Enciclopédia de Gênesis 43:20-20

Tradução (ARC) - 2009 - Almeida Revisada e Corrigida

Índice

Perícope

gn 43: 20

Versão Versículo
ARA e disseram: Ai! Senhor meu, já uma vez descemos a comprar mantimento;
ARC E disseram: Ai! senhor meu, certamente descemos dantes a comprar mantimento;
TB Senhor meu, na verdade, descemos dantes a comprar mantimento;
HSB וַיֹּאמְר֖וּ בִּ֣י אֲדֹנִ֑י יָרֹ֥ד יָרַ֛דְנוּ בַּתְּחִלָּ֖ה לִשְׁבָּר־ אֹֽכֶל׃
BKJ e disseram: Oh! Senhor, viemos, na verdade, a primeira vez para comprar alimento,
LTT E disseram: Ai! senhor meu, certamente descemos dantes a comprar mantimento;
BJ2 "Perdão, meu senhor!", disseram eles, "nós descemos uma primeira vez para comprar víveres
VULG locuti sunt : Oramus, domine, ut audias nos. Jam ante descendimus ut emeremus escas :

Referências Cruzadas

As referências cruzadas da Bíblia são uma ferramenta de estudo que ajuda a conectar diferentes partes da Bíblia que compartilham temas, palavras-chave, histórias ou ideias semelhantes. Elas são compostas por um conjunto de referências bíblicas que apontam para outros versículos ou capítulos da Bíblia que têm relação com o texto que está sendo estudado. Essa ferramenta é usada para aprofundar a compreensão do significado da Escritura e para ajudar na interpretação e aplicação dos ensinamentos bíblicos na vida diária. Abaixo, temos as referências cruzadas do texto bíblico de Gênesis 43:20

Gênesis 42:3 Então, desceram os dez irmãos de José, para comprarem trigo no Egito.
Gênesis 42:10 E eles lhe disseram: Não, senhor meu; mas teus servos vieram a comprar mantimento.
Gênesis 42:27 E, abrindo um deles o seu saco, para dar pasto ao seu jumento na venda, viu o seu dinheiro; porque eis que estava na boca do seu saco.
Gênesis 42:35 E aconteceu que, despejando eles os seus sacos, eis que cada um tinha a trouxinha com seu dinheiro no seu saco; e viram as trouxinhas com seu dinheiro, eles e seu pai, e temeram.
Gênesis 43:3 Mas Judá respondeu-lhe, dizendo: Fortemente nos protestou aquele varão, dizendo: Não vereis a minha face, se o vosso irmão não vier convosco.
Gênesis 43:7 E eles disseram: Aquele varão particularmente nos perguntou por nós e pela nossa parentela, dizendo: Vive ainda vosso pai? Tendes mais um irmão? E respondemos-lhe conforme as mesmas palavras. Podíamos nós saber que diria: Trazei vosso irmão?

Livros

Livros citados como referências bíblicas, que citam versículos bíblicos, são obras que se baseiam na Bíblia para apresentar um argumento ou discutir um tema específico. Esses livros geralmente contêm referências bíblicas que são usadas para apoiar as afirmações feitas pelo autor. Eles podem incluir explicações adicionais e insights sobre os versículos bíblicos citados, fornecendo uma compreensão mais profunda do texto sagrado.

Referências em Livro Espírita

Não foram encontradas referências em Livro Espírita.

Referências em Outras Obras

Não foram encontradas referências em Outras Obras.

Locais

Estes lugares estão apresentados aqui porque foram citados no texto Bíblico, contendo uma breve apresentação desses lugares.

AI

Atualmente: ISRAEL
Cidade conquistada por Josué no período do Bronze Antigo. Rodeada por um muro de pedra com cerca de 8 metros de espessura.
Mapa Bíblico de AI



Comentários Bíblicos

Este capítulo é uma coletânea de interpretações abrangentes da Bíblia por diversos teólogos renomados. Cada um deles apresenta sua perspectiva única sobre a interpretação do texto sagrado, abordando diferentes aspectos como a história, a cultura, a teologia e a espiritualidade. O capítulo oferece uma visão panorâmica da diversidade de abordagens teológicas para a interpretação da Bíblia, permitindo que o leitor compreenda melhor a complexidade do texto sagrado e suas implicações em diferentes contextos e tradições religiosas. Além disso, o capítulo fornece uma oportunidade para reflexão e debate sobre a natureza da interpretação bíblica e sua relevância para a vida religiosa e espiritual.

Beacon

Comentário Bíblico de Beacon - Interpretação abrangente da Bíblia por 40 teólogos evangélicos conservadores
Beacon - Comentários de Gênesis Capítulo 43 do versículo 1 até o 34
2. O Retorno Cheio de Medo ao Egito (43:1-34)

A continuação da fome (1) forçou a família de Jacó a ir ao Egito (2) pela segunda vez para comprar mantimentos. Judá (3) insistiu que não ousariam ir sem Benjamim Israel (6, Jacó) protestou incoerentemente que eles não deveriam ter contado ao oficial de Faraó sobre a existência de Benjamim. Mas Judá (8), como seu irmão Rúben (42.37), ofereceu-se como fiador (9), ou seja, como garantia de que Benjamim voltaria em segurança.

Enfrentando bravamente o que parecia o inevitável, Israel (11) instruiu os filhos a levarem um presente para o varão, que consistia em algumas iguarias de Canaã. Devi-am devolver o dinheiro (12) em dobro pelo pagamento da primeira compra, só para o caso de o reembolso ter sido mesmo um erro. O idoso pai concluiu suas palavras com uma nota de confiança resignada na misericórdia do Deus Todo-poderoso (14) para que seus filhos voltassem, mas agora ele estava pronto a aceitar a perda de todos, se chegasse a esse ponto.

Vendo, pois, José a Benjamim com eles (16) ficou satisfeito pela grande mudan-ça ocorrida na atitude dos irmãos e ordenou que os criados preparassem um banquete para todos. Os irmãos ficaram ressabiados com a ida à casa (18) do oficial e imediata-mente suspeitaram que algo ruim lhes sucederia. Temiam a acusação de roubar o di-nheiro que estava nos sacos, sendo escravizados por isso. Por precaução, abordaram o varão que estava sobre a casa de José (19) para explicar que tinham ficado perple-xos quando acharam o dinheiro nos sacos e que agora os devolviam a José. Também garantiram que dispunham de mais dinheiro para pagar por mais comida. Nosso di-nheiro por seu peso (21) é interpretado por Smith-Goodspeed assim: "Todo o nosso dinheiro" (cf. ARA).

