Enciclopédia de Ezequiel 40:43-43

Tradução (ARC) - 2009 - Almeida Revisada e Corrigida

Índice

Perícope

ez 40: 43

Versão Versículo
ARA Os ganchos, de quatro dedos de comprimento, estavam fixados por dentro ao redor, e sobre as mesas estava a carne da oblação.
ARC E as suas bordas eram de um palmo, pela casa em redor, e sobre as mesas estava a carne da oferta.
TB Os ganchos, dum palmo de comprido, estavam fixados por dentro ao redor; e sobre as mesas estava a carne da oblação.
HSB וְהַֽשְׁפַתַּ֗יִם טֹ֧פַח אֶחָ֛ד מוּכָנִ֥ים בַּבַּ֖יִת סָבִ֣יב ׀ סָבִ֑יב וְאֶל־ הַשֻּׁלְחָנ֖וֹת בְּשַׂ֥ר הַקָּרְבָֽן׃
BKJ E dentro havia ganchos de um palmo de largura, presos ao redor, e sobre as mesas estava a carne da oferta.
LTT E os ganchos, (cada um) com comprimento de uma largura de uma mão, estavam fixos por dentro em redor, e sobre as mesas estava a carne da oferta.
BJ2 Pelo lado de dentro, em torno, estavam as cavilhas, de um palmo de comprimento e sobre as mesas a carne da oblação.
VULG Et labia earum palmi unius, reflexa intrinsecus per circuitum : super mensas autem carnes oblationis.

Referências Cruzadas

As referências cruzadas da Bíblia são uma ferramenta de estudo que ajuda a conectar diferentes partes da Bíblia que compartilham temas, palavras-chave, histórias ou ideias semelhantes. Elas são compostas por um conjunto de referências bíblicas que apontam para outros versículos ou capítulos da Bíblia que têm relação com o texto que está sendo estudado. Essa ferramenta é usada para aprofundar a compreensão do significado da Escritura e para ajudar na interpretação e aplicação dos ensinamentos bíblicos na vida diária. Abaixo, temos as referências cruzadas do texto bíblico de Ezequiel 40:43

Levítico 1:6 Então, esfolará o holocausto e o partirá nos seus pedaços.
Levítico 1:8 Também os filhos de Arão, os sacerdotes, porão em ordem os pedaços, a cabeça e o redenho, sobre a lenha que está no fogo em cima do altar.
Levítico 8:20 Partiu também o carneiro nos seus pedaços; e Moisés queimou a cabeça, e os pedaços, e a gordura.

Apêndices

Os apêndices bíblicos são seções adicionais presentes em algumas edições da Bíblia que fornecem informações complementares sobre o texto bíblico. Esses apêndices podem incluir uma variedade de recursos, como tabelas cronológicas, listas de personagens, informações históricas e culturais, explicações de termos e conceitos, entre outros. Eles são projetados para ajudar os leitores a entender melhor o contexto e o significado das narrativas bíblicas, tornando-as mais acessíveis e compreensíveis.

Medidas, pesos e dinheiro

Medidas para líquidos

Coro (10 batos / 60 hins)

220 l

Bato (6 hins)

22 l

Him (12 logues)

3,67 l

Logue (1⁄12 him)

0,31 l

Medidas para secos

Ômer (1 coro / 10 efas)

220 l

Efa (3 seás / 10 gomores)

22 l

Seá (31⁄3 gomores)

7,33 l

Gomor (14⁄5 cabo)

2,2 l

Cabo

1,22 l

Queniz

1,08 l

Medidas lineares

Cana longa (6 côvados longos)

3,11 m

Cana (6 côvados)

2,67 m

Braça

1,8 m

Côvado longo (7 larguras da mão)

51,8 cm

Côvado (2 palmos / 6 larguras da mão)

44,5 cm

Côvado curto

38 cm

1 estádio romano

1⁄8 milha romana=185 m

1 Dedo (1⁄4 largura da mão)

1,85 cm

2 Largura da mão (4 dedos)

7,4 cm

3 Palmo (3 larguras da mão)

22,2 cm


Livros

Livros citados como referências bíblicas, que citam versículos bíblicos, são obras que se baseiam na Bíblia para apresentar um argumento ou discutir um tema específico. Esses livros geralmente contêm referências bíblicas que são usadas para apoiar as afirmações feitas pelo autor. Eles podem incluir explicações adicionais e insights sobre os versículos bíblicos citados, fornecendo uma compreensão mais profunda do texto sagrado.

Referências em Livro Espírita

Não foram encontradas referências em Livro Espírita.

Referências em Outras Obras

Não foram encontradas referências em Outras Obras.

Comentários Bíblicos

Este capítulo é uma coletânea de interpretações abrangentes da Bíblia por diversos teólogos renomados. Cada um deles apresenta sua perspectiva única sobre a interpretação do texto sagrado, abordando diferentes aspectos como a história, a cultura, a teologia e a espiritualidade. O capítulo oferece uma visão panorâmica da diversidade de abordagens teológicas para a interpretação da Bíblia, permitindo que o leitor compreenda melhor a complexidade do texto sagrado e suas implicações em diferentes contextos e tradições religiosas. Além disso, o capítulo fornece uma oportunidade para reflexão e debate sobre a natureza da interpretação bíblica e sua relevância para a vida religiosa e espiritual.

Beacon

Comentário Bíblico de Beacon - Interpretação abrangente da Bíblia por 40 teólogos evangélicos conservadores
Beacon - Comentários de Ezequiel Capítulo 40 do versículo 1 até o 49
B. ESPERANÇA: TEMPORAL E ETERNA, Ez 40:1-48.35

Os capítulos 40:48 são cânticos elevados de esperança. Eles expressam esperança com a reconstrução do templo (Ez 40:1-42.20), a glória divina no templo (Ez 43:1-12), orde-nanças do santuário restauradas (Ez 43:13-46.24), um ministério direcionado a outros (Ez 47:1-12) e uma herança para essa vida e a próxima (Ez 47:13-48.35).

  • Pano de Fundo da Esperança (Ez 40:1-4)
  • Essas profecias, tão repletas de esperança, ocorreram no ano vigésimo quinto do nosso cativeiro (1), ou 572 a.C. Elas vieram ao profeta no décimo dia do mês, no princípio do ano.' Essa última frase pode significar "no princípio do mês", de acordo com a Septuaginta.22 Isso ocorreu catorze anos depois que a cidade de Jerusalém caiu.

    As profecias surgiram das novas visões que Ezequiel teve. Em espírito ele foi levado à terra de Israel [...] sobre um monte muito alto (2),23 e foi-lhe permitido ter uma visão daquilo que mesmo o povo menos privilegiado de Deus também verá mais cedo ou mais tarde. Havia sobre ele um como edifício de cidade para a banda do sul também é traduzido da seguinte maneira: "sobre o qual havia um edifício que tinha a aparência de uma cidade diante de mim" (Moffatt).

    Um homem (3), i.e., um anjo, está perto dele, com um cordel de linho em sua mão (cf. Ap 21:15-27), que diz para ele olhar e ouvir e anunciar à casa de Israel (4) tudo o que vê.

