Enciclopédia de Jó 28:11-11

Tradução (ARC) - 2009 - Almeida Revisada e Corrigida

Índice

Perícope

jó 28: 11

Versão Versículo
ARA Tapa os veios de água, e nem uma gota sai deles, e traz à luz o que estava escondido.
ARC Os rios tapa, e nem uma gota sai deles, e tira para a luz o que estava escondido.
TB Tapa os veios de água, para que não gotejem,
HSB מִ֭בְּכִי נְהָר֣וֹת חִבֵּ֑שׁ וְ֝תַעֲלֻמָ֗הּ‪‬ יֹ֣צִא אֽוֹר׃ פ
BKJ Ele detém as enchentes para que não transbordem, e aquilo que está escondido ele traz à luz.
LTT Os rios ele tapa, e nem uma gota sai deles, e tira à luz o que estava escondido.
BJ2 Explora as nascentes dos rios[i] e traz à luz o que está oculto.
VULG Profunda quoque fluviorum scrutatus est, et abscondita in lucem produxit.

Referências Cruzadas

As referências cruzadas da Bíblia são uma ferramenta de estudo que ajuda a conectar diferentes partes da Bíblia que compartilham temas, palavras-chave, histórias ou ideias semelhantes. Elas são compostas por um conjunto de referências bíblicas que apontam para outros versículos ou capítulos da Bíblia que têm relação com o texto que está sendo estudado. Essa ferramenta é usada para aprofundar a compreensão do significado da Escritura e para ajudar na interpretação e aplicação dos ensinamentos bíblicos na vida diária. Abaixo, temos as referências cruzadas do texto bíblico de Jó 28:11

Jó 26:8 Prende as águas em densas nuvens, e a nuvem não se rasga debaixo delas.
Isaías 37:25 Eu cavei e bebi as águas; e, com a planta de meus pés, sequei todos os rios do Egito.
Isaías 44:27 quem diz à profundeza: Seca-te, e eu secarei os teus rios;
Isaías 45:2 Eu irei adiante de ti, e endireitarei os caminhos tortos; quebrarei as portas de bronze e despedaçarei os ferrolhos de ferro.
I Coríntios 4:5 Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações; e, então, cada um receberá de Deus o louvor.

Livros

Livros citados como referências bíblicas, que citam versículos bíblicos, são obras que se baseiam na Bíblia para apresentar um argumento ou discutir um tema específico. Esses livros geralmente contêm referências bíblicas que são usadas para apoiar as afirmações feitas pelo autor. Eles podem incluir explicações adicionais e insights sobre os versículos bíblicos citados, fornecendo uma compreensão mais profunda do texto sagrado.

Referências em Livro Espírita

Não foram encontradas referências em Livro Espírita.

Referências em Outras Obras

Não foram encontradas referências em Outras Obras.

Comentários Bíblicos

Este capítulo é uma coletânea de interpretações abrangentes da Bíblia por diversos teólogos renomados. Cada um deles apresenta sua perspectiva única sobre a interpretação do texto sagrado, abordando diferentes aspectos como a história, a cultura, a teologia e a espiritualidade. O capítulo oferece uma visão panorâmica da diversidade de abordagens teológicas para a interpretação da Bíblia, permitindo que o leitor compreenda melhor a complexidade do texto sagrado e suas implicações em diferentes contextos e tradições religiosas. Além disso, o capítulo fornece uma oportunidade para reflexão e debate sobre a natureza da interpretação bíblica e sua relevância para a vida religiosa e espiritual.

Beacon

Comentário Bíblico de Beacon - Interpretação abrangente da Bíblia por 40 teólogos evangélicos conservadores
Beacon - Comentários de Jó Capítulo 28 do versículo 1 até o 28
6. A Terceira Resposta de Jó a Zofar (?) (28:1-31,40)

O último discurso de Jó é um resumo dos fatos da sua posição básica em vez de um novo argumento contra seus três amigos. É difícil avaliar a posição legítima do capítulo 28, mas aqui podemos ver esse discurso como uma resposta às afirmações dos amigos de que a sabedoria foi conferida a eles para reconhecerem a causa do sofrimento de Jó.

Os capítulos 29:30 são em sua natureza um monólogo, visto que Jó não dirige nenhuma palavra aos seus "confortadores". Ele está preocupado consigo mesmo e com o tratamento que Deus dispensa a ele. Esses capítulos apresentam três assuntos que Jó discute. O capítulo 29 compõe um quadro triste da vida boa que Jó vivia antes das cala-midades que o acometeram. Deus o abençoava e ele, por sua vez, era honrado pelos seus concidadãos, a quem ele tratava bondosamente. O capítulo 30 descreve a diferença trági-ca entre o passado e o presente. Deus é o Antagonista de Jó, os homens o desprezam e ele está completamente humilhado. O capítulo 31 é uma defesa detalhada da sua integrida-de, em que ele nega ser culpado dos pecados comumente observados nas vidas de outros homens. Por causa de sua inocência ele não consegue encontrar nenhuma causa para o tratamento que Deus dispensa a ele. Tendo construído sua defesa novamente até esse ponto, ele reafirma sua disposição e forte desejo de encontrar a Deus.

Estes capítulos apresentam uma introdução adequada para os capítulos em que Deus aparece e responde a Jó. No entanto, na organização presente do texto os discursos de Eliú (caps. 32-37) intrometem-se na seqüência lógica e, assim, deterioram a simetria e destreza do argumento.

  • A sabedoria está além do alcance do homem (28:1-28). Geralmente se questiona se o capítulo 28 deveria ser considerado parte do poema original. Existe um questionamento ainda mais sério se este capítulo, na verdade, faz parte da resposta que Jó dá aos seus amigos. O problema é que esse poema acerca da sabedoria não se encaixa na seqüência lógica de idéias em relação ao diálogo. Também se destaca que grande parte do motivo da conversa de Deus com Jó é eliminada se esse capítulo for considerado autêntico.
  • Por outro lado, existe uma concordância ampla em que o estilo e a qualidade desse poema combinam com o restante do livro. Também se deve observar que existe um pen-samento primordial nesse capítulo que se encaixa com o tema geral da argumentação de Já: A sabedoria não pode ser alcançada pelo homem. Buscam-se diversas maneiras dife-rentes de ilustrar esse fato. Apesar das dificuldades, aceita-se aqui que esse poema pos-sui algumas conexões diretas com o debate. Já nunca se sentiu obrigado a comentar direta e imediatamente os argumentos dos outros. Nesse caso, talvez estejam faltando algumas passagens de transição, que tornariam a conexão mais clara.

