Tesouro

Dicionário Comum

Fonte: Priberam

Tesouros:
masc. pl. de tesouro

te·sou·ro
(latim thesaurus, -i)
nome masculino

1. Grande quantidade de ouro, prata, coisas preciosas, posta em reserva.

2. Lugar onde se guardam esses objectos.

3. Erário.

4. Ministério das Finanças.

5. Preciosidade.

6. Riqueza.

7. Apuro.

8. Pessoa ou coisa por que se tem profunda afeição ou a que se liga grande apreço.

9. Manancial, fonte de bens, graças, virtudes.

10. [Linguística] [Linguística] Compilação do léxico de uma língua ou de uma área do saber. = TESAURO

11. Obra de referência importante ou que tem grande abrangência. = TESAURO


Dicionário Bíblico

Fonte: Dicionário Adventista

Casa do tesouro: Conta a história de um grupo de cegos que tentou descrever como era um elefante. Um deles após apalpar o lado musculoso do elefante, chegou à conclusão que ele era como um muro. O segundo cego após tocar nas pernas grossas e roliças, protestou dizendo: “Não, o elefante tem uma forma diferente. Ele se parece com uma coluna.” O terceiro abordou o elefante de outra forma. Após apalpar a tromba, disse: “Vocês dois estão enganados, o elefante se parece com uma grande cobra.” E, assim cada um dos seis teve uma concepção diferente do mesmo elefante.

As vezes por desinformação ou por conhecerem apenas uma parte da verdade algumas pessoas agem como estes cegos, enfatizando um aspecto das coisas em detrimento de outros.

Heresia não é apenas uma doutrina errada, mas pode ser também um assunto ou doutrina em que apenas é enfatizado apenas um lado. Um dos exemplos desta distorção é a interpretação de Malaquias 3:10 que diz: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a recolherdes.”

A expressão “Casa do Tesouro” tem em nossos dias sido interpretada como sendo a igreja local e onde os dízimos e ofertas devem ser administrados e distribuídos.

Mas, o que realmente quer dizer a expressão “Casa do Tesouro”, onde Deus pediu para os israelitas trazerem os seus dízimos e ofertas? Estaria o texto de Malaquias discutindo ou aprovando uma prática congregacionalista de governo eclesiástico?

Vale lembrar que no congregacionalismo a igreja local é quem administra o dinheiro doado pelos membros. Então seria o congregacionalismo, segundo este texto, a melhor forma de governo? Estaria o sistema democrático representativo contrário ao texto de Malaquias 3:10?

Bem, em primeiro lugar temos que compreender o que significava a expressão “Casa do Tesouro”.

Quando Salomão construiu o templo, várias salas ou câmaras foram construídas para diversos fins. (I Reis 6:5) Estas dependências, por exemplo, eram usadas como abrigo para os cantores que apresentariam suas músicas (Ezequiel 40:44). Os guardas ocupavam uma destas salas(I Reis 14:28) Em uma ocasião uma delas foi usada como esconderijo para Joás (II Reis 11:2-3)

Uma destas salas era usada como o lugar onde o dízimo que não era composto apenas de moedas, mas também de produtos agrícolas era entregue e guardado. Neemias usa a expressão “Casa do Tesouro” para falar de uma destas câmaras ou salas onde eram depositados os dízimos (ver Neemias 10:38)). Uma espécie de tesouraria do templo. Portanto, “Casa do Tesouro” é uma expressão para designar primariamente o lugar (ou espaço) onde o dízimo deveria ser guardado.

Inclusive a KJV, a famosa King James Version traduziu a expressão de Malaquias 3 como celeiro ou lugar onde cereais eram depositados, já que grande parte dos dízimos vinha em grãos. É bom que se diga que o autor não está discutindo quem deveria administrar o dízimo pois sobre isto Deus já havia falado e instruído o povo.

