Pública

Dicionário Comum

Fonte: Priberam

Antirrepublicanismo: substantivo masculino Característica daquele que é antirrepublicano ou daquele que se opõe aos republicanos.
Etimologia (origem da palavra antirrepublicanismo). Ant
(i): + republicano.

Antirrepublicano: adjetivo Que se opõe à república: político antirrepublicano.
Etimologia (origem da palavra antirrepublicano). Ant
(i): + republicano.

Guarda-republicano:
guarda-republicano | s. m.

guar·da·-re·pu·bli·ca·no
nome masculino

Soldado, praça da Guarda Nacional Republicana.

Plural: guardas-republicanos.

Neorrepublicano:
neo-republicanoneorrepublicanoneorrepublicano | s. m.

ne·o·-re·pu·bli·ca·no ne·or·re·pu·bli·ca·no ne·or·re·pu·bli·ca·no
nome masculino

Republicano de novos processos ou de nova feição.


• Grafia alterada pelo Acordo Ortográfico de 1990: neorrepublicano.
• Grafia anterior ao Acordo Ortográfico de 1990: neo-republicano.


Nuperpublicado: adjetivo Variação de recém-publicado.
Etimologia (origem da palavra nuperpublicado). Do latim nuper + publicado.
Pública:
3ª pess. sing. pres. ind. de publicar
2ª pess. sing. imp. de publicar
Será que queria dizer pública?

pu·bli·car -
(público + -ar)
verbo transitivo

1. Tornar público e notório. = DIVULGAR, ESPALHAR

2. Afixar, apregoar.

3. Inserir numa publicação periódica.

4. Utilizar a impressão ou outra forma de reprodução para colocar (geralmente obras literárias) à disposição de um público. = EDITAR

5. Figurado Afirmar publicamente. = MANIFESTAR


Pública-forma:
pública-forma | s. f.

pú·bli·ca·-for·ma
nome feminino

Cópia autêntica de um documento.


Publicação: substantivo feminino Ação que se torna um fato público; divulgação.
Ato de publicar, de tornar algo de conhecimento público: publicação de um livro.
Obra que já foi impressa, publicada: bela publicação dos Lusíadas.
Jornal, revista, boletim que aparece em épocas certas; periódico.
[Informática] Mensagem, texto, imagem, ou qualquer outro conteúdo, publicado numa página na 1nternet; postagem, post.
Etimologia (origem da palavra publicação). Do latim publicatio.onis.
Publicado:
masc. sing. part. pass. de publicar

pu·bli·car -
(público + -ar)
verbo transitivo

1. Tornar público e notório. = DIVULGAR, ESPALHAR

2. Afixar, apregoar.

3. Inserir numa publicação periódica.

4. Utilizar a impressão ou outra forma de reprodução para colocar (geralmente obras literárias) à disposição de um público. = EDITAR

5. Figurado Afirmar publicamente. = MANIFESTAR


Publicamente: advérbio De modo público; em público; à vista de todos: criticou o juiz publicamente.
Etimologia (origem da palavra publicamente). De público + mente.
Publicano: substantivo masculino Rendeiro ou adjudicatário do Estado, encarregado da arrecadação de impostos. (O excesso de zelo de muitos deles tornou impopular o termo publicano.).
Publicar: verbo transitivo Levar ao conhecimento do público: publicar uma lei.
Divulgar, propagar: publicar uma notícia.
Dar à luz da publicidade, pôr à venda um livro: publicar um romance.
Públicas:
2ª pess. sing. pres. ind. de publicar
Será que queria dizer públicas?

pu·bli·car -
(público + -ar)
verbo transitivo

1. Tornar público e notório. = DIVULGAR, ESPALHAR

2. Afixar, apregoar.

3. Inserir numa publicação periódica.

4. Utilizar a impressão ou outra forma de reprodução para colocar (geralmente obras literárias) à disposição de um público. = EDITAR

5. Figurado Afirmar publicamente. = MANIFESTAR


Publicável: adjetivo masculino e feminino Que pode ser publicado.
Etimologia (origem da palavra publicável). Publicar + vel.
Recém-publicado:
recém-publicado | adj.

re·cém·-pu·bli·ca·do
(recém- + publicado)
adjectivo
adjetivo

Que se publicou há pouco tempo. = NUPERPUBLICADO

Plural: recém-publicados.

Relações-públicas:
relações-públicas | s. 2 g. 2 núm.

re·la·ções·-pú·bli·cas
nome de dois géneros e de dois números

Profissional que, numa empresa, tem por funções estabelecer contactos com a imprensa, com o público, com outras organizações, etc.


República: substantivo feminino Tipo de governo em que o Estado prioriza o interesse do povo; o país que possui esse tipo de governo: a república brasileira.
[Jurídico] Maneira de governar caracterizada pela supremacia do povo cujos representantes constituem o Estado.
Por Extensão Moradia coletiva composta somente por estudantes.
Por Extensão Os estudantes que vivem numa república.
Associação caracterizada pela falta de ordem; em que há desordem.
República Nova. Período iniciado após a revolução de 1930.
República Velha. Período que se iniciou com a proclamação da República e se estendeu até a revolução de 1930.
Gramática Forma Diminutiva. Republiqueta.
Etimologia (origem da palavra república). Do latim respublica/ res publica.
Republicanamente:
republicanamente | adv.
derivação de republicano

re·pu·bli·ca·na·men·te
(republicano + -mente)
advérbio

De modo republicano.


re·pu·bli·ca·no |rè| |rè|
(república + -ano)
adjectivo
adjetivo

1. Relativo a república ou a uma república.

nome masculino

2. Partidário da república.

3. Membro de uma república.


Republicanismo: substantivo masculino Qualidade, convicção de republicano.
Republicanizar: verbo transitivo direto e pronominal Tornar(-se) republicano: Republicanizar um país. Republicanizam-se os costumes.
Etimologia (origem da palavra republicanizar). Republicano + izar.
Republicano: adjetivo Que pertence à república, que lhe diz respeito: governo republicano, constituição republicana.
adjetivo, substantivo masculino Partidário da república.
Republicar: republicar
v. tr. dir. Publicar novamente; reeditar.