    Nos versículos 1-14 o autor explora a atividade de mineração do homem. O ouro era refinado. O homem vai até o fundo da terra (2) para descobrir metais e pedras preciosas. O processo de mineração é descrito em pormenores nos versículos 3:11. Os tradutores modernos deixam isso mais claro do que as versões mais antigas. Para colo-car um fim às trevas (3), os homens vão até as profundezas da terra como se fossem luz. Por meio da sua diligência e invenção o homem pode descobrir o tesouro escondido — as pedras na escuridão. O significado dos versículos 3:5 é, portanto, esclarecido: "Os homens procuram os limites dos lugares escuros, aventurando-se nos recônditos mais remotos para obter minério. Eles cavam poços profundos nos vales, em lugares remotos, raramente visitados por alguém e descem neles, pendurados em cordas que oscilam para frente e para trás. Da terra o homem obtém o pão de cada dia; mas debai-xo da superfície a terra é revolvida como por fogo" (Berkeley). Essa atividade ocorre fora da visão das aves com olhares afiados (7) e fora dos caminhos de animais selva-gens (8). O homem é capaz de vencer as montanhas (9) e dos rochedos faz sair rios (10), isto é, faz canais e constrói represas ou, talvez, tapa os veios de água com visgo para impedi-los de vazar para a mina (11).

    A atividade e a engenhosidade do homem são maravilhosas, mas em todo esse em-preendimento a sabedoria (12) não é descoberta. Ela não se acha na terra dos vi-ventes (13). Ela não se encontra no abismo nem no mar (14).

    O autor e poeta, em seguida, avalia o preço da sabedoria. Quanto custaria comprá-la? Nenhum preço pode ser estabelecido. Ela não pode ser pesada (15) ou comprada por ouro fino de Ofir (16). Nenhum montante de pedras preciosas pode se igualar a ela (17-19). A sabedoria e o entendimento estão além do alcance de todo vivente (21). Mesmo a perdi-ção e a morte (22) ouviram falar da sabedoria, mas não sabem onde encontrá-la.

    Somente Deus (23) entende o caminho da sabedoria, porque Ele vê tudo o que há debaixo dos céus (24). Ele controla as forças da natureza (25-26). Deus sabe onde encontrar a sabedoria porque Ele é o Autor dela; Ele estabeleceu-a (27). Ele instruiu o homem no seu caminho: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria (28).


    Champlin

    Antigo e Novo Testamento interpretado versículo por versículo por Russell Norman Champlin é cristão de cunho protestante
    Champlin - Comentários de Jó Capítulo 28 versículo 11
    Tapa os veios de água:
    Hebr. Tapa as goteiras. Outra tradução possível:
    Explora as nascentes dos rios.

    Genebra

    Comentários da Bíblia de Estudos de Genebra pela Sociedade Bíblica do Brasil para versão Almeida Revista e Atualizada (ARA)
    Genebra - Comentários de Jó Capítulo 28 do versículo 1 até o 28
    *

    28.1-28 A nova forma do capítulo 28 indica que a disputa ou diálogo tinha terminado. Agora um tipo diferente de literatura de sabedoria estava sendo apresentado: uma sabedoria padronizada, como a que aparece no livro de Provérbios. O autor do livro de Jó medita sobre a falta de sabedoria exibida até este ponto no diálogo. O assunto é a natureza fugidia da verdadeira sabedoria (conforme o refrão nos vs. 12,20). O poema termina (v. 28) com a resposta à pergunta formulada no refrão: "Mas onde se achará a sabedoria?"

    * 28.1-11 O homem, técnico como ele é, busca tesouros dos recessos ocultos da terra.

    *

    28:28 Aplicação do poema que termina no fim do cap. 28. Podemos aprender a sabedoria de Deus através de sua vontade revelada, e obedecendo a ela (Dt 4:5,6; Pv 8:4-9; 9:10). Quanto a uma aplicação neotestamentária, ver Cl 2:2,3 e Ef 3:8-10.



    Matthew Henry

    Comentário Bíblico de Matthew Henry, um pastor presbiteriano e comentarista bíblico inglês.
    Matthew Henry - Comentários de Jó Capítulo 28 do versículo 1 até o 28
    28:13 Jó declarou que a sabedoria não se pode encontrar entre os viventes. É natural para a gente que não compreende a importância da Palavra de Deus que procure a sabedoria aqui na terra. voltam-se para os filósofos e a outros líderes para que lhes ajude a viver. Mesmo assim Jó disse que a sabedoria não se encontra aqui. Nenhum líder ou grupo de líderes pode produzir o suficiente conhecimento ou raciocínio para explicar a totalidade da experiência humana. A interpretação final da vida, dos quais somos e aonde nos dirigimos, deve provir de fora e por cima de nossa vida mortal. Quando procurar uma guia, procure conhecer a sabedoria de Deus como o estabelece a Bíblia. Para ser elevados por cima e além das fronteiras da vida, devemos conhecer e confiar no Senhor da vida.

    28:16 O ouro do Ofir era considerado o mais fino que se podia conseguir. Ofir estava localizada provavelmente na África, ao longo da costa arábica ou na Índia. Onde fora que estivesse, era uma boa distância do Israel, já que os navios do rei Salomão demoraram três anos em completar a viagem (1Rs 9:28; 1Rs 10:22).

    28:28 O "temor do Senhor" é um tema chave na literatura a respeito da sabedoria que há na Bíblia (desde o Jó até Cantar dos cantar). Significa ter respeito e reverência para Deus e sentir um temor reverente de sua majestade e poder. Este é o ponto para começar a encontrar a sabedoria verdadeira (veja-se Pv 1:7-9).

    ONDE SE PODE ENCONTRAR A SABIDURIA?

    Jó e seus amigos diferiam em suas idéias sobre como um homem podia chegar a ser sábio.

    Elifaz

    Sua fonte de sabedoria:A sabedoria se adquire ao observar e experimentar a vida. Apoiou o conselho que deu ao Jó em seu conhecimento de primeira mão (Pv 4:7-8; Pv 5:3, Pv 5:27).

    Atitude para Deus: "observei pessoalmente a forma em que Deus trabalha e posso agora explicá-lo".

