Enciclopédia de Provérbios 17:3-3

Tradução (ARC) - 2009 - Almeida Revisada e Corrigida

Índice

Perícope

pv 17: 3

Versão Versículo
ARA O crisol prova a prata, e o forno, o ouro; mas aos corações prova o Senhor.
ARC O crisol é para a prata, e o forno para o ouro; mas o Senhor prova os corações.
TB O crisol é para a prata, e o forno, para o ouro;
HSB מַצְרֵ֣ף לַ֭כֶּסֶף וְכ֣וּר לַזָּהָ֑ב וּבֹחֵ֖ן לִבּ֣וֹת יְהוָֽה׃
BKJ O crisol é para a prata, e o forno para o ouro; mas o -SENHOR prova os corações.
LTT O crisol é para a prata, e o forno para o ouro; mas o SENHOR é quem prova os corações.
BJ2 A prata no forno, o ouro no crisol, mas é Iahweh que prova o coração.
VULG Sicut igne probatur argentum et aurum camino, ita corda probat Dominus.

Referências Cruzadas

As referências cruzadas da Bíblia são uma ferramenta de estudo que ajuda a conectar diferentes partes da Bíblia que compartilham temas, palavras-chave, histórias ou ideias semelhantes. Elas são compostas por um conjunto de referências bíblicas que apontam para outros versículos ou capítulos da Bíblia que têm relação com o texto que está sendo estudado. Essa ferramenta é usada para aprofundar a compreensão do significado da Escritura e para ajudar na interpretação e aplicação dos ensinamentos bíblicos na vida diária. Abaixo, temos as referências cruzadas do texto bíblico de Provérbios 17:3

I Crônicas 29:17 E bem sei eu, Deus meu, que tu provas os corações e que da sinceridade te agradas; eu também, na sinceridade de meu coração, voluntariamente dei todas estas coisas; e agora vi com alegria que o teu povo, que se acha aqui, voluntariamente te deu.
Salmos 26:2 Examina-me, Senhor, e prova-me; esquadrinha a minha mente e o meu coração.
Salmos 66:10 Pois tu, ó Deus, nos provaste; tu nos afinaste como se afina a prata.
Provérbios 27:21 O crisol é para a prata, e o forno, para o ouro, e o homem é provado pelos louvores.
Isaías 48:10 Eis que te purifiquei, mas não como a prata; provei-te na fornalha da aflição.
Jeremias 17:10 Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos; e isso para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações.
Zacarias 13:9 E farei passar essa terceira parte pelo fogo, e a purificarei, como se purifica a prata, e a provarei, como se prova o ouro; ela invocará o meu nome, e eu a ouvirei; direi: É meu povo; e ela dirá: O Senhor é meu Deus.
Malaquias 3:2 Mas quem suportará o dia da sua vinda? E quem subsistirá, quando ele aparecer? Porque ele será como o fogo do ourives e como o sabão dos lavandeiros.
I Pedro 1:7 para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória na revelação de Jesus Cristo;
Apocalipse 2:23 E ferirei de morte a seus filhos, e todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda as mentes e os corações. E darei a cada um de vós segundo as vossas obras.

Livros

Livros citados como referências bíblicas, que citam versículos bíblicos, são obras que se baseiam na Bíblia para apresentar um argumento ou discutir um tema específico. Esses livros geralmente contêm referências bíblicas que são usadas para apoiar as afirmações feitas pelo autor. Eles podem incluir explicações adicionais e insights sobre os versículos bíblicos citados, fornecendo uma compreensão mais profunda do texto sagrado.

Referências em Livro Espírita

Não foram encontradas referências em Livro Espírita.

Referências em Outras Obras

Não foram encontradas referências em Outras Obras.

Comentários Bíblicos

Este capítulo é uma coletânea de interpretações abrangentes da Bíblia por diversos teólogos renomados. Cada um deles apresenta sua perspectiva única sobre a interpretação do texto sagrado, abordando diferentes aspectos como a história, a cultura, a teologia e a espiritualidade. O capítulo oferece uma visão panorâmica da diversidade de abordagens teológicas para a interpretação da Bíblia, permitindo que o leitor compreenda melhor a complexidade do texto sagrado e suas implicações em diferentes contextos e tradições religiosas. Além disso, o capítulo fornece uma oportunidade para reflexão e debate sobre a natureza da interpretação bíblica e sua relevância para a vida religiosa e espiritual.

Beacon

Comentário Bíblico de Beacon - Interpretação abrangente da Bíblia por 40 teólogos evangélicos conservadores
Beacon - Comentários de Provérbios Capítulo 17 do versículo 1 até o 28
  1. Deus Depura o Caráter do Homem (17:1-12)

A harmonia do lar é tratada no versículo 1. O bocado seco, ou refeição escassa, comido com contentamento é melhor do que um jantar refinado numa atmosfera de con-tenda (veja comentário de 15.17). O texto hebraico traz: "sacrifícios de contendas"; isso está em contraste com as "ofertas de paz" de uma família israelita (cf. Dt 12:15-1 Sm 20.6). No versículo 2, um servo fiel substitui um filho indigno na satisfação e na heran-ça do pai. Vemos um cumprimento histórico deste provérbio na vida de Jeroboão e Roboão (1 Rs 11:26-12.19). O crisol (3; "fundidor", Moffatt) é usado para refinar a prata e como forno para o ouro. Da mesma forma, Deus usa as provações para depurar o caráter do homem (cf. M13.3). O versículo 4 fala da responsabilidade do ouvinte, uma mordomia muitas vezes esquecida. No versículo 5, o sábio de Israel adverte os que não têm coração — destituídos de compaixão (cf. Pv 14:13).

O significado da família na tradição hebréia é afirmado no versículo 6. Os netos são bênção especial para os idosos, e um bom pai é a glória dos filhos. Na fala a pessoa precisa ser ela mesma; suas palavras devem estar em harmonia com seu caráter e res-ponsabilidades. No versículo 8, lemos que o suborno é demasiadamente bem-sucedido. O presente (lit. "propina") funciona. Edgar Jones escreve: "Isto é realismo social com vin-gança".32 O versículo 9 diz que quem é paciente mostra o seu anseio por boas amizades, mas o que renova a questão ("revolve o assunto", ECF) indispõe um "amigo íntimo" (Moffatt). Mais profundamente entra a repreensão ("faz marca mais profunda", NVI) no coração sensível do homem bom do que cem açoites no tolo (10). No versículo 11, os ímpios são alertados acerca dos riscos da rebeldia contra Deus ou contra o governo. O versículo 12 adverte que o tolo é mais perigoso do que "uma ursa da qual roubaram os filhotes" (NVI).

  1. O Preço da Sabedoria (17:13-28)

Já é suficientemente ruim retribuir o mal com o mal, mas o versículo 13 fala do pecado horrendo de se retribuir o mal por bem. O melhor momento de cessar uma discussão é no seu princípio e não quando o rio chega à maré alta (14). O versículo 15 usa a linguagem do tribunal e adverte contra os erros judiciais. O preço na mão (16) é uma expressão que não deve ser interpretada literalmente, porque o mestre judaico es-tava proibido de receber pagamento por seu ensino. O tolo não está disposto a pagar o preço do caminho de Deus. Edgar Jones expressa isso assim: "Para obter sabedoria a pessoa precisa estar moralmente receptiva e religiosamente comprometida"." No versículo 17, vemos o valor da amizade duradoura. Um verdadeiro amigo é amigo em tempos bons e em épocas ruins 34 O versículo 18 não contradiz o 17, mas adverte contra o abuso da amizade (veja comentário de 6:1-5).

A pessoa orgulhosa e briguenta vai sofrer por causa de suas atitudes más. O que alça a sua porta pode bem significar: "o que abre muito a sua boca" (Berkeley). Observe I Samuel 2:3; Miquéias 7:5. A impiedade também leva à desgraça (20). No versículo 21, o sofrimento é visto como o que é causado pelo filho moral e religiosamente rebelde (cf. v. 25; veja comentário de 10.1). O versículo 22, que nos conta que um coração alegre paga dividendos, é tão atual quanto a terapia psicossomática (cf. 3.8; 12.25). O versículo 23 condena o suborno (cf. v. 8). No versículo 24, a concentração e a atenção do piedoso são contrastadas com a ausência de propósito e rumo do pecador (cf. Fp 3:13-14). Acerca do versículo 25 veja comentário do versículo 21. No versículo 26, temos uma advertência contra procedimentos inapropriados e injustos (cf. Jo 18:23). O versículo 27 fala do valor da fala disciplinada e controlada. Lemos no versículo 28 que até o tolo sai lucrando quando limita as suas palavras.


Champlin

Antigo e Novo Testamento interpretado versículo por versículo por Russell Norman Champlin é cristão de cunho protestante
Champlin - Comentários de Provérbios Capítulo 17 versículo 3
O crisol... o ouro:
Conforme Pv 27:21. Aos corações prova o SENHOR. Conforme Pv 24:12. O fogo como meio para provar e purificar os metais é uma imagem comum na literatura profética (conforme Jr 9:6-7; Jr 11:20; Jr 12:3; Jr 17:10; Zc 13:9). Conforme também 1Pe 1:7.