  • Esperança com a Reconstrução do Templo (Ez 40:5-42.
    20)
  • Ezequiel viu uma casa (40.5), o templo, semelhante ao Templo de Salomão, que havia sido destruído. As diversas medidas desse Templo são dadas em côvados. O "côvado longo" — um côvado e quatro dedos (5) — que Ezequiel usou era de cerca de 53 centímetros. O guia angelical usou um cordel de linho (3), um tipo de uma fita usada para medidas longas; e uma cana de medir (cerca de três metros e vinte centímetros), usada para medidas curtas.

    Um quadro mais claro de Ez 41:6-7 e 42:5-6, aparece na Berkeley Version. O lugar separado (Ez 41:12-15; 42.1, 10,
    13) era "o pátio" (RSV).

    No entanto, nesses capítulos há aspectos muito mais importantes do que medidas. Um dos aspectos fundamentais é que na sua visão ele vê o templo restaurado. Aquele que tinha sido construído havia cerca de quatro séculos estava em ruínas. Israel conti-nua precisando de um templo, e Deus deixa claro que eles voltarão a ter esse templo.
    Com um lugar central para sacrificio e adoração, Israel voltará a se conscientizar de que há um só Deus. Com o sacrifício completo e cabal de Cristo distante ainda cerca de meio milênio, Israel necessitava dos ministérios temporários de sacrificios repetidos de animais. Chegaria o tempo em que os homens adorariam o Pai em espírito (espiritualidade) e em verdade (vivendo pela fé) em qualquer lugar, no templo e fora dele (Jo 4:23-24). E visto que Tito destruiu o Templo em 70 d.C., mesmo os judeus deixaram de ter o seu Templo. Mas esse tempo ainda não havia chegado. Entrementes, um outro Templo será construído logo após o retorno de Israel para a Palestina. E um terceiro templo, chamado Templo de Herodes, será construído antes do período do início do Novo Testamento.

    O templo que Ezequiel consegue ver durante a sua visão era um pouco diferente do Templo de Salomão, como pode ser visto por meio de uma comparação dos detalhes em Ezequiel com a descrição em I Reis 6:7. O templo que Ezequiel vê também era um tanto diferente dos dois templos que ainda haveriam de ser construídos. Por exemplo, o muro ao redor do templo interior é de quinhentas canas (Ez 42:15-19) em cada direção, cerca de 1.500 metros. Essas distâncias eram maiores do que as dimensões dos templos verdadeiros, tão grandes que não caberiam no monte Sião. Muito do que Ezequiel viu provavelmente se cumpriria literalmente, no entanto, uma parte deveria ser entendida simbolicamente. O templo de Ezequiel parece referir-se a um templo "não feito por mãos humanas, mas eterno nos céus". Isso corrobora a idéia de Deus prometer habitar para sempre (43,9) nesse templo.


    Genebra

    Comentários da Bíblia de Estudos de Genebra pela Sociedade Bíblica do Brasil para versão Almeida Revista e Atualizada (ARA)
    Genebra - Comentários de Ezequiel Capítulo 40 do versículo 1 até o 49
    *

    40.1—48.35 A visão de Ezequiel da cidade restaurada combina muitos subsídios da tradição bíblica. Ezequiel entrelaça a compreensão familiar sobre Jerusalém como a cidade onde Deus tinha preferido habitar, com referências ao monte Sinai e ao jardim do Éden.

    Um anjo guiou o profeta em um passeio pela cidade, começando pelos portões que conduziam ao átrio externo do templo (40.6-27) e terminando, após diversos capítulos, com uma divisão do território entre as doze tribos (47.13—48.35). As interpretações desses capítulos variam muito. Muitos têm visto nessas passagens uma planta e especificações de construção para uma cidade normal que deveria ser construída (43.10,11). Entretanto, há elementos na visão profética que parecem ir além de uma compreensão literal (p.ex., 47:1-12). Outros intérpretes entendem a visão do templo, de Ezequiel, como, principalmente, uma descrição simbólica da maneira como Deus gostaria de abençoar o seu povo, com o templo proeminentemente representando a presença de Deus no meio de seu povo. Por meio da utilização de visão e simbolismo (40.2; Nm 12:6), o profeta descreveu um ponto no futuro quando a presença de Deus entre o seu povo transcenderia qualquer coisa que Israel já tenha experimentado na história.

    * 40:2

    um monte muito alto. Presumivelmente o monte Sião, local do templo de Jerusalém (17.22-24; 20.40; conforme Sl 48:1,2; Is 2:2; Mq 4:1). O profeta passearia pelo monte santo, tal como o fizera o salmista (Sl 48:12,13).

    * 40:3

    um homem. O profeta foi conduzido em seu passeio pela cidade por um guia angelical (conforme Zc 1:14).

    uma cana de medir. Ver 2Rs 21:13; Am 7:7,8; Zc 2:1,2; Ap 21:10,15.

    * 40:4

    anuncia... tudo quanto estás vendo. João recebeu instruções semelhantes (Ap 1:11).

    * 40:5

    seis côvados. Existiam pelo menos dois côvados padronizados, o côvado curto, com cerca de 44 cm, e o côvado longo, usado aqui, com cerca de 52 cm (43.13; 2Cr 3:3). Essa cana, pois, tinha cerca de 3,12 m.

    * 40:6

    subiu pelos seus degraus. As pessoas aproximavam-se do templo por meio de degraus, e o edifício estava sobre uma plataforma elevada que ficava no átrio externo. Mais degraus levavam a uma plataforma mais elevada, que era o átrio interior (vs. 34,37). Um lance de escadas levava dali para o edifício do templo (vs. 49; 41.8). Quanto mais alta fosse a elevação, e quanto mais perto se chegasse do santuário interior, maior era o grau de santidade.

    * 40:9

    o vestíbulo. Esses portões assemelham-se aos portões do período salomônico, escavadas em Hazor, Medigo e Gezer (1Rs 9:15). O caminho através do centro do portão era flanqueado por três câmaras de cada lado.

    * 40:16

    palmeiras esculpidas. Ver também os vs. 22,31,34 e 37. A decoração nos antigos santuários de Israel era, principalmente, botânica; variedades de árvores e plantas decoravam a área sagrada (Êx 25:34; 37:19; 1Rs 6:18,29,32,35). Quanto a essa questão, os santuários de Israel sugeriam a beleza do jardim do Éden e punham, diante de Israel, o alvo de voltar a residir no jardim de Deus (28.13,14, nota).

    * 40:17

    átrio exterior. Os adoradores eram admitidos no átrio exterior, mas somente os sacerdotes e os levitas podiam entrar no átrio interior. O texto não especifica o uso das trinta câmaras no perímetro do átrio exterior (conforme Jr 35:2).

    * 40.20-27 Os portões do norte e do sul eram iguais ao portão oriental (vs. 5-16).

    * 40:28

    átrio interior. O átrio interior era separado do átrio exterior por meio de uma parede; e também tinha três portas (vs. 28-37).

    * 40:38

    onde lavavam. Os animais oferecidos como sacrifícios eram mortos nas portas do átrio interior (43.13-27). Quando os animais tinham sido sacrificados, os seus pedaços eram lavados (Lv 1:9,13; 2Cr 4:6) e pendurados em ganchos (v.43).

