveira, Pastor da Igreja Presbiteriana do BrasilNotas de Estudos jw.org
Disponível no site oficial das Testemunhas de Jeová
Apêndices
Principais acontecimentos da vida terrestre de Jesus
Últimos dias do ministério de Jesus em Jerusalém (Parte 2)
Mapas Históricos
GEOLOGIA DA PALESTINA
HIDROLOGIA, SOLO E CHUVAS NA PALESTINA
CIDADES DO MUNDO BÍBLICO
ESTRADAS E TRANSPORTE NO MUNDO BÍBLICO
JERUSALÉM NO TEMPO DO NOVO TESTAMENTO
As condições climáticas de Canaã
A Agricultura de Canaã
O CLIMA NA PALESTINA
A MORTE DE JESUS E O TÚMULO VAZIO
33 d.C.ROMA
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