Dicionário Bíblico

Fonte: Dicionário Adventista

Publicano ou cobrador de impostos: Cobrador de rendimentos públicos entre os romanos. Havia duas espécies de recebedores de tributos: os recebedores gerais, e os seus delegados em cada província, sendo os primeiros responsáveis para com o imperador pelas rendas do império. Eram os principais recebedores homens de grande importância no governo, sendo geralmente membros de famílias ilustres – mas os seus delegados, homens das classes inferiores, eram tidos, pelas suas rapinas e extorsões, como ladrões e gatunos. As obrigações dos cobradores eram muito mais amplas do que acontece entre nós, porque eles tributavam todos os artigos de mercadoria que passavam pela estrada. (*veja Mateus.) Entre os judeus era odiosa a profissão de um publicano. os galileus, principalmente, submetiam-se a esses cobradores com a maior repugnância, indo até ao ponto de considerarem ilegítimo o pagamento do tributo (*veja Mt 22:17). E quanto àqueles publicanos da sua própria nação, quase eram considerados como pagãos (Mt 18:17). os publicanos de que fala o N.T. eram olhados como traidores e apóstatas, instrumentos do opressor, e classificados como pessoas do mais vil caráter (Mt 9:11 – 11.19 – 18.17 – 21.31,32), sendo os seus únicos amigos os desterrados. Não admira, pois, que Aquele que comia e bebia com publicanos fosse tratado com desprezo pelos seus conterrâneos (Mt 9:11Lc 15:1 – 19.2). As próprias esmolas dessa gente não eram aceitas para a caixa dos pobres da sinagoga. Uma virtude, pelo menos, eles possuíam: a de não serem hipócritas. o publicano que no templo clamou: ‘Ó Deus, sê propício a mim, pecador!’ (Lc 18:13), mostrava que alguns da sua desprezada classe tinham sido tocados pela pregação de João Batista (Mt 21:32). o publicano Mateus foi escolhido para o número dos doze discípulos pelo Divino Mestre.
Publicanos: Cobradores de Impostos empregados pelas autoridades romanas. Tinham a má fama de exigir impostos excedentes em relação à taxa oficial, enchendo os bolsos com a diferença. Eram desprezados pelos judeus por colaborarem com o governo romano, que dominava o país.

Dicionário Etimológico

Fonte: Dicionário Etimológico 7Graus

República centro-africana: nome dado devido à posição geográfica do país no continente africano.
República checa ou república tcheca: de "?echové" ("?e?i", "tchecos"), o nome de uma das tribos eslavas no território do país, que dominou e subjugou as outras tribos eslavas por volta do ano 900. A origem do nome da tribo é desconhecida. De acordo com uma lenda, o nome vem do líder "?ech", derivando este obscuramente de "?eta", que significa "unidade militar".
República dominicana: derivado de Santo Domingo, a principal cidade e capital do pais, que recebeu seu nome em homenagem ao santo espanhol São Domingo de Gusmão, o fundador da Ordem Dominicana.

Dicionário da FEB

Fonte: febnet.org.br

Publicação: [...] Com prudência e habilidade tudo pode ser dito; o mal é dar como sérias coisas que chocam o bom senso, a razão e as conveniências. Neste caso, o perigo é maior do que se pensa. Em primeiro lugar, essas publicações têm o inconveniente de induzir em erro as pessoas que não estão em condições de aprofundá-las nem de discernir o verdadeiro do falso, especialmente numa questão tão nova como o Espiritismo. Em segundo lugar, são armas fornecidas aos adversários, que não perdem tempo em tirar desse fato argumentos contra a alta moralidade do ensino espírita; porque, insistimos, o mal está em considerar como sérias coisas que constituem notórios absurdos. Alguns mesmos podem ver uma profanação no papel ridículo que emprestamos a certas personagens justamente veneradas, e às quais atribuímos uma linguagem indigna delas. [...]
Referencia: KARDEC, Allan• Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita• Org• por Evandro Noleto Bezerra• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 6

[...] é um grave erro crer-se obrigado a publicar tudo quanto ditam os Espíri tos, porque, se os há bons e esclarecidos, também os há maus e ignorantes. Importa fazer uma escolha muito rigorosa de suas comunicações e suprimir tudo quanto for inútil, insignificante, falso ou suscetível de produzir má impressão. É preciso semear, sem dúvida, mas semear a boa semente e em tempo oportuno.
Referencia: KARDEC, Allan• Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita• Org• por Evandro Noleto Bezerra• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 12

[...] As publicações locais podem ter uma imensa utilidade, sob um duplo aspecto: espalhar nas massas o ensino dado na intimidade e mostrar a concordância que existe nesse ensino sobre diversos pontos. [...] Antes de mais, convém delas afastar tudo quanto, sendo de interesse privado, só interessa àquele que lhe concerne; depois, tudo quanto é vulgar no estilo e nas idéias, ou pueril pelo assunto. Uma coisa pode ser excelente em si mesma, muito boa para servir de instrução pessoal, mas o que deve ser entregue ao público exige condições especiais. [...] Aplicando esses princípios de ecletismo às comunicações que nos são enviadas, diremos que em 3.600 há mais de 3.000 que são de uma moralidade irreprochável, e excelentes como fundo; mas que desse número nem 300 merecem publicidade e apenas 100 têm mérito fora do comum. Como essas comunicações vieram de muitos pontos diferentes, inferimos que a proporção deve ser mais ou menos geral. Por aí pode julgar-se da necessidade de não publicar inconsideradamente tudo quanto vem dos Espíritos, se quisermos atingir o objetivo a que nos propomos, tanto P do ponto de vista material quanto do efeito moral e da opinião que os indiferentes possam fazer do Espiritismo. [...] Toda precaução é pouca para evitar as publicações lamentáveis. Em tais casos, mais vale pecar por excesso de prudência no interesse da causa.
Referencia: KARDEC, Allan• Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita• Org• por Evandro Noleto Bezerra• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap•?

