Enciclopédia de Isaías 43:18-18

Tradução (ARC) - 2009 - Almeida Revisada e Corrigida

Índice

Perícope

is 43: 18

Versão Versículo
ARA Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas.
ARC Não vos lembreis das cousas passadas, nem considereis as antigas.
TB Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as antigas.
HSB אַֽל־ תִּזְכְּר֖וּ רִֽאשֹׁנ֑וֹת וְקַדְמֹנִיּ֖וֹת אַל־ תִּתְבֹּנָֽנוּ׃
BKJ Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as coisas dos tempos antigos.
LTT Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as coisas antigas.
BJ2 Não fiqueis a lembrar coisas passadas, não vos preocupeis com acontecimentos antigos.[l]
VULG Ne memineritis priorum, et antiqua ne intueamini.

Referências Cruzadas

As referências cruzadas da Bíblia são uma ferramenta de estudo que ajuda a conectar diferentes partes da Bíblia que compartilham temas, palavras-chave, histórias ou ideias semelhantes. Elas são compostas por um conjunto de referências bíblicas que apontam para outros versículos ou capítulos da Bíblia que têm relação com o texto que está sendo estudado. Essa ferramenta é usada para aprofundar a compreensão do significado da Escritura e para ajudar na interpretação e aplicação dos ensinamentos bíblicos na vida diária. Abaixo, temos as referências cruzadas do texto bíblico de Isaías 43:18

Deuteronômio 7:18 Delas não tenhas temor; não deixes de te lembrar do que o Senhor, teu Deus, fez a Faraó e a todos os egípcios;
Deuteronômio 8:2 E te lembrarás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te tentar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos ou não.
I Crônicas 16:12 Lembrai-vos das suas maravilhas que tem feito, dos seus prodígios, e dos juízos da sua boca.
Isaías 46:9 Lembrai-vos das coisas passadas desde a antiguidade: que eu sou Deus, e não há outro Deus, não há outro semelhante a mim;
Isaías 65:17 Porque eis que eu crio céus novos e nova terra; e não haverá lembrança das coisas passadas, nem mais se recordarão.
Jeremias 16:14 Portanto, eis que dias vêm, diz o Senhor, em que nunca mais se dirá: Vive o Senhor, que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito.
Jeremias 23:7 Portanto, eis que vêm dias, diz o Senhor, em que nunca mais dirão: Vive o Senhor, que fez subir os filhos de Israel da terra do Egito,
II Coríntios 3:10 Porque também o que foi glorificado, nesta parte, não foi glorificado, por causa desta excelente glória.

Mapas Históricos

Os mapas históricos bíblicos são representações cartográficas que mostram as diferentes regiões geográficas mencionadas na Bíblia, bem como os eventos históricos que ocorreram nesses lugares. Esses mapas são usados ​​para contextualizar a história e a geografia das narrativas bíblicas, tornando-as mais compreensíveis e acessíveis aos leitores. Eles também podem fornecer informações adicionais sobre as culturas, as tradições e as dinâmicas políticas e religiosas das regiões retratadas na Bíblia, ajudando a enriquecer a compreensão dos eventos narrados nas Escrituras Sagradas. Os mapas históricos bíblicos são uma ferramenta valiosa para estudiosos da Bíblia e para qualquer pessoa que queira se aprofundar no estudo das Escrituras.

A TABELA DAS NAÇÕES

Gênesis 10 é às vezes chamado de "Tabela das Nações" e tem sido objeto de incontáveis estudos e comentários. Bem poucos textos do Antigo Testamento têm sido analisados de modo tão completo. Entretanto, continuam sem resposta perguntas importantes e variadas sobre sua estrutura, propósito e perspectiva. O que está claro é que a Tabela pode ser dividida em três secções: (1) os 14 descendentes de Jafé (v. 2-5); (2) os 30 descendentes de Cam (v. 6-20); (3) os 26 descendentes de Sem (v. 21-31). Cada secção termina com uma fórmula que é um sumário da narrativa precedente (v. 5b,20,31) em termos de famílias (genealogia/sociologia), línguas (linguística), terras (territórios/geografia) e nações (política). A tabela termina no versículo 32, que apresenta um sumário de todos os nomes da lista.
Existe, porém, um número imenso de maneiras de entender esses termos e interpretar o que as várias divisões representam. Por exemplo, as secções têm sido classificadas de acordo com:


Também se deve destacar que os nomes de Gênesis 10 são apresentados de formas diferentes: o contexto pode ser de uma nação (e.g., Elão, v. 22), um povo (e.g. jebuseu, v. 16), um lugar (e.g., Assur, v. 22) ou até mesmo uma pessoa (e.g., Ninrode, v. 8,9). Deixar de levar em conta essa estrutura mista encontrada na Tabela tem levado a numerosas conclusões sem fundamento. Por exemplo, não se deve supor que todos os descendentes de qualquer um dos filhos de Noé vivessem no mesmo lugar, falassem a mesma língua ou mesmo pertencessem a uma raça específica. Uma rápida olhada no mapa mostra que a primeira dessas conclusões é indefensável.
Por exemplo, os descendentes de Cam residem na África, em Canaã, na Síria e na Mesopotâmia. Mas o texto também não pode ser interpretado apenas do ponto de vista linguístico: a língua elamita (Sem) não é uma língua semítica, ao passo que o cananeu (Cam) tem todas as características de um dialeto semítico. Em última instância, tentativas de remontar todas as línguas existentes a três matrizes malogram porque as formas escritas mais antigas são de natureza pictográfica, e tais formas simbólicas não contribuem para uma classificação linguística precisa. Além do mais, os antropólogos ainda não chegaram a um consenso sobre o que constitui uma definição correta de "raça", o que enfraquece ainda mais quaisquer conclusões sobre grupos raciais representados na Tabela.

OS 14 DESCENDENTES DE JAFÉ

OS 30 DESCENDENTES DE CAM


OS 26 DESCENDENTES DE SEM


A Tabela das nações
A Tabela das nações

Livros

Livros citados como referências bíblicas, que citam versículos bíblicos, são obras que se baseiam na Bíblia para apresentar um argumento ou discutir um tema específico. Esses livros geralmente contêm referências bíblicas que são usadas para apoiar as afirmações feitas pelo autor. Eles podem incluir explicações adicionais e insights sobre os versículos bíblicos citados, fornecendo uma compreensão mais profunda do texto sagrado.

Referências em Livro Espírita

Não foram encontradas referências em Livro Espírita.

Referências em Outras Obras

Não foram encontradas referências em Outras Obras.

Comentários Bíblicos

Este capítulo é uma coletânea de interpretações abrangentes da Bíblia por diversos teólogos renomados. Cada um deles apresenta sua perspectiva única sobre a interpretação do texto sagrado, abordando diferentes aspectos como a história, a cultura, a teologia e a espiritualidade. O capítulo oferece uma visão panorâmica da diversidade de abordagens teológicas para a interpretação da Bíblia, permitindo que o leitor compreenda melhor a complexidade do texto sagrado e suas implicações em diferentes contextos e tradições religiosas. Além disso, o capítulo fornece uma oportunidade para reflexão e debate sobre a natureza da interpretação bíblica e sua relevância para a vida religiosa e espiritual.