A resposta do administrador deve tê-los deixado mais surpresos e ressabiados. Tra-tou-os com amabilidade e admitiu que ele foi o responsável pelo dinheiro nos sacos. O vosso dinheiro me chegou a mim (23) significa "Recebi o vosso dinheiro". Sem ter conhecimento disso, tinham acabado de provar que não eram os homens gananciosos que venderam o irmão por vinte moedas de prata. Estavam agindo como homens honestos.

Simeão (23) foi trazido da prisão e se juntou aos outros. Todos foram adequadamente tratados, inclusive os animais. Os irmãos ficaram esperando ansiosamente com os presentes em mãos. Quando José chegou para a refeição do meio-dia (25), apresenta-ram-lhe os presentes e se inclinaram humildemente aos seus pés. Perguntando-lhes so-bre o pai, José viu a Benjamim, seu irmão (29), novamente. Foi demais. Sufocado pela emoção, deixou seus irmãos e, no silêncio do quarto, chorou (30). Recompondo-se, lavou o rosto (31) e voltou à sala de jantar.

Em típico estilo oriental, eles comeram em grupos separados de acordo com distin-ções de cargo e etnia. Os egípcios (32) eram particularmente cuidadosos em se manter separados dos outros, sendo fortemente preconceituosos contra os hebreus.' Conforme prosseguia a refeição, assim continuava o padrão de incidentes inexplicáveis. Percebe-ram que estavam sentados em ordem do mais velho ao mais moço (33). José não só compartilhou com os irmãos parte dos pratos que comia, mas deu a Benjamim porção de comida cinco vezes maior do que a de qualquer deles (34). Além disso, a ocasião revelou festejo e alegria (34).


Genebra

Comentários da Bíblia de Estudos de Genebra pela Sociedade Bíblica do Brasil para versão Almeida Revista e Atualizada (ARA)
Genebra - Comentários de Gênesis Capítulo 43 do versículo 1 até o 34
*

43.1-45.28 O artifício de José começou a mover seus irmãos da indiferença à integridade e lealdade de uns para com os outros (42.21, 22). Esta mudança é manifestada na oferta de Judá em oferecer-se como penhor (43,9) e na sua oferta de sacrificar-se no lugar de Benjamim (44.33). Finalmente, José se faz conhecido a seus irmãos e, considerando seus pecados à luz do propósito de Deus, ele os perdoa (cap. 45).

* 43.1-34 Através de José, o misericordioso (v. 14), provisor (v. 23), e gracioso (v. 29) Deus dos patriarcas começa a trazer paz àquela família dividida (vs. 23, 26-28). Ver nota no capítulo 42.

* 43.3 Judá. Outro irmão precisou se manifestar depois da recusa definitiva feita a Rúben (42.37, 38; conforme 49.3, 4). Com sua liderança rejeitada, Rúben é doravante ofuscado por José (que assume os privilégios de primogenitura, 37.8, nota) e por Judá (que agora toma o lugar de responsabilidade de Rúben pelos onze irmãos e de cuja tribo real viria o Messias, vs. 8, 9; 49.10).

* 43.8 vivamos e não morramos. Uma referência à fome severa (v. 1) que ao mesmo tempo lembra a ameaça de José (42.18-20, 34 e nota).

*

43.11 presente. Ver nota em 32.13.

* 43.14 Deus Todo-poderoso. Ver nota em 17.1.

* 43.26 prostraram-se. Ver 37:5-11. No seu primeiro encontro eles se curvam em submissão (42.6); e agora eles se curvam em homenagem com tributos em suas mãos (v. 28; Mt 2:11).

* 43.29 Deus te conceda graça. José reservou uma saudação especial para seu amado e verdadeiro irmão (conforme Nm 6:25; Rm 1:7).

*

43.32 hebreus. Ver 14.13 e nota; 39.14; 41.12.

abominação para os egípcios. Como pastores palestinos, os hebreus tinham práticas alimentares diferentes e matavam para comer animais que eram sagrados para os egípcios (46.34 e nota). Tais costumes serviram ao propósito divino de isolar os israelitas na terra de Gósen, impedindo sua assimilação da cultura egípcia pagã (nota em 38:1-30).

* 43.33 se maravilhavam. A designação dos lugares dos irmãos (pela ordem de seu nascimento) naturalmente os deixou perplexos.

*

43.34 de Benjamim era cinco vezes mais. Esta demonstração de favoritismo para com Benjamim (v. 29, nota; conforme 37:3-11) tinha o propósito de testar os irmãos na sua inveja. Seu comportamento (“beberam e se regalaram com ele”) indicou que seu arrependimento fora genuíno.


Matthew Henry

Comentário Bíblico de Matthew Henry, um pastor presbiteriano e comentarista bíblico inglês.
Matthew Henry - Comentários de Gênesis Capítulo 43 do versículo 1 até o 34
43:1 Jacó e seus filhos não tinham tido alívio na fome da região. Não captavam que o plano de Deus era enviá-los ao Egito para reunir-se com o José e alimentar-se nos armazéns de mantimentos egípcios. Se você está orando que Deus lhe envie ajuda em seu sofrimento ou dificuldade e Deus não a está mandando tão rapidamente como você quisesse, talvez o está guiando a tesouros especiais.

43:9 Judá aceitou a responsabilidade de cuidar de Benjamim. Não sabia o que podia significar para ele, mas estava determinado. Ao final foram as palavras comovedoras do Judá o que provocou que José se quebrantasse e revelasse sua identidade a seus irmãos (44.18-34). Aceitar e cumprir com as responsabilidades é difícil, mas isso fortalece o caráter e a confiança, e vontade o respeito de outros.

43:11 Eram muito valiosos os presentes de bálsamo, mel, especiarias, mirra, nozes e amêndoas. Eram artigos que não eram comuns no Egito e por causa da fome eram ainda mais difíceis de encontrar.

43:12 Quando os irmãos do José chegaram a sua casa encontraram nos sacos de grão o dinheiro que tinham pago (42.35). Alguns meses mais tarde deveram retornar ao Egito por mais comida. Jacó ordenou pagar o grão anterior junto com a nova compra. Não tratou de aproveitar-se da situação.comportou-se com integridade e pagou o que comprou, independentemente de se tinha que fazê-lo ou não. Devemos seguir seu exemplo e proteger nossa integridade. Uma reputação de honestidade vale muito mais que o dinheiro que nos possamos economizar ao arriscá-la.

43:23 Como foi parar o dinheiro no costal? O mais provável é que José tenha dado instruções a seu mordomo de lhes devolver o dinheiro e explicá-lo como o fez. Note que o mordomo lhe deu o mérito ao Deus do Israel, e não a uma divindade egípcia.

43:32 por que José comeu sozinho? Era o que ditava a lei do sistema de castas egípcio. Os egípcios se consideravam altamente inteligentes e refinados. Tinham aos pastores e nômades por incultos e vulgares. Por ser hebreu, José não podia comer com os egípcios, embora os superava em hierarquia. Como estrangeiros e pastores, os irmãos do José tinham uma fila mais baixo que qualquer dos cidadãos egípcios, e tinham que comer separados também.