    * 40:46

    Zadoque. Ver 44.15, nota.

    * 40.48—41.4

    Tal como o antigo templo de Salomão, na visão de Ezequiel o templo possuía três ambientes: um vestíbulo ou pórtico (40.48,49); um santuário exterior (41.1,2); e o santuário interior ou Santo dos Santos (41.3,4). O edifício do templo ficava em nível mais alto do que o átrio circundante e subia-se a ele por escadarias que davam no pórtico (40.6, nota). O aumento na altura representava uma santidade crescente, à medida que alguém se aproximava do ambiente interior.

    * 40:49

    aos pilares. Os pilares presumivelmente assemelhavam-se a Jaquim e Boaz, as colunas que ficavam do lado de fora do templo de Salomão (1Rs 7:15-22).



    Matthew Henry

    Comentário Bíblico de Matthew Henry, um pastor presbiteriano e comentarista bíblico inglês.
    Matthew Henry - Comentários de Ezequiel Capítulo 40 do versículo 1 até o 49
    40.1ss A construção do templo vislumbrou um tempo de completa restauração para os cativos, um tempo quando Deus voltaria para seu povo. O templo se construiu em 520-515 a.C. (veja-se Esdras 5:6), mas não alcançou a abranger o plano do Ezequiel. Esta visão do templo se interpretou basicamente em quatro formas: (1) Este é o templo que sem dúvida Zorobabel construiu em 520-515 a.C. e é o plano real que Ezequiel projetou. Mas devido à desobediência (43.2-10), nunca se seguiu. (2) Este é um templo literal que se reconstruiria durante o reinado de Cristo no Milênio. (3) Este templo simboliza a verdadeira adoração a Deus pela igreja cristã atual. (4) Este templo representa o reino futuro e eterno de Deus, quando sua presença e bênção encham a terra.

    Já seja simbólico ou literal, parece claro que esta é uma visão do reino perfeito e final de Deus. Isto deu esperança ao povo nos tempos do Ezequiel, os que acabavam de ver a destruição de sua nação e seu templo sem nenhuma esperança de reconstrução em um futuro próximo. Os detalhes desta visão deram ao povo maior esperança porque a visão do Ezequiel procedia de Deus e sem dúvida se cumpriria no futuro.

    40.1ss Um argumento contra que o templo que viu Ezequiel se trata literalmente de um edifício do futuro é que se mencionam sacrifícios (40.38-43). Se os sacrifícios se voltassem a instituir nos últimos dias, o sacrifício final de Cristo não teria significado como tal. O Novo Testamento esclarece que Cristo morreu uma só vez pelo pecado de toda a humanidade (Rm 6:10; Hb 9:12; Hb 10:10, Hb 10:18). Nossos pecados se apagaram, já não fazem falta sacrifícios posteriores.

    Entretanto, nos dias do Ezequiel, a única classe de adoração que o povo conhecia era a que incluía os sacrifícios e as cerimônias descritas desde o Exodo até o Deuteronomio. Ezequiel teve que explicar a nova ordem de adoração em termos que a gente entendesse. Os nove capítulos seguintes relatam como o templo é o ponto central de tudo, o que indica que a relação ideal com Deus é aquela onde toda a vida se centra no.

    40.1ss Ezequiel explicou a morada de Deus com palavras e imagens que a gente compreendesse. Deus queria que vissem o grande esplendor que planejou para os que fossem fiéis. Esta classe de templo nunca se construiu, mas era uma visão que tinha o propósito de tipificar os planos perfeitos de Deus para seu povo: a importância da adoração, a presença do Senhor, a bênções que fluem do e o método de adoração junto com as tarefas que a acompanham. Não permita que os detalhe confusos nublem o ponto central desta visão. Um dia todos os que foram fiéis a Deus desfrutarão de uma vida eterna com O. Permita que a majestade desta visão o eleve e ensine sobre o Deus que serve e adora.

    40.1-43.27 Ezequías recebeu esta visão em 573 a.C. Os capítulos 40:43 dão as medidas do templo e logo descrevem a forma em que se encheu da glória de Deus. devido a que Ezequiel era um sacerdote, estava familiarizado com o mobiliário e as cerimônias do templo do Salomão. Ao igual a em Ap 11:1-2, o mandato de "medir" define as áreas que Deus marcou para um uso especial. À medida que leoa todos estes detalhes, recorde que Deus é soberano sobre toda nossa adoração e o tempo em que restaurará os fiéis para si mesmo.

    40:3, 4 Quem era este homem? É óbvio que não era um ser humano, por isso talvez fora o anjo de 9:1-11 ou um similar. Alguns dizem que possivelmente foi Cristo, devido a lhe fala com o Ezequiel da mesma maneira em que Deus o fez, chamando-o: "Filho de homem".

    40:5 A dimensão de cada cotovelo era aproximadamente 52 cm, comparado com o cotovelo normal que ronda os 45 cm.

    40:38, 39 A lavagem dos sacrifícios se fazia de acordo às normas estabelecidas para a preparação em Lv 1:6-9. Isto era parte do processo de apresentar um sacrifício aceito para Deus.


    Wesley

    Comentário bíblico John Wesley - Metodista - Clérigo Anglicano
    Wesley - Comentários de Ezequiel Capítulo 40 do versículo 1 até o 49

    V. O TEMPLO NOVO EM UM TERRENO NEW (Ez. 40: 1-48: 35)

    Na seção final de sua profecia Ezequiel é dada uma visão gloriosa de instruções detalhadas para a construção de um novo templo para o povo de Deus. Tendo retornado à sua terra natal, o povo de Deus vai desfrutar das bênçãos da salvação divina. O novo templo e do novo serviço são meios de graça para conservar essas bênçãos como as pessoas renovadas entrar em adoração e comunhão com o seu Deus. Davidson apreende o essencial da imagem:

    Os sacrifícios e ministrações não são realizados, a fim de obter a redenção, mas, no máximo, para conservá-la. Eles têm dois aspectos: em primeiro lugar, eles são adoração, no serviço ao Senhor; e em segundo lugar, eles têm um efeito profiláctico, conservadora para assegurar que as condições de salvação de forma alguma ser executada.

    Três problemas enfrentar o estudante moderno que quer um entendimento da seção: (a) os capítulos contêm uma grande quantidade de tedioso detalhe; isso só pode ser superada por visualizar os planos de construção em forma de planta. (B) Os tradutores das principais versões (a KJV, a ASV, ea RSV) ainda usam as unidades de medição de dias de Ezequiel. É difícil visualizar o "côvado" eo "reed" se não forem traduzidas em metros e metros. (C) As muitas interpretações levar a aplicações em conflito. Ezequiel se deixou nenhuma pista explícita ao significado da visão, como pode a verdade ser encontrada e aplicada à vida hoje?

    Talvez uma explicação dos principais interpretações é apropriado antes de uma análise do texto. Evangélicos realizar duas visualizações principais: o literal da escola afirma que o templo é futuro e será erguido pelo povo judeu durante o Milênio; a escola simbólico sustenta que a visão é ideal e imagens "o povo de Deus na sua condição final de redenção e felicidade."

