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(ARC) - 1969 - Almeida Revisada e Corrigida


9:5
Ascalom o verá e temerá, também Gaza, e terá grande dor: igualmente Ecrom, porque a sua esperança será iludida; e o rei de Gaza perecerá, e Ascalom não será habitada.
9:6
E um bastardo habitará em Asdode, e exterminarei a soberba dos filisteus.
9:7
E da sua boca tirarei o seu sangue, e dentre os seus dentes as suas abominações; e ele também ficará como um resto para o nosso Deus; e será como príncipe em Judá, e Ecrom como um jebuseu.
9:8
E me acamparei ao redor da minha casa, contra o exército, para que ninguém passe, e para que ninguém volte; para que não passe mais sobre eles o exator; porque agora vi com os meus olhos.
9:9
Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis que o teu rei virá a ti, justo e Salvador, pobre, e montado sobre um jumento, sobre um asninho, filho de jumenta.
9:10
E destruirei os carros de Efraim e os cavalos de Jerusalém e o arco de guerra será destruído; e ele anunciará paz às nações: e o seu domínio se estenderá de um mar a outro mar, e desde o rio até às extremidades da terra.
9:11
Ainda quanto a ti, por causa do sangue do teu concerto, tirei os teus presos da cova em que não havia água.
9:12
Voltai à fortaleza ó presos de esperança: também hoje vos anuncio que vos recompensarei em dobro.
9:13
Porque curvei Judá para mim, enchi com Efraim o arco: suscitarei a teus filhos, ó Sião, contra os teus filhos, ó Grécia! e pôr-te-ei como a espada de um valente.
9:14
E o Senhor será visto sobre eles, e as suas frechas sairão como o relâmpago; e o Senhor Jeová fará soar a trombeta, e irá com os redemoinhos do sul.
9:15
O Senhor dos Exércitos os amparará: e comerão, depois que os tiverem sujeitado, as pedras da funda: também beberão e farão barulho como excitados pelo vinho; e encher-se-ão como taças como os cantos do altar.
9:16
E o Senhor seu Deus naquele dia os salvará, como ao rebanho do seu povo; porque como as pedras de uma coroa eles serão exaltados na sua terra.
9:17
Porque, quão grande é a sua bondade! e quão grande é a sua formosura! o trigo fará florescer os mancebos e o mosto as donzelas.