Genebra

Comentários da Bíblia de Estudos de Genebra pela Sociedade Bíblica do Brasil para versão Almeida Revista e Atualizada (ARA)
Genebra - Comentários de Provérbios Capítulo 17 do versículo 1 até o 28
*

17:1

farta de carnes, e contendas. Lit., "sacrifícios de contendas" (ver a referência lateral), talvez um contraste com as ofertas pacíficas ou de comunhão (Dt 27:7). Pode haver harmonia sem provisões abundantes.

* 17.2 Um privilégio herdado pode ser facilmente perdido para aqueles que, mediante a diligência, mostram-se dignos de desfrutar do mesmo (11.29).

* 17:3

aos corações prova o SENHOR. As comparações indicam que o Senhor usa as nossas experiências a fim de nos aprimorar. Um teste de fogo não vem para nos destruir, mas para nos refinar.

* 17:4 O pecado não está simplesmente no ouvir, mas no implícito desejo perverso de usar para o mal aquilo que foi ouvido (conforme 16.27).

*

17:5 Ver 14.21 e nota.

* 17:6

os filhos dos filhos. O desejo natural de todos os pais ter netos foi intensificado em Israel, onde as bênçãos plenas da aliança, que jaziam no futuro, seriam possuídas pelos descendentes do indivíduo (Sl 127:3; 128.1-6).

a glória dos filhos são os pais. Ver Êx 20:12. Os pais são os guardiães e os professores mais influentes da verdade divina aos seus filhos.

* 17:7

quanto menos ao príncipe, o lábio mentiroso. Ver 8.15,16; 16.10,12,13 e notas.

* 17:8

o suborno. O ato de subornar geralmente se mostra eficaz. Essa observação de um comportamento humano corrupto é feito sem se passar julgamento moral (conforme o mordomo injusto de Lc 16:1-9). O suborno é condenado em 15.27. A sabedoria rejeita o pragmatismo em favor da obediência à lei de Deus.

* 17:10 Um tema frequente da sabedoria: as pessoas sábias deixam-se ensinar. Em contraste, o insensato não aprenderá de forma alguma (9.7-9).

* 17:11 O governo foi instituído por Deus para a preservação da ordem na sociedade (13 1:45-13.5'>Rm 13:1-5). A rebeldia convida a retribuição oficial contra a tentativa de destruir a ordem social.

* 17:16

para comprar a sabedoria. Os insensatos não podem compensar a falta de sabedoria comprando uma educação.

* 17:18 Ver 6:1-3 e notas.

* 17:19 As linhas paralelas deste provérbio vinculam o orgulho e as más ações com a luta e a destruição, dando ao leitor assunto para sua reflexão.

* 17.21 Ver 10.1; 15.20 e 17.25.

*

17:22 Ver 14.30; 15.13,30 e notas.

* 17:23 Ver o v. 8 e nota.

* 17:24 O contraste é entre a concentração sobre a tarefa do aprendizado da sabedoria e os devaneios (12.11, nota).

* 17:25 Ver o v. 21 e nota.

*

17.27

Quem retém. Ou seja, aquele que contém sua fala. Este provérbio contrasta com 16.27,28. Os sábios sabem como controlar sua língua.

*

17:28 Este provérbio é uma extensão hipotética do v. 27. Ironicamente, o insensato que tem a esperteza de manter-se calado pelo menos mostra algum potencial para a sabedoria.



Matthew Henry

Comentário Bíblico de Matthew Henry, um pastor presbiteriano e comentarista bíblico inglês.
Matthew Henry - Comentários de Provérbios Capítulo 17 do versículo 1 até o 28
17:3 Se requer de um intenso calor para desencardir o ouro e a prata. De maneira similar, freqüentemente se requer do calor das provas para que os cristãos sejam desencardidos. Através das provas, Deus nos mostra o que há em nós e tira algo que se atrevesse para que possamos confiar completamente no. Pedro diz: "Para que submetida a prova sua fé, muito mais preciosa que o ouro, o qual embora perecível se prova com fogo, seja achada em louvor, glória e honra quando for manifestada Jesucristo" (1Pe 1:7). Assim quando surgirem tempos difíceis em seu caminho, dê-se conta de que Deus deseja utilizá-los para refinar sua fé e desencardir seu coração.

17:5 Poucos atos são tão cruéis como burlar-se dos menos afortunados, mas muitos o praticam porque lhes faz sentir-se bem ser melhores ou ter mais êxito que outros. Ludibriar ao pobre é burlar do Deus que os criou. Também nos burlamos de Deus quando ridicularizamos ao fraco ou aos que são diferentes ou a qualquer. Quando notar que menospreza a outros solo por diversão, detenha-se e pense no que os criou.

17:8 Salomão não desculpa o suborno (veja-se 17.15, 23), mas sim faz uma observação a respeito de como as coisas atuam no mundo. O suborno pode fazer que a gente obtenha o que quer, mas a Bíblia o condena claramente (Ex 23:8; Pv 17:23; Mt 28:11-15).

17:9 Este provérbio menciona que deveríamos perdoar de boa vontade aos que pecaram contra nós. Esquecer as ofensas é necessário em qualquer relação. É tentador, sobre tudo em uma discussão, tirar a luz todos os enganos que a outra pessoa cometeu. Amar, entretanto, mantém a boca fechada, embora isto seja difícil. Nunca trate de tirar reluzir algo em uma discussão que não esteja relacionado com o tema a discutir. Conforme cresçamos para chegar a ser iguais a Cristo, adquiriremos a capacidade de Deus para esquecer os enganos confessados do passado.

17:17 Que classe de amigo é você? Há uma grande diferencia entre conhecer bem a alguém e ser um verdadeiro amigo. A evidência maior de uma amizade genuína é a lealdade (amar "em todo tempo") (veja-se 1Co 13:7), estar preparado para ajudar nos momentos de aflição ou de lutas pessoais. Muitas pessoas são amigos nos bons tempos. Permanecem a nosso redor quando a amizade os ajuda e nos deixam quando já não tiram algum proveito da mesma. Pense em seus amigos e analise a lealdade que lhes oferece. Seja a classe de amigo fiel que a Bíblia descreve.

17:22 Estar alegre é estar preparado para receber a outros com uma bem-vinda, uma palavra de fôlego, um entusiasmo pela tarefa entre mãos e uma perspectiva positiva para o futuro. Tais pessoas se recebem como medicina que alivia a dor.

17:24 Embora há coisas que dizer por ter grandes sonhos, este provérbio assinala a necedad de perseguir fantasias (ter olhos que "vagam até o extremo da terra", veja-se 12.11). Quanto melhor é alinhar suas metas com as de Deus, ser a classe de pessoa que O quer que seja! Possivelmente tais metas (sabedoria, honestidade, paciência, amor) não pareçam atrativas, mas determinarão seu futuro eterno. Dedique tempo para pensar em seus sonhos e metas, e assegure-se de que abrangem as áreas que na verdade importam da vida.

17:27, 28 Este provérbio destaca vários benefícios de guardar silêncio: (1) é o melhor se não ter nada valioso que dizer; (2) dá-lhe a oportunidade de escutar e aprender; (3) dá-lhe algo em comum com os sábios. Assegure-se de utilizar momentos de silêncio para pensar e escutar para que assim quando falar, tenha algo importante que dizer.


Wesley

Comentário bíblico John Wesley - Metodista - Clérigo Anglicano
Wesley - Comentários de Provérbios Capítulo 17 do versículo 1 até o 28
4. Vários Observações sobre Continua-Life (17: 1-28)

1 Melhor é um bocado seco, e com ele a tranqüilidade,

Do que uma casa cheia de banqueteando com a contenda.

2 Um servo que vos trata sabiamente dominará sobre o filho que envergonha

E deve ter parte na herança entre os irmãos.

3 O crisol é para a prata, eo forno para o ouro;

Mas o Senhor prova os corações.

4 Um malfeitor dá atenção aos lábios maus;

E um mentiroso inclina os ouvidos para a língua maligna.

5 O que escarnece do pobre insulta ao seu Criador;

E o que se alegra da calamidade não ficará impune.

6 filhos dos filhos são a coroa dos anciãos;

E a glória dos filhos são seus pais.

7 a fala excelente não um tolo;

Muito menos lábio mentiroso um príncipe.

8 A propina é como uma pedra preciosa aos olhos de quem a ele;

Por onde quer que se voltou, ele prospera.

9 O que encobre a transgressão busca a amizade;

Mas o que Harpeth sobre a questão separa os maiores amigos.

10 A repreensão penetra mais profundamente ao que tem entendimento

De cem açoites no insensato.

11 Um homem mal busque apenas rebelião;

Portanto, um mensageiro cruel será enviado contra ele.

12 Deixe a ursa roubada dos seus cachorros encontrar um homem,

Ao invés de um tolo em sua loucura.

13 Todo aquele que retribui o mal com o bem,

O mal não se apartará de sua casa.

14 O princípio da contenda é como quando alguém resiste a água:

Deixa por isso de contenção, antes que haja brigas.

