Vida
Dicionário Comum
Fonte: Priberam
Abrasividade: abrasividade s. f. Qualidade do que é abrasivo.Agressividade.
Etimologia (origem da palavra acometividade). Acometer + ivo + i + dade.
Etimologia (origem da palavra alimentatividade). Alimentar + ivo + i + dade.
(alteração de olvidar)
[Portugal: Beira, Trás-os-Montes] Perder de memória, deixar cair no esquecimento. = ESQUECER, OLVIDAR
(anti- + gravidade)
[Física] Força de gravidade hipotética que resultaria na repulsão entre massas negativas e positivas.
(latim arbor, -oris)
1. Botânica Vegetal de tronco lenhoso cujos ramos só saem a certa altura do solo.
2. Qualquer representação ou esquematização que, pelas suas ramificações, lembre uma árvore. = DENDROGRAMA
3. [Mecânica] Peça ou elemento de uma máquina que tem montados sobre si outros elementos para a transmissão de potência ou de movimento.
4. [Marinha] Mastro completo de navio.
5. [Linguagem poética] Navio.
árvore da cruz
A Cruz de Cristo.
árvore da Liberdade
A Liberdade (considerada como garantia do cidadão).
árvore da vida
Ramificação do cerebelo.
árvore de fogo
Peça de pirotecnia.
árvore de Natal
Arbusto, natural ou artificial, que no Natal se ornamenta com enfeites.
árvore genealógica
Desenho em forma de árvore, que representa a descendência de uma família.
Movimentação; vivacidade e energia na ação: dar prova de atividade.
Desenvolvimento normal de alguma coisa: atividade gástrica.
Ocupação de uma pessoa: dedicar-se a atividades diversificadas.
[Psicologia] Conjunto das manifestações psicomotoras de um sujeito, consideradas sob o ângulo da capacidade, da cadência e da eficácia.
[Física] Esfera de atividade. Espaço em que um agente exerce sua ação.
locução adverbial Em atividade. Que está atualmente em ação: vulcão em atividade; em serviço: funcionário em atividade.
Etimologia (origem da palavra atividade). Do latim activitas.atis.
(latim activitas, -atis, significação
1.
Qualidade do que é
2.
Faculdade de exercer a
3.
Exercício ou aplicação dessa capacidade (ex.:
4. Figurado Prontidão, rapidez.
5.
Figurado
Vigor, energia.
≠
6. Ocupação profissional. = PROFISSÃO
7.
Realização de uma função ou operação específica (ex.:
8.
Funcionamento, laboração (ex.: a fábrica já não está em
9.
• Grafia no Brasil: atividade.
Com atrevimento.
Etimologia (origem da palavra avidamente). ávido + mente.
[Informal, Depreciativo] Pessoa pouco amiga do trabalho, que procura viver de maneira mais agradável com o mínimo de esforço.
Plural: boas-vidas.O mesmo que bovídeos.
1.
Espécie de fateixa com quatro pontas, usada para procurar e recolher
2.
Pessoa
Porção oca do corpo humano ou de um dos seus órgãos: cavidade bucal.
Cavidade articular, vazio entre as superfícies ósseas que se correspondem numa articulação.
Prever.
Etimologia (origem da palavra cavidar). Do latim cavitare.
Que constitui esse tipo.
Etimologia (origem da palavra citodrávida). Cito + drávida.
Etimologia (origem da palavra cividade). Do latim civitas.
Lado côncavo de um corpo; cavidade; depressão num terreno: as concavidades de um rochedo.
Aquele que passa a participar de alguma coisa que, anteriormente, não participava.
adjetivo Que recebeu um convite: professor convidado.
Etimologia (origem da palavra convidado). Part. de convidar.
Instar, solicitar: convidar alguém a calar-se.
Figurado Atrair, despertar o desejo de: o bom tempo convida a passear.
verbo pronominal Dar-se por convidado, não o tendo sido.
Etimologia (origem da palavra convidativo). Convidar + tivo.
Etimologia (origem da palavra desafetividade). Des + afetivo + i + dade.
v. tr. dir. Revogar um convite.
v. 1. tr. dir. Pagar a dívida de. 2. pron. Desobrigar-se, desonerar-se.
(des- + gravidar)
1. Tirar a gravidez a.
2. Dar à luz. = PARIR
Etimologia (origem da palavra devidamente). Devid
(o): + mente.
Tipo de dever (obrigação) moral adquirido pelo recebimento de um bem e/ou favor: dívida para com os avós.
Dívida Externa. Economia. O valor total da dívida de um país com seus credores estrangeiros.
Dívida Certa. Jurídico. O valor que se deve regulamentado em documento.
Dívida Ativa. Jurídico. O valor em dinheiro que se tem a receber de alguém.
Dívida de Gratidão. Obrigação moral em relação à pessoa para quem se deve favores.
Etimologia (origem da palavra dívida). Do latim debita.
(latim divido, -ere, separar, dividir, distribuir, repartir)
1. Partir em determinado número de partes iguais.
2. Separar, desunir.
3. Repartir.
4. Demarcar, deparar, limitar.
5. Estabelecer divisões; separar em partes.
6. Sulcar.
7.
8. Figurado Desavir, pôr em discórdia.
9. Ramificar-se.
10.
Tomar (cada qual)
11. Separar-se em diferentes partes.
12. Figurado Discordar, divergir, dissentir.
Ausência de convicção diante de muitas opiniões ou possibilidades: tinha dúvida entre o carro e a casa.
Ausência de fé, de crença; ceticismo: o juiz demonstrou sua dúvida sobre a inocência do réu.
Condição em que há falta de confiança; suspeita: sobre ele ainda tenho minhas dúvidas!
Dificuldade para entender, para admitir como verdadeiro; objeção: ter muitas dúvidas sobre um assunto.
expressão Sem dúvida. De maneira certa: vou sem dúvida à festa!
Etimologia (origem da palavra dúvida). Forma regressiva de duvidar.
Etimologia (origem da palavra duvidança). Duvidar + ança.
Não acreditar, não admitir.
Descrer, não confiar.
Ter suspeitas, desconfiar.
Etimologia (origem da palavra duvidável). Duvidar + vel.
(
[Física, Química]
Propriedade do que é
• Grafia no Brasil: eletronegatividade.
verbo pronominal Começar a possuir deveres e/ou obrigações; ficar obrigado a: endividou-se com o marido pelos excessivos presentes oferecidos.
Etimologia (origem da palavra endividar). En + dívida + ar.
Etimologia (origem da palavra entredúvida). Entre + dúvida.
verbo pronominal Empenhar-se; aplicar-se com empenho: envidou-se em validar seu diploma.
verbo bitransitivo Oferecer por gentileza, sem muitos esforços: envidou-lhe o apartamento para as férias dos filhos.
verbo transitivo direto e bitransitivo Apostar; fazer com que alguém aceite um desafio: envidou os oponentes; envidou o time adversário a cumprir exigências.
Etimologia (origem da palavra envidar). Do latim invitare.
Governo ou sistema que se baseia na escravização de indivíduos; escravismo.
Que se sujeita ou tende a se sujeitar a um poder arbitrário (déspota); sujeição: a escravidão no Brasil.
P.met. Estado da pessoa que está completamente dependente de um amor, de uma paixão, de um hábito ou vício: a escravidão do álcool.
Por Extensão Tudo aquilo que pode estar relacionado com o que causa certo constrangimento (vergonha): seu trabalho sempre foi uma escravidão.
Etimologia (origem da palavra escravidão). Escravo + (i)dão.
Etimologia (origem da palavra esvidar). Es + vide + ar.
Etimologia (origem da palavra foguetividade). Foguete + ivo + i + dade.
(forma do verbo furar + vida)
[Informal] Pessoa agenciadora ou empreendedora, que procura conseguir os seus intentos. = FURA-BOLOS, FURA-PAREDES
Etimologia (origem da palavra gelividade). Gelível + i + dade.
[Agricultura] Espécie de ameixa grande, comprida e amarelada, muito saborosa.
Plural: gostos-da-vida |ô|.Etimologia (origem da palavra gravidação). Gravidar + ção.
verbo intransitivo Ficar grávida.
Psicopatologia. Excesso de atividade que se manifesta de variadas formas; comportamento fora do comum que se caracteriza pelo excesso de atividade motora, déficit de atenção, descontrole, sendo muito frequente na criança ou no adolescente em idade escolar.
Etimologia (origem da palavra hiperatividade). Hiper + atividade.
Etimologia (origem da palavra improgressividade). Improgressivo + /i/dade.
Etimologia (origem da palavra inobjetividade). In + objetividade.
Etimologia (origem da palavra inolvidável). In + olvidável.
(inoperativo + -idade)
Qualidade do que é inoperativo (ex.: inoperatividade da justiça). ≠ OPERATIVIDADE
Etimologia (origem da palavra insuavidade). Do latim insuavitate.
(interconectivo + -idade)
Qualidade do que é interconectivo ou do que une ou liga duas ou mais coisas.
• Grafia no Brasil: interconectividade.
Etimologia (origem da palavra invidadoiro). De invidar.
Etimologia (origem da palavra invidadouro). De invidar.
Figurado Característica ou atributo do que ou de quem possui agilidade; leveza.
Etimologia (origem da palavra levidade). Do latim leevitas.atis.
Figurado Leviandade.
Etimologia (origem da palavra levidão). De leve.
(lívido + -mente)
De modo lívido.
(latim livìdus, -a, -um)
1. Que é da cor do chumbo, entre negro e azul. = ARROXEADO
2. Que tem cor cadavérica.
3. Que mostra grande palidez. = PÁLIDO
4. Que não tem vivacidade. ≠ VÍVIDO
(feminino de meio + vida)
1. [Farmácia] Tempo necessário para que a concentração de uma substância no organismo seja reduzida para metade (ex.: meia-vida do fármaco; meia-vida longa).
2.
[Física, Química]
Tempo necessário, numa
Sinónimo Geral:
SEMIVIDA
Etimologia (origem da palavra multigrávida). Multi + grávida.
Aniversário em que se celebra um desses acontecimentos.
A festa de Natal. (Neste caso, usa-se inicial maiúscula.).
Coisa nova, recente, extraordinária: novidades da moda.
Estado do que ocorre, aparece, se desenvolve pela primeira vez.
Resultado da criatividade, da invenção; originalidade: as novidades dos computadores portáteis.
Circunstância recente, boa ou má; notícia: já sabem da novidade?
[Pejorativo] Conversa cheia de maldade; fofoca, mexerico.
Quaisquer consequências de uma produção ou composição artística.
Situação inesperada, imprevista, geralmente ruim; contrariedade.
expressão Artigos de novidade. Artigos com as características da última moda.
Cheio de novidades. Cheio de luxos, de exigências ou manias.
Etimologia (origem da palavra novidade). Do latim nouidade.
(latim novitas, -atis)
1. Qualidade de novo.
2. Informação recente (ex.: quero saber as novidades). = NOTÍCIA
3. O que se vê pela primeira vez.
4. Alteração inesperada no andamento regular das coisas.
5. Coisa rara. = RARIDADE ≠ BANALIDADE
6. [Agricultura] Primeira colheita ou conjunto dos primeiros frutos do ano. (Mais usado no plural.)
cheio de novidade
[Brasil, Informal]
Muito melindroso ou muito rebuscado.
=
CHEIO DE NOVE-HORAS
sem novidade
Sem alteração (ex.: sem novidade nos negócios).
(
1.
Qualidade de
2. Existência real (da coisa que se concebeu no espírito).
3. Perfeição devida ao assunto se ter imposto ao talento do artista ou do literato.
• Grafia no Brasil: objetividade.
Perder as lembranças de algo, de alguém ou de si mesmo: olvidou as memórias daquele episódio trágico; olvidou-se de suas mágoas.
Etimologia (origem da palavra olvidar). Do latim oblitare.
Etimologia (origem da palavra olvidável). Olvidar + vel.
Que não possui civilidade; selvageria.
Etimologia (origem da palavra primitividade). Primitiv
(o): + idade.
1. Abastecer, fornecer, munir.
2. Dotar.
3. Nomear.
4. Providenciar.
5. Abastecer-se.
(particípio de prover)
1. Que se proveu. = MUNIDO
2. Que tem algo em abundância. = CHEIO
3. Fornecido.
4. Despachado; nomeado.
(latim providus, -a, -um)
1. Que provê.
2. Que mostra providência ou prudência. = ACAUTELADO, CAUTELOSO, CUIDADOSO, PRUDENTE
Sinónimo Geral:
PROVIDENTE
Antónimo Geral:
IMPROVIDENTE, IMPRÓVIDO
A propriedade de reagir.
Inclinação para a recidiva.
Etimologia (origem da palavra recidividade). Recidiv/o/ + i + dade.
(
Qualidade do que é
• Grafia no Brasil: refletividade.
verbo intransitivo Compensar um agravo com outro maior; desforrar-se.
verbo transitivo direto Revidar, replicar: Reinvidar insolências.
Etimologia (origem da palavra reinvidar). Re + invidar.
Etimologia (origem da palavra retrocavidade). Retro + cavidade.
Etimologia (origem da palavra revidação). Revidar + ção.
Cor ruiva.
Etimologia (origem da palavra ruividão). Ruivo + sufixo do latim itudine.
1. [Linguagem poética] Que ou o que põe termo a muitas vidas.
2. Homicida.
(semi- + vida)
1.
[Farmácia]
Tempo necessário para que a concentração de uma substância no organismo seja reduzida para metade (ex.: a dose tem
2.
[Física, Química]
Tempo necessário, numa
Sinónimo Geral:
MEIA-VIDA
Aquilo ou aquele que tira dúvidas ou resolve uma questão.
(
[Direito]
Qualidade do que é
• Grafia no Brasil: ultra-atividade.
Etimologia (origem da palavra ultratividade). Ultra, com sentido de "além de" + atividade.
Etimologia (origem da palavra ultravida). Ultra + vida.
Reunião daquilo que diferencia um corpo vivo do morto: encontrou o acidentado sem vida; a planta amanheceu sem vida.
O que define um organismo do seu nascimento até a morte: a vida dos animais.
Por Extensão Tempo que um ser existe, entre o seu nascimento e a sua morte; existência: já tinha alguns anos de vida.
Por Extensão Fase específica dentro dessa existência: vida adulta.
Figurado Tempo de duração de alguma coisa: a vida de um carro.
Por Extensão Reunião dos seres caracterizados tendo em conta sua espécie, ambiente, época: vida terrestre; vida marítima.
Figurado Aquilo que dá vigor ou sentido à existência de alguém; espírito: a música é minha vida!
Reunião dos fatos e acontecimentos mais relevantes na existência de alguém; biografia: descrevia a vida do cantor.
O que uma pessoa faz para sobreviver: precisava trabalhar para ganhar a vida.
Figurado O que se realiza; prática: vida rural.
Etimologia (origem da palavra vida). Do latim vita.ae.
Etimologia (origem da palavra vidalita). Do castelhano vidalita.
Etimologia (origem da palavra vidama). Do francês vidame.
Etimologia (origem da palavra vidamia). Vidama + ia.
Etimologia (origem da palavra vidar). De vide.
substantivo masculino Instrumento, com que se formavam os dentes dos pentes.
Etimologia (origem da palavra vidar). Do francês vider.
1. O período de tempo que decorre desde o nascimento até à morte dos seres. = EXISTÊNCIA
2. Determinada fase desse período.
3. Modo de viver.
4. Comportamento.
5. Ocupação, profissão, carreira.
6.
Princípio de existência, de força, de entusiasmo, de
7. Fundamento, essência; causa, origem.
8. Biografia.
ir à vida
[Portugal, Informal]
Ficar destruído ou estragado (ex.: os óculos foram à vida).
[Portugal, Informal] Deixar de existir (ex.: o dinheiro já foi à vida). = DESAPARECER
má vida
Vida de ócio ou de vadiagem.
[Depreciativo] Prostituição.
passar a vida
Usa-se seguido da preposição a e infinitivo, de gerúndio ou de preposição e sintagma nominal, para indicar continuidade da
puxa vida
[Brasil, Informal]
Expressão designativa de espanto, irritação ou impaciência.
=
POÇA, POXA, PUXA
vida airada
[Informal]
Vida desregrada de
vida civil
Os direitos civis.
vida de relação
[Biologia]
Funções que põem o ser vivo em comunicação com o mundo exterior.
vida eterna
Vida futura, a outra vida, a existência espiritual depois da morte.
A bem-aventurança, a glória eterna.
vida flauteada
Vida simplificada, sem preocupações nem trabalhos.
Etimologia (origem da palavra viuvidade). Viúvo + i + dade.
Dicionário Bíblico
Fonte: Dicionário Adventista
Escravidão, escravo: Quase sempre o termo servo é que se encontra na Bíblia para exprimir o que queremos dizer com a palavra escravo. A escravidão, como instituição, aparece nos mais antigos anais da Humanidade. os escravos do tempo do A.T. eram obtidos de vários modos. Muitos eram prisioneiros de guerra (GnDicionário de Sinônimos
Fonte: Dicio
Pravidade: perversidade, perversão, maldade, malignidade. – Pravidade (do latim pravitas, de pravus “torto”) é propriamente “deformidade moral”. Praticou, deu provas de enormes, incríveis pravidades. – Perversidade e perversão não se confundem: o primeiro enuncia uma qualidade, a de ser perverso; a segunda, perversão, significa o “ato de perverter”, ou “o estado daquele que se vai pervertendo”. A perversidade daquele bandido chegou a exceder a perversão geral em que está ou em que vai aquela terra. – Maldade designa a qualidade de ser mau, ou também a própria ação do mau. Pode-se dizer que este vocábulo abrange todas as qualidades e propensões cruéis, contrárias à natureza legitimamente humana. Substitui perfeitamente todos os do grupo. – Malignidade é uma certa maldade, mais propriamente maliciosa que cruel; que mostra intento, trabalho, esforço, e mesmo inteligência em ser malvado. Em coisas de espírito, por exemplo, uma maldade pode bem não ser verdadeira malignidade, desde que seja uma maldade estúpida ou grosseira.Quem é quem na Bíblia?
Autor: Paul Gardner
A vida de jesus:Existem poucas evidências da vida de Jesus fora do registro bíblico. O historiador romano Tácito menciona os cristãos que foram chamados desta maneira por seguirem a Cristo, o qual foi morto por Pôncio Pilatos, na época do imperador Tibério (veja Lc
O nascimento e a infância de Jesus
Os evangelhos falam muito pouco sobre a infância de Jesus. Mateus e Lucas relatam certos eventos sobrenaturais que anunciaram e acompanharam seu nascimento. Um anjo apareceu a Maria e ao seu esposo em diferentes ocasiões. Foi dito a José para que continuasse com sua esposa, embora ela estivesse grávida e ele não fosse o pai. O menino Jesus nasceria da virgem Maria, “porque o que nela foi gerado é do Espírito Santo” (Mt
O fato de que Jesus era também o Messias esperado ou o filho de Davi “ungido”, o qual herdaria o trono, é enfatizado em todos os registros de sua infância, principalmente no evangelho de Mateus. Os reis magos, ou “sábios”, vieram do Oriente para encontrar “aquele que é nascido rei dos judeus”. Aqueles homens, os quais não eram israelitas, foram visitá-lo, dirigidos por Deus por meio de uma estrela, a fim de mostrar que a salvação de Jesus e seu reinado teriam um alcance muito além das fronteiras do povo judeu. O fato de Herodes ter ordenado a morte de todos as crianças na área de Belém, numa tentativa de evitar a competição pelo trono, demonstra como as autoridades levaram a sério o nascimento de Jesus (Mt
O anjo também indicou a divindade de Jesus, quando disse que Ele seria chamado “Emanuel” — que significa “Deus conosco” (Mt
De acordo com a tradição, Jesus foi apresentado no Templo quando era bebê. Novamente é importante notar que este incidente é narrado não simplesmente como a história de uma infância agradável, mas devido ao seu significado para a identificação de Jesus como Salvador e Redentor e devido ao que foi falado na ocasião sobre seu chamado e sua missão. Simeão identificou Jesus como a “salvação” de Deus e “luz para iluminar os gentios”, enquanto a idosa Ana viu o menino e falou da redenção que tinha chegado a Jerusalém (Lc
O único evento mencionado sobre a infância de Jesus refere-se à visita anual que seus pais faziam a Jerusalém e ao Templo e a uma clara indicação da consciência que Ele tinha de que era “o Filho de Deus”, com uma missão específica. Quando estava com doze anos de idade, Jesus foi com seus pais ao Templo, mas na volta eles o perderam. Encontraram-no no Templo, dias depois, diante dos líderes religiosos, surpreendendo a todos com sua sabedoria e as perguntas que fazia. Ao responder às interrogações preocupadas dos pais, disse: “Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai?” (Lc
A vida adulta de Jesus
Podemos especular que Jesus cresceu e trabalhou como carpinteiro junto com seu pai adotivo (Mc
“Imediatamente” depois do batismo, o Espírito conduziu Jesus ao deserto, onde foi tentado por Satanás, de uma maneira semelhante à tentação dos israelitas no deserto, na época de Moisés. Onde os hebreus fracassaram tantas vezes, Jesus, que acabara de se identificar com seu povo, venceu, pois não pecou. Rejeitou a tentação de aceitar o reino do Messias nos termos definidos por Satanás. Anulou a tentação de fazer as coisas “da maneira mais fácil”. Para Jesus, ser o Messias significava seguir a vontade do Pai e foi a palavra de Deus na Bíblia que Ele usou para refutar Satanás (Mt
Após a tentação, o ministério de Jesus inicia-se. Primeiramente, com uma breve manifestação na Judéia, mas, depois da prisão de João Batista, Mateus, Marcos e Lucas registram que Ele se dirigiu ao Norte, para a região da Galiléia. Marcos resumiu a mensagem de Jesus: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo. Arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc
As obras e as palavras de Jesus provocavam uma resposta imediata por parte de muitos, onde quer que Ele fosse. As pessoas ficavam maravilhadas e mesmo assim muitas vezes não sabiam como responder. O povo de Nazaré, a cidade onde Jesus fora criado, rapidamente o rejeitou quando Ele leu um texto de Isaías e declarou que aquela profecia se cumpria diante deles (Lc
O empenho de Jesus, nessa época, não se limitava apenas ao povo judeu. No evangelho de João, observamos um incidente ocorrido bem no início de seu ministério, provavelmente quando se dirigiu ao Norte, para a Galiléia, depois do batismo, ocasião em que pregou para os samaritanos. Depois de ouvir a mensagem de Jesus, muitos deles ficaram maravilhados com seu ensino e responderam com um entendimento que não era visto entre os próprios judeus: “Agora nós mesmos o ouvimos falar, e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo” (Jo
A diferença entre o entendimento que Jesus tinha sobre seu chamado para ser o Messias e a opinião geral, tornou-se mais e mais pronunciada à medida que Ele se dirigia a Jerusalém. Ao entrar na capital, foi saudado como o Messias pela mesma multidão que poucos dias depois desejava a sua morte. Os discípulos fiéis fugiram e o abandonaram, quando o sofrimento e a perseguição atingiram o grande clímax durante suas últimas horas de vida. No final, Jesus cumpriria sua missão — todo o propósito de sua vida adulta — totalmente sozinho na cruz, e carregaria sobre si todo o castigo dos homens pecadores, quando até mesmo seu Pai celestial pareceu abandoná-lo.