Beacon

Comentário Bíblico de Beacon - Interpretação abrangente da Bíblia por 40 teólogos evangélicos conservadores
Beacon - Comentários de Isaías Capítulo 43 do versículo 1 até o 28
E. "Vós Sois MEUS". Eu Sou o vosso "SANTO", Is 43:1-44.5

Do ponto de vista teológico, este é um texto tremendamente significativo. Agora o poeta canta o livramento, após ter falado do Libertador em Is 41 ; 42. A recipro-cidade mútua do relacionamento divino-humano é relatada no tema dessa seção do nos-so esboço. Se Deus é o Autor dos castigos do seu povo (42.25), Ele também é o Autor da sua redenção, agregação e transformação. Eles, por sua vez, são suas testemunhas entre todas as nações do fato de que Ele é o Deus vivo. Ele os escolheu e os tornou seu "exem-plo" para provar que somente Ele é Deus e Salvador.

1. A Garantia da Redenção (43:1-8)

  1. A preservação é prometida (43:1-2). A mensagem confortadora do Deus Eterno para a criatura que Ele formou é o fato de que Israel é sua "possessão comprada" e é chamado pelo seu nome (1). Adam Clarke argumenta que a tradução deveria ser a se-guinte: "Eu os chamei pelo Meu nome". Dar nome significa uma escolha pessoal e uma apropriação. Águas [...] rios [...] fogo (2) são todos símbolos de perigo. Mas na presença do Grande Companheiro, Israel não tem nada a temer. Havia falta de pontes no Oriente Médio. Não existe a palavra ponte no hebraico bíblico. Mas a promessa de Deus é que os rios transbordantes não arrastarão o seu povo, e o fogo também não os queimará.
  2. O preço do resgate é pago (43.3). O Deus de Israel lembra o seu povo que Ele já tinha dado o Egito, o Sudão e a Etiópia como preço pelo seu resgate. O verbo no hebraico está no tempo perfeito; assim, não se refere a um resgate futuro a ser pago a Ciro para deixar que os cativos retornem da Babilônia. As três nações mencionadas eram o objeto da fúria de Senaqueribe. Ao passar pela pequena Jerusalém, ele nunca a conquistou. Portanto, o Santo de Israel tinha negociado essas três nações para libertar a pequena Judá.

  1. Uma possessão valiosa (43.4). Na redenção, o amor de Deus alcança sua obra máxima. "Tão preciosa, tão honrada, tão ternamente amada, que estou pronto a entre-gar a humanidade em seu lugar, um mundo para salvá-la" (Knox). Deus está disposto a sacrificar todo o mundo por esse pequeno povo, visto que este pequeno povo deve se tornar povo para todo o mundo. Que relacionamento "Eu — Vós" esplendoroso é esse!
  2. A reabilitação é prometida (43:5-8). O Deus eterno vai reivindicar seus filhos e filhas (6) das quatro extremidades da terra. No tempo de Isaías, uma dispersão bastan-te ampla dos hebreus havia ocorrido, como os arqueólogos agora reconhecem. Mas como Deus ordenou a Faraó que deixasse seu povo ir, assim Ele promete ordenar o mesmo a todas as nações. "Restaurarei ... Todo aquele que é chamado pelo meu nome é minha criatura, criado e formado para minha glória" (7, Knox).

Em Is 43:1-7, encontramos a descrição do "Povo Destemido de Deus".

1) Eles são pos-sessão dele pela criação, v. 1, e pela redenção, v. 2;

2) eles são protegidos pela sua presen-ça, v. 2;

3) sua posteridade conhecerá a salvação de Deus, v. 5 (G. B. Williamson).

"Traga-o para fora, para a luz do dia, esse povo meu que tem olhos e não consegue ver, tem ouvidos, e não consegue ouvir" (8, Knox). "O versículo 8 é o clímax da transfor-mação que torna o servo pronto para a tarefa".' Isso provavelmente se refere ao Israel ainda não convertido, embora Clarke aplique esse texto aos gentios.

2. A Promessa do Cumprimento (43:9-13)

Somente o Deus Eterno pode prometer e cumprir. Assim, mais uma vez 1saías leva as nações diante do tribunal com as três personagens desse drama: Deus, as nações e Israel.

  1. Chamando as testemunhas (43:9-10). Quem dentre eles pode anunciar (9) que têm deuses que são os senhores da história? Não são esses ídolos sem vida, mas o Deus vivo quem tem dado a interpretação dos eventos passados mesmo antes de eles acontece-rem. Que as nações apresentem testemunhas a favor dos seus deuses pagãos! O Eterno também tem referências; e Ele declara a Israel: Vós sois as minhas testemunhas (10). Aqui os pronomes são enfáticos. Vós e minhas indicam que o povo de Deus não existe para si mesmo. Eles precisam ser as testemunhas de Deus para que saibas [...] creiais [...] e entendais o real propósito e significado da eleição deles. Antes de mim deus nenhum se formou e depois de mim nenhum haverá indica que o Senhor não tem nem predecessor nem sucessor. Os advérbios de tempo não devem ser construídos de tal maneira que o resultado indique uma Deidade temporal. Deus não é uma criatura presa a tempo e espaço. Por isso, seu nome é Eterno.
  2. Deus toma a posição de testemunha (43:11-13). Eu, eu, o Eterno, sou o único Salvador (11). Eu anunciei [...] eu salvei e "anunciei" (12, NVI), e não foi nenhum deus estranho que fez essas coisas no meio de vocês; pois vós sois minhas testemu-nhas [...] que eu sou Deus. Deuses pagãos não oferecem nenhuma revelação, e não foi nenhuma deidade pagã que planejou e executou o êxodo do Egito. Mas como um dia sucede ao outro, eu permaneço o mesmo, com o mesmo poder e mantendo os destinos de todos em minhas mãos; operando eu, quem impedirá? (Cf. 9:12-11.10).

3. Um Novo Êxodo é Predito (43:14-21)

Vamos agora para uma seção em que Isaías ressalta o fato de que a redenção é pela graça (43.14 44.5). O Santo de Israel (14) é o Orador. A iminente obra de redenção é predita (43:14-21), razão pela qual a graça é livre (43:22-28) ; e o resultado completo disso é o Espírito de Deus derramado, produzindo membros leais em abundância (44:1-5).

  1. A frustração da Babilônia (43:14-15). "Assim diz o Senhor, seu Salvador, o Santo de Israel: Por amor a vós, enviei à Babilônia e trouxe de volta todos os fugitivos e os caldeus que se gloriam em seus navios. Eu sou o Senhor, o vosso Santo, o Criador de Israel, vosso Rei" (Versão Peshitta [Lamsa]).'
  2. O Deus do Êxodo fala (43:16-17). O mesmo Deus que subjugou Faraó com seu exército e seus carros no mar Vermelho promete livramento agora. O Deus que pode transformar o mar (16) em uma estrada, e afundar carro e cavalo, o exército e a força (17) como chumbo abaixo das suas águas, também é capaz de tornar extintos os inimigos de Israel como se fossem apagados como um pavio.
  3. Algo novo num futuro próximo (43:18-21). O Deus que secou as águas tem o poder de suprir água em abundância no livramento vindouro (18). Que o povo de Deus, portan-to, se volte da memória para a esperança, porque aqueles eventos notáveis do passado anunciam eventos decisivos no futuro (19). Aquele que prepara caminhos pelo mar tam-bém preparará um caminho no deserto e fará com que rios brotem do meio do deserto. Assim, os habitantes do deserto honrarão o Deus eterno por causa dessa mudança em seu hábitat. Porque o Deus que deu de beber a Israel na sua caminhada pelo deserto pode repetir o milagre por amor do seu eleito (20), para que esse povo escolhido dê louvor a Ele (21). Assim como o Êxodo é significativo para os santos do Antigo Testa-mento, a Ressurreição e o novo nascimento são importantes para os que seguem a fé do Novo Testamento. A maior conseqüência da profecia de Isaías é um livramento do cati-veiro e da escravidão do pecado, e um novo êxodo da Babilônia dos ímpios.

