Tarde

Dicionário Comum

Fonte: Priberam

Bastardear: verbo pronominal e transitivo direto Variação de abastardar.
Etimologia (origem da palavra bastardear). Bastardo + ear.
Bastardeiro: adjetivo Diz-se do vinho, fabricado de baldoeira.
Boa-tarde:
boa-tarde | s. m. | s. m. pl.

bo·a·-tar·de
nome masculino

1. Cumprimento de chegada ou despedida que se faz a alguém durante a tarde (ex.: respondeu com aquele boa-tarde sonolento do costume).


boas-tardes
nome masculino plural

2. O mesmo que boa-tarde.

Plural: boas-tardes.

Boas-tardes:
boa-tarde | s. m. | s. m. pl.

bo·a·-tar·de
nome masculino

1. Cumprimento de chegada ou despedida que se faz a alguém durante a tarde (ex.: respondeu com aquele boa-tarde sonolento do costume).


boas-tardes
nome masculino plural

2. O mesmo que boa-tarde.

Plural: boas-tardes.

Entardecer: verbo intransitivo Fazer-se tarde; ser próximo da noite: ver o dia entardecer.
substantivo masculino O cair da tarde: prefiro sempre o entardecer ao amanhecer.
Etimologia (origem da palavra entardecer). En + tarde + ecer.
Mostardeira: substantivo feminino Planta medicinal e comestível da família das crucíferas, também chamada mostarda.
Mostardeiras:
fem. pl. de mostardeira

mos·tar·dei·ra
nome feminino

1. Botânica Planta brassicácea.

2. Vaso em que se serve a mostarda.


Mostardeiro: substantivo masculino O mesmo que mostardeira (vaso).
Cultivador ou vendedor de mostarda.
Etimologia (origem da palavra mostardeiro). Mostarda + eiro.
Petardear: verbo transitivo direto Fazer saltar com petardos. Variação de petardar.
Etimologia (origem da palavra petardear). Petardo + ear.
Petardeiro: substantivo masculino O que faz ou aplica petardos; petardista.
Etimologia (origem da palavra petardeiro). Petardo + eiro.
Sobretarde: substantivo feminino Fim da tarde; lusco-fusco; a noitinha.
Etimologia (origem da palavra sobretarde). Sobre + tarde.
advérbio À noitinha; ao entardecer: Veio ele sobretarde.
Etimologia (origem da palavra sobretarde). Sobre + tarde.
Tarde: substantivo feminino Parte do dia que vai do meio-dia ao começo da noite: a tarde está linda.
advérbio Depois da hora marcada: chegou tarde à reunião.
A uma hora avançada da noite: dormiu tarde.
locução adverbial À tarde, depois do meio-dia e antes do anoitecer: trabalho à tarde.
Mais tarde, posteriormente, em ocasião futura: volte mais tarde.
Antes tarde do que nunca, expressão de agrado pelo que acontece depois de longamente esperado.
Figurado Ser tarde, já não haver remédio ou solução (para alguma coisa), por haver chegado fora de tempo: agora é tarde para arrependimento.
Tardego: adjetivo [Portugal] Serôdio.
Tardio.
Retardatário.
Etimologia (origem da palavra tardego). De tarde.
Tardeiro: adjetivo Que tarda por hábito e por feitio.
Diz-se das marés cuja preamar é depois do meio-dia.
Etimologia (origem da palavra tardeiro). Tarde + eiro.
Tardes:
2ª pess. sing. pres. conj. de tardar
fem. pl. de tarde

tar·dar -
(latim tardo, -are)
verbo transitivo

1. Fazer acontecer mais tarde ou num tempo posterior. = ADIAR, ATRASAR, DEMORAR, DIFERIR, PROCRASTINAR, RETARDARANTECIPAR

verbo intransitivo

2. Chegar mais tarde do que o previsto. = ATRASAR-SE, DEMORAR-SE

3. Vir tarde.

4. Não ter pressa; proceder lentamente. = DEMORAR-SE

nome masculino

5. Demora.

6. Antigo [Vestuário] [Vestuário] Vestido de mulher.


o mais tardar
Sem exceder determinado tempo ou prazo; no prazo máximo de (ex.: faço isso o mais tardar amanhã).

sem mais tardar
Imediatamente.


tar·de
(latim tarde, lentamente, tardiamente)
nome feminino

1. Espaço do dia compreendido entre o meio-dia e o anoitecer.

2. Diz-se da velhice ou da parte da vida que a ela se aproxima.

nome masculino

3. Usado na locução adverbial no tarde.

advérbio

4. Passado o tempo em que devia vir ou em que era conveniente.

5. Depois da hora habitual.

6. Sobre o fim do dia ou já entrada a noite.


no tarde
Serodiamente.


Tardeza: substantivo feminino Qualidade de tardo.
Falta de diligência, de presteza, de solicitude; indolência, lentidão, morosidade.
Etimologia (origem da palavra tardeza). Tarde + eza.

Dicionário de Jesus e Evangelhos

Autor: César Vidal Manzanares

Tarde: Tarde Começo da noite ou fim da primeira vigília (Mt 28:1; Mc 11:19; 13,35).