O ensino de Jesus
O ensino de Jesus cobriu quase todas as áreas da existência humana. Alguns deles foram dirigidos somente aos discípulos e outros, ao povo em geral. Alguns foram proferidos num ambiente de confronto com os líderes religiosos da época e outros foram ministrados a título de interpretação dos milagres que operava. Jesus ensinou por meio de palavras e de ações. A seguir, citamos brevemente quatro das áreas mais importantes de seu ensino e mencionamos o uso que fazia das parábolas.
Sobre si mesmo
O ensino de Jesus sobre si mesmo era dado por meio de palavras e ações. Desde o início, Ele estava consciente de sua missão e seu propósito na vida e na morte. Rapidamente demonstrou um relacionamento único com Deus. Do incidente aos doze anos de idade, onde revelou muita sabedoria e a necessidade de estar “na casa do seu Pai”, até a insistência em que as palavras que proferia e as obras que fazia eram as palavras e obras do Pai (Jo
Enquanto revelava esse relacionamento com o Pai, Jesus ensinou seus discípulos mais profundamente sobre quem Ele era. Os apóstolos precisavam aprender que em Cristo podiam conhecer Deus. Em uma ocasião, Ele se voltou para Filipe e disse: “Há tanto tempo estou convosco e não me conheces, Filipe? Quem me vê, vê o Pai. Como dizes tu: Mostra-nos o Pai? (Jo
Jesus nunca demonstrou orgulho pelo fato de ser Deus; mas quando seu ensino sobre si mesmo é examinado e os versículos como os mencionados acima são vistos no contexto, a conclusão de que Ele ensinou ser o próprio Deus em suas palavras e obras parece inevitável (pelo menos para os que confiam nele e aceitam a palavra dos apóstolos e a interpretação deles sobre esses eventos). A ênfase sobre ser o “Filho de Deus”, “enviado” por Deus e possuidor da autoridade como “filho de Davi”, sua aceitação do título de “Cristo” dado por Pedro, seu ensino em João
A reação dos líderes religiosos, entretanto, indicava que também começavam a assimilar algo das extraordinárias alegações de Jesus sobre si mesmo, quando em várias ocasiões o acusaram de blasfêmia. Por exemplo, João relata o seguinte confronto: “Jesus lhes disse: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por este motivo, os judeus ainda mais procuravam matá-lo; não só quebrava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus” (Jo
Uma das expressões mais claras dessa alegação da divindade são as assim chamadas declarações “Eu Sou”. Quando Jesus declarou que existia antes de Abraão e disse “antes que Abraão nascesse, eu sou!”, referia-se a si mesmo como Yahweh (“EU SOU O QUE SOU”, Êx
Jesus também fez com que as pessoas pensassem nele como o Messias. Desde sua pregação sobre o cumprimento da profecia de Isaías, na sinagoga, até a realização de milagres maravilhosos, tudo fazia com que o povo judeu comum o encarasse como uma figura messiânica; entretanto, passo a passo, Ele também ensinou que o entendimento geral de que o Messias seria um guerreiro político que derrotaria os romanos e governaria em Jerusalém não era parte de seu chamado. Em suas conversas com os discípulos, concentrou-se em revelar-se como o servo sofredor de seu povo. Alguns estudiosos sugerem que sua preferência por referir-se a si mesmo como “o Filho do homem” foi deliberada, pois podia usá-la como sua própria definição de seu papel como o Messias que sofreria e morreria. Depois da confissão de Pedro, de ser Jesus o Cristo, lemos em Marcos
Quando Jesus demonstrava e falava sobre sua autoridade, sempre era a do tipo mais elevado possível. Seja falando sobre a autoridade que o Pai lhe dera para julgar o mundo (Jo
Quanto mais o ensino de Jesus sobre si é examinado, mais inevitável se torna a conclusão de que se tratava de um homem perfeito que também era Deus. A fé e a confiança em Jesus, Deus e Homem, em suas palavras, obras e ensinamentos, tornam-se a base do cristianismo.
Sobre Deus, o Pai
Temos visto como Jesus falou sobre sua comunhão íntima com o Pai; mas Ele ensinou muito mais sobre o próprio Deus. O Pai é o criador do mundo (Mc
Mediante o que Jesus ensinou foi possível conhecer o Pai, por meio do conhecimento de Cristo (Jo
Jesus também ensinou que existe uma relação especial entre o Senhor como “Pai” e o reinado de Deus. O Pai, que preparou o reino para os discípulos de Jesus “desde a criação do mundo”, cumprirá esta promessa. Os justos entrarão nesse reinado e herdarão suas bênçãos (Mt
Sobre o Reino
O ensino de Jesus sobre o reino de seu Pai, o reino de Deus, tem provocado debates consideráveis entre os estudiosos, embora ninguém duvide da extrema importância do assunto (Mt
O “reino de Deus” é primariamente uma descrição do governo dinâmico de Deus sobre este mundo, visto especialmente nas boas novas do advento do Redentor, isto é, Jesus. Na vida e no ministério de Cristo, esse governo foi diretamente experimentado e revelado para os que tiveram olhos para ver quem era Jesus. Nem todas as pessoas foram capazes de ver a verdade do reino. De fato, o uso que Cristo fez das parábolas para ensinar sobre o reino deixa claro que o entendimento veio por meio da revelação (Mc
A entrada e a possessão do reino, entretanto, e o direito a todas as suas bênçãos são limitados aos que reconhecem Jesus como Senhor, pedem perdão a Deus pelos pecados e se comprometem a servi-lo de todo o coração. Cristo deixou isso bem claro para os líderes religiosos da época, quando lhes disse: “Em verdade vos digo que os cobradores de impostos e as meretrizes entram adiante de vós no reino de Deus. Pois João veio a vós a fim de vos mostrar o caminho da justiça, e não crestes nele, mas os cobradores de impostos e as meretrizes creram. Vós, porém, mesmo vendo isto não vos arrependestes para crerdes nele” (Mt
A natureza “presente” do reino é tal que opera em silêncio entre os homens, quando as pessoas chegam a reconhecer o Redentor. Ao mesmo tempo, entretanto, Jesus olhava adiante em seu ensino. Um dia, esse governo de Deus seria revelado a todos os homens.
É importante notar aqui que Jesus nunca reduz a soberania plena de Deus sobre todas as pessoas, quer reconheçam a Cristo como Senhor quer não; entretanto, a “participação” no reino e a oportunidade de experimentar a bênção de ser membro dele, por meio da fé em Cristo, é limitada ao povo de Deus. No começo da “era vindoura”, entretanto, que começará quando Cristo voltar, como diz o apóstolo Paulo: “Ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, na terra e debaixo da terra” (Fp
Repetidamente, quando Jesus ensinava sobre o reino, advertia quanto ao dia do futuro julgamento e à diferença entre a experiência do justo, naquele dia, e a daqueles que nunca se voltaram para Cristo (Mt
O ensino de Jesus sobre o reino de Deus não se limitou apenas a longas sessões didáticas ou parábolas onde essa frase era utilizada, mas também evidenciava-se nas obras que fazia, em seus milagres, na maneira como expelia demônios e, acima de tudo, em sua autoridade para perdoar pecados (Lc
Sobre o Espírito Santo
A obra do Espírito Santo é claramente vista por toda a vida de Jesus. Foi concebido pelo Espírito (Lc
Três dos Evangelhos relatam uma ocasião em que Jesus foi acusado de expelir demônios pelo poder de Belzebu (Mt
Jesus também ensinou que o Espírito Santo opera a regeneração na vida do crente, a fim de que possa entrar no reino de Deus (Jo
Fica claro, pelo ensino de Jesus, que em todas as suas várias obras o Espírito Santo testemunhará sobre Jesus e glorificá-lo-á. Fará isso por meio do novo nascimento, a fim de testificar e explicar sobre a verdade de Cristo (Jo
O uso das parábolas por Jesus
Jesus usou as parábolas em aproximadamente um terço de seu ensino nos evangelhos. Fosse diante das multidões, com seus discípulos ou com os líderes religiosos, esta forma de instrução era utilizada regularmente (Mt
Em Mateus
Esses estranhos comentários devem ser vistos à luz do ensino de Jesus sobre o reino de Deus. Muitas parábolas na verdade eram usadas para ensinar sobre um aspecto da natureza desse reinado. O problema com a compreensão das parábolas não estava tanto no caso de as histórias serem ilustrações boas ou ruins, mas sim na verdade que Jesus ensinava. Os segredos do reino de Deus, agora revelados pela própria pessoa de Cristo, por seus ensinamentos e suas obras, exigiam uma resposta e uma mente aberta para ver, crer e comprometer-se com este “mistério” revelado. Para os que não respondiam adequadamente, as parábolas serviam apenas para obscurecer ainda mais a natureza do reino de Deus.
Desta maneira, existe um senso de urgência nas parábolas, que requer uma resposta da audiência. Os ouvintes precisam decidir e abraçar esse reinado com sua alegria e suas bênçãos, pois o reino de Deus é como um tesouro enterrado ou como uma pérola de grande valor, a qual é tão valiosa que vale a pena vender tudo o que se tem para obtê-la (Mt
A maior dificuldade para os judeus dos dias de Jesus não era compreender que o reino de Deus viria em poder. Há muito tempo acreditavam nisso e esperavam. Pelo contrário, o problema deles residia nesta revelação do “mistério” do reino: era a vontade de Deus que esse reinado se manifestasse no advento do Senhor Jesus Cristo, não em poder, mas para servir e sacrificar sua vida. A obra de Cristo, com um começo aparentemente tão pequeno e insignificante, que parecia terminar no sofrimento e na vergonha da cruz, era, na verdade, a precursora essencial da revelação completa do reino em todo o seu poder e plenitude, que ocorreria numa data posterior (o dia da volta de Cristo).
Abraçar o reino, portanto, significava adotar um entendimento totalmente novo dos propósitos do Senhor para este mundo. O governo de Deus não seria imposto sobre ninguém, mas era oferecido ao mundo, na pessoa de Cristo. Tornar-se “filho do reino” (Mt
As obras de Jesus
Os milagres
Os milagres de Jesus também revelavam muito sobre quem Ele era e a natureza de seu reinado. Podemos ver o operador de maravilhas, o homem de grande amor e compaixão, o homem que veio de Deus e cumpriu o desejo de seu Pai. Aqui também é revelada a autoridade e o senhorio de Jesus: sua autoridade sobre as enfermidades, nos milagres de cura (Mt
Tal autoridade não deixa dúvidas sobre a divindade de Jesus, mas também demonstra novamente que o reino de Deus havia chegado. Os que presenciaram e experimentaram os milagres estavam diante do que “é maior do que Jonas” (Lc
Alguns indivíduos demonstravam fé em Jesus antes da realização do milagre (Mt
A resposta de fé e confiança aos milagres era, na verdade, uma aceitação do reino de Deus entre eles. Os milagres eram uma parte do advento do reinado, e representavam as obras do Rei, o próprio Messias. Daí a revelação da “glória” mencionada em João
A resposta oposta era uma indicação direta da relação entre os milagres e o reino. Quando Jesus olhou para cidades como Corazim e Betsaida, nas quais realizara muitos milagres, viu a falta de arrependimento. Então comparou-as com Sodoma e as advertiu sobre o horror que as esperava no dia do juízo (Mt
A obediência de Jesus ao Pai
Enviado pelo Pai (Jo
As obras que Jesus fez e as palavras proferidas por Ele eram aquelas que cumpriam os propósitos do Pai (Jo
A caminhada de Jesus em direção à cruz
Jesus revelou muito sobre si mesmo por meio de seu ensino, suas obras miraculosas e sua obediência ao Pai. Seu ministério, entretanto, bem como suas obras, revelaram muitas vezes como Ele entendia qual seria o final, desde o princípio. Ele viera “para salvar o seu povo dos pecados deles” (Mt
Jesus considerava esta missão como o cumprimento das Escrituras (Mc
A obra de Jesus Cristo só estaria completa quando ele fosse levantado na cruz, o peso do pecado, lançado sobre seus ombros, o preço, pago e a salvação, efetivada. Assim, suas palavras “está consumado” eram mais do que uma simples aceitação da morte; eram também um reconhecimento de que aquela parte do trabalho estava concluída e Ele realizara a vontade do Pai até o final (Jo
A morte de Jesus
A grande obra de Jesus na cruz precisa ser examinada, se desejamos saber mais sobre quem é Ele e o que tem feito pelos que confiam nele. Conforme disse o apóstolo Paulo: “mas nós pregamos a Cristo crucificado”1Co
A crucificação
Os romanos condenaram Jesus a morrer crucificado, um evento registrado em todos os evangelhos (Mt
Como já vimos anteriormente, Jesus sabia que iria morrer. O relato dos evangelhos sobre a crucificação enfatiza a voluntariedade da morte de Cristo (Ele foi para a cruz por vontade própria e deu sua vida por seu amigos, Jo
13) e a necessidade de seu padecimento, dentro dos planos de Deus. Por exemplo, quando Pedro sacou a espada e feriu um dos homens que foram prendê-lo, Jesus o lembrou de que, se quisesse, teria pedido ao Pai celestial que enviasse legiões de anjos em sua defesa; mas as Escrituras precisavam cumprir-se, mediante a sua morte (Mt
Jesus morreu entre dois criminosos. Durante todo o longo e doloroso tempo em que permaneceu na cruz, até sua morte, a multidão o insultava (Mt
Um sacrifício pelos pecados
A morte de Jesus na cruz foi sacrificial, um fato que ficou evidente, de acordo com o evangelista João, logo no começo do ministério de Cristo, quando o Batista referiu-se a Ele como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo
A relação entre a morte de Jesus e a remoção dos pecados leva a um entendimento de um sistema sacrificial do AT, no qual diferentes sacrifícios eram feitos para diversas necessidades; os escritos apostólicos consideravam a obra redentora de Cristo na cruz como o cumprimento de todo esse sistema sacrificial (Rm
Para considerar o sacrifício de Cristo o cumprimento de toda a lei sacrificial do Antigo Testamento, o tempo de sua morte não deve ser ignorado. Jesus morreu durante a Páscoa, sugerindo que Ele também é considerado a realização do sacrifício pascoal (Lc
Vitória sobre a morte e Satanás
A vitória sobre Satanás e suas forças demoníacas é claramente demonstrada na paixão e morte de Cristo. Ele reconheceu isso quando se dirigiu aos que foram enviados para prendê-lo e disse: “Esta, porém, é a vossa hora e o poder das trevas” (Lc
A morte entrou no mundo como castigo de Deus sobre os que seguem a Satanás. Desta maneira, ela é a evidência mais clara da pecaminosidade do homem e também torna-se uma clara evidência do poder do diabo. A remoção do juízo da morte e do medo que a acompanha nos dá uma prova clara da derrota de Satanás. Ao tomar a morte sobre si, em seu auto-sacrifício, Jesus morreu no lugar dos que mereciam a condenação. Porém, os que confiam nele e o servem não precisam mais temer a morte, pois reconhecem que o poder de Satanás foi quebrado de uma vez por todas na cruz. A morte não podia reter Jesus. Por isso, o Pai o ressuscitou dentre os mortos e o exaltou em glória. Como diz o apóstolo Paulo: “E, tendo despojado os principados e as potestades, os expôs publicamente ao desprezo, e deles triunfou na cruz” (Cl
A ressurreição de Jesus
A Bíblia também ensina que Jesus ressuscitou dentre os mortos por Deus Pai. Os evangelhos nos dizem que o milagre da ressurreição aconteceu “no terceiro dia”, isto é, depois da crucificação, cedo, na manhã do primeiro dia da semana, que agora chamamos de domingo. Não há nenhuma descrição da maneira como Jesus ressuscitou. De fato, embora a pedra que fechava o túmulo tenha sido removida por um anjo do Senhor (Mt
O assombroso fato da ressurreição deixou muitas dúvidas na mente dos discípulos. O próprio Jesus explicou a dois deles, que se dirigiam para Emaús, que sua morte fora necessária. Cristo explicou que tudo ocorrera daquela maneira para que as Escrituras se cumprissem. Ao que parece, os olhos deles estavam deliberadamente fechados; por isso, não reconheceram o Senhor até que este orou com eles e partiu o pão; naquele momento, então, “ele desapareceu de diante deles” (Lc
O corpo de Jesus, após a ressurreição, era suficientemente real; mas, mesmo assim, era diferente daquele que fora tirado da cruz. As marcas dos pregos ainda estavam lá e o Cristo ressurreto movimentava-se à vontade, aparentemente por todas as partes, sem ser visto, pois andava de um lugar para outro (Jo
Embora estivesse noutro estágio, a ponto de ser reconhecido como Deus, Jesus ainda era humano e possuía um corpo material, pois podia ser tocado (Lc
As testemunhas da ressurreição
Os escritores dos evangelhos demonstram claramente o interesse que têm em estabelecer a veracidade histórica da ressurreição. Falam sobre muitas testemunhas. O testemunho das mulheres que primeiro foram ao túmulo, cedo de manhã, é relatado com pouquíssimas variações nos detalhes nos quatro evangelhos. Havia testemunhas de que o túmulo estava vazio entre os discípulos, como Pedro e João, e entre os soldados romanos que ficaram aterrorizados e temeram pela própria vida (Mt
O significado da ressurreição
A ressurreição de Jesus vindicou toda a missão que o levara a “se fazer carne” (Jo
A ressurreição física de Jesus tornou-se o centro da pregação do cristianismo, por todas as razões já mencionadas e também porque assegura a salvação e o perdão dos pecados, por meio da fé: “Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Pois se nós, quando éramos inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida” (Rm
A glorificação de Jesus
O vocábulo “glorificação” é usado corretamente para descrever toda a obra da salvação alcançada por Jesus por meio da cruz, ressurreição, ascensão e do envio do Espírito Santo. Parece que o apóstolo João falou sobre a glória de Cristo de uma maneira inclusiva (Jo
Depois de um período em que Jesus viveu sobre a terra e muitas pessoas testemunharam que Ele havia ressuscitado, Cristo finalmente retornou ao céu. A ascensão, que aconteceu perto de Betânia, é registrada em Lucas
Essa glória foi vista primariamente na exaltação de Jesus em sua posição de suprema autoridade, à mão direita do Pai, onde foi coroado como Rei dos reis (Fp
A obra contínua de Jesus
A Bíblia ensina que Jesus está vivo, hoje, no céu, onde exerce uma soberania plena, como Rei dos reis e Senhor dos senhores. Ele vigia as nações, seu povo e todo o cosmos. Como Senhor exaltado, que subiu aos céus na presença de seus discípulos, Ele distribui as bênçãos do seu Reino, que podem ser resumidas na palavra “vida” (2Tm 1.1,10). Jesus também cumpre seu papel de Sumo Sacerdote. Como Mediador entre Deus e os homens, Ele entrou nos céus, e levou consigo todos os pecadores arrependidos à presença do Senhor. Ele se encontra no Santo dos Santos, na presença do Pai. De lá do trono de Deus, Cristo intercede em nosso favor; como ser humano na presença do Senhor, Ele permanece como representante da humanidade na glória. Ao fazer isso, completa a obra da redenção que se inicia naqueles que crêem (Rm
Embora entronizado no céu como Senhor da glória, Jesus também continua a operar no meio de seu povo na terra, por meio do Espírito Santo. Os que pertencem a Ele pela fé são controlados pela terceira pessoa da Trindade, que se constitui em sinal dos que pertencem a Cristo: “Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele” (Rm
Conclusões
Acima, mencionamos alguns dos ensinos da Bíblia sobre Jesus. Quanto mais estudamos as evidências bíblicas, mais fica claro que os autores do NT observavam todo o AT cumprir-se no nascimento, vida, morte, ressurreição e exaltação do Senhor Jesus Cristo. Portanto, em Cristo Deus veio a este mundo, verdadeiramente humano mas sem pecado. Jesus é visto como Deus, embora tenha temporariamente colocado de lado algumas de suas prerrogativas, a fim de ser o Mediador do grande amor e da misericórdia do Senhor para com o homem pecador. Em sua vida, sua incrível autoridade como Filho de Deus foi vista quando curou, expeliu espíritos malignos, anunciou o reino de Deus e fez com que até mesmo a natureza lhe obedecesse. Sua capacidade de perdoar pecados, de ver o coração de uma pessoa e conhecer sua mente, de confrontar a hipocrisia e a falta de entendimento dos líderes religiosos da época, tudo isso levou muitos a considerar quem realmente era Jesus. No final, tudo isso foi demais para eles. Sentiram-se ameaçados e foram incapazes de ver que Cristo era o caminho, a verdade e a vida, e por isso pediram sua crucificação. Nesse ato, entretanto, residia o último cumprimento do grande e eterno plano de Deus: a salvação pela graça. Jesus ofereceu o sacrifício definitivo pelo pecado, ao morrer na cruz; assim, completou a obra da salvação e redenção de todo o que tem fé nele. Sua ressurreição demonstrou que Deus aceitou tal sacrifício e, a seguir, sua verdadeira condição de Rei dos reis e Senhor dos senhores foi revelada em sua exaltação à destra do Pai. Conforme os cristãos primitivos entenderam rapidamente, a única resposta apropriada é o louvor a Cristo: “Proclamando com grande voz: Digno é o Cordeiro, que foi morto, de receber poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor” (Ap
P.D.G.
Dicionário da FEB
Fonte: febnet.org.br
Afetividade: Provavelmente a função mental mais abrangente e importante para a vida psíquica seja a afetividade. É a faculdade de se experimentar emoções e senti mentos. Segundo Delay, “na esfera tímica, que engloba todos os afetos, o humor representa um papel similar ao que a consciência tem na esfera noética, que engloba todas as representações”. Essa afirmação peca por uma excessiva redução do significado do conceito de consciência que de modo algum exclui os afetos. Com essa assertiva concorda Bleuler ao dizer que “o humor ou afetividade consiste na soma total dos sentimentos presentes na consciência em dado momento”. [...]Referencia: BALDUINO, Leopoldo• Psiquiatria e mediunismo• 2a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1995• - cap• 2
Referencia: GIBIER, Paul• Análise das coisas: ensaio sobre a ciência futura e sua influência certa sobre religiões, filosofias, ciências e artes• Trad• de T• 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - pt• 3, cap• 7
[...] Propomos denominar alfa aos fenômenos de dissociação funcional da atividade psíquica (personismo), porque constituem um mecanismo primário da mediunidade e se relacionam, a nosso ver, com o estágio inicial do transe mediúnico.
Referencia: CERVIÑO, Jayme• Além do inconsciente• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 3
Referencia: MIRANDA, Hermínio C• Sobrevivência e comunicabilidade dos Espíritos• 4a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - cap• 8
Referencia: MIRANDA, Hermínio C• Reencarnação e imortalidade• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - cap• 11
Referencia: CALLIGARIS, Rodolfo• As leis morais: segundo a filosofia espírita• 12a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• -
Duvidar lealmente, mas com desejo de saber, é mostrar a Deus a impotência do nosso raciocínio; é pedir-lhe a luz que espanque as trevas em que nos debatemos. [...]
Referencia: CASTRO, Almerindo Martins de• O martírio dos suicidas: seus sofrimentos inenarráveis• 17a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• -
A dúvida é a principal origem da negação nas grandes causas e nas grandes épocas. [...]
Referencia: LACERDA, Fernando de• Do país da luz• Por diversos Espíritos• Rio de Janeiro: FEB, 2003• 4 v•: v• 1, 8a ed•; v• 2, 7a ed•; v• 3, 6a ed•; v• 4, 5a ed• - v• 1, cap• 8
[...] A dúvida é a incerteza, o temor, a derrota antecipada.
