Vinho
Dicionário Comum
Fonte: Priberam
Adivinho: adivinho s. .M Homem de quem se diz que possui faculdades divinatórias, ou que atribui a si tais faculdades; adivinhador; agoureiro.Etimologia (origem da palavra adivinhona). Adivinho + ão, no fem.
Homem a quem se atribui o dom de adivinhar.
Antigamente essa árvore enfeitava casas e igrejas na época do Natal e era chamada árvore sagrada na Europa. As diferentes espécies de azevinho crescem em climas temperados na maior parte do mundo. Em geral atingem de 12m a 15m de altura; as mais altas chegam a 30m.
Arbusto espinhoso e silvestre, típico das ilicáceas.
Variedade de prego pequeno.
Botânica Botão ainda não aberto do cravo-da-índia, usado como condimento; cravo-da-índia.
Designação comum a várias plantas.
Etimologia (origem da palavra cravinho). Cravo + inho.
(cravo + -inho)
1. Pequeno cravo.
2.
[Portugal]
Botão da flor do craveiro-da-índia, usado como especiaria depois de seco.
=
CRAVO-DA-ÍNDIA,
3. Pequeno prego.
4. Nome de várias plantas.
Etimologia (origem da palavra cravinhoso). Cravinho + oso.
Etimologia (origem da palavra gavinhoso). Gavinha + oso.
Paredes do tanque do lagar onde se faz o vinho.
(latim levis, -is)
1. Que tem pouco peso.
2. Que se move com ligeireza ou agilidade. = ÁGIL, DESEMBARAÇADO, LESTO, LIGEIRO
3. De fácil digestão (ex.: comida leve). = LIGEIRO
4. Que tem pequena dimensão ou importância (ex.: leve dor). = INSIGNIFICANTE, MÍNIMO, PEQUENO ≠ GRANDE
5.
Que não se percebe facilmente; mal distinto (ex.: a frase tinha uma leve ironia).
=
6. Delicado.
7. Aliviado; não opresso.
8. Com pouca força ou intensidade; de forma ligeira. = LEVEMENTE
9. Conjunto dos pulmões de certos animais, em geral aves. = BOFES, FRESSURAS
ao de leve
O mesmo que de leve.
de leve
Com pouca força ou intensidade; de forma ligeira (ex.: tocou-lhe de leve).
=
LEVEMENTE
(latim populus, -i)
1. Conjunto dos habitantes de uma nação ou de uma localidade. = POPULAÇÃO
2. Pequena povoação.
3. Lugarejo.
4. Aglomeração de pessoas. = GENTE
5. Figurado Grande número, quantidade.
6. História Estrato da população que não pertencia nem ao clero, nem à nobreza. = PLEBE
7. As nações.
povo miúdo
Classe inferior da sociedade.
=
ARRAIA-MIÚDA, PLEBE
Etimologia (origem da palavra ravinhoso). Por raivinhoso, de raivinha.
(forma do verbo rodar + vinho)
[Enologia] A parede da frente na lagariça.
Plural: roda-vinhos.Que tem caruncho.
Carcomido.
Figurado Mal humorado.
Etimologia (origem da palavra ruvinhoso). Do latim rubiginosus.
Essa bebida feita pela fermentação do sumo de outras frutas.
Licor análogo, que se extrai de certas plantas.
Coloração da uva ou cor do vinho tinto.
Copo, cálice ou garrafa de vinho: comprei dois vinhos ontem.
Figurado O que causa embriaguez; bebedeira: o vinho do seu sorriso.
adjetivo Que tem a cor do vinho; roxo, arroxeado: vestido vinho.
Diz-se dessa cor: seu vestido era vinho.
expressão Vinho de mesa. Vinho que se costuma beber às refeições.
Vinho doce. Vinho feito de uva bem madura, e que possui qualidades muito sacarinas.
Vinho rascante. Vinho adstringente, que deixa certo travo na garganta.
Vinho seco. Vinho que não é doce e possui sabor firme e são.
Vinho tinto. Vinho de cor avermelhada.
Vinho verde. Vinho ácido, produzido com uvas pouco maduras e pouco doces.