Wesley

Comentário bíblico John Wesley - Metodista - Clérigo Anglicano
Wesley - Comentários de Gênesis Capítulo 43 do versículo 1 até o 34
b. A segunda viagem para o Egito (43: 1-45: 28)

(1) A demissão de Jacó (43: 1-15)

1 E a fome era gravíssima na terra. 2 E aconteceu que, quando eles tinham de comer o mantimento que trouxeram do Egito, seu pai, disse-lhes: Voltai, comprai-nos um pouco de comida. 3 E Judá . falou-lhe, dizendo: O homem que solenemente protestar contra a nós, dizendo: Não vereis a minha face, se vosso irmão não estiver convosco 4 Se queres enviar conosco o nosso irmão, desceremos e te compraremos alimento; 5 mas se não queres enviá-lo, não desceremos; para o homem nos disse: Não vereis a minha face, se vosso irmão não estiver convosco. 6 E disse Israel, fizeste tão mal comigo, como para dizer ao homem que tínheis ainda outro irmão? 7 E eles disseram: O homem perguntou straitly pela nossa parentela, dizendo: é seu pai ainda está vivo?tendes mais um irmão? e nós dissemos a ele de acordo com o teor destas palavras: poderíamos de forma alguma saber que ele diria: Trazei vosso irmão? 8 Então disse Judá a Israel, seu pai: Envia o jovem comigo, e nós vamos levantar e ir; para que vivamos, e não morramos, nem nós, nem tu, nem nossos filhinhos. 9 Eu serei fiador por ele; da minha mão tu exigir-lhe: se eu não trouxer de volta de ti, e colocá-lo diante de ti, então deixe-me assumir a culpa para sempre: 10 para não nos tivéssemos demorado, certamente tínhamos agora voltou uma segunda vez. 11 E a sua Israel pai disse-lhes: Eis que agora, faça o seguinte: pegue dos frutos melhores produtos da terra nas vossas vasilhas, e levai ao homem um presente: um pouco de bálsamo e um pouco de mel, especiarias e mirra, nozes, e amêndoas; 12 e tirar dinheiro em dobro em sua mão; eo dinheiro que foi devolvido na boca dos vossos sacos levar novamente em sua mão; peradventure que foi um descuido: 13 tomar também o seu irmão, e levantai-vos de novo para o homem: 14 e Deus Todo-Poderoso vos dê misericórdia diante do homem, para que ele possa vos solte o seu outro irmão, e Benjamim. E se eu roubadas dos meus filhos, estou de luto. 15 E os homens tomaram aquele presente, e eles levaram o dinheiro em dobro nas mãos, e Benjamim; e levantou-se, e desceu para o Egito, e se diante de José.

A fome física é um argumento poderoso em qualquer disputa. E, apesar da insistência de Jacó que Benjamin não poderia ir para o Egito, a oferta de grãos foi logo esgotada. Quando Jacó disse-lhes para ir para o Egito novamente, os irmãos lembrou-lhe que ele não seria nada bom, a menos que Benjamin ia também. E agora Judá, que como Reuben tentou mitigar o destino de José, revelou mais uma vez seu lado mais nobre, explicando pacientemente para seu velho pai a natureza da armadilha em que tinham caído, e oferecendo-se para aceitar a responsabilidade pessoal pelo bem-estar de Benjamin, tendo o culpa em perpetuidade se ele não trazê-lo de volta. Então Jacó concordou, ordenando-lhes levar um presente dos frutos da terra, e dinheiro em dobro, mais o dinheiro que haviam encontrado em suas malas. Ele permitiu que Benjamin ir, orando pela ajuda de Deus em concurso este cruel egípcio, e aceitar o fato de que, se ele deve ser despojado, ele teria de suportar sua tristeza.

(2) A recepção do Brethren (43: 16-34)

16 E quando José viu Benjamim com eles, disse ao despenseiro de sua casa: Leva os homens à casa, mata reses, e apronta tudo; para os homens comerão comigo ao meio-dia. 17 E o homem fez como José ordenara; eo levou os homens à casa de Js 18:1 E os homens tiveram medo, por terem sido levados à casa de José; e diziam: por causa do dinheiro que foi devolvido nos nossos sacos a primeira vez que somos trazidos aqui; que ele pode buscar ocasião contra nós, e cair em cima de nós, e nos levar por servos, e os nossos jumentos. 19 E eles se chegaram ao despenseiro da casa de José, e falaram a ele na porta da casa, 20 e disse: , Oh, meu senhor, na verdade descemos no primeiro tempo para comprar comida: 21 e aconteceu que, quando veio para o lugar de hospedagem, que abrimos os nossos sacos, e eis que o dinheiro de cada um estava na boca do seu saco, nosso dinheiro por seu peso; e tornamos a trazê-lo em nossas mãos. 22 E outro dinheiro já trouxemos em nossas mãos para comprar comida.: não sabemos quem tenha posto o dinheiro em nossos sacos 23 E ele disse: Paz seja convosco, não temais; o vosso Deus, e Deus de seu pai, deu-vos um tesouro nos vossos sacos: Eu tinha o seu dinheiro. E trouxe-lhes fora Simeão. 24 E o homem levou os homens à casa de José, e deu-lhes água, e lavaram os seus pés; e deu pasto aos seus jumentos. 25 E eles prepararam o presente para quando José viesse ao meio-dia; porque tinham ouvido que ali haviam de comer lá.

26 E quando José chegou em casa, trouxeram-lhe o presente que estava em sua mão para dentro da casa, e prostrou-se a ele até a terra. 27 E perguntou-lhes de seu bem-estar, e disse: Não é o seu pai, o velho homem de quem falastes? Ele ainda está vivo? 28 E eles disseram, teu servo, nosso pai está bem, ele ainda vive. E eles se curvaram a cabeça, e inclinaram-se. 29 E ele, levantando os olhos, e viu a Benjamim, seu irmão, filho de sua mãe, e disse: É este o vosso irmão mais novo, de quem me falastes? E ele disse: Deus tenha misericórdia de ti, meu filho. 30 E José apressou-se; pois o seu coração ansiava sobre seu irmão, e procurou onde chorar; e, entrando na sua câmara, chorou ali. 31 E ele lavou o rosto, e saiu; e ele se conteve e disse: Servi a comida. 32 E puseram sobre para ele por si mesmo, e para eles por si mesmos e para os egípcios, que comiam com ele, por si mesmos: porque os egípcios não podiam comer com hebreus; para isso é abominação para os egípcios. 33 E assentaram-se diante dele, o primogênito segundo a sua primogenitura, eo menor segundo a sua juventude: os homens se maravilhavam entre si. 34 E tomou e enviou -lhes messes de diante dele; mas a porção de Benjamim era cinco vezes maior do que a de qualquer deles. E eles beberam, e se regalaram com ele.

