Arco

Dicionário Comum

Fonte: Priberam

Acronarcótico: adjetivo Simultaneamente acre e narcótico.
Etimologia (origem da palavra acronarcótico). Acro + narcótico.
substantivo masculino Substância com essas propriedades.
Adenossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Sarcoma glandular de natureza cancerosa.
Etimologia (origem da palavra adenossarcoma). Adeno + sarco + oma.
Aerobarco: substantivo masculino Barco que desliza sobre um colchão de ar.
Alarcônia: substantivo feminino Planta, da família das compostas, tribo das senecionídeas e oriunda da Califórnia.
Alitarco: substantivo masculino Chefe dos officiaes, encarregados da manutenção da ordem nos jogos olýmpicos.
Almárcova: feminino Antigo Especie de cutello: «...um homem de pé, carniceiro de Lisbôa, lhe deu com uma almarcova na mão do cavallo, o qual caiu logo». Fern. Lopes, Chrón. de D. Fernando, c. XXXVIII. Cf. Herculano, Lendas, I, 130.
Anarco: substantivo masculino Aquele que segue o anarquismo defendendo a redução do poder ou a não intervenção do Estado numa sociedade; anarquista.
Etimologia (origem da palavra anarco). Masculino de anarca; forma reduzida de anarquista.
Anarco-sindicalismo:
anarco-sindicalismoanarcossindicalismo | s. m.

a·nar·co·-sin·di·ca·lis·mo a·nar·cos·sin·di·ca·lis·mo
nome masculino

[Política] Anarquismo que atribui aos sindicatos a organização da sociedade.


• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: anarcossindicalismo.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: anarco-sindicalismo.


• Grafia no Brasil: anarcossindicalismo.

Anarco-sindicalista:
anarco-sindicalistaanarcossindicalista | adj. 2 g. | s. 2 g.

a·nar·co·-sin·di·ca·lis·ta a·nar·cos·sin·di·ca·lis·ta
adjectivo de dois géneros
adjetivo de dois géneros

1. Relativo ao anarco-sindicalismo.

nome de dois géneros

2. Defensor do anarco-sindicalismo.


• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: anarcossindicalista.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: anarco-sindicalista.


• Grafia no Brasil: anarcossindicalista.

Anarcossindicalismo: substantivo masculino Facção militante do sindicalismo operário que reclama para os sindicatos a gestão dos negócios econômicos sob controle direto dos trabalhadores.
Anasarco: adjetivo Variação de anasárcico.
Etimologia (origem da palavra anasarco). Ana + sarco.
Angiossarcoma: substantivo masculino [Biologia] Sarcoma cheio de vasos sanguíneos delgados; sarcoma vascular.
Etimologia (origem da palavra angiossarcoma). ângio + sarcoma.
Apossarco: adjetivo [Medicina] Diz-se do medicamento ou tratamento que facilita a reconstituição dos tecidos.
Etimologia (origem da palavra apossarco). Apo + sarco.
Arco: substantivo masculino Arma portátil de metal, madeira ou outro material destinada ao arremesso de setas ou de flechas.
[Arquitetura] Curva que descreve uma abóbada.
[Matemática] Porção da curva contínua compreendida entre dois pontos.
[Matemática] Medida linear de um segmento da curva.
[Física] Arco elétrico ou voltaico, descarga elétrica através de um gás, produzindo temperatura muito elevada e luz fortíssima.
[Música] Vara guarnecida de crinas, que serve para tocar violino, violoncelo.
Qualquer objeto que se assemelhe a um semicírculo aberto, sendo a abertura usada para prender alguma coisa.
Gramática Cada uma das partes que compõem os parênteses.
Semicículo sob o qual passam os festejos numa festa.
[Arqueologia] Tipo de construção composta por semicírculo usada como suporte para uma abertura na parede, sustentando colunas ou pilares em suas laterais.
expressão Arco do triunfo. Monumento em forma de arco, decorado com inscrições e esculturas.
Etimologia (origem da palavra arco). Do latim arcus.
Arco-celeste:
arco-celeste | s. m.

ar·co·-ce·les·te
nome masculino

O mesmo que arco-íris.


Arco-da-velha:
arco-da-velha | s. m.

ar·co·-da·-ve·lha |é| |é|
nome masculino

1. Meteoro luminoso, em forma de arco, apresentando as sete cores do espectro solar, e determinado pela refracção e reflexão dos raios solares sobre as nuvens. = ARCO-ÍRIS


do arco-da-velha
[Informal] Incrível, estranho ou prodigioso (ex.: vi coisas do arco-da-velha; era um negócio do arco-da-velha).

Plural: arcos-da-velha.

Arco-íris:
arco-íris | s. m.

ar·co·-í·ris
nome masculino

[Meteorologia] Fenómeno atmosférico luminoso, em forma de arco, apresentando as sete cores do espectro solar, e determinado pela refracção e reflexão dos raios solares sobre as nuvens.

Plural: arcos-íris.
Nota: a palavra é muitas vezes classificada como substantivo de dois números.

Arcobotante: substantivo masculino Nos edifícios góticos, construção exterior que termina em arco de círculo e serve de apoio a uma parede ou abóbada.
Arcocentro: substantivo masculino [Anatomia] Centro de uma vértebra, formado por partes ou segmentos dos arcos neural e hemal, mais ou menos modificados e fundidos.
Etimologia (origem da palavra arcocentro). Arco + centro.
Arcontado: substantivo masculino Dignidade de arconte.
Tempo do exercício dessa magistratura.
Arconte: substantivo masculino História Na Antiga Grécia, até o século VI a.C, magistrado que exercia o poder de legislar, sendo suas funções, posteriomente, reduzidas ao cargo de executor das leis.
Etimologia (origem da palavra arconte). Do grego arkhon/ pelo latim archon.ontis.
Arcoptoma: substantivo masculino [Medicina] Porção do reto em estado de prolapso.
Etimologia (origem da palavra arcoptoma). Do grego arkhós + ptoma.
Arcoptose: substantivo feminino [Medicina] Queda do intestino reto.
Etimologia (origem da palavra arcoptose). Do grego arkhós + ptose.
Arcorragia: substantivo feminino Hemorragia do reto.
Etimologia (origem da palavra arcorragia). Do grego arkhós + ragia.
Arcorreia: substantivo feminino [Medicina] Sangramento anal ou hemorragia no ânus.
Arcorreico: adjetivo Relativo a arcorreia.
Arcos:
masc. pl. de arco

ar·co
(latim arcus, -us)
nome masculino

1. [Geometria] Porção da circunferência.

2. Curva.

3. Aro de ferro que segura as aduelas das vasilhas de madeira.

4. [Jogos] Jogo tradicional em que se procura fazer rodar um aro metálico com ajuda de uma haste.

5. Aro, geralmente de plástico ou de metal, que se usa como brinquedo, girando-o à volta da cintura, do pescoço, dos braços ou das pernas. [Equivalente no português do Brasil: bambolê.]

6. [Arquitectura] [Arquitetura] Obra de arquitectura com abóbada curva sobre pilares verticais.

7. [Armamento] Arma para disparar setas. = BESTA

8. [Música] Vara, guarnecida de crina da cauda de cavalo, com que se tocam instrumentos de corda e alma, como o violino ou violoncelo.

9. [Anatomia] Estrutura anatómica em forma de uma curva (ex.: arco da aorta).

10. [Construção] Parte superior de porta ou janela.

11. [Ortografia] Cada uma das duas partes, (ou ), dos parênteses curvos.


arco abatido
[Arquitectura] [Arquitetura] Aquele cuja flecha de curvatura é menor que metade do vão. = SARAPANEL

arco aviajado
[Arquitectura] [Arquitetura] Aquele que tem pilares de diferente altura.

arco de cupido
[Anatomia] Curva do lábio superior.

arco de descarga
[Arquitectura] [Arquitetura] Arco sobre a verga de uma porta ou janela, para que esta não suporte o peso da construção superior. = ENXALÇO, ESCARÇÃO, SOBREARCO

arco de governação
[Política] Conjunto de partidos políticos que fazem ou estão em condições de fazer parte do governo de um país.

arco de pua
Ferramenta constituída por uma haste metálica, com uma extremidade rotativa e uma manivela, usada para fazer furos.

arco eléctrico
[Electricidade] [Eletricidade] O mesmo que arco voltaico.

arco governativo
[Política] O mesmo que arco de governação.

arco voltaico
[Electricidade] [Eletricidade] Fonte de luz intensamente brilhante que se produz entre dois pólos de um gerador eléctrico.

embandeirar em arco
Celebrar com muita alegria.


Arcoso: substantivo masculino [Gíria] Anel.
Etimologia (origem da palavra arcoso). Arco + oso.
Arcossólio:
arcossólio | s. m.

ar·cos·só·li·o
(latim tardio arcosolius ou arcisolius)
nome masculino

Túmulo disposto na espessura de uma parede.


Arcostenose: substantivo feminino [Medicina] Estreitamento do reto.
Etimologia (origem da palavra arcostenose). Do grego arkhós + estenose.
Arcoverdense: adjetivo masculino e feminino Relativo a Arcoverde, cidade e município de Pernambuco.
Etimologia (origem da palavra arcoverdense). Do topônimo Arcoverde + ense.
substantivo masculino e feminino Pessoa natural ou habitante desse município.
Aristarco:
aristarco | s. m.

a·ris·tar·co
nome masculino

Figurado Crítico severo, mas justo e de bom critério.


Autarcoglosso: adjetivo [Zoologia] Relativo aos Autarcoglossos.
Etimologia (origem da palavra autarcoglosso). Do grego aútarkhos, auto-suficiente + glosso.
substantivo masculino [Zoologia] Espécime dos Autarcoglossos.
Barco: substantivo masculino Nome comum dado às embarcações pequenas: barco a vela.
Qualquer tipo de embarcação: andei de barco.
expressão Deixar correr o barco. Deixar as coisas como estão para ver o que acontecerá; não se preocupar com o desenrolar dos acontecimentos.
Etimologia (origem da palavra barco). Masculino de barca.
Barcos:
masc. pl. de barco

bar·co
(alteração de barca)
nome masculino

1. Embarcação.

2. Pequena embarcação fluvial.


Barcote: substantivo masculino [Desuso] Pequeno barco. Cf. Nunes do Leão, Livro da Fábr. das Naus.
Cadarço: substantivo masculino Cordão usado para amarrar os sapatos.
Fita estreita de linho, algodão, seda ou lã; nastro.
Fio de seda não aproveitado na fiação.
Qualquer fita ou cordão usada para prender, amarrar; atilho.
[Tipografia] Tira ou fita que, nas impressoras, leva a folha de papel do cilindro até à posição correta, formando uma pilha.
[Tipografia] Fita ou tira que, nas máquinas de dobrar, coloca as folhas de papel no mecanismo para fazer a dobragem.
Etimologia (origem da palavra cadarço). Do latim catharteum; pelo espanhol cadarzo.
Camarço: substantivo masculino [Popular] Doença, achaques.
Desgraça.
Não fazer uma só vasa no jogo.
Carcinossarcoma: substantivo masculino Câncer que combina elementos de carcinoma e de sarcoma.
Carcoma: carcoma s. f. 1. Caruncho. 2. Pó de madeira carcomida. 3. Bot. Podridão. 4. Aquilo que consome, devora ou arruína.
Carcomer: verbo transitivo Desfazer como a carcoma desfaz a madeira.
Figurado Arruinar, destruir.
Carcomido: carcomido adj. 1. Roído pela carcoma; corroído. 2. Gasto, minado. 3. Emagrecido, pálido.
Centrarco: substantivo masculino Peixe de água dôce, na América do Norte.
Etimologia (origem da palavra centrarco). Do grego kentron + arkhos.
Chaguarço: substantivo masculino [Portugal] Arbusto, que se cria espontaneamente nas faldas das serras e ao pé dos castanheiros.
Changarço: substantivo masculino Antigo O mesmo que chaguarço, etc.
Charco: substantivo masculino Água estagnada e imunda.
Poça de água repleta de resíduos orgânicos.
Pântano ou local específico em que a água parada se esvai.
Atoleiro ou região cujo solo é mole e instável.
Figurado Sentimentos ou ações vis e imorais.
Etimologia (origem da palavra charco). Do espanhol charco.
Charcos:
masc. pl. de charco

char·co
nome masculino

1. Poça extensa, mas não profunda, de água estagnada e suja.

2. Pego, atoleiro.


Charcoso: adjetivo Em que há charcos.
Etimologia (origem da palavra charcoso). Charco + oso.
Cistossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Sarcoma com quistos.
Etimologia (origem da palavra cistossarcoma). Cisto + sarcoma.
Condrossarcoma: substantivo masculino Tumor maligno de células cartilaginosas.
Condrossarcomatose: substantivo feminino [Medicina] Formação de condrossarcomas múltiplos.
Etimologia (origem da palavra condrossarcomatose). Condro + sarcomatose.
Condrossarcomatoso: adjetivo [Medicina] 1 Relativo ou pertencente a condrossarcoma.
Da natureza de um condrossarcoma.
Etimologia (origem da palavra condrossarcomatoso). Condrossarcoma + t + oso.
Contra-arco:
contra-arco | s. m.

con·tra·-ar·co
(contra- + arco)
nome masculino

[Marinha] Parte da quilha sobre a qual assenta cada um dos mastros.