15 O que justifica o ímpio, eo que condena o justo,

Ambos são igualmente abomináveis ​​ao Senhor.

16 De que serve o preço na mão do tolo para comprar a sabedoria,

Vendo que ele não tem entendimento?

17 O amigo ama em todo o tempo;

E um irmão para a angústia nasce.

18 Um homem falto de entendimento mãos,

E torne-se fiador na presença do seu vizinho.

19 Ele ama a transgressão ama a contenda:

Ele que ressuscita alta a sua porta busca a destruição.

20 Aquele que tem um coração rebelde achará o bem;

E aquele que tem a língua dobre cair no mal.

21 O que gera um tolo o faz para sua tristeza;

E o pai do insensato não se alegrará.

22 Um coração alegre é um bom remédio;

Mas um espírito abatido faz secar os ossos.

23 O ímpio recebe um suborno para fora do seio,

Para perverter as veredas da justiça.

24 A sabedoria é diante da face daquele que tem entendimento;

Mas os olhos do insensato estão nas extremidades da terra.

25 O filho insensato é tristeza para seu pai,

E amargura para quem o deu à luz.

26 Também para punir o justo não é bom,

Nem a ferir o nobre por sua retidão.

27 O que retém as palavras possui o conhecimento;

E o que é de um espírito fresco é um homem prudente.

28 Até o tolo, quando se cala, é reputado por sábio;

Quando ele fecha os lábios, ele é estimado como prudente.

Desde banqueteando com contenda (v. Pv 17:1) é, literalmente, "sacrifícios de lutas" (ver margem ASV), é bastante provável que este provérbio inclui o fundo da antiga prática de queima parte do sacrifício como uma oferenda a Deus, com o restante do que ser comido como uma festa familiar (ver Lev 1-7. ; 1Sm 20:6 ; . Nu 27:8 ). A intenção do homem sábio não é para contornar a lei, mas em vez de dizer que a sabedoria, mesmo que ele pertence a um servo ou escravo, é melhor do que atos vergonhosos por alguém que possa ter todos os direitos de nascimento na família. Boa educação não é necessariamente o mesmo como "bom" o nascimento; é o crescimento no bom caráter.

Como em Pv 16:2 ). Maus-tratos dos pobres é aqui feito um pecado contra Deus em primeiro lugar, o que implica que tal injustiça contra os pobres trará castigo divino.

Um dos melhores, mas muitas vezes esquecido, passagens do Antigo Testamento que dão ênfase para o benefício mútuo de todos os membros da família para o outro é encontrado no versículo 6 . O jovem precisa da idade, e os pais a encontrar seu maior orgulho e alegria nos filhos e netos. crianças infantil é a maneira hebraica de dizer "netos". Velhos , enquanto masculino no original, é o termo habitualmente utilizado para incluir tanto envelhecido homens e mulheres com idade; nossos "velhos" se aproxima de seu significado. Feliz da casa onde tal respeito mútuo e amor entre o velho eo novo se encontram!

Em larga medida, a qualidade de um recipiente indica o seu conteúdo; uma lata não é usado para a multa perfume. No versículo 7 , o homem sábio está dizendo que uma pessoa tola não é capaz de dar belos discursos; ele simplesmente não tem isso dentro dele. Da mesma forma, espera-se mais de um príncipe que palavras baratos e mentirosas. Nós podemos ter limitações, mas, ao mesmo tempo, temos de viver de acordo com o nosso potencial.

O homem sábio era realista o suficiente para admitir que a corrupção tem uma grande atração para muitos. É por isso que era tão difundida nos tempos antigos, e por que ele foi denunciado na lei (ver comentários em Pv 15:27 ). No versículo 8 , ele não está fazendo um julgamento moral sobre ele, mas sim descrever como ele é um instrumento útil nas mãos de quem o usa. Talvez as implicações envolvidas são ainda mais importantes. Uma sociedade em que a corrupção pode ser atraente, e assim rentável envolvidos, deve ser uma sociedade doente. A maior culpa é sobre aqueles que se permitem ser subornado, em vez de o próprio corruptor. Suborno é definitivamente condenado no versículo 23 , e Pv 28:21 .

O versículo 9 reafirma um dos mais princípios básicos das relações humanas:. Todos nós temos defeitos suficientes de nossa própria que nós devemos ignorar os defeitos dos outros cobre significa que, para todos os efeitos, os defeitos dos outros são escondidos, assim despercebido. Harpeth é uma boa prestação da palavra original significa "repetir." A repetição pode significar fofocas sobre as falhas de uma pessoa, ou, mais provavelmente, uma constante "insistam em uma string" sobre essas falhas. Uma certa maneira "a perder amigos e alienar pessoas" deve ser constantemente lembrando-lhes de suas deficiências!

A diferença básica entre o tolo ea pessoa sensata é a diferença na sua sensibilidade (v. Pv 17:10 ). Embora isso possa relacionar com a sua inteligência, reflete ainda mais suas atitudes variadas. A teimosia do tolo fecha sua mente a todos os esforços de correcção, até mesmo o uso do chicote. A única repreensão, no entanto, move-se a pessoa sensível profundamente.

Há humor, ainda profunda seriedade, no aviso encontrado no versículo 12 . O tolo que é atravessada pode ser mais perigoso do que uma ursa cuja mãe-instinto foi incitado pela perda de seus filhotes. A ursa não deve ser responsabilizado por suas ações em tais circunstâncias. O tolo pode haver menos feroz. A ursa é várias vezes citado no Antigo Testamento como um exemplo de ferocidade (2Sm 17:8 ​​).

O princípio envolvido no versículo 13 tem sido chamado de "a regra de ouro ao contrário". Ele certamente aponta para o princípio de "causa e efeito", para aquele que faz somente o mal para os outros é, seguramente, a criação de uma tal atmosfera em sua casa, que só mal pode vir de fora. Deve haver um aviso aqui para aqueles que não poupará esforços no planejamento e fazer o mal para os outros.

"Todo rio começa com apenas um fio de água," parece resumir a primeira metade do versículo 14 . Este princípio aplica-se não só aos rios e inundações, mas para a torrente enorme de problemas que o argumento mais ínfimo pode começar e, finalmente, produzir. O local para controlar a briga destrutivo está no seu início, com as primeiras palavras. Uma vez que as comportas da barragem estão abertas, a esperança de um dia controlar a água que é liberada se foi para sempre.

O versículo 16 indica que provavelmente os antigos mestres da sabedoria recebeu honorários pelo seu trabalho, mas que às vezes tinha alunos que simplesmente não foram capazes de aprender o que lhes foi ensinado. O pagamento da taxa de matrícula não garante uma educação! O aluno não deve apenas trazer sua mensalidade, mas ele deve trazer uma habilidade natural para aprender, vontade de aprender, e um esforço sincero de aprender. Como indicado na margem ASV, entendimento no original é "coração", considerada pelos antigos para ser a sede do pensamento. Estranhamente, nós usamos "coração" como um símbolo de emoções!

As duas linhas do verso Pv 17:17 enfatizam a idéia do Velho Testamento do grande valor da amizade. A história de Davi e JoNatan é uma história clássica no ponto (1Sm 20:1 .

A primeira parte do versículo 19 parece bastante clara, dizendo simplesmente que aquele que é dado a rebelião (transgressão) acha fácil, se não natural, para provocar problemas. A segunda linha não é tão clara, no entanto, uma vez que a frase, ressuscita alta a sua porta , não pode ser explicado a partir dos costumes dos tempos antigos ou empresa. Alguns mudar isso para "levanta alta sua boca", e vê-lo como uma referência à conversa arrogante. Talvez a melhor abordagem é levá-la literalmente: o encrenqueiro deliberadamente coloca seu portão fora do alcance construindo-invulgarmente elevada. Isso certamente poderia levar a mal-entendidos e dificuldades.

O versículo 21 descreve infelizmente a quebra dos grandes esperanças de um pai que vive para ver um desvio filho e abusar de suas grandes potencialidades, e dar-se a loucura. Enquanto há um risco envolvido em admitiu a paternidade, não é menos doloroso ver uma criança escolher ser um tolo (hebraico naval) como o crude, godless Nabal Dt 1:1 Samuel 25 .

Outro exemplo da observação compreensão da vida pelo homem sábio é dada no versículo 22 . A relação da mente para a saúde do corpo é algo descoberto há muito tempo. Moffatt interpreta este versículo: "O coração alegre ajuda e cura.: Um espírito quebrado vitalidade sucos"

O suborno é claramente identificada como uma prática mal no versículo 23 . A grandeza de seu mal é visto no fato de que o suborno é descrito como perverter a justiça, este último sendo um dos piores pecados, de acordo com o Antigo Testamento (veja 6 Mic: 8. ).