Quando José viu os irmãos com Benjamin, ele instruiu o homem encarregado de sua casa para preparar uma refeição para eles. Havia animais sagrados no Egito, que não foram consumidos, mas os monumentos mostram que houve grandes porções de carne consumida, especialmente quando os estrangeiros estavam sendo entretidos. Mas, quando os irmãos ouviram que eles foram chamados à casa de José, eles se assustaram ainda mais, e temia que isso pode ser devido ao seu dinheiro, que de alguma forma tinha sido restaurado para eles após a primeira jornada. A punição comum para o roubo foi escravização e confisco de bens, que agora temia. Então, eles pararam na porta da casa de José para explicar ao seu servo sobre seu dinheiro e o fato de que eles tinham trazido de novo. O servo acalmou seus medos e declarou que o Deus de sua família tinha-lhes dado tesouro, pois ele tinha tido o seu dinheiro. Agora Simeon se reuniu com eles, eles foram recebidos com hospitalidade como convidados, a água era fornecida para a lavagem de seus pés, e seus animais foram alimentados. Eles, então, preparou o seu dom para a chegada de José, pois tinha aprendido que eram para comer com ele. Sem dúvida, bondade súbita e extraordinária de José perplexos seus irmãos, tanto quanto sua aspereza mais cedo!

Quando José chegou, eles apresentaram o seu presente, e inclinou-se para o chão de acordo com o costume oriental, mais uma vez cumprir sonhos de José. Ele perguntou a seu bem-estar , a saúde de seu pai, e a identidade do irmão mais novo, que tinham trazido com eles. Benjamin era apenas uma criança quando José tinha sido vendido, e agora estava em seus vinte e poucos anos. Quando José tinha falado uma bênção para seu irmão mais novo completo, ele não podia mais se conter. Ele deixou a chorar, lavou o rosto, e voltou para a sala de jantar. A refeição foi um segregado, com José em sua própria mesa, os egípcios de sua casa na deles, e os irmãos em ainda outro. A explicação dada é que os egípcios se recusou a comer com hebreus, o que realmente ocorreu com todos os estrangeiros. Embora seja possível que esta exclusão aplicada mesmo ao e primeiro-ministro "egípcio naturalizado" José, é mais provável que sua alta posição e sua relação com a casta sacerdotal exigiu sua separação dos egípcios mais comuns. Mas a coisa mais incrível sobre a refeição para os irmãos foi o fato de que eles se encontravam sentados na ordem de suas idades. Sua comida foi enviado em porções da mesa de José, uma grande honra, de fato. Mas José enviou cinco vezes o número de parcelas para Benjamin como os outros. Era costume entre os antigos para dar o convidado de honra e as melhores peças maiores. Entre os espartanos do rei recebeu uma porção dupla, entre os cretenses o archon quatro vezes mais do que os outros.O número cinco foi particularmente egípcio. É possível que José manifestou tal favoritismo extremo direção Benjamin para testar se os irmãos mais velhos ainda eram capazes de o ciúme amargo que se sentiu em relação a ele. Se assim for, eles passaram o teste com louvor, continuando em espíritos jovial mesmo depois de beber em grande parte (o significado literal do hebraico para se regalaram) com José.


Wiersbe

Comentário bíblico expositivo por Warren Wendel Wiersbe, pastor Calvinista
Wiersbe - Comentários de Gênesis Capítulo 43 do versículo 1 até o 34
  • A segunda visita (Gn 43 ;44)
  • Deus deixou a família de Jacó fa-minta de novo, e esses homens, como o filho pródigo de Lc 15:0, os onze homens prostram-se diante de José em con-trição verdadeira. Eles confessam: "Achou Deus a iniqüidade de teus servos" (Gn 44:16). Não podemos dei-xar de admirar a fala de Judá em 44:18-34, não apenas pela humil-dade de sua confissão, mas também pelo amor que demonstra pelo pai e pelo irmão mais jovem. Ele queria assegurar que levaria a culpa, em-bora isso pudesse custar-lhe a vida.

    Aqui, temos uma bonita lição espiritual. Judá pensa que, na verda-de, José estava morto (Gn 44:20) e, por isso, ele mesmo era culpado de as-sassinato. Ele não percebia que José estava vivo — e era o salvador dele! O pecador perdido põe-se diante da corte de julgamento de Deus e con-fessa sua culpa, pensando que sua confissão certamente acarretaria cas-tigo. Contudo, Jesus Cristo está vivo, e, por ele estar vivo, pode salvar total e plenamente. Cristo não espera que sejamos fiadores de nossos pecados ou dos pecados dos outros, pois ele mesmo é nossa garantia diante de Deus (He 7:22). Contanto que Cristo viva, Deus não pode nos condenar nunca. E ele viverá para sempre!

    O que trouxe salvação para os irmãos de José não foi a confissão de culpa, os sacrifícios que fizeram ou os presentes que deram. Foi o perdão gracioso de José que lhes trouxe salvação, o perdão adquiri-do com seu próprio sofrimento em favor deles. Que retrato de Jesus Cristo!


    Russell Shedd

    Comentários da Bíblia por Russell Shedd, teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora.
    Russell Shedd - Comentários de Gênesis Capítulo 43 do versículo 1 até o 34
    43.9 Ao passo que Rúben não fora capaz de persuadir a Jacó da absoluta necessidade de consentir na ida de Benjamim ao Egito, quando se tornara inevitável voltarem para adquirirem alimentos, Judá o persuadira. Rúben tinha prometido as vidas de seus dois filhos, caso não lhe fosse possível trazer a Benjamim, são e salvo ao pai (42.37). Judá, porém, se ofereceu a si mesmo, Vem-nos imediatamente ao pensamento aquele divino Descendente de Judá, e com maior razão, quando refletimos no emprego da palavra "culpado" (lit. "pecado", em hebraico, hatta) "Serei culpado, para contigo, para sempre". Cristo deu sua vida "como oferta pelo pecado" (Is 53:10) e, "foi feito pecado por nós" (2Co 5:21) a fim de que pudesse levar-nos salvos para o Pai Celestial.

    43.11 O plano de Jacó para solicitar a, boa vontade do primeiro ministro egípcio consistiu em enviar-lhe das coisas "mais preciosas da terra" (lit. "o cântico da terra") isto é, aquelas preciosidades nativas, pelas quais a terra se fizera famosa. Trata-se do mesmo Jacó que; planejara antes apaziguar a Esaú quando de sua volta de Harã. Quão despropositados e inúteis eram tais planos em face das fases mediante as quais Deus estava encaminhando aquela vida de acordo com os bons intentos divinos! (conforme Rm 8:28).