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Verso Original Tradução Literal Almeida Revisada e Atualizada Inglês
5 תֵּרֶ֨א אַשְׁקְל֜וֹן וְתִירָ֗א וְעַזָּה֙ וְתָחִ֣יל מְאֹ֔ד וְעֶקְר֖וֹן כִּֽי־ הֹבִ֣ישׁ מֶבָּטָ֑הּ וְאָ֤בַד מֶ֙לֶךְ֙ מֵֽעַזָּ֔ה וְאַשְׁקְל֖וֹן לֹ֥א תֵשֵֽׁב׃ verá Asquelom temerá Gaza e ficará muito triste em grande Ecrom pois ficará envergonhada por sua expectativa e perecerá o rei de Gaza e Asquelom não será habitada Asquelom o verá e temerá; também Gaza e terá grande dor; igualmente Ecrom, porque a sua esperança será iludida; o rei de Gaza perecerá, e Asquelom não será habitada. shall see Ashkelon [it] and fear and Gaza and be very sorrowful in great and Ekron for shall be ashamed for her expectation and shall perish the king from Gaza and Ashkelon not do be inhabited
6 וְיָשַׁ֥ב מַמְזֵ֖ר בְּאַשְׁדּ֑וֹד וְהִכְרַתִּ֖י גְּא֥וֹן פְּלִשְׁתִּֽים׃ E habitará um bastardo em Asdode e cortarei o orgulho dos filisteus Povo bastardo habitará em Asdode, e exterminarei a soberba dos filisteus. And shall dwell a bastard in Ashdod and I will cut off the pride of the Philistines
7 וַהֲסִרֹתִ֨י דָמָ֜יו מִפִּ֗יו וְשִׁקֻּצָיו֙ מִבֵּ֣ין שִׁנָּ֔יו וְנִשְׁאַ֥ר גַּם־ ה֖וּא לֵֽאלֹהֵ֑ינוּ וְהָיָה֙ כְּאַלֻּ֣ף בִּֽיהוּדָ֔ה וְעֶקְר֖וֹן כִּיבוּסִֽי׃ E eu removerei o seu sangue da boca deles e suas abominações de entre seus dentes mas ele que permanece à noite ele para o nosso Deus e ele será como um príncipe em Judá e Ecrom como um jebuseu Da boca destes tirarei o sangue dos sacrifícios idólatras e, dentre os seus dentes, tais abominações; então, ficarão eles como um restante para o nosso Deus; e serão como chefes em Judá, e Ecrom, como jebuseu. And I will take away his blood from their mouth and his abominations from between his teeth but he who remains evening he for our God and he shall be as a governor in Judah and Ekron as a Jebusite
8 וְחָנִ֨יתִי לְבֵיתִ֤י מִצָּבָה֙ מֵעֹבֵ֣ר וּמִשָּׁ֔ב וְלֹֽא־ יַעֲבֹ֧ר עֲלֵיהֶ֛ם ע֖וֹד נֹגֵ֑שׂ כִּ֥י עַתָּ֖ה רָאִ֥יתִי בְעֵינָֽי׃ ס E acamparei ao redor da minha casa de um exército daquele que passa e por causa daquele que retorna E nenhum passará por meio deles mais opressor porque agora vi com Meus olhos - Acampar-me-ei ao redor da minha casa para defendê-la contra forças militantes, para que ninguém passe, nem volte; que não passe mais sobre eles o opressor; porque, agora, vejo isso com os meus olhos. And I will encamp about my house of an army of him who passes and because of him who returns And no shall pass through them any more oppressor for now have I seen with My eyes -
9 גִּילִ֨י מְאֹ֜ד בַּת־ צִיּ֗וֹן הָרִ֙יעִי֙ בַּ֣ת יְרוּשָׁלִַ֔ם הִנֵּ֤ה מַלְכֵּךְ֙ יָ֣בוֹא לָ֔ךְ צַדִּ֥יק וְנוֹשָׁ֖ע ה֑וּא עָנִי֙ וְרֹכֵ֣ב עַל־ חֲמ֔וֹר וְעַל־ עַ֖יִר בֶּן־ אֲתֹנֽוֹת׃ Alegra-te muito Ó filha de Sião grita Ó filha de Jerusalém Eis teu rei vem a ti justo e salvador ele humilde e montado sobre um jumento e sobre um jumentinho de uma jumenta Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém: eis aí te vem o teu Rei, justo e salvador, humilde, montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta. Rejoice greatly O daughter of Zion shout O daughter of Jerusalem Behold your king comes to [is] just and having salvation he lowly and riding on a donkey and on a colt the foal of a donkey
10 וְהִכְרַתִּי־ רֶ֣כֶב מֵאֶפְרַ֗יִם וְסוּס֙ מִיר֣וּשָׁלִַ֔ם וְנִכְרְתָה֙ קֶ֣שֶׁת מִלְחָמָ֔ה וְדִבֶּ֥ר שָׁל֖וֹם לַגּוֹיִ֑ם וּמָשְׁלוֹ֙ מִיָּ֣ם עַד־ יָ֔ם וּמִנָּהָ֖ר עַד־ אַפְסֵי־ אָֽרֶץ׃ E cortarei o carro de guerra de Efraim e o cavalo de Jerusalém e será cortado o arco da guerra e falará paz às nações e seu domínio do mar até o mar e do rio até os confins da terra Destruirei os carros de Efraim e os cavalos de Jerusalém, e o arco de guerra será destruído. Ele anunciará paz às nações; o seu domínio se estenderá de mar a mar e desde o Eufrates até às extremidades da terra. And I will cut off the chariot from Ephraim and the horse from Jerusalem and shall be cut off bow of war and he shall speak peace to the nations and his dominion [shall be] from sea to [even] sea and from the river to [even] the ends of the earth