Referencia: SOUZA, Juvanir Borges de• Tempo de renovação• Prefácio de Lauro S• Thiago• Rio de Janeiro: FEB, 1989• - cap• 14
E
Referencia:
Referencia: KARDEC, Allan• O Livro dos Espíritos: princípios da Doutrina Espírita• Trad• de Guillon Ribeiro• 86a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - q• 829
Não é nosso intento fazer apologia da escravidão, cujos horrores principalmente macularam o homem branco e sobre ele recaíram. Mas a escravidão no Brasil foi, para os negros, a reabilitação deles próprios e trouxe para a descendência deles uma pátria, a paz, a liberdade e outros bens que pais e filhos jamais lograriam gozar, ou sequer entrever no seio bárbaro da África.
Referencia: BÉRNI, Duílio Lena• Brasil, mais além! 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1999• - cap• 9
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Fonte viva • Pelo Espírito Emmanuel• 33a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 59
Referencia: ROUSTAING, J•B• (Coord•)• Os quatro evangelhos: Espiritismo cristão ou revelação da revelação• Pelos Evangelistas assistidos pelos Apóstolos e Moisés• Trad• de Guillon Ribeiro• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1988• 4 v• - v• 1
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • O Consolador • Pelo Espírito Emmanuel• 26a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - q• 9
[...] pancadas internas na madeira [...].
Referencia: BOZZANO, Ernesto• Os enigmas da psicometria: dos fenômenos de telestesia• Trad• de M• Quintão• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1999• - Os fenômenos de telestesia
Assim, acabou-se por verificar que estes ruídos [fenômenos de efeitos físicos] eram produzidos por um agente invisível, e que este agente se dava por um Espírito. Restava descobrir o meio de comunicar com tal Espírito; mas isso não tardou, e como se as bases do Espiritismo devessem simultaneamente estabelecer-se, dentro de poucos dias foram descobertas a mediunidade e o meio de comunicação entre este mundo material e o mundo espiritual, com o auxílio do spiritual telegraph, isto é, por meio dos rappings ou pancadas indicando as letras do alfabeto.
Referencia: GIBIER, Paul• O Espiritismo: faquirismo ocidental: estudo histórico crítico, experimental• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - cap• 3
[...] golpes a distância [...].
Referencia: LOMBROSO, César• Hipnotismo e mediunidade• Trad• de Almerindo Martins de Castro• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1999• - pt• 2, cap• 11
Referencia: FRANCO, Divaldo P• Loucura e obsessão• Pelo Espírito Manoel P• de Miranda• 9a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2003• - cap• 7
Referencia: KARDEC, Allan• O Livro dos Espíritos: princípios da Doutrina Espírita• Trad• de Guillon Ribeiro• 86a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - q• 266
A vida vem de Deus e pertence a Deus,pois a vida é a presença de Deus emtoda parte.Deus criou a vida de tal forma que tudonela caminhará dentro da Lei deEvolução.O Pai não criou nada para ficar na es-tagnação eterna.A vida, em essência, é evolução. [...
Referencia: BARCELOS, Walter• Sexo e evolução• 3a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 22
V A vida é uma demonstração palmar de que o homem vem ao mundo com responsabilidades inatas; logo, a alma humana em quem se faz efetiva tal responsabilidade é preexistente à sua união com o corpo.
Referencia: AMIGÓ Y PELLÍCER, José• Roma e o Evangelho: estudos filosófico-religiosos e teórico-práticos• 9a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - pt• 1, cap• 17
[...] é um dom da bondade infinita [...].
Referencia: AMIGÓ Y PELLÍCER, José• Roma e o Evangelho: estudos filosófico-religiosos e teórico-práticos• 9a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Conclusão
[...] é uma aventura maravilhosa, através de muitas existências aqui e alhures.
Referencia: ANJOS, Luciano dos e MIRANDA, Hermínio C•• Crônicas de um e de outro: de Kennedy ao homem artificial• Prefácio de Abelardo Idalgo Magalhães• Rio de Janeiro: FEB, 1975• - cap• 16
[...] É o conjunto de princípios que resistem à morte.
Referencia: BARBOSA, Pedro Franco• Espiritismo básico• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - pt• 2, Postulados e ensinamentos
A vida é uma grande realização de solidariedade humana.
Referencia: CASTRO, Almerindo Martins de• O martírio dos suicidas: seus sofrimentos inenarráveis• 17a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• -
[...] o conjunto das funções que distinguem os corpos organizados dos corpos inorgânicos. [...]
Referencia: DELANNE, Gabriel• O Espiritismo perante a Ciência• Trad• de Carlos 1mbassahy• 4a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - pt• 1, cap• 1
[...] É a Criação... [...]
Referencia: DELANNE, Gabriel• A Reencarnação• Trad• de Carlos 1mbassahy• 9a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1994• - cap• 2
A vida é uma idéia; é a idéia do resultado comum, ao qual estão associados e disciplinados todos os elementos anatômicos; é a idéia da harmonia que resulta do seu concerto, da ordem que reina em suas ações.
Referencia: DELANNE, Gabriel• A Reencarnação• Trad• de Carlos 1mbassahy• 9a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1994• - cap• 2
A vida terrestre é uma escola, um meio de educação e de aperfeiçoamento pelo trabalho, pelo estudo e pelo sofrimento.
Referencia: DENIS, Léon• Depois da morte: exposição da Doutrina dos Espíritos• Trad• de João Lourenço de Souza• 25a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Resumo
Cada vida terrena [...] é a resultante de um imenso passado de trabalho e de provações.
Referencia: DENIS, Léon• Joana d’Arc médium• Trad• de Guillon Ribeiro• 22a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - cap• 18
[...] é um cadinho fecundo, de onde deves [o Espírito] sair purificado, pronto para as missões futuras, maduro para tarefas sempre mais nobres e maiores.
Referencia: DENIS, Léon• O grande enigma• 13a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 14
[...] é uma vibração imensa que enche o Universo e cujo foco está em Deus.
Referencia: DENIS, Léon• O problema do ser, do destino e da dor: os testemunhos, os fatos, as leis• 28a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - pt• 1, cap• 8
A vida é o bem maior que nos concede o Criador para o auto-aperfeiçoamento espiritual e somente o risco desse bem pode tornar admissível o sacrifício de uma vida que se inicia em favor de outra já plenamente adaptada à dimensão material e, por isso mesmo, em plena vigência da assunção dos seus compromissos para com a família e com a sociedade.
Referencia: DIZEM os Espíritos sobre o aborto (O que)• Compilado sob orientação de Juvanir Borges de Souza• Rio de Janeiro: FEB, 2001• - cap• 6
[...] é um depósito sagrado e nós não podemos dispor de bens que nos não pertencem.
Referencia: DOMINGO SÓLER, Amália• Fragmentos das memórias do Padre Germano• Pelo Espírito Padre Germano• Trad• de Manuel Quintão• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 8
A vida sem virtudes é lento suicídio, ao passo que, enobrecida pelo cumprimento do dever, santificada pelo amor universal, é o instrumento mais precioso do Espírito para o seu aperfeiçoamento indefinido.
Referencia: DOMINGO SÓLER, Amália• Fragmentos das memórias do Padre Germano• Pelo Espírito Padre Germano• Trad• de Manuel Quintão• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 22
A vida é um sonho penoso, / Do qual nos desperta a morte.
Referencia: ERNY, Alfred• O psiquismo experimental: estudo dos fenômenos psíquicos• 3a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1982• - cap• 2
[...] é uma força organizadora, que pode contrariar a tendência da matéria à V V desorganização. É uma força organizadora e pensante, que integra a matéria e a organiza, visto que, sem ela, toda matéria fica desorganizada.
Referencia: FINDLAY, J• Arthur• No limiar do etéreo, ou, Sobrevivência à morte cientificamente explicada• Traduzido do inglês por Luiz O• Guillon Ribeiro• Prefácio de Sir William Barret• 3a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1981• - cap• 2
[...] é um turbilhão contínuo, cuja diretiva, por mais complexa que seja, permanece constante. [...] (66, t. 2, cap.
1) [...] é uma força física inconsciente, organizadora e conservadora do corpo.
Referencia: FRANCINI, Walter• Doutor Esperanto: o romance de Lázaro Luís Zamenhof, criador da língua internacional• Com cartaprefácio do Dr• Mário Graciotti, da Academia Paulista de Letras• Rio de Janeiro: FEB, 1984• - 1a narrativa
Considerada a vida uma sublime concessão de Deus, que se apresenta no corpo e fora dele, preexistindo-o e sobrevivendo-o, poder-se-á melhor enfrentar os desafios existenciais e as dificuldades que surgem, quando na busca da auto-iluminação. [...]
Referencia: FRANCO, Divaldo P• Impermanência e imortalidade• Pelo Espírito Carlos Torres Pastorino• 4a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Impedimentos à iluminação
[...] é uma sinfonia de bênçãos aguardando teus apontamentos e comentários.
Referencia: FRANCO, Divaldo P• Tramas do destino• Pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda• 12a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 46
[...] é uma grande tecelã e nas suas malhas ajusta os sentimentos ao império da ordem, para que o equilíbrio governe todas as ações entre as criaturas.
Referencia: GAMA, Zilda• Do calvário ao infinito• Pelo Espírito Victor Hugo• 14a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1987• - L• 2, cap• 9
[...] é grande fortuna para quem deve progredir.
Referencia: GAMA, Zilda• Do calvário ao infinito• Pelo Espírito Victor Hugo• 14a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1987• - L• 3, cap• 7
Vidas são experiências que se aglutinam, formando páginas de realidade.
Referencia: GAMA, Zilda• Dor suprema• Pelo Espírito Victor Hugo• 15a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - Pról•
A vida física é oportunidade purificadora, da qual, em regra, ninguém consegue eximir-se. Bênção divina, flui e reflui, facultando aprimoramento e libertação.
Referencia: GAMA, Zilda• Dor suprema• Pelo Espírito Victor Hugo• 15a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - L• 1, cap• 1
[...] é o hálito do Pai Celeste que a tudo vitaliza e sustenta...
Referencia: GAMA, Zilda• Dor suprema• Pelo Espírito Victor Hugo• 15a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - L• 3, cap• 5
A vida terrena é um relâmpago que brilha por momentos no ambiente proceloso deste orbe, e logo se extingue para se reacender perenemente nas paragens siderais.
Referencia: GIBIER, Paul• O Espiritismo: faquirismo ocidental: estudo histórico crítico, experimental• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - L• 1, Na pista da verdade
[...] a nossa vida é um tesouro divino, que nos foi confiado para cumprir uma missão terrena [...].
Referencia: GURJÃO, Areolino• Expiação• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1984• - L• 9, cap• 1
[...] a vida humana é uma série ininterrupta de refregas e de desilusões...
Referencia: GURJÃO, Areolino• Expiação• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1984• - L• 9, cap• 22
[...] a vida humana é uma intérmina cadeia, uma corrente que se compõe de muitos elos, cada qual terminando no sepulcro, para de novo se soldar em ulterior encarnação até que o Espírito adquira elevadas faculdades, ou atinja a perfeição.
Referencia: GAMA, Zilda• Na sombra e na luz• Pelo Espírito Victor Hugo• 14a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1992• - L• 1, cap• 7
Vida e morte, uma só coisa, / Verdade de toda gente: / A vida é a flor que desponta / Onde a morte é uma semente.
Referencia: GUARINO, Gilberto Campista• Centelhas de sabedoria• Por diversos autores espirituais• Rio de Janeiro: FEB, 1976• - cap• 173
[...] Em suas evoluções, a vida nada mais é que a manifestação cada vez mais completa do Espírito. [...]
Referencia: MARCHAL, V (Padre)• O Espírito Consolador, ou os nossos destinos• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - 28a efusão
A vida, portanto, como efeito decorrente de um agente (princípio vital) sobre a matéria (fluido cósmico), tem, por V sustentação, a matéria e o princípio vital em estado de interação ativa, de forma contínua. Decorrente da mesma fonte original – pois reside no fluido magnético animal, que, por sua vez, não é outro senão o fluido vital – tem, contudo, a condição peculiar de veicular o contato com o princípio espiritual.
Referencia: MELO, Jacob• O passe: seu estudo, suas técnicas, sua prática• 15a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 4
[...] é amor e serviço, com Deus. [...]
Referencia: Ó, Fernando do• A dor do meu destino• 11a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - cap• 2
A vida é a mais bela sinfonia de amor e luz que o Divino Poder organizou.
Referencia: PERALVA, Martins• Estudando a mediunidade• 23a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 13
Não vivi, pois a vida é o sentimento / De tudo o que nos toca em sofrimento / Ou exalta no prazer. [...] (185, Nova[...] é um combate insano e dolorido / Que temos de vencer. [...]
Referencia: SANT’ANNA, Hernani T• Canções do alvorecer• 4a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Sursum
[...] A vida é mesmo ingente aprendizado, / Onde o aluno, por vez desavisado, / Tem sempre ensanchas de recomeçar [...].
Referencia: SANT’ANNA, Hernani T• Canções do alvorecer• 4a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Renovação
A vida humana não é um conjunto de artifícios. É escola da alma para a realidade maior.
Referencia: VIEIRA, Waldo• Seareiros de volta• Diversos autores espirituais• Prefácio de Elias Barbosa• 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Mostremos o Mestre em nós
[...] é a manifestação da vontade de Deus: vida é amor.
Referencia: VINÍCIUS (Pedro de Camargo)• Nas pegadas do Mestre: folhas esparsas dedicadas aos que têm fome e sede de justiça• 10a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Sigamo-lo
[...] A vida, na sua expressão terrestre, é como uma árvore grandiosa. A infância é a sua ramagem verdejante. A mocidade se constitui de suas flores perfumadas e formosas. A velhice é o fruto da experiência e da sabedoria. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Boa nova • Pelo Espírito Humberto de Campos• 1a ed• especial• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - cap• 9
[...] é a harmonia dos movimentos, resultante das trocas incessantes no seio da natureza visível e invisível. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • A caminho da luz • História da civilização à luz do Espiritismo• Pelo Espírito Emmanuel, de 17 de agosto a 21 de setembro de 1938• 33a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - cap• 8
A vida em si é conjunto divino de experiências. Cada existência isolada oferece ao homem o proveito de novos conhecimentos. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Caminho, verdade e vida • Pelo Espírito Emmanuel• 26a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - cap• 22
[...] é trabalho, júbilo e criação na eternidade.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Caminho, verdade e vida • Pelo Espírito Emmanuel• 26a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - cap• 68
A vida é sempre a iluminada escola.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Correio fraterno • Por diversos Espíritos• 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 16
A vida é essência divina [...].
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Correio fraterno • Por diversos Espíritos• 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 17
A vida por toda parte / É todo um hino de amor, / Serve a nuvem, serve o vale, / Serve o monte, serve a flor.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Correio fraterno • Por diversos Espíritos• 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 18
Lembrai-vos de que a vida é a eternidade em ascensão [...].
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Correio fraterno • Por diversos Espíritos• 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 53
A oportunidade sagrada é a vida. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Dicionário da alma • Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -
A vida é um campo divino, onde a infância é a germinação da Humanidade.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Dicionário da alma • Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -
[...] é a gloriosa manifestação de Deus. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Dicionário da alma • Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -
V V A vida é máquina divina da qual todos os seres são peças importantes e a cooperação é o fator essencial na produção da harmonia e do bem para todos.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Dicionário da alma • Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -
A vida é um câmbio divino do amor, em que nos alimentamos, uns aos outros, na ternura e na dedicação.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Dicionário da alma • Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -
Patrimônio da criação e divindade de todas as coisas, é a vida a vibração luminosa que se estende pelo infinito, dentro de sua grandeza e de seu sublime mistério.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Dicionário da alma • Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -
[...] é caminho em que nos cabe marchar para a frente, é sobretudo traçada pela Divina Sabedoria.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Dicionário da alma • Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -
A vida é uma escola e cada criatura, dentro dela, deve dar a própria lição. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Dicionário da alma • Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 26
[...] é um grande livro sem letras, em que as lições são as nossas próprias experiências.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Evangelho em casa• Pelo Espírito Meimei• 12a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - 3a reunião
A vida é uma corrente sagrada de elos perfeitos que vai do campo subatômico até Deus [...].
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Falando à Terra • Por diversos Espíritos• 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - Notícias
A vida não é trepidação de nervos, a corrida armamentista ou a tortura de contínua defesa. É expansão da alma e crescimento do homem interior, que se não coadunam com a arte de matar.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Falando à Terra • Por diversos Espíritos• 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - Apreciações
A vida é curso avançado de aprimoramento, através do esforço e da luta. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Fonte viva • Pelo Espírito Emmanuel• 33a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 54
A vida é processo de crescimento da alma ao encontro da Grandeza Divina.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Fonte viva • Pelo Espírito Emmanuel• 33a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 71
E perceber o sentido da vida é crescer em serviço e burilamento constantes.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Fonte viva • Pelo Espírito Emmanuel• 33a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 173
[...] é um jogo de circunstâncias que todo espírito deve entrosar para o bem, no mecanismo do seu destino. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Há dois mil anos: episódios da história do Cristianismo no século I• Romance de Emmanuel• 45a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 1
Lembre-se de que a vida e o tempo são concessões de Deus diretamente a você, e, acima de qualquer angústia ou provação, a vida e o tempo responderão a você com a bênção da luz ou com a experiência da sombra, como você quiser.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Idéias e ilustrações • Por diversos Espíritos• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1993• - cap• 39
[...] é o carro triunfante do progresso, avançando sobre as rodas do tempo [...].
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Instruções psicofônicas • Recebidas de vários Espíritos, no “Grupo Meimei”, e organizadas por Arnaldo Rocha• 8a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 13
Enquanto no corpo físico, desfrutas o poder de controlar o pensamento, aparentando o que deves ser; no entanto, após a morte, eis que a vida é a verdade, mostrando-te como és.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Justiça Divina • Pelo Espírito Emmanuel• 11a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - Espíritos transviados
A vida humana, pois, apesar de transitória, é a chama que vos coloca em contato com o serviço de que necessitais para ascensão justa. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Pão Nosso • Pelo Espírito Emmanuel• 26a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 6
[...] afirmação de imortalidade gloriosa com Jesus Cristo!
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Paulo e Estevão: episódios históricos do Cristianismo primitivo• Pelo Espírito Emmanuel• 41a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - pt• 2, cap• 8
[...] é uma longa caminhada para a vitória que hoje não podemos compreender. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Relicário de luz • Autores diversos• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Bilhete filial
V Todavia, é preciso lembrar que a vida é permanente renovação, propelindo-nos a entender que o cultivo da bondade incessante é o recurso eficaz contra o assédio de toda influência perniciosa.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Religião dos Espíritos: estudos e dissertações em torno da substância religiosa de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec• Pelo Espírito Emmanuel• 18a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - Tentação e remédio
[...] é um cântico de trabalho e criação incessantes. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Reportagens de Além-túmulo • Pelo Espírito Humberto de Campos• 10a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 24
[...] é aprimoramento incessante, até o dia da perfeição [...].
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Rumo certo • Pelo Espírito Emmanuel• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 60
[...] toda a vida, no fundo, é processo mental em manifestação.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Vozes do grande além • Por diversos Espíritos• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2003• - cap• 23
A vida constitui encadeamento lógico de manifestações, e encontramos em toda parte a sucessão contínua de suas atividades, com a influenciação recípro ca entre todos os seres, salientando-se que cada coisa e cada criatura procede e depende de outras coisas e de outras criaturas.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo • Estude e viva • Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz• 11a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 24
Referencia: CALLIGARIS, Rodolfo• As leis morais: segundo a filosofia espírita• 12a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Heliotropismo espiritual
Referencia: KARDEC, Allan• Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita• Org• por Evandro Noleto Bezerra• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 1
[...] a vida corporal é transitória e passageira: não é mais do que um instante na eternidade.
Referencia: KARDEC, Allan • Obras póstumas • Traduzida da 1a ed• francesa por Guillon Ribeiro• 37a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - pt• 1, Profissão de fé espírita raciocinada
[...] é uma fase temporária da vida do Espírito, que durante ela se reveste de um envoltório material, de que se despe por ocasião da morte.
Referencia: KARDEC, Allan • Obras póstumas • Traduzida da 1a ed• francesa por Guillon Ribeiro• 37a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - pt• 1, As cinco alternativas da Humanidade
[...] não passa de uma ilusão [...].
Referencia: MARCHAL, V (Padre)• O Espírito Consolador, ou os nossos destinos• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - 36a efusão
[...] é a síntese das irradiações da alma. Não há órgãos em harmonia sem pensamentos equilibrados, como não há ordem sem inteligência.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Nos domínios da mediunidade • Pelo Espírito André Luiz• 32a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 10
Referencia: GAMA, Zilda• Dor suprema• Pelo Espírito Victor Hugo• 15a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - L• 2, cap• 3
[...] São simplesmente choques biológicos, renovando oportunidades de iluminação, assimilação e desassimilação da experiência para a alma a caminho da verdadeira purificação para a vida eterna.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Dicionário da alma • Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• -
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo• O Espírito da Verdade: estudos e dissertações em torno de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec• Por diversos Espíritos• 8a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1992• - cap• 95
Referencia: KARDEC, Allan• O céu e o inferno ou A Justiça divina segundo o Espiritismo• Trad• de Manuel Justiniano Quintão• 57a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - pt• 1, cap• 3, it• 12
A vida espiritual é, com efeito, a verdadeira vida, é a vida normal do Espírito, sendo-lhe transitória e passageira a existência terrestre, espécie de morte, se comparada ao esplendor e à atividade da outra. [...]
Referencia: KARDEC, Allan • O Evangelho segundo o Espiritismo • Trad• de Guillon Ribeiro da 3a ed• francesa rev•, corrig• e modif• pelo autor em 1866• 124a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 23, it• 8
[...] A vida do Espírito, pois, se compõe de uma série de existências corpóreas, cada uma das quais representa para ele uma ocasião de progredir, do mesmo modo que cada existência corporal se compõe de uma série de dias, em cada um dos quais o homem obtém um acréscimo de experiência e de instrução. [...]
Referencia: KARDEC, Allan• O Livro dos Espíritos: princípios da Doutrina Espírita• Trad• de Guillon Ribeiro• 86a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - q• 191
[...] é uma ocupação contínua, mas que nada tem de penosa, como a vida na Terra, porque não há a fadiga corporal, nem as angústias das necessidades.
Referencia: KARDEC, Allan• O Livro dos Espíritos: princípios da Doutrina Espírita• Trad• de Guillon Ribeiro• 86a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - q• 558
A vida espiritual é a vida normal do Espírito: é eterna [...].
Referencia: KARDEC, Allan • Obras póstumas • Traduzida da 1a ed• francesa por Guillon Ribeiro• 37a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - pt• 1, Profissão de fé espírita raciocinada
[...] é a vida interior, a que, começando a desenvolver-se, quando no ser se faz necessária a expansão da espiritualidade, termina com a completa realização do espírito na matéria, da qual ele se converte em senhor, dominando-a e sublimando-a, tornando-a apta a acompanhar e servir de veículo de manifestação a seres altamente evolutidos.
Referencia: AGUAROD, Angel• Grandes e pequenos problemas• Obra ditada a Angel Aguarod pelo seu Guia Espiritual• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - cap• 10
[...] é uma atividade constante. A ociosidade angelical seria um contra-senso diante da incessante dinâmica universal.
Referencia: ANJOS, Luciano dos e MIRANDA, Hermínio C•• Crônicas de um e de outro: de Kennedy ao homem artificial• Prefácio de Abelardo Idalgo Magalhães• Rio de Janeiro: FEB, 1975• - cap• 73
[...] a vida livre é a vida normal dos Espíritos.