Plural: contra-arcos.

Ecsarcoma: substantivo masculino [Medicina] Sarcoma da superfície do corpo.
Etimologia (origem da palavra ecsarcoma). Ec + sarcoma.
Ectossarco: substantivo masculino [Zoologia] Camada externa, semi-sólida, do protoplasma, em alguns organismos unicelulares (como nas amebas e nos gregarinos).
Etimologia (origem da palavra ectossarco). Ecto + sarco.
Encondrossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Sarcoma que contém tecido cartilaginoso.
Etimologia (origem da palavra encondrossarcoma). Do grego égkhondros + sarcoma.
Enterossarcocele: substantivo feminino [Medicina] Hérnia intestinal com sarcocele.
Etimologia (origem da palavra enterossarcocele). êntero + sarcocele.
Esclerossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Epúlide dura e carnuda.
Etimologia (origem da palavra esclerossarcoma). Esclero + sarcoma.
Exarco: substantivo masculino Antigo O mesmo ou melhor que exarca. Cf. Pant. de Aveiro, Etiner., 91.
Etimologia (origem da palavra exarco). 2.^a ed.
Filarco: substantivo masculino Antigo 1 Chefe de tribo, em Atenas.
Oficial comandante das tropas auxiliares do império bizantino.
Etimologia (origem da palavra filarco). Do grego phýlarkhos.
Flebonarcose: substantivo feminino [Medicina] Variação de flebanestesia.
Etimologia (origem da palavra flebonarcose). Flebo + narcose.
Garço: adjetivo Esverdeado; verde-azulado (diz-se particularmente dos olhos).
Garçolo: substantivo masculino [Portugal] O mesmo que garcenho.
Garçom: substantivo masculino Empregado de mesa; aquele que trabalha servindo pessoas em restaurantes, cafés, festas residenciais etc.
Gramática Feminino: garçonete.
Etimologia (origem da palavra garçom). Talvez do espanhol garzo.
Garçonete: substantivo feminino Funcionária que trabalha servindo às mesas ou aos balcões em cafés, restaurantes, lanchonetes etc.
Etimologia (origem da palavra garçonete). Do francês garçonette.
Garçote:
garçote | s. m.
Será que queria dizer garçote?

gar·ço·te |ó| |ó|
(garça + -ote)
nome masculino

Ornitologia Espécie de garça (Ixobrychus minutus) de tamanho pequeno e plumagem preta e bege. = GARCENHO, GARÇOTA


Gimnasiarco:
gimnasiarco | s. m.

gim·na·si·ar·co
(latim gymnasiarchus, -i, do grego gumnasíarkhos, -ou)
nome masculino

História Responsável máximo pelo treino dos atletas, na Grécia antiga. = GIMNASIARCA, GINASIARCO


Ginasiarco: substantivo masculino Antigo Chefe ou diretor de exercícios ginásticos.
Etimologia (origem da palavra ginasiarco). Do grego gymnasiárkhes.
Gliossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Glioma incipiente com abundante proliferação dos elementos celulares.
Etimologia (origem da palavra gliossarcoma). Glio(ma) + sarcoma.
Hiparco: substantivo masculino Variação de hiparca.
Etimologia (origem da palavra hiparco). Do grego hípparkhos.
Hipnonarcoanálise: substantivo feminino Variação de hipnonarcanálise.
Etimologia (origem da palavra hipnonarcoanálise). Hipno + narco + análise.
Hipnonarcose: substantivo feminino [Medicina] Hipnose e narcose combinadas.
Etimologia (origem da palavra hipnonarcose). Hipno + narcose.
Linfossarcoma: substantivo masculino Sarcoma caracterizado por uma proliferação de células malignas de aspecto linfocitário.
Malacossarcose: substantivo feminino [Medicina] Estado de amolecimento do sistema muscular.
Etimologia (origem da palavra malacossarcose). Málaco + sarcose.
Marco: substantivo masculino Sinal que registra um limite; baliza ou fronteira.
Pedra oblonga, alongada, com que se demarcam terrenos.
Figurado Toda ação ou acontecimento que caracteriza um período, geralmente simbolizando um evento importante.
Por Extensão Ponto que se utiliza como referência, modelo, exemplo.
Desnível no solo que se aproveita para assinalar limites territoriais.
[Construção] Parte imóvel que compõe portas e janelas.
Antigo Antigo medida de peso; equivalente a 8 onças.
expressão Marco postal. Pequena construção que, insulada e cilíndrica, serve para receber a correspondência, destinada ao correio.
Marco quilométrico. Sinal usado para assinalar os quilômetros nas estradas.
Etimologia (origem da palavra marco). Do germânico marka; pelo latim marcus.
Marco (1): marco (1) s. .M 1. Baliza. 2. Fronteira. 3. Limite. 4. Sinal de demarcação. 5. Parte fixa das portas e janelas que guarnece o vão.
Marcofilia: substantivo feminino Estudo das marcas e carimbos em envelopes.
Etimologia (origem da palavra marcofilia). Marca + filo + ia.
Marcofílico: adjetivo Relativo à marcofilia.
Etimologia (origem da palavra marcofílico). Marcofilia + ico.
Marcomânico: adjetivo Que pertence ou se refere aos marcomanos.
Etimologia (origem da palavra marcomânico). Marcomano + ico.
Marcomano:
marcomano | adj. | s. m.

mar·co·ma·no
(latim marcomani ou marcomanni, -orum)
adjectivo
adjetivo

1. Relativo aos marcomanos, antigo povo da Germânia, de origem sueva, que, após ter sido derrotado pelos romanos, se estabeleceu na região da Boémia. = MARCOMÂNICO

nome masculino

2. Indivíduo desse povo.


Marcondense: adjetivo masculino e feminino Relativo a Alfredo Marcondes, cidade e município do Estado de São Paulo.
Etimologia (origem da palavra marcondense). Do topônimo Marcondes + ense.
substantivo masculino e feminino Pessoa natural ou habitante desse município.
Marconigrama: substantivo masculino Radiotécn Nome primitivo dado à comunicação pela telegrafia sem fios; radiograma.
Etimologia (origem da palavra marconigrama). Marconi, do nome próprio + grama.
Marcos: Nome Latim - Significado: Deus da guerra.
Mielossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Mieloma.
Etimologia (origem da palavra mielossarcoma). Míelo + sarcoma.
Miossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Sarcoma nos músculos.
Etimologia (origem da palavra miossarcoma). Mio + sarcoma.
Mixossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Tumor formado por mixoma e sarcoma; também chamado sarcomixoma.
Etimologia (origem da palavra mixossarcoma). Mixo + sarcoma.
Monarcófago: adjetivo Que desejaria devorar ou tragar os monarcas, pelo ódio que lhes tem.
Etimologia (origem da palavra monarcófago). Monarca + fago.
Monarcolatria: substantivo feminino Adoração ou culto dos monarcas, muito comum entre antigos povos da Ásia.
Etimologia (origem da palavra monarcolatria). Monarca + latra + ia.
Monarcolátrico: adjetivo Que se refere à monarcolatria.
Etimologia (origem da palavra monarcolátrico). Monarca + latra + ico.
Monarcômaco: adjetivo Inimigo do monarca ou do poder absoluto.
Narco: elemento de composição Elemento de composição de palavras que traz consigo a ideia de torpor (falta de sensibilidade), entorpecimento (falta de força, dormência) ou narcótico (que causa sono).
substantivo masculino [Medicina] Termo que indica relação com estupor ou estado estuporoso ou de entorpecimento.
Etimologia (origem da palavra narco). Do grego nárke, “torpor, entorpecimento”.
Narcoanálise: substantivo feminino Exploração do inconsciente de uma pessoa sujeita à ação de um estupefaciente ou de um hipnótico.
Narcodólar: substantivo masculino Narcodólares, lucros, em geral em dólares, obtidos pelos narcotraficantes.
Narcolepsia: substantivo feminino [Psicologia] Sono excessivo que, aparecendo de maneira súbita, incontrolável e sem razão aparente, acontece muitas vezes ao dia; hipnolepsia.
Etimologia (origem da palavra narcolepsia). Narc
(o): + lepsia.

Narcoléptico: adjetivo [Medicina] Que possui narcolepsia ou a ela se refere.
Etimologia (origem da palavra narcoléptico). Narco(lepsia) + ico.
Narcomania:
narcomania | s. f.

nar·co·ma·ni·a
(narco- + -mania)
nome feminino

[Psiquiatria] Dependência de narcóticos.


Narcomaníaco: adjetivo Que pertence ou se refere à narcomania.
Etimologia (origem da palavra narcomaníaco). Narco + maníaco.
substantivo masculino Aquele que tem narcomania.
Narcômano:
narcómano | adj. s. m.

nar·có·ma·no
(narco- + -mano)
adjectivo e nome masculino
adjetivo e nome masculino

Que ou o que sofre de narcomania ou dependência excessiva de narcóticos. = NARCOMANÍACO


• Grafia no Brasil: narcômano.

• Grafia no Brasil: narcômano.

• Grafia em Portugal: narcómano.

Narcomedusa: substantivo feminino [Zoologia] Medusa da subordem das Narcomedusas.
Etimologia (origem da palavra narcomedusa). Narco + medusa.
Narcornim: substantivo masculino [Índia] Escrivão ou secretário de corporação provincial.
Etimologia (origem da palavra narcornim). Do sânscr.
Narcose: substantivo feminino Estado de adormecimento e de inconsciência causado por um narcótico, por uma substância entorpecente.
Redução da excitabilidade dos neurônios que, sendo reversível e ocorrendo pela ação de agentes químicos e físicos, pode causar uma sensação de estupor mais intensa que a anestesia.
Etimologia (origem da palavra narcose). Do grego nárkesis.eos, "entorpecimento".
Narcossíntese: substantivo feminino Indução de um estado de seminarcose, por meios químicos, aplicada no tratamento de certas neuroses.
Etimologia (origem da palavra narcossíntese). Narco + síntese.
Narcoterapia:
narcoterapia | s. f.

nar·co·te·ra·pi·a
(narco- + terapia)
nome feminino

Processo utilizado para o tratamento de certas doenças mentais, e que consiste em manter o doente num sono prolongado; cura pelo sono.


Narcótico: substantivo masculino Substância que amortece os sentidos, causando perda da sensibilidade e, quando consumida em quantidades excessivas, pode provocar euforia, estupor etc., podendo levar ao coma; droga.
Figurado Qualquer coisa que entorpeça: vídeo-game pode ser para algumas pessoas um narcótico.
adjetivo Que provoca narcose, estado de sonolência, de inconsciência e entorpecimento, geralmente produzido por um medicamento ou substância.
Próprio e característico do que tem propriedades para causar esse estado.
Figurado Capaz de causar perda da sensibilidade, amortecimento dos sentidos.
Figurado Que provoca sono; sonífero.
Etimologia (origem da palavra narcótico). Do grego narkotikós.é.ón, capaz de entorpecer".
Narcotina: substantivo feminino Um dos alcalóides do ópio.
Narcotínico: adjetivo [Química] Relativo ou pertencente à narcotina.
Etimologia (origem da palavra narcotínico). Narcotina + ico.
Narcotismo: substantivo masculino Conjunto dos efeitos determinados pelos narcóticos.
Narcotização: substantivo feminino Ato ou efeito de narcotizar.
Etimologia (origem da palavra narcotização). Narcotizar + ção.
Narcotizante: narcotizante adj. .M e f. Que narcotiza.
Narcotizar: verbo transitivo Aplicar narcótico a; entorpecer; adormecer; tornar insensível.
Figurado Entediar, enfadar.
Narcotizável: adjetivo masculino e feminino Que pode se narcotizar.
Etimologia (origem da palavra narcotizável). Narcótico + izar + vel.
Narcotraficante: adjetivo, substantivo masculino e feminino Relativo ao narcotráfico ou traficante de droga(s).
Narcotráfico: substantivo masculino Tráfico de drogas ilícitas, especialmente de narcóticos, de substâncias entorpecentes (maconha, morfina, cocaína, craque etc.).
Etimologia (origem da palavra narcotráfico). Narco + tráfico; por influência do inglês narcotraffic.
Navarco: substantivo masculino [Antiguidade] gr. Comandante de uma frota, de uma marinha de guerra.
Nearco: substantivo masculino Variação de navarco.
Etimologia (origem da palavra nearco). Do latim nearchu.
Neurossarcoclise: substantivo feminino [Medicina] Ressecção parcial de um produto ósseo atravessado por um nervo e transplantação deste com os tecidos moles que o circundam.
Etimologia (origem da palavra neurossarcoclise). Neuro + sarco + do grego kleîsis, oclusão.
Olhizarco: adjetivo Que tem olhos azues claros.
Diz-se do cavallo que tem cada ôlho de sua côr.
Etimologia (origem da palavra olhizarco). De ôlho + zarco.
Osteosarcoma: substantivo masculino Tumor, que se desenvolve nos ossos.
Etimologia (origem da palavra osteosarcoma). De osteo... + sarcoma.
Osteossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Tumor maligno dos ossos.
Papilossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Papiloma maligno.
Etimologia (origem da palavra papilossarcoma). Papilo + sarcoma.
Papilossarcomático: adjetivo Relativo ao papilossarcoma.
Etimologia (origem da palavra papilossarcomático). Papilo + sarcoma + t + ico.
Parco: adjetivo Característica do que é poupado ou econômico.
Econômico nos gastos domésticos, nas despesas, nas refeições: indivíduo de atitudes parcas.
Qualidade de escasso: sujeito de parca saúde; indivíduo de parcos bens.
Etimologia (origem da palavra parco). Do latim parcus.
Parcômetro:
parcómetro | s. m.
Será que queria dizer parcómetro?

par·có·me·tro
(parque + -o- + -metro)
nome masculino

O mesmo que parquímetro.