11 גַּם־ אַ֣תְּ בְּדַם־ בְּרִיתֵ֗ךְ שִׁלַּ֤חְתִּי אֲסִירַ֙יִךְ֙ מִבּ֔וֹר אֵ֥ין מַ֖יִם בּֽוֹ׃ também quanto a você pelo sangue da minha aliança enviei seus prisioneiros para fora do poço onde não há água - Quanto a ti, Sião, por causa do sangue da tua aliança, tirei os teus cativos da cova em que não havia água. also As for you by the blood of [My] covenant I have sent forth your prisoners out of the pit wherein no [is] in water -
12 שׁ֚וּבוּ לְבִצָּר֔וֹן אֲסִירֵ֖י הַתִּקְוָ֑ה גַּם־ הַיּ֕וֹם מַגִּ֥יד מִשְׁנֶ֖ה אָשִׁ֥יב לָֽךְ׃ e voltai para a fortaleza os prisioneiros da esperança à noite hoje eu declaro o dobro que retribuirei a ti Voltai à fortaleza, ó presos de esperança; também, hoje, vos anuncio que tudo vos restituirei em dobro. and Turn to the stronghold you prisoners of hope evening today do I declare double [that] I will render to
13 כִּֽי־ דָרַ֨כְתִּי לִ֜י יְהוּדָ֗ה קֶ֚שֶׁת מִלֵּ֣אתִי אֶפְרַ֔יִם וְעוֹרַרְתִּ֤י בָנַ֙יִךְ֙ צִיּ֔וֹן עַל־ בָּנַ֖יִךְ יָוָ֑ן וְשַׂמְתִּ֖יךְ כְּחֶ֥רֶב גִּבּֽוֹר׃ Quando curvei para Judá o arco cheio de Efraim e levantei teus filhos Ó Sião contra teus filhos Ó Grécia e te fiz como a espada de um homem poderoso Porque para mim curvei Judá como um arco e o enchi de Efraim; suscitarei a teus filhos, ó Sião, contra os teus filhos, ó Grécia! E te porei, ó Sião, como a espada de um valente. When I have bent to Judah the bow filled with Ephraim and raised up your sons O Zion against your sons O Greece and made you as the sword of a mighty man
14 וַֽיהוָה֙ עֲלֵיהֶ֣ם יֵֽרָאֶ֔ה וְיָצָ֥א כַבָּרָ֖ק חִצּ֑וֹ וַֽאדֹנָ֤י יְהֹוִה֙ בַּשּׁוֹפָ֣ר יִתְקָ֔ע וְהָלַ֖ךְ בְּסַעֲר֥וֹת תֵּימָֽן׃ o SENHOR sobre será visto e sairá como o relâmpago e Sua flecha e o Senhor Deus a trombeta tocará e irá na tempestade do sul O SENHOR será visto sobre os filhos de Sião, e as suas flechas sairão como o relâmpago; o SENHOR Deus fará soar a trombeta e irá com os redemoinhos do Sul. the LORD over shall be seen and shall go forth as the lightning them And His arrow and the Lord GOD the trumpet shall blow and shall go in the storm of the south
15 יְהוָ֣ה צְבָאוֹת֮ יָגֵ֣ן עֲלֵיהֶם֒ וְאָכְל֗וּ וְכָֽבְשׁוּ֙ אַבְנֵי־ קֶ֔לַע וְשָׁת֥וּ הָמ֖וּ כְּמוֹ־ יָ֑יִן וּמָֽלְאוּ֙ כַּמִּזְרָ֔ק כְּזָוִיּ֖וֹת מִזְבֵּֽחַ׃ O SENHOR dos exércitos defenderá sobre eles e devorarão e subjugarão pedras com funda e beberão farão barulho como através vinho e serão saciados como tigelas como os cantos do altar O SENHOR dos Exércitos os protegerá; eles devorarão os fundibulários e os pisarão; também beberão deles o sangue como vinho; encher-se-ão como bacias do sacrifício e ficarão ensopados como os cantos do altar. The LORD of hosts shall defend .. .. .. and they shall devour and subdue stones with sling and they shall drink make a noise as through wine and they shall be filled like bowls as the corners of the altar
16 וְֽהוֹשִׁיעָ֞ם יְהוָ֧ה אֱלֹהֵיהֶ֛ם בַּיּ֥וֹם הַה֖וּא כְּצֹ֣אן עַמּ֑וֹ כִּ֚י אַבְנֵי־ נֵ֔זֶר מִֽתְנוֹסְס֖וֹת עַל־ אַדְמָתֽוֹ׃ E salvará o SENHOR seu Deus naquele dia naquele como o rebanho do seu povo pois serão como as pedras de uma coroa erguidas como um estandarte sobre sua terra O SENHOR, seu Deus, naquele dia, os salvará, como ao rebanho do seu povo; porque eles são pedras de uma coroa e resplandecem na terra dele. And shall save the LORD their God them in that day them in that As the flock of his people for [shall be as] they the stones of a crown lifted up as an ensign on his land
17 כִּ֥י מַה־ טּוּב֖וֹ וּמַה־ יָפְי֑וֹ דָּגָן֙ בַּֽחוּרִ֔ים וְתִיר֖וֹשׁ יְנוֹבֵ֥ב בְּתֻלֽוֹת׃ pois o que sua bondade é grande e como sua beleza é grande grão fará os jovens homens e o vinho novo alegrará as donzelas Pois quão grande é a sua bondade! E quão grande, a sua formosura! O cereal fará florescer os jovens, e o vinho, as donzelas. for what [is] great his goodness and how [is] great his beauty grain shall make the young men and new wine cheerful the maids