A publicação [das comunicações mediúnicas] tanto pode ser útil, se feita com discernimento, quanto perniciosa, em caso contrário. No número dessas comunicações existem as que, por melhores que sejam, só interessam àqueles que as recebem, não oferecendo aos leitores estranhos senão banalidades. Outras apenas têm interesse pelas circunstâncias nas quais foram dadas, e sem o conhecimento das quais são insignificantes. Isto só traria inconvenientes para a bolsa do editor. Mas, ao lado disto, algumas há que são evidentemente más, no conteúdo e no estilo e que, sob nomes respeitáveis e apócrifos, contêm coisas absurdas ou triviais, o que muito naturalmente se presta ao ridículo e dá armas à crítica. É pior ainda quando, sob a proteção desses mesmos nomes, elas formulam sistemas excêntricos, ou grosseiras heresias científicas. Não haveria nenhum inconveniente em publicar essas espécies de comunicações, se as fizessem acompanhar de comentários, seja para refutar os erros; seja para lembrar que são a expressão de uma opinião individual, da qual não se assume a responsabilidade; poderiam mesmo ter um lado instrutivo, mostrando a que aberrações de idéias podem entregar-se certos Espíritos. Mas, publicá-las pura e simplesmente é apresentá-las como expressão da verdade e garantir a autenticidade das assinaturas, que o bom senso não pode admitir; eis o inconveniente.
Referencia: KARDEC, Allan• Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Instruções•••, 6


Publicanos: Eram assim chamados, na antiga Roma, os cavalheiros arrendatários das taxas públicas, incumbidos da cobrança dos impostos e das rendas de todas espécie, quer em Roma mesma, quer nas outras partes do Império. [...] Os riscos a que estavam sujeitos faziam que os olhos se fechassem para as riquezas que muitas vezes adquiriam e que, da parte de alguns, eram frutos de exações e de lucros escandalosos. O nome de publicano se estendeu mais tarde a todos os que superintendiam os dinheiros públicos e aos agentes subalternos. Hoje, esse termo se emprega em sentido pejorativo, para designar os financistas e os agentes pouco escrupulosos de negócios. Diz-se por vezes: Ávido como um publicano, rico como um publicano, com referência a riquezas de mau quilate.
Referencia: KARDEC, Allan • O Evangelho segundo o Espiritismo • Trad• de Guillon Ribeiro da 3a ed• francesa rev•, corrig• e modif• pelo autor em 1866• 124a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - Introd•

Publicanos eram os arrecadadores de impostos públicos exigidos pelos romanos ao povo judeu, no exercício de cujo mister tinham oportunidade de amealhar fortuna, pelo abuso das exações.
Referencia: CALLIGARIS, Rodolfo• Parábolas evangélicas: à luz do Espiritismo• 8a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - Parábola do fariseu e do publicano


República brasileira: A proclamação da República Brasileira [...] [foi] índice da maioridade coletiva da nação do Evangelho [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Brasil, coração do mundo, pátria do Evangelho • Pelo Espírito Humberto de Campos• 30a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 27


Dicionário da Bíblia de Almeida

Fonte: Sociedade Bíblica do Brasil

Publicano: Publicano Judeu que cobrava impostos para o governo romano. Era desprezado por trabalhar para um dominador estrangeiro e por ser geralmente desonesto (Lc 3:12-13;
v. MATEUS e ZAQUEU).

Dicionário de Jesus e Evangelhos

Autor: César Vidal Manzanares

Praça pública: Praça pública Também praça de mercado, um equivalente aos mercados abertos. Situada à entrada das vilas, constituía o centro da vida pública (Mc 6:56). Nela as pessoas se exibiam (Mt 23:7), contratavam empregados (Mt 20:3) e se divertiam (Mt 11:16).
Publicano: Publicano Cobrador de impostos. Totalmente impopular, estava entre os pecadores públicos e notórios (Mt 9:11; Mc 2:16; Lc 5:30), para o que contribuía sua falta de honestidade (Lc 3:12ss.) e sua forçosa ligação com Roma (Mt 18:17). Já que todas as pessoas necessitam de conversão (Lc 13:1ss.), Jesus estendeu também aos publicanos o chamado a que se convertam (Mt 5:46; 11,19; 21,31; Lc 7:29-34; 15,1ss.; 18,13ss.; 19,2-9). Um de seus discípulos, chamado Mateus, provinha dessa classe social. Zaqueu é outro exemplo de publicano convertido.

