Enciclopédia de Eclesiastes 12:3-3

Tradução (ARC) - 2009 - Almeida Revisada e Corrigida

Índice

Perícope

ec 12: 3

Versão Versículo
ARA no dia em que tremerem os guardas da casa, os teus braços, e se curvarem os homens outrora fortes, as tuas pernas, e cessarem os teus moedores da boca, por já serem poucos, e se escurecerem os teus olhos nas janelas;
ARC No dia em que tremerem os guardas da casa, e se curvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;
TB no dia em que tremerem os guardas da casa, e vergarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas,
HSB בַּיּ֗וֹם שֶׁיָּזֻ֙עוּ֙ שֹׁמְרֵ֣י הַבַּ֔יִת וְהִֽתְעַוְּת֖וּ אַנְשֵׁ֣י הֶחָ֑יִל וּבָטְל֤וּ הַטֹּֽחֲנוֹת֙ כִּ֣י מִעֵ֔טוּ וְחָשְׁכ֥וּ הָרֹא֖וֹת בָּאֲרֻבּֽוֹת׃
BKJ no dia em que os guardas da casa tremerem, e os homens fortes se encurvarem, e cessarem os moedores por serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;
LTT No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas,
BJ2 no dia em que os guardas da casa tremem e os homens fortes se curvam, em que as mulheres, uma a uma, param de moer,[z] e cai a escuridão sobre as que olham pelas janelas;
VULG quando commovebuntur custodes domus, et nutabunt viri fortissimi, et otiosæ erunt molentes in minuto numero, et tenebrescent videntes per foramina ;

Referências Cruzadas

As referências cruzadas da Bíblia são uma ferramenta de estudo que ajuda a conectar diferentes partes da Bíblia que compartilham temas, palavras-chave, histórias ou ideias semelhantes. Elas são compostas por um conjunto de referências bíblicas que apontam para outros versículos ou capítulos da Bíblia que têm relação com o texto que está sendo estudado. Essa ferramenta é usada para aprofundar a compreensão do significado da Escritura e para ajudar na interpretação e aplicação dos ensinamentos bíblicos na vida diária. Abaixo, temos as referências cruzadas do texto bíblico de Eclesiastes 12:3

Gênesis 27:1 E aconteceu que, como Isaque envelheceu, e os seus olhos se escureceram, de maneira que não podia ver, chamou a Esaú, seu filho mais velho, e disse-lhe: Meu filho! E ele lhe disse: Eis-me aqui!
Gênesis 48:10 Os olhos, porém, de Israel eram carregados de velhice, já não podia ver bem; e fê-los chegar a ele, e beijou-os e abraçou-os.
I Samuel 3:2 E sucedeu, naquele dia, que, estando Eli deitado no seu lugar (e os seus olhos se começavam já a escurecer, que não podia ver)
II Samuel 21:15 Tiveram mais os filisteus uma peleja contra Israel; e desceu Davi, e com ele os seus servos, e tanto pelejaram contra os filisteus, que Davi se cansou.
Salmos 90:9 Pois todos os nossos dias vão passando na tua indignação; acabam-se os nossos anos como um conto ligeiro.
Salmos 102:23 Abateu a minha força no caminho; abreviou os meus dias.
Zacarias 8:4 Assim diz o Senhor dos Exércitos: Ainda nas praças de Jerusalém habitarão velhos e velhas, levando cada um na mão o seu bordão, por causa da sua muita idade.

Livros

Livros citados como referências bíblicas, que citam versículos bíblicos, são obras que se baseiam na Bíblia para apresentar um argumento ou discutir um tema específico. Esses livros geralmente contêm referências bíblicas que são usadas para apoiar as afirmações feitas pelo autor. Eles podem incluir explicações adicionais e insights sobre os versículos bíblicos citados, fornecendo uma compreensão mais profunda do texto sagrado.

Referências em Livro Espírita

Não foram encontradas referências em Livro Espírita.

Referências em Outras Obras

Não foram encontradas referências em Outras Obras.

Comentários Bíblicos

Este capítulo é uma coletânea de interpretações abrangentes da Bíblia por diversos teólogos renomados. Cada um deles apresenta sua perspectiva única sobre a interpretação do texto sagrado, abordando diferentes aspectos como a história, a cultura, a teologia e a espiritualidade. O capítulo oferece uma visão panorâmica da diversidade de abordagens teológicas para a interpretação da Bíblia, permitindo que o leitor compreenda melhor a complexidade do texto sagrado e suas implicações em diferentes contextos e tradições religiosas. Além disso, o capítulo fornece uma oportunidade para reflexão e debate sobre a natureza da interpretação bíblica e sua relevância para a vida religiosa e espiritual.

Beacon

Comentário Bíblico de Beacon - Interpretação abrangente da Bíblia por 40 teólogos evangélicos conservadores
Beacon - Comentários de Eclesiastes Capítulo 12 do versículo 1 até o 14
2. Idade Avançada (12.1b-5)

Os maus dias (1) aqui se referem à velhice, não à morte, como no capítulo 11.8. O mal desses dias está na sua miséria e limitações (cf. 2 Sm 19:33-35). Não tenho neles contentamento se refere às experiências anteriores da vida que ofereciam alegria. Em toda literatura ninguém retratou de maneira tão comovente a velhice. Aqui de fato está "a música da mortalidade". O texto é obscuro em alguns lugares, e a linguagem é a imagem do poeta. Não se tem concordância de interpretação em relação a algumas fra-ses, mas o significado está claro e é maravilhoso em quase todas as traduções.

A velhice é vista como um tempo de luz efêmera e de dias escuros de inverno. As nuvens (2) dão a entender depressão e a chuva pode ser entendida como lágrimas. (AT Amplificado). "O esplendor e a alegria, o calor e os raios de sol, se esvaíram".4 Os guardas da casa (3) são os braços que se enfraquecem e as mãos que tremem. Os homens fortes são as pernas que se curvam com a idade. Os moedores são uma figura retórica para os dentes. A tradução literal é: "criadas moedoras"; é uma referên-cia ao costume do Oriente segundo o qual os grãos eram moídos pelas mulheres. A expressão se escurecerem os que olham pelas janelas é uma referência aos olhos que já não enxergam.

Rankin5 interpreta todo o versículo 4 como um processo de surdez. Assim as jane-las seriam os ouvidos' que, quando fechados, deixam para fora os sons da rua. O ruído da moedura é o som habitual da vida na casa. A voz das aves é como soa a voz do surdo: aguda e parecida com a dos pássaros.' Para o surdo "todas as notas de uma músi-ca ficam mais fracas" (Smith-Goodspeed).

No versículo 5, a imagem da casa é deixada de lado, mas a descrição da velhice continua. O que está no alto descreve o temor em relação às alturas por causa da instabilidade, tontura ou brevidade da respiração. Espantos no caminho é uma refe-rência aos perigos de uma caminhada devido à falta de agilidade e risco de quedas. A amendoeira florescente (aberta em flores brancas) é uma figura de linguagem poética para os cabelos grisalhos. O gafanhoto for um peso é geralmente interpretado como se até mesmo um objeto pequeno fosse difícil de ser carregado.' Perecer o apetite é tradu-zido de maneira mais literal como: "o negociante de bagas é ineficiente" (Smith-Goodspeed). No tempo de Qoheleth, essa baga [tipo de fruto carnoso e comestível] era usada para estimular o desejo sexual; por essa razão, a versão Berkeley diz que "o desejo do homem se vai" (nota de rodapé). Um significado mais amplo, e um fato real da vida, é sugerido pela ARC, isto é, que todos os apetites naturais já não são tão intensos como no início da vida. Moffatt convenientemente conclui essa descrição do período final da vida da seguinte forma:

Então o homem vai para o seu longínquo, longínquo lar, e pranteadores passam pela rua.

Mas devemos nos lembrar de algumas coisas que Qoheleth não incluiu. Atkins ex-pressa a sua conclusão de forma muito interessante: "Se a velhice não for perseguida por fantasmas demais como remorsos e medos, pode ser um tempo gracioso de tranqüilidade, com os tesouros das lembranças, a recompensa dos filhos dos filhos, a abençoada cama-radagem da mente e do espírito — e do descanso. Como um fim de tarde num dia de verão, quando as nuvens já cobriram quase todo o céu, mas a luz ainda tarda mais um pouco, e ainda se ouvem algumas notas musicais dos pássaros nas copas das árvores, e esse crepúsculo é paz. Pode ser de fato mais do que isso; pode ser a estação para ceifar e armazenar a última colheita da vida.'

3. A Morte Faz Parte da Vida (12:6-8)

Tão certo como a manhã que vem após a noite, a morte vem após a velhice. E mesmo que o raciocínio do versículo 6 venha naturalmente do versículo 5b, o conectivo antes (6) remete ao versículo 1: Lembre-se do seu Criador antes que se quebre a cadeia de prata. A imagem do copo de ouro talvez venha dos móveis do templo, onde esse recipi-ente continha o óleo que mantinha acesa a chama das lâmpadas dos castiçais (cf. Zc 4:2-3). No entanto, aqui a imagem é de um copo de ouro suspenso por uma cadeia [um cordão] de prata. O cordão é cortado; o copo cai e se quebra ("se despedaça"). As duas figuras seguintes representam a vida como um instrumento essencial para a continua-ção da existência. É um cântaro, sem o qual ninguém pode beber da fonte, e uma roda sem a qual ninguém consegue tirar água do poço.

Todas essas metáforas representam a vida terrena como algo que termina subita-mente e que não tem a possibilidade de ser recuperado — o cordão é cortado; o copo despedaça, o cântaro e a roda estão quebrados. Agora Qoheleth medita a respeito do que a Bíblia diz sobre a criação do homem (cf. Gn 2:7) : e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu (7). Pela última vez, Eclesiastes dá o seu parecer a respeito da vida que um homem acredita terminar na sepultura: "Completamente fútil [...] tudo é fútil!" (8, Moffatt).

Nos versículos 1:7, encontramos uma advertência divina: Lembra-te do teu Cria-dor.
1) Lembre-se dele nos dias da sua juventude, 1;

2) Lembre-se dele antes que os dias da velhice venham 2:5;

3) Lembre-se dele antes que você seja chamado para se encon-trar com Deus, 6 e 7.

B. A VIDA À Luz DA ETERNIDADE, 12:9-14

Os versículos finais são uma recomendação do autor e um resumo de suas idéias. Alguns intérpretes concluem que eles foram adicionados por algum discípulo, mas uma hipótese como essa não é necessária. Não existe mudança alguma no vocabulário ou no estilo;10 e outros autores inspirados aprovaram este conselho, que eles próprios defende-ram (cf. 1 Co 7.25).