Pequeno Abc do Pensamento Judaico

Amalecitas (bibl): Povo nômade, semita, inimigo dos israelitas; habitavam a Palestina Meridional, próximo ao Negev. Depois da saída do Egito os hebreus foram atacados pelos amalecitas e os derrotaram em Refidia, a noroeste da montanha do Sinai. Alguns meses depois, rechaçaram os judeus que tentavam ingressar na Palestina. No tempo de Moisés, aliaram-se a Egom, rei de Moab, e algumas gerações mais tarde, aos madianitas contra os judeus. Estabelecido o reino de Israel, foram derrotados por Saul (FL).
Deus: É o ente criador, ordenador, mantenedor e senhor absoluto de todas as coisas. A crença na sua existência nunca foi objeto de dúvida entre os diversos povos, e a Bíblia começa a narrar a história da criação, dando-o como anterior a todas as coisas criadas: "No princípio criou Deus o céu e a terra". (Bereshit bará Elohim. . .) . Ao aparecer a Moisés incumbindo-o da missão de libertar o povo hebreu do cativeiro dos Faraós, manifesta-se-lhe numa sarsa ardente, é quando Moisés lhe pergunta: "Quando eu for para junto dos Israelitas e lhes disser que o Deus dos seus pais me enviou a eles, que lhes responderei se me perguntarem qual é o seu nome? Deus respondeu a Moisés: EU sou AQUELE QUE SOU. Eis como responderás aos israelitas (Aquele que se chama) EU SOU me envia junto de vós, Deus disse ainda a Moisés: "Assim falarás aos Israelitas: é IAVÉ, O Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó, que me envia junto de vós. - Este é o meu nome para sempre, é assim que me chamarão de geração em geração. " A noção que os israelitas tinham de Deus era transcendental. Nem sequer admite a sua figuração, donde o combate acirrado à idolatria, e que constituí, por assim dizei', o próprio fundo da história hebreia. Proclamou Isaías: "O Senhor é um Deus eterno. . . ninguém pode sondar a sua sabedoria" "Insondável é a sua grandeza" - diz o Salmista " Os céus proclamam a sua glória. . . o firmamento anuncia a obra de suas mãos". Seus atributos são a cada passo louvados e encarecidos. Assim a unidade, a personalidade, a beatitude, a bondade, a beleza, a eternidade, a glória, a imensidade, a impassibilidade, a independência, a infalibilidade, a inteligência, a invisibilidade, a justiça, a misericórdia, a universalidade de sua presença, a providência, a onipotência, a sabedoria, a espiritualidade e a veracidade. O povo israelita teve sempre Deus como ser supremo, o ser sobrenatural e inconfundível com todos outros seres. O seu nome era indizível, a ninguém era lícito preferi-lo; apenas o Sumo-Sacerdote poderia dizê-lo e isso uma única vez por ano, ao penetrar no Santo dos Santos no dia da Expiação. Devido a isso, designavam-no por epítetos, por uma circunlocução, ou ainda por alguns de seus atributos. Estes eram inúmeros. Os rabinos contavam pelo menos 15, Desde o começo do mosaísmo empregou-se para a divindade o termo IAVÉ (YAHWEH). Desse tetragrama formam-se ADONÁI e JEHOVAH. Na VULGATA Latina, Iavé se traduz por DOMINUS, isto é "O Senhor", na versão grega dos Setenta por KTRIOS, o rei, o soberano, IAVÉ é vocábulo do verbo "ser" em hebraico, e significa: o que existe, o que existiu sempre, e que possui a vida em toda a sua plenitude. ELOHIM é o nome comum de Deus na forma de plural mamajestático, usado em sentido análogo, aplicando-se aos príncipes e potentados, e ainda aos juízes com a significação de poderosos. Toma-se também em sentido genérico. Provém da raiz "alah", buscar refúgio, podendo significar também "terror", "objeto de terror". Na opinião de alguns intérpretes é aumentativo de EL (arameu fenício), ou mesmo essa palavra na forma do plural. Eusébio interpreta o vocábulo com o sentido de "força", potência, ELOHIM é vocábulo anterior a IAVÉ e foi empregado por Moisés como designativo d "Deus Senhor e criador do mundo", TÉOS no Setenta; IP, no acadiano, EULU, no árabe islâmico, é o nome genérico de Deus. Gomo se aplicasse também aos deuses falsos, para distingui-los do verdadeiro empregavam EL HAI o Deus vivo. EL ELION é o Deus altíssimo, EL é tomado em sentido determinativo. Raras vezes faziam preceder o vocábulo do artigo: há - EL o deus por excelência, ELOHIM é a forma mais frequente. Usavam-se ainda as denominações: SHADAI, que significa: o onipotente. O vocábulo JEHOVÁ é empregado na Bíblia nada menos de seis mil vezes. ELION é nome comum de Deus, correspondente ao fenício BAAL, que significa "senhor". Propriamente entretanto signific " o que está em cima", " o supremo", "EL SHADAI" é a denominação que prevalece na história dos patriarcas. Nos livros históricos (a começar pelo de Samuel) aparece a forma IAVÉ TSEBAOT, que encontramos nos profetas. Também se aplicou ao Deus de Israel a forma fenícia BAAL. Mais tarde com a guerra ao baalismo estrangeiro, a forma foi banida como idolátrica, emprestando-se lhe o sentido de falsa divinidade. Encontra-se ainda nos livros santos a forma MELECH como sinônimo de IAVÉ. Em Isaías vamos deparar cora KEDOSH ISRAEL, significando "Santo de Israel". A expressão "Deus dos Céus" aparece na época de Esdras sob a forma "ELOHE HASHAMAIM". Outra particularidade interessante da conceituação semítica de Deus é que em ocasião alguma discute a sua existência; a crença no Deus onipotente, onipresente e oniciente foi sempre ponto incontestável para Israel. A relação da divindade com os homens é (em sua parte) direta e sem intermediários. (JS)
Erev (hebr): Véspera ou tarde. Período entre o crepúsculo e o aparecimento de três estreias, no céu, visíveis a olho nu. A palavra é usada em combinação com os nomes dos dias festivos ou do sábado. - "Erev-Shabat" - véspera de sábado ou a noite da sexta-feira. "Erev- Pessah" - véspera da Páscoa.
Haganá: Defesa, proteção. Milícia judaica criada em 1935 e que defendia as propriedades judaicas dos ataques árabes. Mais tarde tornou-se o berço do exército de Israel.
Liturgia: Ordem e forma para celebração dos ofícios divinos. Todo ato litúrgico se realiza entre os judeus com a presença de um "quorum" composto de 10 homens, maiores a 13 anos. (MINYAN). Este minyan é indispensável para a leitura pública da Torá, para a bênção dos KOHANIM, para as orações nas sinagogas, para a cerimônia dos casamentos, circuncisões, enterros e para a recitação do KADISH. Existem diversos ritos os quais surgiram em diversas épocas e em diversos países. As três principais formas litúrgicas são: ASKENAZI (dos judeus da Europa Central), SEFARADI (dos judeus espanhóis, portugueses, turcos etc.) e YEMENITA (parecido com o sefaradi, usado no Oriente). A liturgia básica é dividida em serviços da manhã (SHACHABIT), na tarde, (MINHÁ) e da noite (MAARIV). São usados livros de orações, para dias normais e sábado: SIDUR, e para grandes festas: MAhSOR. As rezas (orações) têm a sua cronologia, mas em diversos ritos têm diferentes e variadas execuções. É notável como apesar das distâncias no tempo e no espaço, os judeus preservaram uma grande uniformidade na estrutura de sua liturgia.