    Bildad

    Sua fonte de sabedoria:A sabedoria se herda do passado. O conhecimento fidedigno é de segunda mão. Apoiou o conselho que deu ao Jó nos provérbios e refrões tradicionais que com freqüência citava (Pv 8:8-9; Pv 18:5-21).

    Atitude para Deus: "Aqueles que se foram antes que nós conheceram a Deus e tudo o que temos que fazer é usar seu conhecimento".

    Zofar

    Sua fonte de sabedoria:A sabedoria pertence aos sábios. Apoiou seu conselho em sua sabedoria que não tinha nenhuma outra fonte que ele mesmo (Pv 11:6; Pv 20:1-29).

    Atitude para Deus: "Os sábios sabem como é Deus, mas não há muitos como nós".

    Sua fonte de sabedoria:Deus é a fonte de sabedoria e o primeiro passo para a sabedoria é o temor de Deus (Pv 28:20-28).

    Atitude para Deus: "Deus revela sua sabedoria a aqueles que humildemente confiam no".


    Wesley

    Comentário bíblico John Wesley - Metodista - Clérigo Anglicano
    Wesley - Comentários de Jó Capítulo 28 do versículo 1 até o 28
    e. Hino de Jó de Louvor a Sabedoria Divina (28: 1-28)

    Não vamos discutir a questão negado e defendida por muitos, se o capítulo 28 foi dito pelo Jó ou de outra. Vamos tratá-lo aqui como próprias palavras de Jó.

    Ellison observações sobre a resposta final de Jó para seus acusadores no capítulo 27 e início do capítulo 28 :

    Até agora, como fomos capazes de interpretar cap. 27:1 , ouvimos Jó terminando a sua resposta para seus amigos com uma auto-defesa feroz e apaixonado. ...

    Por vinte e cinco capítulos de empuxo e contra impulso ouvimos toda a sabedoria das escolas e ao dogmatismo da experiência pausa durante Jó, só para deixá-lo mais convencido do que na primeira e a sabedoria dos sábios confundidos. Para quebrar a tensão, para voltar a nossa atenção a partir do choque de paixão, e para nos preparar para a intervenção de Deus, o autor apresenta agora um poema em Sabedoria.

    Jó suportou o julgamento longo e torturante de fé a que ele foi submetido pelo Satan do Prólogo, com a permissão de Deus. Ele manteve a fé (conforme 1Tm 1:19. ; 1Tm 3:9 ; 2Tm 4:7)

    1 Na verdade, há uma mina de prata,

    E um lugar para o ouro, que se refina.

    2 Ferro é retirado da terra,

    E o cobre é derretido para fora da pedra.

    3 Homem põe termo às trevas,

    E esquadrinha para fora, até os últimos confins,

    As pedras na escuridão e nas trevas.

    4 Abrem um poço de mina longe do lugar onde habitam;

    Eles são esquecidos do pé;

    Eles pendentes longe dos homens, e oscilam de um lado para outro.

    5 Quanto à terra, dela procede o pão;

    E por baixo é revolvida como por fogo.

    6 As suas pedras são o lugar de safiras.

    E têm pó de ouro.

    7 Esse caminho nenhuma ave de rapina conhece,

    Nem ele os olhos do falcão visto:

    8 Os feras altivas não pisaram-lo,

    Nem o feroz leão passou por ela.

    9 O homem estende a mão contra a pederneira;

    Ele revolve os montes desde as suas raízes.

    10 Corta canais nas pedras;

    E os seus olhos descobrem todas as coisas preciosas.

    11 Ele lhes ata as correntes que não escorrem;

    E a coisa que está escondida tira para a luz.

    Delitzsch observa que significativamente

    De acordo com a conexão mais natural demonstrada por nós, Jó deseja mostrar que o lote final do homem rico é bem merecido, porque os tesouros que ele fez o objeto de sua avareza e orgulho, embora sempre tão caro, ainda são terrenos em sua natureza e origem. Portanto, ele começa com os metais mais preciosos, a prata, que tem a precedência, em referência ao ch. 27:16 sq., com ouro.

    Se o versículo 12 , com o qual a segunda divisão do presente capítulo (vv. 28:12-22) começa, é lido como um prefácio para o versículo 1 , a primeira seção (vv. 28:1-11) torna-se mais inteligível. Assim, a pergunta: "Onde está a sabedoria de ser encontrado? E o conhecimento, onde ele mais abundante? "(V. 12 , Moffatt), recebe uma resposta negativa nos versículos 1:11 . E, assim, Jó diz que a verdadeira sabedoria não é para ser encontrado nas competências tecnológicas e os tesouros do homem na terra.

    Jó começa esta obra-prima com um grande elogio para a tecnologia científica de sua época, como foi representado pelo artesanato perigosos, mas desafiador do mineiro que explora as entranhas da terra ('aphar -Poeira, ou buracos ou cavidades na superfície da terra superior) para descobrir e trazer para os ricos tesouros de superfície. Essa era a vontade de Deus para o homem desde o início para explorar, trazer sob seu controle, e fazer uso dos recursos naturais desta terra se torna evidente no registro divino (ver Gn 1:28 ; conforme . Sl 8:1. ). Os ricos tesouros inesgotáveis ​​e do universo estão à disposição do homem para descobrir, desenvolver e utilizar em benefício da sociedade e da glória de Deus. Isso é mais do que um privilégio estendido ao homem: é também uma responsabilidade colocada sobre ele por Deus. A pobreza ea falta de a raça humana não são devido a limitação de recursos. Pelo contrário, é exigível a um de três, ou uma combinação de dois ou todos os três, os fatores principais, a saber, a ignorância humana, a inércia eo egoísmo. Jó não significa aqui para refletir desfavoravelmente sobre a indústria humana, representada pela tecnologia de mineração, ou até mesmo o desejo de descobrir e obter os tesouros da terra, ou até mesmo para adquirir riqueza. O que ele significa para transmitir, no entanto, é que grande como são esses tesouros adquiridos pelo homem dos armazéns da terra, eles não estão a tornar-se os objetos finais de busca e devoção do homem. Eles nunca pode ter mais do que o valor instrumental. Quando eles são considerados como tendo valor intrínseco eles então se tornam ídolos e homem torna-se culpado de idolatria por tanto sobre eles.