Levar à “Casa do Tesouro” significa devolver o dízimo no lugar designado, ou seja, a igreja da qual a pessoa é membro ou freqüenta. Mas, a questão crucial de nossos dias não é esta. Todos sabem onde levar o dízimo. A grande pergunta é: Quem deve administrar este dinheiro?

Precipitadamente alguns tem dito que a expressão “Casa do Tesouro” indica que a igreja local deve administrar os recursos do dízimo. Na prática, porém, os que defendem esta aplicação do texto não estão fazendo isto.

Quando dão o dízimo eles mesmos administram dentro do seu ponto de vista, e sequer consultam a igreja local.

Temos que voltar à Bíblia para entender a questão da distribuição do dízimo.

Em Gênesis 14:20 lemos que Abraão entregou o dízimo a Melquisedeque que era não apenas um rei, mas também sacerdote do Senhor. O ato de Abraão revela que o receptor do dízimo deve ser alguém separado por Deus para uma tarefa santa. Abraão obedeceu (e note bem, ele poderia usar o dízimo para o que quisesse, mas não o fez. Ele cria no plano de Deus) e deu o dízimo a quem de direito.

No sistema israelita Deus estabeleceu regras ainda mais claras a respeito do dízimo. O dízimo foi dado aos levitas como herança e deveria ser administrado por eles(Números 18:21-32). Tanto é que o doador não podia manipular a décima parte. A pessoa não devia separar o bom do defeituoso ou fazer qualquer substituição (Levítico 27:33). Por exemplo em um rebanho o décimo animal que passasse sob o cajado do pastor pertencia ao Senhor, não importando a sua condição. O israelita também não dava seus dízimos e ofertas para simplesmente “pagar” o salário dos levitas. O dízimo era na verdade não oferta para os levitas, “mas para o Senhor” (Números 18:26)

Esta verdade é reforçada em Malaquias 3:8 quando Deus diz: “… vós me roubais”. O roubo não é contra os levitas ou sacerdotes, mas contra Deus.

Tendo isto como base, o dízimo era uma oferta para o Senhor a qual Ele deu para o sustento e administração dos levitas e do sacerdócio. E um aspecto que tem sido ignorado é que este ministério levítico era global, ou uma corporação. Não eram células isoladas (congregações independentes) mas um corpo. O centro administrativo da religião de Israel estava no templo. Eles eram o que hoje chamamos de administração da igreja. Esta centralização no templo permitia que dali saísse o sustento necessário para os homens que faziam a obra de Deus naquela época.

Ninguém trabalhava independentemente do todo. Reiteradas vezes o Velho Testamento fala de Israel como um povo. Então, surge uma dúvida… E, o Novo Testamento conceberia uma idéia da igreja local administrar todos os recursos do Senhor?

Os advogados do congregacionalismo defendem que o sistema de governo do Novo Testamento é congregacional. Uma leitura atenta do texto bíblico nos permite ver que as coisas não são bem assim. Considerando que a igreja ainda estava iniciando, e portanto alguns passos na organização ainda deviam ser dados; vamos tomar 2 exemplos: O concílio de Jerusalém é o primeiro deles (Atos 15). Neste concílio as decisões não foram tomadas por uma pessoa ou congregação local , mas por representantes da igreja, que neste caso eram os apóstolos e os anciãos (Atos 15:6). Temos aqui um caso semelhante ao sistema de democracia representativa. O concílio de Jerusalém reflete que as tomadas de decisão foram feitas por uma liderança internacional e interdistrital. (comparar Atos 15:6 com Atos 16:4-5)

O outro exemplo é o do apóstolo Paulo, um evangelista e plantador de igrejas em várias cidades. Ele sempre que podia voltava àquelas congregações ou deixava alguém para trabalhar ali sob a sua supervisão. Havia entre estes líderes e igrejas um trabalho harmônico.

