Arco
Dicionário Comum
Fonte: Priberam
Acronarcótico: adjetivo Simultaneamente acre e narcótico.Etimologia (origem da palavra acronarcótico). Acro + narcótico.
substantivo masculino Substância com essas propriedades.
Etimologia (origem da palavra adenossarcoma). Adeno + sarco + oma.
Etimologia (origem da palavra anarco). Masculino de anarca; forma reduzida de anarquista.
[Política] Anarquismo que atribui aos sindicatos a organização da sociedade.
• Grafia no Brasil: anarcossindicalismo.
1.
Relativo ao
2.
Defensor do
• Grafia no Brasil: anarcossindicalista.
Etimologia (origem da palavra anasarco). Ana + sarco.
Etimologia (origem da palavra angiossarcoma). ângio + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra apossarco). Apo + sarco.
[Arquitetura] Curva que descreve uma abóbada.
[Matemática] Porção da curva contínua compreendida entre dois pontos.
[Matemática] Medida linear de um segmento da curva.
[Física] Arco elétrico ou voltaico, descarga elétrica através de um gás, produzindo temperatura muito elevada e luz fortíssima.
[Música] Vara guarnecida de crinas, que serve para tocar violino, violoncelo.
Qualquer objeto que se assemelhe a um semicírculo aberto, sendo a abertura usada para prender alguma coisa.
Gramática Cada uma das partes que compõem os parênteses.
Semicículo sob o qual passam os festejos numa festa.
[Arqueologia] Tipo de construção composta por semicírculo usada como suporte para uma abertura na parede, sustentando colunas ou pilares em suas laterais.
expressão Arco do triunfo. Monumento em forma de arco, decorado com inscrições e esculturas.
Etimologia (origem da palavra arco). Do latim arcus.
O mesmo que arco-íris.
1.
Meteoro luminoso, em forma de arco, apresentando as sete cores do
do arco-da-velha
[Informal]
Incrível, estranho ou prodigioso (ex.: vi coisas do arco-da-velha; era um negócio do arco-da-velha).
[Meteorologia]
Etimologia (origem da palavra arcocentro). Arco + centro.
Tempo do exercício dessa magistratura.
Etimologia (origem da palavra arconte). Do grego arkhon/ pelo latim archon.ontis.
Etimologia (origem da palavra arcoptoma). Do grego arkhós + ptoma.
Etimologia (origem da palavra arcoptose). Do grego arkhós + ptose.
Etimologia (origem da palavra arcorragia). Do grego arkhós + ragia.
(latim arcus, -us)
1. [Geometria] Porção da circunferência.
2. Curva.
3. Aro de ferro que segura as aduelas das vasilhas de madeira.
4. [Jogos] Jogo tradicional em que se procura fazer rodar um aro metálico com ajuda de uma haste.
5. Aro, geralmente de plástico ou de metal, que se usa como brinquedo, girando-o à volta da cintura, do pescoço, dos braços ou das pernas. [Equivalente no português do Brasil: bambolê.]
6.
[Arquitectura]
[
7. [Armamento] Arma para disparar setas. = BESTA
8. [Música] Vara, guarnecida de crina da cauda de cavalo, com que se tocam instrumentos de corda e alma, como o violino ou violoncelo.
9.
[Anatomia]
Estrutura
10. [Construção] Parte superior de porta ou janela.
11. [Ortografia] Cada uma das duas partes, (ou ), dos parênteses curvos.
arco abatido
[Arquitectura]
[
arco aviajado
[Arquitectura]
[
arco de cupido
[Anatomia]
Curva do lábio superior.
arco de descarga
[Arquitectura]
[
arco de governação
[Política]
Conjunto de partidos políticos que fazem ou estão em condições de fazer parte do governo de um país.
arco de pua
Ferramenta constituída por uma haste metálica, com uma extremidade rotativa e uma manivela, usada para fazer furos.
arco
[Electricidade]
[
arco governativo
[Política]
O mesmo que arco de governação.
arco voltaico
[Electricidade]
[
embandeirar em arco
Celebrar com muita alegria.
Etimologia (origem da palavra arcoso). Arco + oso.
(latim tardio arcosolius ou arcisolius)
Túmulo disposto na espessura de uma parede.
Etimologia (origem da palavra arcostenose). Do grego arkhós + estenose.
Etimologia (origem da palavra arcoverdense). Do topônimo Arcoverde + ense.
substantivo masculino e feminino Pessoa natural ou habitante desse município.
Figurado Crítico severo, mas justo e de bom critério.
Etimologia (origem da palavra autarcoglosso). Do grego aútarkhos, auto-suficiente + glosso.
substantivo masculino [Zoologia] Espécime dos Autarcoglossos.
Qualquer tipo de embarcação: andei de barco.
expressão Deixar correr o barco. Deixar as coisas como estão para ver o que acontecerá; não se preocupar com o desenrolar dos acontecimentos.
Etimologia (origem da palavra barco). Masculino de barca.
(alteração de barca)
1. Embarcação.
2. Pequena embarcação fluvial.
Fita estreita de linho, algodão, seda ou lã; nastro.
Fio de seda não aproveitado na fiação.
Qualquer fita ou cordão usada para prender, amarrar; atilho.
[Tipografia] Tira ou fita que, nas impressoras, leva a folha de papel do cilindro até à posição correta, formando uma pilha.
[Tipografia] Fita ou tira que, nas máquinas de dobrar, coloca as folhas de papel no mecanismo para fazer a dobragem.
Etimologia (origem da palavra cadarço). Do latim catharteum; pelo espanhol cadarzo.
Desgraça.
Não fazer uma só vasa no jogo.
Figurado Arruinar, destruir.
Etimologia (origem da palavra centrarco). Do grego kentron + arkhos.
Poça de água repleta de resíduos orgânicos.
Pântano ou local específico em que a água parada se esvai.
Atoleiro ou região cujo solo é mole e instável.
Figurado Sentimentos ou ações vis e imorais.
Etimologia (origem da palavra charco). Do espanhol charco.
1. Poça extensa, mas não profunda, de água estagnada e suja.
2. Pego, atoleiro.
Etimologia (origem da palavra charcoso). Charco + oso.
Etimologia (origem da palavra cistossarcoma). Cisto + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra condrossarcomatose). Condro + sarcomatose.
Da natureza de um condrossarcoma.
Etimologia (origem da palavra condrossarcomatoso). Condrossarcoma + t + oso.
(contra- + arco)
[Marinha] Parte da quilha sobre a qual assenta cada um dos mastros.
Plural: contra-arcos.Etimologia (origem da palavra ecsarcoma). Ec + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra ectossarco). Ecto + sarco.