Minhá (or): Prece da tarde, antes do pôr do sol.
Neilá (hebr): Fechamento. A última parte do cerimonial de YOM KIPPUR, do dia mais importante do, ano. Depois de todo um dia de meditação e reza com o entardecer a imagem criada é que as portas dos céus se fecham, daí o nome NEILÁ, fechamento.
Rabi: Meu mestre. Originariam ente o título era aplicado a um doutor da "Mishná" ou aos amoraítas da Palestina. Mais tarde significa o chefe espiritual de uma comunidade judaica, ou pessoa erudita nas leis judaicas. Nome dado ao tanaíta Rabi Judá Hanassi.
Religião judaica: Os judeus consideram a sua religião a. única para os judeus; jamais condenaram, porém, o devoto de qualquer outra fé. Diz-nos o Talmude: "Os justos de todas as nações merecem a imortalidade". Acreditam eles em certos conceitos éticos essenciais: decoro, benevolência, justiça e integridade. A estes consideram verdades eternas, mas sem se arrogarem o monopólio dessas verdades, pois reconhecem que toda grande fé religiosa as descobriu. Era o que Rabi Meir tinha em vista quando, há cerca de dezoito séculos, afirmou: "Gentio que segue a Torá não é inferior ao nosso Sumo Sacerdote". (MNK) O Judaísmo teve num certo tempo a possibilidade de se tornar religião mundial. Aquilo que mais tarde conseguiu o Cristianismo, por motivos que ignoramos, o Judaísmo recusou. Nos primeiros dois séculos da nossa era, quando houve crises no Império Romano, encontramos referências a viagens de rabinos para visitar a comunidade de Roma. E houve em Roma grupos de judaizantes, dos quais falaram escritores como Sêneca. Provavelmente os rabinos estavam impedindo a promiscuidade entre sua comunidade e estes grupos judaizantes. Supomos que o Judaísmo teve naquela época a oportunidade de se tornar religião mundial. Mas, para não se diluir, recusou aquilo que a religião filial aceitara como o seu lema: a missão, a propagação da fé. (PP)
Sacerdotes: Eram, entre os antigos israelitas, os guardiões do santuário, exercendo aí as funções legais e rituais. A princípio eram os sacrifícios oferecidos pelos próprios patriarcas, mais tarde pelo reis ou ainda pelos chefes ou condutores do povo. Com o tempo ficaram tais funções circunscritas a uma classe, que se tornou a casta sacerdotal. Tal instituição deve ter tido origem em Canaã, cujas crenças e ritos foram facilmente assimilados pelos israelitas quando ali se estabeleceram. Tiveram os sacerdotes papel preponderante no culto israelita. O privilégio do sacerdócio foi ciado à tribo de Levi. Os levitas destinaram-se exclusivamente ao serviço do culto. Eram os primogênitos de Iavé. A princípio exerceram as suas funções nos santuários, depois no Templo, construído durante o reinado de Salomão, mais tarde nas Sinagogas. Historicamente o sacerdócio é anterior a Moisés, pois é comum a todos os antigos povos dentre os quais são os israelitas os mais jovens. Mas o sacerdócio pré-mosaico, era de instituição natural, passando a ser de instituição divina com Moisés. Este conservou as prerrogativas de condutor de povo, eleito e de supremo legislador, confiando as funções do culto a seu irmão Aarão. Escolhida a tribo de Levi para perpetuar o culto, o ministério tornou-se hereditário, passando de pai a filho. Os sacerdotes, ao receberem a investidura, recebiam também a unção sagrada. Só os primogênitos podiam chegar a Sumos Sacerdotes. A tribo de Levi não foi contemplada na divisão das terras de Canaã, porque a porção de sua herança era o próprio Iavé. (JS)
Taaniyot (hebr): Dias de Jejum. O calendário hebraico celebra também os dias trágicos. O judeu oprimido rende-lhes o tributo da lembrança e de jejum, dupla homenagem em que alma e corpos se associam à dor coletiva. No transcurso do ano judaico, aparecem as seguintes datas de jejum, instituídas em comemoração a acontecimentos lúgubres: ASSARÁ BE-TEVET (10. de Tevet), quando começou o sítio de Jerusalém, pelas tropas de Nabucodonosor; SHIVÁ ASSAR BE TAMUZ (17 de Tamus), data em que foi aberta a primeira brecha no muro da Cidade Santa, e em que 550 anos mais tarde, teve que ser interrompido o serviço no Templo, em virtude do assédio dos romanos; TISHÁ be AV (9 de Av), dia da destruição do primeiro e segundo Templo de Jerusalém; TSOM GUEDALYA (3 de Tishrê), em memória do desaparecimento do último sinal de autonomia judaica e TAANIT ESTER (jejum de Ester) dia 13 de Adár, vespera de Purim. (ES)
Tefilá: As principais orações diárias dos israelitas são TEFILAT-SHAhARIT (oração da manhã); TEFILAT-MINhÁ (oração da tarde); TEFILAT-ARVIT (oração da noite). Podemos também classificar as orações, do ponto de vista do seu conteúdo. Tornou-se hábito no judaísmo ao rezar, de nos aproximarmos de Deus, primeiramente com palavras de louvor e de adoração.
Nas ORAÇÕES DE ADORAÇÃO, consideramos o poder e majestade, e. grandeza e o mistério de Deus. Deus não necessita da nossa adoração mas nós necessitamos adorá-Lo. As orações de adoração protegem os homens de se tornarem enamorados de que é falso e degradante, o propósito da oração é encontrar a nossa relação com um Deus vivo. Essa relação é expressa em palavras que entoam louvores a Deus. O louvor a Deus é uma resposta à sua Majestade e Glória. Na medida em que enunciamos esses louvores, somos elevados a um plano mais alto de sentimento e de pensamento. (RLB) As orações de AGRADECIMENTO (veja-BERACHÁ) têm como objetivo de tornar-nos conscientes das bençãos que nos cercam e da qual recebemos benefícios diariamente.
Só após louvar e agradecer, o judeu nas suas orações chega às rezas, nos quais exprime o seu "pedido". Estas podem ser chamadas ORAÇÕES SUPLICATÓRIAS. Suplicamos a Deus em favor daqueles que estão enfermos e encorajamos mesmo o agonizante a orar pela sua restauração à saúde e ao serviço útil a Deus. As orações suplicatórias exigem que o adorador se concentre-se sobre a Vontade de Deus em vez de a sua própria. A nossa súplica (por bênção para a vida), deve ser motivada pelo nosso desejo de usar essa bênção para a glória de Deus. As orações judaicas de súplica são feitas no plural em vez do singular a fim de aguçar o nosso consciente a respeito dos outros. (RLB) Veja também: TAhANUN
Temos ainda orações de penitência em que o homem confessa o seu erro e pede perdão. Em hebraico chamamos estas rezas "SELIhOT". O judeu pede ajuda de Deus a fim de que possa superar os seus maus desejos. Apela por uma outra oportunidade, quando ele tem a intenção de agir 'diferentemente e confia no misericordioso perdão de Deus Veja também: SELIhOT