Referencia: MARCHAL, V (Padre)• O Espírito Consolador, ou os nossos destinos• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - 36a efusão
A vida espiritual é novo renascimento.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Relicário de luz • Autores diversos• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Avancemos
Referencia: ROUSTAING, J•B• (Coord•)• Os quatro evangelhos: Espiritismo cristão ou revelação da revelação• Pelos Evangelistas assistidos pelos Apóstolos e Moisés• Trad• de Guillon Ribeiro• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1988• 4 v• - v• 3
A vida eterna consiste em te conhecer a ti, que és o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, que tu enviaste. [...]
Referencia: ROUSTAING, J•B• (Coord•)• Os quatro evangelhos: Espiritismo cristão ou revelação da revelação• Pelos Evangelistas assistidos pelos Apóstolos e Moisés• Trad• de Guillon Ribeiro• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1988• 4 v• - v• 4
V Ter a vida eterna, que consiste em conhecer ao Pai, é compreender a essência de Deus; é, pela perfeição alcançada, pela pureza perfeita, que só elas permitem que a criatura se aproxime de Deus, estar em comunicação direta com Ele, iniciando-se, assim, cada vez mais, no objetivo e nos segredos da vontade divina; é, vivendo a vida eterna dos puros Espíritos, progredir eternamente em ciência universal, na atividade incessante das obras e das missões.
Referencia: ROUSTAING, J•B• (Coord•)• Os quatro evangelhos: Espiritismo cristão ou revelação da revelação• Pelos Evangelistas assistidos pelos Apóstolos e Moisés• Trad• de Guillon Ribeiro• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1988• 4 v• - v• 4
Referencia: ERNY, Alfred• O psiquismo experimental: estudo dos fenômenos psíquicos• 3a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1982• - pt• 2, cap• 2
[...] A vida futura é uma continuação da presente e será arquitetada pelas nossas experiências, pensamentos e afetos que nos dominaram aqui. [...]
Referencia: SARGENT, Epes• Bases científicas do Espiritismo• Traduzido da 6a ed• inglesa por F• R• Ewerton Quadros• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - cap• 3
Referencia:
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Emmanuel: dissertações mediúnicas sobre importantes questões que preocupam a Humanidade• Pelo Espírito Emmanuel• 25a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 32
Referencia: AGUAROD, Angel• Grandes e pequenos problemas• Obra ditada a Angel Aguarod pelo seu Guia Espiritual• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - cap• 10
Referencia: FRANCO, Divaldo P• Impermanência e imortalidade• Pelo Espírito Carlos Torres Pastorino• 4a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Corpo e mente
Referencia: DENIS, Léon• Cristianismo e Espiritismo: provas experimentais da sobrevivência• Trad• de Leopoldo Cirne• 14a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 10
[...] com suas alegrias e dores, não é senão a conseqüência das boas ou más ações operadas livremente pelo ser nas existências anteriores.
Referencia: DENIS, Léon• Depois da morte: exposição da Doutrina dos Espíritos• Trad• de João Lourenço de Souza• 25a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - pt• 1, cap• 2
Referencia: KARDEC, Allan• O céu e o inferno ou A Justiça divina segundo o Espiritismo• Trad• de Manuel Justiniano Quintão• 57a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - pt• 1, cap• 3, it• 8
Referencia: ROUSTAING, J•B• (Coord•)• Os quatro evangelhos: Espiritismo cristão ou revelação da revelação• Pelos Evangelistas assistidos pelos Apóstolos e Moisés• Trad• de Guillon Ribeiro• 7a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1988• 4 v• - v• 1
Referencia: LOBO, Ney• Filosofia espírita da educação e suas conseqüências pedagógicas e administrativas• 2a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1993• 5 v• - v• 2
É [...] a Doutrina Espírita um corpo doutrinário unitário no seu arcabouço que se desenvolve em diversos campos: científico, filosófico, religioso, sociológico, educacional.
Referencia: LOMBROSO, César• Hipnotismo e mediunidade• Trad• de Almerindo Martins de Castro• 5a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1999• -
A Doutrina Espírita está imbuída do Sermão da Montanha. É uma Doutrina de luz, de amor, de esperança radiosa. Não pode ser amortalhada na treva da indiferença, da descrença em si mesma e no pavor pelo futuro, porque ela aponta ao homem, hoje, o rumo certo do amanhã. Não o engana, não obscurece o cérebro humano com fantasias dogmáticas nem lendas absurdas. Abre ao espírito do homem a verdade sobre a vida terrena e sobre a vida espiritual.
Referencia: MENDES, Indalício• Rumos Doutrinários• 3a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Da atitude mental do espírita
Doutrina de esclarecimento – que tem sido luz em nosso caminho. Doutrina de redenção – que nos tem amparado a fragilidade. Doutrina de renovação – que nos tem apontado rumos mais certos, reajustando-nos, convenientemente.
Referencia: PERALVA, Martins • Estudando o Evangelho • 6a ed• Rio de Janeiro: FEB, 1992• - Introd•
É um programa para ajudar o homem a crescer para Deus, a fim de que, elevando-se, corresponda ao imenso sacrifício daquele que, sendo o Cristo de Deus, se fez Homem para que os homens se tornassem Cristos.
Referencia: PERALVA, Martins• Estudando a mediunidade• 23a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - cap• 17
A Doutrina Espírita é a Ciência, trazida pelo Espírito da Verdade, pelo Consola-dor prometido, como um sistema coordenado de conhecimentos das coisas pelas causas, que impõem o culto e o reconhecimento para com o Criador de tudo o que existe.
Referencia: SAYÃO, Antônio Luiz• (Comp•) Elucidações Evangélicas• 13a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - Orientação espírita
[...] é a Doutrina Espírita a terapêutica completa para obsidiados e obsessores, como de resto para todos os seres humanos. [...]
Referencia: SCHUBERT, Suely Caldas• Obsessão/desobsessão: profilaxia e terapêutica espíritas• 16a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - pt• 1, cap• 11
A Doutrina dos Espíritos é o instrumento bendito na transformação das almas sofredoras; desviadas de seus destinos, tal como outrora o Cristianismo nascente iluminou os caminhos obscuros dos que se afogavam nas superstições do paganismo.
Referencia: SOUZA, Juvanir Borges de• Tempo de renovação• Prefácio de Lauro S• Thiago• Rio de Janeiro: FEB, 1989• - cap• 2
A Doutrina Espírita, o Consolador prometido, é o socorro divino que, na hora apropriada, vem trazer o conforto e o esclarecimento a todos os que sofrem e aspiram a conhecer as causas dos males do mundo.
Referencia: SOUZA, Juvanir Borges de• Tempo de renovação• Prefácio de Lauro S• Thiago• Rio de Janeiro: FEB, 1989• - cap• 3
A Doutrina Espírita é, pois, resultante das revelações feitas pelos Espíritos com a cooperação da razão, da observação e da experimentação humanas.
Referencia: SOUZA, Juvanir Borges de• Tempo de renovação• Prefácio de Lauro S• Thiago• Rio de Janeiro: FEB, 1989• - cap• 11
A finalidade da Doutrina Espírita é despertar na Humanidade as forças do bem, completar a obra de Jesus, regenerando os homens, ligando o mundo visível ao invisível, preparar a Terra para o advento da verdadeira era de fraternidade.
Referencia: VALENTE, Aurélio A• Sessões práticas e doutrinárias do Espiritismo: organização de grupos, métodos de trabalho• 8a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2002• - cap• 4
[...] a missão da Doutrina dos Espíritos é precisamente essa: esclarecer, iluminar a mente do homem, de modo que ele descortine, com clareza, o roteiro que o conduzirá à realização do destino maravilhoso que lhe está reservado.
Referencia: VINÍCIUS (Pedro de Camargo)• O Mestre na educação• 8a ed• Rio de Janeiro: FEB• 2005• - cap• 17
[...] a Doutrina Espírita, revivendo o Evangelho do Senhor, é facho resplandescente na estrada volutiva, ajudando-nos a regenerar o próprio destino, para a edificação da felicidade real.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Ação e reação • Pelo Espírito André Luiz• 26a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2004• - Ante o centenário
De fato, a elevada Doutrina dos Espíritos é a divina expressão do Consolador prometido. [...]
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Caminho, verdade e vida • Pelo Espírito Emmanuel• 26a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - cap• 11
[...] a Doutrina Espírita é uma síntese gloriosa de fraternidade e de amor. O seu grande objeto é esclarecer a inteligência humana.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Emmanuel: dissertações mediúnicas sobre importantes questões que preocupam a Humanidade• Pelo Espírito Emmanuel• 25a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - cap• 26
É imperioso anotar, contudo, que toda a formação espírita guarda raízes nas fontes do Cristianismo simples e claro, com finalidades morais distintas, no aperfeiçoamento da alma, expressando aquele Consolador que Jesus prometeu aos tempos novos.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido • Justiça Divina • Pelo Espírito Emmanuel• 11a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - Invocações
Doutrina Espírita quer dizer Doutrina do Cristo. E a Doutrina do Cristo é a doutrina do aperfeiçoamento moral em todos os mundos.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Religião dos Espíritos: estudos e dissertações em torno da substância religiosa de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec• Pelo Espírito Emmanuel• 18a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - Doutrina Espírita
Doutrina Espírita, na essência, é universidade de redenção.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Seara dos médiuns: estudos e dissertações em torno da substância religiosa de O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec• Pelo Espírito Emmanuel• 17a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - Ensino espírita
[...] a Doutrina Espírita é a revelação pela qual o mundo espera mais amplo conhecimento do Cristo, em nós e por nós.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Seara dos médiuns: estudos e dissertações em torno da substância religiosa de O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec• Pelo Espírito Emmanuel• 17a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - Atualidade espírita
[...] a Doutrina Espírita é a revivescência do Cristianismo em sua pureza.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido• Seara dos médiuns: estudos e dissertações em torno da substância religiosa de O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec• Pelo Espírito Emmanuel• 17a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2006• - Expliquemos
[...] os Orientadores do Progresso sustentam a Doutrina Espírita na atualidade do mundo, por Chama Divina, cristianizando fenômenos e objetivos, caracteres e faculdades, para que o Evangelho de Jesus seja de fato incorporado às relações humanas.
Referencia: XAVIER, Francisco Cândido e VIEIRA, Waldo • Evolução em dois mundos • Pelo Espírito André Luiz• 23a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - pt• 1, cap• 17
A Doutrina Espírita é amiga do futuro. Ao eleger a pureza de coração, o trabalho, a solidariedade e a tolerância como alicerces do homem de bem, ela descortina a necessidade das criaturas iniciarem suas próprias obras internas no presente, para que no amanhã a Humanidade colha os frutos dos esforços justos, objetivos, sem desvios ou perdas de tempo, e estabeleça a identidade superior dos mundos regenerados a partir de um coração renovado.
Referencia: ABRANCHES, Carlos Augusto• Vozes do Espírito• 3a ed• Rio de Janeiro: FEB, 2005• - O futuro é minha promessa
Dicionário da Bíblia de Almeida
Fonte: Sociedade Bíblica do Brasil
Árvore da vida: Árvore Da Vida Árvore situada no jardim do Éden, cujos frutos mantém a vida (GnDicionário de Jesus e Evangelhos
Autor: César Vidal Manzanares
Dívida: Dívida Obrigação que liga uma pessoa (devedor) a outra (credor) (Lc O judaísmo do Segundo Templo aceitava a comparação que considerava Deus um credor, na sua qualidade de Criador e juiz universal, e o homem um devedor, porque transgredia, com seus pecados, a ordem divina. Na opinião de alguns judeus, essa situação poderia ser revertida pela prática das boas obras (Lc
Essa crença na continuidade de uma vida depois da morte manifesta-se na segunda bênção da amidah, nas orações de lembrança dos defuntos (hazcarat neshamot) e no kadish recitado pelas pessoas em um enterro. Entre os gentios, os misericordiosos também teriam parte no mundo que há de vir (Tosef. Sanh. 13,2). A idéia da ressurreição dos mortos é de grande importância quanto à crença em uma vida futura.
Jesus designa como vida eterna a união com Deus no mundo que virá depois do juízo final (Mt
Pequeno Abc do Pensamento Judaico
Aborto: A religião judaica proíbe o aborto: somente no caso de o nascimento da criança pôr em perigo a vida da mãe é permitido o aborto artificial.* * * No exílio, a colônia passou por três transformações decisivas:
os judeus que tinham sido uma população agrícola, tornaram-se comerciantes em Babel, grande centro do comércio internacional;
a coletividade, chefiada por um homem com o título de exilarca, admitido como nobre na corte de Babel, organizou-se em comunidades, chamadas Kehilot, criando, assim nova forma de existência, cujo tipo se tornou modelar para o convívio'de Israel fora da Palestina;
o antigo culto de holocaustos, reservado exclusivamente ao Templo de Jerusalém e a ser celebrado pela tribo dos sacerdotes, foi substituído pelo serviço religioso das preces, o qual foi introductionduzido
em todas as comunidades do exílio tornando-se incumbência do povo inteiro, tanto de sacerdotes como de leigos, (FP)
A vida é uma dádiva de Deus. e por isso devemos nos esforçar para tomá-la a melhor que podemos, pelo uso sábio das nossas capacidades e dons.
O homem foi criado em fraternidade com todos os outros homens. Desde que somos igualmente preciosos à Sua vista, devemos aprender a encarar uns aos outros, através dos olhos de Deus. Somos os guardiões do nosso irmão, presos uns aos outros por um ato de divina criação, pela fraternidade.
Os homens são moralmente responsáveis perante Deus que nos revela a Sua vontade. Ele é o nosso Pai e nós somos os seus filhos, instruídos em que existe o certo e o errado. Somos moralmente responsáveis pela nossa conduta perante Ele que nos julga constantemente, e devemos lutar para fazer o que é certo.
A vida obedece, a um plano divino, que devemos procurar compreender o cumprir. Precisamos nos erguer à altura do desafio e desempenhar-nos das tarefas necessárias. O nosso dever é servir o propósito de Deus ao mundo; ajudar a criar uma vida boa para nós mesmos e para o nosso próximo.
A vida tem infinitas possibilidades. Por isso, não precisamos jamais perder a fé ou confiança nela. Não importa quão decepcionante possa ter sido o passado ou quanta frustração possa haver no presente, não nos sentiremos derrotados na medida em que encaramos o futuro.
O homem não é um Deus. Não somos autossuficientes, por isso Deus nos ajuda; a nossa visão é limitada, por isso Deus nos guia; erramos porque somos humanos, por isso Deus nos perdoa; algumas vezes somos suplantados pelos problemas da vida, por isso Deus nos guia. O cumprimento da vida de cada indivíduo é o destino da humanidade são um ato redentor de Deus. (RLB)
Todos os homens encontrarão a sua fraternidade na Paternidade de Deus.
A paz, a justiça e a liberdade prevalecerão em todo o mundo.
O papel histórico do povo judaico, como um servo sofredor de Deus pela humanidade, será justificado e reconhecido.
A promessa messiânica é inerente à vida. Seguramente, ela será cumprida quando o homem prover a si mesmo como sendo digno dela e Deus assim o deseje, (RLB)
Às vezes, parece bem difícil perdoar, especialmente quando fomos magoados. Contudo, se desejamos merecer perdão do nosso próximo, e mesmo de Deus, precisamos mostrar o caminho. Essa tarefa é facilitada pela compreensão - quando procuramos compreender, antes de julgar, antes de tirarmos conclusões. Para isto os mesmos Sábios nos dão uma orientação infalível. "Não julgues teu próximo sem te colocares na sua situação. " Seguindo este ditame, não condenaremos nosso próximo, não nos zangaremos com facilidade e será muito mais fácil perdoar. (*)
Nas ORAÇÕES DE ADORAÇÃO, consideramos o poder e majestade, e. grandeza e o mistério de Deus. Deus não necessita da nossa adoração mas nós necessitamos adorá-Lo. As orações de adoração protegem os homens de se tornarem enamorados de que é falso e degradante, o propósito da oração é encontrar a nossa relação com um Deus vivo. Essa relação é expressa em palavras que entoam louvores a Deus. O louvor a Deus é uma resposta à sua Majestade e Glória. Na medida em que enunciamos esses louvores, somos elevados a um plano mais alto de sentimento e de pensamento. (RLB) As orações de AGRADECIMENTO (veja-BERACHÁ) têm como objetivo de tornar-nos conscientes das bençãos que nos cercam e da qual recebemos benefícios diariamente.
Só após louvar e agradecer, o judeu nas suas orações chega às rezas, nos quais exprime o seu "pedido". Estas podem ser chamadas ORAÇÕES SUPLICATÓRIAS. Suplicamos a Deus em favor daqueles que estão enfermos e encorajamos mesmo o agonizante a orar pela sua restauração à saúde e ao serviço útil a Deus. As orações suplicatórias exigem que o adorador se concentre-se sobre a Vontade de Deus em vez de a sua própria. A nossa súplica (por bênção para a vida), deve ser motivada pelo nosso desejo de usar essa bênção para a glória de Deus. As orações judaicas de súplica são feitas no plural em vez do singular a fim de aguçar o nosso consciente a respeito dos outros. (RLB) Veja também: TAhANUN
Temos ainda orações de penitência em que o homem confessa o seu erro e pede perdão. Em hebraico chamamos estas rezas "SELIhOT". O judeu pede ajuda de Deus a fim de que possa superar os seus maus desejos. Apela por uma outra oportunidade, quando ele tem a intenção de agir 'diferentemente e confia no misericordioso perdão de Deus Veja também: SELIhOT
Strongs
Leituras Qere
Na Bíblia hebraica, os escribas não alteravam um texto que lhes parecia ter sido copiado incorretamente. Em vez disso, anotavam à margem o que consideravam ser a grafia correta. A variante no texto é chamda Ketib e a nota merginal é chamada Qere. Onde os tradutores da Versão Autorizada (AV) seguiram a leitura Ketib em vez da Qere, indicamos a leitura Qere com o número 08676.
Por exemplo, em Dt 19.6 “sangue” é codificado como 1818 08676 5315. Os tradutores seguiram a leitura Ketib cujo número “Strong” é 1818, e que significa “sangue”, mas a leitura Qere tem o número “Strong” 5315, e o termo significa “vida”.
Perfeito
O Perfeito expressa uma ação completa.
1) Com referência ao tempo, tal ação pode ser:
1a) uma ação recém completa do ponto de vista do presente "vim” para te trazer notícias
1b) uma ação completa no passado mais ou menos distante no princípio, “criou” Deus "eu era (já fui) jovem” e “(agora) fiquei velho” mas “não vi” um homem justo desamparado
1c) uma ação já completa do ponto de vista de outra ação passada Deus viu tudo o que “ele havia feito”
1d) uma ação concluída do ponto de vista de outra ação ainda futura tirarei água também para os teus camelos, até que “tenham terminado” de beber
2) O Perfeito é freqüentemente usado nos casos em que empregamos o presente.
2a) no caso de verdades gerais ou ações de ocorrência freqüente — verdades ou ações que geralmente têm sido experimentadas ou observadas.
a erva “definhou” o pardal “encontrou” uma casa
2b) uma ação ou atitude do passado pode ser continuada no presente.
"estendo” minhas mãos para ti
"nunca desamparas” os que te buscam
2c) o Perfeito dos verbos intransitivos é empregado onde usamos o presente; no hebraico, o
Perfeito neste caso enfatiza uma condição que chegou a
"existir” e a se realizar completamente.
"sei” que serás rei
"odeio” todos os que praticam iniqüidade
2d) Algums vezes, em hebraico, eventos futuros são concebidos tão vividamente e tão realisticamente que são considerados como já tendo de fato ocorrido e são descritos pelo Perfeito.
2d1) em promessas, ameaças e linguagem de contratos
o campo que te “dou”
caso contrário, “eu o tomarei”
2d2) lnguagem profética
meu povo “foi para o cativeiro” (isto é, certamente irá)
de (um suposto derivado de) 1085; TDNT - 1:662,114; n f
- paternidade, nascimento, natividade
- aquele que foi gerado, homens da mesma linhagem, família
- os vários graus de descendentes naturais, os membros sucessivos de uma genealogia
- metáf. grupo de pessoas muito semelhantes uns com os outros nos dons, ocupações, caráter
- esp. em um mau sentido, uma nação perversa
- totalidade das pessoas que vivem numa mesma época
- época, (i.e. espaço de tempo normalmente ocupado por cada geração sucessiva), espaço de 30 - 33 anos
do mesmo que 1074; TDNT - 1:682,117; n f
- fonte, origem
- livro genealógico de alguém, i.e. registro onde sua linhagem ou descendência são enumeradas
- usado para nascimento, natividade
- daquilo que segue a origem, i.e. existência, vida
- roda da vida, ciclo vital (Tg 3:6). Outra explicação, circuito da vida humana que tão logo nascem, as pessoas começam a percorrer, i.e. seu curso de vida
de uma variação de 1085; TDNT - 1:665,114; v
- de homens que geraram filhos
- ser nascido
- ser procriado
- de mulheres que dão à luz a filhos
- metáf.
- gerar, fazer nascer, excitar
- na tradição judaica, de alguém que traz outros ao seu modo de vida, que converte alguém
- de Deus ao fazer Cristo seu filho
- de Deus ao transformar pessoas em seus filhos através da fé na obra de Cristo
de 1080; adj
- nascido, gerado
- natividade, nascimento
prolongação e forma da voz média de um verbo primário TDNT - 1:681,117; v
- tornar-se, i.e. vir à existência, começar a ser, receber a vida
- tornar-se, i.e. acontecer
- de eventos
- erguer-se, aparecer na história, aparecer no cenário
- de homens que se apresentam em público
- ser feito, ocorrer
- de milagres, acontecer, realizar-se
- tornar-se, ser feito
de 1097; TDNT - 1:689,119; n f
- conhecimento que significa em geral inteligência, entendimento
- conhecimento geral da religião cristã
- conhecimento mais profundo, mais perfeito e mais amplo desta religião, que caracteriza os mais avançados
- esp. de coisas lícitas e ilícitas para os cristãos
- sabedoria moral, tal como é vista em uma vida correta
de 1249; TDNT - 2:81,152; v
- ser um servo, atendente, doméstico, servir, atender
- ministrar a alguém, render ofícios ministériais a
- ser servido ou ministrado a
- atender a mesa e oferecer comida e bebida para os convidados
- de mulheres preparando comida
- ministrar i.e. fornecer alimento e necessários para a vida
- aliviar as necessidades de alguém (p.e. por meio de recolhimento de donativos), prover ou cuidar de, distribuir (as coisas necessárias para sustentar a vida)
- cuidar do pobre e doente, o que caracteriza o ofício de um diácono
- em igrejas cristãs, servir como diácono
- ministrar
- participar de qualquer evento que possa servir aos interesses de outros
- ministrar uma coisa para alguém, servir alguém ou suprir alguma necessidade
de 1223 e 2919; TDNT - 3:946,469; v
- separar, fazer distinção, discriminar, preferir
- aprender por meio da habilidade de ver diferenças, tentar, decidir
- determinar, julgar, decidir um disputa
- fugir de alguém, desertar
- separar-se em um espírito hostil, opor-se, lutar com disputa, contender
- estar em divergência consigo mesmo, hesitar, duvidar
de 1260; TDNT - 2:96,155; n m
- o pensamento de uma pessoa que delibera consigo mesmo
- pensamento, raciocínio interior
- propósito, desígnio
- deliberação, questionamento a respeito do que é verdade
- hesitação, dúvida
- disputa, argüição
de derivação incerta; TDNT - 1:172,26; n m
- sangue
- de homem ou animais
- refere-se à sede da vida
- daquelas coisas que se assemelham a sangue, suco de uva
- derramamento de sangue, ser espalhado pela violência, morte violenta, assassinato
de 1349; TDNT - 2:182,168; adj
- justo, que observa as leis divinas
- num sentido amplo, reto, justo, vituoso, que guarda os mandamentos de Deus
- daqueles que se consideram justos, que se orgulham de serem justos, que se orgulham de suas virtudes, seja reais ou imaginárias
- inocente, irrepreensível, sem culpa
- usado para aquele cujo o modo de pensar, sentir e agir é inteiramente conforme a vontade de Deus, e quem por esta razão não necessita de reticação no coração ou na vida
- na verdade, apenas Cristo
- aprovado ou aceitado por Deus
- num sentido mais restrito, dar a cada um o que merece e isto em um sentido judicial; emitir um juízo justo em relação aos outros, seja expresso em palavras ou mostrado pelo modo de tratar com eles
de 1342; TDNT - 2:192,168; n f
- num sentido amplo: estado daquele que é como deve ser, justiça, condição aceitável para Deus
- doutrina que trata do modo pelo qual o homem pode alcançar um estado aprovado por Deus
- integridade; virtude; pureza de vida; justiça; pensamento, sentimento e ação corretos
- num sentido restrito, justiça ou virtude que dá a cada um o que lhe é devido
de 1364; v
- duvidar
da raíz de 1380; TDNT - 2:230,178; n n
- doutrina, decreto, lei
- de decretos públicos
- do Senado Romano
- de regras
- as regras e requerimentos da lei de Moisés; que sugere severidade e julgamento ameaçador
- de certos decretos dos apóstolos relativos a uma vida correta
de 1398; TDNT - 2:261,182; n f
- escravidão, servidão, condição de escravo
do substituto de 5143; TDNT - 8:233,1189; n m
- curso
- no NT figurativamente, o curso da vida ou do ofício
provavelmente semelhante a raíz de 58 (pela idéia de estar em controle das próprias faculdades); TDNT - 2:333,195; v
- despertar, fazer levantar
- despertar do sono, acordar
- despertar do sono da morte, chamar de volta da morte para a vida
- fazer levantar de um assento ou cama etc.