    Blackwood diz que o desenvolvimento do homem de competências tecnológicas "leva muitos em nossos dias, uma vez que levou muitos nos dias de Jó, a acreditar que os mistérios da existência vai responder ao mesmo tipo de pesquisa que descobriu a safira (ou o mistério da fissão nuclear ). "

    Assim, em breve, Jó significa mostrar que o conhecimento humano, como revelado em realizações do homem, grandes e importantes como esse conhecimento pode ser, não é nenhum substituto para a verdadeira sabedoria divina, que é a única esperança do homem de salvação nesta vida ou na próxima. Os versículos 1:11 são mais vividamente rendido na tradução de Moffatt.

    Onde está a sabedoria de ser encontrado? E o conhecimento, onde ele mais abundante? Para a prata existem minas e lugares para refino de ouro; ferro da terra é tomada, cobre fundido de pedras. Homens procurar a escuridão à sua profundidade, e na penumbra píceo para pedras andam às apalpadelas; eles correm um eixo para baixo, longe da luz do dia, eles ficam abaixo, balançando em cima de uma corda. A colheita sai da terra abaixo, quando o mineiro explosões no subsolo; safiras deitar entre suas pedras, e ele pega pedaços de ouro; ele cai para trabalhar em cima das rochas flinty, ele vira colinas pelas raízes; ele perfura um canal no penhasco, para desenhar a água; ele investiga para o que é raro, e gemas escondidas ele vai unbare (28: 1-11 , Moffatt).

    O conhecimento humano, ela nunca será tão grande, nunca pode se tornar um substituto para a sabedoria de Deus. Paulo de uma vez por todos os tempos, declarou que "o mundo com toda a sua sabedoria não conhecer a Deus em sua sabedoria" (1Co 1:21, Moffatt).

    (2) A sabedoria obtidos por pesquisa ou uma compra (28: 12-22)

    12 Mas onde se achará a sabedoria?

    E onde está o lugar da inteligência?

    13 O homem não conhece o seu preço;

    Também não é encontrada na terra dos viventes.

    14 O abismo diz: Não está em mim;

    E o mar diz: Ela não está comigo.

    15 Não pode ser comprada com ouro,

    Nem deve ser pesado de prata para o preço dos mesmos.

    16 Não se pode avaliar em ouro fino de Ofir,

    Com o precioso ônix, nem pela safira.

    17 de ouro e vidro não pode ser igual a ele,

    Nem deve ser trocado por jóias de ouro fino.

    18 Não se fará menção de coral nem de cristal;

    Sim, o preço da sabedoria está acima dos rubis.

    19 O topázio da Etiópia não será igual a ele,

    Também não devem ser avaliados com ouro puro.

    20 Donde, pois, vem a sabedoria?

    E onde está o lugar da inteligência?

    21 visto que é oculto aos olhos de todo vivente,

    E oculta às aves do céu.

    22 Destruição e morte dizem:

    Ouvimos um rumor dela com os nossos ouvidos.

    Nem a tecnologia elaborada do dia de Jó, nem a tecnologia muito mais elaborada do dia de hoje, vai levar o homem à sabedoria divina (sophia , Septuaginta). A sabedoria não é algo a ser obtido pela tecnologia mais elaborado ou complicado. Também não pode ser comprado com a riqueza que a tecnologia produz. Não se encontra entre os mais preciosos tesouros nas entranhas da terra. Sistematicamente Jó examina as possíveis fontes de sabedoria apenas para descobrir cada desprovido do tesouro procuradas.

    Nenhum homem sabe o preço da sabedoria (v. 28:13-A ), e, portanto, não pode ser comprado. Esta sabedoria divina não é homem de dar, pela simples razão de que ele pertence a Deus, e somente Dele pode ser obtido (v. 28:13 ). Clarke diz:

    Os homens podem explorar países estrangeiros e pela navegação ligar, pois foram as partes mais distantes da terra, e multiplicar os confortos e luxos da vida; mas cada viagem e prazer a cada proclamar, A verdadeira felicidade não está aqui.

    A sabedoria não pode ser tido por ouro ("ouro maciço", Moffatt), e nenhuma quantidade de prata pode adquirir sabedoria (v. 28:15 ).

    A menção do ouro de Ofir (v. 28:16) chama uma atenção especial, uma vez que é, obviamente, a ser distinguido do ouro do versículo 15 . No versículo 1 ouro nativo é mencionado como na mina, encerrado no minério; no versículo 6 , é mencionado como em nuggets; no versículo 15 é falado como um tesouro ou representante da riqueza pessoal; no versículo 16 , é referido como o ouro de Ofir , ou cunhado e carimbado ouro. No versículo 17 , é provavelmente ouro perseguido, ou ouro com pedras preciosas incrustadas nele. Freehof observações sobre versículo 17 : "Glass era valioso em tempos antigos e foi usado com o ouro na criação de ornamentos valiosos." Gold no versículo 19 parece referir-se ao ouro martelado ou forjado em seus melhores formas de vasos, enfeites e instrumentos. Clarke observa que há também sete tipos de pedras preciosas aqui mencionados, ou seja, ônix, safira, cristal, coral, pérolas, rubis e topázio. Mesmo os rubis preciosos, que, na opinião de alguns estudiosos podem significar o ímã usado na localização de outros metais preciosos, não pode adquirir sabedoria.

    Assim, nem o olho à procura do homem sobre a terra, nem o olho digitalização da águia nos céus acima podem descobrir a sabedoria divina.

    O significado do verso 28:22 é sugerido pelo estudioso judeu Ibn Esdras ser "que os homens do passado distante, os rumores há muito tempo morto, já ouviu falar de onde a sabedoria pode ser encontrada."

    Em nenhuma das anteriores, valioso e importante para o homem como são, é a sabedoria para ser encontrado. Assim, a busca pela sabedoria deve ser transformado em outra direção.

    (3) A sabedoria só pode ser encontrada em Deus (28: 23-28)

    23 Deus entende o seu caminho,

    E ele sabe o seu lugar.

    24 Porque ele perscruta até as extremidades da terra,

    E vê debaixo do céu;

    25 Para fazer um peso do vento:

    Sim, ele meteth fora a medida das águas.

    26 Quando ele fez um decreto para a chuva,

    E um caminho para o relâmpago dos trovões;

    27 Então, que ele o vê, e declará-la;

    Ele estabeleceu que, sim, e procurou-o para fora.

    28 E disse ao homem,

    Eis que o temor do Senhor é a sabedoria;

    E afastar-se do mal é o entendimento.