Etimologia (origem da palavra encondrossarcoma). Do grego égkhondros + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra enterossarcocele). êntero + sarcocele.
Etimologia (origem da palavra esclerossarcoma). Esclero + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra exarco). 2.^a ed.
Oficial comandante das tropas auxiliares do império bizantino.
Etimologia (origem da palavra filarco). Do grego phýlarkhos.
Etimologia (origem da palavra flebonarcose). Flebo + narcose.
Gramática Feminino: garçonete.
Etimologia (origem da palavra garçom). Talvez do espanhol garzo.
Etimologia (origem da palavra garçonete). Do francês garçonette.
(garça + -ote)
Ornitologia Espécie de garça (Ixobrychus minutus) de tamanho pequeno e plumagem preta e bege. = GARCENHO, GARÇOTA
(latim gymnasiarchus, -i, do grego gumnasíarkhos, -ou)
História Responsável máximo pelo treino dos atletas, na Grécia antiga. = GIMNASIARCA, GINASIARCO
Etimologia (origem da palavra ginasiarco). Do grego gymnasiárkhes.
Etimologia (origem da palavra gliossarcoma). Glio(ma) + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra hiparco). Do grego hípparkhos.
Etimologia (origem da palavra hipnonarcoanálise). Hipno + narco + análise.
Etimologia (origem da palavra hipnonarcose). Hipno + narcose.
Etimologia (origem da palavra malacossarcose). Málaco + sarcose.
Pedra oblonga, alongada, com que se demarcam terrenos.
Figurado Toda ação ou acontecimento que caracteriza um período, geralmente simbolizando um evento importante.
Por Extensão Ponto que se utiliza como referência, modelo, exemplo.
Desnível no solo que se aproveita para assinalar limites territoriais.
[Construção] Parte imóvel que compõe portas e janelas.
Antigo Antigo medida de peso; equivalente a 8 onças.
expressão Marco postal. Pequena construção que, insulada e cilíndrica, serve para receber a correspondência, destinada ao correio.
Marco quilométrico. Sinal usado para assinalar os quilômetros nas estradas.
Etimologia (origem da palavra marco). Do germânico marka; pelo latim marcus.
Etimologia (origem da palavra marcofilia). Marca + filo + ia.
Etimologia (origem da palavra marcofílico). Marcofilia + ico.
Etimologia (origem da palavra marcomânico). Marcomano + ico.
(latim marcomani ou marcomanni, -orum)
1.
Relativo aos marcomanos, antigo povo da Germânia, de origem sueva, que, após ter sido derrotado pelos romanos, se estabeleceu na região da
2. Indivíduo desse povo.
Etimologia (origem da palavra marcondense). Do topônimo Marcondes + ense.
substantivo masculino e feminino Pessoa natural ou habitante desse município.
Etimologia (origem da palavra marconigrama). Marconi, do nome próprio + grama.
Etimologia (origem da palavra mielossarcoma). Míelo + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra miossarcoma). Mio + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra mixossarcoma). Mixo + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra monarcófago). Monarca + fago.
Etimologia (origem da palavra monarcolatria). Monarca + latra + ia.
Etimologia (origem da palavra monarcolátrico). Monarca + latra + ico.
substantivo masculino [Medicina] Termo que indica relação com estupor ou estado estuporoso ou de entorpecimento.
Etimologia (origem da palavra narco). Do grego nárke, “torpor, entorpecimento”.
Etimologia (origem da palavra narcolepsia). Narc
(o): + lepsia.
Etimologia (origem da palavra narcoléptico). Narco(lepsia) + ico.
(narco- + -mania)
[Psiquiatria] Dependência de narcóticos.
Etimologia (origem da palavra narcomaníaco). Narco + maníaco.
substantivo masculino Aquele que tem narcomania.
(narco- + -mano)
Que ou o que sofre de narcomania ou dependência excessiva de narcóticos. = NARCOMANÍACO
• Grafia no Brasil: narcômano.
• Grafia no Brasil: narcômano.
• Grafia em Portugal: narcómano.
Etimologia (origem da palavra narcomedusa). Narco + medusa.
Etimologia (origem da palavra narcornim). Do sânscr.
Redução da excitabilidade dos neurônios que, sendo reversível e ocorrendo pela ação de agentes químicos e físicos, pode causar uma sensação de estupor mais intensa que a anestesia.
Etimologia (origem da palavra narcose). Do grego nárkesis.eos, "entorpecimento".
Etimologia (origem da palavra narcossíntese). Narco + síntese.
(narco- + terapia)
Processo utilizado para o tratamento de certas doenças mentais, e que consiste em manter o doente num sono prolongado; cura pelo sono.
Figurado Qualquer coisa que entorpeça: vídeo-game pode ser para algumas pessoas um narcótico.
adjetivo Que provoca narcose, estado de sonolência, de inconsciência e entorpecimento, geralmente produzido por um medicamento ou substância.
Próprio e característico do que tem propriedades para causar esse estado.
Figurado Capaz de causar perda da sensibilidade, amortecimento dos sentidos.
Figurado Que provoca sono; sonífero.
Etimologia (origem da palavra narcótico). Do grego narkotikós.é.ón, capaz de entorpecer".
Etimologia (origem da palavra narcotínico). Narcotina + ico.
Etimologia (origem da palavra narcotização). Narcotizar + ção.
Figurado Entediar, enfadar.
Etimologia (origem da palavra narcotizável). Narcótico + izar + vel.
Etimologia (origem da palavra narcotráfico). Narco + tráfico; por influência do inglês narcotraffic.
Etimologia (origem da palavra nearco). Do latim nearchu.
Etimologia (origem da palavra neurossarcoclise). Neuro + sarco + do grego kleîsis, oclusão.
Diz-se do cavallo que tem cada ôlho de sua côr.
Etimologia (origem da palavra olhizarco). De ôlho + zarco.
Etimologia (origem da palavra osteosarcoma). De osteo... + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra papilossarcoma). Papilo + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra papilossarcomático). Papilo + sarcoma + t + ico.
Econômico nos gastos domésticos, nas despesas, nas refeições: indivíduo de atitudes parcas.
Qualidade de escasso: sujeito de parca saúde; indivíduo de parcos bens.
Etimologia (origem da palavra parco). Do latim parcus.
(parque + -o- + -metro)
O mesmo que parquímetro.
• Grafia no Brasil: parcômetro.
• Grafia no Brasil: parcômetro.
• Grafia em Portugal: parcómetro.
Árvore brasileira também chamada ipê.
Etimologia (origem da palavra perissarco). Peri + sarco.
Etimologia (origem da palavra plutarco). Do antropônimo Plutarco/ do grego Ploútarkhos/ do latim Plutarchus.i.