    43.14 Todo-Poderoso (El-shaddai). Ver nota sob Gn 17:1. Jacó resigna-se com relutância, ante o fato inegável traçado pela soberania de Deus - se Benjamim não fosse, toda a família ficaria sujeita a perecer de fome, mas, indo, caso não voltasse com vida, pouco lhe conviria viver. Não obstante, o Senhor vive para sempre. A Jacó só resta descansar no Senhor a sua confiança.

    • N. Hom. 43.18 O temor, eis o elemento esmagador que pesava nos corações dos dez irmãos desde o primeiro encontro com José até à morte de Jacó (ver Gn 42:28; 43:18; 44:13-18; 45:3 ; 50:21). O medo convulsiona, penetra, convence, purifica, admoesta e pode ser o fator preponderante para que os indivíduos sejam trazidos a uma condição de humilde arrependimento.
    1) Sentiam temor de Deus (42.28; 44,14) que visita as iniqüidades dos pais sobre eles próprios e sobre seus filhos (Êx 20:5). Sentiam temor servil em face da própria culpa (cf., 42.21, 22 e 44.16 com Gn 3:10, Dt 28:28, At 24:25, He 10:27, Ap 21:8 e At 10:29 ss). Sentiam temor dos homens (Gn 43:23; 45:3 ; 50:15-19). Tão somente depois de pedirem e ficarem certos de que estavam perdoados por Deus e por José, foi que seus corações puderam se tranqüilizar (50.21).

    43.23 O tema central em todo o relato da vida de José (Gn 37:50) consiste na demonstração da soberania divina.
    43:26-28 E prostraram-se. É repetida para mostrar como os sonhos de José se cumpriram profeticamente (conforme 37.7, 9 com 42.6).

    43.32 Não lhes era lícito comer, Por motivos religiosos (pela evidência arqueológica), e não raciais ou sociais.

    43.33 Se maravilhavam. A capacidade misteriosa de colocar os irmãos na ordem certa elevaria a apreensão de intervenção divina perseguindo-os.


    NVI F. F. Bruce

    Comentário Bíblico da versão NVI por Frederick Fyvie Bruce, um dos fundadores da moderna compreensão evangélica da Bíblia
    NVI F. F. Bruce - Comentários de Gênesis Capítulo 43 do versículo 1 até o 34
    h) A segunda visita ao Egito (43:1-34)

    Jacó estava aparentemente preparado para sacrificar Simeão a fim de salvar Benjamim, mas no fim a sua mão foi forçada pela persistência dos rigores da fome (v. 1). Ainda assim, tentou evitar a ida do seu filho mais novo ao Egito, mas José havia deixado perfeitamente claras as suas condições, e Judá forçou o seu pai a encarar a realidade da situação. Tanto Rúben (42,37) quanto agora Judá (v. 9) mostraram uma disposição de sofrer em favor da família que vai muito longe na tentativa de pagar pelos maus-tratos que causaram a José; embora precisemos lembrar que eles foram exatamente os dois irmãos que haviam tentado abrandar a hostilidade dos outros irmãos contra José (conforme 37.22,27). O teste de caráter que José estava exercitando começou a ter seus efeitos.

    v. 11-14. Jacó reconheceu que precisava arriscar perder Benjamim (v. 14), mas tomou todas as precauções possíveis, ao preparar o presente adequado para um alto oficial exigido pelas regras de cortesia oriental e ao restituir completamente a prata que havia sido misteriosamente devolvida a eles.

    v. 15-25. Dessa vez, ao voltarem ao Egito, os irmãos encontraram um tratamento totalmente diferente. O próprio José não foi se encontrar com eles imediatamente, instruindo o seu administrador a agir em seu lugar; mas dessa vez foram recebidos como hóspedes de honra. Mesmo sendo egípcio, o administrador tomou o cuidado de encorajá-los em nome do seu Deus, o Deus de seu pai, em vez de mencionar alguma divindade egípcia (v. 23). A pronta soltura de Simeão (v. 23) também deve ter servido de encorajamento para eles.

    v. 26-34. A humildade dos seus irmãos mais uma vez mostrou a veracidade dos sonhos de José (conforme 37:5-10). De sua parte, ele estava próximo de se revelar, tanto na intensidade com que demonstrou o seu interesse pelo bem-estar de Jacó e pela chegada de Benjamim quanto no conhecimento que demonstrou da ordem de precedência (do mais velho ao mais moço, v. 33), que eles não puderam deixar de observar perplexos. No entanto, deixando de lado a sua ansiedade e perplexidade, eles se acalmaram para desfrutar do tratamento surpreendentemente favorável. A NVI acerta o teor do que aconteceu quando diz que eles festejaram e beberam à vontade (v. 34). A BJ vai longe demais quando diz que “beberam e se embriagaram”.

    O capítulo termina chamando atenção para Benjamim (v. 34), ao qual José agora demonstrou favor especial (era o seu único irmão também por parte de mãe). Esse episódio contrasta com os eventos que logo lhe sucederiam; podemos observar também que isso não fez nada para causar a inveja dos outros irmãos. Eles tinham aprendido a ter preocupação especial por Benjamim como resultado das suas atitudes e ações nada fraternais em relação a José e de seu consequente remorso,


    Moody

    Comentários bíblicos por Charles F. Pfeiffer, Batista
    Moody - Comentários de Gênesis Capítulo 12 do versículo 1 até o 26

    II. Os Patriarcas. 12:1 - 50:26. A. Abraão. 12:1 - 25:18.

    Na segunda principal divisão do livro de Gênesis, está evidente que na nova dispensação os escolhidos de Deus deverão reconhecer a comunicação direta e a liderança direta do Senhor. Nos capítulos Gn 12:1, quatro personagens Se destacam como homens que ouviram a voz de Deus, entenderam Suas diretrizes, e orientaram seus carrinhos de acordo com a vontade dEle. O propósito de Jeová ainda continua sendo o de chamar pessoas que executem a Sua vontade na terra. Com Noé Ele começou tudo de novo. Sem foi o escolhido para transmitir a verdadeira religião. Os semitas (descendentes de Sem) seriam os missionários aos outros povos da terra. No capítulo 12 Abraão começa a aparecer na linhagem de Sem como o representante escolhido de Jeová. Sobre ele Jeová colocaria toda a responsabilidade de receber e passar adiante a Sua revelação para todos. Do cenário pagão de Ur e Harã saiu o homem de Deus para a estratégica hora da primitiva revelação do V.T.