4. O Indigno Israel e o Deus Perdoador (43:22-28)

O Eterno agora declara a acusação ao indiferente Israel. Para toda provisão e pro-messas de Deus a resposta deles não tem sido adoração mas sim indiferença e pecado.

  1. Cansados de Deus (43.22). Tu não me invocaste [...] mas te cansaste de mim. Uma nação cansada do seu Deus faz apenas uma coisa: se volta a outros deuses, porque o homem é irremediavelmente religioso. Esse foi o caso de Jacó e Israel. Cansados de Deus, eles se voltaram para uma nova fé nos deuses de aliados pagãos. Aqui temos um vislumbre da dor do coração do Eterno. A adoração oferecida de má vontade não é verdadeira adoração.
  2. Deus não é um tirano religioso (43.23). Nem me honraste com os teus sacrifí-cios.' Os muitos holocaustos de gado miúdo pela manhã e à noite, as ofertas ofereci-das e o incenso no altar de ouro não davam prazer ao coração de Deus visto que Israel não os oferecia de coração. "O Senhor não requer ofertas generosas e caras, mas uma confiança nele e submissão à sua vontade".'
  3. A oferta de Israel não era em sinceridade, mas em pecados (Is 43:24; cf. Is 1:11-14). "Você me sobrecarregou com seus pecados" (NVI). "Fui sobrecarregado com seus peca-dos; fui afligido com sua incredulidade" (Knox).
  4. Graça e juízo (43:25-28). Deus perdoa porque Ele é Deus. Eu, eu mesmo, sou (25) o que oferece perdão e apaga transgressões (cf. 1.18).' Por amor de mim, diz Deus. Nenhuma razão é dada além da sua própria infinita bondade. "Sou eu, sempre eu, que devo apagar tuas ofensas, por amor da minha honra, apagando da memória os teus pecados" (Knox).

Israel nada tem a alegar a não ser declarar-se culpado (26-28). Procura lembrar-me (26) — Venham, vamos resolver o problema com uma discussão franca! Se eu deixei de fazer alguma coisa em seu favor, lembrem-me! O que vocês podem oferecer como argumento para sua autojustificação? Teu primeiro pai pecou (27). Esse poderia ser tanto Abraão como Jacó (visto que Adão é o pai não somente de Israel, mas de toda a humanidade). Archer talvez esteja certo ao escrever: "Do ponto de vista das leis da justi-ça, os judeus não tinham nenhum direito de defesa, porque mesmo seu antigo pai da aliança era culpado de pecado (ao mentir a Faraó e Abimeleque acerca da sua esposa), e os seus líderes espirituais se voltaram contra Deus"» Tanto o povo como seus governantes eram culpados; por isso, ambos devem suportar seus castigos. "Pela culpa do teu primei-ro pai, pela rebelião dos teus próprios porta-vozes contra mim, eu desonrei os teus governantes invioláveis, entreguei Jacó para destruição e Israel à zombaria dos seus inimigos" (27-28, Knox). Clarke, no entanto, traduz essa passagem, como faz a Peshitta e muitos tradutores mais recentes: "Teus governantes têm profanado meu santuário", enquanto o grego (Septuaginta) diz: "Os governantes têm corrompido minhas coisas sa-gradas".' O pecado, portanto, é o motivo da destruição e opróbrio do povo de Deus, por-que o pecado é opróbrio para qualquer nação (Pv 14:34).


Genebra

Comentários da Bíblia de Estudos de Genebra pela Sociedade Bíblica do Brasil para versão Almeida Revista e Atualizada (ARA)
Genebra - Comentários de Isaías Capítulo 43 do versículo 1 até o 28
*

43.1-7 Deus estabelecerá uma nova comunidade.

* 43:1

que te criou. Ver nota em 4.5.

que te formou. Ver nota em 27.10,11.

Não temas. Ver nota em 10.24; 35.4.

eu te remi. Ver nota em 35.8,9.

chamei-te pelo teu nome. O Senhor chamara-os para serem o seu povo, e ele os conhecia por nome (v. 3, nota; 45.3; 49.1; 62.2; Jo 10:3; Ap 2:17). A bênção fundamental da aliança divina é expressa em Jr 30:22: “Vós sereis o meu povo, eu serei o vosso Deus”. Ver também Êx 6:7; Lv 11:45; Jr 11:4.

* 43:2

pelas águas... pelo fogo. Essas palavras descrevem a aflição através das quais Deus levará seu povo até à segurança (Sl 66:6,12).

* 43:3

Egito... Etiópia... Sebá. Sebá, provavelmente, é o sul da Arábia, ou a Eritréia. Quanto à Etiópia, ver Sl 68:31, nota. O Senhor escolheu Israel acima dessas nações (Sl 147:20; Am 3:1,2), e transferiu as terras deles para o seu povo (Dt 4:20,37,38; Js 24:13; Sl 78:55).

* 43:4

precioso... digno de honra. O povo de Deus é exaltado pela eleição (49.5; Êx 19:5; Dt 7:6-8).

* 43:8

é cego, e surdo. Aqui, uma vez mais, temos menção à comunidade dos rebeldes. Ver notas em 29.18; 42.18,19. Espiritualmente “cego” e “surdo”, Israel cumpre as profecias do Senhor, a despeito de si mesmo.

* 43:9

as predições antigas? Ver 41.22, nota.

* 43:10

o meu servo. Ver notas em 20.3; 41.8; 42.1.

* 43:13

antes que houvesse dia. Somente o Senhor, na antiguidade, quis a redenção de seu povo (40.21; 41.4).

nenhum há que possa livrar. Ver Dt 32:39.

* 43:14

o que vos redime. Ver 35.9; 41.14 e notas.

* 43:16

no mar... nas águas impetuosas. Isaías referiu-se à travessia do mar Vermelho (Êx 14 e 15).

* 43:17

o carro e o cavalo, o exército e a força. O profeta relembra aqui os carros de combate do Egito, que foram destruídos diante da face do Senhor (conforme 31.1).

* 43:19

coisa nova. O êxodo do Egito era menos importante do que a nova era da redenção (42.9, nota).

um caminho no deserto. Ver nota em 40.3.

rios no ermo. Ver nota em 41.18.

* 43:20

Os animais do campo... os filhotes de avestruzes. Essas criaturas estão associadas a áreas desoladas (34.11-15). Ver nota em 13 20:22.

águas. Essa palavra nos faz lembrar a provisão de Deus no deserto (Êx 15:22-26). Ver nota em 1.30.

meu povo. Ver notas nos vs. 1,3.

* 43:22

não me tens invocado... te cansaste. Em lugar de ter apresentado oferendas e sacrifícios, os israelitas ficaram endurecidos em seus pecados.

* 43:23

Não me trouxeste o gado miúdo. O povo de Israel observava várias práticas religiosas, mas os animais não eram necessariamente oferecidos a Deus. Quanto ao vazio dos sacrifícios que não passam de meros rituais externos, ver Jr 7:21-23, nota.

* 43:24

cana aromática. Uma planta aromática, possivelmente a cana de açúcar.

* 43:25

Eu, eu mesmo. Uma repetição para efeito de ênfase.

apago... não me lembro. Deus perdoa os nossos pecados, conforme Israel tinha experimentado após o incidente do bezerro de ouro (Êx 34:6,7; conforme Lc 5:21). O Senhor promete graciosamente perdoar e estabelecer a sua palavra (37.35; 42.21; 48.9,11).