1. Qoheleth como Professor (12.9,12)

O Pregador (9) não era apenas sábio mas também procurou ser um professor -para compartilhar sua sabedoria com outros. A expressão quanto mais [...] tanto mais sugere que o autor escreveu outros provérbios que não estão neste livro: "Ele escreveu, e escolheu e organizou muitos provérbios" (Smith-Goodspeed). A frase Pro-curou o Pregador achar palavras agradáveis (10) demonstra a preocupação do autor com seu estilo. Ele sabia que "como maçãs de ouro em salvas de prata, assim é a palavra dita a seu tempo" (Pv 25:11). Mas como um verdadeiro homem de Deus, o Pregador nunca deixou que seu estilo confundisse a transmissão de sua mensagem; o que ele escrevia eram palavras de verdade. Estas palavras eram como aguilhões, e como pregos; isto é, elas possuíam "uma brevidade penetrante [...] uma influência estimulante e minuciosa"ll (cf. Hb 4:12). Mestres das congregações é melhor tradu-zido como "coleção de ditos" (cf. NVI, Berkeley, AT Amplificado). "A expressão único Pastor se refere não a Qoheleth ou a Salomão, mas a Deus, o manancial da sabedo-ria"." Visto que essas palavras foram dadas sob inspiração divina, o autor segue com total convicção para a sua exortação: E, de mais disso, filho meu, atenta (12). Mui-tos livros foram escritos e muito estudo foi dedicado para se descobrir o sentido da vida. Mas longe da revelação, esses livros apenas levam ao enfado [...] da carne. O homem de Deus reconhece a importância do intelecto (9:17-18), mas ele também está ciente de suas limitações (8.17).

2. A Resposta de Deus à Busca do Homem (12:13-14)

O estado de espírito com o qual Eclesiastes termina é o seguinte: O que já foi escrito é o suficiente, assim, vamos descobrir o propósito de tudo o que se tem ouvido (13). Esta declaração fala claramente da revelação divina. Existe um Deus no céu ao qual o homem deve temer. Ele nos deu seus mandamentos, os quais espera que nos esforcemos em guardar, porque este é o dever de todo homem — e todo o dever do homem (cf. ASV, nota de rodapé).

Deus é um Deus santo, e Ele está preocupado com a santidade ética dos homens. Ele vai trazer a juízo toda obra (14) — até mesmo tudo o que está encoberto. Cada ato e cada pensamento do homem, tudo vai ser julgado tendo como base se foi bom ou mau.

Qoheleth apresenta a busca pelo maior bem do homem. Como sempre, sua melhor resposta, baseada apenas neste mundo, é: viva da maneira mais confortável possível. Mas mesmo neste mundo a realização de objetivos dignos é melhor do que o mero conforto.

Não é o divertimento, e não é o sofrimento, O caminho ou o fim que nos foi destinado; Mas agir, para que cada amanhã

Nos encontre mais longe do que hoje.'3

Jesus nos conta que tanto o nosso conforto como o nosso empenho encontram seu significado e seu lugar no fato de comprometermos toda a nossa vida a Deus. Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas (Mt 6:33).


Genebra

Comentários da Bíblia de Estudos de Genebra pela Sociedade Bíblica do Brasil para versão Almeida Revista e Atualizada (ARA)
Genebra - Comentários de Eclesiastes Capítulo 12 do versículo 1 até o 14


*

12:1

maus dias. Se os prazeres foram irrestritos na juventude, tanto os prazeres quanto o Criador serão desconhecidos nos últimos anos de vida.

*

12.2-7 Salomão comentou sobre o envelhecimento e a morte, usando a extensa metáfora de uma casa que está caindo aos pedaços. Ele contrasta a deterioração da casa com a permanência da Natureza. É melhor aceitarmos essas metáforas quanto ao seu efeito total, em lugar de especular quanto ao significado de cada figura individual. Conforme as notas seguintes o indicam, algumas associações são mais claras do que outras.

*

12:3

guardas da casa. As diversas frases aqui provavelmente referem-se a partes do corpo como membros de uma casa.

*

12:5

te embranqueceres, como floresce a amendoeira. A cor branca da amendoeira é associada aos cabelos brancos das pessoas idosas.

casa eterna. Essas palavras não se referem somente ao sepulcro, mas à presença do Criador e Juiz da pessoa (v. 7).

*

12:6

copo de ouro. Essas palavras descrevem uma lâmpada quebrada na queda causada pelo rompimento de uma corrente de prata. Copos quebrados e cordas partidas sugerem a fragilidade que vem com a idade avançada.

*

12:7

o espírito volte a Deus. A existência humana continua para além da morte.

*

12:8

Vaidade de vaidade. Uma reiteração final do refrão do Pregador.

*

12.9-14 O livro termina com um tributo à sabedoria de Salomão, provendo as chaves que interpretam o livro.

*

12:11

dadas pelo único Pastor. As palavras do livro de Eclesiastes foram sopradas por Deus (2Tm 3.16).

*

12:13

a suma é. Uma leal submissão ao governo de Deus é a admoestação central e o sumário da literatura de sabedoria (5.7; 28:28; Pv 1:7; 9:10).

*

12:14

juízo. O julgamento por Deus de nossos pensamentos e atos é um tema dominante que emerge por todo o livro (3.17; 8.12,13 11:9; 2Co 5:10).


Matthew Henry

Comentário Bíblico de Matthew Henry, um pastor presbiteriano e comentarista bíblico inglês.
Matthew Henry - Comentários de Eclesiastes Capítulo 12 do versículo 1 até o 14
12:1 Uma vida sem Deus produz uma pessoa velha amargurada, solitária e sem esperança. Uma vida centrada em Deus é plena, faz que os "anos maus" -quando as incapacidades, as enfermidades e os impedimentos podem ser barreiras que nos impedem de desfrutar da vida- satisfaçam-nos devido à esperança da vida eterna. Ser jovem é emocionante. Mas a emoção da juventude pode converter-se em um obstáculo para aproximar-se de Deus se fizer que a gente jovem centre sua atenção nos prazeres passageiros em lugar de nos valores eternos. Ponha suas capacidades ao serviço de Deus quando ainda sejam delas: durante a juventude. Não as desperdice em atividades más ou sem significado que podem voltar-se maus hábitos e fazê-lo insensível. Procure deus agora.

12.6-8 A cadeia de prata, a terrina de ouro, o cântaro e a roda simbolizam a fragilidade da vida. Com quanta facilidade nos chega a morte, com quanta rapidez e sem esperá-lo podemos retornar ao pó de que saímos. portanto, deveríamos ter a vida como um recurso que terá que usar sabiamente e não esbanjá-la frívolamente.

12.7, 8 Despojados do Espírito de Deus, nossos corpos retornam ao pó. Despojados do propósito de Deus, nosso trabalho é em vão. Despojados do amor de Deus, nosso serviço é vaidade. Devemos pôr a primeiro Deus sobre tudo e em tudo o que fazemos, porque sem O não temos nada. Saber que a vida é vaidade sem Deus motiva à pessoa sábia a procurar primeiro Deus.

12:11 O aguilhão se usava para manter ao boi ou ao gado em marcha. Como um aguilhão, uma palavra sábia ou uma verdade importante pode ser desagradável quando se aplica pela primeira vez, mas nos manterá em marcha em direção de Deus.

12:12 Existem opiniões intermináveis a respeito da vida e filosofias a respeito da forma em que devemos viver, que podem ser lidas e estudadas por sempre. Não é mau as estudar, mas deveríamos passar a maior parte do tempo nos alimentando da verdade da Palavra de Deus. A sabedoria deve levar a ação. Os estudantes sábios da Bíblia compreenderão e farão o que lhes ensinou. Devido a nosso tempo na terra é muito curto, devemos usá-lo para aprender verdades importantes, as que afetam esta vida e a eternidade.

12.13, 14 Em sua conclusão, Salomão apresenta seus antídotos para as duas enfermidades apresentadas neste livro. Quem careça de propósito e direção na vida devem respeitar a Deus e seguir seus princípios para a vida. Os que pensam que a vida é injusta devem recordar que Deus analisará a vida de cada pessoa para determinar como respondeu ao e trará para julgamento todo feito.comprometeu você sua vida presente e futura com Deus? Está sua vida à altura das normas de Deus?

12.13, 14 O livro do Eclesiastés não pode interpretar-se corretamente sem ler estes versículos finais. Não importam quais sejam os mistérios e as aparentes contradições da vida, devemos trabalhar para o único propósito de conhecer deus.

No Eclesiastés, Salomão nos mostra que devemos desfrutar da vida, mas que isto não nos exime de obedecer os mandamentos de Deus. Devemos procurar o propósito e o significado da vida, mas não se podem encontrar nos lucros humanos. Devemos reconhecer a maldade, necedad e injustiça na vida, e mesmo assim manter uma atitude positiva e uma fé sólida em Deus.

Todas as pessoas terão que comparecer diante de Deus e ser julgadas pelo que fizeram nesta vida. Não poderemos utilizar as incongruências da vida como desculpas de não ter vivido adequadamente. Para viver bem, necessitamos: (1) reconhecer que o esforço humano separado de Deus é vaidade, (2) colocar a Deus em primeiro lugar... agora, (3) receber todo o bom como um presente de Deus, (4) dar-se conta que Deus julgará tanto o mau como o bom e (5) saber que Deus julgará a qualidade de vida de toda pessoa. Resulta muito estranho que a gente se passe a vida inteira lutando por alcançar o verdadeiro gozo que Deus nos dá como presente.


Wesley

Comentário bíblico John Wesley - Metodista - Clérigo Anglicano
Wesley - Comentários de Eclesiastes Capítulo 12 do versículo 1 até o 14
C. LEMBRE-SE (12: 1-8)

1 Lembre-se também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que os dias maus vêm, e cheguem os anos, quando dirás: Não tenho prazer neles; 2 antes que o sol ea luz, ea lua, e as estrelas, escurecem, e as nuvens depois da chuva; 3 no dia em que os guardas da casa tremerem, e os homens fortes se curvarem, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e os que olham de as janelas se escurecerá, 4 e as portas se fecharão na rua; quando o som da moagem é baixa, e nos levantarmos à voz das aves, e todas as filhas da música ficarem abatidas; 5 sim, eles terão medo de que o que é alto, e terrores será em o caminho; e-florescer a amendoeira, eo gafanhoto for um peso, e falhar o desejo; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando as ruas: 6 antes do cordão de prata é solto, ou o copo de ouro está quebrado, ou se despedace o cântaro junto à fonte, ou se desfaça a roda junto à cisterna, 7 e a poeira torna ao terra, como o era, eo espírito returneth a Deus que o Dt 8:1 Vaidade de vaidades, diz o pregador; tudo é vaidade.

Qoheleth conclui o seu conselho para o leitor nesta seção com uma chamada para recordação. Ele, sem dúvida, está falando de sua própria experiência, explicando os fatores que tê-lo paralisado e repreendeu-o. Uma série de comentadores mudaram a palavra Criador para ler "cisterna" (omitindo uma letra ou transposição de uma letra no texto hebraico), e ter sentido que era para se referir a uma esposa legítima. Não há nenhuma evidência textual para suportar tal. Outros comentaristas pensam que é uma outra inserção por uma mão piedosa mais tarde. Ambos os pontos de vista ilustrar como é fácil de encontrar em um texto o que se traz a ele. Qoheleth está dando agora a conclusão de que é consistente com seu cada referência a Deus de sua seção de abertura (Ec 1:13 ; 2: 24-26 ). Como ele apresenta sua alegoria do início da velhice, o objetivo é fazer com que o leitor ciente de que um jovem só vai passar os dias corretamente quando ele mantém em mente o fato de Deus. A única verdadeira preparação para o fim da vida é a mordomia correta diante de Deus da parte anterior da vida.