    Moody - Comentários de Gênesis Capítulo 43 do versículo 15 até o 34

    15-34. Quando chegaram ao Egito, ficaram admirados em saber que seriam levados à casa do governador para almoçar. A notícia os deixou perturbados e alarmados. Temiam que algum castigo terrível lhes fosse imposto, pois não sabiam o que esperar do grão-vizir do Egito. Quando o grande homem entrou na sala onde se encontravam, prostraram-se perante ele até a terra em sinal de homenagem (v. Gn 43:26). José os tratou com delicadeza e bondade, mandando preparar um banquete, no qual deu porções especiais a Benjamim. Sentiu-se profundamente comovido nesse encontro com seus irmãos. Foi uma ocasião que estes não esqueceriam mais. Festejaram e beberam às largas. No final da refeição, José já conhecia melhor aqueles homens; compreendeu que tinham se modificado!


    Francis Davidson

    O Novo Comentário da Bíblia, por Francis Davidson
    Francis Davidson - Comentários de Gênesis Capítulo 43 do versículo 1 até o 34
    Gn 43:1

    4. A SEGUNDA VIAGEM AO EGITO EM BUSCA DE ALIMENTO (Gn 43:1-15). Aquele varão... nos perguntou (7). A narrativa de Gn 42 foi concisa: aqui temos uma expansão da mesma, onde os irmãos relatam ao seu pai, da forma mais completa possível, o que aconteceu. Nas repetições há extensões e abreviações (conf. Gn 43:21). Trata-se de características perfeitamente naturais em uma conversação vívida; não ocasionam dificuldades, necessariamente. Uma perspectiva histórica é tudo quanto se torna necessário para solucionar algumas das supostas "dificuldades". O mancebo (8). Benjamim, provavelmente, tinha mais de vinte anos de idade, mas essa expressão era um termo geral de referência afetuosa para com uma pessoa mais jovem. Serei réu de crime (9). Não se tratava de uma coisa de somenos; mas foi algo de categoria totalmente diferente do primeiro oferecimento de Rúben. Do mais precioso desta terra (11). Lit., "o cântico da terra", ou seja, aquilo do que a terra era famosa. Dinheiro dobrado (12). Dupla porção. Mas, mais precisamente, significa "segundo dinheiro" (ver versículo 22).

    >Gn 43:16

    5. JOSÉ OFERECE UM BANQUETE AOS 1RMÃOS (Gn 43:16-34). Chegaram-se ao varão que estava sobre a casa (19). Quão vívida é esta narrativa! O dinheiro de cada varão estava na boca do seu saco (21). Em Gn 42:27 é dito que apenas um dos irmãos encontrou seu dinheiro. Não há discrepância aqui, entretanto, há duas explicações alternativas. A primeira é que a palavra "cada" não pertence ao original hebraico, e a frase é geral e significa "o dinheiro de um homem estava". Essa explanação não é completamente satisfatória, e uma solução muito mais simples pode ser encontrada. O versículo é uma narrativa telescópica, contendo em uma sentença o que realmente sucedeu em dois estágios (ver Gn 42:27, 35). O dinheiro foi descoberto primeiramente na estalagem, quando já tinham ido longe demais para voltar, e subseqüentemente foi encontrado por cada um deles. Isso é dito de uma vez só, e num sussurro muito rápido e temeroso à porta da casa. O leitor tem apenas de viver novamente a cena, e a história terá sentido. Comer pão (25). O ter uma refeição com os irmãos era o equivalente a dar-lhes um "habeas-corpus". Inclinaram-se a ele (26). Um segundo cumprimento do primeiro sonho. A ele à parte (32). José tinha sido elevado ao sacerdócio egípcio, e por isso tinha de assentar-se em lugar separado. Se maravilharam (33). Isso porque tinham sido postos segundo a ordem das idades. Porções (34). Eram meramente porções simbólicas, e não os pratos principais de alimento, pois, doutra maneira, como poderia Benjamim ter comido cinco vezes mais que eles?!


    Dicionário

    Ai

    interjeição Expressão de dor, de desaprovação, de susto: ai, que tristeza esta conta para pagar!
    substantivo masculino Manifestação de dor; grito de aflição: suportou seu parto sem dar um ai!
    Intervalo de tempo excessivamente pequeno; momento: sua visita foi como um ai.
    Etimologia (origem da palavra ai). De origem onomatopaica.

    interjeição Expressão de dor, de desaprovação, de susto: ai, que tristeza esta conta para pagar!
    substantivo masculino Manifestação de dor; grito de aflição: suportou seu parto sem dar um ai!
    Intervalo de tempo excessivamente pequeno; momento: sua visita foi como um ai.
    Etimologia (origem da palavra ai). De origem onomatopaica.

    Montão. 1. Cidade de Canaã, que já existia no tempo de Abraão (Gn 12:8). Foi a segunda cidade que israel conquistou e totalmente destruiu, depois de ter atravessado o Jordão (Js 7:8-9,10, 12). ‘os homens de Betel e Ai’, em número de 223, voltaram do cativeiro com Zorobabel (Ed 2:28). Aiate, por onde Senaqueribe passou na sua marcha sobre Jerusalém, e Aia, são outras formas de Ai (is 10:28Ne 11:31). 2. Cidade dos amonitas (Jr 49:3).

    Ai
    1) Cidade de Canaã que ficava a leste de Betel. Ai já existia no tempo de Abraão (Gn 12:8). Foi a segunda cidade que o povo de Israel conquistou e destruiu, depois de ter atravessado o Jordão (Jos 7:12)

    2) Grito de dor (Pv 23:29). 3 Desgraçado (Is 5:11); (Mt 23:13).

    (Heb. “meu irmão”).

    1. Um gadita que vivia em Gileade e Basã. Filho de Abdiel, é listado nas genealogias do tempo do rei Jotão, de Judá (1Cr 5:15).

    2. Mencionado como um dos filhos de Semer, um homem valente e chefe de príncipes na tribo de Aser (1Cr 7:34).


    Comprar

    verbo transitivo Adquirir a preço de dinheiro.
    Figurado Obter com dificuldade: comprar a liberdade com o próprio sangue.
    Corromper com dinheiro ou com favores: comprar as testemunhas.
    Subornar.

    Descer

    verbo intransitivo Mover-se de cima para baixo: o sol desceu.
    Baixar de nível; diminuir: as águas do rio desceram.
    Baixar de valor; cair: as apólices desceram.
    Aproximar-se do pôr do sol: o sol está descendo.
    Fazer descer; colocar no chão; apear: o vestido desceu!
    Figurado Reduzir a capacidade de: sua perspicácia nunca desce!
    verbo transitivo direto Ir ou vir de cima para baixo ao longo de: descer a escada.
    Fazer baixar; pôr embaixo; arriar: descer a bandeira.
    Dirigir-se para baixo: descer os olhos.
    Figurado Passar a ocupar um posto, uma posição inferior; decair: descer numa companhia, empresa, organização.
    verbo transitivo indireto Saltar: descer do ônibus.
    verbo bitransitivo [Informal] Golpear alguém: desceu a mão na cara dele!
    Ser o efeito, o resultado de; proceder: a pouca-vergonha desceu da monarquia aos plebeus.
    Etimologia (origem da palavra descer). Do latim descendere, descer.