Etimologia (origem da palavra vinho). Do latim vinum.i.
Bebida que se fabrica em Diu com base na fermentação do arroz e certas ervas.
Plural: vinhos-judeus.[Portugal: Madeira] Vinho abafado.
Plural: vinhos-surdos.Etimologia (origem da palavra vinhoco). De vinho.
(latim vinum, -i)
1.
Bebida alcoólica que se obtém da fermentação, total ou parcial, do
2. [Por extensão] Nome de qualquer líquido açucarado que a fermentação transformou em bebida alcoólica.
3. Figurado Bebedeira.
vinho a martelo
[Informal]
Vinho falsificado ou de muito baixa qualidade.
vinho de barra a barra
Vinho que pode suportar a viagem por mar sem se azedar.
vinho de benefício
[Enologia]
O mesmo que vinho generoso.
vinho de corte
[Enologia]
Vinho feito a partir de duas ou mais castas, por oposição ao vinho varietal.
=
MULTICASTA, MULTIVARIETAL
vinho de enforcado
[Enologia]
Vinho verde feito de uvas de enforcado.
vinho de talha
[Enologia]
Vinho em que a vinificação e o armazenamento são feitos tradicionalmente em talhas de barro.
vinho fino
[Regionalismo]
[Enologia]
Vinho generoso, geralmente vinho do Porto.
vinho fortificado
[Enologia]
O mesmo que vinho generoso.
vinho generoso
[Enologia]
Vinho que tem alto teor alcoólico, geralmente por adição de aguardente durante a sua elaboração.
=
VINHO DE BENEFÍCIO, VINHO FORTIFICADO, VINHO LICOROSO, VINHO TRATADO
vinho licoroso
[Enologia]
O mesmo que vinho generoso.
vinho mouro
[Enologia]
Vinho puro, sem mistura de água, vinho não
vinho tratado
[Enologia]
O mesmo que vinho generoso.
vinho verde
[Enologia]
Qualidade de vinho aromático, fresco e leve, por vezes efervescente, branco, tinto ou rosé, produzido na região noroeste de Portugal, na zona entre os rios Douro e Minho.
Pop Homem que se embriaga muitas vezes ou é dado ao vinho.
Etimologia (origem da palavra vinhote). Vinho + ote.
1. [Informal] Classe inferior da sociedade. = POVO, POVOLÉU
2. [Informal] Pessoa do povo.
Sinónimo Geral:
POVINHO
Dicionário Bíblico
Fonte: Dicionário Adventista
Lagar de vinho: Cada vinha tinha o seu próprio lagar de vinho, que em geral era uma cisterna feita na rocha, com cerca de 2,40m de comprimento por 1,50m de largura. Tinha em baixo uma abertura, donde corria o mosto para uma cuba que ficava mais baixa. Estas duas partes se distinguem claramente em JlDicionário de Sinônimos
Fonte: Dicio
Adivinho: bruxo, feiticeiro, mandingueiro, mágico, astrólogo, quiromante, necromante, haríolo, profeta, vate. – “O adivinho (do latim ‘divinus, divino’) é “– diz Bourguig. –” propriamente falando, aquele Dicionário de Sinônimos da Língua Portuguesa 101 que se julga dotado de um poder divino para descobrir e conhecer o que está oculto aos outros homens, quer se lhe atribua a sapiência a um dom da Divindade, quer se lha atribua ao estudo das ciências ocultas, ou mesmo à sua sagacidade natural”. A faculdade de conhecer que possui o adivinho estende-se sobre todas as coisas, e compreende o passado, o presente e o futuro. Entre os pagãos, consideravam-se os adivinhos como homens inspirados do Céu; entre os judeus e os cristãos, eram tidos, ao contrário, como simples feiticeiros ou mágicos, e reservava-se para os profetas exclusivamente a inspiração divina. – O profeta (do grego pró “antes”, e phemi “digo”) era, pois, um homem que se julgava inspirado de Deus, e a quem se atribuía o dom de predizer o futuro. Esta segunda acepção conserva-se no sentido figurado para designar aquele que anuncia, com mais ou menos certeza ou probabilidade, os acontecimentos que prevê: aquele que nos ameaçou de tais desgraças foi verdadeiro profeta. – O mágico, o feiticeiro e o necromante possuem, não somente o dom de conhecer coisas ocultas, mas ainda o poder sobrenatural de praticar