* 43:26

apresenta as tuas razões. Eles estavam condenados, incapazes de refutar as acusações de Deus.

* 43:27

Teu primeiro pai. Jacó foi o pai das doze tribos (Os 12:2,3).

guias. Esses são os líderes religiosos, incluindo os profetas e os sacerdotes.

* 43:28

os príncipes... ao opróbrio. A tribo de Judá foi envergonhada pela destruição do templo e do exílio de seu povo (63.18; conforme 2Rs 25:18-21).



Matthew Henry

Comentário Bíblico de Matthew Henry, um pastor presbiteriano e comentarista bíblico inglês.
Matthew Henry - Comentários de Isaías Capítulo 43 do versículo 1 até o 28
43.1ss O capítulo 42 termina com a tristeza de Deus pela decadência espiritual de seu povo. No capítulo 43, Deus diz ao povo que, apesar de seu fracasso espiritual, O lhes mostrará misericórdia, trará-os de volta do cativeiro e os restaurará. Derramaria-lhes amor e não ira. Então o mundo saberia que unicamente Deus tinha feito isto.

43.1-4 Deus criou ao Israel fazendo-o especial para O. Redimiu-a e a chamou por seu nome para que fossem do. Deus protegeu ao Israel em tempos difíceis. Nós somos importantes para Deus, também nos chama por nome e nos dá seu nome (43.7)! Quando levarmos seu maravilhoso nome, nunca devemos fazer nada que lhe envergonhe.

43:2 Ao passar por águas de tribulação possivelmente o afoguem ou o obriguem a crescer mais forte. Se for com sua força, é muito provável que se afogue. Se convidar ao Senhor a ir com você, O protegerá.

43:3 Deus entregou a Persia a outras nações em troca de deixassem partir para os judeus a sua terra natal. Egito, Etiópia e partes da Arábia (Seba) atacaram a Persia e foram derrotados.

43.5, 6 Isaías fala sobre tudo da volta do Israel desde Babilônia. Mas há um significado mais amplo: todo o povo de Deus se reunirá quando Cristo deva governar em paz sobre a terra.

43:10, 11 A tarefa do Israel era a de ser testemunha (44.8), dizer ao mundo quem era Deus e o que tinha feito. Na atualidade todos os crentes têm a mesma responsabilidade de ser testemunhas de Deus. Saberá a gente como é Deus ao ver a forma em que você fala e atua? Eles não podem ver deus diretamente, mas o podem ver refletido em você.

43.15-21 Esta seção descreve um novo êxodo para um povo uma vez mais oprimido, como o foram os israelitas durante o cativeiro no Egito antes do êxodo. Clamariam a Deus e uma vez mais os escutaria e liberaria. Um novo êxodo se levaria a cabo por um novo deserto. Os milagres passados não foram nada em comparação com o que Deus faria por seu povo.

43.22-24 O cano aromático possivelmente era um ingrediente do incenso usado na adoração. Um sacrifício requeria renunciar a um animal valioso e clamar pelo perdão de Deus. Mas o povo se apresentava ante Deus com pecados em vez de sacrifícios. Pode imaginar-se levando o melhor de seus pecados ante ao altar de Deus? Esta ilustração irônica mostra o baixo que caiu o Israel. O que apresenta ante Deus: seus pecados ou uma súplica para obter seu perdão?

43:25 Quão tentador resulta recordar a outro uma ofensa passada! Entretanto, quando Deus perdoa nossos pecados, esquece-os totalmente. Nunca devemos temer que O nos recorde isso mais tarde. Posto que Deus fez isto por nós, precisamos fazer o mesmo por outros.

A IDOLATRIA ATUAL

Isaías nos diz: "Quem formou um deus, ou quem fundiu uma imagem que para nada é de proveito?" Pensamos nos ídolos como figuras de madeira ou pedra, mas em realidade um ídolo é algo natural a que lhe dá um valor e um poder sagrados. Se sua resposta a qualquer das seguintes pergunta é outra coisa ou outra pessoa que não seja Deus, terá que analisar a quem ou a que adora em realidade.

Quem me criou?

-- Em quem confio sempre?

-- Em quem procuro a verdade suprema?

-- Em quem procuro a segurança e a felicidade?

-- Quem está a cargo de meu futuro?


Wesley

Comentário bíblico John Wesley - Metodista - Clérigo Anglicano
Wesley - Comentários de Isaías Capítulo 43 do versículo 1 até o 28
ONIPOTÊNCIA D. DEUS E GRACE (43: 1-44: 5)

Nestes dois capítulos, temos uma série de mensagens do Senhor, que giram em torno do servo e sua obra. Ao explicar este trabalho, o profeta dá outra previsão e explicação do exílio babilônico, e pela primeira vez menciona Cyrus.

1. O Senhor Redentor (43: 1-9)

1 Mas agora, assim diz o Senhor que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel: Não temas, porque eu te remi; Chamei-te pelo teu nome, tu és Mt 2:1 Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando pelos rios, eles não te submergirão; quando tu andas pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em Jc 3:1 Pois eu sou o Senhor teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador; Tenho dado o Egito como o teu resgate, a Etiópia e Seba em teu lugar. 4 Desde foste precioso aos meus olhos, e honrado, e eu te amei; portanto darei homens por ti, e os povos em vez da tua vida. 5 : Não temas; porque eu sou contigo; trarei a tua descendência desde o Oriente, e te ajuntarei desde o ocidente, 6 Direi ao norte: Dá; e ao sul, não reter; trazei meus filhos de longe, e minhas filhas das extremidades da terra; 7 cada um que se chama pelo meu nome, e que criei para minha glória, a quem formei, sim, a quem eu fiz.

8 Trazei o povo cego, que tem olhos; e os surdos que têm ouvidos. 9 Todas as nações se congreguem, e os povos se reúnam; quem dentre eles pode anunciar isso, e mostrar-nos coisas já passadas? que tragam suas testemunhas, para que possa ser justificado; ou que se ouça, e dizer: É verdade.

O Senhor, que criou Israel, diz que desde que ele criou ... formada ... redimido ... chamado ela, a nação pertence a Ele. Ele, portanto, promete proteger a nação em seus problemas (vv. Is 43:2)

10 Vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, eo meu servo, a quem escolhi; para que saibais e acredite em mim, e entender que eu sou o mesmo: antes de mim deus nenhum se formou, nem haverá depois de mim. 11 Eu, eu mesmo, sou o Senhor; e fora de mim não há salvador. 12 Eu anunciei, e eu salvei, e eu já mostrou; e não havia nenhum estranho deus entre vós, pois vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor, e eu sou Dt 13:1 , onde é apontado que os deuses-ídolos-são feitos, ao passo que o Senhor Deus é o Portanto, a preexistência eterna de Deus está implícito nesta declaração "Criador dos confins da terra.".

Há forte ênfase aqui sobre a identidade do Senhor Deus. Ele declara que Ele mesmo tem feito tudo o que foi feito, não um deus estranho (v. Is 43:12 ); . portanto vós sois as minhas testemunhas, diz o Senhor A constante repetição da primeira pessoa do singular é significativa neste discurso de Deus.

O versículo 13 deve ser lido como o ASV tem no texto, uma vez que refere-se ao início dos tempos e é, portanto, uma outra referência para a eternidade de Deus. Ninguém pode realmente frustrar os propósitos eternos de Deus: eu vou trabalhar, e quem o impedirá?