Strongs


Βοόζ
(G1003)
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Boóz (bo-oz')

1003 βοος Booz

de origem hebraica 1162 בעז; n pr m

Boaz = “nele está a força”

  1. um parente de Rute, mais tarde o seu segundo marido

ἔννατος
(G1766)
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énnatos (en'-nat-os)

1766 εννατος ennatos

ordinal de 1767; adj

  1. nono
    1. a nona hora corresponde a 3 horas da tarde, pois a sexta hora dos judeus coincide com a décima segunda do dia tal como dividida pelo nosso método. A primeira hora do dia judeu equivale a 6 horas da manhã para nós.

ἐπιγίνομαι
(G1920)
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epigínomai (ep-ig-in'-om-ahee)

1920 επιγινομαι epiginomai

de 1909 e 1096; v

  1. tornar-se ou acontecer mais tarde
    1. ser nascido depois

      vir a, chegar: de tempo

      levantar(-se), surgir, sobrevir


Ζηλωτής
(G2208)
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Zēlōtḗs (dzay-lo-tace')

2208 ζηλοτης Zelotes

  1. o mesmo que 2207; TDNT - 2:882,297; n m
  2. alguém que arde em zelo, zelote
  3. usado para descrever Deus como zeloso de qualquer rival e severamente reivindicando seu controle

    desejo ansioso por, zelo por algo

    1. para adquirir algo (desejoso de)
    2. para defender e sustentar algo, lutando veementemente por algo

      Desde a época dos Macabeus, havia entre os judeus um classe de homens, chamados Zelotes, que era fanaticamente apegada à lei mosaica a ponto de recorrer à violência, a exemplo de Finéias, para impedir que a religião fosse violada por outros; mais tarde, no entanto, a comunidade judaica passou a usar o seu santo zelo como pretexto para os mais terríveis crimes.


Ἡρώδης
(G2264)
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Hērṓdēs (hay-ro'-dace)

2264 Ηρωδης Herodes

composto de heros (um “herói”) e 1491; n pr m Herodes = “heróico”

nome de uma família real que se distinguiu entre os judeus no tempo de Cristo e dos Apóstolos. Herodes, o grande, era filho de Antípatre da Iduméia. Nomeado rei da Judéia em 40 a.C. pelo Senado Romano pela sugestão de Antônio e com o consentimento de Otaviano, ele finalmente superou a grande oposição que o país levantou contra ele e tomou posse do reino em 37 a.C.; e depois da batalha de Actio, ele foi confirmado por Otaviano, de quem gozava favor. Era corajoso e habilidoso na guerra, instruído e sagaz; mas também extremamente desconfiado e cruel. Por isso ele destruiu a família real inteira dos hasmoneanos, mandou matar muitos dos judeus que se opuseram ao seu governo, e prosseguiu matando até sua cara e amada esposa Mariamne da linhagem dos hasmoneanos e os dois filhos que teve com ela. Por esses atos de matança, e especialmente pelo seu amor e imitação dos costumes e instituições romanas e pelas pesadas taxas impostas sobre seus súditos, ele tanto se indispôs contra os judeus que não consegiu recuperar o favor deles nem através de sua esplêndida restauração do templo e outros atos de munificência. Ele morreu aos 70 anos, no trigésimo sétimo ano do seu reinado, 4 anos antes da era dionisiana. João, o batista, e Cristo nasceram durante os últimos anos do seu reinado; Mateus narra que ele ordenou que todas os meninos abaixo de dois anos em Belém fossem mortos.

Herodes, cognominado “Antipas”, era filho de Herodes, o grande, e Maltace, uma mulher samaritana. Depois da morte de seu pai, ele foi nomeado pelos romanos tetrarca da Galiléia e Peréia. Sua primeira esposa foi a filha de Aretas, rei da Arábia; mas ele subseqüentemente a repudiou e tomou para si Herodias, a esposa de seu irmão Herodes Filipe; e por isso Aretas, seu sogro, fez guerra contra ele e o venceu. Herodes aprisionou João, o Batista, porque João o tinha repreendido por esta relação ilícita; mais tarde, instigado por Herodias, ordenou que ele fosse decapitado. Também induzido por ela, foi a Roma para obter do imperador o título de rei. Mas por causa das acusações feitas contra ele por Herodes Agripa I, Calígula baniu-o (39 d.C.) para Lugdunum em Gaul, onde aparentemente morreu. Ele não tinha muita força de vontade, era lascivo e cruel.

Herodes Agripa I era filho de Aristóbulo e Berenice, e neto de Herodes, o grande. Depois de muitas mudanças de fortuna, conquistou o favor de Calígula e Cláudio de tal forma que ele gradualmente obteve o governo de toda a Palestina, com o título de rei. Morreu na Cesaréia em 44 d.C., aos 54 anos, no sétimo [ou no quarto, contando com a extensão de seu domínio por Cláudio] ano de seu reinado, logo depois de ter ordenado que Tiago, o apóstolo, filho de Zebedeu, fosse morto, e Pedro fosse lançado na prisão: At 12:21

(Herodes) Agripa II, filho de Herodes Agripa I. Quando seu pai morreu ele era um jovem de dezessete anos. Em 48 d.C. recebeu do imperador Cláudio o governo de Calcis, com o direito de nomear os sumo-sacerdotes judeus. Quatro anos mais tarde, Cláudio tomou dele Calcis e deu-lhe, com o título de rei, um domínio maior, que incluía os territórios de Batanéia, Traconites, e Gaulanites. Àqueles reinos, Nero, em 53 d.C., acrescentou Tibéria, Tariquéia e Peréia Julias, com quatorze vilas vizinhas. Ele é mencionado em At 25 e 26. De acordo com A Guerra Judaica, embora tenha lutado em vão para conter a fúria da populaça sediosa e belicosa, ele não teria desertado para o lado dos romanos. Depois da queda de Jerusalém, foi investido com o grau pretoriano e manteve o reino inteiro até a sua morte, que aconteceu no terceiro ano do imperador Trajano, [aos 73 anos, e no ano 52 de seu reinado]. Ele foi o último representante da dinastia Herodiana.