Etimologia (origem da palavra psamossarcoma). Psamo + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra quarço). Do alemão quarz.
Etimologia (origem da palavra queimarço). De queimar.
(latim chiliarcus, -i, do grego khilíarkhos, -ou, comandante de mil soldados)
[Militar] Comandante de uma quiliarquia. = QUILIARCA
Etimologia (origem da palavra sarcóbase). Sarco + base.
Etimologia (origem da palavra sarcoblasto). Sarco + blasto.
Etimologia (origem da palavra sarcocálice). De sarx do grego + cálice.
Etimologia (origem da palavra sarcocarpiano). Sarco + carpo + i + ano.
(sarcocarpo + -ico)
Botânica Relativo ao sarcocarpo.
(sarcocarpo + -io)
Botânica O mesmo que sarcocarpo.
(sarco- + -carpo)
Botânica Parte do pericarpo que fica entre o epicarpo e o endocarpo.
Etimologia (origem da palavra sarcocéfalo). Sarco + céfalo.
Etimologia (origem da palavra sarcocele). Do grego sarkokéle.
Etimologia (origem da palavra sarcocistídeo). Sarcocistes + ídeo.
Etimologia (origem da palavra sarcococo). Sarco + coco.
Goma-resina nauseante, outrora usada como remédio e que se supõe ser um exsudato de algumas espécies desse gênero.
Etimologia (origem da palavra sarcocola). Do grego sarkokólla.
Etimologia (origem da palavra sarcocoleira). Sarcocola + eira.
Etimologia (origem da palavra sarcocolina). Sarcocola + ina.
Etimologia (origem da palavra sarcode). Do grego sarkódes.
Etimologia (origem da palavra sarcoderme). Do grego sarx + derma.
Etimologia (origem da palavra sarcódico). Sarcode + ico.
Etimologia (origem da palavra sarcodíneo). Sarcodino + eo.
Etimologia (origem da palavra sarcofagia). Sarco + fago + ia.
Carnívoro.
Etimologia (origem da palavra sarcofágico). Sarco + fago + ico.
Etimologia (origem da palavra sarcofagídeo). Sarcófago + ídeo.
substantivo masculino Mosca da família dos Sarcofagídeos.
História Túmulo que, não enterrado, era feito com um tipo de pedra própria para corroer a carne dos mortos: sarcófagos egípcios.
Por Extensão Caixão usado para sepultar corpos de pessoas mortas, geralmente feito em mármore ou pedra; urna funerária, tumba, túmulo.
Representação do morto que, embora faça parte do monumento fúnebre, não contém o seu cadáver.
Figurado Local onde se guardam recordações, lembranças: meu coração é um sarcófago de memórias.
Substância usada para queimar carnes.
adjetivo Que se usa para queimar, consumir ou corroer a carne.
Etimologia (origem da palavra sarcófago). Do grego sarkophágos, "comedor de carne"; pelo francês sarcophage.
Etimologia (origem da palavra sarcofilo). Sarco + filo.
Etimologia (origem da palavra sarcofima). Sarco + fima.
O mesmo que
Etimologia (origem da palavra sarcoláctico). Sarco + do latim lacte + ico.
Etimologia (origem da palavra sarcolático). Sarco + lático.
Etimologia (origem da palavra sarcolema). Sarco + do grego lémma.
Etimologia (origem da palavra sarcolemal). Sarcolema + al.
Etimologia (origem da palavra sarcolemático). Sarcolema + ico.
Etimologia (origem da palavra sarcólise). Sarco + lise.
[Biologia] Célula que participa na desintegração do tecido mole.
[Biologia] Fibra muscular em estado de desintegração.
[Medicina] Concreção ou cálculo dos tecidos moles.
Etimologia (origem da palavra sarcólito). Sarco + lito.
Etimologia (origem da palavra sarcólobo). Sarco + lobo.
Tratado sobre esse assunto.
Etimologia (origem da palavra sarcologia). Sarco + logo + ia.
Etimologia (origem da palavra sarcológico). Sarco + logo + ico.
Etimologia (origem da palavra sarcólogo). Sarco + logo.
(grego sárkoma, -atos, sarcoma + -ico)
O mesmo que sarcomatoso.
Etimologia (origem da palavra sarcomatose). Sarcoma + t + ose.
Que tem sarcoma.
Etimologia (origem da palavra sarcomatoso). Sarcoma + t + oso.
Etimologia (origem da palavra sarcomelanina). Sarco + melanina.
Etimologia (origem da palavra sarcomério). Sarco + mero + io.
(sarco- + -mero)
[Citologia]
Cada um dos segmentos dos músculos estriados voluntários que permitem a
• Grafia no Brasil: sarcômero.
• Grafia no Brasil: sarcômero.
• Grafia em Portugal: sarcómero.
Etimologia (origem da palavra sarcomicete). Sarco + miceto.
substantivo masculino Cada um desses cogumelos. Variação de sarcomiceto.
Etimologia (origem da palavra sarcomiceto). Sarco + miceto.
Etimologia (origem da palavra sarcomixoma). Sarco + mixoma.
Etimologia (origem da palavra sarcônfalo). Sarco + ônfalo.
Etimologia (origem da palavra sarconfalocele). Sarco + ônfalo + cele.
(Do gr. sarx + puon + eidos).
Etimologia (origem da palavra sarcopirâmide). De sarco... + pirâmide.
Etimologia (origem da palavra sarcoplásmico). Sarco + plasma + ico.
Etimologia (origem da palavra sarcoplástico). Sarco + plasto + ico.
Etimologia (origem da palavra sarcopoese). Sarco + do grego poíesis.
Etimologia (origem da palavra sarcopsíleo). Sarco + do grego psylla.
substantivo masculino Ácaro da família dos Sarcoptídeos.
Etimologia (origem da palavra sarcoptídeo). Sarcopta + ídeo.
Etimologia (origem da palavra sarcoptiforme). Sarcopta + i + forme.
Etimologia (origem da palavra sarcopto). Contração de sarcocopto, do grego sarx + koptein.
Etimologia (origem da palavra sarcorranfo). Sarco + do grego rhamphé.
Botânica Aumento anormal da casca, devido ao excessivo acúmulo de substâncias nutritivas e elaboradas.
Etimologia (origem da palavra sarcose). Sarco + ose.
Etimologia (origem da palavra sarcosina). Sarcose + ina.
1. Da natureza da sarça, espinhoso.
2. Que produz sarça.
Plural: sarçosos |ó|.Etimologia (origem da palavra sarcospermo). Sarco + espermo.
Etimologia (origem da palavra sarcosporidiose). Sarcosporídio + ose.
Etimologia (origem da palavra sarcossoma). Sarco + soma.
Etimologia (origem da palavra sarcostema). Do grego sarx, sarkos + stemma.