Paulo era uma espécie de presidente de campo. As igrejas não decidiam tudo sozinhas. Mesmo empiricamente se percebe que havia uma organização central que dirigia a obra naquela região do mundo.(Tito 1:5, II Timóteo 4:5, Tito 2:15)

Em I Coríntios 16:1-3 temos o desafio de Paulo para que os membros da igreja separem suas ofertas para os pobres da Judéia. Ele pessoalmente passaria para pegar este dinheiro e usá-lo para atender necessidades.

Os que questionam a distribuição e administração dos dízimos pela Associação (por exemplo) tem grande dificuldade com este texto. Por que Paulo não deixou que cada igreja administrasse este dinheiro? Uma pergunta para pensar…

É claro que as igrejas locais devem ter dinheiro para fazer face às suas despesas. Mas, deveriam elas usar todo o dinheiro e esquecer da missão mundial que a igreja tem?

A RAIZ DO PROBLEMA

Na verdade, a raiz do problema de alguns não é teológica, mas pessoal e às vezes administrativa.

Os que defendem a idéia de que a igreja local ou eles mesmos devam administrar e distribuir todo o dízimo estão amparados muito mais em idéias pessoais e textos distorcidos do que no “Assim diz o Senhor”.

Alguns trazem uma certa revolta por causa do erro de um ou outro pastor ou administrador, e então tentam fazer a Bíblia concordar com suas idéias pessoais. Não podemos misturar as coisas. Se alguém na organização erra na aplicação do dízimo deve ser corrigido e deve arcar com as conseqüências. Mas, jamais devemos usar este precedente para desistimular a devolução da parte pertencente a Deus e que deve ser usada no ministério evangélico.

O sistema representativo é o mais justo e equilibrado, pois permite à igreja pensar de forma global nas necessidades da pregação do evangelho. Às vezes temos a tendência egoísta de olharmos apenas para nossa congregação e nos esquecemos que o Novo Testamento concebe a igreja como um corpo (I Coríntios 12:13). E como um corpo ela deve ser dirigida. Primeiramente por Cristo e depois pelos homens e mulheres que ele escolheu.

Aqueles que tem dúvidas sobre a eficácia deste método deveriam conhecer um pouco mais sobre os problemas de igrejas congregacionais, e verão que a crítica feita ao sistema representativa na maioria das vezes é infundada. Todavia se há algum desvio na igreja ele deve ser corrigido conforme manda a palavra de Deus.

Com amor, mansidão e de acordo com o Espírito de Cristo é que as coisas se resolvem (Gálatas 6:1-4).

Dicionário da FEB

Fonte: febnet.org.br

Ajuntar tesouros no céu: [...] quer dizer “acumulemos valores íntimos para comungar a glória eterna!”
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Fonte viva • Pelo Espírito Emmanuel• 33a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 177


Tesouro: Tesouros da Terra: bens materiais, riquezas, prestígio, posição social, poder... Tesouros do Céu: virtude, conhecimento, sabedoria...
Referencia: SIMONETTI, Richard• A voz do monte• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2003• - Tesouros

T
Referencia:


Dicionário da Bíblia de Almeida

Fonte: Sociedade Bíblica do Brasil

Tesouro: Tesouro
1) Riqueza ajuntada, como jóias e dinheiro (Is 2:7); (Mt 6:19)

2) Alguma coisa de muito valor (Pv 15:6); (Cl 2:3). 3 Figuradamente: depósito (Dt 28:12); (Mt 12:35).

Dicionário de Jesus e Evangelhos

Autor: César Vidal Manzanares

Tesouro: Tesouro 1. A sala onde ele era guardado e que era de acesso limitado (Mt 27:6).