Ἰωάννης
(G2491)
Ver ocorrências
Iōánnēs (ee-o-an'-nace)

2491 Ιοαννης Ioannes

de origem hebraica 3110 יוחנן; n pr m

João = “Jeová é um doador gracioso”

João Batista era filho de Zacarias e Elisabete, e o precussor de Cristo. Por ordem de Herodes Antipas, foi lançado na prisão e mais tarde decapitado.

João, o apóstolo, escritor do quarto evangelho, filho de Zebedeu e Salomé, irmão de Tiago. É aquele discípulo (sem menção do nome) chamado no quarto evangelho de “o discípulo amado” de Jesus. De acordo com a opinião tradicional, é o autor do Apocalipse.

João, cognominado Marcos, companheiro de Barnabé e Paulo At 12:12.

João, um membro do Sinédrio At 4:6.


κῶμος
(G2970)
Ver ocorrências
kōmos (ko'-mos)

2970 κωμος komos

de 2749; n m

  1. orgia, farra
    1. procissão noturna e luxuriosa de pessoas bêbadas e galhofeiras que após um jantar desfilavam pelas ruas com tochas e músicas em honra a Baco ou algum outro deus, e cantavam e tocavam diante das casas de amigos e amigas; por isso usado geralmente para festas e reuniões para beber que se prolonga até tarde e que favorece a folia

Sinônimos ver verbete 5937


οἶκος
(G3624)
Ver ocorrências
oîkos (oy'-kos)

3624 οικος oikos

de afinidade incerta; TDNT - 5:119,674; n m

  1. casa
    1. casa habitada, lar
    2. uma construção qualquer
      1. de um palácio
      2. a casa de Deus, o tabérnaculo
    3. qualquer lugar de habitação
      1. do corpo humano como habitação de demônios que o possuem
      2. de tendas, cabanas, e mais tarde, dos ninhos, estábulos, tocas de animais
      3. o lugar onde alguém fixou sua residência, habitação estabelecida de alguém, domicílio
  2. ocupantes de uma casa, todas as pessoas que formam uma família, um lar
    1. família de Deus, da Igreja Cristã, da igreja do Antigo e do Novo Testamento

      linhagem, família, descendentes de alguém

Sinônimos ver verbete 5867 e 5944


ὀψέ
(G3796)
Ver ocorrências
opsé (op-seh')

3796 οψε opse

do mesmo que 3694 (pela idéia de relutância); (adverbialmente) perto do fim do dia; v

  1. depois de um longo tempo, mais tarde, tardio
    1. perto do fim do dia, i.e., ao anoitecer
    2. tendo o sábado recém terminado, depois do sábado
      1. na alvorada do primeiro dia da semana

ὄψιμος
(G3797)
Ver ocorrências
ópsimos (op'-sim-os)

3797 οψιμος opsimos

de 3796; adj

  1. tardio, mais tarde
    1. do tempo de abaixamento das águas do Nilo
    2. as chuvas tardias ou primaveris, que caem principalmente nos meses de Março e Abril justo antes da colheita

ὄψιος
(G3798)
Ver ocorrências
ópsios (op'-see-os)

3798 οψιος opsios

de 3796; adj

  1. tardio
  2. vespertino
    1. entre três e seis horas da tarde
    2. das seis horas da tarde até o começo da noite

Ἀνδρέας
(G406)
Ver ocorrências
Andréas (an-dreh'-as)

406 Ανδρεας Andreas

de 435; n pr m

André = “varonil”

  1. um nativo de Betsaida, na Galiléia, irmão de Simão Pedro, um discípulo de João o Batista, e mais tarde apóstolo de Cristo. Dele se diz ter sido crucificado na Acaia.

πρόθεσις
(G4286)
Ver ocorrências
próthesis (proth'-es-is)

4286 προθεσις prothesis

de 4388; TDNT - 8:164,1176; n f

  1. apresentação de algo, colocá-lo à vista, o pão sagrado
    1. doze pães de trigo, correspondentes ao número das tribos de Israel. Eram oferecidos a Deus cada sábado e separados em duas fileiras, deixados por sete dias sobre uma mesa colocada no santuário ou na parte frontal do tabernáculo, e mais tarde no templo

      propósito


προκόπτω
(G4298)
Ver ocorrências
prokóptō (prok-op'-to)

4298 προκοπτω prokopto

de 4253 e 2875; TDNT - 6:703,939; v

  1. ultrapassar
    1. estirar pelo martelar (como um ferreiro forja metais)
    2. metáf. promover, favorecer, ajudar
  2. ir adiante, avançar, prosseguir
    1. de tempo: a noite, já tarde
    2. metáf. crescer, fazer progresso

Ἄννας
(G452)
Ver ocorrências
Ánnas (an'-nas)

452 Αννας Annas

de origem hebraica 2608 חנן; n pr m

Anás = “humilde”

  1. sumo sacerdote dos judeus, elevado ao sacerdócio por Quirino, o governador da Síria em 6 ou 7 d.C., contudo, mais tarde deposto por Valerius Gratus, o procurador da Judéia, que colocou em seu lugar, primeiro Ismael, filho de Fabi, e logo depois Eleazar, filho de Anás. Depois de Eleazar, o ofício passou a Simão; de Simão em 18 d.C. a Caifás; no entanto, mesmo depois de ter sido deposto do ofício, Anás continuou a ter grande influência.

