Correio Fraterno

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Capítulo XVIII

Servindo


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O trabalho é lei da vida.

Auxiliar é dever.

A alegria de servir

É a glória de cada ser.


Observa a Natureza,

Servindo constantemente.

O mundo é uma sinfonia

De doação permanente.


O sol, gerando energia,

— Luz do Senhor a brilhar —

É a força da Criação

Servindo sem descansar.


O mar, gigante a agitar-se

Em primitivos lamentos,

É o servidor do equilíbrio

Dos terrestres elementos.


A árvore generosa,

Que auxilia a todo instante,

Nasce, cresce, vive e morre

Em serviço edificante.


Desliza a fonte a cantar

Em contínua servidão,

Alheia ao lodo que a tisna,

Servindo sem distinção.


O verme no subsolo,

Pequeno e desgracioso,

Garante a gleba fecunda,

Mourejando sem repouso.


A vida por toda a parte

É todo um hino de amor,

Serve a nuvem, serve o vale,

Serve o monte, serve a flor.


Não te queixes no caminho,

Não te prendas à amargura,

A quem te ofenda e apedreje

Ampara com mais ternura.


Abençoa a própria luta,

No sonho de céu e paz.

Guarda a bondade por norma,

Serve sempre e vencerás.


Se quisermos a alcançar

A exaltação do porvir,

A nossa senha é “marchar”

E o nosso lema é “servir”.


Servindo vive a semente,

Servindo resplende a luz,

Servindo o pão te socorre,

Servindo passou Jesus.




Casimiro Cunha
Francisco Cândido Xavier


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