    A verdadeira sabedoria é encontrada na onisciência divina, somente para Deus entende o caminho da sabedoria ou onde ele está localizado (v. 28:23 ). Ela se manifesta na Sua genialidade criativa divina e governo providencial do universo (vv. 28:24-27 ).

    Só Deus é a fonte da verdadeira sabedoria, e sem Sua sabedoria o maior de sabedoria humana, mas é pura tolice. A sabedoria é encontrada somente em encontro do homem com Deus. Mas Deus faz a Sua sabedoria conhecido e disponível para o homem.Temor reverencial a Deus que inspira obediência amorosa a Ele e aliena o homem a fugir do mal, isto é sabedoria. Esta foi a convicção com que Jó começou. É a convicção de que ele mantém até o fim (v. 28:28 ; conforme 1: 1 ; . 111 Ps: 10 ; Eclesiastes 0:13. ).


    Russell Shedd

    Comentários da Bíblia por Russell Shedd, teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora.
    Russell Shedd - Comentários de Jó Capítulo 28 do versículo 1 até o 28
    28.1- 28 Este capítulo é um belo poema sobre a sabedoria, mostrando que ela está inteiramente fora do alcance do homem, a não ser quando procurada no espírito de temor ao Senhor. Jó, vendo quão insolúvel é o problema do destino dos justos e dos injustos, e conhecendo a falência dos argumentos dos seus amigos, decide então, entregar sua sorte, juntamente com suas dúvidas, diretamente às mãos de Deus. Há críticos que duvidam ser este o sentido exato deste discurso, mas, o certo é que Jó, em meio às suas angústias, recebeu luzes do alto no decurso dos debates em vários confrontos, conforme 19.2327. É típico do livro inteiro, esse paulatino tatear após a verdade divina. • N. Hom. A verdadeira sabedoria:
    1) A verdadeira sabedoria não se discerne por meios humanos, vv. 3-11; A busca de sabedoria apresentada pela alegoria do mineiro: a) o tesouro que o mineiro procura 3, 5, 6; b) o caminho pelo qual o mineiro anda, 4, 7, 8; c) a obra do mineiro, 4, 9, 10, 11; d) Será que a sabedoria pode ser encontrada por tais meios humanos? v. 12;
    2) A verdadeira sabedoria, é incomparável no seu valor, vv. 13, 14; A alegria do comprador de pedras preciosas (conforme Mt 13:45-40); a) Não pode ser descoberta para ser avaliada, 13, 14; b) mesmo se fosse descoberta, não se poderia aquilatar seu valor, 13; c) mesmo se o preço fosse determinado, não poderia ser pago pelo homem, Pv

    3.13- 15; 8:10-11;
    3) A sabedoria verdadeira pertence exclusivamente a Deus, 21-27; a) É o segredo de Deus, 21, 22; b) É exclusivamente de Deus, 23, 25-27;
    4) A verdadeira sabedoria que se pode obter é divinamente revelada ao homem, v. 28; a) a divindade dessa revelação; b) a antigüidade desta revelação; c) a importância desta revelação.
    28.3 As lanternas dos mineiros põem fim à escuridão debaixo da terra.
    28.11 As galerias subterrâneas são protegidas contra a água.
    28.22 O abismo. Heb 'abaddõn, significa o lugar da destruição, expressão empregada juntamente com sheol (traduzido "o além"), em 26.5; Pv 15:55. Pode significar "inferno", cf.Ap 9:11.

    28.25 Deus distribuiu as forças da natureza na atmosfera da terra.
    28.28 O caminho para se obter a verdadeira sabedoria é a comunhão com o próprio Deus; temor do Senhor é a religião.


    NVI F. F. Bruce

    Comentário Bíblico da versão NVI por Frederick Fyvie Bruce, um dos fundadores da moderna compreensão evangélica da Bíblia
    NVI F. F. Bruce - Comentários de Jó Capítulo 28 do versículo 1 até o 28
    (3) Onde se poderá achar a sabedoria? (28:1-28)

    O tema desse poema grandioso, uma das grandes obras de arte poéticas do livro, é que a sabedoria é inalcançável pelo homem. Por “sabedoria” não se entende o tipo de sabedoria prática inculcada pelo livro de Provérbios, mas a sabedoria como compreensão total e completa do mundo e de sua ordem. Esse uso do termo “sabedoria” seria muito compreensível ao autor de Eclesiastes, que ressalta que “ele [o homem] não consegue compreender inteiramente o que Deus fez” (Ec 3:11; conforme Ec 8:17). Esse poema soaria um pouco estranho na boca de Jó, pois somente pela força de demorada argumentação de Deus (caps. 38—
    41) é que ele é conduzido a esse reconhecimento (conforme 42.3); mais importante, contudo, do que a pergunta de qual personagem no diálogo vem essa declaração é o destaque dado ao grande abismo entre a sabedoria humana e a divina.

    O poeta não está interessado em denegrir a sabedoria humana para engrandecer a sabedoria de Deus. O seu poema começa como um cântico de elogio da engenhosi-dade humana (v. 1-11) e só depois prossegue afirmando que mesmo assim a verdadeira sabedoria escapa à sua compreensão e é conhecida somente por Deus (v. 12-27); ao homem é dado conhecer não a “sabedoria”, mas a lei de Deus: para o homem, a sabedoria está no temor do Senhor (v. 28).

    (a)    A sabedoria do homem (28:1-11). O poeta escolhe somente um exemplo de sabedoria humana: a capacidade do homem de fundir o minério extraído da terra (v. 2). Essa é uma ilustração particularmente adequada da sabedoria humana, pois inclui o tema da busca por aquilo que é precioso. O hebraico do poema é bastante obscuro, em parte porque muito pouco se conhece das tecnologias antigas de mineração. Todas as versões precisam usar um pouco de imaginação para fazer sentido dos detalhes, mas o retrato geral apresentado pelas versões modernas está claro. Em primeiro lugar, são registrados quatro metais que o homem extrai na mineração. No v. 3, parece haver uma referência a lâmpadas usadas debaixo da terra. O v. 4 destaca o perigo e a solidão em que se trabalha nessa indústria e descreve de forma pitoresca o minerador na hora de descer no poço da mina: ele se pendura e balança. Esse negócio da mineração é um processo paradoxal: na superfície, continuam os processos pacíficos da agricultura, enquanto abaixo disso talvez tenha de haver a remoção violenta de obstáculos para se chegar ao metal (v. 5). A enge-nhosidade humana criou no subsolo da terra um caminho desconhecido para aves e animais da terra (v. 7,8). Ao contrário dos animais, o homem é o dominador da terra (v. 11); ele tem capacidade para atacar as encostas das colinas; ele “desarraiga as montanhas pela raiz” (v. 9, BJ). Os seus olhos são mais penetrantes do que os do falcão (v. 10; conforme v. 7), os seus caminhos, mais secretos e remotos do que os do leão (v. 10; conforme v. 8).