O contraste de costume entre o sábio eo insensato é dada no versículo 24 como o contraste entre a pessoa que tem um objetivo e a pessoa que vaga sem rumo. O objetivo do homem sábio é a sabedoria, e ele nunca vira os olhos do objetivo, não importa o que a tentação. O tolo, no entanto, vê tudo e segue, e segue um caminho torto, de fato! Isso é claramente ilustrado pelo agricultor atrás do arado puxado a cavalo: se ele mantinha os olhos em um objetivo ou marcador de algum tipo do outro lado do campo, o sulco seria em linha reta. Ai que sulco, no entanto, se seus olhos se dirigiram para outros objetos que cercam o campo! Essencialmente o mesmo esforço é colocado diante, mas os resultados finais são tão completamente diferente!

O versículo 25 é muito parecido com o versículo 21 em significado.

Também no início do versículo 26 , provavelmente, deve ser omitido, uma vez que é pouco provável que este versículo está conectado com o versículo 25 . Talvez este seja um remanescente de uma conexão anterior com outro verso que agora foi separado dele. Fere pode significar "flog", como parte da punição legal. O versículo parece estar protestando alguns maus-tratos daqueles que realmente não merecem isso.

A melhor economia de tudo é que de palavras. Os versículos 27:28 ponto até que: (1) algumas palavras indicam o conhecimento ; (2) contido palavras estão representados por uma "cabeça fria" (Scott); (3) o silêncio pode até enganar as pessoas a pensar um tolo é sábio e prudente (v. Pv 17:28 ). (Ironicamente, o tolo que permanece em silêncio já não é o idiota que ele poderia ter sido, ele parece ter aprendido alguma coisa!) O uso descuidado de muitas palavras rapidamente desfazer o bem que algumas palavras realizar, como se vê, quando imaginamos o reverso dos pontos (1), (2) e (3).


Wiersbe

Comentário bíblico expositivo por Warren Wendel Wiersbe, pastor Calvinista
Wiersbe - Comentários de Provérbios Capítulo 17 do versículo 1 até o 28
Provérbios faz muitas referências à língua. Sugerimos a leitura de Pv 12:0), é uma bonita e frutífera árvore de vida (Pv 15:4; veja Pv 12:14 e Pv 18:20), é uma fonte de água fresca (Pv 18:4; Pv 10:11) e é uma dose saudável de remédio (Pv 12:18). Veja também Jc 3:0,Pv 15:26); repreender com sabedoria o errado (Pv 25:12; Pv 28:23); livrar a alma perdida da morte (Pv 11:9; Pv 14:3-20). Talvez nos sintamos mais encorajados a usar o dom da fala com mais cuidado se examinarmos alguns pecados da língua.

I. A mentira (Pv 12:17-20)

Deus se aborrece com a língua men-tirosa (Pv 6:16-20). Às vezes, a língua mentirosa apenas oculta o pecado do coração (Pv 10:18), como vimos em Ananias e Safira (At 5:0, Salomão sugere que a mentira é como uma ponta de espada, mas a verdade é como o remédio que traz cura. A verdade é eterna, contudo a mentira será reve-lada um dia, e o mentiroso, julgado (v. 19). Veja Sl 52:4-19. O ver-sículo 20 explica que há fraude no coração de quem mente. Afinal, os lábios podem proferir palavras ver-dadeiras, mas, se a intenção do co-ração for má, a declaração é falsa. Da mesma forma, se fizermos uma afirmação falsa por ignorância, ape-sar de a afirmação ser falsa, o orador não será condenado como mentiroso. A Bíblia testa e discerne o pro-pósito do coração (He 4:12), por-tanto a melhor forma de certificar-se de que diz a verdade é deixar que a Palavra e o Espírito controlem a lín-gua. A verdade livra a alma (Pv 14:25), mas a mentira traz apenas servidão e vergonha. Pv 17:4 decla-ra que o mentiroso deleita-se em ouvir outro mentiroso. As pessoas que gostam de ouvir fofoca, tam-bém fofocam. O coração controla o ouvido, como também os lábios. Todos os mentirosos serão punidos (Pv 19:5,Pv 19:9), e, quando eles comerem as próprias palavras, elas parecerão "pedrinhas de areia" (Pv 20:17). O in-ferno está à espera de quem "ama e pratica a mentira" (Ap 22:15).

  • A maledicência (Pv 18:8)
  • Em Levítico 19:16, Moisés adverte em relação a esse pecado. O "mal- dizente" é aquele que corre de pes-soa em pessoa contando coisas que deveríam permanecer em segredo, quer sejam verdades, quer não. Veja Pv 11:13.Pv 10:12 afirma: "O amor cobre todas as transgressões". Veja também 17:9; 1Pe 4:8 e Jc 5:20. Quando amamos os outros, tentamos ajudá-los em par-ticular e trazê-los de volta ao cami-nho certo (Mt 18:15-40). Pense em quantas pessoas o maledicente fere. As palavras podem ser tão mortais quanto as armas; em Pv 25:18, Salo-mão compara as palavras falsas com três armas diferentes: a maça (ala- barda), que esmaga se usada a pe-quena distância; a espada, que cor-ta; e a flecha, que perfura e pode ser atirada de longe. Afaste-se do male-dicente (20:19). Ele é um acendedor de fogo (26:
    20) e um destruidor de amizades (Pv 17:9).

  • A fala excessiva (Pv 12:13; Pv 18:6-20.Pv 10:19 adverte: "No muito falar não falta transgressão". A língua controlada é o mesmo que vida segura (Pv 13:3); a língua solta é o mesmo que penú-ria (14:23 — muitas pessoas falam, em vez de trabalhar) e insensatez (15:2). A pessoa de poucas palavras é sábia (Pv 17:27-20). Infelizmente, às vezes, há muito "palavrório" mesmo na casa de Deus.Ec 5:1-21 dá alguns bons conselhos a respeito disso.

  • A fala precipitada (Pv 18:13,Pv 18:17)
  • Jc 1:19 ordena: "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar". Com muita freqüência, somos tardios para escutar — nunca ouvimos realmente o assunto intei-ro com paciência — e prontos no falar, e isso nos traz problemas. É sábio "modera[r] os lábios" até ter realmente alguma coisa para dizer (Pv 10:19). A pessoa devota pensa na resposta, mas o insensato abre a boca e espalha tolices (15:28). Poti- far não quis escutar a versão de José e, por isso, cometeu um grande cri-me. Jesus e os apóstolos não pude-ram contar a história deles inteira; os inimigos deles deram o veredicto antes que houvesse provas das acu-sações. Deus quer que pesquisemos cada assunto com cuidado (25:
    2) para, depois, julgar de forma jus-ta. Pv 18:17 adverte-nos de não concordarmos com o primei-ro "pleito" que ouvimos, mas que procuremos entender os dois lados da questão. Mesmo em situações que envolvem cristãos dedicados, há dois lados da história. Isso não acontece necessariamente porque a pessoa mentiu, mas apenas porque não há duas pessoas que ouçam e vejam o mesmo caso da mesma maneira. Davi apressou-se em tirar conclusões a respeito do inocen-te Mefibosete, porque não ouviu o outro lado da história (2Sm 16:1-10; 2Sm 19:24-10). Todos nós precisamos orar: "Põe guarda, Senhor, à minha boca; vigia a porta dos meus lábios" (Sl 141:3.

  • A lisonja (Pv 26:28)
  • Sem dúvida, a lisonja é uma forma de mentira, mas ela é tão perigosa que merece uma atenção especial. Pv 26:28 adverte: "A boca lisonjeira é causa de ruína"; e 29:5 compara a lisonja com armar uma rede perigosa diante dos pés de um homem inocente. Para ter uma ra-diografia da boca lisonjeira, leiaSl 5:9. A lisonja é um elogio falso feito por alguém que tem moti-vos egoístas. "Lisonja" e "alvoroçar" pertencem à mesma família de pala-vras, e você percebe o lisonjeador, pois ele se alvoroça em volta da sua vítima, tentando impressioná-la. Sa-tanás usou um tipo de lisonja para tentar Eva: "Como Deus, sereis" (Gn 3:5). A mulher vil usa a lisonja para tentar o jovem (Pv 5:3; Pv 7:5,Pv 7:21). "O rico tem muitos amigos", principalmen-te porque eles querem adulá-lo e conseguir alguma coisa dele (Pv 14:20; Pv 19:4-20). Somos advertidos de não nos metermos com quem adula (Pv 20:19). É triste constatar que muitas vezes o justo lisonjeia o perverso a fim de conseguir vantagens (25:26), e isso contamina a família, a igreja e a nação como uma nascente en-venenada. A repreensão honesta é melhor que a lisonja (28:23). Pro-vérbios 27:6 afirma: "Leais são as feridas feitas pelo que ama, porém os beijos de quem odeia [como o de Judas] são enganosos".