συναγωγή
(G4864)
Ver ocorrências
synagōgḗ (soon-ag-o-gay')

4864 συναγωγη sunagoge

da (forma reduplicada de) 4863; TDNT - 7:798,1108; n f

  1. ajuntamento, recolhimento (de frutas)
  2. no NT, uma assembléia de homens
  3. sinagoga
    1. assembléia de judeus formalmente reunidos para ofertar orações e escutar leituras e exposições das escrituras; reuniões deste tipo aconteciam todos os sábados e dias de festa; mais tarde, também no segundo e quinto dia de cada semana; nome transferido para uma assembléia de cristãos formalmente reunidos para propósitos religiosos
    2. as construções onde aquelas assembléias judaicas solenes eram organizadas. Parece ser que as sinagogas tiveram sua origem durante o exílio babilônico. Na época de Jesus e dos apóstolos, cada cidade, não apenas na Palestina, mas também entre os gentios, se tivesse um considerável número de habitantes judeus, tinha pelo menos uma sinagoga. A maioria das sinagogas nas grandes cidades tinha diversas, ou mesmo muitas. As sinagogas eram também usadas para julgamentos e punições.

Sinônimos ver verbete 5897


τάσσω
(G5021)
Ver ocorrências
tássō (tas'-so)

5021 τασσω tasso

forma prolongada de um verbo primário (que mais tarde aparece apenas em determinados tempos); TDNT - 8:27,1156; v

  1. colocar em ordem, situar
    1. colocar em uma determinada ordem, organizar, designar um lugar, apontar
      1. designar (apontar) algo para alguém
    2. apontar, ordenar, arrumar
      1. designar por responsabilidade ou autoridade própria
      2. apontar mutualmente, i.e., concordar sobre

Sinônimos ver verbete 5844


τετράρχης
(G5076)
Ver ocorrências
tetrárchēs (tet-rar'-khace)

5076 τετραρχης tetrarches

de 5064 e 757; n m

  1. tetrarca
    1. governador da quarta parte de uma região. Desta forma Strabo declara que a Galácia, em tempos antigos, foi dividida em três partes, das quais cada uma foi distribuída em quatro pequenas subdivisões, sendo cada uma governada por um tetrarca. Strabo relata que Tessália, antes do tempo de Felipe da Macedônia, tinha sido dividida em quatro tetrarquias, cada uma tendo seu próprio tetrarca.
    2. governador da terceira parte ou metade de um país, ou até governador de um país ou distrito inteiro deste que fosse de limites comparativamente estreitos; um príncipe insignificante. Desta forma Antônio fez Herodes (mais tarde rei) e Fasael, filho de Antípater, tetrarcas da Palestina. Depois da morte de Herodes, o Grande, seu filho Arquelau foi nomeado etnarca, mas seus filhos Antipas e Felipe, com o título de tetrarcas, dividiram e governaram o reino deixado por seu pai.

ὑστερέω
(G5302)
Ver ocorrências
hysteréō (hoos-ter-eh'-o)

5302 υστερεω hustereo

de 5306; TDNT - 8:592,1240; v

  1. atrás
    1. vir mais tarde ou com bastante atraso
      1. ser deixado para trás na corrida e falhar em alcançar o objetivo, não chegar até o fim
      2. metáf. falhar em tornar-se um participante, voltar atrás de
    2. ser inferior em poder, influência e posição
      1. da pessoa: ser inferior a
    3. falhar, estar ausente
    4. estar em falta de, faltar

      sofrer necessidade, estar destituído de, faltar (ser inferior) em excelência, valor


ὕστερον
(G5305)
Ver ocorrências
hýsteron (hoos'-ter-on)

5305 υστερον husteron

neutro de 5306 como advérbio; TDNT - 8:592,1240; n n

por último, atrasado, que vem após, o segundo

mais tarde, após isto, finalmente


ὕστερος
(G5306)
Ver ocorrências
hýsteros (hoos'-ter-os)

5306 υστερος husteros

comparativo de 5259 (no sentido de atrasado); TDNT - 8:592,1240; adj

por último, atrasado, que vem após, o segundo

mais tarde, após isto, finalmente


()

5815 - Sinônimos

Ver Definição para arti 737

Ver Definição para ede 2235

Ver Definição para nun 3568

737 - “já, agora, mesmo agora”, marca tempo em estreita conexão ao presente; mais tarde, estritamente o tempo presente

2235 - “agora (já)”, com uma referência sugerida a um outro tempo ou a uma expectativa, presente subjetivo

3568 - “agora”, marca um ponto ou período de tempo definido, o (objetivo) presente imediato


ἀριστάω
(G709)
Ver ocorrências
aristáō (ar-is-tah'-o)

709 αρισταω aristao

de 712; v

  1. tomar café da manhã; alimentar-se
  2. (usado mais tarde para) jantar

ἄριστον
(G712)
Ver ocorrências
áriston (ar'-is-ton)

712 αριστον ariston

aparentemente neutro de um superlativo do mesmo que 730; n n

  1. o primeiro alimento da manhã, café da manhã
  2. (usado mais tarde para) janta

ἀῤῥαβών
(G728)
Ver ocorrências
arrhabṓn (ar-hrab-ohn')

728 αρραβων arrhabon

de origem hebraica 6162; TDNT - 1:475,80; n m

  1. penhor
    1. dinheiro que em compras é dado como um penhor ou pagamento inicial como garantia de que a soma total será mais tarde

Ἄρτεμις
(G735)
Ver ocorrências
Ártemis (ar'-tem-is)

735 Αρτεμις Artemis

provavelmente do mesmo que 736; n pr f Diana = “luz completa: fluxo retido”

  1. Ártemis, está é a assim chamada Ártemis táurica ou persa ou éfesa, a deusa de muitos povos asiáticos, sendo distinta da Ártemis dos gregos, a irmã de Apolo. Um esplêndido templo foi construído para ela em Éfeso, que foi incendiado por Herostrato e reduzido a cinzas; mas mais tarde nos tempos de Alexandre, o Grande, foi reconstruído num estilo da maior magnificência.