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Referências em Livro Espírita


Allan Kardec

zc 9:9
A Gênese

Categoria: Livro Espírita
Ref: 10912
Capítulo: 15
Allan Kardec
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Wesley Caldeira

zc 9:9
Da Manjedoura A Emaús

Categoria: Livro Espírita
Ref: 11460
Capítulo: 20
Wesley Caldeira
Wesley Caldeira
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Referências em Outras Obras


CARLOS TORRES PASTORINO

zc 9:9
Sabedoria do Evangelho - Volume 7

Categoria: Outras Obras
Capítulo: 1
CARLOS TORRES PASTORINO
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zc 9:17
Sabedoria do Evangelho - Volume 6

Categoria: Outras Obras
Capítulo: 21
CARLOS TORRES PASTORINO
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Locais

ACARON
Atualmente: GAZA
Uma das cinco cidades filistéias, onde a arca ficou durante certo período de tempo. I Samuel 5:10; Jeremias 25:20


ASCALOM
Atualmente: GAZA
Fortaleza filistéia mencionada nas narrativas sobre Sansão: Juízes 14:19. Em 1920 foi encontrada fortificações dos hicsos, objetos de cultura egeucipiota, edifícios helenisticos e romanos.

ASDODE
Atualmente: ISRAEL
Ver Azoto

AZOTO
Clique aqui e abra o mapa no Google (Latitude:31.817, Longitude:34.633)
Nome Atual: Asdode
Nome Grego: Ἄζωτος
Atualmente: Israel
Azoto no período greco-romano; povoação filistéia a 4,5 km do mar, ao norte de Gaza. Atos 17:15. Cidade que hospedou a arca no templo de Dagon: I Samuel 5. Mencionada no Antigo Testamento sob o nome de Asdode.

DOR
ISRAEL

EFRAIM
Atualmente: ISRAEL
Região da Tribo de Israel. João 11:5

GAZA
Atualmente: GAZA
Sansão arrancou a porta da cidade.

GRÉCIA
Atualmente: GRÉCIA
Corresponde a Grécia atual. A península grega projeta-se em direção ao Mar Mediterrâneo. A parte sul é montanhosa e algumas montanhas são ilhas próximas a costa. Pouca terra pode ser usada para cultivo. Devido a esta característica natural, os gregos tiveram de encontrar outras formas de obter o que precisavam: tornaram-se excelentes comerciantes, percorrendo os mares em grandes navios. Existem vestígios de desenvolvimento da civilização grega desde 2.000 a.C.como dos minóicos em Creta e dos micênios na Grécia continental por volta de 1500 a.C. Os principais centros da Grécia micênica eram os palácios, menos elaborados que os de Creta, mas protegidos por muros onde cada um deveria ser o centro de um pequeno reino. Estudos recentes comprovam a ocorrência de grandes terremotos na região do Mar Egeu por volta de 1500 a.C. que provavelmente destruiu grande parte dessa cultura. Os arqueólogos estão convencidos de que os terremotos causaram a decadência dessas civilizações. Os gregos eram conhecidos no Oriente Médio pelo nome de seu território. A Bíblia apresenta os seguintes: Javã, nome hebreu da Grécia (Gênesis 10:4); Tubal, nação grega da Turquia atual (Isaías 66:19; Ezequiel 27:13; Daniel 8:21). No Novo Testamento foram chamados de helenos e gregos (Romanos 1:14). Para os gregos, todos os nãogregos eram chamados de bárbaros, embora este termo tenha sido usado para indicar os não crentes em geral, como em João 7:35. A polis, ou cidadeestado independente e autônoma, surgiu devido as características naturais da Grécia. Por volta dos anos 800:700 a.C., teve início de uma nova era para a GRÉCIA. A economia e a tecnologia floresceram, Seguidas de progressos na arte e na cultura, com o desenvolvimento de um alfabeto próprio. O surgimento dos Jogos Olímpicos também são desse período, com data tradicional em 776 a.C. Neste período teve início uma expansão colonial e um grande desenvolvimento cultural. As conquistas de Alexandre por volta do ano 330 a.C., submeteram 1SRAEL ao controle grego, como também ao influxo da civilização, da cultura e do pensamento grego. Algumas cidades tornaram-se centros culturais importantes, como Atenas, com templos e lugares onde os pensadores se encontravam para discutir idéias, e Corinto, importante porto que possibilitava o comércio entre o Mar Egeu e o Mar Adriático. A GRÉCIA estrutura da civilização grega foi rompida com a expansão do Império Romano, mas a herança intelectual e cultural impregnou o mundo romano.