• Grafia no Brasil: parcômetro.

• Grafia no Brasil: parcômetro.

• Grafia em Portugal: parcómetro.

Pau-d'arco:
pau-d'arco | s. m.

pau·-d'ar·co
nome masculino

Árvore brasileira também chamada ipê.


Perissarco: substantivo masculino [Zoologia] Membrana externa, resistente, geralmente quitinosa, dos hidrozoários.
Etimologia (origem da palavra perissarco). Peri + sarco.
Picarço: adjetivo Cor de sal e pimenta-do-reino; grisalho: Cavalo picarço. Variação de pigarço.
Pigarço: adjetivo Variação de picarço.
Plutarco: substantivo masculino Aquele que escreve biografias de vidas famosas, ilustres ou proeminentes.
Etimologia (origem da palavra plutarco). Do antropônimo Plutarco/ do grego Ploútarkhos/ do latim Plutarchus.i.
Polemarco: substantivo masculino Chefe do exército em algumas cidades gregas antigas.
Psamossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Sarcoma com areia.
Etimologia (origem da palavra psamossarcoma). Psamo + sarcoma.
Quarço: substantivo masculino Mineralogia Sílica natural.
Etimologia (origem da palavra quarço). Do alemão quarz.
Quarçoso: adjetivo Variação de quartzoso.
Etimologia (origem da palavra quarçoso). Quarço + oso.
Queimarço: substantivo masculino Pop Febre alta.
Etimologia (origem da palavra queimarço). De queimar.
Quiliarco:
quiliarco | s. m.

qui·li·ar·co
(latim chiliarcus, -i, do grego khilíarkhos, -ou, comandante de mil soldados)
nome masculino

[Militar] Comandante de uma quiliarquia. = QUILIARCA


Rabdossarcoma: substantivo [Medicina] Sarcoma com fibras musculares estriadas.
Sarco: substantivo [Medicina] Termo que indica relação com carne ou músculo.
Sarcóbase: substantivo feminino Botânica Base carnuda do ovário de certas plantas.
Etimologia (origem da palavra sarcóbase). Sarco + base.
Sarcoblasto: substantivo masculino [Biologia] Célula primitiva que se desenvolve em célula muscular.
Etimologia (origem da palavra sarcoblasto). Sarco + blasto.
Sarcocálice: feminino Gênero de plantas leguminosas.
Etimologia (origem da palavra sarcocálice). De sarx do grego + cálice.
Sarcocarpiano: adjetivo Relativo a sarcocarpo.
Etimologia (origem da palavra sarcocarpiano). Sarco + carpo + i + ano.
Sarcocárpico:
sarcocárpico | adj.

sar·co·cár·pi·co
(sarcocarpo + -ico)
adjectivo
adjetivo

Botânica Relativo ao sarcocarpo.


Sarcocárpio:
sarcocárpio | s. m.

sar·co·cár·pi·o
(sarcocarpo + -io)
nome masculino

Botânica O mesmo que sarcocarpo.


Sarcocarpo:
sarcocarpo | s. m.

sar·co·car·po
(sarco- + -carpo)
nome masculino

Botânica Parte do pericarpo que fica entre o epicarpo e o endocarpo.


Sarcocéfalo: substantivo masculino Botânica Gênero (Sarcocephalus) da família das Rubiáceas, constituído de árvores e arbustos tropicais.
Etimologia (origem da palavra sarcocéfalo). Sarco + céfalo.
Sarcocele: substantivo feminino Urologia. Qualquer tipo de tumor ou intumescência carnosa que possa aparecer nos testículos.
Etimologia (origem da palavra sarcocele). Do grego sarkokéle.
Sarcocistes: substantivo masculino singular e plural [Zoologia] Gênero (Sarcocystis) de protozoários patogênicos da subclasse dos Sarcosporídeos.
Sarcocistídeo: adjetivo [Zoologia] Relativo aos Sarcocistídeos.
Etimologia (origem da palavra sarcocistídeo). Sarcocistes + ídeo.
Sarcococo: substantivo masculino Botânica Gênero (Sarcococca) da família das Buxáceas, constituído de arbustos asiáticos sempre verdes, cultivados por sua folhagem e seus frutos vistosos, pretos ou vermelhos.
Etimologia (origem da palavra sarcococo). Sarco + coco.
Sarcocola: substantivo feminino Botânica Gênero (Sarcocolla) da família das Penáceas, constituído de arbustos apétalos do Sul da África.
Goma-resina nauseante, outrora usada como remédio e que se supõe ser um exsudato de algumas espécies desse gênero.
Etimologia (origem da palavra sarcocola). Do grego sarkokólla.
Sarcocoleira: substantivo feminino Botânica Árvore do gênero Sarcocola (Penaea sarcocolla), suposta fonte da goma-resina sarcocola.
Etimologia (origem da palavra sarcocoleira). Sarcocola + eira.
Sarcocolina: substantivo feminino [Química] Variação de sarcocola, acepção 2.
Etimologia (origem da palavra sarcocolina). Sarcocola + ina.
Sarcode: substantivo masculino [Biologia] Protoplasma de células animais.
Etimologia (origem da palavra sarcode). Do grego sarkódes.
Sarcoderme: substantivo masculino Parênchyma, comprehendido entre as duas pellículas de uma semente.
Etimologia (origem da palavra sarcoderme). Do grego sarx + derma.
Sarcódico: adjetivo [Zoologia] Relativo ou semelhante ao sarcode.
Etimologia (origem da palavra sarcódico). Sarcode + ico.
Sarcodíneo: adjetivo [Zoologia] Relativo aos Sarcodinos.
Etimologia (origem da palavra sarcodíneo). Sarcodino + eo.
Sarcofagia: substantivo feminino Prática de se alimentar de carne; carnivorismo.
Etimologia (origem da palavra sarcofagia). Sarco + fago + ia.
Sarcofágico: adjetivo Relativo à sarcofagia.
Carnívoro.
Etimologia (origem da palavra sarcofágico). Sarco + fago + ico.
Sarcofagídeo: adjetivo Entomologia Relativo ou pertencente aos Sarcofagídeos.
Etimologia (origem da palavra sarcofagídeo). Sarcófago + ídeo.
substantivo masculino Mosca da família dos Sarcofagídeos.
Sarcófago: substantivo masculino Túmulo onde os antigos colocavam os defuntos que não queriam incinerar.
História Túmulo que, não enterrado, era feito com um tipo de pedra própria para corroer a carne dos mortos: sarcófagos egípcios.
Por Extensão Caixão usado para sepultar corpos de pessoas mortas, geralmente feito em mármore ou pedra; urna funerária, tumba, túmulo.
Representação do morto que, embora faça parte do monumento fúnebre, não contém o seu cadáver.
Figurado Local onde se guardam recordações, lembranças: meu coração é um sarcófago de memórias.
Substância usada para queimar carnes.
adjetivo Que se usa para queimar, consumir ou corroer a carne.
Etimologia (origem da palavra sarcófago). Do grego sarkophágos, "comedor de carne"; pelo francês sarcophage.
Sarcofilo: substantivo masculino Botânica Parênquima ou parte carnuda das flores.
Etimologia (origem da palavra sarcofilo). Sarco + filo.
Sarcofima: substantivo masculino [Medicina] Tumor que se desenvolve nas partes moles.
Etimologia (origem da palavra sarcofima). Sarco + fima.
Sarcoide: adjetivo, substantivo masculino Diz-se de um, ou pequeno tumor cutâneo, em geral múltiplo, com o aspecto de um sarcoma mas de natureza benigna.
Sarcoideo:
sarcóideo | adj.

sar·cói·de·o
adjectivo
adjetivo

O mesmo que sarcóide.


Sarcoidose: substantivo feminino Afecção de causa desconhecida caracterizada pela existência de uma lesão específica, o granuloma tuberculóide, que pode ser encontrada em grande número de órgãos ou tecidos (gânglios, pele, pulmão etc.); doença ou síndrome de Besnier-Boeck-Schaumann.
Sarcoláctico: adjetivo [Química] Designativo de um ácido láctico que se encontra nos músculos. Variação de sarcolático.
Etimologia (origem da palavra sarcoláctico). Sarco + do latim lacte + ico.
Sarcolático: adjetivo [Química] Variação de sarcoláctico.
Etimologia (origem da palavra sarcolático). Sarco + lático.
Sarcolema: substantivo masculino [Anatomia] Bainha tubular elástica e transparente que envolve e suporta cada fibra (feixe de fibrilas) do tecido muscular estriado, exceto o do coração; miolema.
Etimologia (origem da palavra sarcolema). Sarco + do grego lémma.
Sarcolemal: adjetivo masculino e feminino [Anatomia] Variação de sarcolemático.
Etimologia (origem da palavra sarcolemal). Sarcolema + al.
Sarcolemático: adjetivo [Anatomia] Relativo a sarcolema.
Etimologia (origem da palavra sarcolemático). Sarcolema + ico.
Sarcólise: substantivo feminino Desintegração dos músculos e dos tecidos moles.
Etimologia (origem da palavra sarcólise). Sarco + lise.
Sarcólito: substantivo masculino Mineralogia Silicato natural de alumínio, cálcio e um pouco de sódio, que é uma pedra transparente e cor de carne, encontradiça no Vesúvio.
[Biologia] Célula que participa na desintegração do tecido mole.
[Biologia] Fibra muscular em estado de desintegração.
[Medicina] Concreção ou cálculo dos tecidos moles.
Etimologia (origem da palavra sarcólito). Sarco + lito.
Sarcólobo: substantivo masculino Botânica Cotilédone grosso e carnoso, como o do feijão e da ervilha.
Etimologia (origem da palavra sarcólobo). Sarco + lobo.
Sarcologia: substantivo feminino [Anatomia] 1 Ramo da Anatomia que trata dos tecidos moles do corpo, em contraposição à Osteologia.
Tratado sobre esse assunto.
Etimologia (origem da palavra sarcologia). Sarco + logo + ia.
Sarcológico: adjetivo [Anatomia] Relativo à sarcologia.
Etimologia (origem da palavra sarcológico). Sarco + logo + ico.
Sarcólogo: substantivo masculino Anatomista que se ocupa de sarcologia.
Etimologia (origem da palavra sarcólogo). Sarco + logo.
Sarcoma: substantivo masculino Tumor maligno que tem como ponto de partida um tecido conjuntivo. (Assinala-se, em geral, o tecido interessado, por meio de um radical gr. ou lat.: fibrossarcoma.).
Sarcomático:
sarcomático | adj.

sar·co·má·ti·co
(grego sárkoma, -atos, sarcoma + -ico)
adjectivo
adjetivo

O mesmo que sarcomatoso.


Sarcomatose: substantivo feminino [Medicina] Estado mórbido caracterizado pela formação local ou generalizada de sarcomas.
Etimologia (origem da palavra sarcomatose). Sarcoma + t + ose.
Sarcomatoso: adjetivo [Medicina] 1 Relativo ao sarcoma ou a sua natureza.
Que tem sarcoma.
Etimologia (origem da palavra sarcomatoso). Sarcoma + t + oso.
Sarcomelanina: substantivo feminino [Medicina] Pigmento negro que se desenvolve em certos sarcomas.
Etimologia (origem da palavra sarcomelanina). Sarco + melanina.
Sarcomério: substantivo masculino [Biologia] Cada um dos segmentos em que se supõem divididas, transversalmente, as fibrilas dos músculos estriados, e que seria uma unidade fundamental contráctil.
Etimologia (origem da palavra sarcomério). Sarco + mero + io.
Sarcômero:
sarcómero | s. m.

sar·có·me·ro
(sarco- + -mero)
nome masculino

[Citologia] Cada um dos segmentos dos músculos estriados voluntários que permitem a contracção muscular.


• Grafia no Brasil: sarcômero.

• Grafia no Brasil: sarcômero.

• Grafia em Portugal: sarcómero.