    (b)    Mas onde se poderá achar a sabedoria? (28:12-28).

    Evidentemente a “sabedoria” que não pode ser encontrada pelo exame e pela busca é algo diferente da sabedoria tecnológica do homem. O poeta não nos conta abertamente o que ele quer dizer, mas permite que se forme um clímax que mostra de forma crescente a impossibilidade de se obter essa sabedoria. Não se conhece o seu lugar (v. 12), tampouco o caminho para ela (v. 13); não pode ser avaliada em termos de ouro ou prata (v. 15-19). Nem o mundo sabe onde se pode encontrá-la (v. 14). Até mesmo os poderes sobrenaturais da Destruição (lit. Abadom, i.e., Sheol, o submundo) e da Morte só conhecem um leve rumor dela (v. 22). Mas Deus sabe tudo a respeito dela (v. 23), pois na verdade foi essa a sua sabedoria que ele usou para estabelecer a criação (v. 24-27). E inacessível ao homem esse conhecimento sobrenatural do Universo e o seu propósito e as leis que o regem; o que foi dado a conhecer ao homem, no entanto, é um outro tipo de sabedoria: uma sabedoria mais manejável e praticável, uma sabedoria que consiste no fazer: no temor do Senhor e em evitar o mal (v. 28) está a sabedoria para o homem. Esse poema pode muito bem subsistir sozinho, mas, se deve ser lido como resposta final e conclusiva de Zofar a Jó, o seu significado está em rejeitar a reivindicação de Jó ao completo conhecimento dos caminhos do Todo-poderoso (27,11) e preceituar para Jó não a busca pela sabedoria, mas o esforço de buscar a retidão como objetivo em Si.


    Moody

    Comentários bíblicos por Charles F. Pfeiffer, Batista
    Moody - Comentários de Jó Capítulo 4 do versículo 1 até o 24

    III. Juízo : O Caminho da Sabedoria Obscurecido e Iluminado. 4:1 - 41:34.

    A. O Veredito dos Homens. 4:1-24.

    Considerando que o diálogo de Jó com seus amigos relacionava-se mais com a lamentação de Jó do que diretamente com suas calamidades, a missão dos amigos assume mais os ares de um julgamento do que de consolo pastoral e continua assim progressivamente em cada sucessivo ciclo de discursos. (Em relação à estrutura cíclica do diálogo, veja o Esboço acima.) Os amigos assentaram-se como em um conselho de anciãos para julgarem o ofensor clamoroso. A avaliação da culpa de Jó envolve discussão dos aspectos mais amplos do problema da teodicéia, mas sempre com o caso particular de Jó e a condenação à vista. Portanto, para Jó o debate não consiste em um estudo imparcial e acadêmico do sofrimento em geral, mas uma nova e dolorosa fase dos seus sofrimentos. Os amigos são enganados por seu apego à tradicional teoria, ajudando e favorecendo a Satanás em sua hostilidade contra Deus, e obscurecendo o caminho da sabedoria para Jó, o servo de Deus. Mas o debate serve para silenciar esta sabedoria do mundo e assim prepara o caminho para a apresentação da via de acesso da aliança para a sabedoria, que são apresentados nos discursos de Eliú e o Senhor. Novamente, no apelo que Jó faz dos vereditos humanos ao supremo tribunal, expresso em seu apaixonado anseio de expor o seu caso diante do Senhor, o debate busca a manifestação visível de Deus.


    Moody - Comentários de Jó Capítulo 28 do versículo 1 até o 11

    1-11. Em contraste com o tema seguinte sobre o fracasso do homem quando procura a sabedoria longe de Deus (v. 12 e segs.), aqui está o quadro do sucesso dos ousados filhos de Tubal-Caim (cons. Gn 4:22) em explorar os tesouros escondidos da terra. A conquista da terra pela humanidade, ordenada por Deus no princípio (Gn. 1: 28), foi delineada por fenomenais triunfos tecnológicos.


    Moody - Comentários de Jó Capítulo 28 do versículo 1 até o 28

    Jó 28

    28:1-28. Alguns comentadores consideram este capítulo como um interlúdio único inserido pelo autor para separar o diálogo do sumário final de Jó (caps. 29-31). Foi tratado aqui como uma continuação da instrução de Jó sobre "o que encerra a mão de Deus" (27:11a) e, como tal, demonstra ainda mais que a sua piedade é genuína e fervorosa.


    Francis Davidson

    O Novo Comentário da Bíblia, por Francis Davidson
    Francis Davidson - Comentários de Jó Capítulo 28 do versículo 1 até o 28
    28:1

    3. A SABEDORIA, DOM DE DEUS (28:1-18). O capítulo consiste de um belo poema sobre a sabedoria que se destina a mostrar que esta está inteiramente fora do alcance do homem a não ser que seja procurada no temor do Senhor (28).

    Muitos especialistas duvidam que o capítulo faça parte do drama original e consideram-no uma adição. Em primeiro lugar, não é fácil descobrir a relação existente entre este capítulo e o capítulo anterior. Em segundo lugar, a plácida aceitação da sublimidade da sabedoria divina contrasta singularmente com muitas das anteriores e posteriores declarações de Jó. Noutras passagens Jó aparece-nos como "uma águia acorrentada que abre as asas e se precipita contra as grades da sua prisão; como alguém que quisesse elevar-se até aos lugares divinos e deles arrancar e desnudar o mistério que o tortura". Ver, por exemplo, 23:3; 31:35 e segs. Mas não nos esqueçamos de que a coerência absoluta não é de esperar no homem que sofre. A opinião de Jó acerca de Deus é notavelmente diversa e contraditória. Deus aparece-lhe umas vezes como inimigo, outras vezes como amigo. O pêndulo que assim oscila pode ter oscilado também no que diz respeito aos pensamentos de Jó sobre a compreensão humana dos caminhos de Deus.