2. O pórtico próximo a essa sala.

3. O cofre para as esmolas, que tinha a forma de trompete (Mc 12:41-43; Lc 21:1).

Pequeno Abc do Pensamento Judaico

Estudo: O Ensinamento judaico abrange e abraça todas as atividades humanas, tanto as corriqueiras, comuns a todos, quanto as exercidas apenas por profissionais "ou peritos. Todo estudo da Torá tem aplicação prática. Quando se estuda, sabe-se que poderá chegar a hora de pôr os conhecimentos em prática. Por outro lado, todo estudo do nosso Tesouro de conhecimentos traz seu aspecto moral, contêm sua lição para a nossa conduta como seres humanos responsáveis. Se não soubermos aplicar, na vida real, as lições explícitas e implícitas do estudo, este ficará qual uma árvore sem fruto, estéril. É por isso que os Sábios dizem: A finalidade é a ação, não o estudo. Porém, o estudo é o instrumento indispensável, para saber como agir. O ignorante não pode ser devoto praticante. Uma das finalidades do estudo é passar adiante seus conhecimentos, ensinar. A sequência das tarefas de um judeu, fiel à sua Tradição, é "estudar, ensinar, guardar, observar e cumprir", FAZER é o principal, estudar é o meio, imprescindível. (x)
Pirkei avot: Trata-se de pronunciamentos e ditames dos Sábios do Talmude, que nos legaram, sob o nome d "Capítulo dos Pais" um tesouro de valores éticos, do qual o mundo tem se servido durante dois milênios. O nome "Capítulo dos Pais" que poderia ser traduzido por "Ética dos Pais", é muito apropriado, visto tratar-se de linhas mestras para o comportamento humano e, particularmente, para nós, judeus. A finalidade principal dos referidos ditames é demostrar que toda sabedoria tem que ser subordinada à ética. Nem o estudo em si, deve tornar-se uma finalidade, mas antes, o meio para um fim, o fim sendo o aperfeiçoamento das nossas personalidades e o constante robustecimento da nossa fé. No terceiro capítulo na Mishná 11, encontramos Rabí Chanina, dizendo: " A sabedoria de quem a ela antepõe respeito a Deus, é temor ao pecado a sabedoria daquele perdurará; porém, quando antepõe a sabedoria ao temor do pecado, a sabedoria ficará sem valor." Uma outra frase breve dos nossos sábios ilumina o dito: "O princípio de toda sabedoria é o respeito a Deus. " Pirkei Avot recita-se (reza-se) entre PESSAh e Rosh Hashaná, todos os sábados.

Strongs


γάζα
(G1047)
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gáza (gad'-zah)

1047 γαζα gaza

de origem estrangeira; n f

  1. tesouro real, tesouro, riquezas

γαζοφυλάκιον
(G1049)
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gazophylákion (gad-zof-oo-lak'-ee-on)

1049 γαζοφυλακιον gazophulakion

de 1047 and 5438; n n

  1. repositório de tesouro, especialmente do tesouro público;tesouro Usado para descrever os apartamentos construídos na área do templo, onde não somente as ofertas sagradas e coisas necessárias para o serviço eram mantidas, mas onde os sacerdotes, etc, residiam: Ne 13:7. Referência ao tesouro sagrado, onde, além do tesouro, também os registros públicos eram guardados, e os bens das viúvas e orfãos eram depositados. Josefo fala dos tesouros do pátio das mulheres do templo de Herodes. No N.T., “próximo ao tesouro” parece ser uma referência ao receptáculo mencionaddo pelos rabinos ao qual estavam ajustados treze baús ou caixas, i. e. trombetas, assim chamados por causa de sua forma, onde eram colocadas as contribuições feitas voluntariamente ou pagas anualmente pelos judeus para o serviço do templo e o sustento dos pobres.

δῶρον
(G1435)
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dōron (do'-ron)

1435 δωρον doron

presente; TDNT - 2:166,166; n n

  1. dom, presente
    1. presentes oferecidos em expressão de honra
      1. de sacrifícios e outros presentes oferecidos a Deus
      2. do dinheiro lançado no tesouro para uso do templo e para o socorro do pobre
  2. oferta de um presente ou de presentes

Sinônimos ver verbete 5839


ἐρημόω
(G2049)
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erēmóō (er-ay-mo'-o)