    Aqueles que acreditam em um futuro, o cumprimento literal das descrições de Ezequiel argumentam que (a) em nenhum momento histórico passado templo de Ezequiel foi construído, portanto, os eventos e as condições ainda estão no futuro; (B) um templo futuro é necessário para cumprir as outras Escrituras, tais Ct 2:1


    Russell Shedd

    Comentários da Bíblia por Russell Shedd, teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora.
    Russell Shedd - Comentários de Ezequiel Capítulo 40 do versículo 1 até o 49
    40.1 No ano vigésimo quinto. Em 573 a.C., treze anos depois da maioria das profecias da restauração (33.21), quatorze anos depois das profecias recebidas, no ano da queda de Jerusalém sobre a destruição das nações pagãs da época (26.1). A única indicação de que Ezequiel estava plenamente ativo naquele ínterim e depois se descreverem 29:7-21, uma profecia de 571 a.C.

    40.2 Em visões, Deus. Esta visão é tríplice. A, primeira parte revela o Templo ideal, caps. 40-42, no qual as aspirações espirituais do povo de Deus se simbolizam pela arquitetura. A segunda parte, o Culto ideal, caps. 43-46, no qual participam

    a glória de Deus, o ministério dos sacerdotes, a contribuição do povo, e os ritos presididos pelo suma sacerdote e pelo príncipe. A terceira parte revela a Nação ideal, caps. 47-48, que tanto física como espiritualmente tem sua vida ao redor do culto no templo, de onde extrai sua alimentação, seu refrigério e sua inspiração.
    40.3 Um homem. Um anjo igual àqueles que tiveram o encargo de destruir o antigo templo profanado pela, idolatria (9.2). Cordel. Este era usado para grandes medidas (47.3).

    40.4 Anuncia. Isto não é uma planta arquitetônica para entreter um sacerdote: estas reformas são mensagem e evangelho para serem proclamados.

    40.5 Um côvado e quatro dedos. O acréscimo de quase um palmo restaura o comprimento do côvado ao seu, valor original usado no templo de Salomão. Entrementes, a medida diminuída, "o primitivo padrão" (2Cr 3:3) sendo de 52 cm, a nova, de 46 cm. Até hoje os israelitas têm um "côvado para construção".

    40:6-17 O que se deduz de tais medidas é a ordem, a decência e a simetria da casa de Deus; o profeta supõe que todos conheçam o templo de Salomão, e limita-se a descrever essa adição que a visão lhe trouxe: o plano das câmaras ao redor das portas.
    40.23 Porta do átrio interior. A casa cheia de câmaras descrita em 40.16 é um tipo de portão de entrada ao átrio exterior (17-19). Para se passar do átrio exterior para o interior, precisava-se passar por outro portão, quase igual (20-23). O prédio do templo agora está protegido por magníficas entradas, dentro das quais os vários oficiais do templo têm suas câmaras, podendo, assim, vigiar as pessoas que entravam. Há três portas no muro exterior do templo, e três no muro do átrio inferior, ao norte, ao oriente e ao sul (27).

    40.26 Sete degraus. Quem vai passando da parte de fora para a de dentro, vai subindo escadas enquanto se aproximam do templo propriamente dito: tudo está construído no cume do monte, subindo-se sucessivamente, até chegar ao templo, que é o ponto culminante do conjunto.

    40 28 Pela porta do sul. Esta descrição está seguindo um plano simétrico: vv. 24-31 descrevem a entrada do sul do templo, primeiro pela porta exterior (24-27), depois pela porta que dá para o átrio interior, 28-31. O profeta tendo entrado pela porta exterior do oriente (6 e 17), já se detivera a descrever os pormenores da sua construção, 6-16. Havendo uma, porta igual para o norte (20-22), para o sul (24-26), e mais outras três em cada uma destas direções para entrar no átrio interior (23, 27-31, 32-34); não é repetida a descrição que já fora dada à primeira instância.

    40.35 À porta do norte. É por essa porta que o profeta está adentrando o átrio interior do templo, depois de subir os oito degraus do versículo 37. Ao entrar, vai-se deparar com os dispositivos para a oferta de sacrifícios, visto que a lei manda que se ofereçam ao lado do altar para a banda do norte (Lv 1:11).

    40.38 A sua entrada. A porta interior desta portaria do átrio interior dá diretamente para o local de ofertas de sacrifícios.

    40.39 No vestíbulo. Metade das mesas para a preparação de sacrifícios estava protegida dentro da portaria, e metade ficava ao ar livre, dentro do átrio interior do templo (40). Oferta pelo pecado e pela culpa. No novo templo, Ezequiel está pensando mais na expiação dos pecados do que em cumprir todos os sacrifícios tradicionais (Êx 29:36; cf. He 1:3, o que indica a expiação operada pelo Senhor Jesus Cristo, quando sacrificara sua própria vida para purificar os pecadores).

    40.43 Oblação. Heb korban, uma oferta voluntária (Mc 7:11).

    40.44 Cantores. Estes sempre estavam presentes nos atos de culto, desde o primeiro culto espontâneo descrito em Êx 15:1-21.

    40.46 Filhos de Zadoque. Ezequiel distingue claramente entre os levitas em geral (muitos dos quais tinham serviços nos ritos do paganismo, Jz 17:7-7) e os descendentes do sumo sacerdote fiel; que servia nos tempos de Salomão (1Rs 1:31-11). Os motivos para a distinção se dão em 44:10-16.

    40.48 O vestíbulo do templo é de modo igual ao das portarias internas, sendo duas vezes maior (47) e tendo as duas colunas equivalentes às duas mencionadas no templo de Salomão, Boaz e Joaquim (veja seu significado em 1Rs 7:21n).

    • N. Hom. 40.49 Por degraus. Não se podia entrar na casa de Deus sem passar por três portarias imponentes, e subir por três escadarias. A verdadeira adoração exige uma concentrada despedida das banalidades do mundo e um esforço para elevar nossos olhos para as coisas dos céus, porque o culto só nos valerá se elevar nossas almas às alturas onde Cristo está, pronto a nos atender (Ct 3:1-22).


    NVI F. F. Bruce

    Comentário Bíblico da versão NVI por Frederick Fyvie Bruce, um dos fundadores da moderna compreensão evangélica da Bíblia
    NVI F. F. Bruce - Comentários de Ezequiel Capítulo 40 do versículo 1 até o 49
    X. A NOVA COMUNIDADE (40.1—48.35)
    Em concordância com a associação íntima entre o povo e a terra em todo o ATOS, um povo purificado implica uma terra purificada, e esse é o tema da última visão de Ezequiel. Dentro da terra santa, está a cidade santa, e ao lado da cidade santa, mas separada dela, está o novo templo, o lugar mais santo de todos — porque a glória divina que havia abandonado o primeiro templo retorna para estabelecer a sua habitação ali (43:2-5; 44.4). “...porei o meu santuário no meio deles para sempre”, Deus havia prometido, e então “as nações saberão que eu, o Senhor, santifico Israel” (37.26,28).
    A limitação de espaço deste comentário só permite um exame superficial das dimensões e de outros detalhes da descrição a seguir.