    Nos primeiros catorze versículos temos uma vívida descrição da incansável e bem sucedida atividade do homem o qual arranca à terra os seus tesouros de pedras e minérios. Vemos o mineiro, tateando na escuridão e realizando complicadas operações subterrâneas. Note-se a seguinte tradução do versículo 4 a qual poderá, porventura, esclarecer uma passagem extremamente obscura: "Ele abre passagens subterrâneas longe de lugares habitados pelo homem; são esquecidos por aqueles que passam; vivem longe dos homens, movem-se dum lado para o outro". Os versículos 9:10 descrevem o mineiro abrindo passagem através das rochas. Rios (10). Segundo outra versão, "passagens". O versículo 5 dá-nos um forte contraste entre o calmo crescimento do trigo, à superfície da terra, e o esforçado trabalho do mineiro nas camadas subterrâneas.

    A narrativa fala-nos duma busca em que se frustrará o mais admirável engenho seja ele de homem ou de animal: a busca da sabedoria (7,8,12-14). A terra não pode responder à pergunta: Onde se achará a sabedoria? (12). Valor (13) ou, segundo a Septuaginta, "caminho". A sabedoria não pode adquirir-se em nenhum mercado humano (15-22). Nem as coisas vivas nem as escuras forças que imperam no abismo podem responder à pergunta do versículo 12 repetida no versículo 20: Onde se achará a sabedoria? Nada podem fazer senão aludir a um vago e distante rumor da sua fama (22).

    >28:23

    O versículo 23 fala-nos da única Pessoa que pode responder à pergunta feita. O Deus que reprime as poderosas forças do universo, o Deus da criação, é o único que exerce absoluto e completo domínio sobre a sabedoria e seus mistérios. Só o homem que teme a Deus e cuja vida é moral, pode caminhar para a apreensão de uma sabedoria da qual só Deus é, e pode ser, o único detentor.


    Dicionário

    Escondido

    escondido adj. Que se escondeu; oculto.

    Gota

    substantivo feminino Quantidade muito pequena de um líquido que se destaca sob a forma de um glóbulo; pingo: pôr algumas gotas de limão na água.
    Quantidade muito pequena: só tomou uma gota de leite.
    substantivo feminino plural [Arquitetura] Pequenos cones truncados colocados sob o triglifo dórico.
    Loc.
    advérbio Gota a gota, aos pinguinhos, pingo por pingo; lentamente, pouco a pouco.

    Luz

    substantivo feminino Claridade que emana de si mesmo (Sol) ou é refletida (Lua).
    [Astronomia] Claridade que o Sol espalha sobre a Terra.
    Objeto que serve para iluminar; lâmpada, lanterna: traga a luz.
    O que ilumina os objetos e os torna visíveis: luz do poste.
    [Artes] Efeitos da luz reproduzidos em um quadro: hábil distribuição de luz e sombras.
    Figurado Tudo que esclarece o espírito: a luz da razão, da fé.
    Figurado Conhecimento das coisas; inteligência, saber: suas luzes são limitadas.
    Figurado Pessoa de mérito, de elevado saber: é a luz de seu século.
    Orifício de entrada e saída do vapor no cilindro de uma máquina.
    Abertura na culatra de uma arma, pela qual se faz chegar o fogo à carga.
    Furo que atravessa um instrumento.
    [Ótica] Nos instrumentos de óptica de pínulas, pequeno orifício pelo qual se vê o objeto observado.
    [Anatomia] Cavidade de um corpo ou órgão oco: a luz do intestino.
    expressão Luz cinzenta. Luz solar refletida pela Terra, a qual permite distinguir o disco completo da Lua quando esta se mostra apenas sob a forma de crescente.
    Luz negra ou luz de Wood. Raios ultravioleta, invisíveis, que provocam a fluorescência de certos corpos.
    Vir à luz. Ser publicado, revelado.
    Século das Luzes. O século XVIII.
    Dar à luz. Dar vida a um ser.
    Etimologia (origem da palavra luz). Do latim lucem.

    hebraico: amendoeira

    [...] luz é, em suma, a forma mais sutil da matéria. [...].
    Referencia: FINDLAY, J• Arthur• No limiar do etéreo, ou, Sobrevivência à morte cientificamente explicada• Traduzido do inglês por Luiz O• Guillon Ribeiro• Prefácio de Sir William Barret• 3a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1981• - cap• 2

    [...] é um modo de movimento, como o calor, e há tanta “luz” no espaço à meia-noite como ao meio-dia, isto é, as mesmas vibrações etéreas atravessando a imensidade dos céus. [...]
    Referencia: FLAMMARION, Camille• A morte e o seu mistério• Rio de Janeiro: FEB, 2004• 3 v•: v• 1, 6a ed•; v• 2, 5a ed•; v• 3, 5a ed• - v• 1

    [...] constitui o modo de transmissão da história universal.
    Referencia: FLAMMARION, Camille• Narrações do infinito: lúmen• Trad• de Almerindo Martins de Castro• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1999• - 4a narrativa

    [...] é o símbolo multimilenar do desenvolvimento espiritual. [...]
    Referencia: MARCUS, João (Hermínio C• Miranda)• Candeias na noite escura• 4a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 1

    L M
    Referencia:


    Luz
    1) Claridade; luminosidade (Gn 1:3).


    2) Figuradamente refere-se a Deus (Sl 104:2; Jc 1:17); a Jesus (Jo 1:4-6); à Palavra de Deus (Sl 119:105); e aos discípulos de Jesus (Mt 5:14).


    3) Cidade cananéia que foi chamada de Betel (Gn 28:19) e, depois, formou a fronteira norte da tribo de Benjamim (Js 18:13).


    Luz Símbolo da claridade espiritual, que procede do Evangelho de Jesus (Mt 4:16; Lc 1:79) e não se restringe aos judeus, mas que chega até aos gentios (Lc 2:32). Acompanha algumas manifestações gloriosas de Jesus como a da sua Transfiguração (Mt 17:2-5). Os discípulos devem ser canais dessa luz (Mt 5:14-16; Lc 12:35), evangelizar e atuar na transparência própria da luz (Mt 10:27; Lc 12:3).

    Rios

    masc. pl. de rio

    ri·o
    (latim vulgar rius, do latim rivus, -i)
    nome masculino

    1. Grande curso de água natural, quase sempre oriunda das montanhas, que recebe no trajecto águas de regatos e ribeiros, e desagua em outro curso de água, num lago ou no mar.