Etimologia (origem da palavra sarcosteose). Sarco + osteose.
Etimologia (origem da palavra sarcóstomo). Sarco + estomo.
Etimologia (origem da palavra sarcótico). Do grego sarkotikos.
Etimologia (origem da palavra sarcotripsia). Do grego sarx + tripsis.
Etimologia (origem da palavra sarcotríptico). Sarco + do grego triptós + ico.
Etimologia (origem da palavra sarcotriptor). Sarco + do grego triptós + or.
Etimologia (origem da palavra sissarcose). Do grego syssárkosis.
Etimologia (origem da palavra sobrearco). Sobre + arco.
Etimologia (origem da palavra telearco). Do grego teléarkhos.
Etimologia (origem da palavra tireossarcoma). Tíreo + sarcoma.
Etimologia (origem da palavra toponarcose). Topo + narcose.
Etimologia (origem da palavra xantossarcoma). Xanto + sarcoma.
(árabe zarqa, feminino de azraq, azul, de olhos azuis, brilhante)
1. Que tem olhos garços ou azuis-claros.
2. Diz-se do cavalo que tem uma malha branca à roda de um ou de ambos os olhos.
Sinónimo Geral:
ZARGO
Dicionário Bíblico
Fonte: Dicionário Adventista
Arco: do Lat. arcus. m., porção da circunferência; instrumento que serve para atirar setas; haste, guarnecida de crina, com que se ferem as cordas de certos instrumentos; curva de abóbada; qualquer objecto de forma anelar ou circular; aro; ornamentos constituídos por dois mastros ligados por vergas e revestidos de verdes e flores que se levantam em festas religiosas e romarias; cada uma das curvas do parêntesis.
i. Uma breve introdução, descrevendo a pregação do precursor de Jesus e o próprio batismo e tentação do Salvador (1.1 a 13).
ii. os mais importantes acontecimentos da vida pública e ministério de Jesus na Galiléia, ocupando estes fatos a parte maior do livro (1.14 a 9.50).
iii. Uma resumida narração da viagem de Jesus a Jerusalém
(10). – a Sua entrada na cidade, e alguns acontecimentos que ali ocorreram, principalmente os Seus sofrimentos, morte e ressurreição (11.1 a 16.20). Pela prova interna sustenta-se que o Evangelho foi escrito principalmente para os leitores gentios. Na verdade, explicam-se palavras, que os gentios não compreendem (3.17 – 5.41 – 7.11 – 7.34 – 10.46 – 14.36 – 15,34) – e igualmente são explicados os costumes judaicos (7.3,4 – 14.12 – 15,42) – são poucas as referências ao A. T. – e lêem-se formas latinas, que não aparecem nos outros Evangelhos (6.27 – 7.4 – 12.42 – 15.39,44,45). Eis algumas particularidades do Evangelho de Marcos : os milagres do surdo e mudo (l.31 a
37) e do cego de Betsaida (8.22 a
26) – a parábola da semente que cresce de modo oculto (4.26 a
29) – o caso daquele jovem envolto num lençol de linho, quando Jesus foi preso (14.51,52) – a aparição de Cristo aos discípulos depois da ressurreição, sendo acusados de incredulidade (16.14 a
18) – e a explicação dos costumes judaicos a respeito da purificação (7.2 a 4). Entre outros característicos deste Evangelho, precisamos notar que, diferente dos outros, ele não apresenta nenhum predominante fim teológico: é apenas uma crônica, alongando-se principalmente sobre os maravilhosos atos de Jesus. A vida que ele descreve é cheia de ação dotada de um poder sem limites, de uma energia que não fatiga, e de uma graça inesgotável. A relação do autor com Pedro explica as firmes, vividas e circunstanciadas cores da narrativa. As próprias palavras aramaicas, que o Divino Mestre emprega, são por vários motivos proferidas, como Boanerges, Talita cumi, Efatá, Corbã, Aba. As várias emoções dos personagens são maravilhosamente indicadas na narrativa. *veja por exemplo: 3.34 – 8.12 – 10.14,21,32 – 16.5,6. o tempo e o lugar são cuidadosamente particularizados. E se certas passagens referentes a Pedro são omitidas por outros evangelistas (1.36 – 11.21 – 13.3 – 16.7), também ele omite referências a Pedro que são igualmente importantes (cp. 7.17 com Mt
Dicionário Etimológico
Fonte: Dicionário Etimológico 7Graus
Cadarço: do grego "kathartéon", que significava "seda que se deve limpar", isto é, "serikón kathartéon". Com o tempo assumiu o sentido de "cordão".Dicionário de Sinônimos
Fonte: Dicio
Barco: embarcação, navio; nau, fragata, caravela, galera, galé, iate, batel, batelão, alvarenga, lancha, barca, chata, catraia, bote, xaveco, tartana, manchua, gôndola, galeota, canoa, junco, piroga, igara, barcaça, galeão, bergantim, brigue, escuna. – Barco é “termo genérico, menos porém que embarcação, pois é restrito à ideia de construção; enquanto que embarcação designa qualquer corpo flutuante que pode conter pessoas ou coisas. A jangada é uma embarcação, mas não é um barco. – Navio é a embarcação destinada a navegar no mar alto, mas só se diz dos barcos cobertos, para os quais é termo genérico. – Embarcação não se diz hoje dos navios de guerra; barco, sim”. – Como os precedentes, todos os vocábulos que se seguem apresentam de comum a ideia de “próprios para transporte por água (rio, ou mar)”. – Nau era o maior navio outrora empregado principalmente na guerra. – A fragata, como força agressiva, era inferior à nau. – A caravela era menor que a fragata, e servia tanto para a guerra como para o tráfego marítimo. – Galera = “antiga embarcação, estreita e comprida, de vela e remos, com dois ou três mastros”. – Galé é embarcação de baixo bordo, de vela e remos, usada outrora. – Galeota (diminutivo de galé) é pequeno barco, elegante e luxuoso; e, como o iate, serve mais para recreio. O iate, no entanto, é maior, e pode até prestar-se para longas viagens. – Batel e escaler são pequenas embarcações que conduzem para bordo dos navios não atracados ao cais. O escaler distingue-se do outro em ser movido ou poder mover-se tanto a remos como a vela, sendo o batel movido só a esforço do remeiro. Talvez por isso é que se diz – “batel da vida” (e nunca – escaler...) fazendo alusão ao esforço e trabalho com que é levado. – Batelão (aumentativo de batel) é “barca rasa e grande, larga e aberta como a alvarenga”. Servem ambas para o trasbordo de cargas, rebocadas dos navios para os trapiches ou vice-versa. – Lancha é “embarcação pequena e sem tilha (coberta) que anda tanto à vela como a remos”, e que serve também para o serviço de carga e descarga de navios, e transporte de passageiros de terra para os vapores, e vice-versa. – Barca = “embarcação larga e pouco funda” (C. de Fig.). – Barcaça é barca maior. – Chata é “barcaça larga e de pouco fundo, empregada, como o batelão e a alvarenga, no serviço de transporte de cargas dentro da baía”. – Catraia é bote pequeno. – Bote é batel de rio, pequeno escaler, movido a remos. – Xaveco – espécie de fragata usada outrora pelos mouros no corso do Mediterrâneo. – Tartana era um xaveco menor, de um só mastro. – Manchua – “pequeno barco usado nas costas da Ásia”. – Gôndola – “pequena embarcação (como a galeota) movida a remos, usada principalmente para recreio”. – Galeão (aum. de galé) – “antigo navio Dicionário de Sinônimos da Língua Portuguesa 235 de alto bordo; nau de guerra”. (C. de Fig.) – Bergantim – “pequena fragata, de dois mastros, e também movida a remos”. – Brigue – “bergantim maior”. – Escuna – “brigue tendo vergas no mastro da proa e sem mastaréu de joanete”. – Canoa – “pequena embarcação, feita quase sempre de um só tronco de árvore escavado”, e de uso nas enseadas e nos rios. – Junco – “pequena canoa ou batel, fino e leve, usado pelos chineses”. – Piroga e igara – “canoas de índios”.Quem é quem na Bíblia?