    1) O novo templo (40.1—42.20)
    A data da visão (v. 1) é 28 de abril de 573 a.C., se o início do ano significa “o primeiro mês” (assim a LXX).

    a)    O monte do templo (40:1-4). v. 1. a mão do Senhor esteve sobre mim-, conforme 1.1; 8.3; 37.1. v. 2. visões de Deus: conforme 1.1; 8.3. monte muito alto-, “o monte do templo do Senhor” que “será estabelecido como o principal” (Is 2:2Mq 4:1), talvez idêntico ao “umbigo da terra” (38.12, nota de rodapé da NVI). prédios que tinham a aparência de uma cidade-, não a cidade santa propriamente, mas o complexo do templo, assim descrito em virtude de sua aparência imponente, v. 3. um homem que parecia de bronze-, um ser celestial (como o “homem” de Ez 10:6, que tinha “braços e pernas como o reflexo do bronze polido”), com uma corda de linho para medidas mais longas (conforme 47,3) e uma vara de medir para medidas menores (conforme v. 5). entrada-, provavelmente a porta que dá para o oriente (v. 6).

    b)    A porta oriental (40:5-16). meio metro-, o “côvado longo” tinha cerca de meio metro de comprimento (diferentemente do côvado comum, que tinha cerca de 45 centímetros); o muro tinha, portanto, aproximadamente três metros de espessura e três de altura (v. 5). (Suas outras dimensões são dadas em 42.20.) A porta que dá para o oriente (v. 6-16), descrita em tantos detalhes e fortificada com salas dos guardas de cada lado, é semelhante às portas salomônicas de Megido e de Hazor, e pode bem ter as medidas da porta oriental do primeiro templo. A função dessa porta é indicada em 44:1-3.

    c)    O pátio externo (40:17-27). O templo de Ezequiel tem basicamente a mesma planta baixa e orientação do templo de Salomão (lRs 7,12) — pátio externo, pátio interno e Lugar Santo (no sentido leste—oeste). Ezequiel é conduzido para o pátio externo através da porta oriental, e depois inspeciona a porta norte (v. 20-23) e a porta sul (v. 24-27) que davam acesso ao pátio. No pátio externo, o povo devia se reunir para a adoração.

    d)    O pátio interno (40:28-37,47). O pátio interno, ao qual só tinham acesso os sacerdotes, tinha portas sul, leste e norte próprias, pelas quais só os sacerdotes entravam vindo do pátio externo; elas tinham as mesmas dimensões gerais que as portas que conduziam ao pátio externo. O pátio interno media 50 metros por 50 metros, e nele estava o altar de holocaustos (conforme 43:13-17), em frente à entrada do Lugar Santo.

    e)    Organização dos sacrifícios (40:38-43). A descrição do pátio interno é interrompida por um relato das orientações para os sacrifícios no átrio da porta norte, seguido de uma referência aos quartos dos sacerdotes. Entre os sacrifícios de animais especificados no v. 49, os sacrifícios de comunhão (Lv 3.1ss) estão notoriamente ausentes; mas v. 43.27.

    f)    Quartos ao lado das portas (40:44-46). Nos lados internos das portas norte e sul, havia dois quartos para os sacerdotes. Os sacerdotes encarregados do templo (v. 45) são os sacerdotes não descendentes de Zadoque (conforme 44.14); os sacerdotes encarregados do altar (v. 46) são os descendentes de Zadoque (cf. 44.15ss).

    g)    O pórtico do templo (40.48,49). Depois de inspecionar os pátios, Ezequiel é levado para o templo propriamente dito, que incluía (do leste para o oeste) o pórtico, o Lugar Santo e o Lugar Santíssimo. O pórtico (’tilam) media dez metros de largura, como o do templo de Salomão; da frente aos fundos (6 metros contra 4,5 metros) media mais do que o do templo de Salomão (lRs 6.3). v. 48. os batentes-. BJ: pilares, v. 49. colunas-, como as denominadas Jaquim e Boaz no templo de Salomão (lRs 7:15-22).


    Moody

    Comentários bíblicos por Charles F. Pfeiffer, Batista
    Moody - Comentários de Ezequiel Capítulo 40 do versículo 28 até o 47

    28-47. O átrio interno e seus três portões. O átrio interior está localizado 100 côvados adentro dos portões externos (v. 19) sobre uma plataforma de oito degraus mais alta que a do átrio externo (vs. Ez 40:31, Ez 40:34, Ez 40:37). Entra-se nele por meio de portões ao sul (vs. Ez 40:28-31), a leste (vs. Ez 40:32-34) e ao norte (vs. Ez 40:35-37). No vestíbulo da passagem oriental há dispositivos para a manipulação dos sacrifícios (vs. Ez 40:38-43). Nos lados orientais das passagens internas ao norte e ao sul há câmaras para os sacerdotes responsáveis pelo cuidado das dependências do templo e do altar (vs. Ez 40:44-46). Dentro do átrio interno está o átrio do altar (v. Ez 40:47), um quadrado de 100 côvados de lado, situado a leste do Templo, no centro do qual está o altar dos holocaustos (Ez 43:13-27). As cozinhas e quartos dos sacerdotes estão situados no extremo oeste do átrio interno (Ez 42:1). O Templo propriamente dito está sobre uma plataforma de dez degraus mais alta que o átrio interno (v. 49).


    Moody - Comentários de Ezequiel Capítulo 40 do versículo 38 até o 43

    38-43. O vestíbulo do portão oriental interior e os dispositivos para o sacrifício.


    Francis Davidson

    O Novo Comentário da Bíblia, por Francis Davidson
    Francis Davidson - Comentários de Ezequiel Capítulo 40 do versículo 1 até o 49
    XIV. O TEMPLO E O POVO NO REINO DE DEUS Ez 40:1-48.35

    Os capítulos finais dos escritos de Ezequiel formam um estranho contraste com a furiosa oratória das profecias anteriores. Em realidade, formam o complemento essencial dos julgamentos que ele havia enunciado. Ezequiel era ao mesmo tempo sacerdote e profeta. Sua alegre tarefa foi contrabalançar as profecias sobre a ruína do templo, a partida de Jeová, e a dispersão da nação, com uma detalhada predição sobre a reconstrução do templo, a volta de Jeová ao Seu povo, e a reorganização da vida nacional. Não era suficiente declarar que a nação haveria de retornar e erigir outro templo; era necessário instruir sobre como edificá-lo. Para assegurar a santidade do templo, do povo e da adoração igualmente, foram prestadas instruções minuciosas pelo profeta, instruções essas que são fruto de prolongada visão e meditação. Se a leitura dessas instruções nos parece enfadonha, precisamos lembrar que, para a mente judaica, era impossível dedicar planejamento e pensamento demasiados ao lugar cujo nome é "O Senhor está ali" (Ez 48:35). Tal foi o espírito com o qual foram escritos esses capítulos. É preciso pouco esforço de imaginação para perceber que, entre os companheiros de exílio de Ezequiel, isso excitaria tanto interesse e discussão como qualquer das outras coisas que ele já havia editado.