Sarcomicete: adjetivo [Biologia] Diz-se dos cogumelos que têm tecido carnudo.
Etimologia (origem da palavra sarcomicete). Sarco + miceto.
substantivo masculino Cada um desses cogumelos. Variação de sarcomiceto.
Sarcomiceto: adjetivo Variação de sarcomicete.
Etimologia (origem da palavra sarcomiceto). Sarco + miceto.
Sarcomixoma: substantivo masculino [Medicina] Neoplasma maligno, cujas células são reunidas por uma substância gelatinosa e portanto participam simultaneamente do sarcoma e do mixoma.
Etimologia (origem da palavra sarcomixoma). Sarco + mixoma.
Sarcônfalo: substantivo masculino [Medicina] Tumor duro no umbigo.
Etimologia (origem da palavra sarcônfalo). Sarco + ônfalo.
Sarconfalocele: substantivo masculino [Medicina] Sarcônfalo.
Etimologia (origem da palavra sarconfalocele). Sarco + ônfalo + cele.
Sarcopioide: adjetivo Que tem a aparência de carne e pus.
(Do gr. sarx + puon + eidos).
Sarcopirâmide: feminino Gênero de plantas melastomáceas.
Etimologia (origem da palavra sarcopirâmide). De sarco... + pirâmide.
Sarcoplasma: substantivo masculino Citoplasma das fibras musculares.
Sarcoplásmico: adjetivo [Anatomia] Relativo ao sarcoplasma.
Etimologia (origem da palavra sarcoplásmico). Sarco + plasma + ico.
Sarcoplástico: adjetivo Relativo ao sarcoplasto.
Etimologia (origem da palavra sarcoplástico). Sarco + plasto + ico.
Sarcopoese: substantivo feminino [Anatomia] Formação de tecido muscular.
Etimologia (origem da palavra sarcopoese). Sarco + do grego poíesis.
Sarcopsíleo: substantivo masculino Entomologia O mesmo que tunga.
Etimologia (origem da palavra sarcopsíleo). Sarco + do grego psylla.
Sarcoptídeo: adjetivo [Zoologia] Relativo ou pertencente aos Sarcoptídeos.
substantivo masculino Ácaro da família dos Sarcoptídeos.
Etimologia (origem da palavra sarcoptídeo). Sarcopta + ídeo.
Sarcoptiforme: adjetivo masculino e feminino [Zoologia] Sarcoptídeo.
Etimologia (origem da palavra sarcoptiforme). Sarcopta + i + forme.
Sarcopto: substantivo masculino Gênero de arachnídeos, da ordem dos ácaros, que tem por typo o ácaro da sarna.
Etimologia (origem da palavra sarcopto). Contração de sarcocopto, do grego sarx + koptein.
Sarcorranfo: substantivo masculino Ornitologia Gênero (Sarcorhamphus) de grandes abutres da América do Sul, cuja única espécie é o urubu-rei (Sarcorhamphus papa).
Etimologia (origem da palavra sarcorranfo). Sarco + do grego rhamphé.
Sarcose: substantivo feminino [Medicina] Presença de tumores carnosos múltiplos.
Botânica Aumento anormal da casca, devido ao excessivo acúmulo de substâncias nutritivas e elaboradas.
Etimologia (origem da palavra sarcose). Sarco + ose.
Sarcosina: substantivo feminino [Química] Produto que resulta da decomposição da creatina e da cafeína.
Etimologia (origem da palavra sarcosina). Sarcose + ina.
Sarcoso:
sarçoso | adj.

sar·ço·so |ô| |ô|
adjectivo
adjetivo

1. Da natureza da sarça, espinhoso.

2. Que produz sarça.

Plural: sarçosos |ó|.

Sarcospermo: adjetivo Botânica Que tem sementes carnudas.
Etimologia (origem da palavra sarcospermo). Sarco + espermo.
Sarcosporidiose: substantivo feminino [Veterinária] Infestação ou doença causada por protozoários da subclasse dos Sarcosporídios.
Etimologia (origem da palavra sarcosporidiose). Sarcosporídio + ose.
Sarcossoma: substantivo masculino [Anatomia] Cada um dos grânulos interfibrilares de uma fibra muscular estriada.
Etimologia (origem da palavra sarcossoma). Sarco + soma.
Sarcostema: feminino Gênero de plantas asclepiádeas.
Etimologia (origem da palavra sarcostema). Do grego sarx, sarkos + stemma.
Sarcostemina: substantivo feminino Botânica Gênero (Sarcostemina) da família das Asclepiadáceas, constituído de arbustos tropicais e subtropicais, ornamentais.
Sarcosteose: substantivo feminino [Medicina] Ossificação de músculos ou outros tecidos.
Etimologia (origem da palavra sarcosteose). Sarco + osteose.
Sarcóstomo: adjetivo [Zoologia] Que tem boca carnuda.
Etimologia (origem da palavra sarcóstomo). Sarco + estomo.
Sarcótico: adjetivo Que facilita a regeneração das carnes.
Etimologia (origem da palavra sarcótico). Do grego sarkotikos.
Sarcotripsia: feminino Operação cirúrgica, que consiste no esmagamento linear das carnes.
Etimologia (origem da palavra sarcotripsia). Do grego sarx + tripsis.
Sarcotríptico: adjetivo Relativo à sarcotripsia.
Etimologia (origem da palavra sarcotríptico). Sarco + do grego triptós + ico.
Sarcotriptor: substantivo masculino [Medicina] Instrumento para secionar os tumores por esmagamento.
Etimologia (origem da palavra sarcotriptor). Sarco + do grego triptós + or.
Sissarcose: substantivo feminino [Anatomia] Conexão dos ossos, por meio da carne ou dos músculos.
Etimologia (origem da palavra sissarcose). Do grego syssárkosis.
Sobrearco: substantivo masculino Verga da porta; padieira, torça.
Etimologia (origem da palavra sobrearco). Sobre + arco.
Telearco: substantivo masculino Funcionário que, entre os tebanos, era encarregado da limpeza das ruas, canalizações etc.
Etimologia (origem da palavra telearco). Do grego teléarkhos.
Tireossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Sarcoma da tireóide.
Etimologia (origem da palavra tireossarcoma). Tíreo + sarcoma.
Toponarcose: substantivo feminino [Medicina] Anestesia local.
Etimologia (origem da palavra toponarcose). Topo + narcose.
Xantossarcoma: substantivo masculino [Medicina] Sarcoma de células gigantes das bainhas de tendões e aponeuroses que contêm células de xantoma, sendo considerado uma fase da xantomatose.
Etimologia (origem da palavra xantossarcoma). Xanto + sarcoma.
Zarco:
zarco | adj.

zar·co
(árabe zarqa, feminino de azraq, azul, de olhos azuis, brilhante)
adjectivo
adjetivo

1. Que tem olhos garços ou azuis-claros.

2. Diz-se do cavalo que tem uma malha branca à roda de um ou de ambos os olhos.


Sinónimo Geral: ZARGO


Dicionário Bíblico

Fonte: Dicionário Adventista

Arco: do Lat. arcu

s. m., porção da circunferência; instrumento que serve para atirar setas; haste, guarnecida de crina, com que se ferem as cordas de certos instrumentos; curva de abóbada; qualquer objecto de forma anelar ou circular; aro; ornamentos constituídos por dois mastros ligados por vergas e revestidos de verdes e flores que se levantam em festas religiosas e romarias; cada uma das curvas do parêntesis.

Arco-iris: A correta interpretação de Gn 9:13 não é que pela primeira vez tenha aparecido então o arco-íris, mas sim que Deus consagrou esse fenômeno como sinal do Seu amor e testemunho da Sua promessa.
Barcos: (Ed 2:53). Uma família de levitas, que voltou do exílio com Neemias (Ne 7:55). o nome significa filho ou adorador do deus Cos, e pertence a uma grande classe de nomes próprios teóforos.
Carcor: terreno mole e plano
Darcom: espalhador
Hinoro arco: hebraico: balada heróicos
João marcos: Marcos: martelo grande
Marco: Visto como a divisão da terra deCanaã, entre as tribos e famílias das tribos, tinha sido um trabalho de grande cuidado, e na realidade era um dos fundamentos da política nacional, penas severas eram cominadas contra todo aquele que removesse qualquer marco ou sinal de limite (Dt 19:14 – 27.17 – Pv 23:10).
Marcos: (Jr 31:21.) Eram, no oriente, sinais feitos com pedras para mostrar o carreiro ao viajante. A mesma palavra se usa (2 Rs 23.17 – Ez 39:5) a propósito de certas pedras que servem para indicar um cadáver ou qualquer osso humano. (*veja Caminho, Jornada.)
Marcos (o evangelho segundo): A autoriadeste Evangelho é atribuída a João Marcos. (*veja Marcos.) Uma das mais antigas tradições cristãs relaciona a origem do seu trabalho com o apóstolo Pedro – e, na verdade, Justino Mártir (100 a 120 d. C.) cita o evangelho como sendo as ‘Memórias de Pedro’. Certos característicos do Evangelho (*veja abaixo) apoiam essa suposição. A tradição cristã não é menos forte na indicação de Roma, como lugar da sua composição. E, quanto à data, diz ireneu que o Evangelho é posterior à morte de Pedro e de Paulo. Mas como nele não se acha referência alguma à tomada de Jerusalém (70 d. C.), deve colocar-se o seu aparecimento em época anterior àquele ano, entre o ano 63 e 70 (d. C.). os diversos assuntos deste Evangelho podem ser assim divididos:
i. Uma breve introdução, descrevendo a pregação do precursor de Jesus e o próprio batismo e tentação do Salvador (1.1 a 13).
ii. os mais importantes acontecimentos da vida pública e ministério de Jesus na Galiléia, ocupando estes fatos a parte maior do livro (1.14 a 9.50).
iii. Uma resumida narração da viagem de Jesus a Jerusalém
(10). – a Sua entrada na cidade, e alguns acontecimentos que ali ocorreram, principalmente os Seus sofrimentos, morte e ressurreição (11.1 a 16.20). Pela prova interna sustenta-se que o Evangelho foi escrito principalmente para os leitores gentios. Na verdade, explicam-se palavras, que os gentios não compreendem (3.17 – 5.41 – 7.11 – 7.34 – 10.46 – 14.36 – 15,34) – e igualmente são explicados os costumes judaicos (7.3,4 – 14.12 – 15,42) – são poucas as referências ao A. T. – e lêem-se formas latinas, que não aparecem nos outros Evangelhos (6.27 – 7.4 – 12.42 – 15.39,44,45). Eis algumas particularidades do Evangelho de Marcos : os milagres do surdo e mudo (l.31 a
37) e do cego de Betsaida (8.22 a
26) – a parábola da semente que cresce de modo oculto (4.26 a
29) – o caso daquele jovem envolto num lençol de linho, quando Jesus foi preso (14.51,52) – a aparição de Cristo aos discípulos depois da ressurreição, sendo acusados de incredulidade (16.14 a
18) – e a explicação dos costumes judaicos a respeito da purificação (7.2 a 4). Entre outros característicos deste Evangelho, precisamos notar que, diferente dos outros, ele não apresenta nenhum predominante fim teológico: é apenas uma crônica, alongando-se principalmente sobre os maravilhosos atos de Jesus. A vida que ele descreve é cheia de ação dotada de um poder sem limites, de uma energia que não fatiga, e de uma graça inesgotável. A relação do autor com Pedro explica as firmes, vividas e circunstanciadas cores da narrativa. As próprias palavras aramaicas, que o Divino Mestre emprega, são por vários motivos proferidas, como Boanerges, Talita cumi, Efatá, Corbã, Aba. As várias emoções dos personagens são maravilhosamente indicadas na narrativa. *veja por exemplo: 3.34 – 8.12 – 10.14,21,32 – 16.5,6. o tempo e o lugar são cuidadosamente particularizados. E se certas passagens referentes a Pedro são omitidas por outros evangelistas (1.36 – 11.21 – 13.3 – 16.7), também ele omite referências a Pedro que são igualmente importantes (cp. 7.17 com Mt 15:15-8.29,30 com Mt 16:17-19).
Marcos (o evangelista): Marcos era judeu e tinha tomado um nome romano, achando-se identificado com ‘João, cognominado Marcos’ (At 12:12-25) – era sobrinho (primo?) de Barnabé (Cl 4:10), e filho de Maria, que residia em Jerusalém (At 12:12). Marcos foi, provavelmente, convertido à fé cristã pelo ministério de Pedro (1 Pe 5.13), que costumava freqüentar a casa de sua mãe (At 12:12). Ele acompanhou, desde Jerusalém até Antioquia, a Paulo e Barnabé (At 12:25), e dai partiu com eles para uma viagem missionária – mas deixou-os antes de a completarem (At 13:5-13). Seis anos depois deste acontecimento não quis Paulo levá-lo consigoem outra viagem – e então Marcos acompanhou Barnabé a Chipre (At 15:38-39). Todavia, quando Paulo estava preso em Roma, era já Marcos considerado um seu auxiliador, e é mencionado de uma maneira que bem mostra que ele tinha reconquistado a estima do Apóstolo (Cl 4:10 – 2 Tm 4.11 – Fm 24). Primitivos escritores cristãos afirmam que ele trabalhou com Pedro durante um tempo considerável do seu ministério, gozando da sua íntima amizade, e auxiliando-o como seu intérprete ou secretário – e diz-se que mais tarde missionou no Egito, sofrendo neste país o martírio. Algumas importantes suposições acham-se associadas com este evangelista. Já alguns críticos têm sugerido que a casa, de que se fala em At 12:12, era aquela mesma casa onde (na vida do pai de Marcos) se celebrou a última Ceia (Mc 14:14) – que o Jardim de Getsêmani lhe pertencia – e que o próprio Marcos era o homem do cântaro a que se refere Mc 14:13, sendo também o jovem daquele caso que unicamente é relatado no seu Evangelho (Mc 14:51-52). *veja Jo 2.
Me-jarcom: hebraico: água amarela, ou água de grande verdura

Dicionário Etimológico

Fonte: Dicionário Etimológico 7Graus

Cadarço: do grego "kathartéon", que significava "seda que se deve limpar", isto é, "serikón kathartéon". Com o tempo assumiu o sentido de "cordão".
Garçom: A palavra "garçom" (que possui a variante "garção") vem do francês "garçon" ("jovem", "rapaz") e já foi usada em português com o sentido original, como se vê neste fragmento de Machado de Assis, citado no "Aurélio": "Era um lindo garção, lindo e audaz". Na língua de hoje, predomina a forma "garçom", com o sentido de "empregado que serve em restaurantes". O "Vocabulário Ortográfico", da Academia, registra "garçoa". O único dicionário que registra "garçoa" é o de Caldas Aulete, que lhe dá o sentido de "moça", "rapariga". Os demais dão apenas "garçonete", e só como "empregada que serve em restaurantes".
Março: O mês de março é o terceiro mês do ano no calendário gregoriano e um dos sete meses gregorianos com 31 dias. O seu nome deriva do deus romano Marte.
Sarcófago: A palavra 'sarcófago' vem do grego sarkophágos, sarx (carne) + phágos (comer), significando literalmente 'comedor de carne'. Este termo era usado no mundo antigo como denominação de um determinado tipo de pedra calcárea usada para fabricação de urnas funerárias que tinha a propriedade de causar uma rápida decomposição.
Sarcolema: Do grego Sarx, carne e Lemma, folha.