O significado exacto de cada figura dada nesta passagem bem conhecido não pode ser determinada. Alguns parecem bastante óbvias. No entanto, um estudo da literatura irá mostrar como diverso tem sido a compreensão de cada item. O leitor que está interessado em ver o comprimento notável a que alguns chegaram a interpretar esta passagem estará interessado no tratamento da AD Poder onde ele mostra dezessete sugestões diferentes para o significado do gafanhoto em Ec 12:5) foram tomadas como referindo-se a "costelas", "lombos", "pernas" e "mãos". O último é provavelmente preferível. Os homens fortes pode referir-se as pernas, os moedores até os dentes, e os que olham para fora das janelas para os olhos. Asportas foram tomadas pelo Targum para significar os pés. Outros viram uma referência para os dentes quando idos, a surdez, ou ao fim de hotelaria que caracteriza a velhice. O som da moagem foi entendida no Talmud como referindo-se a digestão prejudicada, no Targum para o apetite, por outras pessoas para a voz trêmula, ou o farfalhar de uma boca desdentada. A referência ao aumento na voz de um pássaro pode se referir ao sono leve dos idosos, ou a voz mais estridente que vem com a idade. As filhas da músicaque são de baixo pode referir-se ao enfraquecimento da capacidade de o velho quer ouvir ou cantar. As colinas Evitar idosos, encontrar uma tendência crescente para estar apreensivo sobre coisas insignificantes, encontrar coisas que antes eram leves (gafanhotos) agora para ser onerosa. A floração da amendoeira pode referir-se a brancura dos cabelos. A palavra que é traduzida desejo refere-se a uma baga que deveria ter o poder de estimular o apetite sexual. Assim velhice vê a passagem desta parte da vida vital do homem. O Pregador conclui seu retrato poético da abordagem da morte com uma imagem da perda de luz e água. No primeiro, o cordão de prata que sustenta a luz ou a bacia do qual flui o óleo está quebrado. No outro, se despedace o cântaro junto à fonte, ou a roda [é] quebrado que puxa a água do poço. A própria tentativa de explicar uma passagem como esta é transformá-lo de poesia em prosa maçante. Na apreciação estética da passagem, no entanto, não se deve perder a palavra final de Qoheleth sobre o destino do homem. Seu corpo, obviamente, retorna à terra, mas seu espírito volta a Deus que o deu. Esta não é a afirmação de toque sobre a ressurreição, que se encontra em 1Co 15:1 Procurou o pregador achar palavras agradáveis, e que foi escrito em retidão, até mesmopalavras de verdade.

11 As palavras dos sábios são como aguilhões; e como pregos bem fixados são as palavras de mestres das assembléias, que . foram dadas pelo único pastor 12 E além disso, meu filho, ser admoestados: De fazer muitos livros não há fim; e muito estudar é enfado da carne.

13 Este é o fim da questão; tudo já foi ouvido: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é todo o dever do homem. 14 Porque Deus há de trazer a juízo toda obra, e até tudo está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.

Agora, a pessoa muda. O escritor não fala mais como Qoheleth na primeira pessoa. The Preacher é descrito em vez de descrever. Somos informados de que ele era sábio , que ele ensinou ao povo o conhecimento , que ele buscou palavras agradáveis, palavras de verdade que foram escritas com retidão . Qoheleth era um homem sábio, um professor profissional da sabedoria. A palavra traduzida ponderou na verdade significa "pesado." Como o pastor é responsável pela orientação e proteção do rebanho, o sábio foi o responsável pela busca e coleta de sabedoria, para o ensino e incitar aqueles que estavam reunidos para ele. Devemos lembrar aqui a palavra falada sobre Salomão (1Rs 4:32 ), como ele falou três mil provérbios, composto 1.005 músicas, discursou com conhecimento de causa sobre árvores, animais, aves, répteis e peixes, e como as pessoas de todo os reinos da terra veio ouvir a sua sabedoria. Qoheleth agora diz que o fim de toda a pesquisa, o depósito da sabedoria adquirida, é simplesmente que os homens devem temer a Deus e guardamos os seus mandamentos , porque Deus vai trazer a juízo toda obra, quer seja bom, quer seja mau. As referências à imensidão de tomada de livro e do cansaço do estudo parecem ser o caminho de Qoheleth de contar o seu mundo que deve lucrar com sua longa pesquisa após significado, que ele vai aprender mais do que ele fez, que esta palavra é do homem mais alto sabedoria. Isto pode não ser o que o pregador esperado quando ele começou a sua busca, e pode não ser tudo o que ele tinha a esperança de aprender, mas há uma questão séria a respeito de se o homem na sua busca após sabedoria tem sido capaz de melhorar visivelmente sobre ele em milênios desde então.

Bibliografia

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Rankin, OS Literatura de Sabedoria de Israel . Edinburgh: T. & T. Clark, 1954.

Robinson, H. Wheeler. inspiração e revelação no Antigo Testamento . Oxford: Clarendon, 1946.

Rylaarsdam, J. Coert. Revelação na Literatura de Sabedoria judaica . Chicago: University Press, 1946.

Schultz, Samuel J. O Antigo Testamento fala . New York: Harper, 1960.

Young, EJ Uma Introdução ao Antigo Testamento . Grand Rapids: Eerdmans, 1948.

III. ARTIGOS

Blank, SH "Eclesiastes." O Dicionário do Intérprete da Bíblia . Ed. Buttrick George A., et al . Vol. II. New York: Abingdon, 1962.

Dahood, Mitchell J. "Influência cananeu-fenícia em Eclesiastes," Biblica , 33 (1952).

JoúON, Paulo. "Notes sur le texte philologiques hebreu d'ecclesiaste," Biblica , 11 (1930).

Torrey, Charles C. "A questão da língua original do Eclesiastes," The Quarterly Review judaica , XXXIX (1948).

Wiersbe

Comentário bíblico expositivo por Warren Wendel Wiersbe, pastor Calvinista
Wiersbe - Comentários de Eclesiastes Capítulo 12 do versículo 1 até o 14
  1. O problema decidido (Ec 11:0)

Salomão já decidira que o homem não é um elo da engrenagem, que não há nada de errado em usufruir das riquezas e dos prazeres para a glória de Deus, e que o fato de não entendermos tudo o que o Senhor faz não é um impedimento para vi-vermos felizes. Nos capítulos 11 — 12, Salomão resume o assunto todo com três admoestações:

  1. Viva pela fé (Ec 11:1-21)

Nesta vida, as circunstâncias nunca serão as ideais, mas devemos se-guir em frente, e obedecer a Deus, e confiar nele para obtermos os re-sultados. Se você espera pelo vento certo ou pelo dia apropriado, pode perder sua oportunidade. Você pode parecer um tolo, como alguém que lança o pão sobre as águas em mo-vimento, mas Deus providenciará para que ele retorne para você.

  1. Lembre-se de que a vida terminará (Ec 11:7-21 — o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Observe aqui as três palavras-chave dirigidas especialmente aos jovens: "Alegra-te" (11:9), "remove" (11:
    10) e "Lembra-te" (12:1). Alegra-te nas bênçãos de Deus enquanto és jo-vem; remove de tua vida os peca-dos que causam dor; e lembra-te de servir ao Senhor e temê-lo "nos dias da tua mocidade". Ec 12:1-21 apresenta uma descrição poética da velhice e da morte. Veja se descobre a que partes do corpo humano esses termos poéticos se referem.

    1. Tema a Deus e obedeça a ele (Ec 12:8-21)

    Viva como os que, um dia, enfrenta-rão o julgamento. Será que quando o fogo de Deus testar suas obras, to-das elas se queimarão (1Co 3:9-46)? Recomendo a interpretação da con-clusão de Salomão à luz Dt 1:0). A pessoa não-salva perde tudo com a morte, assim como o cristão mun-dano e carnal, que "será salvo, to-davia, como que através do fogo" (1Co 3:15). Todavia, o cristão fiel que goza as bênçãos do Senhor hoje e usa sua vida para glorificar a Cristo receberá recompensas em abundância na vida por vir.

    À luz do Novo Testamento, Eclesiastes não é um livro "pessi-mista" que nega as alegrias da vida. Ao contrário, ele prova que, embora haja muitos mistérios na vida que não conseguimos explicar, pode-mos viver e desfrutar as bênçãos de Deus e glorificar o nome dele.


Russell Shedd

Comentários da Bíblia por Russell Shedd, teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora.
Russell Shedd - Comentários de Eclesiastes Capítulo 12 do versículo 1 até o 14
12:1-8 É uma descrição maravilhosa da idade avançada com suas enfermidades (v. 1, "anos", "Não tenho neles prazer"): falta de interesse e de ideais, fraqueza do corpo (2), dos braços, das pernas e das costas, dos dentes e das vistas (3), falta de assunto para falar, fraqueza de voz (4), vertigens em lugares altos e tremor no caminho, cãs alvas e falta de apetite (5). Antes do v. 6 devemos introduzir o começo de todo este parágrafo novamente: "Lembra-te do Teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que se rompa...". Então está perto a hora da morte (poeticamente descrita no v. 6). O corpo volta ao lugar de proveniência (Gn 3:19) e o espírito e a alma, a Deus, que os deu (Gn 2:7). O fato de aqui não se tratar da ressurreição e da reunião entre o corpo e a alma no derradeiro dia, nada diz contra a fé, em Salomão, na eternidade da alma. O grande rei, aqui, diz em que estado, em que idade e porque ele escreveu o livro Eclesiastes, repetindo o tema (8).

12.9 Provérbios. Traço de união entre Provérbios e Eclesiastes; Salomão provavelmente é o autor de ambos os livros.

12.13,14 Que Jesus guardou perfeitamente os mandamentos divinos em nosso lugar, isto não nos isenta de, com fé e coma assistência do Espírito Santo procurar alcançar uma perfeição sempre maior (Fp 3:12) e isto, não para merecer o céu, já conquistado para nós, mas por gratidão e para maior glória de nosso Deus.


NVI F. F. Bruce

Comentário Bíblico da versão NVI por Frederick Fyvie Bruce, um dos fundadores da moderna compreensão evangélica da Bíblia
NVI F. F. Bruce - Comentários de Eclesiastes Capítulo 12 do versículo 1 até o 14
12.1. Criador, não meramente um sinônimo de Deus, mas a ênfase no fato de que ele é Criador. O versículo é o clímax das ordens repetidas de que se deve usufruir os presentes do Criador (e.g., 2.25; 3.13 5:18, 19. V. tb. a Introdução: O significado do livro). v. 2-6. Embora haja um consenso há muito tempo de que nesses versículos temos uma alegoria da velhice, ainda não há consenso acerca dos detalhes. Os esquemas que tentam encaixar todos os detalhes num retrato coerente e completo, além de ingênuos, não são convincentes. (A. D. Power fez uma coletânea e classificação de 176 sugestões equivalentes!) E de se duvidar que o autor tenha tido a intenção de dar um sentido alegórico a todos os detalhes. Para complicar as coisas ainda mais, ele misturou suas imagens e inseriu algumas descrições literais. Mas, apesar disso, a direção geral está clara. v. 2. A luz que desvanece na velhice; agora não há mais a possibilidade de que as nuvens passem ou que o sol volte a brilhar, v. 3. As características da casa decaída correspondem à força decadente do homem (ou mulher) idoso — mãos trêmulas, pernas tortas, poucos dentes, visão embaçada e audição deficiente (v. 4). v. 4. quando o barulho das aves o fizer despertar. ele já não consegue dormir bem. o som de todas as canções lhe parecer fraco-, ele perdeu a capacidade de cantar ou de apreciar a música. v. 5. quando florir a amendoeira-, o seu cabelo fica branco, o gafanhoto for um peso-, ele está encurvado e só consegue caminhar com grande dificuldade, e o desejo já não se despertar, não tem mais apetite sexual, lar eterno-, a morte. v. 6. Temos aqui dois retratos da morte: (a) o cordão que segura a lâmpada é cortado, e por isso a lâmpada cai e o seu bojo se quebra; (b) a roda usada para tirar água do poço quebra, e o cântaro se despedaça. v. 7. e o espírito volte a Deus, que o deu: toda a vida pertence a Deus. Ela vem dele e é encerrada quando ele determina.