    Precisamos adicionar uma observação concernente à interpretação desses capítulos. Dificilmente será necessário dizer que Ezequiel apresentou aqui planos que ele esperava serem realizados mais tarde. Transformá-los deliberadamente numa descrição simbólica sobre a adoração na 1greja Cristã nem deve entrar em cogitação. A visão também não teve o propósito de ser entendida como algo que seria cumprido em condições normais, conforme mostra o capítulo 47; mas era um plano para ser levado a efeito na era do reino de Deus. Alguns expositores, de conformidade com isso, esperam a reconstrução do templo por ocasião da segunda vinda de Cristo e um cumprimento exato de todas as predições de Ezequiel por ocasião do reino de Cristo. Esse ponto de vista é desafiado por certos princípios fundamentais do Novo Testamento. 1. A expiação de nosso Senhor anulou todos os sacrifícios para sempre (He 10:18). 2. Os herdeiros do reino não são mais a nação judaica, mas a Igreja, a nova Israel, na qual a antiga Israel pode encontrar seu verdadeiro lugar (Mt 21:43; 1Pe 2:9-60). 3. João, no Apocalipse, adapta esses capítulos para descrever a Igreja no reino de Deus (Ap 21:1-22.5) e remove deles todos os traços de judaísmo. Falar sobre um "duplo cumprimento" para todas essas coisas ao mesmo tempo, pelo que haveria dois 1sraéis a reinar no reino, duas Novas Jerusaléns, etc., dois governantes da semente de Davi, um Soberano terreno e outro celestial, e assim por diante, é exigir credenciais para o incrível. A conclusão da profecia de Ezequiel, por conseguinte, deve ser considerada como uma verdadeira predição sobre o reino de Deus, dada sob as formas com as quais o profeta estava familiarizado, a saber, as formas de sua própria dispensação (judaica). A verdade essencial dessas predições serão incorporadas na nova era sob formas próprias da nova dispensação (cristã). Como isso será realizado e esboçado para nós no livro de Apocalipse (Ez 21:1-22.5).

    >Ez 40:1

    a) O plano do novo templo (Ez 40:1-42.20)

    É impossível, nos limites deste comentário, tentar dar uma exposição completa da descrição de Ezequiel sobre o templo futuro. Isso deve ser deixado aos trabalhos mais volumosos. A leitura de seus planos será grandemente facilitada se cada parágrafo for comparado aos desenhos inclusos.

    Ezequiel foi transportado em visão para o monte Sião, onde seu anjo guia o saudou (40:1-4).


    Dicionário

    Bordas

    2ª pess. sing. pres. ind. de bordar
    fem. pl. de borda

    bor·dar -
    (francês broder)
    verbo transitivo

    1. Ornar de desenhos feitos à agulha.

    2. Guarnecer a borda de.

    3. Figurado Entremear (o discurso) com flores de retórica, anedotas, etc.

    verbo intransitivo

    4. Fazer bordados.


    bor·da
    (francês bord)
    nome feminino

    1. Extremidade de qualquer superfície.

    2. Faixa de terra junto a uma extensão de água. = BEIRA, MARGEM, ORLA

    3. Fímbria; amurada.

    4. Antigo Espécie de clava, armada de puas.


    da borda de água
    Ribatejano.

    dar borda
    [Náutica] Inclinar-se muito a embarcação, com risco.


    Carne

    substantivo feminino O tecido muscular do homem e dos animais, e principalmente a parte vermelha dos músculos.
    Particularmente, o tecido muscular dos animais terrestres que serve de alimento ao homem.
    Carne viva, o derma ou o tecido muscular posto a descoberto depois de arrancada ou cortada a epiderme.
    Figurado A natureza humana: a carne é fraca.
    O corpo humano: mortificar a carne.
    A polpa das frutas.
    Cor de carne, branco rosado.
    Nem peixe nem carne, diz-se de uma pessoa de caráter indeciso, que não tem opinião definida, ou de uma coisa insípida.
    São unha com carne, ou unha e carne, ou osso e carne, diz-se de duas pessoas que vivem em muita intimidade, que mutuamente comunicam seus pensamentos secretos.

    substantivo feminino O tecido muscular do homem e dos animais, e principalmente a parte vermelha dos músculos.
    Particularmente, o tecido muscular dos animais terrestres que serve de alimento ao homem.
    Carne viva, o derma ou o tecido muscular posto a descoberto depois de arrancada ou cortada a epiderme.
    Figurado A natureza humana: a carne é fraca.
    O corpo humano: mortificar a carne.
    A polpa das frutas.
    Cor de carne, branco rosado.
    Nem peixe nem carne, diz-se de uma pessoa de caráter indeciso, que não tem opinião definida, ou de uma coisa insípida.
    São unha com carne, ou unha e carne, ou osso e carne, diz-se de duas pessoas que vivem em muita intimidade, que mutuamente comunicam seus pensamentos secretos.

    A palavra hebraica do A.T., basar, tem freqüentemente o sentido literal de carne, ou seja do homem ou de animal (Gn 2:21 – 9.4 – Lv 6:10Nm 11:13), e também significa todas as criaturas vivas (Gn 6:13-17) – além disso tem a significação especial de Humanidade, sugerindo algumas vezes quanto é grande a fraqueza do homem, posta em confronto com o poder de Deus (Sl 65:2 – 78.39). No N. T. a palavra sarx é empregada da mesma maneira (Mc 13:20 – 26.41 – Hb 2:14 – 1 Pe 1.24 – Ap 17:16) S. Paulo põe habitualmente em contraste a carne e o espírito – e faz a comparação entre aquela vida de inclinação à natureza carnal e a vida do crente guiado pelo Espírito (Rm 7:5-25, 8.9 – Gl 5:17 – etc.). A frase ‘Carne e sangue’ (Mt 16:17Gl 1:16) é para fazer distinção entre Deus e o homem (*veja Alimento).

    A carne é veículo transitório e abençoado instrumento para o espírito aprender na Academia terrestre através do processo incessante da evolução.
    Referencia: FRANCO, Divaldo P• Lampadário espírita• Pelo Espírito Joanna de Ângelis• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 10

    A carne, de certo modo, em muitas circunstâncias não é apenas um vaso divino para o crescimento de nossas potencialidades, mas também uma espécie de carvão milagroso, absorvendo -nos os tóxicos e resíduos de sombra que trazemos no corpo substancial.
    Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Entre a terra e o céu• Pelo Espírito André Luiz• 23a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 10

    [...] A carne, em muitos casos, é assim como um filtro que retém as impurezas do corpo perispiritual, liberando-o de certos males nela adquiridos.
    Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Entre a terra e o céu• Pelo Espírito André Luiz• 23a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 33

    A carne é a sagrada retorta em que nos demoramos nos processos de alquimia santificadora, transubstanciando paixões e sentimentos ao calor das circunstâncias que o tempo gera e desfaz.
    Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Falando à Terra• Por diversos Espíritos• 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - Evangelho

    A carne terrestre, onde abusamos, é também o campo bendito onde conseguimos realizar frutuosos labores de cura radical, quando permanecemos atentos ao dever justo.
    Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Nosso Lar• Pelo Espírito André Luiz• 56a ed• Rio de Janeiro: FEB• 2006• - cap• 5


    Carne
    1) O tecido muscular do corpo dos seres humanos e dos animais (Gn 2:21)

    2) O corpo humano inteiro (Ex 4:7).

