Tesouro
Dicionário Comum
Fonte: Priberam
Tesouros:(latim thesaurus, -i)
1. Grande quantidade de ouro, prata, coisas preciosas, posta em reserva.
2.
Lugar onde se guardam esses
3. Erário.
4. Ministério das Finanças.
5. Preciosidade.
6. Riqueza.
7. Apuro.
8. Pessoa ou coisa por que se tem profunda afeição ou a que se liga grande apreço.
9. Manancial, fonte de bens, graças, virtudes.
10.
[Linguística]
[
11. Obra de referência importante ou que tem grande abrangência. = TESAURO
Dicionário Bíblico
Fonte: Dicionário Adventista
Casa do tesouro: Conta a história de um grupo de cegos que tentou descrever como era um elefante. Um deles após apalpar o lado musculoso do elefante, chegou à conclusão que ele era como um muro. O segundo cego após tocar nas pernas grossas e roliças, protestou dizendo: “Não, o elefante tem uma forma diferente. Ele se parece com uma coluna.” O terceiro abordou o elefante de outra forma. Após apalpar a tromba, disse: “Vocês dois estão enganados, o elefante se parece com uma grande cobra.” E, assim cada um dos seis teve uma concepção diferente do mesmo elefante.As vezes por desinformação ou por conhecerem apenas uma parte da verdade algumas pessoas agem como estes cegos, enfatizando um aspecto das coisas em detrimento de outros.
Heresia não é apenas uma doutrina errada, mas pode ser também um assunto ou doutrina em que apenas é enfatizado apenas um lado. Um dos exemplos desta distorção é a interpretação de Malaquias
A expressão “Casa do Tesouro” tem em nossos dias sido interpretada como sendo a igreja local e onde os dízimos e ofertas devem ser administrados e distribuídos.
Mas, o que realmente quer dizer a expressão “Casa do Tesouro”, onde Deus pediu para os israelitas trazerem os seus dízimos e ofertas? Estaria o texto de Malaquias discutindo ou aprovando uma prática congregacionalista de governo eclesiástico?
Vale lembrar que no congregacionalismo a igreja local é quem administra o dinheiro doado pelos membros. Então seria o congregacionalismo, segundo este texto, a melhor forma de governo? Estaria o sistema democrático representativo contrário ao texto de Malaquias
Bem, em primeiro lugar temos que compreender o que significava a expressão “Casa do Tesouro”.
Quando Salomão construiu o templo, várias salas ou câmaras foram construídas para diversos fins. (I Reis
Uma destas salas era usada como o lugar onde o dízimo que não era composto apenas de moedas, mas também de produtos agrícolas era entregue e guardado. Neemias usa a expressão “Casa do Tesouro” para falar de uma destas câmaras ou salas onde eram depositados os dízimos (ver Neemias
Inclusive a KJV, a famosa King James Version traduziu a expressão de Malaquias 3 como celeiro ou lugar onde cereais eram depositados, já que grande parte dos dízimos vinha em grãos. É bom que se diga que o autor não está discutindo quem deveria administrar o dízimo pois sobre isto Deus já havia falado e instruído o povo.
Levar à “Casa do Tesouro” significa devolver o dízimo no lugar designado, ou seja, a igreja da qual a pessoa é membro ou freqüenta. Mas, a questão crucial de nossos dias não é esta. Todos sabem onde levar o dízimo. A grande pergunta é: Quem deve administrar este dinheiro?
Precipitadamente alguns tem dito que a expressão “Casa do Tesouro” indica que a igreja local deve administrar os recursos do dízimo. Na prática, porém, os que defendem esta aplicação do texto não estão fazendo isto.
Quando dão o dízimo eles mesmos administram dentro do seu ponto de vista, e sequer consultam a igreja local.
Temos que voltar à Bíblia para entender a questão da distribuição do dízimo.
Em Gênesis
No sistema israelita Deus estabeleceu regras ainda mais claras a respeito do dízimo. O dízimo foi dado aos levitas como herança e deveria ser administrado por eles(Números
Esta verdade é reforçada em Malaquias
Tendo isto como base, o dízimo era uma oferta para o Senhor a qual Ele deu para o sustento e administração dos levitas e do sacerdócio. E um aspecto que tem sido ignorado é que este ministério levítico era global, ou uma corporação. Não eram células isoladas (congregações independentes) mas um corpo. O centro administrativo da religião de Israel estava no templo. Eles eram o que hoje chamamos de administração da igreja. Esta centralização no templo permitia que dali saísse o sustento necessário para os homens que faziam a obra de Deus naquela época.