Pequeno Abc do Pensamento Judaico

Ba'al koré: Pessoa encarregada da leitura pública da Torá, nos ofícios religiosos.
Haskama: Aprovação de um colégio rabínico ou de uma autoridade reconhecida para a publicação de ura livro. Corresponde ao "imprimatur" dos católicos.
Hatikvá: Hino nacional do Estado de Israel. Anteriormente à proclamação da República, foi o canto de esperança sionista (1897). O texto do poema é de autoria de Naphtali Hers Imber (1886) e a música se baseia em folclore judaico, (FL)
Israel (estado de . . .): Ocupa uma parte de território bíblico. A sua população atinge 2 e meio milhões de habitantes. A língua oficial do país é o hebraico. O Estado de Israel é uma república soberana, democrática e independente. Os assuntos religiosos estão sob a orientação do Ministério do Culto. O Parlamento (Knesset) é formado pelos representantes dos partidos eleitos por sufrágio secreto e geral.
Liturgia: Ordem e forma para celebração dos ofícios divinos. Todo ato litúrgico se realiza entre os judeus com a presença de um "quorum" composto de 10 homens, maiores a 13 anos. (MINYAN). Este minyan é indispensável para a leitura pública da Torá, para a bênção dos KOHANIM, para as orações nas sinagogas, para a cerimônia dos casamentos, circuncisões, enterros e para a recitação do KADISH. Existem diversos ritos os quais surgiram em diversas épocas e em diversos países. As três principais formas litúrgicas são: ASKENAZI (dos judeus da Europa Central), SEFARADI (dos judeus espanhóis, portugueses, turcos etc.) e YEMENITA (parecido com o sefaradi, usado no Oriente). A liturgia básica é dividida em serviços da manhã (SHACHABIT), na tarde, (MINHÁ) e da noite (MAARIV). São usados livros de orações, para dias normais e sábado: SIDUR, e para grandes festas: MAhSOR. As rezas (orações) têm a sua cronologia, mas em diversos ritos têm diferentes e variadas execuções. É notável como apesar das distâncias no tempo e no espaço, os judeus preservaram uma grande uniformidade na estrutura de sua liturgia.
Parashá (hebr): ou PERASHÁ, Phir. PAEASHIYOT. Parágrafo massoretico em que se dividem os textos da Torá; para os sefaradim é a seção semanal que se lê publicamente nas sinagogas nos sábados; o mesmo que "sidrá" para os askenazim. Quando duas parashiyot ou sidrot são lidas num mesmo Shabat, chama-se "Mehubarot".
Serviço religioso público: Une os indivíduos - judeus - dentro de uma sinagoga numa comunidade e, eventualmente une-os num Israel universal. O indivíduo judeu está unido em KNESSET ISRAEL (Congregação de Israel) e a sua herança comum é de fé e de responsabilidade. Os elementos comuns no serviço comunicam-lhe uma sensação de fraternidade com o seu companheiro judeu, de forma que ele jamais é um estranho onde quer que esteja. A adoração pública é também um veículo para expressar lealdade ao povo e à religião de Israel. A oração é inegavelmente um assunto particular de consciência entre o homem e o seu Criador, uma experiência profundamente pessoal. Contudo, a religião na concepção judaica é também uma relação social envolvendo o indivíduo com a comunidade, o judeu com a comunidade judaica, o povo judeu com Deus. (RLB)
Sidrá: Secção semanal na Torá que se lê publicamente aos sábados, na sinagoga. O mesmo que "parashá" para os sefaradim.
Sionismo: Aspiração milenar judaica, desde o exílio babilônico, de retornar a Erets Israel. A espera messiânica, traduzida na liturgia e nas prédicas religiosas, transformou-se num movimento prático e espiritual, com a publicação do "Estado Judeu" por Theodor Hertzl (1896), assumindo uma feição política no primeiro congresso sionista mundial, realizado em Basiléia em 1897, que proclamou o direito do povo judeu de reconstruir sua vida nacional na sua própria casa. Em 14 de maio de 1948 o Conselho Judaico, reunido em Tel-Aviv, anunciou o nascimento do Estado de Israel. (FL)
Talmude: Significa literalmente: "ESTUDO". Contém os trabalhos mentais, opiniões e ensinamentos dos antigos sábios judeus, expondo e desenvolvendo as leis religiosas e civis da Bíblia, durante um período de cerca de 8 séculos (desde o ano 300 a O. até o ano 500 d. C.) O Talmude inclui dois diferentes elementos: a Halaha (lei) e a Hagadá (narração). A Halaha reúne os estatutos da oração oral: enriquecidas pelas discussões das escolas da Palestina e da Babilônia; para alcançar as fórmulas definitivas da Lei. A Hagadá, partindo também do texto bíblico, ensina por meio de lendas, alegorias, reflexões de moral e reminiscências históricas. A palavra "TALMUDE" referia-se no princípio somente à Guemara posteriormente, o nome veio a ser aplicado a ambos. Mshná e Guemara e têm a seguinte relação entre si: a primeira é o texto e a segunda o comentário. (MMM) O Talmude consiste em sessenta e três livros legais, éticos e históricos escritos pelos antigos rabis. Foi publicado no ano de 499 D. C., nas academias religiosas da Babilônia, onde vivia a maior parte dos judeus daquela época. É uma compilação de leis e de erudição, e durante séculos foi o mais importante compêndio das escolas judias. O Judaísmo ortodoxo baseia suas leis geralmente nas decisões encontradas no Talmude. Parte considerável dessa obra enciclopédica só oferece interesse a estudiosos profundos da lei. Mas o Talmude é muito mais do que uma série de tratados legais. Intercalados nas discussões dos eruditos há milhares de parábolas, esboços biográficos, anedotas humorísticas e epigramas que fornecem uma visão íntima da vida judaica nos dias que antecederam e seguiram de perto a destruição do estado judeu. É um reservatório de sabedoria tão valioso hoje quanto o foi há mil e oitocentos anos. Os mesmos sábios rabis que nos deram o Talmude compilaram também o Midrash, coleção de comentários rabínicos sobre os ensinamentos morais da Bíblia, frequentemente citados em sermões e na literatura judaica. Em torno de cada verso das Escrituras os eruditos teceram considerações morais, muitas vezes em forma de parábola. Os rabis estudaram a Bíblia com a convicção de que toda a verdade estava encerrada em suas páginas bastando lê-la para desvendar-lhe o opulento acervo de sabedoria, (MNK)

Strongs


ἀθλέω
(G118)
Ver ocorrências
athléō (ath-leh'-o)

118 αθλεω athleo

de athlos (competição em arena pública); TDNT - 1:167,25; v

  1. engajar em uma competição, lutar em jogos públicos, competir por um prêmio
  2. suportar, sofrer

δημηγορέω
(G1215)
Ver ocorrências
dēmēgoréō (day-may-gor-eh'-o)

1215 δημηγορεω demegoreo

de um composto de 1218 e 58; v

  1. dirigir-se a um assembléia pública, fazer um discurso para o povo

δημόσιος
(G1219)
Ver ocorrências
dēmósios (day-mos'ee-os)

1219 δημοσιος demosios

de 1218; adj

  1. que pertence ao povo ou estado, público
  2. publicamente, em lugares públicos, em completa visão de tudo