Autor: Paul Gardner
Aristarco:(Gr. “excelente governador”). Nativo de Tessalônica, foi um dos mais constantes e fiéis “cooperadores” de Paulo (Fm
24) em suas viagens missionárias. Ele chama nossa atenção pela primeira vez em Atos
Pode-se ver claramente que sua fé e seu compromisso eram muito fortes. Em todos os lugares onde é citado, havia perseguições; no caso do tumulto em Éfeso, ele e Gaio foram apanhados, em vez de Paulo. Homens como Aristarco, que demonstraram tal fé cristã em tempos difíceis, devem tornar-se exemplos para todos os cristãos em todas as gerações, quando as lutas são abundantes. P.D.G.
Veja Marcos, João.
Referências no Novo Testamento
A primeira referência a este Marcos no Novo Testamento aparece no relato da libertação miraculosa de Pedro da prisão em Jerusalém, onde fora colocado por ordem de Herodes Agripa (44 d.C.; At
A seguir, Marcos é associado com Barnabé e Paulo, os quais levaram uma ajuda financeira da igreja em Antioquia para os cristãos da Judéia que passavam necessidades devido à fome na região (46 d.C.; At
Em Antioquia, outra missão foi confiada aos três. Barnabé e Saulo foram designados pela Igreja a realizar uma viagem missionária (47 d.C.), a qual começou em Chipre, onde Barnabé havia morado (At
Sua participação, entretanto, nessa primeira viagem missionária aparentemente teve curta duração. Depois de ministrar em Chipre, os três navegaram para Perge da Panfília (At
v. 40). Barnabé, por sua vez, “levando consigo a Marcos, navegou para Chipre” (v. 39), a área onde seu sobrinho servira tão bem na vez anterior.
Alguém talvez julgue que a firmeza de Paulo em não permitir a participação de João Marcos na segunda viagem missionária significaria o fim de qualquer ministério juntos no futuro. O caso, porém, não foi esse. Em duas de suas cartas (60 a 62 d.C.), provavelmente escritas enquanto aguardava o primeiro julgamento em Roma, depois de completar sua terceira viagem missionária, o apóstolo refere-se a ele de forma apreciativa. Na carta aos Colossenses, Marcos é mencionado com outros cooperadores de Paulo como alguém que fora “uma consolação” para ele (Cl
A referência final a João Marcos no Novo Testamento ocorre numa das cartas de Pedro. Ele foi mencionado pela primeira vez em conexão com a libertação deste apóstolo da prisão em Jerusalém. Pedro encontrava-se em “Babilônia” [não se sabe ao certo se era uma região ou uma cidade] (64 d.C.) e Marcos estava com ele. A proximidade da comunhão entre ambos é indicada pelo tratamento do apóstolo: “meu filho” (1Pe
De acordo com Papias de Hierápolis (130 d.C.; citado por Eusébio na História Eclesiástica 3:39.15), Marcos prosseguiu no ministério com Pedro em “Babilônia”, como seu “intérprete” e compilador de seu ensino sobre “as coisas ditas e feitas pelo Senhor”. Esta última frase é uma descrição resumida do evangelho de Marcos. O testemunho de Papias serve para validar a utilidade e a autoridade do relato de Marcos para a Igreja primitiva.
Marcos também está relacionado com o estabelecimento de igrejas em Alexandria (Eusébio, H.E., 2:16.1). Segundo a tradição, foi martirizado lá (A Crônica Pascal), e seus restos mortais posteriormente foram transportados para Veneza, Itália.
Características e teologia do evangelho de Marcos
Embora todos os evangelhos compartilhem um propósito similar, ou seja, proporcionar aos leitores um relato sobre o ensino e o ministério de Jesus, os escritores que escreveram cada evangelho também trouxeram à obra conceitos e pontos de vista particulares, tanto pastorais como teológicos. Neste aspecto o relato sobre a vida e obra de Cristo é como um quadro pintado, que não somente reproduz o modelo, mas também revela algo sobre a pessoa que o compôs. Lido com isso em mente, algumas das características do evangelho de Marcos são entendidas à luz do breve esboço de sua vida, proporcionado pelas referências a ele no Novo Testamento (citadas acima).
O fracasso dos discípulos
Embora os evangelhos, cada um à sua maneira, relatem a luta dos discípulos com o entendimento da mensagem e do ministério de Jesus, o retrato de Marcos do fracasso e da falta de entendimento demonstrada constantemente pelos seguidores de Cristo é pintado de maneira mais contundente do que os outros. Ele mostra que os discípulos invariavelmente não entendiam as parábolas de Jesus (Mc
10) e suas predições sobre sua morte iminente (9:10,32). Falharam em entender o significado de suas obras poderosas, como acalmar o mar (4:40,41), andar sobre a água (6:49-52) e finalmente o abandonaram em sua maior angústia e dor (14:50).
Marcos inclusive concluiu seu evangelho com uma nota de fracasso. As mulheres que foram ao túmulo de Jesus e o encontraram vazio receberam a seguinte instrução: “Mas ide, dizei a seus discípulos, e a Pedro, que ele vai adiante de vós para a Galiléia” (Mc
Em parte, a ênfase de Marcos serve como um lembrete salutar de que os propósitos de Deus são realizados por pessoas falíveis. O próprio evangelista decepcionou na primeira viagem missionária, ao deixar Paulo e Barnabé sozinhos na Panfília. Embora não se saiba o motivo, a indisposição de Paulo em levá-lo novamente sugere que no mínimo considerava a atitude de Marcos indesculpável. Mesmo assim, as referências posteriores do apóstolo sobre ele demonstram que houve uma reconciliação e que Paulo não só aceitou seu envolvimento no ministério como o solicitou.