Dicionário de Sinônimos

Fonte: Dicio

Barco: embarcação, navio; nau, fragata, caravela, galera, galé, iate, batel, batelão, alvarenga, lancha, barca, chata, catraia, bote, xaveco, tartana, manchua, gôndola, galeota, canoa, junco, piroga, igara, barcaça, galeão, bergantim, brigue, escuna. – Barco é “termo genérico, menos porém que embarcação, pois é restrito à ideia de construção; enquanto que embarcação designa qualquer corpo flutuante que pode conter pessoas ou coisas. A jangada é uma embarcação, mas não é um barco. – Navio é a embarcação destinada a navegar no mar alto, mas só se diz dos barcos cobertos, para os quais é termo genérico. – Embarcação não se diz hoje dos navios de guerra; barco, sim”. – Como os precedentes, todos os vocábulos que se seguem apresentam de comum a ideia de “próprios para transporte por água (rio, ou mar)”. – Nau era o maior navio outrora empregado principalmente na guerra. – A fragata, como força agressiva, era inferior à nau. – A caravela era menor que a fragata, e servia tanto para a guerra como para o tráfego marítimo. – Galera = “antiga embarcação, estreita e comprida, de vela e remos, com dois ou três mastros”. – Galé é embarcação de baixo bordo, de vela e remos, usada outrora. – Galeota (diminutivo de galé) é pequeno barco, elegante e luxuoso; e, como o iate, serve mais para recreio. O iate, no entanto, é maior, e pode até prestar-se para longas viagens. – Batel e escaler são pequenas embarcações que conduzem para bordo dos navios não atracados ao cais. O escaler distingue-se do outro em ser movido ou poder mover-se tanto a remos como a vela, sendo o batel movido só a esforço do remeiro. Talvez por isso é que se diz – “batel da vida” (e nunca – escaler...) fazendo alusão ao esforço e trabalho com que é levado. – Batelão (aumentativo de batel) é “barca rasa e grande, larga e aberta como a alvarenga”. Servem ambas para o trasbordo de cargas, rebocadas dos navios para os trapiches ou vice-versa. – Lancha é “embarcação pequena e sem tilha (coberta) que anda tanto à vela como a remos”, e que serve também para o serviço de carga e descarga de navios, e transporte de passageiros de terra para os vapores, e vice-versa. – Barca = “embarcação larga e pouco funda” (C. de Fig.). – Barcaça é barca maior. – Chata é “barcaça larga e de pouco fundo, empregada, como o batelão e a alvarenga, no serviço de transporte de cargas dentro da baía”. – Catraia é bote pequeno. – Bote é batel de rio, pequeno escaler, movido a remos. – Xaveco – espécie de fragata usada outrora pelos mouros no corso do Mediterrâneo. – Tartana era um xaveco menor, de um só mastro. – Manchua – “pequeno barco usado nas costas da Ásia”. – Gôndola – “pequena embarcação (como a galeota) movida a remos, usada principalmente para recreio”. – Galeão (aum. de galé) – “antigo navio Dicionário de Sinônimos da Língua Portuguesa 235 de alto bordo; nau de guerra”. (C. de Fig.) – Bergantim – “pequena fragata, de dois mastros, e também movida a remos”. – Brigue – “bergantim maior”. – Escuna – “brigue tendo vergas no mastro da proa e sem mastaréu de joanete”. – Canoa – “pequena embarcação, feita quase sempre de um só tronco de árvore escavado”, e de uso nas enseadas e nos rios. – Junco – “pequena canoa ou batel, fino e leve, usado pelos chineses”. – Piroga e igara – “canoas de índios”.

Quem é quem na Bíblia?

Autor: Paul Gardner

Aristarco:

(Gr. “excelente governador”). Nativo de Tessalônica, foi um dos mais constantes e fiéis “cooperadores” de Paulo (Fm
24) em suas viagens missionárias. Ele chama nossa atenção pela primeira vez em Atos 19:29, onde, junto com Gaio, foi agarrado pelos efésios, os quais opunham-se violentamente ao Evangelho, e levado ao teatro da cidade. Finalmente a multidão se acalmou e eles foram soltos. Em Atos 20:4 Aristarco aparece em companhia de Paulo na viagem à Macedônia, onde novamente houve ameaça de perseguição. Provavelmente ele representava a igreja em Tessalônica nessa viagem, quando levava suas doações aos pobres em Jerusalém. Mais tarde, em Atos 27:2, apenas Aristarco é mencionado como companheiro de Paulo. Nessa ocasião o apóstolo já estava preso, conduzido a Roma. Talvez o próprio Aristarco também fosse prisioneiro. Em Colossenses 4:10, vemos Paulo referir-se a ele como “Aristarco, que está preso comigo...”

Pode-se ver claramente que sua fé e seu compromisso eram muito fortes. Em todos os lugares onde é citado, havia perseguições; no caso do tumulto em Éfeso, ele e Gaio foram apanhados, em vez de Paulo. Homens como Aristarco, que demonstraram tal fé cristã em tempos difíceis, devem tornar-se exemplos para todos os cristãos em todas as gerações, quando as lutas são abundantes. P.D.G.


Barcos:

Seus descendentes estavam entre os servidores do Templo que retornaram do exílio babilônico com Neemias (Ed 2:53; Ne 7:55).


Darcom:

“Servo de Salomão”, cujos descendentes estavam entre os judeus que retornaram do exílio com Neemias (Ed 2:56; Ne 7:58).


João marcos:

Veja Marcos, João.


Marcos, joão:

Referências no Novo Testamento

A primeira referência a este Marcos no Novo Testamento aparece no relato da libertação miraculosa de Pedro da prisão em Jerusalém, onde fora colocado por ordem de Herodes Agripa (44 d.C.; At 12:6-11). Após ser liberto pelo anjo, este apóstolo dirigiu-se “à casa de Maria, mãe de João, que tinha por sobrenome Marcos” (v. 12). Como muitos outros judeus daquela época (como Saulo, também chamado de Paulo; At 13:9), ele tinha um nome hebraico (João, que significa “Deus é gracioso”) e um romano (Marcos, que significa “grande martelo”). O fato de seu pai não ser mencionado em conexão com a família e a casa provavelmente significa dizer que já havia falecido. Sua residência possivelmente era um local de reuniões regulares da Igreja. Por isso, Pedro dirigiu-se até lá assim que foi solto pelo Senhor. Tratava-se também de uma casa de considerável importância na comunidade.

A seguir, Marcos é associado com Barnabé e Paulo, os quais levaram uma ajuda financeira da igreja em Antioquia para os cristãos da Judéia que passavam necessidades devido à fome na região (46 d.C.; At 11:29-30). De acordo com Colossenses 4:10, Marcos era sobrinho de Barnabé. Sem maiores detalhes, a narrativa de Atos registra: “Barnabé e Saulo, havendo terminado aquele serviço, voltaram de Jerusalém, levando consigo a João, que tem por sobrenome Marcos” (At 12:25).

Em Antioquia, outra missão foi confiada aos três. Barnabé e Saulo foram designados pela Igreja a realizar uma viagem missionária (47 d.C.), a qual começou em Chipre, onde Barnabé havia morado (At 4:36). Eles, porém, levaram Marcos na companhia deles. “Chegados a Salamina, anunciavam a palavra de Deus nas sinagogas dos judeus, e tinham a João como auxiliar” (At 13:5). A palavra “auxiliar”, usada para descrever o papel de Marcos na missão, é usada por Lucas em outros textos, para referir-se aos que eram “ministros da palavra” (Lc 1:2). O termo é aplicado também ao assistente na sinagoga judaica (Lc 4:20), cujo trabalho incluía o ensino das crianças. Embora João Marcos fosse um assistente de trabalhos gerais, provavelmente um dos aspectos de sua contribuição na equipe missionária era a participação em alguma forma de ensino.

Sua participação, entretanto, nessa primeira viagem missionária aparentemente teve curta duração. Depois de ministrar em Chipre, os três navegaram para Perge da Panfília (At 13:13). Quando chegaram lá, João Marcos decidiu abandonar a equipe. O relato de Atos não informa o motivo de sua decisão. O nome dele é mencionado novamente quando Paulo e Barnabé planejaram uma segunda viagem para visitar todas as igrejas fundadas na primeira viagem (At 15:36). Barnabé queria incluir João Marcos novamente, “mas a Paulo não parecia razoável que levassem aquele que desde Panfília se tinha apartado deles e não os acompanhou naquela obra” (v. 38). A disputa sobre a questão causou a separação dos dois, e Paulo escolheu Silas como companheiro para a segunda viagem (48 d.C.;
v. 40). Barnabé, por sua vez, “levando consigo a Marcos, navegou para Chipre” (v. 39), a área onde seu sobrinho servira tão bem na vez anterior.

Alguém talvez julgue que a firmeza de Paulo em não permitir a participação de João Marcos na segunda viagem missionária significaria o fim de qualquer ministério juntos no futuro. O caso, porém, não foi esse. Em duas de suas cartas (60 a 62 d.C.), provavelmente escritas enquanto aguardava o primeiro julgamento em Roma, depois de completar sua terceira viagem missionária, o apóstolo refere-se a ele de forma apreciativa. Na carta aos Colossenses, Marcos é mencionado com outros cooperadores de Paulo como alguém que fora “uma consolação” para ele (Cl 4:10-11). Na carta a Filemom, novamente é descrito (junto com Lucas e outros) como “cooperador” (Fm 24). Finalmente, em sua última carta, escrita a Timóteo (c. 64 d.C.), Paulo lhe dá instruções: “Toma a Marcos, e traze-o contigo, porque me é muito útil para o ministério” (2Tm 4:11).

A referência final a João Marcos no Novo Testamento ocorre numa das cartas de Pedro. Ele foi mencionado pela primeira vez em conexão com a libertação deste apóstolo da prisão em Jerusalém. Pedro encontrava-se em “Babilônia” [não se sabe ao certo se era uma região ou uma cidade] (64 d.C.) e Marcos estava com ele. A proximidade da comunhão entre ambos é indicada pelo tratamento do apóstolo: “meu filho” (1Pe 5:13).

De acordo com Papias de Hierápolis (130 d.C.; citado por Eusébio na História Eclesiástica 3:39.15), Marcos prosseguiu no ministério com Pedro em “Babilônia”, como seu “intérprete” e compilador de seu ensino sobre “as coisas ditas e feitas pelo Senhor”. Esta última frase é uma descrição resumida do evangelho de Marcos. O testemunho de Papias serve para validar a utilidade e a autoridade do relato de Marcos para a Igreja primitiva.

Marcos também está relacionado com o estabelecimento de igrejas em Alexandria (Eusébio, H.E., 2:16.1). Segundo a tradição, foi martirizado lá (A Crônica Pascal), e seus restos mortais posteriormente foram transportados para Veneza, Itália.

Características e teologia do evangelho de Marcos

Embora todos os evangelhos compartilhem um propósito similar, ou seja, proporcionar aos leitores um relato sobre o ensino e o ministério de Jesus, os escritores que escreveram cada evangelho também trouxeram à obra conceitos e pontos de vista particulares, tanto pastorais como teológicos. Neste aspecto o relato sobre a vida e obra de Cristo é como um quadro pintado, que não somente reproduz o modelo, mas também revela algo sobre a pessoa que o compôs. Lido com isso em mente, algumas das características do evangelho de Marcos são entendidas à luz do breve esboço de sua vida, proporcionado pelas referências a ele no Novo Testamento (citadas acima).