ἐνδείκνυμι
(G1731)
Ver ocorrências
endeíknymi (en-dike'-noo-mee)

1731 ενδεικνυμι endeiknumi

de 1722 e 1166; v

  1. designar
    1. mostrar, demonstrar, provar, seja por argumentos ou por atos

      manifestar, exibir, publicar


ἐξαγγέλλω
(G1804)
Ver ocorrências
exangéllō (ex-ang-el'-lo)

1804 εξαγγελλω exaggello

de 1537 e a raíz de 32; TDNT - 1:69,10; v

anunciar, proclamar

declarar amplamente, divulgar, publicar

fazer conhecido pelo louvor ou proclamação, celebrar


ἐξομολογέω
(G1843)
Ver ocorrências
exomologéō (ex-om-ol-og-eh'-o)

1843 εξομολογεω exomologeo

de 1537 e 3670; TDNT - 5:199,687; v

  1. confessar
  2. professar
    1. reconhecer aberta e alegremente
    2. para a honra de alguém: celebrar, dar louvor a
    3. prometer publicamente que faréi algo, concordar, comprometer-se com

θέατρον
(G2302)
Ver ocorrências
théatron (theh'-at-ron)

2302 θεατρον theatron

de 2300; TDNT - 3:42,318; n n

  1. teatro, lugar no qual jogos e espetáculos dramáticos são exibidos, e assembléias públicas se reúnem (para os gregos o teatro era usado também como forum)
  2. espetáculo público
    1. metáf., pessoa que é exibida para ser fitada e transformada em objeto de diversão

θόρυβος
(G2351)
Ver ocorrências
thórybos (thor'-oo-bos)

2351 θορυβος thorubos

da raiz de 2360; n m

  1. barulho, tumulto, ruído alto
    1. de pessoas em lamentos
    2. de uma multidão clamorosa e excitada
    3. de pessoas revoltosas

      um tumulto, como uma infração da ordem pública


Ἀλφαῖος
(G256)
Ver ocorrências
Alphaîos (al-fah'-yos)

256 Αλφαιος Alphaios

de origem hebraica, cf 2501 חלפי; n pr m

Alfeu = “mudança”

  1. O pai de Levi o publicano (Mc 2:14)
  2. O pai de Tiago, conhecido como “o menor”, um dos apóstolos de Jesus

καταγγέλλω
(G2605)
Ver ocorrências
katangéllō (kat-ang-gel'-lo)

2605 καταγελλω kataggello

de 2596 e a raiz de 32; TDNT - 1:70,10; v

anunciar, declarar, promulgar, fazer conhecido

proclamar publicamente, publicar

denunciar, relatar, revelar


κατόρθωμα
(G2735)
Ver ocorrências
katórthōma (kat-or'-tho-mah)

2735 κατορθωμα katorthoma

de um composto de 2596 e um derivado de3717 [cf 1357]; n n

  1. uma ação correta, realização bem sucedida
    1. de medidas ou instituições públicas benéficas

κῆρυξ
(G2783)
Ver ocorrências
kēryx (kay'-roox)

2783 κηρυξ kerux

de 2784; TDNT - 3:683,430; n m

  1. arauto ou mensageiro investido com autoridade pública, que levavam as mensagens oficiais dos reis, magistrados, príncipes, comandantes militares, ou que entregavam uma uma intimação pública ou ordem, e desempenhavam várias outras obrigações. No NT, embaixador de Deus, e arauto ou proclamador da palavra divina.

κηρύσσω
(G2784)
Ver ocorrências
kērýssō (kay-roos'-so)

2784 κηρυσσω kerusso

de afinidade incerta; TDNT - 3:697,430; v

  1. ser um arauto, oficiar como um arauto
    1. proclamar como um arauto
    2. sempre com sugestão de formalismo, gravidade, e uma autoridade que deve ser escutada e obedecida

      publicar, proclamar abertamente: algo que foi feito

      usado da proclamação pública do evangelho e assuntos que pertencem a ele, realizados por João Batista, por Jesus, pelos apóstolos, e outros mestres cristãos


κυρόω
(G2964)
Ver ocorrências
kyróō (koo-ro'-o)

2964 κυροω kuroo

do mesmo que 2962; TDNT - 3:1098,486; v

tornar válido

confirmar publicamente ou solenemente, ratificar


Κώς
(G2972)
Ver ocorrências
Kṓs (koce)

2972 Κως Kos

de origem incerta; n pr loc Cós = “prisão pública”

  1. pequena ilha do Mar Ageu, oposta às cidades de Cnido e Halicarnasso, celebrada por sua fertilidade e esp. por sua fartura de vinho e milho

ἀνάδειξις
(G323)
Ver ocorrências
anádeixis (an-ad'-ike-sis)

323 αναδειξις anadeixis

de 322; TDNT - 2:31,141; n f

  1. chamar a atênção para, apontar para; apresentação pública
  2. proclamação, anunciação, cerimônia de posse dos eleitos para um cargo público

πανδοχεῖον
(G3829)
Ver ocorrências
pandocheîon (pan-dokk-i'-on)

3829 πανδοχειον pandocheion

de um suposto composto de 3956 e um derivado de 1209; n n

  1. hospedaria, casa pública para recepção de estranhos

πανήγυρις
(G3831)
Ver ocorrências
panḗgyris (pan-ay'-goo-ris)

3831 πανηγυρις paneguris

de 3956 e um derivado de 58; TDNT - 5:722,770; n f

reunião festiva de todo o povo para celebrar os jogos públicos ou outras solenidades

assebléia pública festiva

Sinônimos ver verbete 5897


παραγίνομαι
(G3854)
Ver ocorrências
paragínomai (par-ag-in'-om-ahee)

3854 παραγινομαι paraginomai

de 3844 e 1096; v

estar presente, aproximar-se, abordar

surgir, aparecer publicamente


παραδειγματίζω
(G3856)
Ver ocorrências
paradeigmatízō (par-ad-igue-mat-id'-zo)