- levantar, produzir, fazer aparecer
- fazer aparecer, trazer diante do público
- levantar-se, insurgir-se contra alguém,
- levantar i.e. fazer nascer
- de construções, levantar, construir, erigir
de 1519 e 2064; TDNT - 2:676,257; v
- ir para fora ou vir para dentro: entrar
- de homens ou animais, quando se dirigem para uma casa ou uma cidade
- de Satanás tomando posse do corpo de uma pessoa
- de coisas: como comida, que entra na boca de quem come
- metáf.
- de ingresso em alguma condição, estado das coisas, sociedade, emprego
- aparecer, vir à existência, começar a ser
- de homens, vir perante o público
- vir à vida
- de pensamentos que vêm a mente
de um composto de 1537 e a raíz de 939 (significando sair); n f
- egressão, caminho para fora, saída
- aplicado figurativamente para o caminho de escape da tentação
- resultado, balanço, imagem final, referindo-se ao fim da vida de alguém
- Hb 13:7 não se refere apenas ao fim da vida física, mas ao modo como se chegou ao fim de uma vida plena tal como transmitida pelo espírito da pessoa ao morrer
de 1839; TDNT - 2:449,217; n f
- qualquer mudança de uma coisa de seu lugar próprio ou estado, deslocamento
- um ato de lançar a mente fora de seu estado normal, alienação de mente, seja tal como faz um lunático ou como um homem que por alguma emoção repentina é transportado como se estivesse fora de si, assim que arrebatado nesta condição, apesar de estar acordado, sua mente é apartada de todos os objetos em derredor e inteiramente fixada nas coisas divinas que ele nada vê mas as formas e imagens existem, e pensa que percebe com seus olhos e ouvidos as realidades mostradas a ele por Deus.
- admiração, o estado de alguém, seja devido à importância ou à novidade de um evento, entra num estado misto de medo e admiração
de afinidade incerta; TDNT - 2:477,222; n n
- misericórdia: bondade e boa vontade ao miserável e ao aflito, associada ao desejo de ajudá-los
- de pessoa para pessoa: exercitar a virtude da misericórdia, mostrar-se misericordioso
- de Deus para os homens: em geral, providência; a misericórdia e clemência de Deus em prover e oferecer aos homens salvação em Cristo
- a misericórdia de Cristo, pela qual, em seu retorno para julgamento, Ele abençoará os verdadeiros cristãos com a vida eterna
de 169; TDNT - 3:427,381; n f
- impureza
- física
- no sentido moral: impureza proveniente de desejos sexuais, luxuria, vida devassa
- de motivos impuro
de 1 (como partícula negativa) e um suposto derivado de 2508 (significando purificado); TDNT - 3:427,381; adj
- não purificado, sujo, imundo
- em um sentido cerimonial: aquilo do qual alguém deve privar-se de acordo com a lei levítica
- em um sentido moral: de pensamento e vida impuros
de 1756; TDNT - 2:652,251; v
- ser eficaz, atuar, produzir ou mostrar poder
- trabalhar para alguém, ajudar alguém
efetuar
exibir a atividade de alguém, mostrar-se operativo
voz média de 1798; TDNT - 8:545,1233; v
ter sonhos ou visões (divinamente inspirados)
metáf., ser seduzido por imagens sensuais e levado a uma forma de vida ímpia
de 18; TDNT 1:18,3; n f
- integridade ou retidão de coração e vida, bondade, gentileza
de epitedes (suficiente); adj
próprio, apropriado, conveniente, vantajoso
necessário, esp. das necessidades da vida
de 2040; TDNT - 2:635,251; n f
atividade, desempenho
trabalho, negócio
ganho optido pelo trabalho, rendimento
esforço, trabalho
de origem hebraica 2332
Eva = “vida”
- primeira mulher, segundo as escrituras; mãe de toda a raça humana
do mesmo que 2097; TDNT - 2:721,267; n n
- recompensa por boas notícias
- boas novas
- as boas novas do reino de Deus que acontecerão em breve, e, subseqüentemente, também de Jesus, o Messias, o fundador deste reino. Depois da morte de Cristo, o termo inclui também a pregação de (sobre) Jesus Cristo que, tendo sofrido a morte na cruz para obter a salvação eterna para os homens no reino de Deus, mas que restaurado à vida e exaltado à direita de Deus no céu, dali voltará em majestade para consumar o reino de Deus
- as boas novas da salvação através de Cristo
- a proclamação da graça de Deus manifesta e garantida em Cristo
- o evangelho
- quando a posição messiânica de Jesus ficou demonstrada pelas suas palavras, obras, e morte, a narrativa da pregação, obras, e morte de Jesus Cristo passou a ser chamada de evangelho ou boas novas.
de 2158; n f
- charme ou elegância corporal, beleza externa, decência, modéstia, conveniência
- da beleza externa, atratividade
um verbo primário; TDNT - 2:832,290; v
- viver, respirar, estar entre os vivos (não inanimado, não morto)
- gozar de vida real
- ter vida verdadeira
- ser ativo, abençoado, eterno no reino de Deus
- viver i.e. passar a vida, no modo de viver e de agir
- de mortais ou caráter
- água viva, que tem poder vital em si mesma e aplica suas qualidades à alma
- metáf. estar em pleno vigor
- ser novo, forte, eficiente,
- como adj. ativo, potente, eficaz
da raiz de zeugnumi (juntar, especialmente através de um “jugo”); TDNT - 2:896,301; n m
- jugo
- jugo ou canga que é colocado sobre animal de carga
- metáf., usado para qualquer carga ou sujeição
- como aquela da escravidão
- de enfadonhas leis impostas a alguém, esp. da lei mosaica, daí ser o nome também transferido aos mandamentos de Cristo para contrastá-los com os mandamentos dos Fariseus que realmente eram um “jugo”; mesmo assim, também os mandamentos de
Cristo devem ser obedecidos, ainda que mais fáceis de serem guardados
balança, um par de pratos de balança
de 2198; TDNT - 2:832,290; n f
- vida
- o estado de alguém que está cheio de vitalidade ou é animado
- toda alma viva
- vida
- da absoluta plenitude da vida, tanto em essência como eticamente, que pertence a Deus e, por meio dele, ao “logos” hipostático e a Cristo, em quem o “logos” assumiu a natureza humana
- vida real e genuína, vida ativa e vigorosa, devota a Deus, abençoada, em parte já aqui neste mundo para aqueles que colocam sua confiança em Cristo, e depois da ressurreição a ser consumada por novas bênçãos (entre elas, um corpo mais perfeito) que permanecerão para sempre.
provavelmente semelhante a raiz de 2218; TDNT - 5:302,702; n f
- cinta, cinto, servindo não somente para cingir vestes, mas também, desde que tivesse uma cavidade, para carregar dinheiro
do mesmo que 2226 e 4160; TDNT - 2:874,290; v
- produzir vida, gerar ou dar à luz a uma nova vida
- fazer viver, tornar vivo, dar a vida
- pelo poder espiritual, despertar e revigorar
- restaurar à vida
- dar crescimento à vida: neste caso, a vida física
- do espírito, vivo no que se refere ao espírito, revestido com novos e maiores poderes de vida
metáf., de sementes mostrando sinais de vida, i.e. germinação, brotação, crescimento
do mesmo que 2245; TDNT - 2:941,308; n f
- idade, tempo de vida
- idade, prazo ou duração da vida
- idade adulta, maturidade
- idade apropriada para qualquer coisa
- metáf. de um estágio próprio alcançado para algo
estatura, i.e, de estatura perfeita e graciosa
de (com 5610 implicado) um derivado de hemai (descansar, semelhante a raíz de 1476) significando manso, i.e. dócil; TDNT - 2:943,309; n f
- o dia, usado do dia natural, ou do intervalo entre o nascer e o pôr-do-sol, como diferenciado e contrastado com a noite
- durante o dia
- metáf., “o dia” é considerado como o tempo para abster-se de indulgência, vício, crime, por serem atos cometidos de noite e na escuridão
- do dia civil, ou do espaço de vinte e quatro horas (que também inclui a noite)
- o uso oriental deste termo difere do nosso uso ocidental. Qualquer parte de um dia é contado como um dia inteiro. Por isso a expressão “três dias e três noites” não significa literalmente três dias inteiros, mas ao menos um dia inteiro, mais partes de dois outros dias.
do último dia desta presente era, o dia em que Cristo voltará do céu, ressuscitará os mortos, levará a cabo o julgamento final, e estabelecerá o seu reino de forma plena.
usado do tempo de modo geral, i.e., os dias da sua vida.
neutro de um derivado de um pref. inseparável semelhante a 260 (da idéia de divisão envolvida en conexão) e significando semi-; adj
- meio
de 2264; n pr f
Herodias = “heróica”
- filha de Aristóbulo e neta de Herodes, o grande. Ela foi primeiro casada com Herodes Felipe I, filho de Herodes, o grande, um homem de vida privada; mas posteriormente formou uma união ilícita com Herodes Antipas, a quem ela não só induziu a assassinar João, o Batista, mas a realizar a viagem para Roma que o arruinou; por último, ela o seguiu ao exílio em Gaul.
do mesmo que 2272; v
- manter quieto
- descansar, cessar de trabalhar
- conduzir a uma vida calma, dito daqueles que não estão correndo para cá e para lá, mas que ficam em casa e se dedicam a seus negócios
- estar em silêncio, i.e. nada dizer, ficar quieto
de 2272; n f
- descanso
- descrição da vida de alguém que permanece em casa fazendo seu próprio trabalho, e não se intromete oficiosamente em afazeres dos outros
- silêncio
de 2348; TDNT - 3:7,312; n m
- a morte do corpo
- aquela separação (seja natural ou violenta) da alma e do corpo pela qual a vida na terra termina
- com a idéia implícita de miséria futura no inferno
- o poder da morte
- como o mundo inferior, a habitação dos mortos era concebida como sendo muito escura, equivalente à região da mais densa treva, i.e., figuradamente, uma região envolvida em trevas de ignorância e pecado
- metáf., a perda daquela única vida digna do nome,
- a miséria da alma que se origina do pecado, que começa na terra, mas continua e aumenta, depois da morte do corpo, no inferno
o estado miserável do ímpio no inferno
no sentido mais amplo, a morte, incluindo toda as misérias que se originam do pecado, e inclui a morte física como a perda de um vida consagrada a Deus e abênçoada por ele na terra, é seguida pela desdita no inferno
de derivação incerta; n pr loc Tiatira = “odor de aflição”
- uma colônia de gregos da Macedônia, situada entre Sardes e Pérgamo, sobre o rio Lico; seus habitantes ganhavam a vida pelo comércio e pela arte da tintura em púrpura
de 2413; TDNT - 3:257,349; n m
- sacerdote, alguém que oferece sacrifícios e em geral está ocupado com os ritos sagrados
- refere-se aos sacerdotes dos gentios ou dos judeus
metáf. dos cristãos, porque, purificados pelo sangue de Cristo e conduzidos à comunhão plena com Deus, dedicam suas vidas somente a Ele e a Cristo
de um derivado de 2433; TDNT - 3:318,362; n n
- que se relaciona com uma conciliação ou expiação, obter aplacamento ou poder expiador, expiatório; forma de conciliação ou expiação, propiciação
- usado para referir-se à cobertura da arca da aliança no Santo dos Santos, aspergida com o sangue da vítima expiatória no dia anual de expiação (este rito significava que a vida do povo, a perda merecida por causa de seus pecados, era oferecida a Deus através do sangue da vítima (sangue simbolizava vida), e que Deus por esta cerimônia estava apazigüado e os pecados do povo expiados); por isso a tampa da expiação, o propiciatório
- um sacrifício expiatório
- uma vítima expiatória
de 2537; TDNT - 3:450,388; n f
- novidade
- nova vida, criada em nós pelo Santo Espírito, produzindo um novo estado que é a vida eterna
de 2541; n pr loc
Cesaréia = “separado”
Cesaréia de Filipe estava situada ao pé do Líbano, próximo às nascentes do Jordão em Gaulanites. Anteriormente chamada de Panéias, foi posteriormente reconstruída por Felipe, o tetrarca, e chamada por ele de Cesaréia, em honra a Tibério César; subseqüentemente chamada Neronias por Agripa II, em honra a Nero.
Cesaréia da Palestina foi construída próximo ao Mediterrâneo por Herodes, o grande, no lugar da Torre de Estrabo, entre Jope e Dora. Foi provida com um porto magnífico e recebeu o nome Cesaréia em honra a Augusto. Foi a residência de procuradores romanos, e a maioria de seus habitantes eram gregos.
semelhante a raiz de 2753; TDNT - 3:487,394; v
- chamar
- chamar em alta voz, proferir em alta voz
- convidar
- chamar, i.e., chamar pelo nome
- dar nome a
- receber o nome de
- dar um nome a alguém, chamar seu nome
- ser chamado, i.e., ostentar um nome ou título (entre homens)
- saudar alguém pelo nome
de afinidade incerta; TDNT - 3:536,402; adj
- bonito, gracioso, excelente, eminente, escolhido, insuperável, precioso, proveitoso, apropriado, recomendável, admirável
- bonito de olhar, bem formado, magnífico
- bom, excelente em sua natureza e características, e por esta razão bem adaptado aos seus objetivos
- genuíno, aprovado
- precioso
- ligado aos nomes de homens designados por seu ofício, competente, capaz, tal como alguém deve ser
- louvável, nobre
- bonito por razão de pureza de coração e vida, e por isso louvável
- moralmente bom, nobre
- digno de honra, que confere honra
- que afeta a mente de forma prazenteira, que conforta e dá suporte
de kane (uma cana reta, i.e. vara); TDNT - 3:596,414; n m
- vara ou pedaço de madeira roliça reta à qual algo era amarrado para mantê-lo reto
- usado para vários propósitos
- vara de medição, régua
- linha de carpinteiro ou fita de medir
- medida de um pulo, como nos jogos olímpicos
- espaço fixo ou limitado que define e delimita a esfera de influência de alguém
- a província designada a alguém
- a esfera de atividade de alguém
metáf. qualquer regra ou padrão, princípio ou lei de investigação, julgamento, vida, ação
forma prolongada da palavra primária kar (Latim, cor “coração”); TDNT - 3:605,415; n f
- coração
- aquele orgão do corpo do animal que é o centro da circulação do sangue, e por isso foi considerado como o assento da vida física
- denota o centro de toda a vida física e espiritual
- o vigor e o sentido da vida física
- o centro e lugar da vida espiritual
- a alma ou a mente, como fonte e lugar dos pensamentos, paixões, desejos, apetites, afeições, propósitos, esforços
- do entendimento, a faculdade e o lugar da inteligência
- da vontade e caráter
- da alma na medida em que é afetada de um modo ruim ou bom, ou da alma como o lugar das sensibilidades, afeições, emoções, desejos, apetites, paixões
- do meio ou da parte central ou interna de algo, ainda que seja inanimado
provavelmente da raiz de 726; TDNT - 3:614,416; n m
- fruta
- fruto das árvores, das vinhas; colheitas
- fruto do ventre, da força geratriz de alguém, i.e., sua progênie, sua posteridade
- aquele que se origina ou vem de algo, efeito, resultado
- trabalho, ação, obra
- vantagem, proveito, utilidade
- louvores, que sã apresentados a Deus como oferta de agradecimento
- recolher frutos (i.e., uma safra colhida) para a vida eterna (como num celeiro) é usado figuradamente daqueles que pelo seu esforço têm almas preparadas almas para obterem a vida eterna
de 2664; TDNT - 3:628,419; n f
- ação de estar traqüilo
- calmaria do vento
- lugar de descanso
- metáf. a bem-aventurança celestial na qual Deus habita, e da qual ele prometeu tornar partícipes, quando as fatigas e provas desta vida chegarem ao seu fim, aqueles que permanecem firmes na sua fé em Cristo
da palavra primária kapto (no sentido de ligar); TDNT - 3:673,429; n f
- cabeça, de seres humanos e freqüentemente de animais. Como a perda da cabeça destrói a vida, esta palavra é usada em frases relacionadas com a pena capital e extrema.
- metáf. algo supremo, principal, proeminente
- de pessoas, mestre senhor: de um marido em relação à sua esposa
- de Cristo: Senhor da Igreja
- de coisas: pedra angular
de afinidade incerta; TDNT - 3:697,430; v
- ser um arauto, oficiar como um arauto
- proclamar como um arauto
- sempre com sugestão de formalismo, gravidade, e uma autoridade que deve ser escutada e obedecida
publicar, proclamar abertamente: algo que foi feito
usado da proclamação pública do evangelho e assuntos que pertencem a ele, realizados por João Batista, por Jesus, pelos apóstolos, e outros mestres cristãos
de kio (poético de eimi, ir); TDNT - 3:718,435; v
- fazer ir, i.e., mover, colocar em movimento
- ser movido, mover: daquele movimento que é evidente na vida
- mover de um lugar, remover
- metáf.
- excitar
- tumulto, distúrbio
- lançar em comoção
provavelmente de 2806 (pela idéia de usar pedacinhos de madeira, etc., para o objetivo); TDNT - 3:758,442; n m
- objeto usado para lançar sortes (um seixo, um fragmento de louça de barro, ou um pedaço de madeira)
- o nome das pessoas envolvidas era escrito no objeto escolhido para lançar sorte, jogado num vaso, que era então sacudido. O nome de quem caísse primeiro no chão era o escolhido
- o que é obtido pela sorte, porção sorteada
- uma porção do ministério comum aos apóstolos
- usado da parte que alguém terá na eterna salvação
- da salvação em si
- a eterna salvação que Deus designou para os santos
- de pessoas
- aqueles colocados sob o cuidado e supervisão de alguém [responsabilidade atribuída], usado de igrejas cristãs, cuja administração recae sobre os presbíteros
do mesmo que 2821; TDNT - 3:494,394; adj
- chamado, convidado (para um banquete)
- convidado (por Deus na proclamação do Evangelho) a obter eterna salvação no reino por meio de Cristo
- chamado a (o desempenho de) algum ofício
- selecionado e designado divinamente
de koilos ("concavidade”); TDNT - 3:786,446; n f
- a barriga inteira, toda a cavidade
- o abdome superior [i.e. estômago] e inferior são diferenciados
- o abdome inferior, a região inferior, o receptáculo do excremento
- o esôfago
- ser dado aos prazeres do paladar, glutonaria
- o ventre, o lugar onde o feto é concebido e sustentado até o nascimento
- do útero dos animais
a parte mais interna do homem, a alma, coração como o lugar do pensamento, sentimento, escolha
aparentemente, palavra primária; TDNT - 3:824,452; n m
a frente do corpo entre os braços, colo, regaço
o peito de uma vestimenta, i.e., a concavidade formada pela parte dianteira superior de uma vestimenta ampla, amarrada por uma cinta ou faixa, usada para guardar e carregar coisas (o vinco ou bolso)
- uma baía do mar
talvez uma palavra primitiva; TDNT - 3:921,469; v
- separar, colocar separadamente, selecionar, escolher
- aprovar, estimar, preferir
- ser de opinião, julgar, pensar
- determinar, resolver, decretar
- julgar
- pronunciar uma opinião relativa ao certo e errado
- ser julgado, i.e., ser chamado à julgamento para que o caso possa ser examinado e julgado
- julgar, sujeitar à censura
- daqueles que atuam como juízes ou árbitros em assuntos da vida comum, ou emitem julgamento sobre as obras e palavras de outros
- reinar, governar
- presidir com o poder de emitir decisões judiciais, porque julgar era a prerrogativa dos reis e governadores
- contender juntos, de guerreiros ou combatentes
- disputar
- num sentido forense
- recorrer à lei, processar judicialmente
de 2986; adv
- esplendidamente, magnificamente
- de vida suntuosa
de 3017; TDNT - 4:239,530; n pr m
- um da tribo de Levi num sentido restrito, os chamados levitas, não pertencendo à família de Arão, para quem o sacerdócio era reservado com exclusividade, eram assistentes dos sacerdotes. Era seu dever manter os utensílios e o templo limpo, providenciar os pães sagrados, abrir e fechar os portões do templo, cantar os hinos sacros no templo, e fazer muitas outras coisas.
de origem latina; TDNT - 4:265,533; n m
alguém libertado da escravidão, um liberto, ou o filho de um homem livre
Liberto. Refere-se a judeus (de acordo com Filo) que tinham se tornado cativos dos romanos sob Pompeu, mas que foram posteriormente tornados livres; e que, embora tivessem fixado sua residência em Roma, construíram por sua própria conta um sinagoga em Jerusalém, a qual freqüentavam quando estavam naquela cidade. O nome Libertos é associado a estas pessoas para distingui-las dos judeus nascidos livres que tinham subseqüentemente estabelecido sua residência em Roma. Evidências parecem ter sido descobertas da existência de uma “sinagoga dos Libertos” em Pompéia.
de lipos (graxa); adj
- coisas que pertencem a um estilo suntuoso e delicado de vida
de 3004; TDNT - 4:69,505; n m
- do ato de falar
- palavra, proferida a viva voz, que expressa uma concepção ou idéia
- o que alguém disse
- palavra
- os ditos de Deus
- decreto, mandato ou ordem
- dos preceitos morais dados por Deus
- profecia do Antigo Testamento dado pelos profetas
- o que é declarado, pensamento, declaração, aforismo, dito significativo, sentença, máxima
- discurso
- o ato de falar, fala
- a faculdade da fala, habilidade e prática na fala
- tipo ou estilo de fala
- discurso oral contínuo - instrução
- doutrina, ensino
- algo relatado pela fala; narração, narrativa
- assunto em discussão, aquilo do qual se fala, questão, assunto em disputa, caso, processo jurídico
- algo a respeito do qual se fala; evento, obra
- seu uso com respeito a MENTE em si
- razão, a faculdade mental do pensamento, meditação, raciocínio, cálculo
- conta, i.e., estima, consideração
- conta, i.e., cômputo, cálculo
- conta, i.e., resposta ou explanação em referência a julgamento
- relação, i.e., com quem, como juiz, estamos em relação
- razão
- razão, causa, motivo
Em João, denota a essencial Palavra de Deus, Jesus Cristo, a sabedoria e poder pessoais em união com Deus. Denota seu ministro na criação e governo do universo, a causa de toda a vida do mundo, tanto física quanto ética, que para a obtenção da salvação do ser humano, revestiu-se da natureza humana na pessoa de Jesus, o Messias, a segunda pessoa na Trindade, anunciado visivelmente através suas palavras e obras. Este termo era familiar para os judeus e na sua literatura muito antes que um filósofo grego chamado Heráclito fizesse uso do termo Logos, por volta de 600 a.C., para designar a razão ou plano divino que coordena um universo em constante mudança. Era a palavra apropriada para o objetivo de João no capítulo 1 do seu evangelho. Ver Gill ou “Jo 1:1”.
de 3089; n f
- separação, liberação, dissolução
- de um prisioneiro
- do laço do casamento, divórcio
- liberação, resgate, desobrigação
- da liquidação de uma dívida
meios ou poder de livrar ou soltar
de 3089; TDNT - 4:328 e 4:340,543; n n
- o preço da redenção, resgate
- pago pelos escravos, cativos
- para o resgate da vida
libertação de muitos da miséria e da penalidade de seus pecados
de um absoleto, mas uma forma mais primária de meiromai (obter uma seção ou divisão); TDNT - 4:594,585; n n
- parte
- parte devida ou designada a alguém
- sorte, destino
- uma das partes constituintes de um todo
- em parte, até certo grau, em certa medida, até certo ponto, com respeito a uma parte, severamente, individualmente
- algum particular, com referência a isto, a este respeito
singular masculino ou neutro de 3398 (como substantivo); adj
- pequeno, pouco
- de tamanho: de estatura, de comprimento
- de espaço
- de idade: menor por nascimento, mais novo
- de tempo: curto, breve, um curto espaço de tempo, sem demora!