    Mantimento

    substantivo masculino Reunião dos gêneros usados na alimentação, dos gêneros alimentícios.
    Despesa com o necessário à sobrevivência: o mantimento de uma família.
    Figurado Satisfação; expressão de contentamento.
    Ação de manter, de conservar.
    Etimologia (origem da palavra mantimento). Manter - e + i + mento.

    Mantimento
    1) Alimento (Gn 1:29).


    2) Figuradamente, doutrina (Hc 5:14, RC).


    Senhor

    substantivo masculino Proprietário, dono absoluto, possuidor de algum Estado, território ou objeto.
    História Aquele que tinha autoridade feudal sobre certas pessoas ou propriedades; proprietário feudal.
    Pessoa nobre, de alta consideração.
    Gramática Forma de tratamento cerimoniosa entre pessoas que não têm intimidade e não se tratam por você.
    Soberano, chefe; título honorífico de alguns monarcas.
    Figurado Quem domina algo, alguém ou si mesmo: senhor de si.
    Dono de casa; proprietário: nenhum senhor manda aqui.
    Pessoa distinta: senhor da sociedade.
    Antigo Título conferido a pessoas distintas, por posição ou dignidade de que estavam investidas.
    Antigo Título de nobreza de alguns fidalgos.
    Antigo O marido em relação à esposa.
    adjetivo Sugere a ideia de grande, perfeito, admirável: ele tem um senhor automóvel!
    Etimologia (origem da palavra senhor). Do latim senior.onis.

    o termo ‘Senhor’, no A.T., paraexprimir Jeová, está suficientemente compreendido nesta última palavra – e, como tradução de ãdôn, não precisa de explicação. Em Js 13:3, e freqüentemente em Juizes e Samuel, representa um título nativo dos governadores dos filisteus, não se sabendo coisa alguma a respeito do seu poder. o uso de ‘Senhor’ (kurios), no N.T., é interessante, embora seja muitas vezes de caráter ambíguo. Nas citações do A.T., significa geralmente Jeová, e é também clara a significaçãoem outros lugares (*vejag. Mt 1:20). Mas, fora estas citações, há muitas vezes dúvidas sobre se a referência é a Deus como tal (certamente Mc 5:19), ou ao Salvador, como Senhor e Mestre. Neste último caso há exemplos do seu emprego, passando por todas as gradações: porquanto é reconhecido Jesus, ou como Senhor e Mestre no mais alto sentido (Mt 15:22 – e geralmente nas epístolas – *veja 1 Co 12.3), ou como doutrinador de grande distinção (Mt 8:21 – 21.3), ou ainda como pessoa digna de todo o respeito (Mt 8:6). Deve-se observar que kurios, termo grego equivalente ao latim “dominus”, era o título dado ao imperador romano em todas as terras orientais, em volta do Mediterrâneo. E isto serve para explicar o fato de aplicarem os cristãos ao Salvador esse título, querendo eles, com isso, acentuar na sua mente e na das pessoas que os rodeavam a existência de um império maior mesmo que o de César. Com efeito, o contraste entre o chefe supremo do império romano e Aquele que é o Senhor de todos, parece apoiar muitos dos ensinamentos do N.T. Algumas vezes se usa o termo ‘Senhor’ (Lc 2:29At 4:24, etc.) como tradução de despõtes, que significa ‘dono, amo’, sugerindo, quando se emprega a respeito dos homens, que ao absoluto direito de propriedade no mundo antigo estava inerente uma verdadeira irresponsabilidade. (*veja Escravidão.)

    [...] o Senhor é a luz do mundo e a misericórdia para todos os corações.
    Referencia: LIMA, Antônio• Vida de Jesus: baseada no Espiritismo: estudo psicológico• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - Pelo Evangelho


    Senhor
    1) (Propriamente dito: hebr. ADON; gr. KYRIOS.) Título de Deus como dono de tudo o que existe, especialmente daqueles que são seus servos ou escravos (Sl 97:5; Rm 14:4-8). No NT, “Senhor” é usado tanto para Deus, o Pai, como para Deus, o Filho, sendo às vezes impossível afirmar com certeza de qual dos dois se está falando.


    2) (hebr. ????, YHVH, JAVÉ.) Nome de Deus, cuja tradução mais provável é “o Eterno” ou “o Deus Eterno”. Javé é o Deus que existe por si mesmo, que não tem princípio nem fim (Ex 3:14; 6.3). Seguindo o costume que começou com a SEPTUAGINTA, a grande maioria das traduções modernas usa “Senhor” como equivalente de ????, YHVH (JAVÉ). A RA e a NTLH hoje escrevem “SENHOR”. A forma JAVÉ é a mais aceita entre os eruditos. A forma JEOVÁ (JEHOVAH), que só aparece a partir de 1518, não é recomendável por ser híbrida, isto é, consta da mistura das consoantes de ????, YHVH, (o Eterno) com as vogais de ???????, ADONAI (Senhor).


    Senhor Termo para referir-se a YHVH que, vários séculos antes do nascimento de Jesus, havia substituído este nome. Sua forma aramaica “mar” já aparecia aplicada a Deus nas partes do Antigo Testamento redigidas nesta língua (Dn 2:47; 5,23). Em ambos os casos, a Septuaginta traduziu “mar” por “kyrios” (Senhor, em grego). Nos textos de Elefantina, “mar” volta a aparecer como título divino (pp. 30 e 37). A. Vincent ressaltou que este conteúdo conceitual já se verificava no séc. IX a.C. Em escritos mais tardios, “mar” continua sendo uma designação de Deus, como se vê em Rosh ha-shanah 4a; Ber 6a; Git 88a; Sanh 38a; Eruv 75a; Sab 22a; Ket 2a; Baba Bat 134a etc.

    Em algumas ocasiões, Jesus foi chamado de “senhor”, como simples fórmula de cortesia. Ao atribuir a si mesmo esse título, Jesus vai além (Mt 7:21-23; Jo 13:13) e nele insere referências à sua preexistência e divindade (Mt 22:43-45; Mc 12:35-37; Lc 20:41-44 com o Sl 110:1). Assim foi também no cristianismo posterior, em que o título “Kyrios” (Senhor) aplicado a Jesus é idêntico ao empregado para referir-se a Deus (At 2:39; 3,22; 4,26 etc.); vai além de um simples título honorífico (At 4:33; 8,16; 10,36; 11,16-17; Jc 1:1 etc.); supõe uma fórmula cúltica própria da divindade (At 7:59-60; Jc 2:1); assim Estêvão se dirige ao Senhor Jesus no momento de sua morte, o autor do Apocalipse dirige a ele suas súplicas e Tiago acrescenta-lhe o qualificativo “de glória” que, na verdade, era aplicado somente ao próprio YHVH (Is 42:8). Tudo isso permite ver como se atribuíam sistematicamente a Jesus citações veterotestamentárias que originalmente se referiam a YHVH (At 2:20ss.com Jl 3:1-5).