2049 ερημοω eremoo

de 2048; TDNT - 2:657,255; v

tornar desolado, fazer deserto

arruinar, levar à desolação

despojar alguém, tirar de alguém os seus tesouros


θησαυρός
(G2344)
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thēsaurós (thay-sow-ros')

2344 θησαυρος thesauros

de 5087; TDNT - 3:136,333; n m

  1. lugar no qual coisas boas e preciosas são colecionadas e armazenadas
    1. porta-jóias, cofre, ou outro receptáculo, no qual valores são guardados
    2. tesouro
    3. depósito, armazém,

      coisas armazenadas em um tesouro, coleção de tesouros


κορβᾶν
(G2878)
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korbân (kor-ban')

2878 κορβαν korban e κορβανας korbanas

de origem hebraica e aramaica respectivamente 7133 קרבן; TDNT - 3:860,459; n m

dom oferecido (ou reservado para) a Deus

tesouro sacro


μαμμωνᾶς
(G3126)
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mammōnâs (mam-mo-nas')

3126 μαμμωνας mammonas

de origem aramaica (confiança, i.e., riqueza, personificada); TDNT - 4:388,552; n m

Mâmon

tesouro

riqueza (onde personificada e oposta a Deus)


πτωχός
(G4434)
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ptōchós (pto-khos')

4434 πτωχος ptochos

de πτωσσω ptosso (rastejar, semelhante a 4422 e o substituto de 4098); TDNT - 6:885,969; adj

  1. reduzido à pobreza, mendicância; que pede esmola
  2. destituído de riqueza, influência, posição, honra
    1. humilde, aflito, destituído de virtudes cristãs e riquezas eternas
    2. desamparado, impotente para realizar um objetivo
    3. pobre, indigente
  3. necessitado em todos os sentidos
    1. com respeito ao seu espírito
      1. destituído da riqueza do aprendizado e da cultura intelectual que as escolas proporcionam (pessoas desta classe mais prontamente se entregam ao ensino de Cristo e mostram-se prontos para apropriar-se do tesouro celeste)

Sinônimos ver verbete 5870


בַּלְאֲדָן
(H1081)
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Balʼădân (bal-ad-awn')

01081 בלאדן Bal’adan

procedente de 1078 e 113 (forma contrata); n pr m Baladã = “Bel (é seu) senhor)”

  1. o pai de Merodaque-Baladã a quem Ezequias mostrou as riquezas dos seus tesouros

בֵּלְטְשַׁאצַּר
(H1095)
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Bêlṭᵉshaʼtstsar (bale-tesh-ats-tsar')

01095 בלטשאצר Belt esha’tstsar̂

de derivação estrangeira; n pr m

Beltessazar = “senhor do tesouro confinado”

  1. o quarto dos profetas maiores, tomado como refém na primeira deportação para a Babilônia; por causa do dom de Deus para interpretar sonhos, tornou-se o segundo no comando do império babilônico e permaneceu até o fim do império babilônico e mesmo no império persa. Suas profecias são a chave para a compreensão dos acontecimentos dos tempos do fim. Segundo um profeta contemporâneo, Ezequiel, a sua pureza e piedade eram dignas de nota.
    1. também, ’Daniel’ (1840 ou 1841)

בֵּלְטְשַׁאצַּר
(H1096)
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Bêlṭᵉshaʼtstsar (bale-tesh-ats-tsar')

01096 בלטשאצר Belt esha’tstsar̂ (aramaico)

procedente de uma raiz correspondente a 1095; n pr m

Beltessazar = “senhor do tesouro confinado”

  1. o quarto dos profetas maiores, tomado como refém na primeira deportação para a Babilônia; por causa do dom de Deus para interpretar sonhos, tornou-se o segundo no comando do império babilônico e permaneceu até o fim do império babilônico e mesmo no império persa. Suas profecias são a chave para a compreensão dos acontecimentos dos tempos do fim. Segundo um profeta contemporâneo, Ezequiel, a sua pureza e piedade eram dignas de nota.
    1. também, ’Daniel’ (1840 ou 1841)