Os gregos eram conhecidos no Oriente Médio pelo nome de seu território, e a Bíblia apresenta os seguintes: Javã, nome hebreu da Grécia (Gênesis 10:4); Tubal, nação grega da Turquia atual (Isaías 66:19) e outros livros falam sobre a Grécia (Ezequiel 27:13 e Daniel 8:21).

JERUSALÉM
Clique aqui e abra o mapa no Google (Latitude:31.783, Longitude:35.217)
Nome Atual: Jerusalém
Nome Grego: Ἱεροσόλυμα
Atualmente: Israel
Jerusalém – 760 metros de altitude (Bronze Antigo) Invasões: cercada por Senequaribe em 710 a.C.; dominada pelo Faraó Neco em 610, foi destruída por Nabucodonosor em 587. Depois do Cativeiro na Babilônia, seguido pela restauração do templo e da cidade, Jerusalém foi capturada por Ptolomeu Soter em 320 a.C., e em 170 suas muralhas foram arrasadas por Antíoco Epifânio. Em 63 a.C. foi tomada por Pompeu, e finalmente no ano 70 de nossa era foi totalmente destruída pelos romanos.

Localizada em um planalto nas montanhas da Judeia entre o Mar Mediterrâneo e o mar Morto, é uma das cidades mais antigas do mundo. De acordo com a tradição bíblica, o rei Davi conquistou a cidade dos jebuseus e estabeleceu-a como a capital do Reino Unido de Israel, enquanto seu filho, o rei Salomão, encomendou a construção do Primeiro Templo.

SIÃO
Atualmente: ISRAEL
Monte Sião

Coordenadas: 31° 46' 18" N 35° 13' 43" E

Monte Sião (em hebraico: הַר צִיוֹן; romaniz.: Har Tsiyyon; em árabe: جبل صهيون; romaniz.: Jabel Sahyoun) é um monte em Jerusalém localizado bem ao lado da muralha da Cidade Antiga e historicamente associado ao Monte do Templo. O termo é frequentemente utilizado para designar a Terra de Israel.

A etimologia da palavra "Sião" ("ṣiyyôn") é incerta.

Mencionado na Bíblia em II Samuel (II Samuel 5:7) como sendo o nome do local onde estava uma fortaleza jebusita conquistada pelo rei Davi, sua origem provavelmente é anterior à chegada dos antigos israelitas. Se for semítico, pode ser derivado da raiz hebraica "ṣiyyôn" ("castelo"), da árabe "ṣiyya" ("terra seca") ou ainda da árabe "šanā" ("proteger" ou "cidadela"). É possível que o termo também esteja relacionado à raiz árabe "ṣahî" ("subir até o topo") ou "ṣuhhay" ("torre" ou "o cume da montanha"). Uma relação não-semítica com a palavra hurriana "šeya" ("rio" ou "riacho") também já foi sugerida.

Sahyun (em árabe: صهيون, Ṣahyūn ou Ṣihyūn) é a palavra para "Sião" em árabe e em siríaco. Um vale chamado "Wâdi Sahyûn" (uádi significa "vale") aparentemente preserva o nome original e está localizado a aproximadamente três quilômetros do Portão de Jaffa da Cidade Velha.

A frase "Har Tzion" aparece nove vezes na Bíblia judaica, mas escrita com um tsade e não um zayin.

De acordo com o relato em II Samuel (II Samuel 5:7), depois de conquistar a "fortaleza de Sião", David construiu ali seu palácio e a Cidade de David. O local foi mencionado também em Isaías 60:14, nos Salmos e em I Macabeus (ca. século II a.C.).