    2. Figurado Aquilo que corre como um rio ou a ele se assemelha.

    3. Grande quantidade de líquido.

    4. Grande quantidade de qualquer coisa.


    rio de enxurrada
    Que só leva água quando chove.


    masc. pl. de rio

    ri·o
    (latim vulgar rius, do latim rivus, -i)
    nome masculino

    1. Grande curso de água natural, quase sempre oriunda das montanhas, que recebe no trajecto águas de regatos e ribeiros, e desagua em outro curso de água, num lago ou no mar.

    2. Figurado Aquilo que corre como um rio ou a ele se assemelha.

    3. Grande quantidade de líquido.

    4. Grande quantidade de qualquer coisa.


    rio de enxurrada
    Que só leva água quando chove.


    Sai

    substantivo masculino Pequeno símio, da América tropical, com longa cauda não preênsil.
    Nome de vários pássaros.

    substantivo masculino Pequeno símio, da América tropical, com longa cauda não preênsil.
    Nome de vários pássaros.

    substantivo masculino Pequeno símio, da América tropical, com longa cauda não preênsil.
    Nome de vários pássaros.

    Líder de uma família de servidores do Santuário. Seus descendentes retornaram do exílio na Babilônia com Esdras e dedicaram-se ao trabalho no Templo (Ne 7:47; Ed 2:44).


    Tapa

    substantivo masculino e feminino Golpe aplicado com a mão; bofetão, bofetada.
    Rolha de madeira que se usa para tapar a boca do canhão e de outras peças de artilharia.
    Argumento irrespondível.
    Parte externa do casco das bestas.
    Gír. Pitomba.

    tapa s. f. 1. Zool. Revestimento córneo, exterior, do casco das bestas. 2. Rolha de madeira, com que se tapa a boca das peças de artilharia. 3. Peça de couro que se põe na cabeça do burro (ou cavalo), a fim de fazer com que veja só para frente; antolhos.

    Tira

    substantivo feminino Retalho de pano, de couro, de papel etc., mais comprido que largo.
    Listra; ourela; correia.
    Franja, renda.
    Friso, filete.
    [Comparativo] Pedaço ou tira de microfilme com uma ou mais imagens e identificação codificada.
    substantivo masculino [Brasil] Agente de polícia, beleguim.

    tira s. f. 1. Retalho de couro, pano, papel etc., mais comprido que largo. 2. Lista, listão. 3. Correia, fita. 4. Filete, friso. 5. Historieta ou fragmento de histórias em quadrinhos, apresentada em uma única faixa horizontal. S. .M Gír. Agente policial.

    Strongs

    Este capítulo contém uma lista de palavras em hebraico e grego presentes na Bíblia, acompanhadas de sua tradução baseada nos termos de James Strong. Strong foi um teólogo e lexicógrafo que desenvolveu um sistema de numeração que permite identificar as palavras em hebraico e grego usadas na Bíblia e seus significados originais. A lista apresentada neste capítulo é organizada por ordem alfabética e permite que os leitores possam ter acesso rápido e fácil aos significados das palavras originais do texto bíblico. A tradução baseada nos termos de Strong pode ajudar os leitores a ter uma compreensão mais precisa e profunda da mensagem bíblica, permitindo que ela seja aplicada de maneira mais eficaz em suas vidas. James Strong
    Jó 28: 11 - Texto em Hebraico - (HSB) Hebrew Study Bible

    Os rios ele tapa, e nem uma gota sai deles, e tira à luz o que estava escondido.
    Jó 28: 11 - (ARAi) Almeida Revista e Atualizada Interlinear

    H1065
    Bᵉkîy
    בְּכִי
    de fato, realmente, afinal
    (yet)
    Partícula
    H216
    ʼôwr
    אֹור
    luz
    (light)
    Substantivo
    H2280
    châbash
    חָבַשׁ
    amarrar, atar, cingir, ligar, selar, conter, enfaixar, governar
    (and saddled)
    Verbo
    H3318
    yâtsâʼ
    יָצָא
    ir, vir para fora, sair, avançar
    (And brought forth)
    Verbo
    H5104
    nâhâr
    נָהָר
    corrente, rio
    (And a river)
    Substantivo
    H8587
    taʻălummâh
    תַּעֲלֻמָּה
    ()


    בְּכִי


    (H1065)
    Bᵉkîy (bek-ee')

    01065 בכי B ekiŷ

    procedente de 1058; DITAT - 243b; n m

    1. um choro, pranto

    אֹור


    (H216)
    ʼôwr (ore)

    0216 אור ’owr

    procedente de 215; DITAT - 52a; n f

    1. luz
      1. luz do dia
      2. luminosidade das luminárias celestes (lua, sol, estrelas)
      3. raiar do dia, alvorada, aurora
      4. luz do dia
      5. relâmpago
      6. luz de lâmparina
      7. luz da vida
      8. luz da prosperidade
      9. luz da instrução
      10. luz da face (fig.)
      11. Javé como a luz de Israel

    חָבַשׁ


    (H2280)
    châbash (khaw-bash')

    02280 חבש chabash

    uma raiz primitiva; DITAT - 599; v

    1. amarrar, atar, cingir, ligar, selar, conter, enfaixar, governar
      1. (Qal)
        1. amarrar, atar
        2. cingir
      2. (Piel) atar, restringir
      3. (Pual) ser atado

    יָצָא


    (H3318)
    yâtsâʼ (yaw-tsaw')

    03318 יצא yatsa’

    uma raiz primitiva; DITAT - 893; v

    1. ir, vir para fora, sair, avançar
      1. (Qal)
        1. ir ou vir para fora ou adiante, ir embora
        2. avançar (para um lugar)
        3. ir adiante, continuar (para ou em direção a alguma coisa)
        4. vir ou ir adiante (com um propósito ou visando resultados)
        5. sair de
      2. (Hifil)
        1. fazer sair ou vir, trazer, liderar
        2. trazer
        3. guiar
        4. libertar
      3. (Hofal) ser trazido para fora ou para frente

    נָהָר


    (H5104)
    nâhâr (naw-hawr')

    05104 נהר nahar

    procedente de 5102; DITAT - 1315a; n m

    1. corrente, rio
      1. corrente, rio
      2. correntes (subterrâneas)

    תַּעֲלֻמָּה


    (H8587)
    taʻălummâh (tah-al-oom-maw')

    08587 תעלמה ta alummah̀

    procedente de 5956; DITAT - 1629a; n. f.

    1. coisa oculta, segredo, o que está oculto