ἀρχιερεύς
(G749)
Ver ocorrências
archiereús (ar-khee-er-yuce')

749 αρχιερευς archiereus

de 746 e 2409; TDNT - 3:265,349; n m

  1. sumo-sacerdote. Ele era honrado acima de todos com título de sacerdote, chefe dos sacerdotes. Era lícito para ele realizar os deveres comuns do sacerdócio; mas seu principal dever era, uma vez por ano no dia da expiação, entrar no Santo dos Santos (dever do qual os outros sacerdotes estavam excluídos) e oferecer sacrifícios por seus próprios pecados e pelos pecados do povo, e presidir sobre o Sinédrio, ou Concílio Supremo, quando convocado para deliberações. De acordo com a lei mosaica, ninguém podia aspirar ao sumo sacerdócio a menos que fosse da tribo de Arão e descendente de uma família de sumos sacerdotes; e aquele a quem o ofício era conferido, ocupava este cargo até a morte. Mas a partir de Antíoco Epifanes, quando os reis Selêucidas e mais tarde os príncipes herodianos e os romanos arrogaram para si mesmos o poder de nomear os sumos sacerdotes, o ofício não mais permanecia fixo na família pontifical nem era conferido a alguém por toda a vida; mas tornou-se venal, e podia ser transferido de um para outro de acordo com a vontade dos governos civis e militares. Isto explica por que vinte e oito pessoas ocuparam a dignidade pontifical durante os cento e sete anos que separam Herodes, o grande e a destruição da cidade santa.
  2. Os sumo-sacerdotes. Inclui-se nesta categoria, além daquele que detinham o ofício sumosacerdotal, tanto aqueles que foram previamente depostos, e mesmo depostos, continuavam exercendo um grande poder no estado, quanto os membros das famílias

    das quais procediam os sumo-sacerdotes, dado que tinham grande influência am assuntos públicos.

  3. Usado em referência a Cristo. Ao sofrer uma morte sangrenta, ele ofereceu a si mesmo como sacrifício expiatório para Deus, e entrou no santuário celeste onde continuamente intercede em nosso favor.

Βαλαάμ
(G903)
Ver ocorrências
Balaám (bal-ah-am')

903 Βαλααμ Balaam

de origem hebraica 1109 בלעם; TDNT - 1:524,91; n pr m

Balaão = “possibilidade”

  1. Um nativo de Petor, uma cidade da Mesopotâmia, investido pelo SENHOR com poder profético. Ele foi contratado por Balaque para amaldiçoar os israelitas; e influenciado pela expectativa de uma recompensa, ele quis satisfazer Balaque; mas ele foi compelido pelo poder do SENHOR a abençoá-los. Por isso mais tarde os judeus falavam dele como o mais abandonado ou enganado enganador.

בְּנָיָה
(H1141)
Ver ocorrências
Bᵉnâyâh (ben-aw-yaw')

01141 בניה B enayaĥ ou (forma alongada) בניהו B enayahuŵ

procedente de 1129 e 3050; n pr m Benaia = “Javé construiu” ou “Javé edificou”

  1. um dos soldados das tropas de elite de Davi, filho de Joiada, o sumo sacerdote, um levita, posto por Davi como seu segurança, que, mais tarde, por ter permanecido fiel a Salomão durante a tentativa de Adonias de conquistar a coroa, foi promovido para o lugar de Joabe como comandante chefe do exército
  2. o piratonita, um efraimita, um dos trinta soldados da tropa de elite de Davi, e o capitão do undécimo turno mensal
  3. um simeonita, um príncipe das famílias de Simei
  4. um levita na época de Davi que tocava com o saltério em voz de soprano
  5. um sacerdote na época de Davi indicado para tocar a trombeta diante da arca
  6. um levita dos filhos de Asafe
  7. um levita na época de Ezequias
  8. quatro israelitas na época de Esdras que casaram com esposas estrangeiras
  9. o pai de Pelatias

גִּלְגָּל
(H1537)
Ver ocorrências
Gilgâl (ghil-gawl')

01537 גלגל Gilgal

o mesmo que 1536; n pr loc Gilgal = “uma roda, rolo”

  1. o primeiro local de um acampamento israelita a oeste do Jordão, também a leste de Jericó, ali Samuel tornou-se juiz e Saul foi proclamado rei; mais tarde o local foi usado para adoração ilícita
  2. local de habitação de profetas em Israel, no norte, a aproximadamente sete quilômetros (quatro milhas) de Siló e Betel
  3. uma região conquistada por Josué, localização incerta

חֲזָאֵל
(H2371)
Ver ocorrências
Chăzâʼêl (khaz-aw-ale')

02371 חזאל Chaza’el ou חזהאל Chazah’el

procedente de 2372 e 410; n pr m Hazael = “alguém que vê Deus”

  1. um rei da Síria; enviado por seu mestre, Ben-Hadade, ao profeta Eliseu, para procurar remédio para a lepra de Ben-Hadade; aparentemente matou Ben-Hadade mais tarde, assumiu o trono, e logo engajou-se numa guerra com os reis de Judá e Israel pela posse da cidade de Ramote-Gileade

חֲצַרְמָוֶת
(H2700)
Ver ocorrências
Chătsarmâveth (khats-ar-maw'-veth)

02700 חצרמות Chatsarmaveth

procedente de 2691 e 4194;

Hazar-Mavé = “vila da morte” n pr m

  1. o terceiro dos filhos de Joctã

    Ele foi o fundador de um povoado antigo do sul da Arábia que mais tarde tornou-se uma província e um importante centro comercial


חִתִּי
(H2850)
Ver ocorrências
Chittîy (khit-tee')

02850 חתי Chittiy

procedente de 2845; DITAT - 776a; n patr m Heteu = “descendente de Hete”

  1. a nação descendente de Hete, o segundo filho de Canaã; de habitantes da Anatólia central

    (atual Turquia), vieram a ser, mais tarde, habitantes do norte do Líbano


יֹום
(H3117)
Ver ocorrências
yôwm (yome)

03117 יום yowm

procedente de uma raiz não utilizada significando ser quente; DITAT - 852; n m

  1. dia, tempo, ano
    1. dia (em oposição a noite)
    2. dia (período de 24 horas)
      1. como determinado pela tarde e pela manhã em Gênesis 1
      2. como uma divisão de tempo
        1. um dia de trabalho, jornada de um dia
    3. dias, período de vida (pl.)
    4. tempo, período (geral)
    5. ano
    6. referências temporais
      1. hoje
      2. ontem
      3. amanhã

אַחֲרֹון
(H314)
Ver ocorrências
ʼachărôwn (akh-ar-one')

0314 אחרון ’acharown ou (forma contrata) אחרן ’acharon

procedente de 309; DITAT - 68e; adj

  1. atrás, seguinte, subseqüente, ocidental
    1. atrás, extremidade posterior, ocidental (referindo-se a localização)
    2. mais tarde, subseqüente, o último, último (referindo-se a tempo)

אַיָּלֹון
(H357)
Ver ocorrências
ʼAyâlôwn (ah-yaw-lone')