3856 παραδειγματιζω paradeigmatizo

de 3844 e 1165; TDNT - 2:32,141; v

  1. mostrar com exemplo público, fazer um exemplo de
    1. num sentido negativo
      1. mostrar como exemplo de infâmia
      2. expor a desgraça pública

περικάθαρμα
(G4027)
Ver ocorrências
perikátharma (per-ee-kath'-ar-mah)

4027 περικαθαρμα perikatharma

de um composto de 4012 e 2508; TDNT - 3:430,381; n n

  1. refugo
  2. metáf.
    1. as pessoas mais abjetas e desprezíveis
    2. o preço da expiação ou redenção, pois os gregos aplicavam o termo “katharmata” às vítimas sacrificadas como expiação pelo povo, e até mesmo a criminosos mantidos às custas públicas, para que, no afloramento de uma pestilência ou de outra calamidade, eles pudessem ser oferecidos como sacrifícios para realizar a expiação pelo estado

περίψωμα
(G4067)
Ver ocorrências
perípsōma (per-ip'-so-mah)

4067 περιψημα peripsema

de um comparativo de 4012 e psao (esfregar); TDNT - 6:84,*; n n

o que é esfregado

sujeira tirada com esfregão

ação de limpar, raspar

Os atenienses, a fim de evitar calamidades públicas, anualmente jogavam um criminoso no mar como uma oferta a Posseidon; por isso, o termo passou a ser usado para uma oferta expiatória, um resgate, por nosso filho, i.e., em comparação com a salvação da vida do nosso filho que isto seja para nós algo depreciativo e sem valor. É usado de um homem que em benefício da religião passa por provas horrendas pela salvação de outros.


πληγή
(G4127)
Ver ocorrências
plēgḗ (play-gay')

4127 πληγη plege

de 4141; n f

golpe, pancada, ferida

calamidade pública, aflição dura, praga


προτίθεμαι
(G4388)
Ver ocorrências
protíthemai (prot-ith'-em-ahee)

4388 προτιθημαι protithemai

voz média de 4253 e 5087; TDNT - 8:164,1176; v

  1. colocar diante, mostrar
    1. apresentar para ser olhado, expor para ver
    2. expor à visão pública
      1. dos corpos dos mortos
      2. deixar estendido em posição
  2. colocar diante de alguém, propor-se a
    1. propor-se, determinar

σύνδουλος
(G4889)
Ver ocorrências
sýndoulos (soon'-doo-los)

4889 συνδουλος sundoulos

de 4862 e 1401; TDNT - 2:261,182; n m

  1. co-escravo, alguém que serve o mesmo mestre com outro
    1. associado de um servo (ou escravo)
    2. alguém que com outros serve a um rei
    3. colega de alguém que é servo de Cristo na publicação do evangelho
    4. alguém que com outros reconhece o mesmo Senhor, Jesus, e obedece seus mandamentos
    5. alguém que com outros está sujeito à mesma autoridade divina na administração messiânica
      1. de anjos como conservos dos cristãos

τελώνης
(G5057)
Ver ocorrências
telṓnēs (tel-o'-nace)

5057 τελωνης telones

de 5056 e 5608; TDNT - 8:88,1166; n m

  1. arrendatário ou cobrador de taxas
    1. entre os romanos, geralmente um homem da ordem eqüestre

      cobrador de taxas ou impostos, alguém empregado por um publicano ou responsável pela coleta de impostos. Os coletores de impostos eram como uma classe, detestada não somente pelos judeus, mas também por outras nações, tanto por causa de seu emprego como pela sua crueldade, avareza, e engano, usados para realizar sua tarefa.

Sinônimos ver verbete 5942


υἱός
(G5207)
Ver ocorrências
huiós (hwee-os')

5207 υιος huios

aparentemente, palavra primária; TDNT - 8:334,1206; n m

  1. filho
    1. raramente usado para filhote de animais
    2. generalmente usado de descendente humano
    3. num sentido restrito, o descendente masculino (alguém nascido de um pai e de uma mãe)
    4. num sentido amplo, um descendente, alguém da posteridade de outro,
      1. os filhos de Israel
      2. filhos de Abraão
    5. usado para descrever alguém que depende de outro ou que é seu seguidor
      1. aluno
  2. filho do homem
    1. termo que descreve a humanidade, tendo a conotação de fraqueza e mortalidade
    2. filho do homem, simbolicamente denota o quinto reino em Dn 7:13 e por este termo sua humanidade é indicada em contraste com a crueldade e ferocidade dos quatro reinos que o precedem (Babilônia, Média e Pérsia, Macedônia, e Roma) tipificados pelas quatro bestas. No livro de Enoque (séc. II), é usado para Cristo.
    3. usado por Cristo mesmo, sem dúvida para que pudesse expressar sua messianidade e também designar a si mesmo como o cabeça da família humana, o homem, aquele que forneceu o modelo do homem perfeito e agiu para o benefício de toda humanidade. Cristo parece ter preferido este a outros títulos messiânicos, porque pela sua discrição não encorajaria a expectativa de um Messias terrestre em esplendor digno de reis.
  3. filho de Deus
    1. usado para descrever Adão (Lc 3:38)
    2. usado para descrever aqueles que nasceram outra vez (Lc 20:36) e dos anjos e de Jesus Cristo
    3. daqueles que Deus estima como filhos, que ele ama, protege e beneficia acima dos outros
      1. no AT, usado dos judeus
      2. no NT, dos cristãos
      3. aqueles cujo caráter Deus, como um pai amoroso, desenvolve através de correções (Hb 12:5-8)
    4. aqueles que reverenciam a Deus como seu pai, os piedosos adoradores de Deus, aqueles que no caráter e na vida se parecem com Deus, aqueles que são governados pelo Espírito de Deus, que repousam a mesma tranqüila e alegre confiança em Deus como os filhos depositam em seus pais (Rm 8:14; Gl 3:26), e no futuro na bem-aventurança da vida eterna vestirão publicamente esta dignidade da glória dos filhos de Deus. Termo usado preeminentemente de Jesus Cristo, que desfruta do supremo amor de Deus, unido a ele em relacionamento amoroso, que compartilha seus conselhos salvadores, obediente à vontade do Pai em todos os seus atos