    E claro que há um lugar para o louvor honesto na vida cristã; veja I Tessalonicenses 5:12-13. O lou-vor honesto é como um forno (Pv 27:21); ele traz à tona o ouro puro ou a impureza. Alguns cristãos são tão carnais que não podem ser lou-vados, pois o elogio sobe à cabeça. Pior ainda, eles não ficam para ver a outra pessoa ser louvada. Quando os judeus louvavam Davi por suas vitó-rias, esse louvor deixava-o humilde, porém trazia a inveja e o orgulho ao coração de Saul (1Sm 18:0,Pv 12:18)

    Há raiva justa (Ef 4:26); contudo, com muita freqüência, a raiva pe-caminosa leva à discussão e ao destempero. Veja Pv 29:22. A pes-soa raivosa põe lenha na foguei-ra apenas para piorar as coisas (Pv 26:21), e as palavras raivosas são a lenha. A melhor forma de aca-bar com uma discussão é com pa-lavras brandas (15:1-2); essa é a melhor maneira de "esmaga[rj os-sos" (Pv 25:15). Ser capaz de contro-lar o temperamento de alguém é o mesmo que comandar um exér-cito ou um império (Pv 16:32). Veja também Pv 14:17,Pv 14:29 e 17:14.


    Russell Shedd

    Comentários da Bíblia por Russell Shedd, teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora.
    Russell Shedd - Comentários de Provérbios Capítulo 17 do versículo 1 até o 28
    17.2 José e Daniel são bons exemplos desta verdade (Gn 41; Ez 1:0; Sl 17:3; Jr 11:20.

    17.4 Iníquo. Heb ãwen. "Falsidade", "religião pagã", "vaidade" (no sentido de ser inútil, sem proveito).Tem o sentido de "vadio" (28.
    - 19n) e de "vanglorioso" (12.9n). A palavra refere-se a um "sopro passageiros” e é um nome que a Bíblia dá aos ídolos. É semelhante, neste caso, à palavra "vaidade" definida em Ec 2:15n. Inclina os ouvidos. Não apenas o difamador peca, mas também aquele que gosta de escutar e repetir aquelas suas maledicências. Maligna. Heb hawwoth, lit. "de calamidades". A palavra se refere aos desejos da carne, à concupiscência, a um abismo de apetites desenfreados, dentro do qual o maligno cai. É a condição do depravado, cujos atos e palavras enredam outras vítimas, levando-as à calamidade. Veja "Maligno" em 24.1n que provém de outra raiz hebraica definida em 24.8n ("Mal").

    17.7 Mentiroso. Heb sheqer, que tem o sentido básico de "ser infiel" e, "enganar"; de fato, exatamente a mesma palavra que se traduz por "enganosa" em 31.30. A mentira é, na realidade, o engano mediante a palavra falada. Qualquer tipo de comportamento traiçoeiro se inclui dentro da definição desta palavra (2Sm 18:13).

    17.8 Suborno. Heb shohadh. A raiz desta palavra significa "dar presentes", seja um atributo de boa vontade, para fazer alianças políticas, conforme se vê em 1Rs 15:19 e 2Rs 16:18, ou seja, como se verificava com freqüência, no oriente próximo, uma gorjeta para perverter a justiça (Sl 26. 10).

    17.9 Transgressão. Heb pesha'. O sentido primário da palavra é de "ir além", "invadir", "rebelar-se". É fugir dos limites da Lei de Deus, errar o caminho que Deus ordenou. É a apostasia, conforme se descreve também nas palavras em heb traduzidas por "impiedade" (16.12n), e "infiel" (14.14n).

    17.10 Repreensão... açoites. Aceitemos as repreensões e admoestações que as Escrituras nos trazem, antes que Deus mesmo nos discipline com açoites e visitações (1Co 11:31-46).

    17.11 Mensageiro cruel. Um policial da parte das autoridades ofendidas.

    17.14 Começo da contenda. Devemos evitar a briga desde o início, pois assim como as águas de uma represa aberta são irresistíveis, assim também a paixão humana, uma vez despertada e atiçada.

    17.18 Entendimento. Aqui, a palavra heb é lebh, "coração" uma palavra que se aplica também à sede do entendimento, conforme se descreve em 23.26n. Normalmente, a palavra traduzida por "entendimento" é binâh, da raiz "separar", "distinguir", no sentido de discernir entre o certo e o errado, enfim, compreender. Desta raiz vem a, palavra "inteligência" (21.30n). A palavra traduzida por "entendimento" em 21.16 vêm da raiz shãma', "ouvir", "escutar com atenção e obediência".

    17.19 Faz alta a sua porta. O desejo de ostentar a riqueza, desde a aparência do portão exterior, arruina o homem que se excede em suas possibilidades.

    17.23 Secretamente. Lit. "no seio da sua túnica", sem que ninguém veja. Quem aceita o suborno, está colaborando para que não haja mais lei.

    17.24 Pelas extremidades da terra. O insensato sonha em coisas tão grandiosas, que são totalmente fora das suas possibilidades de atingi-las.


    NVI F. F. Bruce

    Comentário Bíblico da versão NVI por Frederick Fyvie Bruce, um dos fundadores da moderna compreensão evangélica da Bíblia
    NVI F. F. Bruce - Comentários de Provérbios Capítulo 17 do versículo 1 até o 28
    17.1. banquetes (heb. zebah, como em 7.14;

    15,8) é a palavra usual para sacrifício de oferta de paz (conforme Lv 3:1 etc.). As festas de família ou da comunidade eram associadas intimamente à adoração (1Sm 20:6), que às vezes eram atrapalhadas por discussões e brigas, como hoje em dia. O provérbio talvez esteja simplesmente contrastando brigas com tranquilidade, ou, em concordância com a restrição de Provérbios em relação a rituais, talvez esteja sugerindo que a meditação silenciosa seria melhor do que uma ocasião “religiosa” barulhenta, v. 2. V. 12.24. O servo poderia ter grande influência e certamente dominar sobre o filho durante a menoridade deste. Não há lei do AT que fundamente a segunda parte do versículo, embora possa ter acontecido em casos famosos e dado origem ao provérbio, um reconhecimento bem-vindo de que a habilidade poderia harmonizar-se com o privilégio.

    v. 3. V. 16.2. o Senhor testa o coração-, não para pegar ou condenar alguém, mas como o artesão que refina a prata e o ouro. O símile é uma declaração de esperança para o indivíduo (Sl 139:23; 23:10). Para a nação, havia o juízo (Jr 6:27-24) e, mais tarde, esperança (Zc 13:9). O mesmo símile aparece também no NT em 1Pe 4:12,1Pe 4:13.

    v. 4,7. Um princípio bem arraigado de caráter e efeito. O ímpio e o mentiroso prestam contas aos da sua estirpe; os lábios arrogantes (“eloqüentes”, nota de rodapé da NVI) e mentirosos são semelhantemente incompatíveis com o insensato e o governante respectivamente.

    v. 5. Quem menospreza (11,12) e despreza (14,21) pode prosseguir para a opressão (14,31) ou ser um que zomba dos pobres. O insulto é o mesmo. Alegrar-se com a desgraça é uma falha humana muito comum. Foi refreada pela Lei (Ex 23:4,5), e o ensino de Jesus vai além ao exigir ajuda de fato (Mt

    25:31-46), como faz 14.31b.
    v. 6. A consideração recíproca entre velhos e jovens é um ideal que precisa ser reafirmado em meio a conversas do conflito entre as gerações. O vigor e a vitalidade dos filhos dos filhos são a continuação da vida do homem idoso, e a sua experiência é um recurso que contribui para o desenvolvimento deles.

    v. 8,15,23. V.comentário de 15.25,27. suborno é o significado usual do termo hebraico sõhad — um “presente” para se obter um favor além dos direitos da pessoa, ou, mais diretamente, para desviar o curso da justiça (v. 23). Provérbios em geral defende o ponto de vista de que o crime não compensa, embora aqui (v. 8) como em outros textos haja a expressão realista de que às vezes o crime parece compensar — ao menos por um tempo (14.12). recurso fascinante (“coisa mágica”, NTLH; “talismã”, BJ; “funciona como um encanto”, NEB): comunica a idéia da facilidade da corrupção. O subornado é condenado ainda mais diretamente pelo Senhor (v. 15) e pela própria forma secreta de agir (v. 23; 21.14).

    v. 9-14. Os relacionamentos pessoais precisam se desenvolver de acordo com princípios claros, v. 9. Aquele que cobre (conforme 10,12) uma ofensa parece mais fraco, mas mantém os amigos.

    v. 10. A repreensão pode ser menos marcante do que cem açoites, mas alcança resultados mais positivos, v. 11. rebeldia: fácil de ser instigada, mas a violência escala quando um oficial impiedoso é enviado contra ele\ é melhor parar no início (v. 14). A imprevisi-bilidade do tolo faz dele uma ameaça maior do que um animal enfurecido (v. 12). A perversidade que retribui o bem com o mal (v. 13) gera o seu próprio juízo (v. dois exemplos da vida de Davi em 2Sm 3:26-10; 2Sm 12:11-10).

    v. 14. abrir brecha num dique faz bom sentido de um verbo incomum (2Cr 23:8: “dispensar”) e não parece haver necessidade para o crime incomum de “roubar água” (NEB).

    v. 16. Um reconhecimento realista de que o ensino pode ser desperdiçado com um tolo. Isso não é elitismo esnobe, porque (como sempre em Provérbios) o tolo se mete nessa situação em virtude de sua própria teimosia. ele não quer. reflete a sua falta de vontade, e não falta de capacidade.

    v. 17. Um amigo é valorizado por sua constância. Provérbios sabe tudo acerca de amigos inconstantes (18.24), amigos bajuladores

    (19.4), mas também do amigo forte e verdadeiro (27.6; 27.17: “companheiro”) que ama de verdade. O apoio da família é mais do que bem-vindo, e mais marcante na adversidade. Um provérbio muito útil para os dias de hoje,

    em que a amizade e vizinhança são ameaçadas pela mobilidade e individualismo, v. 18.