גֶּנֶז
(H1595)
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genez (gheh'-nez)

01595 גנז genez

procedente de uma raiz não utilizada significando guardar; DITAT - 365a; n m

  1. tesouro, cofres?
    1. arcas (de diversos tecidos) (significado incerto)
    2. tesouro

גְּנַז
(H1596)
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gᵉnaz (ghen-az')

01596 גנז g enaẑ (aramaico)

correspondente a 1595; DITAT - 2659; n m

  1. tesouro

גִּנְזַךְ
(H1597)
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ginzak (ghin-zak')

01597 גנזך ginzak

forma alongada de 1595; DITAT - 366; n m

  1. tesouro

אֹוצָר
(H214)
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ʼôwtsâr (o-tsaw')

0214 אוצר ’owtsar

procedente de 686; DITAT - 154a; n m

  1. tesouro, depósito
    1. tesouro (ouro, prata, etc.)
    2. depósito, estoques de comida ou bebida
    3. casa do tesouro, tesouraria
      1. casa do tesouro
      2. depósito, loja
      3. tesouraria
      4. arsenal de armas (fig. do arsenal de Deus)
      5. reservatórios (de Deus para chuva, neve, granizo, vento, mar)

חֹסֶן
(H2633)
Ver ocorrências
chôçen (kho'-sen)

02633 חסן chocen

procedente de 2630; DITAT - 703a; n m

  1. riqueza, tesouro, fartura

יְחִיאֵל
(H3171)
Ver ocorrências
Yᵉchîyʼêl (yekh-ee-ale')

03171 יחיאל Y echiy’el̂ ou (2Cr 29:14) יחואל Y echav’el̂

procedente de 2421 e 410; n pr m Jeiel = “Deus vive”

  1. um levita e um dos principais músicos na época de Davi
  2. um levita gersonita que era responsável pelos tesouros na época de Davi
  3. filho de Hacmoni e um oficial de Davi bem como tutor dos filhos de Davi
  4. um filho do rei Josafá, de Judá, que foi morto pelo seu irmão Jeorão
  5. hemanita que participou na restauração religiosa promovida pelo rei Ezequias
  6. um levita e superintendente na época de Ezequias
  7. um governador do templo durante as reformas de Josias
  8. pai de Obadias, dos filhos de Joabe, na época de Esdras
  9. pai de Secanias, dos filhos de Elão, na época de Esdras
  10. um filho de Elão que mandou embora sua esposa estrangeira na época de Esdras
  11. um sacerdote dos filhos de Harim que também teve que mandar embora sua esposa estrangeira na época de Esdras

מַטְמֹון
(H4301)
Ver ocorrências
maṭmôwn (mat-mone')

04301 מטמון matmown ou מטמן matmon ou מטמן matmun

procedente de 2934; DITAT - 811a; n m

  1. tesouro oculto, tesouro

מִכְמַן
(H4362)
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mikman (mik-man')

04362 מכמן mikman ou (plural) מכמנים

procedente da mesma raiz que 3646 no sentido de ocultar; DITAT - 991a; n m

  1. depósitos escondidas, tesouro escondido

מִצְפֻּן
(H4710)
Ver ocorrências
mitspun (mits-poon')

04710 מצפן mitspun ou (plural) מצפנים

procedente de 6845; DITAT - 1953d; n m

  1. tesouro oculto, tesouro

נֶכֶס
(H5233)
Ver ocorrências
nekeç (neh'-kes)

05233 נכס nekec ou (plural) נכסים

procedente de uma raiz não utilizada significando acumular; DITAT - 1367; n m

  1. riquezas, tesouros

נְכֹת
(H5238)
Ver ocorrências
nᵉkôth (nek-oth')

05238 נכת n ekotĥ

provavelmente para 5219; DITAT - 1369; n f

  1. tesouro

סְגֻלָּה
(H5459)
Ver ocorrências
çᵉgullâh (seg-ool-law')

