Orvalho de Luz

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Capítulo XXI

Ramo de rimas


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Ouro em excesso — veneno

Que ampara, cura e liberta,

Se dado na forma justa

E usado na dose certa.


Caridade verdadeira

Que apoia sem recompensa,

Perdoa setenta vezes

Sete vezes cada ofensa.


Beleza na forma humana

É sempre um véu quase à-toa,

Mero artifício da vida

Para ajudar a pessoa.


Desafio na existência

Da mais alta à mais singela:

Achar a felicidade

E contentar-se com ela.


Se queres felicidade

No campo que te rodeia,

Nunca entreteças teu ninho

Em galho de dor alheia.


Quem ama lembra roseira

De estranha e bela feição:

Montões de rosas nos braços

E espinhos no coração.




Fócion Caldas
Francisco Cândido Xavier


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