O avanço do reino
Marcos resumiu a mensagem de Jesus no início de seu evangelho: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc
26) e à antecipação da comunhão com Ele no Reino de Deus (14:25).
Marcos foi testemunha do início da Igreja primitiva, desde seu nascimento em Jerusalém, quando se reunia em sua própria casa, até a extensão dos empreendimentos missionários que alcançaram todo o território do Império Romano. Anos mais tarde, como companheiro de Paulo e Pedro, observou o notável crescimento que resultou da ampla proclamação do Evangelho. Ainda assim, sempre lembrava a seus leitores que isso era obra de Deus. Quando os discípulos perguntaram a Jesus: “Então quem poderá salvar-se?” (Mc
O autossacrifício de Jesus e sua vindicação
Marcos não deixa dúvidas aos leitores sobre o principal assunto de seu evangelho, quando declara na primeira linha de seus escritos: “Princípio do evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus” (Mc
O padrão da vida de Jesus que Marcos coloca diante dos discípulos foi resumido desta maneira: “Pois o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc
Marcos revela que este era o plano de Deus para Jesus por meio da confissão do centurião que estava presente na crucificação: “Verdadeiramente este homem era o filho de Deus!” (Mc
Dicionário da FEB
Fonte: febnet.org.br
Arco-íris: O arco que se forma nas nuvens e a que dais o nome de arco-íris, arco que Deus, por intermédio de Moisés, seu enviado, indicou aos hebreus como sendo o sinal da aliança perpétua entre ele e todas as criaturas vivas da terra, é, em espírito e verdade, tirado da letra, que o vela, o espírito: o emblema – do progresso, dentro da unidade e da solidariedade, de todos os mundos e de todas as essências espirituais em todos os Reinos da Natureza, quer materializadas, A quer encarnadas no estado material ou no estado fluídico, quer perispiriticamente incorporadas, quer errantes na imensidade; é o emblema da marcha ascendente, una e solidária, de todos os mundos e de todas as essências espirituais a todos os graus da escala. [...]Referencia: ROUSTAING, J•B• (Coord•)• Os quatro evangelhos: Espiritismo cristão ou revelação da revelação• Pelos Evangelistas assistidos pelos Apóstolos e Moisés• Trad• de Guillon Ribeiro• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1988• 4 v• - v• 2
Filho de MARIA 5, e primo de Barnabé (Cl
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EVANGELHO DE MARCOS
Segundo livro do NT, considerado o mais antigo dos Evangelhos. Marcos (V. MARCOS, JOÃO) destaca principalmente a atividade constante e a autoridade de Jesus. Jesus vai de um lugar para outro, anunciando a vinda do REINO DE DEUS, ensinando multidões, fazendo milagres e curando doentes. Para ajudá-lo, ele escolhe 12 homens, os apóstolos. Estes o acompanham por toda parte, aprendem que por meio do evangelho todas as pessoas podem fazer parte do Reino de Deus. Depois os apóstolos saem para anunciar essa mensagem de salvação e para curar pessoas. Em tudo isso Jesus age com autoridade, que lhe vem de Deus. Ele é o FILHO DO HOMEM, que Deus escolheu e enviou para ser o Salvador (10.45). Portanto, ele tem autoridade para expulsar demônios, curar doentes e perdoar pecados. Este Evangelho começa com o batismo de Jesus (1.9-11) e termina com a sua ressurreição (16.1-8). O trecho final (16.9-20) não faz parte do texto original grego.
Dicionário de Jesus e Evangelhos
Autor: César Vidal Manzanares
Marcos: Marcos Também João Marcos. Judeu-cristão, primo de Barnabé e filho de uma mulher em cuja casa se reunia a Igreja hierosolimita. Tradicionalmente, atribui-se a ele a redação do evangelho que leva seu nome. Participou do início da Igreja antioquena e acompanhou Paulo, junto com seu primo Barnabé, em sua primeira viagem missionária. O fato de decidir abandonar seus acompanhantes em Perge levá-lo-ia a uma ruptura temporal com Paulo. Em 1PeA - Evangelho de Marcos
1. Autoria e datação. O evangelho de Marcos — que, muito possivelmente, reúne a pregação petrina — é um evangelho dirigido fundamentalmente aos gentios e, quase com toda a segurança, forjado em um meio pagão. Tradicionalmente, tem sido identificado com Roma (o que combinaria com a missão petrina) (Eusébio, HE 2:15; 6,14,16) ou, secundariamente, com Alexandria, em harmonia com uma tradição que situa Marcos nessa cidade (João Crisóstomo, Hom. Mt
É bem possível que o autor possa ser identificado com João Marcos. Quanto à sua datação, costuma-se admitir, quase que unicamente, que foi escrito antes do ano 70 d.C. e pouco antes ou pouco depois da perseguição de Nero, embora alguns autores o considerem ainda mais antigo. As mesmas fontes antigas manifestam essa duplicidade de opiniões. Para Eusébio (HE 6:14.5-7), Marcos teria escrito seu evangelho por volta de 64-65. Clemente de Alexandria, ao contrário, fixou-o em uma data cujo termo “a quo” seria o ano de 45. Mais duvidosa é a afirmação de que Marcos é o primeiro escrito entre os quatro que o Novo Testamento contém.
Certamente é o mais breve, mas não é menos verdade que, por exemplo, os mesmos episódios em Marcos e em Mateus apresentem-se mais elaborados no primeiro do que no segundo.
2. Estrutura e mensagem. A estrutura de Marcos é muito simples. Após um breve prólogo (1,1-15), que tem início com a pregação de João Batista, Marcos descreve o ministério galileu de Jesus (1,6-8,26) e, como sua consumação, a paixão, morte e ressurreição de Jesus (8,27-16,8).
Mesmo que Marcos não pretenda fazer teologia, mas narrar uma história, é inegável que em sua obra estão presentes motivos teológicos bem definidos. O primeiro deles é o anúncio do Reino ao qual Marcos faz quinze referências em contraposição às cinqüenta de Mateus e às quarenta de Lucas. Esse Reino já se encontra presente e pode ser recebido quando se tem o coração puro e simples de uma criança (10,14-15 ). Sem dúvida, sua manifestação total será futura (10,23- 25; 14,25; 14,3-20.26-29,30-32), relacionada com o Filho do homem — o próprio Jesus — (8,38; 13
Nessa situação dupla de presente e futuro, de “já” e ainda “não”, reside precisamente o mistério do Reino ao qual fazem referências as parábolas (4,3-20; 26-29,30-32). A vitória sobre os demônios (1,21-27), a cura dos enfermos (2,1-12), o relacionamento direto com os pecadores (2,13-17), a alimentação dos famintos (6,34-44) e, evidentemente, o chamado dos Doze são sinais do Reino.