3. O Senhor destrói Babilônia (43: 14-15)

14 Assim diz o Senhor, teu Redentor, o Santo de Israel: Por amor de vós enviei a Babilônia, e eu vou derrubar todos os fugitivos, mesmo os caldeus, nos navios com que se vangloriavam. 15 eu sou o Senhor, vosso Santo, o Criador de Israel, vosso Rei.

Deus disse que Ele vai proteger seu próprio povo, e agora dá um caso particular das maneiras em que ele vai fazer isso. Eu enviei a Babilônia, e eu vou trazer para baixo. ... Observe os dois tempos diferentes aqui. Não é estranho ou incomum para um profeta para usar o perfeito ou passado para expressar certeza profética de uma ação futura. A previsão é de queda de Babilônia, que ainda não estava no auge. Compare com esta capítulos 13 1:14-32'>13-14 e 21: 1-9 .

Há, no versículo 15 uma colocação importante de títulos do Senhor: Eu sou o Senhor, vosso Santo, o Criador de Israel, vosso Rei. Compare Is 44:6 ; Is 41:21 ; Is 43:15 . O que um Deus poderoso que servimos!

4. O Senhor Effects um novo êxodo (43: 16-28)

16 Assim diz o Senhor, que faz nascer um caminho no mar, e um trajeto nas águas poderosas, 17 , que faz sair o carro eo cavalo, o exército ea força homem (se deitam juntos, eles não devem subir, pois eles estão extintos , eles apagaram-se como um pavio): 18 Não vos lembreis das coisas passadas, nem considerar as coisas de velho. 19 Eis que faço uma coisa nova; agora está saindo à luz; não vos conhece? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no deserto. 20 Os animais do campo me honrarão, os chacais e os avestruzes; porque porei águas no deserto, e rios no ermo, para dar de beber ao meu povo, ao meu escolhido, 21 o povo que formei para mim, para que o meu louvor.

22 No entanto, não te chamou a mim, ó Jacó; mas te cansaste de mim, ó Israel. 23 Tu não me trouxe das tuas ovelhas para holocaustos; nem tu me honrado com teus sacrifícios. Eu não te sobrecarregados com ofertas, nem te fatiguei com incenso. 24 Tu me compraste por dinheiro cana aromática, nem tu me encheu com a gordura dos teus sacrifícios; mas tu me sobrecarregada com os teus pecados, tu me cansado com as tuas iniqüidades.

25 Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim; e eu não me lembro dos teus pecados. 26 Faze-me lembrar; entremos juntos em juízo: set tu diante tua causa , para que te possas justificar. 27 Thy primeiro pai pecou, ​​e os teus professores têm transgredido contra mim. 28 Pelo que profanei os príncipes do santuário; e eu farei de Jacó um anátema, e Israel ao opróbrio.

Nos versículos 16:19 Isaías lembra as pessoas da forma milagrosa Deus os havia libertado do Egito e os perigos que os cercam no caminho para Canaã, e declara que Ele é o mesmo hoje. Ele é tão capaz de entregar, como Ele sempre foi. Os versículos 16:17falam da travessia do Mar Vermelho e do afogamento do exército de Faraó, e versículo 19 relata a travessia do deserto da Península do Sinai, quando Deus fez um caminho no deserto, e fornecido para as suas necessidades alimentos e água. Desde muito dos versos Is 43:19-20 é figurativa e dificilmente poderia ser tomada literalmente, é melhor considerar esta uma descrição geral do poder de Deus para livrar do pior dos problemas (Alexander) do que aplicá-la também, especificamente. Não parece que o profeta aqui usa os tipos de detalhes que exigem esses versos para ser aplicado ao retorno da Babilônia, apesar de que é especificamente mencionado no versículo 14 . Esse retorno foi um exemplo do poder de Deus para entregar, mas o exemplo supremo, eo cumprimento real desta forte linguagem figurada, é na libertação da escravidão do pecado (Calvin, Alexander, Gerlach).

Os versículos 22:24 não pode ser adequadamente compreendida sem o reconhecimento de que eles levam até o clímax no versículo 25 . Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões, não porque você tem chamado a me (v. Is 43:22) ou oferecidos de modo muitos sacrifícios e oferendas (vv. Is 43:23-24) como para ganhar o meu perdão, para você ter pecado e cansado me com as tuas iniqüidades -mas sim por amor de mim (v. Is 43:25 ). Esta não é mais uma polêmica contra o sacrifício de He 9:22 é contra a livre graça. Isaías aqui sobe para a altura do próprio evangelho, ao dizer que Deus não predicado Seu perdão sobre as coisas que os homens oferecem-Lo, mas perdoa pelo Seu próprio bem. É como se Ele disse: "Você não é tão realizada estas cerimônias como para me colocar sob a obrigação de te perdoar" (Alexander). Torrey também aponta que é o Senhor que chama as pessoas, e não as pessoas que chamados do Senhor (v. Is 43:22 ). Assim, a iniciativa foi com o Senhor, como também a escolha de uma base para o perdão. Deus está aqui sublinhando Sua própria vontade soberana e seu lugar no perdão dos pecados.

O Senhor continua seu apelo ao povo, chamando-os diante dEle em juízo, para provar a sua inocência, se puderem: estabelecido a tua causa, para que sejas justificado (v. Is 43:26 ). Ele, porém, assegura-lhes que eles não podem mostrar que eles são inocentes, pois, Ele diz: Teu primeiro pai pecou, ​​e os teus professores (v. Is 43:27 ). Este pecado constante é a causa da punição (v. Is 43:28 ), e também a razão que o perdão deve vir como resultado da livre graça de Deus (v. Is 43:25 ).


Wiersbe

Comentário bíblico expositivo por Warren Wendel Wiersbe, pastor Calvinista
Wiersbe - Comentários de Isaías Capítulo 43 do versículo 1 até o 28
  • A grandiosidade do perdão dele (Is 42—43)
  • Is 42:1-23 apresenta Jesus Cris-to (Mt 12:18-40), e vemos sua pri-meira vinda em humildade e graça, bem como a segunda, em poder e julgamento. Entre esses dois even-tos, temos a era presente da igreja. Deus permitiu que os judeus fossem capturados e exilados a fim de dis-cipliná-los por causa dos pecados (42:18-25); todavia, o cativeiro de-les não seria para sempre. Ele viria em julgamento e destruiría a Babi-lônia (42:10-1 7), usando Ciro como seu instrumento. O capítulo 43, de novo, assegura a Israel: "Não temas, [...] eu serei contigo". A libertação do seu povo o tornaria testemunha para o mundo da graça e do poder do Senhor (43:10,12). No entanto, Isaías admoesta a nação por ter se esquecido do Senhor (Is 43:22-23); e, no entanto, Deus, em sua graça, per-doa os pecados da nação (43:25). Podemos aplicar essas promessas de perdão ao remanescente judeu futuro, no período da tribulação.


    Russell Shedd

    Comentários da Bíblia por Russell Shedd, teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora.
    Russell Shedd - Comentários de Isaías Capítulo 43 do versículo 1 até o 28
    43.1 Eu te remi. Os remidos estão inscritos no rol da vida, e seus nomes são conhecidos por Deus, que os considera propriedade Sua. Isto é um grande consolo para todos os crentes que aceitam a remissão.