ações maravilhosas, superiores ao poder humano; semelhante dom, no entanto, não emana da divindade. O do mágico (de magia, ciência dos magos) provém de conhecimento das ciências ocultas, conhecimento que lhe submete todas as forças da natureza, e que lhe permite executar livremente toda sorte de prodígios, dispor dos espíritos e dos gênios, operar metamorfoses, transportar-se para onde quiser, etc. Toma-se não raramente à má parte esta palavra; e no sentido figurado emprega-se sempre para designar um personagem que faz coisas agradáveis e maravilhosas. – O feiticeiro (de feitiço “encantamento”) em francês sorcier (de sort “destino”) é aquele que tira sortes: recebe seu poder do demônio, do inferno e emprega-o sobretudo em fazer mal, em causar dano aos homens ou aos animais, e muitas vezes também em descobrir e revelar o futuro. É este último sentido que o vocábulo conserva geralmente no figurado: designa então um homem muito hábil, muito destro, e mais ainda que tudo isso, muito sagaz, penetrando subtilmente nos pensamentos dos outros, ou prevendo facilmente as consequências dos acontecimentos. – Mandingueiro = “que faz ou usa mandingas”. Este parece termo introduzido pelos africanos. Mandinga é a feitiçaria grosseira dos negros, praticada ainda hoje em alguns lugares do Brasil. – O necromante (do grego nekrós “morto” e manteia “adivinhação”) é “um mágico que evoca os mortos, ou cuja arte se reduz a evocar os mortos, para saber deles o futuro ou as coisas ocultas aos vivos e que os espíritos podem revelar”. – Segundo Bruns., bruxo é palavra de etimologia muito duvidosa, parecendo ser de importação italiana; pois a Itália foi na 1dade Média fecunda em homens dados a toda espécie de ciências ocultas, na maior parte das quais era indispensável o lume para brucciare (“queimar”) as plantas e ingredientes auxiliares das adivinhações em que o agente principal era o próprio diabo (il brucciato, como ainda hoje se lhe chama nas aldeias da Itália meridional). O bruxo, ou a bruxa é, com efeito, a pessoa que tem pacto com o diabo para fazer malefícios, ou para os debelar... – Astrólogo era o sábio versado no segredo dos astros e conhecedor da sua suposta influência nos acontecimentos humanos. – O quiromante (do grego kheir “mão”, e manteia “adivinhação”) é propriamente o que prediz o futuro das pessoas pela inspeção das linhas da mão. As ciganas são quiromantes... – Haríolo era o charlatão que dizia “a sina mediante uma espórtula”. – Vate era o que fazia vaticínios; isto é, o que profetizava cantando; e hoje reserva-se o vocábulo para designar o grande poeta, cuja visão genial alcança o futuro. 102 Rocha PomboDicionário da FEB
Fonte: febnet.org.br
Vinho novo: Constituem o vinho novo os ensinos dos Espíritos do Senhor [...].Referencia: ROUSTAING, J•B• (Coord•)• Os quatro evangelhos: Espiritismo cristão ou revelação da revelação• Pelos Evangelistas assistidos pelos Apóstolos e Moisés• Trad• de Guillon Ribeiro• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1988• 4 v• - v• 2
Referencia: ROUSTAING, J•B• (Coord•)• Os quatro evangelhos: Espiritismo cristão ou revelação da revelação• Pelos Evangelistas assistidos pelos Apóstolos e Moisés• Trad• de Guillon Ribeiro• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1988• 4 v• - v• 2
V
Referencia:
Dicionário da Bíblia de Almeida
Fonte: Sociedade Bíblica do Brasil
Adivinho: Adivinho O que pratica a ADIVINHAÇÃO (JsDicionário de Jesus e Evangelhos
Autor: César Vidal Manzanares
Novo vinho: Novo vinho O que se consumirá na Nova Era, após o triunfo total do Reino (MtPequeno Abc do Pensamento Judaico