Sinônimos ver verbete 5868 e 5943


φρονέω
(G5426)
Ver ocorrências
phronéō (fron-eh'-o)

5426 φρονεω phroneo

de 5424; TDNT - 9:220,1277; v

  1. ter entendimento, ser sábio
  2. sentir, pensar
    1. ter uma opinião de si mesmo, pensar a respeito de si, ser modesto, não permitir que a opinião que se tem de si mesmo (apesar de correta) exceda os limites da modéstia
    2. pensar ou refletir sobre a própria opinião
    3. ser do mesmo pensamento, i.e., concordar, compartilhar os mesmos pontos de vista, ser harmonioso
  3. dirigir a mente para algo, procurar, esforçar-se por
    1. cuidar dos próprios interesses ou vantagens
    2. ser do partido de alguém, apoiá-lo (nas causas públicas)

φῶς
(G5457)
Ver ocorrências
phōs (foce)

5457 φως phos

de uma forma arcaica phao (brilhar ou tornar manifesto, especialmente por emitir raios, cf 5316, 5346); TDNT - 9:310,1293; n n

  1. luz
    1. luz
      1. emitida por uma lâmpada
      2. um luz celestial tal como a de um círculo de anjos quando aparecem na terra
    2. qualquer coisa que emite luz
      1. estrela
      2. fogo porque brilha e espalha luz
      3. lâmpada ou tocha
    3. luz, i.e, brilho
      1. de uma lâmpada
  2. metáf.
    1. Deus é luz porque a luz tem a qualidade de ser extremamente delicada, sutil, pura, brilhante
    2. da verdade e seu conhecimento, junto com a pureza espiritual associada a ela
    3. aquilo que está exposto à vista de todos, abertamente, publicamente
    4. razão, mente
      1. o poder do entendimento, esp. verdade moral e espiritual

Sinônimos ver verbete 5817


()

5803 - Sinônimos

Ver Definição para aitiama 157

Ver Definição para egklema 1462

Ver Definição para katagoreo 2723

157 - acusar, com referência primária à causa da acusação, o crime

1462 - realizar um ataque verbal que alcança seu objetivo

2723 - acusar formalmente perante um tribunal, acusar publicamente


()

5942 - Cobrador de impostos.

Ver definição de τελωνης 5057

Ver definição de αρχιτελωνης 754

O sistema romano de coletar taxas, especialmente o τελοι, em suas províncias, incluía de forma geral três graduações de oficiais. O mais alto, chamado em latim publicano, pagava uma soma de dinheiro pelas taxas de uma determinada província, e então exigia o equivalente e mais quanto podia extorquir da mesma. Este vivia em Roma. Então vinham os submagistrados, que estavam encarregados de um determinado território, e que viviam nas províncias. Havia ainda os portitores, os atuais oficiais alfandegários, que faziam o trabalho de coletar os impostos. No N.T., τελωνης era usada para descrever os portitores; categoria mais baixa destas três graduações. Não correspondia à palavra latina publicano. A palavra publicano, usada em algumas versões para traduzila, é imprecisa; cobrador de imposto é melhor opção.

αρχιτελωνης, que ocorre somente em Lc 19:2, evidentemente descreve um oficial superior ao τελωνης. É provavelmente um submagistrado, a próxima categoria em graduação.


ἀρχιτελώνης
(G754)
Ver ocorrências
architelṓnēs (ar-khee-tel-o'-nace)

754 αρχιτελωνης architelones

de 746 e 5057; n m

  1. principal dos coletores de impostos, chefe dos publicanos

Sinônimos ver verbete 5942


βάπτισμα
(G908)
Ver ocorrências
báptisma (bap'-tis-mah)

908 βαπτισμα baptisma

de 907; TDNT - 1:545,92; n n

  1. imersão, submersão
    1. de calamidades e aflições nas quais alguém é submergido completamente
    2. do batismo de João, aquele rito de purificação pelo qual as pessoas, mediante a confissão dos seus pecados, comprometiam-se a uma transformação espiritual, obtinham perdão de seus pecados passados e qualificavam-se para receber os benefícios do reino do Messias que em breve seria estabelecido. Este era um batismo cristão válido e foi o único batismo que os apóstolos receberam. Não há registro em nenhum outro lugar de que tenham sido alguma vez rebatizados depois do Pentecostes.
    3. do batismo cristão; um rito de imersão na água, como ordenada por Cristo, pelo qual alguém, depois de confessar seus pecados e professar a sua fé em Cristo, tendo nascido

      de novo pelo Santo Espírito para uma nova vida, identifica-se publicamente com a comunhão de Cristo e a igreja.

      Em Rm 6:3 Paulo afirma que fomos “batizados na sua morte”, significando que estamos não apenas mortos para os nossos antigos caminhos, mas que eles foram sepultados. Retornar a eles é tão inconcebível para um Cristão quanto para alguém desenterrar um cadáver! Em países islâmitas, um recém convertido tem poucos problemas com os muçulmanos até ser publicamente batizado. É então que os muçulmanos sabem que têm que dar um jeito nele e daí começa a perseguição. Ver também discussão sobre batismo no verbete 907.