3) Comentários finais (12:9-14)
A mudança da primeira para a terceira pessoa sugere que essas notas de rodapé biográficas podem ter sido acrescentadas por outro escritor, provavelmente um dos contemporâneos do autor, talvez um dos seus antigos alunos. O nosso autor não somente ensinava profissionalmente nas escolas de sabedoria, mas também ensinava o povo comum. Ele preparou seu ensino com cuidado, selecionando ditados de sabedoria tradicionais para combiná-los com os seus, e o apresentou de forma útil e instrutiva para os seus ouvintes. Mas ele nunca distorceu a verdade para ajustá-la a seus propósitos (v. 9,10). O autor acrescenta o comentário de que esse tipo de ensino de sabedoria, cuja verdadeira fonte é Deus, estimula os ouvintes e fica bem firme na mente deles (v. 11).
Entretanto, uma advertência é necessária, pois o estudo excessivo pode ser prejudicial, especialmente se a pessoa se aventura além dos ensinos expostos pelos sábios (v. 12). O temor a Deus e a obediência a seus mandamentos ainda são fundamentais para todo o comportamento do homem, e Deus vai lhe pedir contas das suas ações (v. 13,14).
12:9-14. Gordis vê aqui somente um acréscimo editorial. Rankin vê dois: o elogio de um primeiro discípulo (v. 9-11) e a advertência de um segundo discípulo (v. 12-14). Eissfeldt também vê dois, mas começando no v. 12, i.e., v. 12 e v. 13,14. v. 9. povo: em contraste com os filhos dos ricos que freqüen-tam as escolas de sabedoria, colecionou: inclui a idéia de ser autor. v. 11. único Pastor. Deus. v. 12. meu filho: uma forma comum de tratamento entre mestre e discípulo. Cuidado [...] nada acrescente a eles: uma tradução duvidosa. E possível que deva ser traduzido simplesmente por “há mais uma coisa que eu quero dizer” (NTLH), referindo-se ao que segue nos v. 13,14. O fato de o homem usufruir a vida como presente de Deus não o dispensa da obediência nem o isenta do juízo.

BIBLIOGRAFIA
Comentários

Barton, G. A. The Book of Ecclesiastes. ICC. Edinburgh e New York, 1908.

Fuerst, W. J. The Books of Ruth, Esther, Ecclesiastes, Song of Songs, Lamentations. CBC. Cambridge, 1975.

Gordis, R. Koheleth: the Man and his World. New York, 1969.

Jones, E. Proverbs and Ecclesiastes. TC. London, 1968.

Power, A. D. Ecclesiastes. London, 1952.

Rankin, O. S. Ecclesiastes. In: IB. V. Nova York, 1956.

Ryder, E. T. Ecclesiastes. In: Peake’s Commentary on the Bible. 2. ed. London, 1962.

Scott, R. B. Y. Proverbs/Ecclesiastes. AB. New York, 1965.

Outras obras

Castellino, G. R. Qohelet and his Wisdom. CBQ 30, 1968, p. 15-28.

Ginsberg, H. L. The Structure and Contents of the Book of Koheleth. In: Supplements to “Vetus Testamentum” 3, 1955, p. 138-49.

Osborn, N. D. A Guide for Balanced Living. The Bible Translator. 21, 1970, p. 185-96.

Scott, R. B. Y. The Way of Wisdom. New York, 1971. von Rad, G. Wisdom in Israel. T. I., London, 1972. Wright, A. G. The Riddle of the Sphinx. CBQ 30, 1968, p. 313-34.

Wright, J. S. The Interpretation of Ecclesiastes. EQ 18, 1946, p. 18-34, reimpr. In: Classical Evangelical Essays in OT Interpretation, ed. W. C. Kaiser, Grand Rapids, 1972.


Francis Davidson

O Novo Comentário da Bíblia, por Francis Davidson
Francis Davidson - Comentários de Eclesiastes Capítulo 12 do versículo 1 até o 8
Ec 12:1

2. RELEMBRA-TE (Ec 12:1-21). O homem é uma criatura do tempo. No fim, sua situação de criatura se evidencia inequivocamente em sua dissolução. Certamente que é sabedoria elementar tomar em consideração esse "horizonte" último (Heidegger) em qualquer tentativa de traçar o padrão da existência. Eclesiastes recomenda o franco reconhecimento de nosso estado de criaturas, mesmo na juventude, o período em que isso parece menos evidente e quando a vida parece inextinguível. É somente quando vista nessa perspectiva é que a juventude pode ser corretamente entendida e corretamente desfrutada. O "problema da juventude" que tem assumido proporções tão grandes em nossa época é, em grande escala, conseqüência de uma falsa perspectiva, em que o horizonte fica indefinido, é a brincadeira de um homem cego com a morte, o que é uma das principais estultícias de nossa era.

Lembra-te do teu Criador (1). É notório como Eclesiastes mostra sua mão aqui. A visão da idade e da morte produz nele não memento morti (lembra-te que deves morrer), mas memento Creatoris (lembra-te do teu Criador). Por esse conceito ele se distingue claramente de todos os céticos, cínicos e epicureus, com quem ele freqüentemente tem sido confundido.

Os versículos seguintes (2-7) contém uma descrição figurada da decadência e da dissolução da vida, mas o quadro é difícil de ser interpretado detalhadamente. O quadro da tempestade que se avizinha (2) talvez tenha a intenção de sugerir a aproximação da morte de modo geral ou, mais particularmente, à decadência das faculdades internas. A imagem dos vers. 3 e 4 mui provavelmente tenciona representar a decadência dos órfãos corporais: os guardas da casa seriam as mãos, os homens fortes seriam as pernas, os moedores seriam os dentes, os que olham pelas janelas seriam os olhos, e as duas portas seriam os ouvidos. As cláusulas restantes do vers. 4 parecem referir-se todas à decadência dos poderes da fala e do canto. E se levantar à voz das aves (4). Se o ele (oculto) significa um homem idoso, isso envolveria a inserção abrupta de uma declaração literal no meio de uma alegoria elaborada. Mas, excetuando isso, não é verdade que o indivíduo idoso se levante à voz de um pássaro. Os idosos são menos facilmente despertados que os jovens, especialmente em vista que freqüentemente são surdos (as duas portas da rua se fecharem)! É provável que o texto tenha sido corrompido e que o original dissesse que a voz do indivíduo idoso se torna débil e tende a parecer-se com o trêmulo gorjear de um pássaro.

>Ec 12:5

A alegoria é abandonada no vers. 5, e a descrição literal toma o seu lugar: as pessoas idosas têm medo das alturas, e têm receio de aventurar-se seja no que for. Em vista da grande e fantástica variedade de interpretações que têm sido sugeridas para a amendoeira, o gafanhoto e o apetite, parece melhor seguir Wetzstein e Hertzberg, e tomar literalmente as três cláusulas como descrições dos fenômenos da primavera e do verão: a amendoeira floresce, o gafanhoto se carrega (de alimento), e quanto ao "apetite", nem todas as versões dão tal sentido a essa palavra, mas consideram-na também uma árvore-mas todas essas alegres visões nada significam para o homem de idade, que após a dissolução de sua casa terrestre (3; cfr. 2Co 5:1), segue para sua habitação eterna.

>Ec 12:6

A alegoria é reiniciada no vers. 6. As figuras da cadeia de prata quebrada e do copo de ouro despedaçado parecem referir-se à dissolução da alma e do corpo. A vida de um homem se assemelha primeiramente a um copo de ouro (contendo azeite para a lâmpada), suspenso por uma corrente de prata; e então é comparada com um cântaro despedaçado com o qual a água é tirada de um poço. A lâmpada e o cântaro eram símbolos familiares da vida, na antigüidade. O espírito volte a Deus, que o deu (7). Parece que Eclesiastes avançou um tanto além da posição assumida em Ec 3:21, mas suas palavras aqui, apesar de sugestivas, não são de tal ordem que formem o fundamento de uma esperança de imortalidade. Ele está vendo a dissolução do corpo e do espírito do ponto de vista "debaixo do sol", e ele simplesmente declara que cada qual volta à origem onde teve início-o corpo para o pó e o espírito para Deus (Gn 2:7). Quanto ao destino final do espírito, depois do retorno a Deus, Eclesiastes não se ocupou a falar disso.

>Ec 12:8

Vaidade de vaidades... (8). O autor "fez todas as coisas terrenas ficarem pequenas, e finalmente permanece sentado nesse montão de poeira de vanitas vanitatum" (Delitzsch). Seu argumento, tal como todas as coisas debaixo do sol (Ec 1:3-21), deu uma volta completa, e ele repete o teorema que se abalançou a demonstrar (Ec 1:2) com um ar de finalidade, como que a dizer: quod erat demonstrandum.


Dicionário

Casa

substantivo feminino Construção em alvenaria usada como moradia, com distintos formatos ou tamanhos, normalmente térrea ou com dois andares.
Pessoas que habitam o mesmo lugar; reunião dos indivíduos que compõem uma família; lar: a casa dos brasileiros.
Reunião das propriedades de uma família ou dos assuntos familiares e domésticos: ele cuida da administração da casa.
Local usado para encontros, reuniões; habitação de determinado grupos com interesses em comum: casa dos professores.
Designação de algumas repartições ou organizações públicas ou das pessoas subordinadas ao chefe do Estado: casa da moeda; Casa Civil.
[Ludologia] As divisões que, separadas por quadrados em branco ou preto, compõe um tabuleiro de xadrez ou de damas.
Em costura, fenda usada para pregar botões.
[Matemática] Cada dez anos na vida de alguém: ele está na casa dos 20.
[Marinha] Fenda ou buraco através do qual algo é instalado a bordo; cada fenda leva o nome do objeto instalado.
Etimologia (origem da palavra casa). A palavra casa deriva do latim "casa,ae", com o sentido de cabana.

substantivo feminino Construção em alvenaria usada como moradia, com distintos formatos ou tamanhos, normalmente térrea ou com dois andares.
Pessoas que habitam o mesmo lugar; reunião dos indivíduos que compõem uma família; lar: a casa dos brasileiros.
Reunião das propriedades de uma família ou dos assuntos familiares e domésticos: ele cuida da administração da casa.
Local usado para encontros, reuniões; habitação de determinado grupos com interesses em comum: casa dos professores.
Designação de algumas repartições ou organizações públicas ou das pessoas subordinadas ao chefe do Estado: casa da moeda; Casa Civil.
[Ludologia] As divisões que, separadas por quadrados em branco ou preto, compõe um tabuleiro de xadrez ou de damas.
Em costura, fenda usada para pregar botões.
[Matemática] Cada dez anos na vida de alguém: ele está na casa dos 20.
[Marinha] Fenda ou buraco através do qual algo é instalado a bordo; cada fenda leva o nome do objeto instalado.
Etimologia (origem da palavra casa). A palavra casa deriva do latim "casa,ae", com o sentido de cabana.