- de quantidade: i.e., número, soma
- de posição ou influência
Quando traduzido “um curto espaço de tempo”, o grego enfatiza a brevidade do período de tempo, “sem demora”. Esta frase é freqüentemente usada no NT a respeito da volta de Cristo.
aparentemente de uma palavra primária nekus (cadáver); TDNT - 4:892,627; adj
- propriamente
- aquele que deu o seu último suspiro, sem vida
- falecido, morto, alguém de quem a alma esta no céu ou inferno
- destituído de vida, sem vida, inanimado
- metáf.
- espiritualmente morto
- destituído de vida que reconhece e é devotada a Deus, porque entreguou-se a transgressões e pecados
- inativo com respeito as feitos justos
- destituído de força ou poder, inativo, inoperante
do mesmo que 3551; n f
- pastagem, forragem, alimento
- fig. estará totalmente suprido de todo o necessário para a verdadeira vida
- crescimento, aumento
- de males que se espalham como uma gangrena
- de úlceras
- de uma conflagração
de 3581; TDNT - 5:1,661; v
- receber como convidado, entreter hospitaleiramente
- ser recebido hospitaleiramente
- permanecer como um convidado, alojar
- ser alojado
- surpreender ou causar espanto pela estranheza e novidade de algo
- achar estranho, ficar chocado
de um composto da raiz de 3674 e 2372; TDNT - 5:185,684; adv
- com uma mente, de comum acordo, com uma paixão
Singular palavra grega. Usada 10 de suas 12 ocorrências no livro de Atos. Ajuda-nos a entender a singularidade da comunidade cristã. Homothumadon é um composto de duas palavras que significam “impedir” e “em uníssomo”. A imagem é quase musical; um conjunto de notas é tocado e, mesmo que diferentes, as notas harmonizam em grau e tom. Como os instrumentos de uma grande orquestra sob a direção de um maestro, assim o Santo Espírito harmoniza as vidas dos membros da igreja de Cristo.
de 3784; TDNT - 5:565,746; n m
- alguém que deve a outro, devedor
- alguém atado por alguma obrigação, obrigado por algum dever
- alguém que ainda não indenizou quem ele prejudicou
- alguém que está em dívida com Deus ou contra quem Deus pode ordenar punição como algo devido, i.e., um pecador
de 3784; TDNT - 5:564,746; n f
aquilo que é devido
dívida
metáf. obrigações: especificamente de dever conjugal
do (substituto de) 3784; TDNT - 5:565,746; n n
- aquilo que é devido
- aquilo que é justa ou legalmente devido, dívida
metáf. ofença, pecado
provavelmente da raiz de 3786 (da idéia de incremento); TDNT - 5:559,746; v
- dever
- dever dinheiro, estar em débito com
- aquilo que é devido, dívida
- metáf. a boa vontade devida
de 37; TDNT 1:113,14; n m
- consagração, purificação
- o efeito da consagração
- santificação de coração e vida
de 3816 e uma forma reduplicada de 71; TDNT - 5:596,753; n m
- tutor, i.e., um guardião e guia de meninos. Entre os gregos e os romanos, o nome era aplicado a escravos dignos de confiança que eram encarregados de supervisionar a vida e a moralidade dos meninos pertencentes à elite. Aos meninos não era nem mesmo permitido sair de casa sem a sua companhia até que alcançassem a idade viril.
de 3820; TDNT - 5:720,769; n f
- antigüidade: o estado antigo da vida controlado pela ‘letra’
de 3825 e 1078; TDNT - 1:686,117; n f
- novo nascimento, reprodução, renovação, recreação, regeneração
- por isso renovação, regeneração, produção de uma nova vida consagrada a Deus, mudança radical de mente para melhor. A palavra é freqüentemente usado para denotar a restauração de algo ao seu estado primitivo, sua renovação, como a renovação ou restauração da vida depois da morte
- a renovação da terra após o dilúvio
- renovação do mundo que terá lugar após sua destruição pelo fogo, como os estóicos ensinavam
- o sinal e gloriosa mudançã de todas as coisas (no céu e na terra) para melhor, aquela restauração da condição primitiva e perfeita das coisas que existiam antes da queda de nossos primeiros pais, que os judeus esperavam em conecção ao advento do Messias, e que os cristãos esperavam em conexão com a volta visível de Jesus do céu.
- outros usos
- da restauração de Cícero à sua posição e fortuna na sua volta do exílio
- da restauração da nação judaica após o exílio
- da recuperação do conhecimento pela recordação
de 3846; TDNT - 5:744,773; n f
- ato de colocar algo ao lado de outro, justaposição, como de navios em batalha
- metáf.
- comparação de algo com outro, semelhança, similitude
- um exemplo pelo qual uma doutrina ou preceito é ilustrado
- uma narrativa, fictícia, mas apropriada às leis e usos da vida humana, pela qual os deveres dos homens ou as coisas de Deus, particularmente a natureza e história do reino de Deus são figurativamente retratados
- parábola: estória terrena com o sentido celeste
- dito expressivo e instrutivo, envolvendo alguma semelhança ou comparação e tendo força preceptiva ou repreensiva
- aforismo, máxima
provérbio
ato pelo qual alguém expõe a si mesmo ou suas posses ao perigo, aventura, risco
de 390; TDNT - 7:715,1093; n f
- modo de vida, conduta, comportamento, postura
de 3941; TDNT - 5:841,788; n f
morar próximo ou com alguém
estadia por pouco tempo, habitar num terra estranha
metáf. a vida do ser humano aqui na terra é semelhante a uma residência temporária
- prato que acompanha a comida principal, um prato de iguarias ou comida selecionada, apropriado não tanto para saciar como para agradar o apetite
- acompanhamento especial à comida principal
o prato em si mesmo, no qual as guloseimas eram servidas
de um comparativo de 303 e cheo (fluir); n f
- transbordamento, derramamento
- metáf. o excesso (enxurrada) de luxúria que caracteriza uma vida dissoluta
de um comparativo de 4012 e psao (esfregar); TDNT - 6:84,*; n n
o que é esfregado
sujeira tirada com esfregão
ação de limpar, raspar
Os atenienses, a fim de evitar calamidades públicas, anualmente jogavam um criminoso no mar como uma oferta a Posseidon; por isso, o termo passou a ser usado para uma oferta expiatória, um resgate, por nosso filho, i.e., em comparação com a salvação da vida do nosso filho que isto seja para nós algo depreciativo e sem valor. É usado de um homem que em benefício da religião passa por provas horrendas pela salvação de outros.
forma prolongada de
beber
figurativamente, receber na alma o que serve para refrescar, fortalecer e nutrir para a vida eterna
neutro de um derivado de pelas (próximo); TDNT - 6:311,872; adv
- vizinho
- amigo
- qualquer outra pessoa, onde duas estão envolvidas, o outro (teu companheiro, teu vizinho), de acordo com os judeus, qualquer membro da nação e comunidade hebraica
- de acordo com Cristo, qualquer outra pessoa, não importa de que nação ou religião, com quem se vive ou com quem se encontra
de 4154; TDNT - 6:332,876; n n
- terceira pessoa da trindade, o Santo Espírito, co-igual, coeterno com o Pai e o Filho
- algumas vezes mencionado de um modo que enfatiza sua personalidade e caráter (o Santo Espírito)
- algumas vezes mencionado de um modo que enfatiza seu trabalho e poder (o Espírito da Verdade)
- nunca mencionado como um força despersonalizada
- o espírito, i.e., o princípio vital pelo qual o corpo é animado
- espírito racional, o poder pelo qual o ser humano sente, pensa, decide
- alma
- um espírito, i.e., simples essência, destituída de tudo ou de pelo menos todo elemento material, e possuído do poder de conhecimento, desejo, decisão e ação
- espírito que dá vida
- alma humana que partiu do corpo
- um espírito superior ao homem, contudo inferior a Deus, i.e., um anjo
- usado de demônios, ou maus espíritos, que pensava-se habitavam em corpos humanos
- a natureza espiritual de Cristo, superior ao maior dos anjos e igual a Deus, a natureza divina de Cristo
- a disposição ou influência que preenche e governa a alma de alguém
- a fonte eficiente de todo poder, afeição, emoção, desejo, etc.
- um movimento de ar (um sopro suave)
- do vento; daí, o vento em si mesmo
- respiração pelo nariz ou pela boca
de 4155; TDNT - 6:455,895; adj
- sufocado, estrangulado
- o que é estrangulado, i.e., animal destituído de vida sem o derramamento de sangue
- de cozinha: “abafado” como um termo culinário
de afinidade incerta; TDNT - 6:485,901; n m
- vaqueiro, esp. pastor
- na parábola, aquele a cujo cuidado e controle outros se submeteram e cujos preceitos eles seguem
- metáf.
- oficial que preside, gerente, diretor, de qualquer assembléia: descreve a Cristo, o Cabeça da igreja
- dos supervisores das assembléias cristãs
- de reis e príncipes
As tarefas do pastor no oriente próximo eram:
ficar atentos aos inimigos que tentavam atacar o rebanho
defender o rebanho dos agressores
curar a ovelha ferida e doente
achar e salvar a ovelha perdida ou presa em armadilha
amar o rebanho, compartilhando sua vida e desta forma ganhando a sua confiança
Durante a II Guerra Mundial, um pastor era um piloto que guiava outro piloto, cujo avião estava parcialmente danificado, de volta à base ou porta-aviões, voando lado a lado para manter contato visual.
voz média de um derivado de 4177; TDNT - 6:516,906; v
- ser um cidadão
- administrar afazeres civis, dirigir o estado
- fazer ou formar um cidadão
- ser um cidadão
- agir como um cidadão
- valer-se de ou reconhecer as leis
- conduzir-se, de acordo com o prometido, por alguma lei da vida
voz média de um derivado do mesmo que 3984; TDNT - 6:566,915; v
- conduzir, transportar, transferir
- persistir na jornada iniciada, continuar a própria jornada
- partir desta vida
- seguir alguém, isto é, tornar-se seu adepto
- achar o caminho ou ordenar a própria vida
comparativo de presbus (de idade avançada); TDNT - 6:651,931; adj
- ancião, de idade,
- líder de dois povos
- avançado na vida, ancião, sênior
- antepassado
- designativo de posto ou ofício
- entre os judeus
- membros do grande concílio ou sinédrio (porque no tempos antigos os líderes do povo, juízes, etc., eram selecionados dentre os anciãos)
- daqueles que em diferentes cidades gerenciavam os negócios públicos e administravam a justiça
- entre os cristãos, aqueles que presidiam as assembléias (ou igrejas). O NT usa o termo bispo, ancião e presbítero de modo permutável
- os vinte e quatro membros do Sinédrio ou corte celestial assentados em tronos ao redor do trono de Deus
de 4289; TDNT - 6:697,937; n f
zelo, vida, entusiasmo
inclinação, disposição de mente
voz média de 4314 e 2564; TDNT - 3:500,*; v
convocar
chamar para si
- ordenar a vir
- metáf.
- diz-se que Deus chama para si os gentios, que eram estrangeiros para ele, ao convidálos, pela pregação do evangelho para a comunhão com ele mesmo no reino do Messias
- diz-se que Cristo e o Santo Espírito chamam para si pregadores do evangelho, a quem decidiram confiar a tarefa que se relaciona com a expansão do evangelho
do mesmo que 4467; TDNT - 6:972,983; n f
- ato leviano, feito sem pensar
- leviandade ou facilidade em pensar ou agir
- amor pela vida efeminada e pouco ativa
inescrúpulo, astúcia, prejuízo
pela transliteração incorreta de uma palavra de origem hebraica 3594
Renfã = “enrugado (sem vida)”
- nome de um ídolo adorado secretamente pelos Israelitas no deserto
de um derivado de 4521; TDNT - 7:34,989; n m
observância do sábado
pleno e abençoado descanso do trabalho pesado e dos problemas desta vida esperado na era vindoura pelos verdadeiros adoradores de Deus e pelos cristãos sinceros
de origem hebraica 8242
- saco
- receptáculo para reter ou carregar várias coisas, como dinheiro, comida, etc.
- pano de saco, tecido rústico feito especialmente de pêlo de animais
- vestimenta feita de tal material, e pendurada numa pessoa como um saco, que era costumeiramente usada (ou colocada sobre a túnica ao invés da capa ou manto) pelos lamentadores, penitentes, suplicantes e também pelos que como os profetas hebraicos, levavam uma vida austera
de selas (brilho, provavelmente semelhante ao substituto de 138, pela idéia de atratividade) ; n f
- lua
de 4636 e 4078; TDNT - 7:390,1040; n f
construção de um tabernáculo ou tabernáculos
festa dos tabernáculos; esta festa era observada pelos judeus anualmente por sete dias, começando com o décimo quinto dia do mês Tisri (aprox. nosso Outubro), de certa forma para perpetuar a memória do tempo quando seus antepassados, depois de deixarem o Egito, habitaram em tendas durante suas caminhadas pelo deserto da Arábia, e em parte como uma estação de festividade e alegria pelo término da colheita e da vindima (festa da colheita). Para celebrar a festa, os judeus tinham o costume de construir tendas dos galhos folhados das árvores, — seja nas coberturas ou nos pátios de suas habitações, ou nas ruas e praças, e adorná-las com flores e frutas de todos os tipos — sob as quais, durante o período da festa, eles banqueavam e se entregavam ao regozijo.
de 4680; TDNT - 7:465,1056; n f
- sabedoria, inteligência ampla e completa; usado do conhecimento sobre diversos assuntos
- a sabedoria que pertence aos homens
- espec. conhecimento variado de coisas humanas e divinas, adquirido pela sutileza e experiência, e sumarizado em máximas e provérbios
- a ciência e o conhecimento
- o ato de interpretar sonhos e de sempre dar os conselhos mais sábios
- inteligência evidenciada em descobrir o sentido de algun número misterioso ou visão
- habilidade na administração dos negócios
- seriedade e prudência adequada na relação com pessoas que não são discípulos de Cristo, habilidade e discrição em transmitir a verdade cristã
- conhecimento e prática dos requisitos para vida devota e justa
- inteligência suprema, assim como a que pertence a Deus
- a Cristo
- sabedoria de Deus que se evidencia no planejamento e execução dos seus planos na formação e governo do mundo e nas escrituras
de spatale (luxo); v
- viver com esplendor, levar uma vida voluptuosa, (entregar-se ao prazer)
de 4687; TDNT - 7:536,1065; n n
- do qual uma planta germina
- semente, i.e., grão ou núcleo que contém dentro de si o germe das futuras plantas
- dos grãos ou sementes semeadas
- metáf. semente, i.e., resíduo, ou alguns sobreviventes reservados como os embriões da próxima geração (assim como semente é guardada da colheita para ser semeada)
- sêmem viril
- produto deste sêmen, semente, filhos, descendência, prole
- família, tribo, posteridade
- qualquer coisa que possui força vital ou poder de gerar vida
- da divina energia do Santo Espírito que opera dentro da alma pela qual somos regenerados
- que colhe semente
- de pássaros, esp. do corvo ou gralha que colhe grãos nos campos
- metáf.
- que vadia pelo mercado e apanha um conteúdo que por qualquer motivo cai dos montes de mercadorias
- daí, pobre, miserável, infame, vil, (parasita)
- que ganha a vida por lisonjeamento e bufonaria
- tagarela sem conteúdo, fofoqueiro
de 53; TDNT 1:123,19; n f
- castidade, inocência, pureza de vida
de um suposto derivado da raiz de 4748; TDNT - 7:670,1087; n n
- qualquer primeira coisa, do qual os outros que pertencem a uma série ou composto inteiro se originam, elemento, primeiro principal
- as letras do alfabeto como elementos da fala; não, no entanto, os caracteres escritos, mas os sons falados
- os elementos dos quais todos os outros vieram, a causa material do universo
- os corpos celestes, seja como componentes dos céus ou porque supunha-se residir neles (como outros pensavam) os elementos da humanidade, vida e destino do homem
- os elementos, rudimentos, princípios fundamentais e primários de uma arte, ciência ou disciplina
- i.e., da matemática, geometria de Euclides
de um derivado do substituto de 4844; n n
- festa com bebida, entretenimento
- da festa em si mesmo, os convidados
- barulho de convidados
- de uma mente, um em espírito
Esta palavra é formada de duas outras, “sun” (junto com) e “psuchos” (alma, ego, vida interior, ou sede dos sentimentos, desejos, afeições). Significa “estar unido no espírito” ou “estar em harmonia” (A&G). Paulo deseja que os filipenses estejam unidos em suas afeições - um em Cristo em todos os desejos! Usado apenas aqui no NT. (Wayne Steury)
de 4973; TDNT - 7:939,1127; v
- colocar um selo, marcar com um selo, selar
- por segurança: de Satanás
- pois coisas seladas estão ocultas (como o conteúdo de uma carta), esconder, manter em silêncio, manter em secreto
- para marcar uma pessoa ou coisa
- marcar pela impressão de um selo ou uma sinal
- diz-se que os anjos foram selados por Deus
- a fim de provar, confirmar, ou atestar algo
- confirmar, autenticar, colocar fora de qualquer dúvida
- de um documento escrito
- provar o testemunho de alguém: provar que ele é quem diz ser
de 4982; TDNT - 7:1024,1140; n n
- o corpo tanto de seres humanos como de animais
- corpo sem vida ou cadáver
- corpo vivo
- de animais
- conjunto de planetas e de estrelas (corpos celestes)
- usado de um (grande ou pequeno) número de homens estreitamente unidos numa sociedade, ou família; corpo social, ético, místico
- usado neste sentido no NT para descrever a igreja
aquilo que projeta uma sombra como distinta da sombra em si
feminino de um derivado de 4990 como (propriamente, abstrato) substantivo; TDNT - 7:965,1132; n f
- livramento, preservação, segurança, salvação
- livramento da moléstia de inimigos
- num sentido ético, aquilo que confere às almas segurança ou salvação
- da salvação messiânica
salvação como a posse atual de todos os cristãos verdadeiros
salvação futura, soma de benefícios e bênçãos que os cristãos, redimidos de todos os males desta vida, gozarão após a volta visível de Cristo do céu no reino eterno e consumado de Deus.
Salvação quádrupla: salvo da penalidade, poder, presença e, mais importante, do prazer de pecar. (A.W. Pink)
de derivação incerta; TDNT - 8:1,1152; adj
- que não se levanta muito do chão
- metáf.
- como uma condição, humilde, de grau baixo
- abatido pela tristeza, rebaixado, deprimido
- humilde de espírito, humilde
- num mau sentido, que se comporta de forma humilhante, que se submete à servidão
de 5011; TDNT - 8:1,1152; v
- tornar baixo, rebaixar
- aplainar, reduzir a um plano
- metáf. rebaixar à condição humilde, reduzir a circunstâncias mais pobres
- designar alguém a uma posição ou lugar mais baixo
- humilhar
- ser categorizado abaixo de outros que são honrados ou recompensados
- humilhar-se ou rebaixar-se por uma vida humilde
- abaixar, deprimir
- da alma que machuca o orgulho de alguém
- ter uma opinião modesta de si mesmo
- comportar-se de um modo modesto
- destituído de toda arrogância
de afinidade incerta; v
- agitar, sacudir (algo, pelo movimento de suas partes para lá e para cá)
- causar uma comoção interna a alguém, tirar sua paz de mente, pertubar sua tranqüilidade
- inquietar, tornar impaciente
- turbar
- preocupar
- inquietar o espírito de alguém com medo e temor
- tornar-se ansioso ou angustiado
- causar perplexidade à mente de alguém ao sugerir escrúpulos ou dúvidas
de 5053; n f
- fim da vida, morte, falecimento
provavelemte de 5143 (pela idéia de mobilidade); n m
- estar pronto para enfrentar o mais iminente perigo a vida
do mesmo que 5157; n m
- maneira, modo , forma
- como, igualmente, como que
modo de vida, caráter, comportamento, procedimento
de 5172; v
- viver delicadamente, viver luxuriosamente, ser dado à vida luxuriosa e fácil
de thrupto (quebrar, romper ou [figuradamente] debilitar, especialmente a mente e o corpo pela indulgência); n f
- vida luxuriosa, efeminada, fácil
de um suposto composto de 5207 e um derivado de 5087; TDNT - 8:397,1206; n f
- adoção, adoção como filhos
- aquele relacionamento que Deus desejava estabelecer entre si mesmo e os israelitas em preferência a todas nações
- natureza e condição dos verdadeiros discípulos de Cristo, que ao receber o Espírito de Deus em suas almas, tornam-se filhos de Deus
- estado abençoado esperado na vida futura após a volta visível de Cristo do céu
aparentemente, palavra primária; TDNT - 8:334,1206; n m
- filho
- raramente usado para filhote de animais
- generalmente usado de descendente humano
- num sentido restrito, o descendente masculino (alguém nascido de um pai e de uma mãe)
- num sentido amplo, um descendente, alguém da posteridade de outro,
- os filhos de Israel
- filhos de Abraão
- usado para descrever alguém que depende de outro ou que é seu seguidor
- aluno
- filho do homem
- termo que descreve a humanidade, tendo a conotação de fraqueza e mortalidade
- filho do homem, simbolicamente denota o quinto reino em Dn 7:13 e por este termo sua humanidade é indicada em contraste com a crueldade e ferocidade dos quatro reinos que o precedem (Babilônia, Média e Pérsia, Macedônia, e Roma) tipificados pelas quatro bestas. No livro de Enoque (séc. II), é usado para Cristo.