Depois da conquista da cidade jebusita, o monte da Cidade Baixa foi dividido em diversas partes. A mais alta, ao norte, tornou-se o local onde estava o Templo de Salomão. Com base em escavações arqueológicas que revelaram seções da muralha deste primeiro templo, acredita-se que ali era de fato o antigo Monte Sião.

No final do período do Primeiro Templo, Jerusalém se expandiu para o oeste. Pouco antes da conquista romana de Jerusalém e da destruição do Segundo Templo, Josefo descreveu o Monte Sião como uma colina do outro lado do vale para o oeste. Assim, a colina ocidental que se estendia pelo sul da Cidade Velha acabou sendo conhecida como "Monte Sião" e assim permanece desde então. No final do período romano, uma sinagoga foi construída na entrada da estrutura conhecida como "Túmulo de Davi", provavelmente por causa da crença de que Davi teria trazido a Arca da Aliança até ali vinda de Bete-Semes e Quiriate-Jearim antes da construção do Templo.

Em 1948, o Monte Sião foi ligado ao bairro de Yemin Moshe, em Jerusalém Ocidental, através de um túnel estreito. Durante a guerra da independência, uma forma alternativa para evacuar feridos e transportar suprimentos aos soldados que estavam no alto do monte se fez necessária. Um teleférico capaz de carregar 250 kg foi instalado e era operado apenas à noite para evitar ser detectado. O aparelho ainda existe e está no Hotel Monte Sião.

Entre 1948 e 1967, quando a Cidade Velha esteve sob ocupação jordaniana, aos israelenses foi negada a permissão de irem até seus lugares santos. O Monte Sião foi designado uma terra de ninguém entre Israel e Jordânia. O monte era o local mais próximo do local do antigo Templo de Jerusalém ainda acessível aos israelenses. Até a reconquista de Jerusalém Oriental durante a Guerra dos Seis Dias, os israelenses subiam no teto do Túmulo de Davi para orar.

A sinuosa estrada que leva ao topo do Monte Sião é conhecida como "Caminho do Papa" ("Derekh Ha'apifyor") e foi pavimentada em homenagem às históricas visitas a Jerusalém pelo papa Paulo VI em 1964.

Entre os mais importantes estão a Abadia da Dormição, o Túmulo de Davi e a Sala da Última Ceia. A maior parte dos historiadores e arqueologistas não acreditam que o "Túmulo de Davi" seja de fato o local onde estaria enterrado o rei Davi. A Câmara do Holocausto ("Martef HaShoah"), a precursora do Yad Vashem, também está no Monte Sião, assim como o cemitério protestante onde Oscar Schindler, um "justo entre as nações" que salvou mais de 1 200 judeus durante o Holocausto, está enterrado.

Em 1874, o britânico Henry Maudsley descobriu uma grande seção de rochas e diversos grandes tijolos de pedra no Monte Sião que, acredita-se, formavam a base da "Primeira Muralha" citada por Josefo. Muitas delas haviam sido utilizadas para construir uma murada de contenção à volta do portão principal da escola do bispo Gobat (local que depois ficou conhecido como "Instituto Americano para Estudos da Terra Santa" e a "Universidade de Jerusalém").



JUDÁ
O Reino de Judá limitava-se ao norte com o Reino de Israel, a oeste com a inquieta região costeira da Filístia, ao sul com o deserto de Neguev, e a leste com o rio Jordão, o mar Morto e o Reino de Moabe. Sua capital era Jerusalém.

Ecrom

A cidade de Ecrom (em hebraico: עֶקְרוֹן; romaniz.: Eqron ou Ekron) foi uma das cinco cidades filisteias no sudoeste de Canaã. Era uma cidade na divisa da fronteira entre a Filisteia e o Reino de Judá, num local (agora Tel Micne) perto da pequena vila de Aquir. Encontra-se a 35 km a sudoeste de Jerusalém, e 18 quilômetros ao norte da cidade de Gate, na divisa da planície ocidental (litoral). As escavações realizadas no período de 1981 - 1996 fizeram de Ecrom um dos melhores locais filisteus já documentados.

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Ecrom foi uma região indígena de Canaã. A cidade cananeia tinha quase desaparecido num incêndio no século XIII a.C., mas foi reconstruída por filisteus no começo da idade do ferro, por volta dos anos 1:200 a.C..