O segundo aspecto central da teologia de Marcos é sua visão de Jesus. Este é o messias — que se vê como Servo de Is
Finalmente, e como acontece nos relatos dos outros evangelhos, Marcos também formula ao homem a necessidade de responder à chegada do Reino em Jesus. Na realidade, só existe uma resposta possível: a conversão (1,16), porque o tempo já chegou. Será um tempo marcado pela morte expiatória do Filho do homem (10,45) e a espera da consumação do Reino anunciado na Ceia do Senhor (14,25). Agora já é possível entrar no Reino todo aquele que se aproxime com a fé de uma criança (10,14-15). Para quem crê e é batizado existe salvação, mas a condenação é o destino de quem não o aceita (Mc
V. Taylor, The Gospel of Mark, Nova York 1966 (há edição em espanhol na Cristiandad, Madri 1980, Evangelio según san Marcos); H. Anderson, The Gospel of Mark, 1981; E. Best, Mark: The Gospel as Story, Filadélfia 1983; L. Hurtado, Mark, Peabody 1983; m. Hengel, Studies in the Gospel of Mark, Minneapolis 1985; D. Lührmann, Das Markusevangelium, Tubinga 1987; R. A. Guelich, Mark 1-8: 26, Waco 1989; J. D. Kingsbury, Conflict in Mark, Minneapolis 1989; J. Delorme, El Evangelio según san Marcos, Estella 131995; P. Grelot, Los Evangelios, Estella5 1993; J. m. Gonzáles-Ruiz, Evangelio según Marcos, Estella 1988; Xabier Pikaza, Para vivir el Evangelio. Lectura de Marcos, Estella 1995.
Pequeno Abc do Pensamento Judaico
Adar: Décimo-segundo mês judaico. Corresponde aprox. a fevereiro-março.Strongs
provavelmente do obsoleto diako (saída breve para fazer ou buscar alguma coisa, cf 1377); TDNT - 2:88,152; n m/f
- alguém que executa os pedidos de outro, esp. de um mestre, servo, atendente, minístro
- o servo de um rei
- diácono, alguém que, em virtude do ofício designado a ele pela igreja, cuida dos pobres e tem o dever de distribuir o dinheiro coletado para uso deles
- garçom, alguém que serve comida e bebida
talvez de 2046 (como um símbolo da mensageira das divindades pagãs); TDNT - 3:339,369; n f
- arco-íris
de origem hebraica 3195
Ituréia = “fora dos limites” ou “ele encontrará um jeito de”
- região montanhosa, localizada ao nordeste da Palestina e oeste de Damasco. Na época em que João Batista começou o seu ministério público, estava sob o domínio de Felipe, o tetrarca, filho de Herodes, o grande. Foi uma das regiões dadas a este príncipe depois da morte do pai. O rei Aristóbulo, por volta do ano 100 a.C., transformou-a em um domínio judaico. Seus habitantes tornaram-se notáveis pela pilhagem e pelo habilidoso uso do arco.
de origem hebraica 3110
João = “Jeová é um doador gracioso”
João Batista era filho de Zacarias e Elisabete, e o precussor de Cristo. Por ordem de Herodes Antipas, foi lançado na prisão e mais tarde decapitado.
João, o apóstolo, escritor do quarto evangelho, filho de Zebedeu e Salomé, irmão de Tiago. É aquele discípulo (sem menção do nome) chamado no quarto evangelho de “o discípulo amado” de Jesus. De acordo com a opinião tradicional, é o autor do Apocalipse.
João, cognominado Marcos, companheiro de Barnabé e Paulo At 12:12.
João, um membro do Sinédrio At 4:6.
de um composto de 2992 e 1349; n pr loc Laodicéia = “justiça do povo”
- cidade da Frígia, situada às margens do rio Lico, não distante de Colossos. Foi destruída por um terremoto em 66 d.C. e reconstruída por Marcos Aurélio. Era a sede da igreja cristã.
de afinidade incerta; n pr m Lísias = “o que liberta”
- tribuno ou quiliarco da corte romana
de origem hebraica 4813
Maria = “sua rebelião”
Maria, mãe de Jesus
Maria Madalena, uma mulher de Magdala
Maria, irmã de Lázaro e Marta
Maria de Clopas, a mãe de Tiago, o menor
Maria, mãe de João Marcos, irmã de Barnabé
Maria, cristã romana que é saudada por Paulo em Rm 16:6
de origem latim; n pr m Marcos = “defesa”
- um evangelista, autor do Evangelho de Marcos. Marcos era seu sobrenome latino, seu nome judaico era João. Era primo de Barnabé e companheiro de Paulo em algumas de suas viagens missionárias
flor do mesmo nome, de narke (estupefação, como um “narcótico”); n pr m Narciso = “estupidez”
- habitante de Roma mencionado por Paulo em Rm 16:11
de 3796; adj
- tardio, mais tarde
- do tempo de abaixamento das águas do Nilo
- as chuvas tardias ou primaveris, que caem principalmente nos meses de Março e Abril justo antes da colheita
de um suposto derivado de 4143; n n
- pequeno barco, bote
palavra primitiva; n f
qualquer coisa escavada, vaso oco, canal, bandeja, barril
de um barco
de afinidade incerta; TDNT - 7:358,1038; n n
- vaso
- implemento
- no plural
- utensílios caseiros, ferramentas domésticas
- equipamento ou armamento de barcos, usado especialmente de velas e cordas
- metáf.