    V.comentário Dt 6:0. O filho tolo (heb. “o que gera um tolo [kesil\”) e o insensato (nãbãl, v.comentário Dt 1:7) são uma perdição para Sl mesmos e a razão de sofrimento para os outros. O sofrimento paterno de esperanças não realizadas é uma aflição antiga.

    v. 22. V.comentário Dt 15:13,Dt 15:15. v. 23. V.comentário do v. 8.

    v. 25. Conforme v. 21. A tristeza aqui é o “aborrecimento” Dt 12:16 ou a atitude briguenta Dt 21:19. O relacionamento causa atritos e tristeza.

    v. 26. O texto hebraico desse versículo começa com “também” (ou “até”, como no v. 28), como se isso seguisse um provérbio semelhante, talvez o v. 15 ou (como sugere Kidner), 18.5. inocente é uma referência a caráter, quem merece ser honrado (“príncipes”, ARC) à hierarquia (como “governante” em 17.7). O princípio parece óbvio, mas todo administrador humano precisa ser lembrado disso, de Dt l.lóss até 1Pe 2:14. Uma das crises do nosso tempo é como estabelecer esses denominadores morais comuns na ausência do temor do Senhor.

    v. 27,28. Temos aqui mais conselhos para “acalmar” as coisas (v.comentário Dt 15:1;

    16.32). é comedido (como em 10,19) trata de forma realista da natureza humana (Tg 3:310). Até o insensato pode conquistar algum crédito por meio do silêncio (um provérbio de circulação internacional).


    Moody

    Comentários bíblicos por Charles F. Pfeiffer, Batista
    Moody - Comentários de Provérbios Capítulo 10 do versículo 1 até o 16

    II. Miscelânea dos Provérbios de Salomão. 10:1 - 22:16

    É ponto de vista nosso que nos Provérbios a inspirada Palavra de Deus foi dada em uma forma literária especial. Tal como Davi usou o veículo da poesia, assim Salomão usou o veículo da literatura da Sabedoria, que ensina principalmente por meio de contrastes. Na primeira e principal parte (I) o contraste é mantido através de longas passagens – como, por exemplo, no contraste da mulher má com a sabedoria. Na seção fio contraste foi expresso em pequenas unidades constituídas de um só versículo. A grande maioria dos versículos desta seção tem um "mas" no meio do versículo.

    A exposição se torna mais difícil por causa da natureza isolada desses provérbios. Não há um contexto imediato para nos orientar. Alguns comentaristas concluíram que os provérbios não seguem um plano, mas são uma coleção heterogênea (Greenstone). Toy os chama de "aforismos destacados". Delitzsch declara que há um agrupamento de idéias, não dentro de um plano compreensivo, mas um "desdobramento progressivo" que "brota continuamente". Há nesta seção uma espécie de unidade, mas vem mais da linguagem e do assunto que do arranjo. Anuncia-se um provérbio, depois o mesmo é repetido em outro lugar com variações que desenvolvem o significado.

    O primeiro exemplo pode fazer um contraste entre as partes a e b; o segundo, entre a e c. Até mesmo um terceiro pode ocorrer, comparando a com d. Reunindo todos os três exemplos, temos uma definição mais completa do pensamento expresso em a. Seria mais fácil se esses pensamentos estivessem agrupados. Os antigos evidentemente achavam mais interessante ter esses pensamentos separados e um tanto ocultos.

    Como já vimos, também há um certa unidade no vocabulário moral que foi usado. Assim, muitos provérbios se relacionam com os justos, os sábios, os retos versus os cruéis, os tolos, os perversos. Estudo adequado de um versículo pode envolver estudo da concordância de todo o livro – mas, dizendo melhor, não um simples estudo da concordância mecânica, mas antes uma meditação séria sobre toda a maneira de pensar do autor. Pois através da repetição, contrastes, vocabulário diferente e variadas considerações do tema, Deus, através deste autor, ensina-nos que a justiça exalta qualquer um, masque o pecado é sempre um opróbrio. Devemos insistir novamente que este não é um Almanaque de ditados substanciais, cheios de senso comum sobre os problemas da vida; é uma coleção divina de máximas que ensinam o caminho da santidade.


    Francis Davidson

    O Novo Comentário da Bíblia, por Francis Davidson
    Francis Davidson - Comentários de Provérbios Capítulo 17 do versículo 1 até o 28
    h) Homens maus e tolos, juntamente com alguns outros (Pv 17:1-28)

    Vítimas (1), ou sacrifícios, é palavra usada por metonímia acerca das festas desfrutadas pelos adoradores quando o animal inteiro não era consumido. Ver 7.14n. Ironicamente, uma notável ilustração sobre o ponto estabelecido pelo vers. 2, ocorreu quase imediatamente após a morte de Salomão, quando seu próprio "servo prudente", Jeroboão, dividiu a herança com o próprio filho que "procedeu indignamente", isto é, Reoboão, ficando aquele com a parte do leão (ver 1Rs 13:0). Não pode haver ética superficial onde isso serve como princípio fundamental. Cfr. Pv 14:31 com o vers. 5.

    >Pv 17:8

    O presente (8) é provavelmente um suborno (cfr. vers. 18). O mensageiro cruel (11) é o mensageiro da condenação do rebelde, o vingador, quer humano quer angelical. A provável significação do vers. 14 é que as dissensões começam com uma bem pequena fricção, como um olho de água dá início a um rio, pelo que é sábio evitar até esta, antes que se agrave. Porém, algumas das palavras são de sentido obscuro. O vers. 15 se refere a procedimento legal. O vers. 16 tem sido considerado como a sugerir que "ao sábio" tinha sido oferecida uma recompensa para instruir o tolo, mas que isso seria inútil. O ponto almejado é simplesmente que a sabedoria é algo interno que requer um coração inclinado para ela.


    Dicionário

    Corações

    -

    Crisol

    substantivo masculino Cadinho.
    Figurado Aquilo que serve para experimentar e patentear as boas qualidades de alguém ou de alguma coisa: a tentação é o crisol dos espíritos honestos.

    Crisol Vaso em que se derretem metais (Pv 17:3).

    E

    conjunção Conjunção que liga palavras e orações com mesma função.
    Indica adição: pai e mãe extremosos.
    Indica oposição: falou muito, e não disse nada.
    Expressa consequência: ele não quis me ouvir e se deu mal.
    Denota inclusão: trouxe meus filhos e seus amigos.
    Gramática Repetida entre os membros de uma série, dá mais vivacidade à enumeração: a alta, e nobre, e musical prosa de Vieira.
    Gramática Indica a variação de sentidos com que nos referimos a pessoas ou coisas do mesmo nome: há amigos e amigos, interesses e interesses.
    Gramática Apresenta números compostos: mil oitocentos e vinte e dois.
    Gramática Inicia frases bíblicas sem ligação imediata com frase antecedente: E era a hora terceira quando O crucificaram.
    Gramática Atribui enfase na frase (sobretudo em interrogações e exclamações): e tu não sabias?
    substantivo masculino A quinta letra que compõe o alfabeto e sua segunda vogal: meu nome se inicia com e.
    Maneira de representar essa letra (e).
    numeral [Matemática] Número e, que corresponde ao quinto número numa série.
    Etimologia (origem da palavra e). Do latim et.

    conjunção Conjunção que liga palavras e orações com mesma função.
    Indica adição: pai e mãe extremosos.
    Indica oposição: falou muito, e não disse nada.
    Expressa consequência: ele não quis me ouvir e se deu mal.
    Denota inclusão: trouxe meus filhos e seus amigos.
    Gramática Repetida entre os membros de uma série, dá mais vivacidade à enumeração: a alta, e nobre, e musical prosa de Vieira.
    Gramática Indica a variação de sentidos com que nos referimos a pessoas ou coisas do mesmo nome: há amigos e amigos, interesses e interesses.
    Gramática Apresenta números compostos: mil oitocentos e vinte e dois.
    Gramática Inicia frases bíblicas sem ligação imediata com frase antecedente: E era a hora terceira quando O crucificaram.
    Gramática Atribui enfase na frase (sobretudo em interrogações e exclamações): e tu não sabias?
    substantivo masculino A quinta letra que compõe o alfabeto e sua segunda vogal: meu nome se inicia com e.
    Maneira de representar essa letra (e).
    numeral [Matemática] Número e, que corresponde ao quinto número numa série.
    Etimologia (origem da palavra e). Do latim et.