Berit milá (ri): Ato de circuncisão onde o menino varão é circuncidado e se incorpora à comunidade. Além de ser uma necessidade higiênica, a prática da circuncisão tem para o israelita um sentido religioso muito elevado. Ela é o símbolo, a prova e a condição para entrar na aliança que o Eterno estabeleceu com o primeiro patriarca Abraão. Assim está comprometido tim pacto indissolúvel com seu Deus, a virtude e o dever (MMM). O ato da Tailá é cercado por um ambiente de extremo respeito e é assistido somente pelo homens presentes à festa. A criança é introductionduzida na sala de cerimônia carregada pelo Quater (Padrinho) sob as exclamações "Baruch Habá") (Bendito seja quem chegou), é então passada de mão em mão até o pai, o Sandic (Síndico) em cujas mãos se realiza a operação. Terminada a mesma, recita o pai a oração de graças por ter cumprido essa mistvá e a criança e os pais são então saudados por toda uma série de bênçãos características, que é realmente enorme e que a tradição judaica acumulou por séculos. A cerimônia termina com o ato de molhar os lábios de bebê com vinho ou cerveja, após o que é servida a Seudat mitsvá, o banqtiete do Mandamento Cumprido. O nome do menino é dado durante a cerimônia. (Gerson Herszkowicz). Sob aspecto médico higiênico - conforme Dr. José KNOPLICH a circuncisão, o ato cirúrgico realizado durante o "berit", é a realização da operação de fimose com um ritual religioso. Desde a antiguidade, os cirurgiões se impressionavam com a destreza do "motel" em realizar a "operação". Modernamente, a cerimônia é realizada com os cuidados de antissepsia e o emprego de medicamentos anti-hemorrágicos e anti-bióticos. A vantagem para o nenê é nítida pois a operação da fimose, evita o aparecimento de pertubações inflamatórias locais e inchaços decorrentes da própria fimose. O menino, no futuro terá melhores condições de higiene local, a tal ponto que há médicos que acreditam haver nítida vantagem na circuncisão sistemática, ou seja a realização desse ato, sem relação com a religião, em todas as crianças, como já faz o Hospital Samaritano em S. Paulo e a Maternidade Carmela Dutra no Rio. Vários hospitais americanos consideram a circuncisão tão rotineira como a vacinação. Esse procedimento começou, quando por dados estatísticos ficou comprovado que as mulheres judias de todos os países apresentaram uma menor incidência de câncer do útero, quando comparado com as mulheres em geral. Os cancerologistas admitem que isso é decorrente do fato dos maridos serem circuncidados, portanto a operação da fimose, sistematicamente feita nesses hospitais, tem a finalidade de prevenir o câncer em maior número de mulheres.Strongs
semelhante a 1099; n n
- suco doce espremido da uva, vinho doce
voz média de 1468; TDNT - 2:339,196; v
- controlar-se, ser continente
- exibir auto-domínio, conduzir-se temperadamente
- imagem derivada de atletas que, ao preparar-se para os jogos, abstêm-se de comida prejudicial à saúde, vinho e indulgência sexual
de 2380; TDNT - 3:167,339; n m
paixão, raiva, fúria, ira que ferve de forma imediata e logo se acalma outra vez
brasa, ardor, o vinho da paixão, o vinho que excita,(que enloquece o beberrão ou o destrói pela sua força)
uma forma prolongada de uma palavra mais primária
misturar, combinar
misturar vinho, água
despejar para beber
de origem incerta; n pr loc Cós = “prisão pública”
- pequena ilha do Mar Ageu, oposta às cidades de Cnido e Halicarnasso, celebrada por sua fertilidade e esp. por sua fartura de vinho e milho
aparentemente, palavra primária; TDNT - 4:254,531; n f
tina ou receptáculo em forma de gamela, tonel no qual as uvas são pisadas
tonel mais baixo, fincado na terra, dentro do qual o vinho novo flui do lagar
de 3525; TDNT - 4:939,633; adj
- sóbrio, controlado