No sentido mais lato da palavra “baytith” emprega-se para significar qualquer habitação, fixa, ou mutável. Pode ter-se derivado de uma raiz que significa passar a noite. Também o tabernáculo de Deus, embora tenha sido apenas uma tenda, é, algumas vezes, chamado a casa, a residência de Deus. Pouca mudança tem havido no sistema de edificar casas no oriente. As ruas das cidades são geralmente estreitas, tendo, por vezes de um e de outro lado uma carreira de lojas. Por detrás destas estão as habitações. Se entrarmos numa das principais casas, passaremos, primeiramente, por um corredor, onde se vêem bancos de cada lado, e é ali que o senhor da casa recebe qualquer indivíduo, quando quer tratar dos seus negócios, sendo a poucas pessoas permitido passar adiante. Para além desta entrada, o privilegiado visitante é recebido no pátio, ou quadrângulo, que geralmente é pavimentado de mármore ou outra substância dura, e não tem cobertura. Este pátio dá luz e ar a vários compartimentos que têm portas para aquele quadrângulo. Com o fim de receber hóspedes, é o pavimento coberto de esteiras ou tapetes – e visto como estão seguros contra qualquer interrupção de fora, é o lugar mais próprio para recepções e diversões. o pátio é, geralmente, rodeado de um claustro, sobre o qual, quando acontece ter a casa mais de um andar, é levantada uma galeria para cada andar nas mesmas dimensões que o claustro, tendo uma balaustrada para impedir o povo de cair. As janelas que deitam para a rua são pequenas e altamente colocadas, sendo fechadas por meio de um sistema de tábuas furadas e esculpidas em vez de vidro. Deste modo fica oculto o morador, podendo, contudo, obter uma vista do que se passa fora. Todavia, as janelas dos andares superiores são, freqüentemente, de considerável grandeza, e construídas numa saliência para fora da parede da casa. Foi esta a espécie da janela pela qual foi atirada Jezabel por mandado de Jeú. Nas casas dos ricos a parte mais baixa das paredes é adornada de tapeçarias de veludo ou damasco, suspensas em ganchos, podendo esses ornamentos subir ou descer segundo se quer (Et 1:6). A parte superior das paredes é adornada de um modo mais permanente, ao passo que os tetos são, algumas vezes, feitos de madeira preciosa e odorífera (Jr 22:14). os sobrados destes esplêndidos quartos são cobertos de lajes pintadas, ou de pedra mármore. Algumas vezes eram feitos de estuque, coberto de ricos tapetes. Em todos os casos, os quartos de mulheres estão separados, embora a separação não fossem outros tempos tão estrita como é hoje entre os hebreus. Nas casas de certa pretensão havia um quarto para hóspedes. o telhado das casas orientais é quase sempre plano. Compõe-se de vigas de madeira, cobertas de pedra ou argamassa, para proteger os moradores contra o sol e as chuvas, e também, para lhes proporcionar um sítio muito agradável ao ar livre quando está bom o tempo. Em volta deste telhado há um parapeito, não muito alto, para segurança das pessoas (Dt 22:8). Na Palestina o povo dorme nos terraços da casa, durante o tempo de mais calor, em caramanchões feitos de ramos ou de junco (Ne 8:16). o quarto dos hóspedes é, algumas vezes, construído sobre o telhado, e como para este se sobe por uma escada exterior, pode o hóspede entrar ou sair sem comunicar-se com a família. Várias ocupações domésticas são efetuadas nestes lugares altos da casa, como estender a roupa para secar, e espalhar figos, uvas, etc., para se fazer passas. E algumas vezes também foram usados estes lugares para o culto idolátrico (2 Rs 23.12 – Jr 32:29). As tendas, usadas durante a Festa do Tabernáculo, eram levantadas sobre telhados planos, que eram também escolhidos para os moradores se lamentarem em ocasião de grande aflição. os fogões não existem nas casas orientais, mas a família serve-se de braseiros, acontecendo, também, acenderem o lume no pátio aberto. Todavia, a cozinha tinha uma elevação feita de tijolo, com cavidades, em que se fazia a necessária fogueira. Havia os lugares para cozinhar, aos quais se refere Ez 46:23. Além dos caramanchões para uso no verão, havia, também, compartimentos especialmente protegidos, que se usavam no tempo frio. As casas dos pobres no oriente são construções muito fracas, sendo as paredes feitas de barro, canas e junco (*veja 4:19). Pode o ladrão penetrar facilmente dentro destas habitações (24:16Mt 24:43). Algumas vezes estas moradas de barro, e mesmo de tijolo, constavam de uma sala somente, sendo ainda uma parte dela separada para o gado. o exterior de todas as casas, tanto dos ricos como dos pobres, apresenta uma fraca aparência. Nada mais se observa, geralmente, do que uma nua parede branca, com pequenas janelas, gelosias e uma simples porta. (*veja Tenda, Tabernáculo, Cabana.)

morada, vivenda, palácio, palacete, tugúrio, teto, chalé, lar, fogo, canto, palheiro, palhoça, choupana, casebre, cabana, tenda, barraca, arribana, choça, colmo, habitação, mansarda, pardieiro, biombo, cômodo, prédio, solar, castelo. – Habitação é, de todos os vocábulos deste grupo, o mais genérico. De “ato de habitar”, que é o que significa propriamente esta palavra habitação, passou a designar também a própria casa, que se habita: casa, ou palácio, ou choupana, ou biombo – tudo será habitação. – Casa é “o edifício de certas proporções destinado à habitação do homem”; e por extensão, designa, em linguagem vulgar, toda parte onde se abrigam alguns animais: a casa do escaravelho; a casa dos coelhos, etc. – Morada é “à habitação onde se mora, ou onde se fica por algum tempo, onde alguém se aloja provisoriamente”. – Vivenda é a “habitação onde se vive”, e sugere a ideia da maior ou menor comodidade com que a gente aí se abriga e vive. Por isso, usa-se quase sempre com um adjetivo: bela vivenda; vivenda detestável. – Palácio é “o edifício de proporções acima do normal, grandioso e magnífico”. Palacete é diminutivo de palácio, designando, portanto, “prédio rico e elegante”. – Tugúrio (latim tugurium, de tegere “cobrir”) é “o abrigo onde qualquer vivente se recolhe, ou habitualmente ou por algum tempo”. Este nome dá-se também, por modéstia ou por falsa humildade, à própria habitação magnífica. – Teto (latim tectum, também de tegere) é quase o mesmo que tugúrio: apenas teto não se aplica a um abrigo de animais, e sugere melhor a ideia de conchego, de proteção, de convívio amoroso: “teto paterno”; “era-lhe o céu um teto misericordioso”. – Chalé é palavra da língua francesa, hoje muito em voga, significando “casa de escada exterior, no estilo suíço, ordinariamente revestida de madeira, cujo teto de pouca inclinação é coberto de feltro, asfalto ou ardósia, e forma grande saliência sobre as paredes”. (Aul.). – Lar é a “habitação considerada como abrigo tranquilo e seguro da família”. – Fogos é o nome que se dá, nas estatísticas, às casas habitadas de um distrito, de uma cidade, ou de uma povoação: “a aldeia vizinha não chega a ter cem fogos”. – Canto, aqui, é “o lugar, o sítio, a morada humilde e desolada, onde alguém como que se refugia afastando-se do mundo”. – Palheiro é propriamente o lugar onde se guarda palha: designa, portanto, neste grupo, “abrigo ou habitação muito rústica e grosseira”. – Palhoça é “pequena casa coberta de palha”. – Choupana é – diz Aul. – “casa rústica de madeira, ou de ramos de árvores para habitação de pastores”. – Cabana (do italiano capánna) é “casinha coberta de colmo ou de palha, onde se abrigam à noite os camponeses, junto ou no meio das roças ou lavouras”. – Casebre é “pequena casa velha e arruinada, onde mora gente muito pobre”. – Tenda é “armação coberta para abrigo provisório ou de passagem em caminho ou em campanha”. – Barraca é “tenda ligeira, coberta de tela de lona ordinariamente”. – Arribana é “palheiro que serve mais para guarda de animais e trem de viagem propriamente que para habitação, prestando-se quando muito para pernoite ao abrigo de intempéries”. – Choça é “habitação ainda mais rústica e grosseira que a choupana”. Dizemos que o selvagem procura a sua choça (e não, pelo menos com a mesma propriedade –, a sua choupana). – Colmo, aqui, é “o colmo tomado pela cabana que é dele coberta”. – Mansarda afasta-se um pouco do francês de que a tomamos (mansarde é propriamente água-furtada ou trapeira, isto é – o último andar de uma casa tendo a janela ou janelas já abertas no telhado): tem, no português usual, mais a significação de “habitação 256 Rocha Pombo humilde, incômoda e difícil, onde há pobreza”. – Pardieiro é – diz Aul. – “edifício velho e em ruínas”: “Já me cansam estas perpétuas ruínas, estes pardieiros intermináveis” (Garrett). – Biombo é “um pequeno recinto separado de uma sala por meio de tabique móvel, e que serve de dormitório, de gabinete”, etc. Costuma-se dizer: “vou para o meu biombo” para significar que se vai para casa. – Cômodo, aqui, é “uma parte de prédio que se aluga por baixo preço e por pouco tempo ordinariamente”. – Prédio (latim prœdium, do prœs “garante, penhor, fiador”) é propriamente “bem de raiz, propriedade real”; mas, aqui, designa “a casa que é nossa própria, a propriedade que consta da casa e do terreno onde está construída”. – Solar é “a propriedade (terras e casa) considerada como representando uma tradição de família, tendo passado por herança de pais a filhos desde alguns séculos”. – Castelo era antiga habitação fortificada, fora das cidades, e onde residiam os grandes senhores feudais. Hoje é “habitação nobre, luxuosa, onde se vive com opulência”.

[...] Aqui [no mundo etéreo], temos o poder de moldar a substância etérea, conforme pensamos. Assim, também as nossas casas são produtos das nossas mentes. Pensamos e construímos. É uma questão de vibração do pensamento e, enquanto mantivermos essas vibra ções, conservaremos o objeto que, du rante todo esse tempo, é objetivo para os nossos sentidos.
Referencia: FINDLAY, J• Arthur• No limiar do etéreo, ou, Sobrevivência à morte cientificamente explicada• Traduzido do inglês por Luiz O• Guillon Ribeiro• Prefácio de Sir William Barret• 3a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1981• - cap• 10


Casa Construção em que pessoas moram. Na Palestina as casas eram feitas de pedra. Os pobres viviam às vezes em cavernas. As pessoas errantes, que se deslocavam em busca de alimentos e de pastagens para os seus rebanhos, viviam em barracas feitas com peles de cabra ou de camelo (Gn 4:20). No litoral do mar Mediterrâneo construíam-se casas de barro. O teto era feito de palha e barro.