O fracasso dos discípulos

Embora os evangelhos, cada um à sua maneira, relatem a luta dos discípulos com o entendimento da mensagem e do ministério de Jesus, o retrato de Marcos do fracasso e da falta de entendimento demonstrada constantemente pelos seguidores de Cristo é pintado de maneira mais contundente do que os outros. Ele mostra que os discípulos invariavelmente não entendiam as parábolas de Jesus (Mc 4:13; Mc 7:18), suas declarações (10:
10) e suas predições sobre sua morte iminente (9:10,32). Falharam em entender o significado de suas obras poderosas, como acalmar o mar (4:40,41), andar sobre a água (6:49-52) e finalmente o abandonaram em sua maior angústia e dor (14:50).

Marcos inclusive concluiu seu evangelho com uma nota de fracasso. As mulheres que foram ao túmulo de Jesus e o encontraram vazio receberam a seguinte instrução: “Mas ide, dizei a seus discípulos, e a Pedro, que ele vai adiante de vós para a Galiléia” (Mc 16:7). Marcos, porém, escreveu: “Tremendo e assombradas, as mulheres saíram, e fugiram do sepulcro. Nada disseram a ninguém, porque temiam” (v. 8). Esse estranho final levou os copistas posteriores a providenciar uma conclusão mais semelhante aos outros evangelhos (isto é, vv. 9-20); mas a abrupta conclusão de Marcos é coerente com o triste quadro dos seguidores de Jesus que caracterizou toda sua apresentação do evangelho.

Em parte, a ênfase de Marcos serve como um lembrete salutar de que os propósitos de Deus são realizados por pessoas falíveis. O próprio evangelista decepcionou na primeira viagem missionária, ao deixar Paulo e Barnabé sozinhos na Panfília. Embora não se saiba o motivo, a indisposição de Paulo em levá-lo novamente sugere que no mínimo considerava a atitude de Marcos indesculpável. Mesmo assim, as referências posteriores do apóstolo sobre ele demonstram que houve uma reconciliação e que Paulo não só aceitou seu envolvimento no ministério como o solicitou.

O avanço do reino

Marcos resumiu a mensagem de Jesus no início de seu evangelho: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc 1:15). Como os outros evangelistas, ele mostra que o reino tem ambos os aspectos, tanto presente como futuro, correspondentes às suas dimensões espiritual e universal. A salvação e a soberania de Deus são experimentadas por todos os que respondem à mensagem de Cristo. O Evangelho e o Reino são comparados a sementes que são espalhadas sobre a terra (Mc 4:14-26). Seu início dificilmente é observado, mas seu final é incomparavelmente notório (4:30-32). A consumação do século está ligada à futura vinda de Jesus “com grande poder e glória” (13:
26) e à antecipação da comunhão com Ele no Reino de Deus (14:25).

Marcos foi testemunha do início da Igreja primitiva, desde seu nascimento em Jerusalém, quando se reunia em sua própria casa, até a extensão dos empreendimentos missionários que alcançaram todo o território do Império Romano. Anos mais tarde, como companheiro de Paulo e Pedro, observou o notável crescimento que resultou da ampla proclamação do Evangelho. Ainda assim, sempre lembrava a seus leitores que isso era obra de Deus. Quando os discípulos perguntaram a Jesus: “Então quem poderá salvar-se?” (Mc 10:26), a resposta foi: “Para os homens é impossível, mas não para Deus; para Deus todas as coisas são possíveis” (v. 27).

O autossacrifício de Jesus e sua vindicação

Marcos não deixa dúvidas aos leitores sobre o principal assunto de seu evangelho, quando declara na primeira linha de seus escritos: “Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus” (Mc 1:1). No curso de seu livro, entretanto, demonstra como o entendimento do significado dessas declarações sobre Jesus diferiam dramaticamente da expectativa popular. Muitos judeus esperavam o advento do Messias que libertaria o povo de Deus de seus opressores. Os discípulos compartilhavam esta esperança e discordavam das declarações de Jesus de que a missão para a qual Deus o chamara o levaria à morte (Mc 8:31; Mc 9:31; Mc 10:23). Quando Pedro tentou dissuadi-lo, Jesus lhe disse: “Não pensas nas coisas de Deus, mas, sim, nas dos homens” (Mc 8:33).

O padrão da vida de Jesus que Marcos coloca diante dos discípulos foi resumido desta maneira: “Pois o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc 10:45). Cristo, na condição de Filho de Deus, mostrou a vitalidade desse relacionamento, quando seguiu o caminho da obediência que o levou até a cruz. Sua oração submissa a Deus foi: “Não seja, porém, o que eu quero, e, sim, o que tu queres” (Mc 14:36). Da mesma maneira, os discípulos são chamados para tomar a cruz e seguir após Ele (8:34).

Marcos revela que este era o plano de Deus para Jesus por meio da confissão do centurião que estava presente na crucificação: “Verdadeiramente este homem era o filho de Deus!” (Mc 15:39). O relato da ressurreição (16:1-8) torna-se a base para a promessa do retorno glorioso de Cristo (8:38; 13 26:14-62) e a vindicação à vida de abnegação para a qual os discípulos também são chamados (10:28,29). D.K.L.


Dicionário da FEB

Fonte: febnet.org.br

Arco-íris: O arco que se forma nas nuvens e a que dais o nome de arco-íris, arco que Deus, por intermédio de Moisés, seu enviado, indicou aos hebreus como sendo o sinal da aliança perpétua entre ele e todas as criaturas vivas da terra, é, em espírito e verdade, tirado da letra, que o vela, o espírito: o emblema – do progresso, dentro da unidade e da solidariedade, de todos os mundos e de todas as essências espirituais em todos os Reinos da Natureza, quer materializadas, A quer encarnadas no estado material ou no estado fluídico, quer perispiriticamente incorporadas, quer errantes na imensidade; é o emblema da marcha ascendente, una e solidária, de todos os mundos e de todas as essências espirituais a todos os graus da escala. [...]
Referencia: ROUSTAING, J•B• (Coord•)• Os quatro evangelhos: Espiritismo cristão ou revelação da revelação• Pelos Evangelistas assistidos pelos Apóstolos e Moisés• Trad• de Guillon Ribeiro• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1988• 4 v• - v• 2


Dicionário da Bíblia de Almeida

Fonte: Sociedade Bíblica do Brasil

Arco: Arco Arma que servia para atirar flechas (2Rs 6:22). Era feito de um galho flexível ou de uma barra de metal em cujas pontas se prendia uma corda esticada (2Sm 22:35).
Arco-íris: Arco-Íris Arco de sete cores que às vezes aparece no céu, geralmente acompanhado de chuva. (Ap 4:3), RA; RC, arco celeste). É também chamado de arco-da-aliança porque é o sinal da aliança que Deus fez com os seres humanos, prometendo não fazer acontecer um novo DILÚ VIO na terra (Gn 9:8-17).
Aristarco: Aristarco [O Melhor Governante]

Um macedônio de Tessalônica. Foi companheiro de Paulo (At 19:29; 27.2; Cl 4:10; Fm 24).

Charco: Charco Água parada, suja e pouco profunda (Ez 47:11). Brejo.
Marco: Marco
1) Sinal para marcar os limites de um território (Dt 19:14)

2) Sinal ou objeto que marca um local ou indica direção a seguir (Jr 31:21).
Marcos: Marcos JOÃO MARCOS

Filho de MARIA 5, e primo de Barnabé (Cl 4:10, RA; RC, sobrinho). Acompanhou Paulo e Barnabé até Antioquia (At 12:25) e, depois, na sua primeira viagem missionária, até Perge (13 5:13'>At 13:5-13). Por causa dele Paulo e Barnabé se separaram (At 15:36-41). Mais tarde, porém, Marcos foi cooperador de Paulo (Cl 4:10; Fm 24; 2Tm 4:11) e trabalhou com Pedro (1Pe 5:13). Segundo a tradição, Marcos fundou a igreja em Alexandria.

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EVANGELHO DE MARCOS

Segundo livro do NT, considerado o mais antigo dos Evangelhos. Marcos (V. MARCOS, JOÃO) destaca principalmente a atividade constante e a autoridade de Jesus. Jesus vai de um lugar para outro, anunciando a vinda do REINO DE DEUS, ensinando multidões, fazendo milagres e curando doentes. Para ajudá-lo, ele escolhe 12 homens, os apóstolos. Estes o acompanham por toda parte, aprendem que por meio do evangelho todas as pessoas podem fazer parte do Reino de Deus. Depois os apóstolos saem para anunciar essa mensagem de salvação e para curar pessoas. Em tudo isso Jesus age com autoridade, que lhe vem de Deus. Ele é o FILHO DO HOMEM, que Deus escolheu e enviou para ser o Salvador (10.45). Portanto, ele tem autoridade para expulsar demônios, curar doentes e perdoar pecados. Este Evangelho começa com o batismo de Jesus (1.9-11) e termina com a sua ressurreição (16.1-8). O trecho final (16.9-20) não faz parte do texto original grego.

Marcos, evangelho de: Marcos, Evangelho De Segundo livro do NT, considerado o mais antigo dos Evangelhos. Marcos (V. MARCOS, JOÃO) destaca principalmente a atividade constante e a autoridade de Jesus. Jesus vai de um lugar para outro, anunciando a vinda do REINO DE DEUS, ensinando multidões, fazendo milagres e curando doentes. Para ajudá-lo, ele escolhe 12 homens, os apóstolos. Estes o acompanham por toda parte, aprendem que por meio do evangelho todas as pessoas podem fazer parte do Reino de Deus. Depois os apóstolos saem para anunciar essa mensagem de salvação e para curar pessoas. Em tudo isso Jesus age com autoridade, que lhe vem de Deus. Ele é o FILHO DO HOMEM, que Deus escolheu e enviou para ser o Salvador (10.45). Portanto, ele tem autoridade para expulsar demônios, curar doentes e perdoar pecados. Este Evangelho começa com o batismo de Jesus (Mc 1:9-11) e termina com a sua ressurreição (Mc 16:1-8). O trecho final (Mc 16:9-20) não faz parte do texto original grego.
Marcos, joão: Marcos, João Filho de MARIA 5, e primo de Barnabé (Cl 4:10), RA; RC, sobrinho). Acompanhou Paulo e Barnabé até Antioquia (At 12:25) e, depois, na sua primeira viagem missionária, até Perge (13 5:13'>Act 13:5-13). Por causa dele Paulo e Barnabé se separaram (At 15:36-41). Mais tarde, porém, Marcos foi cooperador de Paulo (Cl 4:10); Fm 24; (2Tm 4:11) e trabalhou com Pedro (1Pe 5:13). Segundo a tradição, Marcos fundou a igreja em Alexandri
Tiro de arco: Tiro De Arco Medida de distância provavelmente entre 100 e 150 m (Gn 21:16).

Dicionário de Jesus e Evangelhos

Autor: César Vidal Manzanares

Marcos: Marcos Também João Marcos. Judeu-cristão, primo de Barnabé e filho de uma mulher em cuja casa se reunia a Igreja hierosolimita. Tradicionalmente, atribui-se a ele a redação do evangelho que leva seu nome. Participou do início da Igreja antioquena e acompanhou Paulo, junto com seu primo Barnabé, em sua primeira viagem missionária. O fato de decidir abandonar seus acompanhantes em Perge levá-lo-ia a uma ruptura temporal com Paulo. Em 1Pe 5:13 aparece como companheiro do apóstolo Paulo, que coincide com informações extrabíblicas (Papias etc.) e o convertem em companheiro e intérprete do apóstolo no mundo romano. Essas circunstâncias enquadram-se também com a visão peculiar do segundo evangelho, expressamente redigido para os romanos, com claras reminiscências de uma testemunha ocular (Pedro?) e dotado de uma estrutura breve e simples, adequado para a obra missionária. Uma tradição tardia liga Marcos com o episcopado de Alexandria, mas, nesse caso, encontramo-nos ante uma notícia muito menos segura do que as já assinaladas.

A - Evangelho de Marcos

1. Autoria e datação. O evangelho de Marcos — que, muito possivelmente, reúne a pregação petrina — é um evangelho dirigido fundamentalmente aos gentios e, quase com toda a segurança, forjado em um meio pagão. Tradicionalmente, tem sido identificado com Roma (o que combinaria com a missão petrina) (Eusébio, HE 2:15; 6,14,16) ou, secundariamente, com Alexandria, em harmonia com uma tradição que situa Marcos nessa cidade (João Crisóstomo, Hom. Mt 1:3).

É bem possível que o autor possa ser identificado com João Marcos. Quanto à sua datação, costuma-se admitir, quase que unicamente, que foi escrito antes do ano 70 d.C. e pouco antes ou pouco depois da perseguição de Nero, embora alguns autores o considerem ainda mais antigo. As mesmas fontes antigas manifestam essa duplicidade de opiniões. Para Eusébio (HE 6:14.5-7), Marcos teria escrito seu evangelho por volta de 64-65. Clemente de Alexandria, ao contrário, fixou-o em uma data cujo termo “a quo” seria o ano de 45. Mais duvidosa é a afirmação de que Marcos é o primeiro escrito entre os quatro que o Novo Testamento contém.