Ninguém trabalhava independentemente do todo. Reiteradas vezes o Velho Testamento fala de Israel como um povo. Então, surge uma dúvida… E, o Novo Testamento conceberia uma idéia da igreja local administrar todos os recursos do Senhor?
Os advogados do congregacionalismo defendem que o sistema de governo do Novo Testamento é congregacional. Uma leitura atenta do texto bíblico nos permite ver que as coisas não são bem assim. Considerando que a igreja ainda estava iniciando, e portanto alguns passos na organização ainda deviam ser dados; vamos tomar 2 exemplos: O concílio de Jerusalém é o primeiro deles (Atos 15). Neste concílio as decisões não foram tomadas por uma pessoa ou congregação local , mas por representantes da igreja, que neste caso eram os apóstolos e os anciãos (Atos
O outro exemplo é o do apóstolo Paulo, um evangelista e plantador de igrejas em várias cidades. Ele sempre que podia voltava àquelas congregações ou deixava alguém para trabalhar ali sob a sua supervisão. Havia entre estes líderes e igrejas um trabalho harmônico.
Paulo era uma espécie de presidente de campo. As igrejas não decidiam tudo sozinhas. Mesmo empiricamente se percebe que havia uma organização central que dirigia a obra naquela região do mundo.(Tito
Em I Coríntios
Os que questionam a distribuição e administração dos dízimos pela Associação (por exemplo) tem grande dificuldade com este texto. Por que Paulo não deixou que cada igreja administrasse este dinheiro? Uma pergunta para pensar…
É claro que as igrejas locais devem ter dinheiro para fazer face às suas despesas. Mas, deveriam elas usar todo o dinheiro e esquecer da missão mundial que a igreja tem?
A RAIZ DO PROBLEMA
Na verdade, a raiz do problema de alguns não é teológica, mas pessoal e às vezes administrativa.
Os que defendem a idéia de que a igreja local ou eles mesmos devam administrar e distribuir todo o dízimo estão amparados muito mais em idéias pessoais e textos distorcidos do que no “Assim diz o Senhor”.
Alguns trazem uma certa revolta por causa do erro de um ou outro pastor ou administrador, e então tentam fazer a Bíblia concordar com suas idéias pessoais. Não podemos misturar as coisas. Se alguém na organização erra na aplicação do dízimo deve ser corrigido e deve arcar com as conseqüências. Mas, jamais devemos usar este precedente para desistimular a devolução da parte pertencente a Deus e que deve ser usada no ministério evangélico.
O sistema representativo é o mais justo e equilibrado, pois permite à igreja pensar de forma global nas necessidades da pregação do evangelho. Às vezes temos a tendência egoísta de olharmos apenas para nossa congregação e nos esquecemos que o Novo Testamento concebe a igreja como um corpo (I Coríntios
Aqueles que tem dúvidas sobre a eficácia deste método deveriam conhecer um pouco mais sobre os problemas de igrejas congregacionais, e verão que a crítica feita ao sistema representativa na maioria das vezes é infundada. Todavia se há algum desvio na igreja ele deve ser corrigido conforme manda a palavra de Deus.
Com amor, mansidão e de acordo com o Espírito de Cristo é que as coisas se resolvem (Gálatas
Dicionário da FEB
Fonte: febnet.org.br
Ajuntar tesouros no céu: [...] quer dizer “acumulemos valores íntimos para comungar a glória eterna!”Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Fonte viva • Pelo Espírito Emmanuel• 33a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 177
Referencia: SIMONETTI, Richard• A voz do monte• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2003• - Tesouros
T
Referencia:
Dicionário de Jesus e Evangelhos
Autor: César Vidal Manzanares
Tesouro: Tesouro 1. A sala onde ele era guardado e que era de acesso limitado (Mt2. O pórtico próximo a essa sala.