    43.2 Quando passares pelo fogo. Conforme Ez 3:19-27.

    43.3 Egito... Etiópia... Sebá. Deus "deu" (o tempo verbal aqui é o chamado perfeito profético, o qual garante que estas profecias já se consideram cumpridas) estas nações ao rei Ciro, nações ricas e opulentas, como "salário", pela futura emissão da ordem da restauração de Israel.

    43.8 Cego... surdo. Apesar de possuírem olhos e ouvidos não aprenderam as lições que Deus ensina mediante Sua manifestação na história.

    43.15 Com base em v. 11: "fora de mim, não há salvador", alguns consideram que v. 15 seja um testemunho da divindade do Messias: isto fica claro em outras passagens.
    43.16 Perante Israel e para os povos vizinhos, a salvação que Deus operou, fazendo Seu povo atravessar o mar Vermelho, foi o maior dos milagres; mas a "coisa nova" (v. 19), a transformação de todos os obstáculos, para trazer o povo de volta do cativeiro babilônico será muito mais maravilhosa, e serve como um antegozo da verdadeira libertação do pecado.
    43.18 Coisas passados. Conforme Jr 16:14-24; Jr 23:7-24).


    NVI F. F. Bruce

    Comentário Bíblico da versão NVI por Frederick Fyvie Bruce, um dos fundadores da moderna compreensão evangélica da Bíblia
    NVI F. F. Bruce - Comentários de Isaías Capítulo 43 do versículo 1 até o 28
    g) A promessa do livramento (43:1-21)
    As repreensões (raras nesses capítulos) dão lugar novamente ao consolo. A promessa do livramento do exílio é mais uma vez o tema do profeta, mas agora é ampliado e aprofundado. E ampliado, visto que os espalhados de Israel em todos os quatro cantos do globo, não somente na Babilônia, devem ser trazidos para casa (v. 5ss); é aprofundado pelo destaque ao amor especial de Deus pelo seu povo (v. 3,4). A linguagem é pictórica, mas a verdade subjacente é que, enquanto os exilados judeus seriam libertos e ajudados por Ciro, o continente africano, especificamente o Egito, sofreria a invasão e seria conquistado pelo sucessor de Ciro, Cambises. O amor de Deus, a ser demonstrado dessa forma na história, é a resposta suficiente a todos os temores dos exilados (v. 1,2).

    Ao usar novamente as palavras cego e surdo em referência aos exilados (v. 8; conforme 42.18,

    19), o profeta os enxerga como “conduzidos para fora” (a saber, da Babilônia) para um propósito específico, o de serem testemunhas na corte (v. 10). A outra parte nessa causa (isso está implícito mesmo que não declarado) são deuses pagãos, que são desafiados a encontrar testemunhas a favor de sua capacidade de predizer o futuro (v. 9). Por meio dessa forma de argumentação, o poder singular de Javé é defendido e destacado (v. 10-13); o parágrafo culmina com a ênfase na capacidade de Deus de derrubar qualquer império, e o oráculo seguinte (v. 14-21) especifica que são os babilônios e seus governantes caldeus (v. nota de rodapé da NVI) que vão cair. (Isso está claro, apesar das obscuridades do heb. no v. 14.) Essa nova libertação de Israel é representada em termos do êxodo do Egito muito tempo antes, tantas vezes lembrado e repetido na adoração dos judeus em épocas antigas e modernas; na verdade, no entanto, o profeta recomenda aos exilados que esqueçam o êxodo (v. 17), porque a sua experiência futura será muito mais maravilhosa. E importante a descrição de Israel como “criado” por Deus (v. 15) e “formado” para ele (v. 21); ela serve para confirmar o propósito imutável que Deus tinha para o seu povo. O louvor àe Deus (v. 21) nunca estava distante dos pensamentos e dos modos de expressão do profeta.

    h) A infidelidade passada (43:22-28)
    A seção final do cap. 43 se ocupa com as falhas na adoração antigamente oferecida a Deus por Israel. A passagem é disposta como um cenário do tribunal, como os v. 8-13, mas agora Israel não testemunha a favor de Deus, mas aparece como seu oponente (conforme especialmente o v. 26). Evidentemente, alguns exilados negavam que a sua deportação para a Babilônia havia sido merecida; eles não tinham sempre adorado a Deus fielmente, com uma devoção que beirava a exaustão completa? Essa afirmação é enfaticamente rejeitada por Deus; ao contrário, eles o haviam “sobrecarregado” com as suas constantes ofensas (v. 24). Dificilmente cabe no contexto geral fazer os v. 22ss serem uma referência ao período exílico em Sl, quando obviamente a adoração sacrificial no templo em

    Jerusalém era uma impossibilidade física; antes, deveríamos destacar a repetição de eu e me — i.e., os muitos sacrifícios e devoções nunca tinham chegado a Deus, em virtude dos pecados que os acompanhavam. O v. 27 lembra a pecaminosidade dos líderes nacionais desde o início (Seu primeiro pai provavelmente significa o próprio Jacó), e o v. 28 confirma a justiça do castigo que caiu sobre Israel. (Os porta-vozes provavelmente são os reis de Judá, que de certa forma estavam associados constitucionalmente ao templo.') O castigo usado como sinal havia caído sobre eles; e mesmo assim o veredicto de Deus é perdão (v. 25)!


    Moody

    Comentários bíblicos por Charles F. Pfeiffer, Batista
    Moody - Comentários de Isaías Capítulo 40 do versículo 1 até o 24

    VOLUME VIII. O LIVRO DO CONFORTO. 40:1 - 66:24.

    Seção I. O Propósito da Paz. 40:1 - 48:22.


    Moody - Comentários de Isaías Capítulo 43 do versículo 14 até o 21

    14-21. Esta passagem declara que Deus demonstrada a Sua soberania derrubando o Império Caldeu e levando os judeus de volta à Palestina. Ele destronada os caldeus de sua preeminência e os faria fugir da Babilônia antes da violenta investida da Pérsia. Era o mesmo Deus que fizera um caminho através do Mar Vermelho para os hebreus do Êxodo e que fizera afundar os carros egípcios que os perseguiram. Mas este livramento futuro eclipsaria até mesmo aquele em glória. Pois Ele conduziria os judeus libertados através do ressecado Deserto da Síria, e faria brotar rios de água para matar a sede deles (provavelmente figurativamente referindo-se à provisão que Ele forneceria aos pioneiros durante seus primeiros anos de privação e sofrimento). Os animais do deserto que são apresentados regozijando-se neste suprimento de água podem ser as nações gentias que se beneficiariam do testemunho dos judeus restaurados.


    Francis Davidson

    O Novo Comentário da Bíblia, por Francis Davidson
    Francis Davidson - Comentários de Isaías Capítulo 43 do versículo 1 até o 28
    g) O poder invencível e a graça perdoadora de Deus (Is 43:1-23). Nestes grandiosos versículos, Jeová assegura a Israel que o manterá e sustentará em todo o caminho que esse povo tem a percorrer, não só na criação e redenção, mas também em graciosa providência. O seu desgosto e o seu regresso ao país ambicionado dos seus antepassados são objeto de zelo constante e determinados por um profundo propósito de amor.

    Mas agora... (1). Estas palavras constituem um elo entre o manifesto de Jeová, que acaba de ser registrado, e as mensagens que Ele vai agora enviar, dependentes todas elas da proclamação. Eu te remi (1). O presente eterno; o propósito e ação de Deus são um só. Dei o Egito (3), referência à futura derrota e derrubamento do Egito e reinos vizinhos pelo poder da Pérsia; foram conquistados no reinado de Cambises. Foste glorificado (4), isto é, honrado pela ligação com o seu Deus. Numa outra versão, temos a seguinte estruturação da frase: "Visto teres sido precioso à Minha vista, e honrado, e Eu te ter amado, portanto darei homens por ti e povos pela tua vida".