Cessar

verbo transitivo direto e intransitivo Interromper a continuação de; deixar de continuar; acabar: as chuvas cessaram.
verbo intransitivo Fazer parar; dar fim a; interromper: cessaram com as manifestações.
Cessar de. Deixar de (fazer alguma coisa); desistir: cessou de lutar.
Etimologia (origem da palavra cessar). Do latim cessare.

Curvar

verbo transitivo Tornar curvo; encurvar: o índio curvou seu arco.
Figurado Submeter; humilhar: não conseguiu curvar a justiça a seus propósitos.
verbo intransitivo Tornar-se curvo; vergar: a árvore curvou ao peso dos frutos.
verbo pronominal Dobrar-se, inclinar-se: curvou-se até o chão.
Figurado Sujeitar-se; submeter-se; humilhar-se: curvo-me perante o dever.
Curvar os joelhos, ajoelhar.

Dia

Dia O oposto à noite, à qual segue (Lc 21:37; Jo 9:4). Também espaço temporal de 24 horas. Os romanos contavam o dia de meia-noite a meia-noite — prática que perdura entre nós —, enquanto os judeus contemporâneos de Jesus iniciavam o dia com o surgimento da lua, concluindo-o no dia seguinte pela tarde. Para designar um dia completo, costumava-se empregar a expressão “noite e dia” (Mc 4:27; 5,5; Lc 2:37).

Dia
1) Período de 24 horas (Rm 8:36;
v. HORAS).


2) Tempo em que a terra está clara (Rm 13:12).


3) O tempo de vida (Ex 20:12).


4) Tempos (Fp 5:16, plural).


Entre os índios e em geral no Oriente, a palavra que trasladamos por dia tem uma significação primitiva, que corresponde exatamente ao termo caldeu sare, revolução.
Referencia: LIMA, Antônio• Vida de Jesus: baseada no Espiritismo: estudo psicológico• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - O Velho Testamento

[...] todo dia é também oportunidade de recomeçar, reaprender, instruir ou reerguer.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Ceifa de luz• Pelo Espírito Emmanuel• 1a ed• especial• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 22

Cada dia é oportunidade de ascensão ao melhor.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Correio fraterno• Por diversos Espíritos• 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 58

[...] cada dia é um ramo de bênçãos que o Senhor nos concede para nosso aperfeiçoamento.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Dicionário da alma• Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -

No livro da existência, cada dia é uma página em branco que confiarás ao tempo, gravada com teus atos, palavras e pensamentos.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Dicionário da alma• Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -

Cada dia é nova oportunidade de orar, de servir e semear. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Dicionário da alma• Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -

Cada dia é desafio sereno da Natureza, constrangendo-nos docemente à procura de amor e sabedoria, paz e elevação.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Dicionário da alma• Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -

Cada dia é a oportunidade desvendada à vitória pessoal, em cuja preparação falamos seguidamente de nós, perdendo-lhe o valor.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Dicionário da alma• Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -

Cada dia é um país de vinte e quatro províncias. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Dicionário da alma• Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -

Cada dia é oportunidade de realizar o melhor. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Dicionário da alma• Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -

[...] o dia que deixas passar, vazio e inútil, é, realmente, um tesouro perdido que não mais voltará.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Justiça Divina• Pelo Espírito Emmanuel• 11a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - Diante do tempo

O dia e a noite constituem, para o homem, uma folha do livro da vida. A maior parte das vezes, a criatura escreve sozinha a página diária, com a tinta dos sentimentos que lhe são próprios, nas palavras, pensamentos, intenções e atos, e no verso, isto é, na reflexão noturna, ajudamo-la a retificar as lições e acertar as experiências, quando o Senhor no-lo permite.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Os Mensageiros• Pelo Espírito André Luiz• 41a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 41

[...] Cada dia é uma página que preencherás com as próprias mãos, no aprendizado imprescindível. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Pontos e contos• Pelo Espírito Irmão X [Humberto de Campos]• 10a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1999• - cap• 31

[...] O dia constitui o ensejo de concretizar as intenções que a matinal vigília nos sugere e que à noite balanceamos.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Renúncia• Pelo Espírito Emmanuel• 34a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - pt• 1, cap• 6


o ‘calor do dia’ (Mt 20:12) significa o tempo das nove horas, quando no oriente o sol resplandece vivamente no Céu. ‘Pela viração do dia’ (Gn 3:8) é justamente antes do sol posto. Antes do cativeiro, os judeus dividiam a noite em três vigílias: a primeira vigília durava até à meia-noite (Lm 2:19), a média ia da meia-noite até ao cantar do galo (Jz 7:19), e a da manhã prolongava-se até ao nascer do sol (Êx 14:24). No N.T., porém, há referências a quatro vigílias, divisão que os judeus receberam dos gregos e romanos: a primeira desde o crepúsculo até às nove horas (Mc 11:11Jo 20:19) – a segunda, desde as nove horas até à meia-noite (Mc 13:35) – a terceira, desde a meia-noite até às três da manhã (Mc 13:35) – e a quarta, desde as três horas até ao romper do dia (Jo 18:28). o dia achava-se dividido em doze partes (Jo 11:9). A hora terceira, a sexta, e a nona, eram consagradas à oração (Dn 6:10, At 2:15, e 3.1). Parte de um dia era equivalente nos cálculos ao dia todo (Mt 12:40). os judeus não tinham nomes especiais para os dias da semana, mas contavam-nos desde o sábado. Usa-se, também, a palavra ‘dia’, como significando dia de festa (os 7:5), e dia de ruína (18:20, e os 1:11). Deve ser notado que no cálculo da duração de um reinado, por exemplo, conta-se uma pequena parte do ano por um ano completo. E assim se um rei subia ao trono no último dia do ano, o dia seguinte era o princípio do segundo ano do seu reinado. (*veja Cronologia, Tempo, Ano.)

substantivo masculino Período de tempo que vai do nascer ao pôr do sol.
Claridade, luz do sol: o dia começa a despontar.
As horas em que o trabalhador tem obrigação de trabalhar: perder o dia.
Situação que caracteriza algo; circunstância: aguardemos o dia propício.
Época atual; atualidade: as notícias do dia.
Condição climática; estado da atmosfera: dia claro.
Duração de vinte e quatro horas que corresponde ao movimento de rotação da Terra sobre si mesma.
Etimologia (origem da palavra dia). Do latim dies.ei.

substantivo masculino Período de tempo que vai do nascer ao pôr do sol.
Claridade, luz do sol: o dia começa a despontar.
As horas em que o trabalhador tem obrigação de trabalhar: perder o dia.
Situação que caracteriza algo; circunstância: aguardemos o dia propício.
Época atual; atualidade: as notícias do dia.
Condição climática; estado da atmosfera: dia claro.
Duração de vinte e quatro horas que corresponde ao movimento de rotação da Terra sobre si mesma.
Etimologia (origem da palavra dia). Do latim dies.ei.

substantivo masculino Período de tempo que vai do nascer ao pôr do sol.
Claridade, luz do sol: o dia começa a despontar.
As horas em que o trabalhador tem obrigação de trabalhar: perder o dia.
Situação que caracteriza algo; circunstância: aguardemos o dia propício.
Época atual; atualidade: as notícias do dia.
Condição climática; estado da atmosfera: dia claro.
Duração de vinte e quatro horas que corresponde ao movimento de rotação da Terra sobre si mesma.
Etimologia (origem da palavra dia). Do latim dies.ei.

substantivo masculino Período de tempo que vai do nascer ao pôr do sol.
Claridade, luz do sol: o dia começa a despontar.
As horas em que o trabalhador tem obrigação de trabalhar: perder o dia.
Situação que caracteriza algo; circunstância: aguardemos o dia propício.
Época atual; atualidade: as notícias do dia.
Condição climática; estado da atmosfera: dia claro.
Duração de vinte e quatro horas que corresponde ao movimento de rotação da Terra sobre si mesma.
Etimologia (origem da palavra dia). Do latim dies.ei.

Escurecer

verbo transitivo Tornar escuro.
Tirar o brilho a.
Fazer diminuir a luz e a claridade.
Toldar.
verbo intransitivo Tornar-se escuro.
Perder a claridade e o brilho.
Anoitecer.
Figurado Empanar; diminuir a importância.

Fortes

masc. e fem. pl. de forte
masc. pl. de forte

for·te
(latim fortis, forte)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Que tem força.

2. Rijo.

3. Robusto.

4. Que pode com muito peso.

5. Possante.

6. Que oferece resistência.

7. Consistente, sólido.

8. Intenso.

9. Violento.

10. Que tem um som alto e bastante audível (ex.: voz forte). = SONORO

11. Poderoso.

12. Animoso, varonil.

13. Bem defendido; fortificado.

14. Rico.

15. Carregado.

16. Alcoólico (ex.: bebida forte).

17. Substancioso.

18. Difícil de digerir.

19. Difícil de sofrer.

20. Conveniente.

nome masculino

21. Obra de fortificação defendida por artilharia.

22. Homem forte de ânimo.

23. Auge, pino; ocasião de maior força ou intensidade.

24. Coisa em que se sobressai.

25. Parceiro que, no voltarete, compra cartas em seguida ao feitio.

26. [Numismática] Antiga moeda de prata, do tempo de D. Dinis.

27. [Pintura] Parte onde as cores são mais escuras.

advérbio

28. Com força.

29. Com intensidade.


forte e feio
[Informal] Com muita intensidade (ex.: atacar forte e feio).


masc. e fem. pl. de forte
masc. pl. de forte

for·te
(latim fortis, forte)
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Que tem força.

2. Rijo.

3. Robusto.

4. Que pode com muito peso.

5. Possante.

6. Que oferece resistência.

7. Consistente, sólido.

8. Intenso.

9. Violento.

10. Que tem um som alto e bastante audível (ex.: voz forte). = SONORO

11. Poderoso.

12. Animoso, varonil.

13. Bem defendido; fortificado.

14. Rico.

15. Carregado.

16. Alcoólico (ex.: bebida forte).

17. Substancioso.

18. Difícil de digerir.

19. Difícil de sofrer.

20. Conveniente.

nome masculino

21. Obra de fortificação defendida por artilharia.

22. Homem forte de ânimo.

23. Auge, pino; ocasião de maior força ou intensidade.

24. Coisa em que se sobressai.

25. Parceiro que, no voltarete, compra cartas em seguida ao feitio.

26. [Numismática] Antiga moeda de prata, do tempo de D. Dinis.

27. [Pintura] Parte onde as cores são mais escuras.

advérbio

28. Com força.

29. Com intensidade.


forte e feio
[Informal] Com muita intensidade (ex.: atacar forte e feio).