    Forno

    o forno é uma das coisas comuns no oriente, e é costume ser construído pelos habitantes de cada doze habitações para seu uso geral. Muitas vezes tem a forma e a grandeza de um cortiço de abelhas, sendo construído de tijolos, cimentados por meio de cal misturada com grande quantidade de sal. o espaço livre para cozer o pão tem aproximadamente 90 cm. de diâmetro, sendo apenas de 25 centímetros quadrados a boca do forno. É aquecido com silvas e erva seca, e quando o aquecimento está feito, as cinzas são varridas e postas ao lado com uma vassoura apropriada. Depois disto é colocado no centro um pano molhado, sobre o qual se depositam os bolos de farinha, sendo então fechada a boca do forno com uma grande pedra. Dentro de pouco tempo o pão está cozido. Nos tempos mais antigos, cada casa possuía um forno portátil, semelhante ao mencionado (Êx 8:3), e era somente em ocasiões de fome que ele servia para uso de diversas famílias (Lv 26:26). Ainda outra espécie de forno era um vaso de barro de pouca altura, tendo fogo por baixo.

    substantivo masculino Obra de pedra ou tijolo de forma abobadada, que serve para cozer diversas substâncias ou para produzir temperaturas muito elevadas.
    Obra análoga mas aberta por cima, para fabricar louça, cal, tijolos etc.
    Compartimento de fogão onde se cozem ou assam quaisquer iguarias.
    Figurado Lugar muito quente: esta sala é um forno.
    [Brasil] Espécie de tacho para torrar mandioca ou milho.
    Forno elétrico, forno muito empregado em metalurgia, no qual o calor é fornecido pelo arco elétrico ou por uma resistência percorrida por uma corrente intensa.
    Forno solar, espelho côncavo de grande diâmetro, que concentra os raios solares em seu foco, produzindo uma temperatura muito elevada.
    Baixo forno.
    verbo BAIXO-FORNO.
    Alto forno.
    verbo ALTO-FORNO.
    Forno de microondas, aquele no qual a radiação de ondas eletromagnéticas de hiperfrequência permite um cozimento, reaquecimento ou descongelamento de alimentos muito rápidos.

    Ouro

    substantivo masculino [Química] Elemento químico, metálico e de muito valor, com número atômico 79; representado por Au.
    Esse metal precioso, brilhante e de cor amarela: moeda de ouro.
    Figurado Demonstração de riqueza: aquela família é puro ouro!
    Figurado Cor amarela e brilhante: rio que reluz a ouro.
    substantivo masculino plural Um dos naipes do baralho, com forma de losango e cor vermelha.
    expressão Coração de ouro. Coração generoso.
    Nadar em ouro. Ser muito rico, viver na opulência.
    Ouro de lei. Ouro cujos quilates são determinados por lei.
    Ouro fino. Ouro sem liga.
    Ouro branco. Liga de ouro, paládio e cobre; no Brasil, o algodão, considerado como fonte de riqueza.
    Ouro vermelho. Liga de ouro e cobre.
    Pagar a peso de ouro. Pagar muito caro.
    Figurado Mina de ouro. Fonte de riquezas, de grandes benefícios, de negócios consideráveis e seguros.
    Valor ouro. Valor de um objeto expresso numa unidade monetária conversível em ouro.
    Nem tudo que reluz é ouro (provérbio). As exterioridades, as riquezas aparentes nem sempre correspondem à realidade.
    Etimologia (origem da palavra ouro). Do latim aurum.i.

    Do latim "aurum", ouro, radicado em "aur", palavra pré-romana que já designava o metal precioso. O gramático latino Sextus Pompeius Festus, que viveu no século I, já registra a forma popular "orum", praticada pelos funcionários do Império Romano em suas províncias, inclusive em Portugal e na Espanha. Isso explica que em português seja "ouro", em espanhol "oro", em francês "or", em italiano "oro". Apenas o latim clássico conservou a inicial "a". Todas as línguas-filhas apoiaram-se no latim coloquial.

    o uso do ouro era comum entre os hebreus. Várias partes do templo, dos ornatos, e dos utensílios eram cobertos deste precioso metal (Êx 36:34-38 – 1 Rs 7.48 a
    50) – e muitos vasos dos ricos, bem como os seus ornamentos pessoais e insígnias dos seus cargos, eram de ouro. ofir (28:16), Parvaim (2 Cr 3.6), Seba e Ramá (Ez 27:22-23), são mencionados como lugares que produziam ouro. Era abundante nos tempos antigos (1 Cr 22.14 – 2 Cr 1.15 – 9.9 – Dn 3:1 – Na 2.9), mas não era empregado na fabricação de moeda, nem usado como padrão de valor.

    Ouro Metal precioso que Israel conhecia desde a Antigüidade. Mateus incluiu-o entre os presentes ofertados ao Menino pelos magos (Mt 2:11). Jesus ordena a seus discípulos que não o levem consigo (Mt 10:9) e censura os que o sobrepõem — por seu valor material — às coisas espirituais, pois só estas podem acompanhá-los (Mt 23:16ss.).

    Prata

    substantivo feminino Elemento químico que se caracteriza por ser precioso e metálico.
    Gramática Representado pelo símbolo: Ag.
    Por Extensão Prataria; reunião dos objetos constituídos por prata.
    Por Extensão A moeda feita em prata; moeda de prata.
    Por Extensão Brasil. Informal. Uma quantia em dinheiro; o próprio dinheiro.
    Etimologia (origem da palavra prata). Do latim platta.

    Prata Metal precioso que era utilizado para trabalhos de joalheria e fabricação de moedas como o siclo (Mt 26:15; 27,3-9; 28,12.15). João Batista condenou a sua cobiça, que podia corromper a administração. Jesus considerou-a um bem inseguro e perecível (Mt 10:9; Lc 9:3) e contou entre seus adversários aqueles que a amavam (Lc 16:14).

    Prova

    A palavra prova, tão freqüente e pertinente dos textos matemáticos, tem sua origem na palavra latina probo que significa honesto, correto. O verbo probare implica julgar com honestidade. Aoc difficile est probatu: isto é difícil de provar.

    A prova é um remédio infalível para a nossa inexperiência. A Providência pro P cede para conosco como mãe precavida para com seu filho. Quando resistimos aos seus apelos, quando recusamos seguir-lhe os conselhos, ela deixa-nos sofrer decepções e reveses, sabendo que a adversidade é a melhor escola da prudência.
    Referencia: DENIS, Léon• Depois da morte: exposição da Doutrina dos Espíritos• Trad• de João Lourenço de Souza• 25a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - pt• 2, cap• 13

    [...] Cada momento de socorro aos semelhantes, no capítulo da bondade e da tolerância é, realmente, glorioso minuto de prova benemérita, no qual poderemos desenvolver nossa capacidade máxima de assimilação do Evangelho Salvador.
    Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Dicionário da alma• Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -

    [Provas são] lições retardadas que nós mesmos acumulamos no caminho, através de erros impensados ou conscientes em transatas reencarnações, e que somos compelidos a rememorar e reaprender.
    Referencia: XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo• Estude e viva• Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz• 11a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 40


    Senhor

    substantivo masculino Proprietário, dono absoluto, possuidor de algum Estado, território ou objeto.
    História Aquele que tinha autoridade feudal sobre certas pessoas ou propriedades; proprietário feudal.
    Pessoa nobre, de alta consideração.
    Gramática Forma de tratamento cerimoniosa entre pessoas que não têm intimidade e não se tratam por você.
    Soberano, chefe; título honorífico de alguns monarcas.
    Figurado Quem domina algo, alguém ou si mesmo: senhor de si.
    Dono de casa; proprietário: nenhum senhor manda aqui.
    Pessoa distinta: senhor da sociedade.
    Antigo Título conferido a pessoas distintas, por posição ou dignidade de que estavam investidas.
    Antigo Título de nobreza de alguns fidalgos.
    Antigo O marido em relação à esposa.
    adjetivo Sugere a ideia de grande, perfeito, admirável: ele tem um senhor automóvel!
    Etimologia (origem da palavra senhor). Do latim senior.onis.

    o termo ‘Senhor’, no A.T., paraexprimir Jeová, está suficientemente compreendido nesta última palavra – e, como tradução de ãdôn, não precisa de explicação. Em Js 13:3, e freqüentemente em Juizes e Samuel, representa um título nativo dos governadores dos filisteus, não se sabendo coisa alguma a respeito do seu poder. o uso de ‘Senhor’ (kurios), no N.T., é interessante, embora seja muitas vezes de caráter ambíguo. Nas citações do A.T., significa geralmente Jeová, e é também clara a significaçãoem outros lugares (*vejag. Mt 1:20). Mas, fora estas citações, há muitas vezes dúvidas sobre se a referência é a Deus como tal (certamente Mc 5:19), ou ao Salvador, como Senhor e Mestre. Neste último caso há exemplos do seu emprego, passando por todas as gradações: porquanto é reconhecido Jesus, ou como Senhor e Mestre no mais alto sentido (Mt 15:22 – e geralmente nas epístolas – *veja 1 Co 12.3), ou como doutrinador de grande distinção (Mt 8:21 – 21.3), ou ainda como pessoa digna de todo o respeito (Mt 8:6). Deve-se observar que kurios, termo grego equivalente ao latim “dominus”, era o título dado ao imperador romano em todas as terras orientais, em volta do Mediterrâneo. E isto serve para explicar o fato de aplicarem os cristãos ao Salvador esse título, querendo eles, com isso, acentuar na sua mente e na das pessoas que os rodeavam a existência de um império maior mesmo que o de César. Com efeito, o contraste entre o chefe supremo do império romano e Aquele que é o Senhor de todos, parece apoiar muitos dos ensinamentos do N.T. Algumas vezes se usa o termo ‘Senhor’ (Lc 2:29At 4:24, etc.) como tradução de despõtes, que significa ‘dono, amo’, sugerindo, quando se emprega a respeito dos homens, que ao absoluto direito de propriedade no mundo antigo estava inerente uma verdadeira irresponsabilidade. (*veja Escravidão.)