    >Is 43:10

    2. ISRAEL, TESTEMUNHA DE JEOVÁ NO MUNDO (Is 43:10-23). Esta segunda mensagem afirma que Israel desempenhará a sua função de testemunha de Jeová por aquilo que Ele é e realizará (10-11). Uma vez mais repete-se o argumento decisivo da profecia, assegurando-se que a promessa divina não falhará (12-13). Esta mensagem está relacionada com a primeira, por o contraste entre Israel como verdadeira testemunha de Jeová e as outras nações da terra, incompetentes para pronunciar qualquer palavra afirmativa, ser bem vincado.

    E o Meu Servo (10). O sentido é que, sendo Sua testemunha, Israel é também Seu servo. Para que... creiais (10), o que talvez se traduzisse melhor assim: "Para que... Me creiam". O sentido é que Israel é testemunha de Jeová para que os pagãos possam saber e compreender que, além dEle, não há qualquer outro Salvador. Quem impedirá? (13), ou "quem contrariará"?

    >Is 43:14

    3. JEOVÁ, DESTRUIDOR DE BABILÔNIA (Is 43:14-23). A Babilônia, como o Egito, deverá ser derrubada e abatida pelo poder e majestade do Deus de Israel. Trata-se do primeiro anúncio inequívoco da queda de Babilônia (ver Is 46:1-23). Depois de uma referência ao grande passado de libertamento divino nos dias do Êxodo e aos atos de poder por Deus realizados ali e então (16-17), promete-se que o livramento do poder de Babilônia será uma obra ainda maior. Será uma coisa nova realizada pela própria mão de Deus (19), e o deserto amargo do atual sofrimento de Israel florescerá em louvor do seu Redentor (20-21). E todo este misericordioso ato de restauração não será devido a quaisquer méritos desse povo, pois não os tem, havendo, até, falhado abertamente em tudo quanto Deus lhe ordenara (22-23). Me cansaste com as tuas maldades (24), ou, segundo outra tradução, "puseste sobre Mim um fardo". Deus perdoa e esquece os pecados de Israel (25), num ato da Sua graça gratuita, e foi a própria graça que planeou a forma que o castigo desse povo ia assumir, e a dor que o atormentou (28).


    Dicionário

    Coisas

    coisa | s. f. | s. f. pl.

    coi·sa
    (latim causa, -ae, causa, razão)
    nome feminino

    1. Objecto ou ser inanimado.

    2. O que existe ou pode existir.

    3. Negócio, facto.

    4. Acontecimento.

    5. Mistério.

    6. Causa.

    7. Espécie.

    8. [Informal] Qualquer pessoa do sexo feminino cujo nome se ignora ou não se quer nomear.

    9. [Informal] Órgão sexual feminino.

    10. Qualquer objecto que não se quer ou não se consegue nomear (ex.: essa coisa não serve para nada).

    11. [Informal] Órgão sexual masculino. = COISO

    12. [Brasil: Nordeste] Cigarro de haxixe ou marijuana. = BASEADO


    coisas
    nome feminino plural

    13. Bens.


    aqui há coisa
    [Informal] Expressão que indica que algo levanta suspeitas ou dúvidas. = AQUI HÁ GATO

    coisa alguma
    O mesmo que nada.

    coisa de
    [Informal] Aproximadamente, cerca de.

    coisa nenhuma
    Usa-se para negar a ausência total de objectos, coisas, ideias, conceitos, etc. (ex.: não se lembrou de coisa nenhuma para dizer; coisa nenhuma lhe parecia interessante). = NADA

    coisas da breca
    [Informal] Coisas inexplicáveis, espantosas.

    coisas do arco-da-velha
    [Informal] Histórias extraordinárias, inverosímeis.

    coisas e loisas
    [Informal] Grande quantidade de coisas diversificadas.

    [Informal] Conjunto de coisas indeterminadas.

    como quem não quer a coisa
    [Informal] Dissimuladamente.

    fazer as coisas pela metade
    [Informal] Não terminar aquilo que se começou.

    mais coisa, menos coisa
    [Informal] Aproximadamente.

    não dizer coisa com coisa
    [Informal] Ter um discurso desconexo; dizer disparates, coisas sem sentido.

    não estar com coisas
    [Informal] Agir prontamente, sem hesitar.

    não estar/ser (lá) grande coisa
    [Informal] Não estar/ser particularmente bom ou extraordinário.

    ou coisa que o valha
    [Informal] Ou algo parecido.

    pôr-se com coisas
    [Informal] Arranjar problemas ou dificuldades onde não existem.

    que coisa
    [Informal] Exclamação que se usa para exprimir espanto, desagrado ou irritação.

    ver a
    (s): coisa
    (s): malparada(s)
    [Informal] Prever insucesso ou perigo aquando da realização de algo.


    Sinónimo Geral: COUSA


    Considerar

    verbo transitivo direto Caracterizar determinada coisa; fazer julgamentos; julgar: o juiz considerou a denuncia improcedente.
    Não desprezar; ter em conta: ele considerava os seus conselhos.
    Demonstrar respeito por; respeitar: o país considera o presidente.
    Criar na imaginação; conceber: foi o melhor professor que poderia conceber.
    verbo transitivo direto predicativo e pronominal Ter uma opinião sobre; dar-se por; reputar-se: consideraram o argumento horrível; consideraram horrível o trabalho; considerava-se o mais inteligente da turma.
    verbo transitivo indireto , bitransitivo e intransitivo Por Extensão Fazer uma reflexão ou pensar muito sobre; pensar: considerou sobre o que precisava resolver; considerava a mãe para o emprego; passou a noite inteira considerando.
    verbo transitivo direto e pronominal Observar atenciosamente; olhar com minúcia e atenção: o medico considerava o tumor; considerava-se ao espelho.
    Etimologia (origem da palavra considerar). Do latim considerare.

    Não

    advérbio Modo de negar; maneira de expressar uma negação ou recusa: -- Precisam de ajuda? -- Não.
    Expressão de oposição; contestação: -- Seus pais se divorciaram? -- Não, continuam casados.
    Gramática Numa interrogação, pode expressar certeza ou dúvida: -- você vai à festa, não?
    Gramática Inicia uma interrogação com a intenção de receber uma resposta positiva: Não deveria ter chegado antes?
    Gramática Usado repetidamente para enfatizar a negação: não quero não!
    substantivo masculino Ação de recusar, de não aceitar; negativa: conseguiu um não como conselho.
    Etimologia (origem da palavra não). Do latim non.

    advérbio Modo de negar; maneira de expressar uma negação ou recusa: -- Precisam de ajuda? -- Não.
    Expressão de oposição; contestação: -- Seus pais se divorciaram? -- Não, continuam casados.
    Gramática Numa interrogação, pode expressar certeza ou dúvida: -- você vai à festa, não?
    Gramática Inicia uma interrogação com a intenção de receber uma resposta positiva: Não deveria ter chegado antes?
    Gramática Usado repetidamente para enfatizar a negação: não quero não!
    substantivo masculino Ação de recusar, de não aceitar; negativa: conseguiu um não como conselho.
    Etimologia (origem da palavra não). Do latim non.