Ecrom é mencionada livro de Josué capítulo 13, versículo 3:

Josué 3:13 relata Ecrom como uma cidade na fronteira dos filisteus e uma das cinco maiores cidades filisteias, e Josué 15:11 menciona como uma das cidades satélites e as vilas de Ecrom. A cidade foi concedida mais tarde à tribo de Dã (Josué 19:43), mais tarde porém, veio a ser novamente dos filisteus. Foi o último lugar para onde os filisteus teriam levado a arca da aliança quando a roubaram de Israel. A presença da Arca teria provocado "uma confusão mortífera" nesta cidade, de modo que a Arca foi finalmente devolvida aos judeus (I Samuel 5:10-6:1 - 8,16, 17).

Havia ali um grande santuário de Baal. O ídolo de Baal que foi adorado era chamado Baal-Zebube (Dono das Moscas) ou 'Belzebu: (II Reis 1:2):

As fontes não hebraicas também fazem referências a Ecrom. Uma colheita em Ecrom de 712 a.C. aparece em relevos das paredes do palácio de Sargão II da Assíria em Corsabade.

Nas inscrições reais de Senaqueribe, rei da Assíria entre 704 e 681 a.C., no relato de sua terceira campanha (em 701 a.C.) na região Levante, Padî, rei de Ecrom, é descrito como aliado assírio que foi preso pelos nobres da cidade e entregue ao rei Ezequias, de Judá. Após intervenção assíria em Jerusalém, capital de Judá, Padî foi recolado no trono de Ecrom, tendo recebido, assim como outros reis da região, parte das terras de Judá, separadas após a intervenção assíria.

Em 1996 foi descoberta a inscrição de Tel Mikné com o nome da cidade filisteia de Ecrom e uma lista de seus reis. As escavações no complexo do famoso templo, no imenso palácio de Senaqueribe, recuperaram artefatos significativos para a arqueologia bíblica, incluindo uma inscrição dedicada ao "rei" de Ecrom Aquis. A inscrição identifica claramente o local, e mostra a genealogia real, na ordem: dos pais aos filhos: Iair, Ada, Iacide, Padi, Aquis.

Asdode e Ecrom sobreviveram e transformaram-se em cidade-estados poderosas dominadas pela Assíria no século VII a.C.. A cidade pode ter sido destruída pelo rei de Babilônia Nabucodonosor II por volta de 603 a.C., segundo a descrição de I Macabeus 10:89.




Comentários

Beacon

Comentário Bíblico de Beacon - Interpretação abrangente da Bíblia por 40 teólogos evangélicos conservadores






Champlin

Antigo e Novo Testamento interpretado versículo por versículo por Russell Norman Champlin é cristão de cunho protestante






















































Genebra

Comentários da Bíblia de Estudos de Genebra pela Sociedade Bíblica do Brasil para versão Almeida Revista e Atualizada (ARA)






Matthew Henry

Comentário Bíblico de Matthew Henry, um pastor presbiteriano e comentarista bíblico inglês.






Wesley

Comentário bíblico John Wesley - Metodista - Clérigo Anglicano






Russell Shedd

Comentários da Bíblia por Russell Shedd, teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora.






NVI F. F. Bruce

Comentário Bíblico da versão NVI por Frederick Fyvie Bruce, um dos fundadores da moderna compreensão evangélica da Bíblia






Moody

Comentários bíblicos por Charles F. Pfeiffer, Batista






Francis Davidson

O Novo Comentário da Bíblia, por Francis Davidson



















Apêndices

Gênesis e as viagens dos patriarcas









Mapas Históricos

VISÃO PANORÂMICA DA GEOGRAFIA DO TERRITÓRIO HERDADO PELO ISRAEL BÍBLICO








GEOLOGIA DA PALESTINA








A Agricultura de Canaã








OS VIZINHOS DE ISRAEL E JUDÁ








A AMEAÇA FILISTÉIA

séculos XII a XI a.C.







ESTRADAS E TRANSPORTE NO MUNDO BÍBLICO








HIDROLOGIA, SOLO E CHUVAS NA PALESTINA








CIDADES DO MUNDO BÍBLICO








GUERRAS: ESTRATEGIAS, ARMAS E FORTALEZAS








Mesopotâmia

do quarto milênio ao século IX a.C.







As condições climáticas de Canaã








PALESTINA - DISTRITOS GEOPOLÍTICOS








OS PATRIARCAS: AS EVIDÊNCIAS BÍBLICAS

Início do segundo milênio a.C.







O CLIMA NA PALESTINA









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