0357 אילון ’Ayalown

procedente de 354; n pr loc Aijalom = “campo de cervos”

  1. cidade levítica em Dã, 14 milhas ou 25 km a noroeste de Jerusalém, mais tarde governada pelos amorreus, depois pelos benjamitas de Judá, e então pelos filisteus
  2. uma cidade de Zebulom, lugar desconhecido

כְּפִירָה
(H3716)
Ver ocorrências
Kᵉphîyrâh (kef-ee-raw')

03716 כפירה K ephiyraĥ

feminino de 3715; n pr loc Cefira = “leoa”

  1. uma cidade dos gibeonitas mais tarde designada para a tribo de Benjamim

אָמֹון
(H528)
Ver ocorrências
ʼÂmôwn (aw-mone')

0528 אמון ’Amown

de derivação egípcia; n pr m Amom = “nutrir: ser fiel”

  1. um deus egípcio, originalmente o deus local de Tebas, mais tarde um líder do panteão egípcio

אֶבְיָתָר
(H54)
Ver ocorrências
ʼEbyâthâr (ab-yaw-thawr')

054 אביתר ’Ebyathar

forma contrata de 1 e 3498, Grego 8 Αβιαθαρ; n pr m

Abiatar = “meu pai é grande”

  1. sacerdote, filho de Aitube (Aimeleque), fiel a Davi, porém mais tarde veio a rebelar-se com Adonias

סֻכֹּות
(H5523)
Ver ocorrências
Çukkôwth (sook-kohth')

05523 סכות Cukkowth ou סכת Cukkoth

procedente de 5521; DITAT - 1492e; n pl pr loc Sucote = “tendas”

  1. o lugar onde Jacó armou proteção para o seu gado e construiu uma casa para si; aparentemente a leste do Jordão perto da vau da torrente do Jaboque e mais tarde designado para a tribo de Gade
  2. o primeiro lugar de parada dos israelitas quando saíram do Egito

עֶצֶם
(H6107)
Ver ocorrências
ʻEtsem (eh'-tsem)

06107 עצם Ètsem

o mesmo que 6106; n. pr. loc. Azem ou Ezem = “osso”

  1. uma cidade no Neguebe, de Judá, mais tarde designada a Simeão

עֶקְרֹון
(H6138)
Ver ocorrências
ʻEqrôwn (ek-rone')

06138 עקרון Èqrown

procedente de 6131; n. pr. loc.

Ecrom = “emigração” ou “arrancar pelas raízes”

  1. a cidade mais ao norte dentre as 5 principais cidades dos filisteus; localizada nas terras baixas de Judá e mais tarde dadas a Dã

עֲרֹועֵר
(H6177)
Ver ocorrências
ʻĂrôwʻêr (ar-o-ayr')

06177 ערוער Àrow er̀ ou ערער Àro er̀ ou ערעור Àr owr̀

o mesmo que 6176; n. pr. loc. Aroer = “ruínas”

  1. uma cidade à margem norte do rio Arnom, o extremo sul do território de Seom, rei dos amorreus, e mais tarde de Rúben; a moderna “Arair”
  2. uma cidade em Amon próxima ao Jaboque pertencente a Gade
  3. uma vila no sul de Judá

עָשָׁן
(H6228)
Ver ocorrências
ʻÂshân (aw-shawn')

06228 עשן Àshan

o mesmo que 6227; n. pr. loc. Asã = “fumaça”

  1. uma cidade nas terras baaixas de Judá, mais tarde mencionada como pertencente a Simeão

צִקְלַג
(H6860)
Ver ocorrências
Tsiqlag (tsik-lag')

06860 צקלג Tsiqlag ou ציקלג Tsiyq elaĝ (1Cr 12:1,1Cr 12:20)

de origem incerta; n. pr. l. Ziclague = “sinuoso”

  1. uma cidade no sul de Judá, mais tarde alocada a Simeão; famosa por ter sido a cidade que Aquis, rei de Gate, deu a Davi e que era seu domicílio quando se uniram a ele muitos de seus guerreiros e quando recebeu a notícia da morte de Saul

שֶׁבְנָא
(H7644)
Ver ocorrências
Shebnâʼ (sheb-naw')

07644 שבנא Shebna’ ou שׂבנה Shebnah

procedente de uma raiz não utilizada significando crescer; n. pr. m. Sebna = “vigor”

  1. uma pessoa de alta posição na corte do rei Ezequias, de Judá; mais tarde veio a tornar o escrivão ou secretário de Ezequias

שִׁנְעָר
(H8152)
Ver ocorrências
Shinʻâr (shin-awr')

08152 שנער Shin ar̀

provavelmente de origem estrangeira; DITAT - 2424; n. pr. l.

Sinar = “país de dois rios”

  1. nome antigo do território mais tarde conhecido como Babilônia ou Caldéia

תַּלְמַי
(H8526)
Ver ocorrências
Talmay (tal-mah'-ee)

08526 תלמי Talmay

procedente de 8525, grego 918 βαρθολομαιος; n. pr. m.

Talmai = “sulcado”

  1. um dos 3 filhos do gigante Anaqe que foram mortos pelos homens de Judá
  2. filho de Amiúde, rei of Gesur, o qual tornou-se rei de Gesur mais tarde, e pai de Maaca, a mãe de Absalão e esposa de Davi

תִּמְנָה
(H8553)
Ver ocorrências
Timnâh (tim-naw')

08553 תמנה Timnah

procedente de 4487; n. pr. l. Timna = “porção”

  1. uma cidade na divisa norte de Judá mais tarde designada a Dã
  2. uma cidade na região montanhosa de Judá

תַּרְדֵּמָה
(H8639)
Ver ocorrências
tardêmâh (tar-day-maw')

08639 תרדמה tardemah

procedente de 7290; DITAT - 2123a; n. f.

  1. sono profundo, transe

תִּרְצָה
(H8656)
Ver ocorrências
Tirtsâh (teer-tsaw')

08656 תרצה Tirtsah

procedente de 7521; n. pr. f.

Tirza = “favorável” n. pr. f.

  1. uma das 7 filhas de Zelofeade, o filho de Héfer da tribo de Manassés n. pr. l.
  2. um dos reinos no lado oeste do Jordão conquistado por Josué e pelos israelitas
  3. uma cidade cananita, mais tarde capital do reino do Norte (Israel)