בָּשַׂר
(H1319)
Ver ocorrências
bâsar (baw-sar')

01319 בשר basar

uma raiz primitiva; DITAT - 291; v

  1. trazer novas, dar notícia, publicar, pregar, anunciar
    1. (Piel)
      1. alegrar-se com boas-novas
      2. trazer novidades
      3. anunciar (salvação) como boas-novas, pregar
    2. (Hitpael) receber boas novas

חָנָן
(H2605)
Ver ocorrências
Chânân (khaw-nawn')

02605 חנן Chanan

procedente de 2603; n pr m

Hanã = “ele é misericordioso”

  1. um dos principais povos da tribo de Benjamim
  2. último dos 6 filhos de Azel, um descendente de Saul
  3. filho de Maaca, um dos soldados das tropas de elite de Davi
  4. pai de alguns filhos que retornaram do exílio com Zorobabel
  5. um dos levitas que ajudou a Esdras na sua exposição pública da lei
  6. um dos líderes do povo que também selou a aliança com Neemias
  7. outro dos principais leigos que também selou a aliança com Neemias
  8. filho de Zacur, neto de Matanias, a quem Neemias indicou como um dos dos encarregados das provisões recolhidas como dízimos. O mesmo que o 5?
  9. filho de Jigdalias

מְסִלָּה
(H4546)
Ver ocorrências
mᵉçillâh (mes-il-law')

04546 מסלה m ecillaĥ

procedente de 5549; DITAT - 1506d; n f

  1. estrada, caminho elevado, estrada pública

נָגַד
(H5046)
Ver ocorrências
nâgad (naw-gad')

05046 נגד nagad

uma raiz primitiva; DITAT - 1289; v

  1. ser conspícuo, contar, tornar conhecido
    1. (Hifil) contar, declarar
      1. contar, anunciar, relatar
      2. declarar, tornar conhecido, expôr
      3. informar
      4. publicar, declarar, proclamar
      5. admitir, reconhecer, confessar
        1. mensageiro (particípio)
    2. (Hofal) ser informado, ser anunciado, ser relatado

נָתַן
(H5414)
Ver ocorrências
nâthan (naw-than')

05414 נתן nathan

uma raiz primitiva; DITAT - 1443; v

  1. dar, pôr, estabelecer
    1. (Qal)
      1. dar, conceder, garantir, permitir, atribuir, empregar, devotar, consagrar, dedicar, pagar salários, vender, negociar, emprestar, comprometer, confiar, presentear, entregar, produzir, dar frutos, ocasionar, prover, retribuir a, relatar, mencionar, afirmar, esticar, estender
      2. colocar, estabelecer, fixar, impor, estabelecer, designar, indicar
      3. fazer, constituir
    2. (Nifal)
      1. ser dado, ser concedido, ser providenciado, ser confiado a, ser garantido a, ser permitido, ser emitido, ser publicado, ser afirmado, ser designado
      2. ser estabelecido, ser posto, ser feito, ser imposto
    3. (Hofal)
      1. ser dado, ser concedido, ser abandonado, ser entregue
      2. ser colocado sobre

פּוּק
(H6329)
Ver ocorrências
pûwq (pook)

06329 פוק puwq

uma raiz primitiva [idêntica a 6328 com a idéia de retirar; DITAT - 1748; v.

  1. apresentar, suprir, promover, tornar público, publicar
    1. (Hifil)
      1. produzir, suprir
      2. apresentar, fazer sair, obter, extrair de
      3. promover
      4. fazer sair para

קַדְמִיאֵל
(H6934)
Ver ocorrências
Qadmîyʼêl (kad-mee-ale')

06934 קדמיאל Qadmiy’el

procedente de 6924 e 410; n. pr. m. Cadmiel = “Deus é o primeiro”

  1. um levita, descendente de Hodavias, e líder de uma família de exilados que retornaram; também supervisionou a obra no templo e foi também um dos líderes do povo que conduziu o povo na confissão pública

שֶׁמֶשׁ
(H8121)
Ver ocorrências
shemesh (sheh'-mesh)

08121 שמש shemesh

procedente de uma raiz não utilizada significando ser brilhante; DITAT - 2417a; n. f./m.

  1. sol
    1. sol
    2. nascer do sol, nascente, leste, pôr do sol, oeste (referindo-se à direção)
    3. sol (como objeto de culto ilícito)
    4. abertamente, publicamente (em outras expressões)
    5. pináculos, baluartes, escudos (resplandecentes ou reluzentes)

שַׁעַר
(H8179)
Ver ocorrências
shaʻar (shah'-ar)

08179 שער sha ar̀

procedente de 8176 no sentido original; DITAT - 2437a; n. m.

  1. porta
    1. porta (de entrada)
    2. porta (referindo-se ao espaço interno da porta, isto é, o mercado, marketplace, o lugar de reuniões públicas)
      1. cidade, aldeia
    3. porta (de palácio, castelo real, templo, átrio do tabernáculo)
    4. céus

תֹּולָע
(H8438)
Ver ocorrências
tôwlâʻ (to-law')

08438 תולע towla ̀ e (fem.) תולעה towle ah̀ ou תולעת towla ath̀ ou תלעת tola ath̀

procedente de 3216; DITAT - 2516b; n. m.

  1. verme, tecido escarlate, carmesim
    1. verme - a fêmea “coccus ilicis”
    2. tecido escarlate, carmesim, escarlate
      1. a tinta feita do corpo seco da fêmea da lagarta “coccus ilicis”
  2. verme, larva
    1. verme, lagarta
    2. a lagarta “coccus ilicis”

      Quando a fêmea da lagarta escarlate estava pronta para desovar, ela prendia seu corpo ao tronco de uma árvore, fixando-se de maneira tão firme e permanente para jamais sair. Os ovos depositados por baixo de seu corpo eram desta forma protegidos até que as larvas fossem chocadas e fosem capazes de assumir o seu próprio ciclo vital. Quando a mãe morria, o fluido carmesim manchava seu corpo e a madeira em volta. Dos corpos mortos destas lagartas escarlates fêmeas eram extraídas as tintas comerciais da antigüidade de cor escarlate. Que ilustração isso nos dá acerca de Cristo, morrendo no madeiro, derramando seu precioso sangue para que conduzisse “muitos filhos à glória” (Hb 2:10)! Ele morreu por nós, para que pudéssemos viver por meio dele! O Sl 22:6 descreve Jesus como verme e nos apresenta-nos este quadro de Cristo. (cf. Is 1:18)

      (da página 73 do livro “Biblical Basis for Modern Science”, de Henry Morris, publicado por “Baker Book House” em 1985)