Guardas

2ª pess. sing. pres. ind. de guardar
masc. e fem. pl. de guarda
fem. pl. de guarda

guar·dar -
(latim tardio guardare, de uma forma germânica *wardon)
verbo transitivo

1. Estar de guarda a.

2. Ter (alguém ou alguma coisa) em sua guarda.

3. Conservar (alguma coisa) para o fim a que se destina.

4. [Informática] Registar dados num suporte (ex.: guarde o ficheiro sempre que fizer alterações). = GRAVAR, SALVAR

5. Arrecadar; conter, encerrar.

6. Acompanhar (a outrem) para proteger.

7. Observar, não infringir, cumprir.

8. Diferir; deixar.

9. Pastorear.

verbo pronominal

10. Acautelar-se.

11. Resguardar-se.

12. Reservar-se.

13. Esperar.

14. Abster-se.

15. Defender-se.

16. Livrar-se.


guar·da
(derivação regressiva de guardar)
nome feminino

1. Acto ou efeito de guardar.

2. Cuidado e vigilância.

3. Serviço (de quem guarda ou exerce vigilância).

4. [Militar] Conjunto dos militares que ocupam um posto ou casa de guarda ou de vigilância.

5. Conservação.

6. Figurado Protecção; benevolência.

7. [Armamento] Parte da arma branca ou da lança que resguarda a mão.

8. Cada uma das diferentes posições do corpo ou da arma com que se evita o golpe da arma do adversário.

9. [Encadernação] Fólio que acompanha a parte interior de cada uma das capas do livro encadernado.

10. [Arquitectura] [Arquitetura] Muro, anteparo, parapeito, etc., que ladeia uma ponte ou qualquer passagem, de que se pode cair.

11. Conjunto de traços ou riscos peculiares a uma assinatura.

12. [Agricultura] Vara que se deixa à vide para dar os sarmentos da colheita seguinte.

13. Cada uma das partes da fechadura a que se adaptam os recortes do palhetão da chave.

14. Nome de certos corpos ou regimentos.

15. [Religião católica] Pano em que se envolve o corporal.

16. [Religião católica] Pano que cai do altar sobre a parte superior do frontal.

nome masculino

17. Indivíduo encarregado de vigiar ou guardar alguma coisa.

18. Sentinela; carcereiro.

19. Empregado que exerce vigilância.

20. Soldado de um dos corpos a que se dá o nome de guarda.


dia de guarda
Dia santo.

guarda avançada
Fracção de tropas em marcha encarregada do serviço de protecção e segurança na frente da coluna.

guarda de flanco
Destacamento encarregado de proteger um dos flancos de uma tropa em marcha.

guarda de retaguarda
Fracção de tropas em marcha que segue a certa distância o grosso da coluna em serviço de protecção.

guarda pretoriana
História Grupo militar de elite responsável pela segurança pessoal dos imperadores da Roma antiga (ex.: um dos símbolos da guarda pretoriana era o escorpião).

[Por extensão] Grupo de indivíduos que zelam, geralmente de modo violento, pela defesa e protecção de algo ou de alguém (ex.: o presidente convocou a sua própria guarda pretoriana; as forças armadas não podem ser a guarda pretoriana do poder).

jovem guarda
Conjunto das pessoas mais novas de um grupo (ex.: o festival atrai um grande número de artistas da jovem guarda).

velha guarda
Conjunto das pessoas mais velhas de um grupo (ex.: a velha guarda da música popular).


Homens

masc. pl. de homem

ho·mem
(latim homo, -inis)
nome masculino

1. [Biologia] Mamífero primata, bípede, do género Homo, em particular da espécie Homo sapiens, que se caracteriza pela postura erecta, mãos preênseis, inteligência superior, capacidade de fala e que é considerado o tipo do género humano (ex.: o aparecimento do homem na Terra ocorreu há milhares de anos).

2. Humanidade; espécie humana (ex.: desastres ambientais causados pelo homem; a guerra é própria do homem). (Também se escreve com maiúscula inicial.)

3. Ser humano do sexo masculino ou do género masculino (ex.: só teve filhos homens; o homem pode produzir espermatozóides a partir da puberdade; homem transgénero).

5. Pessoa do sexo ou género masculino depois da adolescência (ex.: está um bonito homem). = HOMEM-FEITO

6. Pessoa do sexo ou género masculino casada com outra pessoa, em relação a esta (ex.: o homem divorciou-se da mulher). = CÔNJUGE, ESPOSO, MARIDO

7. Pessoa do sexo ou género masculino com quem se mantém uma relação sentimental e/ou sexual (ex.: conheci o meu homem na universidade e estamos juntos até hoje). = COMPANHEIRO, PARCEIRO

8. Conjunto das pessoas do sexo ou género masculino (ex.: estudo revela que o suicídio é mais violento no homem do que na mulher; que representações sociais se fazem do homem na publicidade?).

9. Pessoa que faz parte de uma equipa ao serviço de alguém ou de alguma instituição (ex.: os bombeiros têm cerca de 100 homens no terreno; prevê-se o envio de mais homens para controlar a situação na fronteira). (Mais usado no plural.)

adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

10. Que tem qualidades ou atributos considerados tipicamente masculinos (ex.: ele é muito homem).


abominável homem das neves
Criatura lendária dos Himalaias, peluda e de formas humanas. = YETI

de homem para homem
Entre homens, com sinceridade e de modo directo (ex.: conversar de homem para homem; diálogo de homem para homem).

homem de armas
Figurado Aquele que é corajoso, destemido, que enfrenta com força e ânimo as adversidades (ex.: o avô era um homem de armas e desistir não era opção). = LUTADOR

Antigo Guerreiro, soldado (ex.: os besteiros e os homens de armas defenderam o castelo).

homem de Deus
Figurado O que é bondoso, piedoso.

[Informal, Figurado] Locução, usada geralmente de forma vocativa, para exprimir impaciência ou espanto (ex.: quem é que fez isso, homem de Deus?).

homem de Estado
[Política] Aquele que governa com competência, empenho e conhecimento dos assuntos políticos (ex.: o arquivo documenta a vida de um dos maiores homens de Estado). = ESTADISTA

homem de lei(s)
Aquele que é especialista em leis. = ADVOGADO, LEGISTA

homem de letras
Literato, escritor.

homem de mão
Pessoa que está a serviço de outrem, geralmente para executar tarefas ilegais ou duvidosas (ex.: a investigação descobriu vários homens de mão do banqueiro agora acusado).

homem de Neandertal
[Antropologia] Primata antropóide do paleolítico médio, que surgiu na Europa e na Ásia, caracterizado por grande volume cerebral. = NEANDERTAL

homem de negócios
Aquele que se dedica profissionalmente a actividades empresariais ou comerciais, gerindo o seu negócio ou o de outrem. = EMPRESÁRIO

homem de palha
[Depreciativo] Homem fraco ou sem préstimo, física ou moralmente.

homem de partido
[Política] Aquele que participa activamente na vida e nas decisões do grupo político a que pertence (ex.: militante desde jovem, é um homem de partido há várias décadas).

homem de pé
Peão.

homem público
Aquele que desempenha funções de interesse público, sobretudo na política ou na administração de um Estado ou de um país (ex.: fez carreira como homem público).

Plural: homens.

masc. pl. de homem

ho·mem
(latim homo, -inis)
nome masculino

1. [Biologia] Mamífero primata, bípede, do género Homo, em particular da espécie Homo sapiens, que se caracteriza pela postura erecta, mãos preênseis, inteligência superior, capacidade de fala e que é considerado o tipo do género humano (ex.: o aparecimento do homem na Terra ocorreu há milhares de anos).

2. Humanidade; espécie humana (ex.: desastres ambientais causados pelo homem; a guerra é própria do homem). (Também se escreve com maiúscula inicial.)

3. Ser humano do sexo masculino ou do género masculino (ex.: só teve filhos homens; o homem pode produzir espermatozóides a partir da puberdade; homem transgénero).

5. Pessoa do sexo ou género masculino depois da adolescência (ex.: está um bonito homem). = HOMEM-FEITO

6. Pessoa do sexo ou género masculino casada com outra pessoa, em relação a esta (ex.: o homem divorciou-se da mulher). = CÔNJUGE, ESPOSO, MARIDO

7. Pessoa do sexo ou género masculino com quem se mantém uma relação sentimental e/ou sexual (ex.: conheci o meu homem na universidade e estamos juntos até hoje). = COMPANHEIRO, PARCEIRO

8. Conjunto das pessoas do sexo ou género masculino (ex.: estudo revela que o suicídio é mais violento no homem do que na mulher; que representações sociais se fazem do homem na publicidade?).

9. Pessoa que faz parte de uma equipa ao serviço de alguém ou de alguma instituição (ex.: os bombeiros têm cerca de 100 homens no terreno; prevê-se o envio de mais homens para controlar a situação na fronteira). (Mais usado no plural.)

adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

10. Que tem qualidades ou atributos considerados tipicamente masculinos (ex.: ele é muito homem).


abominável homem das neves
Criatura lendária dos Himalaias, peluda e de formas humanas. = YETI

de homem para homem
Entre homens, com sinceridade e de modo directo (ex.: conversar de homem para homem; diálogo de homem para homem).

homem de armas
Figurado Aquele que é corajoso, destemido, que enfrenta com força e ânimo as adversidades (ex.: o avô era um homem de armas e desistir não era opção). = LUTADOR

Antigo Guerreiro, soldado (ex.: os besteiros e os homens de armas defenderam o castelo).

homem de Deus
Figurado O que é bondoso, piedoso.

[Informal, Figurado] Locução, usada geralmente de forma vocativa, para exprimir impaciência ou espanto (ex.: quem é que fez isso, homem de Deus?).

homem de Estado
[Política] Aquele que governa com competência, empenho e conhecimento dos assuntos políticos (ex.: o arquivo documenta a vida de um dos maiores homens de Estado). = ESTADISTA

homem de lei(s)
Aquele que é especialista em leis. = ADVOGADO, LEGISTA

homem de letras
Literato, escritor.

homem de mão
Pessoa que está a serviço de outrem, geralmente para executar tarefas ilegais ou duvidosas (ex.: a investigação descobriu vários homens de mão do banqueiro agora acusado).

homem de Neandertal
[Antropologia] Primata antropóide do paleolítico médio, que surgiu na Europa e na Ásia, caracterizado por grande volume cerebral. = NEANDERTAL

homem de negócios
Aquele que se dedica profissionalmente a actividades empresariais ou comerciais, gerindo o seu negócio ou o de outrem. = EMPRESÁRIO

homem de palha
[Depreciativo] Homem fraco ou sem préstimo, física ou moralmente.

homem de partido
[Política] Aquele que participa activamente na vida e nas decisões do grupo político a que pertence (ex.: militante desde jovem, é um homem de partido há várias décadas).

homem de pé
Peão.

homem público
Aquele que desempenha funções de interesse público, sobretudo na política ou na administração de um Estado ou de um país (ex.: fez carreira como homem público).

Plural: homens.

Janelas

janela | s. f. | s. f. pl.

ja·ne·la |é| |é|
(latim vulgar januella, diminutivo de janua, -ae, porta, entrada)
nome feminino

1. Abertura feita em parede ou telhado de uma construção, para deixar entrar claridade e ar.

2. Moldura geralmente móvel, de madeira ou metal, envidraçada, que serve para tapar essa abertura.

3. Abertura semelhante, em veículos, que possibilita visibilidade e ventilação.

4. Abertura, geralmente revestida de material transparente, em envelope ou embalagem, para se poder ver o que está dentro.