- usado por Cristo mesmo, sem dúvida para que pudesse expressar sua messianidade e também designar a si mesmo como o cabeça da família humana, o homem, aquele que forneceu o modelo do homem perfeito e agiu para o benefício de toda humanidade. Cristo parece ter preferido este a outros títulos messiânicos, porque pela sua discrição não encorajaria a expectativa de um Messias terrestre em esplendor digno de reis.
- filho de Deus
- usado para descrever Adão (Lc 3:38)
- usado para descrever aqueles que nasceram outra vez (Lc 20:36) e dos anjos e de Jesus Cristo
- daqueles que Deus estima como filhos, que ele ama, protege e beneficia acima dos outros
- no AT, usado dos judeus
- no NT, dos cristãos
- aqueles cujo caráter Deus, como um pai amoroso, desenvolve através de correções (Hb 12:5-8)
- aqueles que reverenciam a Deus como seu pai, os piedosos adoradores de Deus, aqueles que no caráter e na vida se parecem com Deus, aqueles que são governados pelo Espírito de Deus, que repousam a mesma tranqüila e alegre confiança em Deus como os filhos depositam em seus pais (Rm 8:14; Gl 3:26), e no futuro na bem-aventurança da vida eterna vestirão publicamente esta dignidade da glória dos filhos de Deus. Termo usado preeminentemente de Jesus Cristo, que desfruta do supremo amor de Deus, unido a ele em relacionamento amoroso, que compartilha seus conselhos salvadores, obediente à vontade do Pai em todos os seus atos
de origem hebraica, cf 6567
- Seita que parece ter iniciado depois do exílio. Além dos livros do AT, os Fariseus reconheciam na tradição oral um padrão de fé e vida. Procuravam reconhecimento e mérito através da observância externa dos ritos e formas de piedade, tal como lavagens ceremoniais, jejuns, orações, e esmolas. Comparativamente negligentes da genuína piedade, orgulhavam-se em suas boas obras.
Mantinham de forma persistente a fé na existência de anjos bons e maus, e na vinda do Messias; e tinham esperança de que os mortos, após uma experiência preliminar de recompensa ou penalidade no Hades, seriam novamente chamados à vida por ele, e seriam recompensados, cada um de acordo com suas obras individuais. Em oposição à dominação da família Herodes e do governo romano, eles de forma decisiva sustentavam a teocracia e a causa do seu país, e tinham grande influência entre o povo comum. De acordo com Josefo, eram mais de 6000. Eram inimigos amargos de Jesus e sua causa; foram, por outro lado, duramente repreendidos por ele por causa da sua avareza, ambição, confiança vazia nas obras externas, e aparência de piedade a fim de ganhar popularidade.
de 5346 (não o mesmo que “fase”, que é de 5316); n f
- entre os oradores áticos, a denúncia (informação contra) daqueles que se apropriaram indevidamente da propriedade do estado, ou violaram a lei com respeito a importação ou exportação de mercadoria, ou defraudaram seus guardas
- revelação de um crime secreto
de 5386; TDNT - 9:172,1269; n f
- amor à sabedoria
- usado do zelo ou da habilidade em qualquer arte ou ciência, qualquer ramo do conhecimento. Usado uma vez no NT para teologia, ou antes para teosofia, de certos judeus cristãos ascéticos, que ocupavam-se com investigações refinadas e especulativas sobre a natureza e as classes dos anjos, sobre o ritual da lei mosaica e os regulamentos da tradição judaica com respeito à vida prática
de 53; TDNT 1:124,19; n f
- pureza, castidade, integridade de vida
de 5456; TDNT - 9:301,1287; v
- soar, emitir um som, falar
- de um galo: cacarejar
- de pessoas: chorar, gritar, clamar, falar com voz alta
- chamar, chamar a si mesmo, seja pela sua própria voz ou por meio de outro
- mandar buscar, intimar
- ordenar (i.e., emitir ordem para deixar um lugar e dirigir-se a outro)
- convidar
- dirigir-se a alguém, interpelar, chamar por nome
talvez da raiz de 5494 no sentido de seu congênere, a raiz de 5490 (pela idéia de cavidade para apertar); TDNT - 9:424,1309; n f
- pela ajuda ou ação de alguém, por meio de alguém
- fig. aplica-se a Deus simbolizando sua força, atividade, poder
- em criar o universo
- em sustentar e preservar (Deus está presente protegendo e ajudando)
- em castigar
- em determinar e controlar os destinos dos seres humanos
de 5594; TDNT - 9:608,1342; n f
- respiração
- fôlego da vida
- força vital que anima o corpo e é reconhecida pela respiração
- de animais
- de pessoas
- vida
- aquilo no qual há vida
- ser vivo, alma vivente
- alma
- o lugar dos sentimentos, desejos, afeições, aversões (nosso coração, alma etc.)
- a alma (humana) na medida em que é constituída por Deus; pelo uso correto da ajuda oferecida por Deus, pode alcançar seu o seu mais alto fim e eterna e segura bemaventurança. A alma considerada como um ser moral designado para vida eterna
- a alma como uma essência que difere do corpo e não é dissolvida pela morte (distinta de outras partes do corpo)
de 5590; TDNT - 9:661,1342; adj
- de ou que faz parte da respiração
- que tem a natureza e características daquilo que respira
- o principal da vida animal, o que os seres humanos têm em comum com os animais
- governado pela respiração
- a natureza sensual com sua dependência dos desejos e das paixões
Ver Definição para despotes 1203
Ver Definição para kurios 2962
1203 - usa-se unicamente em relação a um escravo e denota direito exclusivo de posse e poder sem controle
2962 - tem um sentido mais amplo, aplicável a várias posições e relações de vida e não sugestivo de propriedade ou tirania.
Ver Definição para diakonos 1249
Ver Definição para douloo 1402 Ver Definição para therapon 2324
Ver Definição para huperetes 5257
1249 representa o servo em sua atividade de trabalho; não em sua relação servil, como
1402, ou voluntária, como no caso de 2324. 1402, em oposição a 1249, denota um escravo, que está numa permanente relação servil. 2324 é alguém que executa serviços voluntariamente, seja como homem livre ou escravo; é uma palavra mais nobre e gentil que 1402. 5257 sugere subordinação.
Ver Definição para dokeo 1380
Ver Definição para hegeomai 2233
Ver Definição para nomizo 3543
Ver Definição para oiomai 3633
Ver Definição para phaino 5316
1380 - refere-se a julgamento subjetivo, que pode ou não adequar-se ao fato
5316 - refere-se à real aparência externa, geralmente correta, mas possivelmente enganadora
Compare: 1380, 2233 (2), 3543 (2), 3633
2233 e 3543 denota uma fé que não descansa no sentimento interno de alguém, mas na devida consideração dos fundamentos externos, e pesagem e comparação dos fatos.
1380 e 3633, por outro lado, descrevem um julgamento subjetivo que se origina da inclinação ou da visão dos fatos em sua relação conosco. 2233 denota um julgamento mais deliberado e cuidadoso que 3543; 3633, um julgamento subjetivo que tem o sentimento antes que o pensamento (1380) como seu fundamento.
Ver Definição para αμαρτια 266
Ver Definição para αμαρτημα 265 Ver Definição para ασεβεια 763
Ver Definição para παρακοη 3876
Ver Definição para ανομια 458
Ver Definição para παρανομια 3892
Ver Definição para παραβασις 3847
Ver Definição para παραπτωμα 3900
Ver Definição para αγνοημα 51 Ver Definição para ηττημα 2275 αμαρτια significou originalmente o que erra o alvo. Quando aplicado a algo moral, a idéia é similar: desvio do verdadeiro fim da vida, por isso, usado como um termo geral para pecado. Significa tanto o ato de pecar como o resultado, o pecado em si mesmo. αμαρτημα significa apenas o pecado em si mesmo, não o ato, em suas manifestações particulares como atos isolados de desobediência a lei divina. ασεβεια é incredulidade, irreligião positiva e ativa, condição de oposição direta a Deus. παρακοη é estritamente falha no ouvir, ou ouvir sem cuidado ou atênção. O pecado consiste em não ouvir quando Deus fala, bem como da desobediência ativa que geralmente segue.
ανομια é ilegalidade; desprezo da lei; condição ou ação não simplesmente ilegal, como a etimologia indica, mas contrária à lei. A lei é geralmente por implicação a lei mosaica. παρανομια occure apenas uma vez, 2Pe 2:16, e é praticamente equivalente a ανομια. παραβασις é transgressão, ato de ir além de algum limite determinado. É a transgressão de um mandamento identificável. Conseqüentemente significa mais que αμαρτια. παραπτωμα é usado com sentidos diferentes. Algumas vezes, num sentido mais brando, denotando erro, engano, falta; outras, significando transgressão, pecado voluntário.
αγνοημα ocorre apenas uma vez, Hb 9:7. Indica erro, pecado que de certa maneira é resultado da ignorância. ηττημα denota ser derrotado, vencido. Num sentido ético significa falha de responsabilidade, falta.
Todas estas diferentes palavras podem ocasionalmente, mas não normalmente, ser usadas simplesmente para descrever o mesmo ato de diferentes pontos de vista. O sentido fundamental destas palavras pode ser resumido na linguagem de Trench:
Pecado “pode ser definido como a perda de um alvo ou objetivo: é, então, αμαρτια ou αμαρτημα; o avanço sobre ou a transgressão de uma linha: é então παραβασις; a desobediência a uma voz: neste caso é παρακοη; a queda onde alguém deveria ter permanecido em pé: isto é παραπτωμα; ignorância daquilo que deveria ser conhecido: isto é αγνοημα; a redução daquilo que deveria ter sido feito em plena medida, que é ηττημα; a não observância de uma lei, que é ανομια ou παρανομια.”
Ver Definição para παλιγγενεσια 3824 Ver Definição para ανακαινωσις 342 παλιγγενεσια significa novo nascimento. No grego clássico, éra usado num sentido enfraquecido para denotar recuperação, restauração, renascimento. No N.T., é usado apenas duas vezes, mas num sentido mais nobre. Em Tt 3:5 significa novo nascimento, regeneração, que se refere à ação de Deus de fazer o pecador passar da morte do pecado para a vida espiritual em Cristo. Tem um sentido mais amplo em Mt 19:28, onde é usado para a mudança que enfim acontecerá em todo o universo, sua regeneração, que é o desenvolvimento completo da mudança envolvida na regeneração do indivíduo.
ανακαινοωσις é renovamento ou renovação, que denota um processo contínuo pelo qual o ser humano se torna mais parecido com Cristo, em cujo processo ele é um cooperador com Deus. Alguns, como p.e. Cremer, sem razão suficiente, pensavam que o uso primitivo de παλιγγενεσια como um termo um tanto técnico para denotar a doutrina pitagórica de transmigração, deu à palavra um colorido escatológico permanente, de tal forma que no N.T. tem o sentido de ressurreição, especialmente em Mt 19:28.
Ver Definição para ασωτια 810
Ver Definição para ασελγεια 766
A idéia fundamental de ασωτια é “desperdício ou sobra desordenada; a de ασελγεια, ousadia contra a lei e capricho corrupto” (Trench). ασωτια significa gasto rápido e extravagante, principalmente pela satisfação dos desejos sensuais. Denota um curso de vida libertino, dissoluto. Em ασελγεις também está incluída a idéia de libertinagem, freqüentemente de lascividade, mas o pensamento fundamental é o de não contenção, o insolente fazendo qualquer coisa que seu capricho sugerir.
Ver definição de σαρκικος 4559
Ver definição de σαρκινος 4560 Ver definição de ψυχικος 5591 σαρκικος significa μυνδανο, que é controlado pelos desejos errados que dominam a carne, carne que freqüentemente é entendida no seu sentido amplo, ver σαρξ. Descreve a pessoa que entrega à carne o domínio de sua vida, um lugar que não pertence a ele por direito. Significa distintamente oposto ao Espírito de Deus, anti-espiritual. σαρκινος propriamente significa carnal, feito de carne, carne como sendo a matéria pelo qual é composta. Quando tem um mau sentido, no entanto, é simplesmente similar a σαρκικος, mas de acordo com Trench não tão forte, denotando alguém como não espiritual, rudimentar, antes que anti-espiritual. Outros, como Cremer e Thayer, com mais probabilidade fazem de σαρκινος o sentido mais forte. Descreve alguém que está na carne, completamente entregue à carne, arraigado na carne, antes que alguém que simplesmente age de acordo com a carne (σαρκικος). Há muita confusão entre os dois nos manuscritos do N.T.
ψυχικος tem um significado similar a σαρκικος. Ambos são usados em contraste com πνευματικος. Mas ψυχικος tem realmente um sentido distinto, descreveNDO a vida que é controlada pelo ψυχη. Denota, no entanto, aquilo que pertence à vida animal, ou aquilo que é controladO simplesmente pelos apetites e paixões da natureza sensual.
Ver definição de νους 3563 Ver definição de διανοια 1271 νους é distintamente a consciência reflexiva, “o orgão do pensamento e conhecimento moral, o orgão intelectual do sentimento moral” (Cremer).
διανοια significou originalmente atividade de pensar, mas emprestou de νους seu sentido comum de faculdade de pensamento. É mais comum que νους, e usado como substituto nos seus significados comuns.
Ver definição de δουλος 1401
Ver definição de θεραπων 2324
Ver definição de διακονος 1249
Ver definição de οικετης 3610
Ver definição de υπηρετης 5257 δουλος é a palavra comum para escravo, alguém que está permanentemente em servidão, em sujeição a um mestre.
θεραπων é simplesmente alguém que presta serviço num tempo particular, algumas vezes como um escravo, mais freqüentemente como um homem livre, que presta serviço voluntário estimulado pelo dever ou amor. Denota alguém que serve, em sua relação com uma pessoa.
διακονος também pode designar um escravo ou um homem livre, denota um empregado visto em relação ao seu trabalho. οικετης designa um escravo, algumas vezes sendo praticamente equivalente a δουλος. Geralmente, no entanto, como a etimologia do termo indica, significa uma escravo como um membro da família, não enfatizando a idéia servil, mas antes a relação que deveria tender a suavizar a severidade de sua condição.
υπηρετης significa literalmente um remador inferior, e era usado para descrever um remador comum numa galera de guerra. É então usado, como no N.T., para indicar qualquer homem, não um escravo, que servia numa posição subordinada, sob um superior.
Ver definição de ιδεα 2397
Ver definição de μορφη 3444 Ver definição de σχημα 4976 ιδεα denota meramente aparência externa.
Ambos μορφη e σχημα expressam algo mais. Também denotam forma exterior, incluindo hábitos, atividades e formas de ação em geral. Em μορφη está também implicado que a forma exterior expressa a essência interna, idéia que está ausente de σχημα. μορφη expressa a forma como aquilo que é intrínsico e essencial, σχημα significa a figura, forma, como aquilo que é mais exterior e acidental. Ambos σχημα e ιδεα, então, tratam com as aparências, sendo σχημα mais compreensivo que ιδεα, enquanto μορφη trata com aparências que expressam aquilo que é interno.
de 575 e kteino (matar); v
- matar o que seja de toda e qualquer maneira
- destruir, deixar perecer
- metáf. extinguir, abolir
- punir com a morte
- privar de vida espiritual e obter sofrimento no inferno
- libertar
- deixar ir, despedir, (não deter por mais tempo)
- um requerente ao qual a liberdade de partir é dada por um resposta decisiva
- mandar partir, despedir
- deixar livre, libertar
- um cativo i.e. soltar as cadeias e mandar partir, dar liberdade para partir
- absolver alguém acusado de um crime e colocá-lo em liberdade
- indulgentemente conceder a um prisioneiro partir
- desobrigar um devedor, i.e. cessar de exigir pagamento, perdoar a sua dívida
- usado para divórcio, mandar embora de casa, repudiar. A esposa de um grego ou romano podia pedir divórcio de seu esposo.
- ir embora, partir
de um composto de 1 (como partícula negativa) e a raiz de 4198; v
- estar sem recursos, estar em dificuldades, ser deixado em necessidade, estar embaraçado, estar em dúvida, não saber que caminho tomar
- achar-se perdido, estar em dúvida
- não saber o que decidir ou o que fazer, estar perplexo
de 1 (como partícula negativa) e um suposto derivado de 4350; TDNT - 6:745,946; adj
- o que nada tem para bater contra ou fazer tropeçar, que não causa tropeço
- um caminho plano
- metáf. que não conduz outros ao pecado pelo modo de vida que leva
- que não bate contra ou faz tropeçar
- metáf. não arrastado ao pecado, sem culpa
- sem ofensa, não pertubado por um consciência de pecado
reduplicado de 71; TDNT 1:128,20; n f
- guia
- metaf.: Conduta, direção
- condução, treinamento, educação, disciplina
- modo de vida, caminho ou curso de vida
de 737; TDNT - 1:475,80; adj
- provido, suprido
- completo, perfeito
- aparentemente com referência a “aptitude especial para determinada prática ou atividade”
de 746 e 2409; TDNT - 3:265,349; n m
- sumo-sacerdote. Ele era honrado acima de todos com título de sacerdote, chefe dos sacerdotes. Era lícito para ele realizar os deveres comuns do sacerdócio; mas seu principal dever era, uma vez por ano no dia da expiação, entrar no Santo dos Santos (dever do qual os outros sacerdotes estavam excluídos) e oferecer sacrifícios por seus próprios pecados e pelos pecados do povo, e presidir sobre o Sinédrio, ou Concílio Supremo, quando convocado para deliberações. De acordo com a lei mosaica, ninguém podia aspirar ao sumo sacerdócio a menos que fosse da tribo de Arão e descendente de uma família de sumos sacerdotes; e aquele a quem o ofício era conferido, ocupava este cargo até a morte. Mas a partir de Antíoco Epifanes, quando os reis Selêucidas e mais tarde os príncipes herodianos e os romanos arrogaram para si mesmos o poder de nomear os sumos sacerdotes, o ofício não mais permanecia fixo na família pontifical nem era conferido a alguém por toda a vida; mas tornou-se venal, e podia ser transferido de um para outro de acordo com a vontade dos governos civis e militares. Isto explica por que vinte e oito pessoas ocuparam a dignidade pontifical durante os cento e sete anos que separam Herodes, o grande e a destruição da cidade santa.
- Os sumo-sacerdotes. Inclui-se nesta categoria, além daquele que detinham o ofício sumosacerdotal, tanto aqueles que foram previamente depostos, e mesmo depostos, continuavam exercendo um grande poder no estado, quanto os membros das famílias
das quais procediam os sumo-sacerdotes, dado que tinham grande influência am assuntos públicos.
- Usado em referência a Cristo. Ao sofrer uma morte sangrenta, ele ofereceu a si mesmo como sacrifício expiatório para Deus, e entrou no santuário celeste onde continuamente intercede em nosso favor.
de 746 e um composto de 5140 e 2827 (uma cama para jantar, porque compunha-se de três leitos); n m
- superintendente da sala de jantar, mestre-sala.
Não confundir com o mestre de brindes (toast-master), que era um dos convidados, selecionado por sorteio, para prescrever aos demais o modo de beber.
O mestre-sala era quem colocava em ordem as mesas e os leitos, arranjava os pratos de um cardápio, testava a comida e o vinho anteriormente, e assim por diante.
de 813; TDNT - 8:47,1156; v
- ser desordenado, confuso
- de soldados que marcham fora de ordem ou que abandonam os postos
- ser negligente quanto ao dever, estar ilegal
- levar uma vida desordenada
de 842; TDNT - 1:466,78; n f
- uma condição de vida ideal, em que nenhuma ajuda ou apoio são necessários
- estar suprido de todas as necessidades para a vida
- um espírito contente com a sua sorte ou porção, contentamento
de 863; TDNT - 1:50 9,88; n f
- livramento da escravidão ou prisão
- remissão ou perdão, de pecados (permitindo que sejam apagados da memória, como se eles nunca tivessem sido cometidos), remissão da penalidade
de 575 e hiemi (enviar, uma forma intensiva de eimi, ir); TDNT - 1:509,88; v
- enviar para outro lugar
- mandar ir embora ou partir
- de um marido que divorcia sua esposa
- enviar, deixar, expelir
- deixar ir, abandonar, não interferir
- negligenciar
- deixar, não discutir agora, (um tópico)
- de professores, escritores e oradores
- omitir, negligenciar
- deixar ir, deixar de lado uma dívida, perdoar, remitir
- desistir, não guardar mais
- permitir, deixar, não interferir, dar uma coisa para uma pessoa
- partir, deixar alguém
- a fim de ir para outro lugar
- deixar alguém
- deixar alguém e abandoná-lo aos seus próprios anseios de modo que todas as reivindicações são abandonadas
- desertar sem razão
- partir deixando algo para trás
- deixar alguém ao não tomá-lo como companheiro
- deixar ao falecer, ficar atrás de alguém
- partir de modo que o que é deixado para trás possa ficar,
- abandonar, deixar destituído
de 907; TDNT - 1:545,92; n n
- imersão, submersão
- de calamidades e aflições nas quais alguém é submergido completamente
- do batismo de João, aquele rito de purificação pelo qual as pessoas, mediante a confissão dos seus pecados, comprometiam-se a uma transformação espiritual, obtinham perdão de seus pecados passados e qualificavam-se para receber os benefícios do reino do Messias que em breve seria estabelecido. Este era um batismo cristão válido e foi o único batismo que os apóstolos receberam. Não há registro em nenhum outro lugar de que tenham sido alguma vez rebatizados depois do Pentecostes.
- do batismo cristão; um rito de imersão na água, como ordenada por Cristo, pelo qual alguém, depois de confessar seus pecados e professar a sua fé em Cristo, tendo nascido
de novo pelo Santo Espírito para uma nova vida, identifica-se publicamente com a comunhão de Cristo e a igreja.
Em Rm 6:3 Paulo afirma que fomos “batizados na sua morte”, significando que estamos não apenas mortos para os nossos antigos caminhos, mas que eles foram sepultados. Retornar a eles é tão inconcebível para um Cristão quanto para alguém desenterrar um cadáver! Em países islâmitas, um recém convertido tem poucos problemas com os muçulmanos até ser publicamente batizado. É então que os muçulmanos sabem que têm que dar um jeito nele e daí começa a perseguição. Ver também discussão sobre batismo no verbete 907.
de 94; TDNT 1:153,22; n f
- injustiça, de um juiz
- injustiça de coração e vida
- uma profunda violação da lei e da justiça, ato de injustiça
de 928; TDNT - 1:561,96; n m
- aquele que tenta extrair a verdade pelo uso da tortura
- inquisidor, torturador; também usado para um carcereiro porque, sem dúvida, o serviço de torturar também era ordenado a ele
palavra primária; TDNT - 2:832,290; n m
- vida
- vida num sentido amplo
- o período ou curso de vida
- aquilo pelo qual a vida é sustentada, recursos, riquezas, bens
de 979; TDNT - 2:832,280; v
- consumir a vida, viver
de 980; n f
- maneira de viver e agir, modo de vida
de um derivado de 980; adj
- que pertence à vida e aos afazeres desta vida
procedente de 1129; DITAT - 254; n m
- filho, neto, criança, membro de um grupo
- filho, menino
- neto
- crianças (pl. - masculino e feminino)
- mocidade, jovens (pl.)
- novo (referindo-se a animais)
- filhos (como caracterização, i.e. filhos da injustiça [para homens injustos] ou filhos de Deus [para anjos])
- povo (de uma nação) (pl.)