- abster-se de vinho, seja totalmente ou pelo menos do seu uso imoderado
- de coisas livres do vinho, como recipientes, oferendas
como se de xeo (propriamente, alisar, por implicação [de fricção] ferver ou aquecer); n m
- sextário
- uma vasilha para medir líquidos, com capacidade para cerca de meio litro
cântaro de barro ou jarro no qual água ou vinho são despejados, com capacidade para um sextário ou não
palavra primária (ou talvez de origem hebraica 3196); TDNT - 5:162,680; n m
vinho
metáf. vinho abrasador da ira de Deus
de 3691; TDNT - 5:288,701; n n
- vinagre
- a mistura de vinho azedo ou vinagre e água que os soldados romanos estavam acostumados a beber
de origem hebraica 7941; n n
- bebida forte, drinque intoxicante, diferente de vinho; era um produto artificial, feito de uma mistura de ingredientes doces, derivados de grãos ou legumes, ou do suco de frutas (tâmara), ou de uma decocção do mel
de 4667; TDNT - 7:458,1055; v
- ser como a mirra
- misturar e, assim, dar o sabor de mirra
- vinho com mirra: i.e., vinho aromatizado com mirra. Os antigos costumavam infudir mirra no vinho para dar-lhe uma fragância e sabor mais agradável
da raiz de 2476 (como estacionário); n f
- entre os gregos, jarra feita de barro, na qual se armazenava vinho, mas que também era usada para outros propósitos
- da pequena jarra na qual o maná era guardado, depositado na arca da aliança
de 746 e um composto de 5140 e 2827 (uma cama para jantar, porque compunha-se de três leitos); n m
- superintendente da sala de jantar, mestre-sala.
Não confundir com o mestre de brindes (toast-master), que era um dos convidados, selecionado por sorteio, para prescrever aos demais o modo de beber.
O mestre-sala era quem colocava em ordem as mesas e os leitos, arranjava os pratos de um cardápio, testava a comida e o vinho anteriormente, e assim por diante.
do mesmo que 778; n m
- um saco feito de couro ou uma garrafa, na qual água ou vinho eram armazenados
procedente de 2560; DITAT- 683a; n m
- vinho
correspondente a 2561; DITAT- 2734; n m
- vinho
procedente de uma raiz não utilizada significando efervescer, grego 3631
- vinho
procedente de uma raiz não utilizada significando escavar; DITAT - 900a; n m
- lagar, prensa de vinho
procedente de uma raiz não utilizada significando misturar (água com vinho); DITAT - 1170a; n m
- mistura, vinho misturado
procedente de 2236; DITAT - 585a; n m
- vasilha, bacia
- taça (para vinho)
- bacia (recipiente para jogar água ou aspergir um líquido)
procedente de 4537; DITAT - 1220b; n m
- bebida misturada, vinho misturado, oferta de libação
uma raiz primitiva; DITAT - 1455; v
- beber muito ou em excesso, absorver
- (Qal)
- embeber
- beberrão de vinho, beberrão (particípio) (substantivo)
procedente de 5433; DITAT - 1455a; n m
- bebida, bebida alcoólica, vinho
uma raiz primitiva; DITAT - 1655,1656; v.
- (Piel) fazer aparecer, produzir, trazer (nuvens)
- (Poel) praticar feitiçaria, conjurar
- observar épocas, praticar feitiçaria ou espiritismo ou mágica ou adivinhção ou bruxaria
- adivinho, encantador, feitiçeiro, adivinhador, prognosticador, bárbaro, Meonenim [RC; RA: adivinhadores] (particípio)
procedente de 6072; DITAT - 1660a; n m
- vinho doce, vinho, mosto
de origem estrangeira; n. pr. l. Petor = “adivinho”
- um cidade da Mesopotâmia onde residia Balaão; localizada à margem de um rio; local desconhecido
uma raiz primitiva; DITAT - 2044; v.
- (Qal) praticar adivinhação, adivinhar
- referindo-se a adivinhos das nações, Balaão
- referindo-se a falsos profetas de Israel
- proibido
procedente de 8104; DITAT - 2415a; n. m. pl.
- sedimento, borra (do vinho)
procedente de 3423 no sentido de expulsão; DITAT - 2505; n. m.
- vinho, vinho fresco ou novo, mosto, vinho recém espremido