- homem de qualidade, instrumento escolhido
- num mau sentido, alguém que ajuda na realização de uma obra má “vaso” era uma metáfora grega comum para “corpo”, já que os gregos pensavam das almas como vivendo temporariamente nos corpos.
de 4732; TDNT - 7:609,1077; n n
- aquilo que foi feito firme
- o firmamento, o arco do céu, que nos tempos antigos se pensava que era sólido
- lugar fortificado
- aquilo que fornece uma fundação
- no qual algo descansa firmemente, suporte
- firmeza, estabilidade
- metáf. num sentido militar: linha de frente
da raiz de 5088; n n
- arco de flecha
- DARDO ENVENENADO - ou seja É o cavaleiro que usa uma lança com veneno na ponta uma arma usada em combates na antiga Grécia
- Toxina
forma intensiva procedente de 1206; DITAT - 268b; n f
- pântano, charco
de derivação incerta; n pr m Barcos = “o filho cortou fora”
- líder de uma família de servidores do templo que retornou do exílio com Zorobabel
procedente de uma raiz não usada; DITAT - 302a; n m
- cisterna, fonte
- cisterna
- fonte, charco
provavelmente de derivação estrangeira; n Adar = “glorioso”
- décimo-segundo mês, correspondendo atualmente a Março-Abril
correspondente a 143; DITAT - 2559; n Adar = “glorioso”
- décimo-segundo mês, correspondendo atualmente a Março-Abril
procedente de 14 (no sentido de dobrar-se para frente); DITAT - 3c; n m
- junco, papiro
Provavelmente os barcos feitos de junco ou papiro eram os barcos a vela daqueles dias por causa da sua velocidade.
uma raiz primitiva; DITAT - 453; v
- pisar, dobrar, liderar, marchar
- (Qal)
- pisar, marchar, avançar
- pisotear, pisar sobre
- pisar (uma prensa)
- pisar (dobrar) um arco
- arqueiro, flecheiros (particípio)
- (Hifil)
- pisar, pisotear
- pisar (curvar com o pé) um arco
- fazer andar, liderar, marchar, pisar
de derivação incerta; n pr m Darcom = “espalhador”
- o líder de uma família de servos exilados do templo que retornaram com Zorobabel
outra forma de 2022; n pr loc
Hor = “montanha”
- a montanha na qual Arão morreu; situada no lado oriental do vale do Arabá, o mais alto de toda a cadeia de montanhas de arenito em Edom; no seu lado oriental está a cidade antiga de Petra
- a montanha identificada como um dos marcos da fronteira do norte da terra que os filhos de Israel estavam prestes a conquistar; localizada no Líbano
procedente de uma raiz não utilizada (significando ser novo, fresco); DITAT - 1b; n m
- fresco, espigas novas de cevada, cevada
- mês da formação da espiga, época da colheita Abibe, mês do êxodo e da páscoa (março ou abril)
uma raiz primitiva; DITAT - 800; v
- arremeçar, atirar
- (Piel) um tiro de arco (particípio)
procedente de 3615; DITAT - 982g; n m
- artigo, vaso, implemento, utensílio
- artigo, objeto (em geral)
- utensílio, implemento, aparato, vaso
- implemento (de caça ou guerra)
- implemento (de música)
- implemento, ferramenta (de trabalho)
- equipamento, canga (de bois)
- utensílios, móveis
- vaso, receptáculo (geral)
- navios (barcos) de junco
procedente de 3953; DITAT - 1127b; n m
- última chuva, chuva da primavera
- as chuvas de março e abril que amadurecem os cereais da Palestina
procedente de 7477; n pr loc Marala = “trêmulo”
- uma cidade ou marco divisório junto à fronteira de Zebulom
uma raiz primitiva; DITAT - 1257; v
- tirar, arrastar, apanhar
- (Qal)
- tirar (e levantar), arrastar, guiar, arrastar ou conduzir, puxar
- puxar (o arco)
- continuar, marchar
- tirar ou emitir (um som)
- estender, prolongar, continuar
- seguir o alinhamento (da semente na semeadura)
- animar, puxar, atrair, gratificar
- (Nifal) ser tirado
- (Pual)
- ser tirado, adiado, tardar
- ser alto
uma raiz primitiva; DITAT - 1351; v
- ir para baixo, descer
- (Qal)
- ir para baixo, descer
- descer, descer para (castigo) (fig.)
- (Nifal) descer em, penetrar
- (Piel) fazer descer, pressionar para baixo, esticar (um arco)
- (Hifil) fazer descer
provavelmente de origem estrangeira; DITAT - 1359; n pr Nisã = “a fuga deles”
- o primeiro mês do calendário judeaico correspondente a março ou abril
procedente de 5264; DITAT - 1379a; n m
- algo levantado, estandarte, sinal, haste de sinalização, insígnia, bandeira, flâmula, vela de barco
- estandarte (como ponto de encontro), sinal
- estandarte (haste)
- insígnia, sinal
procedente de 5128; n pr loc Neá = “trêmulo”
- um marco indicando a fronteira do território de Zebulom; localização desconhecida
o mesmo que 5291;
Naara ou Naarate = “criada” n pr f
- a segunda esposa de Asur, da tribo de Judá n pr loc
- um dos marcos de terra na fronteira do sul do território de Efraim
o mesmo que 5869; n pr loc Aim = “fonte”
- um dos marcos divisórios de terra na fronteira oriental da Palestina
- uma das cidades no extremo sul de Judá, no Neguebe, e designada à tribo de Simei e dada aos sacerdotes
de origem estrangeira; n. pr. pessoa Pute = “um arco”
- nação e povo da África do Norte; provavelmente líbios
procedente da mesma raiz que 6723 no sentido de conspicuidade [veja 5329]; DITAT - 1887a; n. m.
- poste, monumento, marco
procedente de 6983; n. pr. m. Quisi = “arco do SENHOR”
- um levita merarita, pai ou ancestral de Etã, cantor no tempo de Davi
procedente de 7164; DITAT - 2073b; n. f.
- tornozelo
procedente de 6979; n. pr. l. Carcor = “fundação”
- um lugar a leste do Jordão, em Gileade, onde Zeba e Zalmuna foram novamente derrotados por Gideão
procedente de uma raiz não utilizada significando equilibrar; DITAT - 2088,2089a; n. m.
- arco
- verdade, veracidade equilibrada
o mesmo que 7413, grego 4471
- uma cidade em Benjaminm na divisa com Efraim, a cerca de 8 km (5 milhas) de Jerusalém e próximo de Gibeá
- a residência de Samuel localizada na região montanhosa de Efraim
- uma cidade fortificada em Naftali
- marco territorial na divisa de Aser, aparentemente entre Tiro e Sidom
- um lugar de batalha entre Israel e Síria
- também, “Ramote-Gileade”
- um lugar reocupado pelos benjamitas depois do retorno do cativeiro
em lugar de 7943; n. pr. l.
Siquerom = “embriaguez”
- um marco na divisa noroeste de Judá localizado entre Ecrom e Jabneel
o mesmo que 8300; n. pr. l. Saride = “sobrevivente”
- um lugar ou marco na divisa de Zebulom
procedente da mesma raiz que 8558; DITAT - 2523e; n. m.
- balizas, marcos, postes, marco feito de pedras empilhadas
- sentido duvidoso
uma variação ortográfica de 931; n pr m
Boã = “polegar”
- um rubenita que demarcou o limite entre Judá e Benjamim com uma pedra
- (BDB) um piquete que indica a divisão entre Judá e Benjamim