3. O cofre para as esmolas, que tinha a forma de trompete (Mc
Pequeno Abc do Pensamento Judaico
Estudo: O Ensinamento judaico abrange e abraça todas as atividades humanas, tanto as corriqueiras, comuns a todos, quanto as exercidas apenas por profissionais "ou peritos. Todo estudo da Torá tem aplicação prática. Quando se estuda, sabe-se que poderá chegar a hora de pôr os conhecimentos em prática. Por outro lado, todo estudo do nosso Tesouro de conhecimentos traz seu aspecto moral, contêm sua lição para a nossa conduta como seres humanos responsáveis. Se não soubermos aplicar, na vida real, as lições explícitas e implícitas do estudo, este ficará qual uma árvore sem fruto, estéril. É por isso que os Sábios dizem: A finalidade é a ação, não o estudo. Porém, o estudo é o instrumento indispensável, para saber como agir. O ignorante não pode ser devoto praticante. Uma das finalidades do estudo é passar adiante seus conhecimentos, ensinar. A sequência das tarefas de um judeu, fiel à sua Tradição, é "estudar, ensinar, guardar, observar e cumprir", FAZER é o principal, estudar é o meio, imprescindível. (x)Strongs
de origem estrangeira; n f
- tesouro real, tesouro, riquezas
- repositório de tesouro, especialmente do tesouro público;tesouro Usado para descrever os apartamentos construídos na área do templo, onde não somente as ofertas sagradas e coisas necessárias para o serviço eram mantidas, mas onde os sacerdotes, etc, residiam: Ne 13:7. Referência ao tesouro sagrado, onde, além do tesouro, também os registros públicos eram guardados, e os bens das viúvas e orfãos eram depositados. Josefo fala dos tesouros do pátio das mulheres do templo de Herodes. No N.T., “próximo ao tesouro” parece ser uma referência ao receptáculo mencionaddo pelos rabinos ao qual estavam ajustados treze baús ou caixas, i. e. trombetas, assim chamados por causa de sua forma, onde eram colocadas as contribuições feitas voluntariamente ou pagas anualmente pelos judeus para o serviço do templo e o sustento dos pobres.
presente; TDNT - 2:166,166; n n
- dom, presente
- presentes oferecidos em expressão de honra
- de sacrifícios e outros presentes oferecidos a Deus
- do dinheiro lançado no tesouro para uso do templo e para o socorro do pobre
- oferta de um presente ou de presentes
de 2048; TDNT - 2:657,255; v
tornar desolado, fazer deserto
arruinar, levar à desolação
despojar alguém, tirar de alguém os seus tesouros
de 5087; TDNT - 3:136,333; n m
- lugar no qual coisas boas e preciosas são colecionadas e armazenadas
- porta-jóias, cofre, ou outro receptáculo, no qual valores são guardados
- tesouro
- depósito, armazém,
coisas armazenadas em um tesouro, coleção de tesouros
de origem hebraica e aramaica respectivamente 7133
dom oferecido (ou reservado para) a Deus
tesouro sacro
de origem aramaica (confiança, i.e., riqueza, personificada); TDNT - 4:388,552; n m
Mâmon
tesouro
riqueza (onde personificada e oposta a Deus)
de
- reduzido à pobreza, mendicância; que pede esmola
- destituído de riqueza, influência, posição, honra
- humilde, aflito, destituído de virtudes cristãs e riquezas eternas
- desamparado, impotente para realizar um objetivo
- pobre, indigente
- necessitado em todos os sentidos
- com respeito ao seu espírito
- destituído da riqueza do aprendizado e da cultura intelectual que as escolas proporcionam (pessoas desta classe mais prontamente se entregam ao ensino de Cristo e mostram-se prontos para apropriar-se do tesouro celeste)
de derivação estrangeira; n pr m
Beltessazar = “senhor do tesouro confinado”
- o quarto dos profetas maiores, tomado como refém na primeira deportação para a Babilônia; por causa do dom de Deus para interpretar sonhos, tornou-se o segundo no comando do império babilônico e permaneceu até o fim do império babilônico e mesmo no império persa. Suas profecias são a chave para a compreensão dos acontecimentos dos tempos do fim. Segundo um profeta contemporâneo, Ezequiel, a sua pureza e piedade eram dignas de nota.
- também, ’Daniel’ (1840 ou 1841)
procedente de uma raiz correspondente a 1095; n pr m
Beltessazar = “senhor do tesouro confinado”
- o quarto dos profetas maiores, tomado como refém na primeira deportação para a Babilônia; por causa do dom de Deus para interpretar sonhos, tornou-se o segundo no comando do império babilônico e permaneceu até o fim do império babilônico e mesmo no império persa. Suas profecias são a chave para a compreensão dos acontecimentos dos tempos do fim. Segundo um profeta contemporâneo, Ezequiel, a sua pureza e piedade eram dignas de nota.