    Finalmente, a fórmula composta “Senhor dos Senhores” (tomada de Dt 10:17 e referente a YHVH) é aplicada a Jesus e implica uma clara identificação do mesmo com o Deus do Antigo Testamento (Ap 7:14; 19,16). Tanto as fontes judeu-cristãs (1Pe 1:25; 2Pe 1:1; 3,10; Hc 1:10 etc.) como as paulinas (Rm 5:1; 8,39; 14,4-8; 1Co 4:5; 8,5-6; 1Ts 4:5; 2Ts 2:1ss. etc.) confirmam essas assertivas.

    W. Bousset, Kyrios Christos, Nashville 1970; J. A. Fitzmyer, “New Testament Kyrios and Maranatha and Their Aramaic Background” em To Advance the Gospel, Nova York 1981, pp. 218-235; L. W. Hurtado, One God, One Lord: Early Christian Devotion and Ancient Jewish Monotheism, Filadélfia 1988; B. Witherington III, “Lord” em DJG, pp. 484-492; O. Cullmann, o. c.; C. Vidal Manzanares, “Nombres de Dios” en Diccionario de las tres...; Idem, El judeo-cristianismo...; Idem, El Primer Evangelio...


    Strongs

    Este capítulo contém uma lista de palavras em hebraico e grego presentes na Bíblia, acompanhadas de sua tradução baseada nos termos de James Strong. Strong foi um teólogo e lexicógrafo que desenvolveu um sistema de numeração que permite identificar as palavras em hebraico e grego usadas na Bíblia e seus significados originais. A lista apresentada neste capítulo é organizada por ordem alfabética e permite que os leitores possam ter acesso rápido e fácil aos significados das palavras originais do texto bíblico. A tradução baseada nos termos de Strong pode ajudar os leitores a ter uma compreensão mais precisa e profunda da mensagem bíblica, permitindo que ela seja aplicada de maneira mais eficaz em suas vidas. James Strong
    Gênesis 43: 20 - Texto em Hebraico - (HSB) Hebrew Study Bible

    E disseram: Ai! senhor meu, certamente descemos dantes a comprar mantimento;
    Gênesis 43: 20 - (ARAi) Almeida Revista e Atualizada Interlinear

    H113
    ʼâdôwn
    אָדֹון
    Meu Senhor
    (My lord)
    Substantivo
    H3381
    yârad
    יָרַד
    descer, ir para baixo, declinar, marchar abaixo, afundar
    (And came down)
    Verbo
    H400
    ʼôkel
    אֹכֶל
    alimento
    (their food)
    Substantivo
    H559
    ʼâmar
    אָמַר
    E disse
    (And said)
    Verbo
    H7666
    shâbar
    שָׁבַר
    comprar ou adquirir cereal
    (and sold)
    Verbo
    H8462
    tᵉchillâh
    תְּחִלָּה
    início, primeiro
    (at the beginning)
    Substantivo
    H994
    bîy
    בִּי
    se possível, por favor, ai!, com licença por favor
    (Please)
    Partícula


    אָדֹון


    (H113)
    ʼâdôwn (aw-done')

    0113 אדני ’adown aw-done’ ou (forma contrata) אדן ’adon aw-done’

    procedente de uma raiz não usada (significando governar); DITAT - 27b; n m

    1. firme, forte, senhor, chefe
      1. senhor, chefe, mestre
        1. referindo-se aos homens
          1. superintendente dos negócios domésticos
          2. chefe, mestre
          3. rei
        2. referindo-se a Deus
          1. o Senhor Deus
          2. Senhor de toda terra
      2. senhores, reis
        1. referindo-se aos homens
          1. proprietário do monte de Samaria
          2. chefe, mestre
          3. marido
          4. profeta
          5. governador
          6. príncipe
          7. rei
        2. referindo-se a Deus
          1. Senhor dos senhores (provavelmente = “o teu marido, Javé”)
      3. meu senhor, meu chefe, meu mestre
        1. referindo-se aos homens
          1. chefe, mestre
          2. marido
          3. profeta
          4. príncipe
          5. rei
          6. pai
          7. Moisés
          8. sacerdote
          9. anjo teofânico
          10. capitão
          11. reconhecimento geral de superioridade
        2. referindo-se a Deus
          1. meu Senhor, meu Senhor e meu Deus
          2. Adonai (paralelo com Javé)

    יָרַד


    (H3381)
    yârad (yaw-rad')

    03381 ירד yarad

    uma raiz primitiva; DITAT - 909; v

    1. descer, ir para baixo, declinar, marchar abaixo, afundar
      1. (Qal)
        1. ir ou vir para baixo
        2. afundar
        3. estar prostrado
        4. descer sobre (referindo-se à revelação)
      2. (Hifil)
        1. trazer para baixo
        2. enviar para baixo
        3. tomar para baixo
        4. fazer prostrar
        5. deixar cair
      3. (Hofal)
        1. ser trazido para baixo
        2. ser derrubado

    אֹכֶל


    (H400)
    ʼôkel (o'-kel)

    0400 אכל ’okel

    procedente de 398; DITAT - 85a; n m

    1. alimento
      1. cereal
      2. carne
    2. mantimentos
    3. refeição, jantar

    אָמַר


    (H559)
    ʼâmar (aw-mar')

    0559 אמר ’amar

    uma raiz primitiva; DITAT - 118; v

    1. dizer, falar, proferir
      1. (Qal) dizer, responder, fala ao coração, pensar, ordenar, prometer, intencionar
      2. (Nifal) ser falado, ser dito, ser chamado
      3. (Hitpael) vangloriar-se, agir orgulhosamente
      4. (Hifil) declarar, afirmar

    שָׁבַר


    (H7666)
    shâbar (shaw-bar')

    07666 שבר shabar

    denominativo procedente de 7668; DITAT - 2322; v.

    1. comprar ou adquirir cereal
      1. (Qal) comprar cereal
      2. (Hifil) vender cereal

    תְּחִלָּה


    (H8462)
    tᵉchillâh (tekh-il-law')

    08462 תחלה t echillaĥ

    procedente de 2490 no sentido de abrir; DITAT - 661d; n. f.

    1. início, primeiro
      1. a primeira vez
      2. desde o início, no início (com prep.)

    בִּי


    (H994)
    bîy (bee)

    0994 בי biy

    talvez procedente de 1158 (sentido de pedir); DITAT - 238a; componente da súplica

    1. se possível, por favor, ai!, com licença por favor
      1. usado para introduzir uma súplica ou pedido