Certamente é o mais breve, mas não é menos verdade que, por exemplo, os mesmos episódios em Marcos e em Mateus apresentem-se mais elaborados no primeiro do que no segundo.

2. Estrutura e mensagem. A estrutura de Marcos é muito simples. Após um breve prólogo (1,1-15), que tem início com a pregação de João Batista, Marcos descreve o ministério galileu de Jesus (1,6-8,26) e, como sua consumação, a paixão, morte e ressurreição de Jesus (8,27-16,8).

Mesmo que Marcos não pretenda fazer teologia, mas narrar uma história, é inegável que em sua obra estão presentes motivos teológicos bem definidos. O primeiro deles é o anúncio do Reino ao qual Marcos faz quinze referências em contraposição às cinqüenta de Mateus e às quarenta de Lucas. Esse Reino já se encontra presente e pode ser recebido quando se tem o coração puro e simples de uma criança (10,14-15 ). Sem dúvida, sua manifestação total será futura (10,23- 25; 14,25; 14,3-20.26-29,30-32), relacionada com o Filho do homem — o próprio Jesus — (8,38; 13 26:32-14,62). Exatamente por isso, os discípulos devem vigiar diligentemente (13 33:37).

Nessa situação dupla de presente e futuro, de “já” e ainda “não”, reside precisamente o mistério do Reino ao qual fazem referências as parábolas (4,3-20; 26-29,30-32). A vitória sobre os demônios (1,21-27), a cura dos enfermos (2,1-12), o relacionamento direto com os pecadores (2,13-17), a alimentação dos famintos (6,34-44) e, evidentemente, o chamado dos Doze são sinais do Reino.

O segundo aspecto central da teologia de Marcos é sua visão de Jesus. Este é o messias — que se vê como Servo de Is 42:1; 53, 1ss.; 61,1ss. — e assim o reconhecem seus discípulos (8,29), confirmado pela experiência da Transfiguração (9,2-9) e entendido através de acontecimentos como a entrada de Jerusalém (11,1-11) nos moldes messiânicos de Zc 9:9. Prudente no uso do título para evitar que este fosse mal interpretado por seus ouvintes, Jesus reconhecerá também sua messianidade durante seu processo (14,61-62) e assim constará no título de sua condenação (15,6-20.26). Jesus é o messias, mas não um guerreiro. Ele é o que veio para servir e dar a sua vida em resgate por todos como Filho do homem (Mc 10:45). Jesus emprega esse segundo título como referência a si mesmo tanto para ressaltar seu poder para perdoar pecados (2,10), como sua autoridade de Senhor do sábado (2,28) e, naturalmente, em relação à sua visão do messias sofredor (8,31; 9,9.12.31; 10,33.45; 14,21.41). Embora este seja o título preferido por Jesus para referir-se a si mesmo, Marcos enfatiza especialmente o de Filho de Deus, com o qual até mesmo inicia seu evangelho (1,1). Assim é reconhecido pelo Pai no batismo, conferindo-lhe um significado messiânico (comp.com Sl 2:7). O título “Filho de Deus” transcende o de simples messianismo. As referências em Mc 1:23-27; 3,11; 5,7; 9,7 supõem uma relação com Deus que supera o simplesmente humano, e isso é o que se deduz da própria afirmação de Jesus contida em 14:62. Atribuiu a si mesmo um lugar à direita de Deus, e a sua função julgadora incorre no que seus juízes consideram uma evidente blasfêmia (14,63-64). Certamente a relação de Jesus com seu Pai é radicalmente distinta da de qualquer outro ser (1,11; 9,7; 12,6; 13 32:14-36) e transcende a simples humanidade.

Finalmente, e como acontece nos relatos dos outros evangelhos, Marcos também formula ao homem a necessidade de responder à chegada do Reino em Jesus. Na realidade, só existe uma resposta possível: a conversão (1,16), porque o tempo já chegou. Será um tempo marcado pela morte expiatória do Filho do homem (10,45) e a espera da consumação do Reino anunciado na Ceia do Senhor (14,25). Agora já é possível entrar no Reino todo aquele que se aproxime com a fé de uma criança (10,14-15). Para quem crê e é batizado existe salvação, mas a condenação é o destino de quem não o aceita (Mc 16:15-16). Essa decisão — obrigatoriamente presente — não é senão a antecipação, no hoje, da separação que o Filho do homem fará no final dos tempos (13 33:37).

V. Taylor, The Gospel of Mark, Nova York 1966 (há edição em espanhol na Cristiandad, Madri 1980, Evangelio según san Marcos); H. Anderson, The Gospel of Mark, 1981; E. Best, Mark: The Gospel as Story, Filadélfia 1983; L. Hurtado, Mark, Peabody 1983; m. Hengel, Studies in the Gospel of Mark, Minneapolis 1985; D. Lührmann, Das Markusevangelium, Tubinga 1987; R. A. Guelich, Mark 1-8: 26, Waco 1989; J. D. Kingsbury, Conflict in Mark, Minneapolis 1989; J. Delorme, El Evangelio según san Marcos, Estella 131995; P. Grelot, Los Evangelios, Estella5 1993; J. m. Gonzáles-Ruiz, Evangelio según Marcos, Estella 1988; Xabier Pikaza, Para vivir el Evangelio. Lectura de Marcos, Estella 1995.

Pequeno Abc do Pensamento Judaico

Adar: Décimo-segundo mês judaico. Corresponde aprox. a fevereiro-março.
Berit (hebr): Aliança. Entendimento entre Deus e pessoas ou nações. A Bíblia cita diversas alianças: com Noé, simbolizada pelo arco-iris; com Abraão, pelo ato de circuncisão; com os filhos de Israel no Sinai; etc. Sem dúvida, a aliança de maior importância é a entrega dos DEZ MANDAMENTOS, conhecida também por "Tabuas da Aliança" ou "Livro da Aliança", que une e encarrega o povo de Israel da responsabilidade histórica, de respeito das leis Divinas pelo Homem.
Menorá: Candelabro de sete braços, um dos símbolos do judaísmo. O "Zohar" disse que a "Menorá" simboliza a árvore da vida, e os sete braços, os sete planetas ou as sete palavras que compõem o primeiro versículo do Gênesis. Uma imagem histórica da antiga "Menorá", encontra-se sobre o Arco de Triunfo de Tito, em Roma, mas esta não se assemelha de modo algum ao candelabro descrito no Livro Sagrado. (MMM)
Nissán: Nome de primeiro mês judaico (conf. Êxodo Cap. 12,2). Corresponde aproximadamente a março-abril.
Ve-adar: Décimo-terceiro mês judaico, nos anos bissextos. Chamado também ADAB SHENI. Este mês é acrescentado para equiparar o ano lunar israelita ao ano solar, durante sete vezes cada dezenove anos, isto é, durante um ciclo lunar. Corresponde aproximadamente a março-abril.

Strongs


διάκονος
(G1249)
Ver ocorrências
diákonos (dee-ak'-on-os)

1249 διακονος diakonos

provavelmente do obsoleto diako (saída breve para fazer ou buscar alguma coisa, cf 1377); TDNT - 2:88,152; n m/f

  1. alguém que executa os pedidos de outro, esp. de um mestre, servo, atendente, minístro
    1. o servo de um rei
    2. diácono, alguém que, em virtude do ofício designado a ele pela igreja, cuida dos pobres e tem o dever de distribuir o dinheiro coletado para uso deles
    3. garçom, alguém que serve comida e bebida

Sinônimos ver verbete 5834 e 5928


ἶρις
(G2463)
Ver ocorrências
îris (ee'-ris)

2463 ιρις iris

talvez de 2046 (como um símbolo da mensageira das divindades pagãs); TDNT - 3:339,369; n f

  1. arco-íris

Ἰτουραΐα
(G2484)
Ver ocorrências
Itouraḯa (ee-too-rah'-yah)

2484 Ιτουραια Itouraia

de origem hebraica 3195 יטור; adj

Ituréia = “fora dos limites” ou “ele encontrará um jeito de”

  1. região montanhosa, localizada ao nordeste da Palestina e oeste de Damasco. Na época em que João Batista começou o seu ministério público, estava sob o domínio de Felipe, o tetrarca, filho de Herodes, o grande. Foi uma das regiões dadas a este príncipe depois da morte do pai. O rei Aristóbulo, por volta do ano 100 a.C., transformou-a em um domínio judaico. Seus habitantes tornaram-se notáveis pela pilhagem e pelo habilidoso uso do arco.

Ἰωάννης
(G2491)
Ver ocorrências
Iōánnēs (ee-o-an'-nace)

2491 Ιοαννης Ioannes

de origem hebraica 3110 יוחנן; n pr m

João = “Jeová é um doador gracioso”

João Batista era filho de Zacarias e Elisabete, e o precussor de Cristo. Por ordem de Herodes Antipas, foi lançado na prisão e mais tarde decapitado.

João, o apóstolo, escritor do quarto evangelho, filho de Zebedeu e Salomé, irmão de Tiago. É aquele discípulo (sem menção do nome) chamado no quarto evangelho de “o discípulo amado” de Jesus. De acordo com a opinião tradicional, é o autor do Apocalipse.

João, cognominado Marcos, companheiro de Barnabé e Paulo At 12:12.

João, um membro do Sinédrio At 4:6.


Λαοδίκεια
(G2993)
Ver ocorrências
Laodíkeia (lah-od-ik'-i-ah)

2993 λαοδικεια Laodikeia

de um composto de 2992 e 1349; n pr loc Laodicéia = “justiça do povo”

  1. cidade da Frígia, situada às margens do rio Lico, não distante de Colossos. Foi destruída por um terremoto em 66 d.C. e reconstruída por Marcos Aurélio. Era a sede da igreja cristã.

Λυσίας
(G3079)
Ver ocorrências
Lysías (loo-see'-as)

3079 λυσιας Lusias

de afinidade incerta; n pr m Lísias = “o que liberta”

  1. tribuno ou quiliarco da corte romana

Μαρία
(G3137)
Ver ocorrências
María (mar-ee'-ah)

3137 Μαρια Maria ou Μαριαμ Mariam

de origem hebraica 4813 מרים; n pr f

Maria = “sua rebelião”

Maria, mãe de Jesus

Maria Madalena, uma mulher de Magdala

Maria, irmã de Lázaro e Marta

Maria de Clopas, a mãe de Tiago, o menor

Maria, mãe de João Marcos, irmã de Barnabé

Maria, cristã romana que é saudada por Paulo em Rm 16:6


Μάρκος
(G3138)
Ver ocorrências
Márkos (mar'-kos)

3138 Μαρκος Markos

de origem latim; n pr m Marcos = “defesa”

  1. um evangelista, autor do Evangelho de Marcos. Marcos era seu sobrenome latino, seu nome judaico era João. Era primo de Barnabé e companheiro de Paulo em algumas de suas viagens missionárias

Νάρκισσος
(G3488)
Ver ocorrências
Nárkissos (nar'-kis-sos)

3488 Ναρκισσος Narkissos

flor do mesmo nome, de narke (estupefação, como um “narcótico”); n pr m Narciso = “estupidez”

  1. habitante de Roma mencionado por Paulo em Rm 16:11

ὄψιμος
(G3797)
Ver ocorrências
ópsimos (op'-sim-os)

3797 οψιμος opsimos

de 3796; adj

  1. tardio, mais tarde
    1. do tempo de abaixamento das águas do Nilo
    2. as chuvas tardias ou primaveris, que caem principalmente nos meses de Março e Abril justo antes da colheita

πλοιάριον
(G4142)
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ploiárion (ploy-ar'-ee-on)

4142 πλοιαριον ploiarion

de um suposto derivado de 4143; n n

  1. pequeno barco, bote

σκάφη
(G4627)
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skáphē (skaf'-ay)

4627 σκαφη skaphe

palavra primitiva; n f

qualquer coisa escavada, vaso oco, canal, bandeja, barril

de um barco


σκεῦος
(G4632)
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skeûos (skyoo'-os)

4632 σκευος skeuos

de afinidade incerta; TDNT - 7:358,1038; n n

  1. vaso
  2. implemento
    1. no plural
      1. utensílios caseiros, ferramentas domésticas
      2. equipamento ou armamento de barcos, usado especialmente de velas e cordas
  3. metáf.
    1. homem de qualidade, instrumento escolhido
    2. num mau sentido, alguém que ajuda na realização de uma obra má “vaso” era uma metáfora grega comum para “corpo”, já que os gregos pensavam das almas como vivendo temporariamente nos corpos.