- também, ’Daniel’ (1840 ou 1841)
procedente de uma raiz não utilizada significando guardar; DITAT - 365a; n m
- tesouro, cofres?
- arcas (de diversos tecidos) (significado incerto)
- tesouro
correspondente a 1595; DITAT - 2659; n m
- tesouro
forma alongada de 1595; DITAT - 366; n m
- tesouro
procedente de 686; DITAT - 154a; n m
- tesouro, depósito
- tesouro (ouro, prata, etc.)
- depósito, estoques de comida ou bebida
- casa do tesouro, tesouraria
- casa do tesouro
- depósito, loja
- tesouraria
- arsenal de armas (fig. do arsenal de Deus)
- reservatórios (de Deus para chuva, neve, granizo, vento, mar)
procedente de 2630; DITAT - 703a; n m
- riqueza, tesouro, fartura
procedente de 2421 e 410; n pr m Jeiel = “Deus vive”
- um levita e um dos principais músicos na época de Davi
- um levita gersonita que era responsável pelos tesouros na época de Davi
- filho de Hacmoni e um oficial de Davi bem como tutor dos filhos de Davi
- um filho do rei Josafá, de Judá, que foi morto pelo seu irmão Jeorão
- hemanita que participou na restauração religiosa promovida pelo rei Ezequias
- um levita e superintendente na época de Ezequias
- um governador do templo durante as reformas de Josias
- pai de Obadias, dos filhos de Joabe, na época de Esdras
- pai de Secanias, dos filhos de Elão, na época de Esdras
- um filho de Elão que mandou embora sua esposa estrangeira na época de Esdras
- um sacerdote dos filhos de Harim que também teve que mandar embora sua esposa estrangeira na época de Esdras
procedente de 2934; DITAT - 811a; n m
- tesouro oculto, tesouro
procedente da mesma raiz que 3646 no sentido de ocultar; DITAT - 991a; n m
- depósitos escondidas, tesouro escondido
procedente de 6845; DITAT - 1953d; n m
- tesouro oculto, tesouro
procedente de uma raiz não utilizada significando acumular; DITAT - 1367; n m
- riquezas, tesouros
provavelmente para 5219; DITAT - 1369; n f
- tesouro
procedente de uma raiz não utilizada significando fechar; DITAT - 1460a; n f part pass
- possessão, propriedade
- propriedade de valor, tesouro peculiar
- tesouro
procedente de 5826; n pr m Ézer = “tesouro”
- filho de Efraim que foi morto pelos habitantes de Gate
- um sacerdote que ajudou na dedicação dos muros de Jerusalém sob Neemias
o mesmo que 5828; n pr m Ezer ou Ézer = “tesouro”
- pai de Husa dos filhos de Hur
- um líder gadita que lutou com Davi
- um levita que ajudou na restauração do muro de Jerusalém na época de Neemias
procedente de 6257; DITAT - 1719a; adj.
- pronto, preparado
- pronto
- pronto, hábil
- preparado, iminente
- preparado, guardado, tesouro
procedente de 6466; DITAT - 1792a; n. m.
- trabalho, obra, feito
- feito, coisa realizada
- trabalho, coisa produzida
- salário
- aquisição (referindo-se a tesouro)
de origem persa; DITAT - 2601; n m
- tesouro, tesouros
- (CLBL) rendimento
provavelmente em lugar de 6837; n. pr. m.
Zefon = “tesouro”
- um filho de Gade e progenitor da família dos zefonitas
patronímico procedente de 6827; adj. gentílico zefonitas = ver Zefon “tesouro”
- descendentes de Zefon (ou Zifiom), o filho de Gade
procedente de 6845; DITAT - 1953a; n. m.
- tesouro, uma coisa oculta
de origem egípcia; n. pr. m.
Zefanate-Panéia = “tesouro do repouso glorioso”
- um nome dado por Faraó a José
uma raiz primitiva; DITAT - 154; v
- guardar, poupar, acumular
- (Qal) guardar, acumular um tesouro
- (Nifal) entesourado
procedente de 686; n pr m Eser = “tesouro”
- um príncipe dos horeus
uma raiz primitiva; DITAT - 1537; v.
- cobrir, revestir, forrar, esconder, entensourar
- (Qal)
- coberto, forrado, tesouros (particípio)