05459 סגלה c egullaĥ

procedente de uma raiz não utilizada significando fechar; DITAT - 1460a; n f part pass

  1. possessão, propriedade
    1. propriedade de valor, tesouro peculiar
    2. tesouro

עֶזֶר
(H5827)
Ver ocorrências
ʻEzer (eh'-zer)

05827 עזר Èzer

procedente de 5826; n pr m Ézer = “tesouro”

  1. filho de Efraim que foi morto pelos habitantes de Gate
  2. um sacerdote que ajudou na dedicação dos muros de Jerusalém sob Neemias

עֵזֶר
(H5829)
Ver ocorrências
ʻÊzer (ay'-zer)

05829 עזר Èzer

o mesmo que 5828; n pr m Ezer ou Ézer = “tesouro”

  1. pai de Husa dos filhos de Hur
  2. um líder gadita que lutou com Davi
  3. um levita que ajudou na restauração do muro de Jerusalém na época de Neemias

עָתִיד
(H6264)
Ver ocorrências
ʻâthîyd (aw-theed')

06264 עתיד ̀athiyd

procedente de 6257; DITAT - 1719a; adj.

  1. pronto, preparado
    1. pronto
    2. pronto, hábil
    3. preparado, iminente
    4. preparado, guardado, tesouro

פֹּעַל
(H6467)
Ver ocorrências
pôʻal (po'-al)

06467 פעל po al̀

procedente de 6466; DITAT - 1792a; n. m.

  1. trabalho, obra, feito
    1. feito, coisa realizada
    2. trabalho, coisa produzida
    3. salário
    4. aquisição (referindo-se a tesouro)

אַפְּתֹם
(H674)
Ver ocorrências
ʼappᵉthôm (ap-pe-thome')

0674 אפתם ’app ethom̂ (aramaico)

de origem persa; DITAT - 2601; n m

  1. tesouro, tesouros
  2. (CLBL) rendimento

צְפֹון
(H6827)
Ver ocorrências
Tsᵉphôwn (tsef-one')

06827 צפון Ts ephown̂

provavelmente em lugar de 6837; n. pr. m.

Zefon = “tesouro”

  1. um filho de Gade e progenitor da família dos zefonitas

צְפֹונִי
(H6831)
Ver ocorrências
Tsᵉphôwnîy (tsef-o-nee')

06831 צפוני Ts ephowniŷ

patronímico procedente de 6827; adj. gentílico zefonitas = ver Zefon “tesouro”

  1. descendentes de Zefon (ou Zifiom), o filho de Gade

צָפִין
(H6840)
Ver ocorrências
tsâphîyn (tsaw-feen')

06840 צפין tsaphiyn

procedente de 6845; DITAT - 1953a; n. m.

  1. tesouro, uma coisa oculta

צׇפְנַת פַּעְנֵחַ
(H6847)
Ver ocorrências
Tsophnath Paʻnêach (tsof-nath' pah-nay'-akh)

06847 צפנת פענח Tsophnath Pa neach pah-nay’-akh̀

de origem egípcia; n. pr. m.

Zefanate-Panéia = “tesouro do repouso glorioso”

  1. um nome dado por Faraó a José

אָצַר
(H686)
Ver ocorrências
ʼâtsar (aw-tsar')

0686 אצר ’atsar

uma raiz primitiva; DITAT - 154; v

  1. guardar, poupar, acumular
    1. (Qal) guardar, acumular um tesouro
    2. (Nifal) entesourado

אֶצֶר
(H687)
Ver ocorrências
ʼEtser (ay'-tser)

0687 אצר ’Etser

procedente de 686; n pr m Eser = “tesouro”

  1. um príncipe dos horeus

שָׂפַן
(H8226)
Ver ocorrências
sâphan (saw-fan')

08226 שפן saphan

uma raiz primitiva; DITAT - 1537; v.

  1. cobrir, revestir, forrar, esconder, entensourar
    1. (Qal)
      1. coberto, forrado, tesouros (particípio)