στερέωμα
(G4733)
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steréōma (ster-eh'-o-mah)

4733 στερεωμα stereoma

de 4732; TDNT - 7:609,1077; n n

  1. aquilo que foi feito firme
    1. o firmamento, o arco do céu, que nos tempos antigos se pensava que era sólido
      1. lugar fortificado
    2. aquilo que fornece uma fundação
      1. no qual algo descansa firmemente, suporte
    3. firmeza, estabilidade
      1. metáf. num sentido militar: linha de frente

τόξον
(G5115)
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tóxon (tox'-on)

5115 τοξον toxon

da raiz de 5088; n n

  1. arco de flecha
  2. DARDO ENVENENADO - ou seja É o cavaleiro que usa uma lança com veneno na ponta uma arma usada em combates na antiga Grécia
  3. Toxina

Ἀρίσταρχος
(G708)
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Arístarchos (ar-is'-tar-khos)

708 Αρισταρχος Aristarchos

do mesmo que 712 e 757; n pr m Aristarco = “o melhor regente”

  1. certo cristão de Tessalônica, que acompanhou Paulo em sua terceira viagem missionária

בִּצָּה
(H1207)
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bitstsâh (bits-tsaw')

01207 בצה bitstsah

forma intensiva procedente de 1206; DITAT - 268b; n f

  1. pântano, charco

בַּרְקֹוס
(H1302)
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Barqôwç (bar-kose')

01302 ברקוס Barqowc

de derivação incerta; n pr m Barcos = “o filho cortou fora”

  1. líder de uma família de servidores do templo que retornou do exílio com Zorobabel

גֶּבֶא
(H1360)
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gebeʼ (geh'-beh)

01360 גבא gebe

procedente de uma raiz não usada; DITAT - 302a; n m

  1. cisterna, fonte
    1. cisterna
    2. fonte, charco

אֲדָר
(H143)
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ʼĂdâr (ad-awr')

0143 אדר ’Adar

provavelmente de derivação estrangeira; n Adar = “glorioso”

  1. décimo-segundo mês, correspondendo atualmente a Março-Abril

אֲדָר
(H144)
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ʼĂdâr (ad-awr')

0144 אדר ’Adar (aramaico)

correspondente a 143; DITAT - 2559; n Adar = “glorioso”

  1. décimo-segundo mês, correspondendo atualmente a Março-Abril

אֵבֶה
(H16)
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ʼêbeh (ay-beh')

016 אבה ’ebeh

procedente de 14 (no sentido de dobrar-se para frente); DITAT - 3c; n m

  1. junco, papiro

    Provavelmente os barcos feitos de junco ou papiro eram os barcos a vela daqueles dias por causa da sua velocidade.


דָּרַךְ
(H1869)
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dârak (daw-rak')

01869 דרך darak

uma raiz primitiva; DITAT - 453; v

  1. pisar, dobrar, liderar, marchar
    1. (Qal)
      1. pisar, marchar, avançar
      2. pisotear, pisar sobre
      3. pisar (uma prensa)
      4. pisar (dobrar) um arco
      5. arqueiro, flecheiros (particípio)
    2. (Hifil)
      1. pisar, pisotear
      2. pisar (curvar com o pé) um arco
      3. fazer andar, liderar, marchar, pisar

דַּרְקֹון
(H1874)
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Darqôwn (dar-kone')

01874 דרקון Darqown

de derivação incerta; n pr m Darcom = “espalhador”

  1. o líder de uma família de servos exilados do templo que retornaram com Zorobabel

הֹר
(H2023)
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Hôr (hore)

02023 הר Hor

outra forma de 2022; n pr loc

Hor = “montanha”

  1. a montanha na qual Arão morreu; situada no lado oriental do vale do Arabá, o mais alto de toda a cadeia de montanhas de arenito em Edom; no seu lado oriental está a cidade antiga de Petra
  2. a montanha identificada como um dos marcos da fronteira do norte da terra que os filhos de Israel estavam prestes a conquistar; localizada no Líbano

אָבִיב
(H24)
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ʼâbîyb (aw-beeb')

024 אביב ’abiyb

procedente de uma raiz não utilizada (significando ser novo, fresco); DITAT - 1b; n m

  1. fresco, espigas novas de cevada, cevada
  2. mês da formação da espiga, época da colheita Abibe, mês do êxodo e da páscoa (março ou abril)

טָחָה
(H2909)
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ṭâchâh (taw-khaw')

02909 טחה tachah

uma raiz primitiva; DITAT - 800; v

  1. arremeçar, atirar
    1. (Piel) um tiro de arco (particípio)

כְּלִי
(H3627)
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kᵉlîy (kel-ee')

03627 כלי k eliŷ

procedente de 3615; DITAT - 982g; n m

  1. artigo, vaso, implemento, utensílio
    1. artigo, objeto (em geral)
    2. utensílio, implemento, aparato, vaso
      1. implemento (de caça ou guerra)
      2. implemento (de música)
      3. implemento, ferramenta (de trabalho)
      4. equipamento, canga (de bois)
      5. utensílios, móveis
    3. vaso, receptáculo (geral)
    4. navios (barcos) de junco

מֵי הַיַּרְקֹון
(H4313)
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Mêy hay-Yarqôwn (may hah'-ee-yar-kone')

04313 מי ירקון Mey hay-Yarqown

procedente de 4325 e 3420 com o art. interposto; n pr loc Me-Jarcom = “águas amarelas”

  1. uma cidade em Dã, próxima a Jope

מַלְקֹושׁ
(H4456)
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malqôwsh (mal-koshe')

04456 מלקוש malqowsh

procedente de 3953; DITAT - 1127b; n m

  1. última chuva, chuva da primavera
    1. as chuvas de março e abril que amadurecem os cereais da Palestina

מַרְעֲלָה
(H4831)
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Marʻălâh (mar-al-aw')

04831 מרעלה Mar alah̀

procedente de 7477; n pr loc Marala = “trêmulo”

  1. uma cidade ou marco divisório junto à fronteira de Zebulom

מָשַׁךְ
(H4900)
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mâshak (maw-shak')

04900 משך mashak

uma raiz primitiva; DITAT - 1257; v

  1. tirar, arrastar, apanhar
    1. (Qal)
      1. tirar (e levantar), arrastar, guiar, arrastar ou conduzir, puxar
      2. puxar (o arco)
      3. continuar, marchar
      4. tirar ou emitir (um som)
      5. estender, prolongar, continuar
      6. seguir o alinhamento (da semente na semeadura)
      7. animar, puxar, atrair, gratificar
    2. (Nifal) ser tirado
    3. (Pual)
      1. ser tirado, adiado, tardar
      2. ser alto

נָחַת
(H5181)
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nâchath (naw-khath')

05181 נחת nachath

uma raiz primitiva; DITAT - 1351; v

  1. ir para baixo, descer
    1. (Qal)
      1. ir para baixo, descer
      2. descer, descer para (castigo) (fig.)
    2. (Nifal) descer em, penetrar
    3. (Piel) fazer descer, pressionar para baixo, esticar (um arco)
    4. (Hifil) fazer descer

נִיסָן
(H5212)
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Nîyçân (nee-sawn')

05212 ניסן Niycan

provavelmente de origem estrangeira; DITAT - 1359; n pr Nisã = “a fuga deles”

  1. o primeiro mês do calendário judeaico correspondente a março ou abril

נֵס
(H5251)
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nêç (nace)

05251 נס nec

procedente de 5264; DITAT - 1379a; n m

  1. algo levantado, estandarte, sinal, haste de sinalização, insígnia, bandeira, flâmula, vela de barco
    1. estandarte (como ponto de encontro), sinal
    2. estandarte (haste)
    3. insígnia, sinal

נֵעָה
(H5269)
Ver ocorrências
Nêʻâh (nay-aw')

05269 נעה Ne ah̀

procedente de 5128; n pr loc Neá = “trêmulo”

  1. um marco indicando a fronteira do território de Zebulom; localização desconhecida

נַעֲרָה
(H5292)
Ver ocorrências
Naʻărâh (nah-ar-aw')

05292 נערה Na arah̀

o mesmo que 5291;

Naara ou Naarate = “criada” n pr f

  1. a segunda esposa de Asur, da tribo de Judá n pr loc
  2. um dos marcos de terra na fronteira do sul do território de Efraim

עַיִן
(H5871)
Ver ocorrências
ʻAyin (ah'-yin)

05871 עין Àyin

o mesmo que 5869; n pr loc Aim = “fonte”

  1. um dos marcos divisórios de terra na fronteira oriental da Palestina
  2. uma das cidades no extremo sul de Judá, no Neguebe, e designada à tribo de Simei e dada aos sacerdotes

עֵת קָצִין
(H6278)
Ver ocorrências
ʻÊth Qâtsîyn (ayth kaw-tseen')

06278 עת קצין Èth Qatsiyn

procedente de 6256 e 7101; n. pr. loc.

Ete-Cazim = “tempo do juiz”

  1. um dos marcos da divisa de Zebulom; lugar desconhecido

פּוּט
(H6316)
Ver ocorrências
Pûwṭ (poot)

06316 פוט Puwt

de origem estrangeira; n. pr. pessoa Pute = “um arco”

  1. nação e povo da África do Norte; provavelmente líbios

צִיּוּן
(H6725)
Ver ocorrências
tsîyûwn (tsee-yoon')

06725 ציון tsiyuwn

procedente da mesma raiz que 6723 no sentido de conspicuidade [veja 5329]; DITAT - 1887a; n. m.

  1. poste, monumento, marco

קוּשָׁיָהוּ
(H6984)
Ver ocorrências
qûwshâyâhûw (koo-shaw-yaw'-hoo)

06984 קושיהו quwshayahuw

procedente do part. passivo de 6983 e 3050; n. pr. m. Cusaías = “arco do SENHOR”

  1. pai de Etã, o merarita
    1. o mesmo que “Quisi”

קִישִׁי
(H7029)
Ver ocorrências
Qîyshîy (kee-shee')

07029 קישי Qiyshiy

procedente de 6983; n. pr. m. Quisi = “arco do SENHOR”

  1. um levita merarita, pai ou ancestral de Etã, cantor no tempo de Davi

קַרְסֹל
(H7166)
Ver ocorrências
qarçôl (kar-sole')

07166 קרסל qarcol

procedente de 7164; DITAT - 2073b; n. f.

  1. tornozelo

קַרְקֹר
(H7174)
Ver ocorrências
Qarqôr (kar-kore')

07174 קרקר Qarqor

procedente de 6979; n. pr. l. Carcor = “fundação”

  1. um lugar a leste do Jordão, em Gileade, onde Zeba e Zalmuna foram novamente derrotados por Gideão

קֹשֶׁט
(H7189)
Ver ocorrências
qôsheṭ (ko'-shet)

07189 קשט qoshet ou קשׂט qosht

procedente de uma raiz não utilizada significando equilibrar; DITAT - 2088,2089a; n. m.

  1. arco
  2. verdade, veracidade equilibrada

קֶשֶׁת
(H7198)
Ver ocorrências
qesheth (keh'-sheth)

07198 קשת qesheth

procedente de 7185 no sentido original de 6983 de dobrar; DITAT - 2093; n. f.

  1. arco
    1. arco (para caça, combate)
    2. arqueiros, flecheiros
    3. arco (fig. de força)
    4. arco íris

רָמָה
(H7414)
Ver ocorrências
Râmâh (raw-maw')

07414 רמה Ramah

o mesmo que 7413, grego 4471 Ραμα e 707 Αριμαθαια; n. pr. l. Ramá = “colina”

  1. uma cidade em Benjaminm na divisa com Efraim, a cerca de 8 km (5 milhas) de Jerusalém e próximo de Gibeá
  2. a residência de Samuel localizada na região montanhosa de Efraim
  3. uma cidade fortificada em Naftali
  4. marco territorial na divisa de Aser, aparentemente entre Tiro e Sidom
  5. um lugar de batalha entre Israel e Síria
    1. também, “Ramote-Gileade”
  6. um lugar reocupado pelos benjamitas depois do retorno do cativeiro

שִׁכְּרֹון
(H7942)
Ver ocorrências
Shikkᵉrôwn (shik-ker-one')

07942 שכרון Shikk erown̂

em lugar de 7943; n. pr. l.

Siquerom = “embriaguez”

  1. um marco na divisa noroeste de Judá localizado entre Ecrom e Jabneel

שָׂרִיד
(H8301)
Ver ocorrências
Sârîyd (suw-reed')

08301 שריד Sariyd

o mesmo que 8300; n. pr. l. Saride = “sobrevivente”

  1. um lugar ou marco na divisa de Zebulom

תַּאֲנַת שִׁלֹה
(H8387)
Ver ocorrências
Taʼănath Shilôh (tah-an-ath' shee-lo')

08387 תאנת שלה Ta’anath Shiloh

procedente de 8385 and 7887; n. pr. l. Taanate-Siló = “acesso a Siló”

  1. um marco na divisa de Efraim

תַּמְרוּר
(H8564)
Ver ocorrências
tamrûwr (tam-roor')

08564 תמרור tamruwr ou (plural) תמרורים

procedente da mesma raiz que 8558; DITAT - 2523e; n. m.

  1. balizas, marcos, postes, marco feito de pedras empilhadas
    1. sentido duvidoso

בֹּהַן
(H932)
Ver ocorrências
Bôhan (bo'han)

0932 בהן Bohan

uma variação ortográfica de 931; n pr m

Boã = “polegar”

  1. um rubenita que demarcou o limite entre Judá e Benjamim com uma pedra
  2. (BDB) um piquete que indica a divisão entre Judá e Benjamim