5. [Informática] Num ecrã, área geralmente rectangular que permite visualizar um conjunto de informações ou elementos gráficos diferentes do que está visível no resto do ecrã.

6. [Tipografia] Num texto impresso, espaço deliberadamente deixado em branco ou resultante de falha de impressão.

7. Geologia Falha provocada por erosão.

8. [Informal] Qualquer buraco ou rasgão, especialmente na roupa e no calçado.

9. [Informal] Período de tempo livre entre dois períodos ocupados. = INTERVALO


janelas
nome feminino plural

10. [Popular, Figurado] Olhos.


janela de guilhotina
A que se abre levantando o caixilho inferior.

janela de peito
[Arquitectura] [Arquitetura] A que tem por parapeito a própria parede.

janela de sacada
[Arquitectura] [Arquitetura] Janela aberta até ao nível do pavimento do andar.


Tremer

verbo intransitivo Ser agitado por pequenos movimentos: o solo tremeu às descargas da artilharia.
Convulsionar-se por frio, medo etc.: tremer de frio.
Variar rapidamente de intensidade (um som): tremeu a voz da cantora.
Cintilar, tremeluzir: tremem as estrelas no céu.
Tremer como vara verde, tremer muito, em geral de medo.

tremer
v. 1. tr. ind. e Intr. Sentir no corpo os arrepios causados pelo frio, pelo horror, pelo susto ou por uma paixão forte e convulsiva; tiritar. 2. Intr. Cintilar, tremeluzir. 3. tr. ind. e Intr. Ser agitado ou sacudido; abalar-se. 4. tr. dir. Fazer estremecer; fazer oscilar. 5. tr. dir. Recear, temer.

Strongs

Este capítulo contém uma lista de palavras em hebraico e grego presentes na Bíblia, acompanhadas de sua tradução baseada nos termos de James Strong. Strong foi um teólogo e lexicógrafo que desenvolveu um sistema de numeração que permite identificar as palavras em hebraico e grego usadas na Bíblia e seus significados originais. A lista apresentada neste capítulo é organizada por ordem alfabética e permite que os leitores possam ter acesso rápido e fácil aos significados das palavras originais do texto bíblico. A tradução baseada nos termos de Strong pode ajudar os leitores a ter uma compreensão mais precisa e profunda da mensagem bíblica, permitindo que ela seja aplicada de maneira mais eficaz em suas vidas. James Strong
Eclesiastes 12: 3 - Texto em Hebraico - (HSB) Hebrew Study Bible

No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas,
Eclesiastes 12: 3 - (ARAi) Almeida Revista e Atualizada Interlinear

937 a.C.
H1004
bayith
בַּיִת
casa
(within inside)
Substantivo
H2111
zûwaʻ
זוּעַ
mover, pairar, ficar
(moved)
Verbo
H2428
chayil
חַיִל
força, poder, eficiência, fartura, exército
(their wealth)
Substantivo
H2821
châshak
חָשַׁךְ
ser ou tornar-se escuro, tornar obscuro, ser escurecido, ser preto, estar oculto
(so that was darkened)
Verbo
H2912
ṭâchan
טָחַן
()
H3117
yôwm
יֹום
dia
(Day)
Substantivo
H3588
kîy
כִּי
para que
(that)
Conjunção
H376
ʼîysh
אִישׁ
homem
(out of man)
Substantivo
H4592
mᵉʻaṭ
מְעַט
pequenez, pouco, um pouco
(a little)
Substantivo
H5791
ʻâvath
עָוַת
ser entortado, ser curvado, curvar, tornar torto, perverter
(pervert)
Verbo
H699
ʼărubbâh
אֲרֻבָּה
treliça, janela, comporta
(and the windows)
Substantivo
H7200
râʼâh
רָאָה
e viu
(and saw)
Verbo
H8104
shâmar
שָׁמַר
guardar, vigiar, observar, prestar atenção
(and to keep it)
Verbo
H988
bâṭêl
בָּטֵל
cessar
(and cease)
Verbo


בַּיִת


(H1004)
bayith (bah'-yith)

01004 בית bayith

provavelmente procedente de 1129 abreviado; DITAT - 241 n m

  1. casa
    1. casa, moradia, habitação
    2. abrigo ou moradia de animais
    3. corpos humanos (fig.)
    4. referindo-se ao Sheol
    5. referindo-se ao lugar de luz e escuridão
    6. referindo-se á terra de Efraim
  2. lugar
  3. recipiente
  4. lar, casa no sentido de lugar que abriga uma família
  5. membros de uma casa, família
    1. aqueles que pertencem à mesma casa
    2. família de descendentes, descendentes como corpo organizado
  6. negócios domésticos
  7. interior (metáfora)
  8. (DITAT) templo adv
  9. no lado de dentro prep
  10. dentro de

זוּעַ


(H2111)
zûwaʻ (zoo'-ah)

02111 זוע zuwa ̀

uma raiz primitiva; DITAT - 540; v

  1. tremer, estremecer, abalar, estar aterrorizado
    1. (Qal) tremer, estremecer
    2. (Pilpel)
      1. tremer violentamente
      2. fazer tremer

חַיִל


(H2428)
chayil (khah'-yil)

02428 חיל chayil

procedente de 2342; DITAT - 624a; n m

  1. força, poder, eficiência, fartura, exército
    1. força
    2. habilidade, eficiência
    3. fartura
    4. força, exército

חָשַׁךְ


(H2821)
châshak (khaw-shak')

02821 חשך chashak

uma raiz primitiva; DITAT - 769; v

  1. ser ou tornar-se escuro, tornar obscuro, ser escurecido, ser preto, estar oculto
    1. (Qal)
      1. ser ou tornar-se escuro
      2. ter uma cor escura
      3. tornar obscuro
    2. (Hifil)
      1. tornar escuro, levar a escurerecer
      2. ocultar, esconder
      3. obscurecer, confundir (fig.)

טָחַן


(H2912)
ṭâchan (taw-khan')

02912 טחן tachan

uma raiz primitiva; DITAT - 802; v

  1. (Qal) moer, esmagar

יֹום


(H3117)
yôwm (yome)

03117 יום yowm

procedente de uma raiz não utilizada significando ser quente; DITAT - 852; n m

  1. dia, tempo, ano
    1. dia (em oposição a noite)
    2. dia (período de 24 horas)
      1. como determinado pela tarde e pela manhã em Gênesis 1
      2. como uma divisão de tempo
        1. um dia de trabalho, jornada de um dia
    3. dias, período de vida (pl.)
    4. tempo, período (geral)
    5. ano
    6. referências temporais
      1. hoje
      2. ontem
      3. amanhã

כִּי


(H3588)
kîy (kee)

03588 כי kiy

uma partícula primitiva; DITAT - 976; conj

  1. que, para, porque, quando, tanto quanto, como, por causa de, mas, então, certamente, exceto, realmente, desde
    1. que
      1. sim, verdadeiramente
    2. quando (referindo-se ao tempo)
      1. quando, se, embora (com força concessiva)
    3. porque, desde (conexão causal)
    4. mas (depois da negação)
    5. isso se, caso seja, de fato se, embora que, mas se
    6. mas antes, mas
    7. exceto que
    8. somente, não obstante
    9. certamente
    10. isto é
    11. mas se
    12. embora que
    13. e ainda mais que, entretanto

אִישׁ


(H376)
ʼîysh (eesh)

0376 איש ’iysh

forma contrata para 582 [ou talvez procedente de uma raiz não utilizada significando ser existente]; DITAT - 83a; n m

  1. homem
    1. homem, macho (em contraste com mulher, fêmea)
    2. marido
    3. ser humano, pessoa (em contraste com Deus)
    4. servo
    5. criatura humana
    6. campeão
    7. homem grande
  2. alguém
  3. cada (adjetivo)

מְעַט


(H4592)
mᵉʻaṭ (meh-at')

04592 מעט m e ̂ at̀ ou מעט m e ̂ at̀

procedente de 4591; DITAT - 1228a; subst

  1. pequenez, pouco, um pouco
    1. pequeno, pequenez, pouco, muito pouco, só um pouco
    2. como um pouco, dentro de um pouco, quase, só, dificilmente, rapidamente pouco valor

עָוַת


(H5791)
ʻâvath (aw-vath')

05791 עות ̀avath

uma raiz primitiva; DITAT - 1591; v

  1. ser entortado, ser curvado, curvar, tornar torto, perverter
    1. (Piel)
      1. tornar torto, falsificar, perverter, subverter
      2. curvar, tornar torto
    2. (Pual) coisa torta (particípio)
    3. (Hitpael) curvar-se

אֲרֻבָּה


(H699)
ʼărubbâh (ar-oob-baw')

0699 ארבה ’arubbah

particípio passivo de 693 (semelhante a esconder); DITAT - 156d; n f

  1. treliça, janela, comporta
  2. (CLBL) chaminé (uma abertura para a saída da fumaça)

רָאָה


(H7200)
râʼâh (raw-aw')

07200 ראה ra’ah

uma raiz primitiva; DITAT - 2095; v.

  1. ver, examinar, inspecionar, perceber, considerar
    1. (Qal)
      1. ver
      2. ver, perceber
      3. ver, ter visão
      4. examinar, ver, considerar, tomar conta, verificar, aprender a respeito, observar, vigiar, descobrir
      5. ver, observar, considerar, examinar, dar atenção a, discernir, distinguir
      6. examinar, fitar
    2. (Nifal)
      1. aparecer, apresentar-se
      2. ser visto
      3. estar visível
    3. (Pual) ser visto
    4. (Hifil)
      1. fazer ver, mostrar
      2. fazer olhar intencionalmente para, contemplar, fazer observar
    5. (Hofal)
      1. ser levado a ver, ser mostrado
      2. ser mostrado a
    6. (Hitpael) olhar um para o outro, estar de fronte

שָׁמַר


(H8104)
shâmar (shaw-mar')

08104 שמר shamar

uma raiz primitiva; DITAT - 2414; v.

  1. guardar, vigiar, observar, prestar atenção
    1. (Qal)
      1. guardar, ter a incumbência de
      2. guardar, vigiar, manter vigilância e custódia, proteger, salvar vida
        1. vigiar, vigia (particípio)
      3. observar, esperar por
      4. olhar, observar
      5. guardar, reter, entesourar (na memória)
      6. manter (dentro de limites), conter
      7. observar, celebrar, guardar (o sábado ou a aliança ou mandamentos), cumprir (voto)
      8. guardar, preservar, proteger
      9. guardar, reservar
    2. (Nifal)
      1. estar prevenido, tomar precauções, tomar cuidado, precaver-se
      2. guardar-se, conter-se, abster-se
      3. ser guardado, ser vigiado
    3. (Piel) vigiar, prestar atenção
    4. (Hitpael) guardar-se de

בָּטֵל


(H988)
bâṭêl (baw-tale')

0988 בטל batel

uma raiz primitiva; DITAT - 235; v

  1. cessar
    1. (Qal) cessar