    3) O ser humano fraco e mortal (Sl 78:39).

    4) A natureza humana deixada à vontade e dominada pelos seus desejos e impulsos (Gl 5:19); 6.8;
    v. CARNAL).

    Carne O termo carne não tem uma significação unívoca nos evangelhos. A expressão “toda carne” refere-se ao conjunto de todos os seres humanos (Mt 24:22); “carne e sangue” designa o ser humano em suas limitações (Mt 16:17; 26,41) e “carne” também se refere — em contraposição a espírito — ao homem em seu estado de pecado (Jo 3:6). Finalmente “comer a carne e beber o sangue” de Jesus, longe de ser uma referência eucarística, significa identificar-se totalmente com Jesus, custe o que custar, pelo Espírito que dá a vida. A exigência dessa condição explica por que muitos que seguiam Jesus até esse momento abandonaram-no a partir de sua afirmação (Jo 6:53-58:63).

    Comprimento

    substantivo masculino Dimensão que vai de uma extremidade à outra; tamanho.
    Que se refere ao tamanho de um objeto, de uma superfície.
    Tamanho de alguma coisa, medido de uma extremidade à outra.
    Por Extensão Altura: o comprimento de um terreno.
    Por Extensão Duração; extensão de tempo: comprimento de fala.
    [Álgebra] Valor numérico dos elementos; resultado numa permutação.
    [Geometria] Num paralelepípedo ou retângulo, refere-se a um dos lados.
    Etimologia (origem da palavra comprimento). Do rad. antigo comprir + mento.

    Dedos

    masc. pl. de dedo

    de·do |ê| |ê|
    (latim digitus, -i)
    nome masculino

    1. Cada um dos prolongamentos articulados que terminam as mãos e os pés do homem e as extremidades de outros animais.

    2. Parte da luva que cobre o dedo.

    3. Medida equivalente à grossura de um dedo.

    4. Pequena quantidade.

    5. Figurado Habilidade.

    6. Poder dirigente.

    7. Antiga medida correspondente a oito linhas (0,0172 m).


    a dois dedos de
    Muito perto de.

    dedo de mestre
    Mão hábil.

    dedo anular
    Quarto dedo da mão, contado a partir do polegar, no qual se usam geralmente os anéis. = ANULAR, SEU-VIZINHO

    dedo indicador
    Segundo dedo da mão, contado a partir do polegar. = FURA-BOLOS 1NDICADOR, ÍNDEX, ÍNDICE

    dedo médio
    Terceiro dedo da mão, contado a partir do polegar. = MÉDIO, PAI-DE-TODOS

    dedo mindinho
    O mesmo que dedo mínimo.

    dedo mínimo
    Quinto dedo da mão ou do pé, contado a partir do polegar, geralmente o mais fino. = AURICULAR, DEDO MINDINHO, MINDINHO

    dedo polegar
    Primeiro e mais grosso dedo da mão, composto por duas falanges, oponível aos restantes dedos. = MATA-PIOLHOS, POLEGAR, PÓLEX, PÓLICE

    Primeiro e mais grosso dedo do pé. = DEDÃO, POLEGAR

    ficar a chuchar/chupar no dedo
    [Informal] Ser enganado ou decepcionado; não conseguir o pretendido.

    pôr o dedo na chaga
    O mesmo que pôr o dedo na ferida.

    pôr o dedo na ferida
    Mostrar o ponto fraco ou acertar no ponto mais importante.


    Dentro

    advérbio Interiormente; localizado no interior de; de modo interno: lá dentro está melhor.
    Adentro; em direção ao interior de: entrou mato adentro.
    interjeição [Marinha] Ordem dada aos marinheiros para que as vergas sejam recolhidas.
    expressão Estar por dentro. Saber do que acontece: estou por dentro do assunto.
    Dentro de. Na parte interna; de modo íntimo; com o passar do tempo: passou o dia dentro do escritório; guardei seu nome dentro da minha cabeça; o ônibus sairá dentro de minutos.
    Dentro em. Intimamente; de maneira íntima e particular: o amor está dentro em mim.
    Etimologia (origem da palavra dentro). Do latim de + intro.

    Mesas

    fem. pl. de mesa

    me·sa |ê| |ê|
    (latim mensa, -ae)
    nome feminino

    1. Móvel composto por um tampo horizontal de madeira, metal, mármore ou qualquer outro material, sustido por um ou mais pés.

    2. Conjunto dos objectos necessários para uma refeição sobre esse móvel (ex.: pôr a mesa).

    3. Alimentação diária ou habitual. = COMIDA, PASSADIO

    4. Geologia Terreno plano em certa altitude. = MESETA

    5. Superfície plana do bilhar.

    6. Conjunto do presidente e secretários de uma assembleia, associação, confraria, etc.

    7. Repartição de verificação e despacho (da alfândega).

    8. [Jogos] Bolo (no jogo de vaza).

    9. [Armamento] Parte dos fechos em que bate o cão da espingarda.

    10. Tabuleiro em que assenta a carga, no carro de tracção animal. = LEITO

    11. Barrote que sustém os emparamentos da atafona.

    12. Parte plana da bigorna.

    13. [Desporto] Aparelho de ginástica destinado a saltos, que consiste num corpo de forma rectangular ou oval, estofado ou forrado.

    14. [Joalharia] A face maior da parte superior de uma gema lapidada.


    estar à mesa
    Estar a almoçar ou a jantar.

    mesa travessa
    Mesa (nos refeitórios) para os prelados e pessoas de distinção.

    Confrontar: meca.

    Oferta

    Oferta V. SACRIFÍCIOS E OFERTAS (Is 1:13).

    oferta s. f. 1. Ação de oferecer(-se); oferecimento. 2. Oblação, oferenda. 3. Retribuição de certos atos litúrgicos. 4. Dádiva. 5. Promessa. 6. Co.M Produto exposto a preço menor, como atrativo à freguesia.

    Quatro

    numeral cardinal Três mais um.
    numeral ordinal O quarto de uma série: casa 4.
    substantivo masculino Algarismo que exprime o número 4.
    Ficar de quatro, apoiar-se nos pés e nas mãos ao mesmo tempo.
    Executar a quatro mãos, tocarem ao mesmo tempo duas pessoas (ao piano, p. ex.).
    O diabo a quatro, confusão, balbúrdia.
    De quatro costados, inteiramente, totalmente.

    numeral cardinal Três mais um.
    numeral ordinal O quarto de uma série: casa 4.
    substantivo masculino Algarismo que exprime o número 4.
    Ficar de quatro, apoiar-se nos pés e nas mãos ao mesmo tempo.
    Executar a quatro mãos, tocarem ao mesmo tempo duas pessoas (ao piano, p. ex.).
    O diabo a quatro, confusão, balbúrdia.
    De quatro costados, inteiramente, totalmente.

    Redor

    redor s. .M 1. Arrabalde. 2. Circuito, contorno (mais usado no plural). 3. Roda, volta.