    [...] o Senhor é a luz do mundo e a misericórdia para todos os corações.
    Referencia: LIMA, Antônio• Vida de Jesus: baseada no Espiritismo: estudo psicológico• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - Pelo Evangelho


    Senhor
    1) (Propriamente dito: hebr. ADON; gr. KYRIOS.) Título de Deus como dono de tudo o que existe, especialmente daqueles que são seus servos ou escravos (Sl 97:5; Rm 14:4-8). No NT, “Senhor” é usado tanto para Deus, o Pai, como para Deus, o Filho, sendo às vezes impossível afirmar com certeza de qual dos dois se está falando.


    2) (hebr. ????, YHVH, JAVÉ.) Nome de Deus, cuja tradução mais provável é “o Eterno” ou “o Deus Eterno”. Javé é o Deus que existe por si mesmo, que não tem princípio nem fim (Ex 3:14; 6.3). Seguindo o costume que começou com a SEPTUAGINTA, a grande maioria das traduções modernas usa “Senhor” como equivalente de ????, YHVH (JAVÉ). A RA e a NTLH hoje escrevem “SENHOR”. A forma JAVÉ é a mais aceita entre os eruditos. A forma JEOVÁ (JEHOVAH), que só aparece a partir de 1518, não é recomendável por ser híbrida, isto é, consta da mistura das consoantes de ????, YHVH, (o Eterno) com as vogais de ???????, ADONAI (Senhor).


    Senhor Termo para referir-se a YHVH que, vários séculos antes do nascimento de Jesus, havia substituído este nome. Sua forma aramaica “mar” já aparecia aplicada a Deus nas partes do Antigo Testamento redigidas nesta língua (Dn 2:47; 5,23). Em ambos os casos, a Septuaginta traduziu “mar” por “kyrios” (Senhor, em grego). Nos textos de Elefantina, “mar” volta a aparecer como título divino (pp. 30 e 37). A. Vincent ressaltou que este conteúdo conceitual já se verificava no séc. IX a.C. Em escritos mais tardios, “mar” continua sendo uma designação de Deus, como se vê em Rosh ha-shanah 4a; Ber 6a; Git 88a; Sanh 38a; Eruv 75a; Sab 22a; Ket 2a; Baba Bat 134a etc.

    Em algumas ocasiões, Jesus foi chamado de “senhor”, como simples fórmula de cortesia. Ao atribuir a si mesmo esse título, Jesus vai além (Mt 7:21-23; Jo 13:13) e nele insere referências à sua preexistência e divindade (Mt 22:43-45; Mc 12:35-37; Lc 20:41-44 com o Sl 110:1). Assim foi também no cristianismo posterior, em que o título “Kyrios” (Senhor) aplicado a Jesus é idêntico ao empregado para referir-se a Deus (At 2:39; 3,22; 4,26 etc.); vai além de um simples título honorífico (At 4:33; 8,16; 10,36; 11,16-17; Jc 1:1 etc.); supõe uma fórmula cúltica própria da divindade (At 7:59-60; Jc 2:1); assim Estêvão se dirige ao Senhor Jesus no momento de sua morte, o autor do Apocalipse dirige a ele suas súplicas e Tiago acrescenta-lhe o qualificativo “de glória” que, na verdade, era aplicado somente ao próprio YHVH (Is 42:8). Tudo isso permite ver como se atribuíam sistematicamente a Jesus citações veterotestamentárias que originalmente se referiam a YHVH (At 2:20ss.com Jl 3:1-5).

    Finalmente, a fórmula composta “Senhor dos Senhores” (tomada de Dt 10:17 e referente a YHVH) é aplicada a Jesus e implica uma clara identificação do mesmo com o Deus do Antigo Testamento (Ap 7:14; 19,16). Tanto as fontes judeu-cristãs (1Pe 1:25; 2Pe 1:1; 3,10; Hc 1:10 etc.) como as paulinas (Rm 5:1; 8,39; 14,4-8; 1Co 4:5; 8,5-6; 1Ts 4:5; 2Ts 2:1ss. etc.) confirmam essas assertivas.

    W. Bousset, Kyrios Christos, Nashville 1970; J. A. Fitzmyer, “New Testament Kyrios and Maranatha and Their Aramaic Background” em To Advance the Gospel, Nova York 1981, pp. 218-235; L. W. Hurtado, One God, One Lord: Early Christian Devotion and Ancient Jewish Monotheism, Filadélfia 1988; B. Witherington III, “Lord” em DJG, pp. 484-492; O. Cullmann, o. c.; C. Vidal Manzanares, “Nombres de Dios” en Diccionario de las tres...; Idem, El judeo-cristianismo...; Idem, El Primer Evangelio...


    Strongs

    Este capítulo contém uma lista de palavras em hebraico e grego presentes na Bíblia, acompanhadas de sua tradução baseada nos termos de James Strong. Strong foi um teólogo e lexicógrafo que desenvolveu um sistema de numeração que permite identificar as palavras em hebraico e grego usadas na Bíblia e seus significados originais. A lista apresentada neste capítulo é organizada por ordem alfabética e permite que os leitores possam ter acesso rápido e fácil aos significados das palavras originais do texto bíblico. A tradução baseada nos termos de Strong pode ajudar os leitores a ter uma compreensão mais precisa e profunda da mensagem bíblica, permitindo que ela seja aplicada de maneira mais eficaz em suas vidas. James Strong
    Provérbios 17: 3 - Texto em Hebraico - (HSB) Hebrew Study Bible

    O crisol é para a prata, e o forno para o ouro; mas o SENHOR é quem prova os corações.
    Provérbios 17: 3 - (ARAi) Almeida Revista e Atualizada Interlinear

    950 a.C.
    H2091
    zâhâb
    זָהָב
    ouro
    (gold)
    Substantivo
    H3068
    Yᵉhôvâh
    יְהֹוָה
    o Senhor
    (the LORD)
    Substantivo
    H3564
    kûwr
    כּוּר
    fornalha, forja, fornalha ou pote para fundição v
    (furnace)
    Substantivo
    H3701
    keçeph
    כֶּסֶף
    prata, dinheiro
    (in silver)
    Substantivo
    H3826
    libbâh
    לִבָּה
    o coração
    (the heart)
    Substantivo
    H4715
    mitsrêph
    מִצְרֵף
    ()
    H974
    bâchan
    בָּחַן
    examinar, testar, provar
    (you shall be proved)
    Verbo


    זָהָב


    (H2091)
    zâhâb (zaw-hawb')

    02091 זהב zahab

    procedente de uma raiz não utililizada significando tremular a luz; DITAT - 529a; n m

    1. ouro
      1. como metal precioso
      2. como uma medida de peso
      3. referindo-se a brilho, esplendor (fig.)

    יְהֹוָה


    (H3068)
    Yᵉhôvâh (yeh-ho-vaw')

    03068 יהוה Y ehovaĥ

    procedente de 1961; DITAT - 484a; n pr de divindade Javé = “Aquele que existe”

    1. o nome próprio do único Deus verdadeiro
      1. nome impronunciável, a não ser com a vocalização de 136

    כּוּר


    (H3564)
    kûwr (koor)

    03564 כור kuwr

    procedente de uma raiz não utilizada significando cavar através; DITAT - 967b,968 n m

    1. fornalha, forja, fornalha ou pote para fundição v
    2. (Qal) furar, perfurar, cavar, talhar

    כֶּסֶף


    (H3701)
    keçeph (keh'-sef)

    03701 כסף keceph

    procedente de 3700; DITAT - 1015a; n m

    1. prata, dinheiro
      1. prata
        1. como metal
        2. como ornamento
        3. como cor
      2. dinheiro, siclos, talentos

    לִבָּה


    (H3826)
    libbâh (lib-baw')

    03826 לבה libbah

    procedente de 3820; DITAT - 1071b; n f

    1. coração

    מִצְרֵף


    (H4715)
    mitsrêph (mits-rafe')

    04715 מצרף mitsreph

    procedente de 6884; DITAT - 1972b; n m

    1. crisol

    בָּחַן


    (H974)
    bâchan (baw-khan')

    0974 בחן bachan

    uma raiz primitiva; DITAT - 230; v

    1. examinar, testar, provar
      1. (Qal)
        1. examinar, examinar minuciosamente
        2. examinar, provar, testar (ouro, metais, pessoas, o coração, homem de Deus)
      2. (Nifal) ser testado, provado
      3. (Pual) fazer um teste