    Passadas

    passada | s. f. | s. f. pl.
    fem. pl. part. pass. de passar
    fem. pl. de passado

    pas·sa·da
    (feminino de passado)
    nome feminino

    1. Acto de dar um passo ou de passar de uma parte para outra; passo; passagem.

    2. Extensão de uma passada.


    passadas
    nome feminino plural

    3. Passos, diligências.


    perder as passadas
    Não colher resultado da diligência empregada.


    pas·sar -
    (latim vulgar *passare, de passus, -us, passo)
    verbo transitivo

    1. Atravessar, transpor.

    2. Deixar atrás.

    3. Exceder.

    4. Empregar.

    5. Gastar.

    6. Traspassar ou vender.

    7. Utilizar um ferro de engomar para alisar a roupa (ex.: passou 5 camisas). = ENGOMAR

    8. Filtrar, coar.

    9. Transmitir ou ser transmitido; divulgar ou ser divulgado (ex.: a rádio passou o falecimento, mas a televisão não; isso passou nas notícias).

    10. Propagar-se.

    11. Pôr em circulação.

    12. Fazer secar ao sol ou ao calor.

    13. Sofrer.

    14. Omitir.

    verbo intransitivo

    15. Atravessar determinado ponto.

    16. Mudar de situação.

    17. Mudar de lugar.

    18. Ir mais longe.

    19. Transitar.

    20. Decorrer.

    21. Correr por.

    22. Resvalar, deslizar.

    23. Tocar; parar; fazer escala.

    24. Ter curso; circular.

    25. Ser aprovado (em exame).

    26. Não ficar; desaparecer; não ser permanente.

    27. Cessar, acabar; morrer.

    28. Perder (por excesso de pontos, no jogo, etc.).

    verbo pronominal

    29. Suceder, decorrer.

    30. Mudar (deixando um lugar, partido, etc., por outro).

    31. [Portugal, Informal] Perder a calma ou o tino.

    verbo auxiliar

    32. Usa-se seguido da preposição a e infinitivo, para indicar início de acção, processo ou estado (ex.: vou passar a andar mais vezes de transportes públicos).

    nome masculino

    33. Passagem do tempo (ex.: com o passar dos dias, habituaram-se ao clima).


    passar de
    Exceder.

    passar em claro
    Omitir.

    Não dormir.

    passar o tempo
    Divertir-se.

    passar pelas armas
    Espingardear.

    passar por alto
    Tratar de leve.

    passar por cima de
    [Informal] Atropelar.

    [Informal] Desrespeitar, transgredir.

    [Informal] Omitir, inadvertida ou voluntariamente. = PULAR, SALTAR

    [Informal] Não considerar, não levar em conta. = IGNORAR


    pas·sa·do
    (particípio de passar)
    adjectivo
    adjetivo

    1. Que passou ou decorreu.

    2. Que se passou (ex.: roupa passada).

    3. Que secou ao sol ou a que se retirou humidade (ex.: figos passados). = PASSO, SECO

    4. Que está demasiado maduro.

    5. Trespassado.

    6. Surpreendido, atordoado.

    7. Que é um pouco doido ou está sob efeito de estupefacientes.

    8. Culinária Que se fritou ou grelhou durante determinado tempo (ex.: bife bem passado; ovo mal passado).

    9. [Portugal, Informal] Que é doido, maluco (ex.: ele é completamente passado). = PASSADO DA CABEÇA, PASSADO DA MARMITA

    nome masculino

    10. Conjunto de factos ocorridos antes do momento presente.

    11. Tempo antes do presente.

    12. Gramática Conjunto de tempos verbais que designa acção ou estado anterior. = PRETÉRITO


    passados
    nome masculino plural

    13. Antepassados.


    Strongs

    Este capítulo contém uma lista de palavras em hebraico e grego presentes na Bíblia, acompanhadas de sua tradução baseada nos termos de James Strong. Strong foi um teólogo e lexicógrafo que desenvolveu um sistema de numeração que permite identificar as palavras em hebraico e grego usadas na Bíblia e seus significados originais. A lista apresentada neste capítulo é organizada por ordem alfabética e permite que os leitores possam ter acesso rápido e fácil aos significados das palavras originais do texto bíblico. A tradução baseada nos termos de Strong pode ajudar os leitores a ter uma compreensão mais precisa e profunda da mensagem bíblica, permitindo que ela seja aplicada de maneira mais eficaz em suas vidas. James Strong
    Isaías 43: 18 - Texto em Hebraico - (HSB) Hebrew Study Bible

    Não vos lembreis das coisas passadas, nem considereis as coisas antigas.
    Isaías 43: 18 - (ARAi) Almeida Revista e Atualizada Interlinear

    H2142
    zâkar
    זָכַר
    lembrar, recordar, trazer à mente
    (And remembered)
    Verbo
    H408
    ʼal
    אַל
    não
    (not)
    Advérbio
    H6931
    qadmôwnîy
    קַדְמֹונִי
    antigo, velho, oriental
    (of the ancients)
    Adjetivo
    H7223
    riʼshôwn
    רִאשֹׁון
    primeiro, primário, anterior
    (in the first)
    Adjetivo
    H995
    bîyn
    בִּין
    discernir, compreender, considerar
    (discerning)
    Verbo


    זָכַר


    (H2142)
    zâkar (zaw-kar')

    02142 זכר zakar

    uma raiz primitiva; DITAT - 551; v

    1. lembrar, recordar, trazer à mente
      1. (Qal) lembrar, recordar
      2. (Nifal) ser trazido à lembrança, ser lembrado, estar no pensamento, ser trazido à mente
      3. (Hifil)
        1. fazer lembrar, relembrar
        2. levar a relembrar, manter na lembrança
        3. mencionar
        4. registrar
        5. fazer um memorial, fazer lembrança

    אַל


    (H408)
    ʼal (al)

    0408 אל ’al

    uma partícula negativa [ligada a 3808]; DITAT - 90; adv neg

    1. não, nem, nem mesmo, nada (como desejo ou preferência)
      1. não!, por favor não! (com um verbo)
      2. não deixe acontecer (com um verbo subentendido)
      3. não (com substantivo)
      4. nada (como substantivo)

    קַדְמֹונִי


    (H6931)
    qadmôwnîy (kad-mo-nee')

    06931 קדמוני qadmowniy ou קדמני qadmoniy

    procedente de 6930; DITAT - 1988f; adj.

    1. antigo, velho, oriental
      1. antigo, velho
      2. oriental

    רִאשֹׁון


    (H7223)
    riʼshôwn (ree-shone')

    07223 ראשון ri’shown ou ראשׂן ri’shon

    procedente de 7221; DITAT - 2097c adj.

    1. primeiro, primário, anterior
      1. anterior (referindo-se ao tempo)
        1. ancestrais
        2. coisas antigas
      2. o mais à frente (referindo-se à localização)
      3. primeiro (no tempo)
      4. primeiro, principal (segundo o grau) adv.
    2. primeiro, antes, antigamente, no princípio

    בִּין


    (H995)
    bîyn (bene)

    0995 בין biyn

    uma raiz primitiva; DITAT - 239; v

    1. discernir, compreender, considerar
      1. (Qal)
        1. perceber, discernir
        2. compreender, saber (com a mente)
        3. observar, marcar, atentar, distinguir, considerar
        4. ter discernimento, percepção, compreensão
      2. (Nifal) ter discernimento, ser inteligente, discreto, ter compreensão
      3. (Hifil)
        1. compreender
        2. fazer compreender, dar compreensão, ensinar
      4. (Hitpolel) mostrar-se com discernimento ou atento, considerar diligentemente
      5. (Polel) ensinar, instruir
    2. (DITAT) prudência, consideração