    Strongs

    Este capítulo contém uma lista de palavras em hebraico e grego presentes na Bíblia, acompanhadas de sua tradução baseada nos termos de James Strong. Strong foi um teólogo e lexicógrafo que desenvolveu um sistema de numeração que permite identificar as palavras em hebraico e grego usadas na Bíblia e seus significados originais. A lista apresentada neste capítulo é organizada por ordem alfabética e permite que os leitores possam ter acesso rápido e fácil aos significados das palavras originais do texto bíblico. A tradução baseada nos termos de Strong pode ajudar os leitores a ter uma compreensão mais precisa e profunda da mensagem bíblica, permitindo que ela seja aplicada de maneira mais eficaz em suas vidas. James Strong
    (cada um)
    Ezequiel 40: 43 - Texto em Hebraico - (HSB) Hebrew Study Bible

    E os ganchos, (cada um) com comprimento de uma largura de uma mão, estavam fixos por dentro em redor, e sobre as mesas estava a carne da oferta.
    Ezequiel 40: 43 - (ARAi) Almeida Revista e Atualizada Interlinear

    573 a.C.
    H1004
    bayith
    בַּיִת
    casa
    (within inside)
    Substantivo
    H1320
    bâsâr
    בָּשָׂר
    carne
    (the flesh)
    Substantivo
    H259
    ʼechâd
    אֶחָד
    um (número)
    (the first)
    Adjetivo
    H2948
    ṭôphach
    טֹפַח
    torto
    (crippled)
    Adjetivo - Masculino no Plurak acusativo
    H3559
    kûwn
    כּוּן
    ser firme, ser estável, ser estabelecido
    (has been established)
    Verbo
    H413
    ʼêl
    אֵל
    até
    (unto)
    Prepostos
    H5439
    çâbîyb
    סָבִיב
    por aí / em torno
    (around)
    Substantivo
    H7133
    qorbân
    קׇרְבָּן
    ()
    H7979
    shulchân
    שֻׁלְחָן
    mesa
    (a table)
    Substantivo
    H8240
    shâphâth
    שָׁפָת
    pinos em formato de gancho, ganchos, potes, aprisco
    (the pots)
    Substantivo


    בַּיִת


    (H1004)
    bayith (bah'-yith)

    01004 בית bayith

    provavelmente procedente de 1129 abreviado; DITAT - 241 n m

    1. casa
      1. casa, moradia, habitação
      2. abrigo ou moradia de animais
      3. corpos humanos (fig.)
      4. referindo-se ao Sheol
      5. referindo-se ao lugar de luz e escuridão
      6. referindo-se á terra de Efraim
    2. lugar
    3. recipiente
    4. lar, casa no sentido de lugar que abriga uma família
    5. membros de uma casa, família
      1. aqueles que pertencem à mesma casa
      2. família de descendentes, descendentes como corpo organizado
    6. negócios domésticos
    7. interior (metáfora)
    8. (DITAT) templo adv
    9. no lado de dentro prep
    10. dentro de

    בָּשָׂר


    (H1320)
    bâsâr (baw-sawr')

    01320 בשר basar

    procedente de 1319; DITAT - 291a; n m

    1. carne
      1. referindo-se ao corpo
        1. de seres humanos
        2. de animais
      2. o próprio corpo
      3. órgão sexual masculino (eufemismo)
      4. parentesco, relações familiares
      5. carne como algo frágil ou errante (homem em oposição a Deus)
      6. todos os seres viventes
      7. animais
      8. humanidade

    אֶחָד


    (H259)
    ʼechâd (ekh-awd')

    0259 אחד ’echad

    um numeral procedente de 258; DITAT - 61; adj

    1. um (número)
      1. um (número)
      2. cada, cada um
      3. um certo
      4. um (artigo indefinido)
      5. somente, uma vez, uma vez por todas
      6. um...outro, aquele...o outro, um depois do outro, um por um
      7. primeiro
      8. onze (em combinação), décimo-primeiro (ordinal)

    טֹפַח


    (H2948)
    ṭôphach (to'-fakh)

    02948 טפח tophach

    procedente de 2946 (o mesmo que 2947); DITAT - 818c; n m

    1. palmo, largura da mão

    כּוּן


    (H3559)
    kûwn (koon)

    03559 כון kuwn

    uma raiz primitiva; DITAT - 964; v

    1. ser firme, ser estável, ser estabelecido
      1. (Nifal)
        1. estar estabelecido, ser fixado
          1. estar firmemente estabelecido
          2. ser estabelecido, ser estável, ser seguro, ser durável
          3. estar fixo, estar firmemente determinado
        2. ser guiado corretamente, ser fixado corretamente, ser firme (sentido moral)
        3. preparar, estar pronto
        4. ser preparado, ser arranjado, estar estabelecido
      2. (Hifil)
        1. estabelecer, preparar, consolidar, fazer, fazer firme
        2. fixar, aprontar, preparar, providenciar, prover, fornecer
        3. direcionar para (sentido moral)
        4. arranjar, organizar
      3. (Hofal)
        1. estar estabelecido, estar firme
        2. estar preparado, estar pronto
      4. (Polel)
        1. preparar, estabelecer
        2. constituir, fazer
        3. fixar
        4. direcionarr
      5. (Pulal) estar estabelecido, estar preparado
      6. (Hitpolel) ser estabelecido, ser restaurado

    אֵל


    (H413)
    ʼêl (ale)

    0413 אל ’el (mas usado somente na forma construta reduzida) אל ’el

    partícula primitiva; DITAT - 91; prep

    1. para, em direção a, para a (de movimento)
    2. para dentro de (já atravessando o limite)
      1. no meio de
    3. direção a (de direção, não necessariamente de movimento físico)
    4. contra (movimento ou direção de caráter hostil)
    5. em adição a, a
    6. concernente, em relação a, em referência a, por causa de
    7. de acordo com (regra ou padrão)
    8. em, próximo, contra (referindo-se à presença de alguém)
    9. no meio, dentro, para dentro, até (idéia de mover-se para)

    סָבִיב


    (H5439)
    çâbîyb (saw-beeb')

    05439 סביב cabiyb ou (fem.) סביבה c ebiybaĥ

    procedente de 5437; DITAT - 1456b subst

    1. lugares ao redor, circunvizinhanças, cercanias adv
    2. ao redor, derredor, arredor prep
    3. no circuito, de todos os lados

    קׇרְבָּן


    (H7133)
    qorbân (kor-bawn')

    07133 קרבן qorban ou קרבן qurban

    procedente de 7126, grego 2878 κορβαν; DITAT - 2065e; n. m.

    1. oferta, oblação

    שֻׁלְחָן


    (H7979)
    shulchân (shool-khawn')

    07979 שלחן shulchan

    procedente de 7971; DITAT - 2395a; n m

    1. mesa
      1. mesa
        1. referindo-se à mesa do rei, uso privado, uso sagrado

    שָׁפָת


    (H8240)
    shâphâth (shaw-fawth')

    08240 שפת shaphath

    procedente de 8239; DITAT - 2450; n. m.

    1. pinos em formato de gancho, ganchos, potes, aprisco
      1. sentido duvidoso