- referindo-se a coisas sem vida, i.e. faíscas, estrelas, flechas (fig.)
- um membro de uma associação, ordem, classe
de derivação incerta; adj Beritas = “meu poço: do poço”
- uma tribo que foi nomeada com Abel e Bete-Maaca, e que estavam sem dúvida situada ao norte da Palestina
procedente de 1319; DITAT - 291b; n f
- notícias, boas notícias, novidades, recompensa por boas novas
- boas novas
- novidades, notícias
- recompensa por boas novas
uma raiz primitiva; DITAT - 291; v
- trazer novas, dar notícia, publicar, pregar, anunciar
- (Piel)
- alegrar-se com boas-novas
- trazer novidades
- anunciar (salvação) como boas-novas, pregar
- (Hitpael) receber boas novas
uma raiz primitiva; DITAT - 300; v
- redimir, agir como parente resgatador, vingar, reivindicar, resgatar, fazer a parte de um parente
- (Qal)
- agir como parente, cumprir a parte de parente mais próximo, agir como parente resgatador
- casando com a viúva do irmão a fim de lhe conceber um filho para ele, redimir da escravidão, resgatar terra, realizar vingança
- redimir (através de pagamento)
- redimir (tendo Deus como sujeito)
- indivíduos da morte
- Israel da escravidão egípcia
- Israel do exílio
- (Nifal)
- redimir-se
- ser remido
uma raiz primitiva [compare com 1494]; DITAT - 327; v
- passar por cima, passar (desta vida, no sentido de falecer)
- (Qal) passar (destida)
- (DITAT) trazer, cortar fora
procedente de 166; DITAT - 32a; n m
- tenda
- tenda de nômade, veio a tornar-se símbolo da vida no deserto, transitoriedade
- casa, lar, habitação
- a tenda sagrada de Javé (o tabernáculo)
procedente de 1869; DITAT - 453a; n m
- caminho, estrada, distância, jornada, maneira
- estrada, caminho, vereda
- jornada
- direção
- maneira, hábito, caminho
- referindo-se ao curso da vida (fig.)
- referindo-se ao caráter moral (fig.)
ligado a 3212, uma raiz primitiva; DITAT - 498; v
- ir, andar, vir
- (Qal)
- ir, andar, vir, partir, proceder, mover, ir embora
- morrer, viver, modo de vida (fig.)
- (Piel)
- andar
- andar (fig.)
- (Hitpael)
- percorrer
- andar ao redor
- (Nifal) liderar, trazer, levar embora, carregar, fazer andar
uma raiz primitiva; DITAT - 515; v
- conceber, engravidar, gerar, estar com criança, ser concebido,
- (Qal) conceber, engravidar
- (Pual) ser concebido
- (Poel) conceber, inventar, imaginar
procedente de 2029; DITAT - 515a; n f
- grávida
procedente de 215; DITAT - 52a; n f
- luz
- luz do dia
- luminosidade das luminárias celestes (lua, sol, estrelas)
- raiar do dia, alvorada, aurora
- luz do dia
- relâmpago
- luz de lâmparina
- luz da vida
- luz da prosperidade
- luz da instrução
- luz da face (fig.)
- Javé como a luz de Israel
uma raiz primitiva; DITAT - 582; v
- semear, espalhar semente
- (Qal)
- semear
- produzindo, brotando semente
- (Nifal)
- ser semeado
- tornar-se grávida, ser fecundada
- (Pual) ser semeado
- (Hifil) produzir semente, brotar semente
procedente de 2325; DITAT - 614a; n m
- uma dívida, devedor
o mesmo que 2332 (doador da vida, i.e. lugar para se viver); DITAT - 617a; n f
- vila, cidade, aldeia de tendas
procedente de 2421; DITAT - 644a adj
- vivente, vivo
- verde (referindo-se à vegetação)
- fluente, frescor (referindo-se à água)
- vivo, ativo (referindo-se ao homem)
- reflorecimento (da primavera) n m
- parentes
- vida (ênfase abstrata)
- vida
- sustento, manutenção n f
- ser vivente, animal
- animal
- vida
- apetite
- reavimamento, renovação
- comunidade
procedente de 2418; DITAT - 2727a; adj
- vivo, vivente, vida
uma raiz primitiva [veja 2331]; DITAT - 644; v
- viver, ter vida, permanecer vivo, sustentar a vida, viver prosperamente, viver para sempre, reviver, estar vivo, ter a vida ou a saúde recuperada
- (Qal)
- viver
- ter vida
- continuar vivo, permanecer vivo
- manter a vida, viver em ou a partir de
- viver (prosperamente)
- reviver, ser reanimado
- referindo-se à doença
- referindo-se ao desencorajamento
- referindo-se à fraqueza
- referindo-se à morte
- (Piel)
- preservar vivo, deixar viver
- dar vida
- reanimar, reavivar, revigorar
- restaurar à vida
- fazer crescer
- restaurar
- reviver
- (Hifil)
- preservar vivo, deixar viver
- reanimar, reviver
- restaurar (à saúde)
- reviver
- restaurar à vida
procedente de 2421; DITAT - 644e; adj
- vigoroso, vívido, tendo o vigor da vida
procedente de 2421; DITAT - 644g; n f abstr
- vida
uma raiz primitiva [veja 2421]; DITAT - 644; v
- viver, ter vida, estar vivo, manter a vida, viver prosperamente, viver para sempre, reviver, estar vivo, ser restaurado à vida ou à saúde
- (Qal)
- viver
- ter vida
- continuar vivo, permanecer vivo
- suster a vida, viver em ou a partir de
- viver (prosperamente)
- reviver, ser reanimado
- referindo-se à doença
- referindo-se ao desencorajamento
- referindo-se à fraqueza
- referindo-se à morte
- (Piel)
- preservar vivo, deixar viver
- dar vida
- reanimar, reavivar, revigorar
- restaurar à vida
- fazer crescer
- restaurar
- reviver
- (Hifil)
- preservar vivo, deixar viver
- reanimar, reviver
- restaurar (à saúde)
- reviver
- restaurar à vida
procedente de uma raiz não utilizada aparentemente significando deslizar rapidamente; DITAT - 653a; n m
- idade, duração da vida, o mundo
procedente de 2498; DITAT - 666c; n f
- uma troca, muda (de roupas), substituição
- troca (referindo-se a roupas)
- troca de turnos
- alívio (referindo-se à morte)
- mudança, variação (curso da vida)
uma raiz primitiva; DITAT - 666; v
- passar adiante ou morrer, atravessar, passar por, crescer, mudar, continuar a partir de
- (Qal)
- passar adiante rapidamente
- morrer (desvaneecer)
- vir de modo novo, brotar novamente (referindo-se a grama)
- atravessar
- ultrapassar, transgredir
- (Piel) fazer passar, mudar
- (Hifil)
- trocar, substituir, alterar, mudar para melhor, renovar
- mostrar novidade (referindo-se à árvore)
procedente de 2666; DITAT - 717c; adj
- livre
- livre (da escravidão)
- livre (de taxas ou obrigações)
uma raiz primitiva [veja
- ; DITAT - 719; v
- (Qal)
- dividir
- ao meio, cortar em dois
- (Nifal) ser dividido
uma raiz primitiva; DITAT - 768; v
- ser silencioso, quieto, calmo, inerte
- (Qal) ser silencioso, ser calmo
- (Hifil)
- ser silencioso, mostrar silêncio
- mostrar inatividade, ser inerte
- tornar silencioso, fazer calar, acalmar
procedente de uma raiz não utilizada significando ser quente; DITAT - 852; n m
- dia, tempo, ano
- dia (em oposição a noite)
- dia (período de 24 horas)
- como determinado pela tarde e pela manhã em Gênesis 1
- como uma divisão de tempo
- um dia de trabalho, jornada de um dia
- dias, período de vida (pl.)
- tempo, período (geral)
- ano
- referências temporais
- hoje
- ontem
- amanhã
procedente de 2421 e 410; n pr m Jeiel = “Deus vive”
- um levita e um dos principais músicos na época de Davi
- um levita gersonita que era responsável pelos tesouros na época de Davi
- filho de Hacmoni e um oficial de Davi bem como tutor dos filhos de Davi
- um filho do rei Josafá, de Judá, que foi morto pelo seu irmão Jeorão
- hemanita que participou na restauração religiosa promovida pelo rei Ezequias
- um levita e superintendente na época de Ezequias
- um governador do templo durante as reformas de Josias
- pai de Obadias, dos filhos de Joabe, na época de Esdras
- pai de Secanias, dos filhos de Elão, na época de Esdras
- um filho de Elão que mandou embora sua esposa estrangeira na época de Esdras
- um sacerdote dos filhos de Harim que também teve que mandar embora sua esposa estrangeira na época de Esdras
procedente de uma raiz não utilizada talvez significando mover-se suavemente; DITAT - 72b; adv
- brandura, suavidade
- gentilmente
- fluente
- suavemente
- encantador, necromante (substantivo)
provavelmente idêntico a 3334 (através do ato de espremer numa forma), ([veja 3331]); DITAT - 898; v
- formar, dar forma, moldar
- (Qal) formar, dar forma
- referindo-se à atividade humana
- referindo-se à atividade divina
- referindo-se à criação
- referindo-se à criação original
- referindo-se a indivíduos na concepção
- referindo-se a Israel como um povo
- moldar, pré-ordenar, planejar (fig. do propósito divino de uma situação)
- (Nifal) ser formado, ser criado
- (Pual) ser predeterminado, ser pré-ordenado
- (Hofal) ser formado
procedente de 3721; DITAT - 1022a; n f
- palma, mão, sola, palma da mão, cavidade ou palma da mão
- palma, palma da mão
- poder
- sola (do pé)
- cavidade, objetos, objetos dobráveis, objetos curvados
- articulação da coxa
- panela, vaso (côncavo)
- cavidade (da funda)
- ramos no formato de mãos ou folhagem (de palmeiras)
- cabos (curvos)
procedente de 3722; DITAT - 1025b; n m
- preço de uma vida, resgate, suborno
- asfalto, betume (como cobertura)
- a planta da hena, nome de uma planta (hena?)
- aldeia
uma raiz primitiva; DITAT - 1082; v
- engolir, engolir avidamente
- (Hitpael) ser engolido
uma raiz primitiva; DITAT - 1126; v
- lamber, sorver, lamber avidamente
- (Qal) lamber, lamber avidamente
- (Piel) lamber
procedente de 1481 no sentido de alojamento; DITAT - 330c; n m
- lugar de residência temporária, morada, peregrinação
- habitação
- peregrinação, tempo de vida
procedente de 2421; DITAT - 644h; n f
- preservação da vida, sustento
- preservação da vida
- sustento
- revivescimento
- a vivacidade da carne, a carne viva, carne crua ou macia
emprestado de 4336; n pr m
Mesaque = “convidado de um rei”
- o amigo fiel de Daniel que Nabucodonosor renomeou de Mesaque; um dos três amigos que, juntos com Daniel, recusaram-se a tornar-se impuros comendo da comida da mesa do rei, ação que ia contra as leis de alimentação que Deus tinha dado aos judeus; também um dos três que foram jogados na fornalha acesa por recusarem-se a ajoelhar diante da imagem de Nabucodonosor e foram salvos pelo anjo do Senhor
- nome original ’Misael’
de origem estrangeira e significado duvidoso; n pr m Mesaque = “convidado de um rei”
- o amigo fiel de Daniel que Nabucodonosor renomeou de Mesaque; um dos três amigos que, juntos com Daniel, recusaram-se a tornar-se impuros comendo da comida da mesa do rei, ação que ia contra as leis de alimentação que Deus tinha dado aos judeus; também um dos três que foram jogados na fornalha acesa por recusarem-se a ajoelhar diante da imagem de Nabucodonosor e foram salvos pelo anjo do Senhor
- nome original ’Misael’
procedente de 3474; DITAT - 930e; n m
- igualdade, honestidade, retidão, eqüidade
- igualdade, plano, suavidade
- retidão, eqüidade
- corretamente (como advérbio)
uma raiz primitiva; DITAT - 1198; v
- escapulir, escapar, libertar, salvar, ser libertado
- (Nifal)
- escapulir
- escapar
- ser libertado
- (Piel)
- pôr, deixar sair (referindo-se a ovos)
- deixar escapar
- libertar, salvar (vida)
- (Hifil)
- dar à luz a
- libertar
- (Hitpael)
- escapulir, escapar
- escapar
procedente de 4549; DITAT - 1218; n m
- grupo de trabalhadores forçados, trabalhadores servis, grupo de trabalhadores, serviço forçado, tarefa, servidão, tributário, tributo, embargo, superintendentes, derrotados
- bando de trabalhadores, grupo de trabalhadores, grupo de escravos
- superintendentes de grupos
- serviço forçado, servidão, tributo, pagamento forçado
procedente de 5301; DITAT - 1390a; n m
- expiração, expirar, exalação (da vida)
procedente de 4711 no sentido de devorado avidamente em virtude de sua doçura;
- asmo (pão, bolo), sem fermento
procedente de 6751; DITAT - 1889c; n m
- ravina, depresão, cavidade
- aparentemente um lugar próximo a Jerusalém
procedente de 6979; DITAT - 2004a; n m
- manancial, fonte
- manancial
- referindo-se à fonte de vida, alegria, purificação (fig.)
- referindo-se ao olho (fig.)
- fonte (do sangue menstrual)
- fluxo (de sangue após o parto)
procedente de 4793; DITAT - 2137b; n f
- corrida, curso (da vida)
- corrida, modo ou estilo de corrida
- curso (da vida)
procedente de 7901; DITAT - 2381c; n m
- ato de deitar, leito, ataúde
- leito, cama
- ato de deitar, quarto de dormir, quarto
- deitar-se (para atividade sexual)
procedente de 2102; DITAT - 547d; n m
- comida fervida, sopa, prato de comida, coisa cozida ou fervida
uma raiz primitiva; DITAT - 1390; v
- respirar, soprar, cheirar, ferver, entregar ou perder (a vida)
- (Qal) respirar, soprar
- (Pual) ser soprado
- (Hifil) fazer ofegar
procedente de 5314; DITAT - 1395a; n f
- alma, ser, vida, criatura, pessoa, apetite, mente, ser vivo, desejo, emoção, paixão
- aquele que respira, a substância ou ser que respira, alma, o ser interior do homem
- ser vivo
- ser vivo (com vida no sangue)
- o próprio homem, ser, pessoa ou indivíduo
- lugar dos apetites
- lugar das emoções e paixões
- atividade da mente
- duvidoso
- atividade da vontade
- ambíguo
- atividade do caráter
- duvidoso
procedente de 5329; DITAT - 1402a; n m
- eminência, perpetuidade, força, vitória, duradouro, eternidade
- eminência
- duração da vida
- resistência em tempo, perpétuo, contínuo, até o fim
- eternidade, eterno
uma chanfradura (de uma jóia); DITAT - 1409a; n m
- entalhe, encaixe, buraco, cavidade, engaste
- termo técnico relacionado ao trabalho de joalheiro
uma raiz primitiva; DITAT - 1413; v
- vingar, tomar vingança, revidar, vingar-se, ser vingado, ser punido
- (Qal)
- vingar, tomar vingança
- ter sentimentos de vingança
- (Nifal)
- vingar-se
- sofrer vingança
- (Piel) vingar
- (Hofal) ser vingado, executar vingança (por sangue)
- (Hitpael) vingar-se
procedente de 5383; DITAT - 1427a; n m
- dívida
procedente de 5647; DITAT - 1553e; n f
- servidão, escravidão
part at de 5647 e 3050; n pr m Obadias = “servo de Javé”
- o 4o dos 12 profetas menores; nada pessoal se sabe dele mas é provável que tenha sido contemporâneo de Jeremias, Ezequiel e Daniel
- o livro profético de sua autoria; ele profetiza contra Edom
- pai de Ismaías, um dos líderes de Zebulom na época de Davi
- um levita merarita supervisor do trabalho de restauração do templo na época do rei Josias, de Judá
- líder da casa do rei Acabe, de Israel; um adorador devoto de Javé que, arriscando a sua própria vida, escondeu mais de 100 profetas durante a perseguição de Jezabel
- um descendente de Davi
- um líder da tribo de Issacar
- um benjamita, um dos 6 filhos de Azel e um descendente do rei Saul
- um levita, filho de Semaías e um descendente de Jedutum
- um líder gadita, o 2o dentre os gaditas com a face como de leão que juntou-se a Davi em Ziclague
- um príncipe de Judá na época do rei Josafá, de Judá
- um sacerdote, filho de Jeiel dos filhos de Joabe que retornaram do exílio com Esdras
- um porteiro na época de Neemias
- um dos homens que selaram a aliança com Neemias
- talvez o mesmo que o 12
uma raiz primitiva; DITAT - 1555; v
- tomar um penhor, dar um penhor (por uma dívida)
- (Qal) tomar um penhor, dar um penhor (por uma dívida)
- (Piel) mudar
- (Hifil) levar a oferecer um penhor
procedente de 5670; DITAT - 1555b; n m
- peso de penhores, dívidas pesadas
procedente de 6348; DITAT - 1758a; n. m.
- temeridade, imprudência, permissividade, frívolidade
procedente da mesma raiz que 6354; DITAT - 1761b; n. f.
- uma perfuração ou corrosão, buraco, cavidade
- referindo-se a deterioração de lepra na vestimenta
procedente da mesma raiz que 651; DITAT - 145a; n m
- escuridão, trevas
- falta de receptividade espiritual, calamidade (fig.)
procedente de 6751; DITAT - 1921a; n. m.
- sombra
- sombra (no relógio de sol)
- sombra, lugar escuro (como proteção)
- sombra (simbólico para a transitoriedade da vida)
procedente de 6751; DITAT - 1921a; n. m.
- sombra
- sombra (sobre o relógio de sol)
- sombra (como proteção)
- sombra (símbolo da transitoriedade da vida)
procedente de 6804; DITAT - 1943a; n. m.
- passo, ritmo, passo largo
- passo, ritmo
- passo, passos (referindo-se ao curso da vida) (fig.)
procedente de 7235; DITAT - 2103a; n m
- um tipo de gafanhotos, enxame de gafanhotos (col)
- (CLBL)
- desaparecimento súbito (fig.)
- insignificância (fig.)
- atividade (fig.)
procedente de uma raiz correspondente a 7000; DITAT - 2970; n. m.
- nó, junta, problema
- juntas (do quadril)
- dificuldades, dúvidas (fig.)
forma contrata procedente de 7077; DITAT - 2042a; n. m.
- ninho
- ninho (de pássaro)
- cavidades (como ninhos na arca de Noé)
procedente de 7114; DITAT - 2061b; n. m.
- brevidade, impaciência, aflição
procedente de 7114; DITAT - 2061a; adj.
- curto, impaciente
- em tamanho, número, vida, força, etc
uma raiz primitiva [idêntica a 7122 com a idéia de dirigir-se a uma pessoa ao encontrála]; DITAT - 2063; v.
- chamar, clamar, recitar, ler, gritar, proclamar
- (Qal)
- chamar, gritar, emitir um som alto
- chamar, gritar (por socorro), invocar (o nome de Deus)
- proclamar
- ler em voz alta, ler (para si mesmo), ler
- convocar, convidar, requerer, chamar e encarregar, designar, chamar e dotar
- chamar, nomear, colocar nome em, chamar por
- (Nifal)
- chamar-se
- ser chamado, ser proclamado, ser lido em voz alta, ser convocado, ser nomeado
- (Pual) ser chamado, ser nomeado, ser evocado, ser escolhido
procedente de 732; DITAT - 161a; n m
- caminho, trajetória
- trilha, rua
- a trilha, o caminho, a vereda da vida (fig.)
- modo de viver (fig.)
- viajante, caminhante (meton)
correspondente a 734; DITAT - 2605; n m
- caminho, trilha, curso da vida
procedente de uma raiz não utilizada significando dobrar; DITAT - 2180a; n. m.
- algo que retém, freio, mandíbula
- freio
- referindo-se a uma restrição removida (fig.)
- mandíbula (de crocodilo)
uma raiz primitiva; DITAT - 2344,2344d; v.
- ir, andar em volta ou vaguear, andar de um lado para outro
- (Qal) andar em volta ou vaguear
- (Polel) andar de um lado para outro, andar ávida ou apressadamente de um lado para outro
- (Hitpolel) correr de um lado para outro
- remar
part. pass. de 8085; DITAT - 2412d; n. f.
- notícia, novas, rumor
- notícia, novidades, novas
- menção
procedente de 8058; DITAT - 2408a; n. f.
- suspensão da cobrança de tributos, remissão (temporária), perdão (da dívida)
uma raiz primitiva; DITAT - 2414; v.
- guardar, vigiar, observar, prestar atenção
- (Qal)
- guardar, ter a incumbência de
- guardar, vigiar, manter vigilância e custódia, proteger, salvar vida
- vigiar, vigia (particípio)
- observar, esperar por
- olhar, observar
- guardar, reter, entesourar (na memória)
- manter (dentro de limites), conter
- observar, celebrar, guardar (o sábado ou a aliança ou mandamentos), cumprir (voto)
- guardar, preservar, proteger
- guardar, reservar
- (Nifal)
- estar prevenido, tomar precauções, tomar cuidado, precaver-se
- guardar-se, conter-se, abster-se
- ser guardado, ser vigiado
- (Piel) vigiar, prestar atenção
- (Hitpael) guardar-se de
correspondente à raiz de 8121 com a idéia de atividade à luz do dia; DITAT - 3042; v.
- (Pael) ministrar, servir
procedente de 8138; DITAT - 2419a; n. f.
- ano
- como divisão de tempo
- como medida de tempo
- como indicação de idade
- curso de uma vida (os anos de vida)
procedente de 8213; DITAT - 2445e; n. f.
- afundamento, ociosidade, inatividade
procedente de 3318; DITAT - 893e; n. f.
- saída, fronteira, partida, extremidade, fim, origem, fuga
- saída, extremo (de uma fronteira)
- fonte (da vida)
- o escapar (da morte)
procedente da mesma raiz que 8430; DITAT - 2504; n. m.
- a parte de baixo, debaixo de, em lugar de, como, por, por causa de, baixo, para, onde, conquanto n. m.
- a parte de baixo adv. acus.
- abaixo prep.
- sob, debaixo de
- ao pé de (expressão idiomática)
- suavidade, submissão, mulher, ser oprimido (fig.)
- referindo-se à submissão ou conquista
- o que está debaixo, o lugar onde alguém está parado
- em lugar de alguém, o lugar onde alguém está parado (expressão idiomática com pronome reflexivo)
- em lugar de, em vez de (em sentido de transferência)
- em lugar de, em troca ou pagamento por (referindo-se a coisas trocadas uma pela outra) conj.
- em vez de, em vez disso
- em pagamento por isso, por causa disso em compostos
- em, sob, para o lugar de (depois de verbos de movimento)
- de sob, de debaixo de, de sob a mão de, de seu lugar, sob, debaixo
de origem incerta; DITAT - 2519; n. pr. divindade Tamuz = “rebento de vida”
- uma deidade sumeriana do alimento e da vegetação
procedente de 5130; DITAT - 1330b; n. f.
- balanço, ondulação, oferta movida, oferta
- ato de balançar, de brandir
- referindo-se à mão de Deus, armas
- oferta movida (termo técnico para sacrifício)
- oferta (de ouro ou bronze)
procedente de 6452; n. pr. l. Tifsa = “cruzar”
- um lugar no limite nordeste do império de Salomão; localizado às margens do rio Eufrates
- um lugar no reino do Norte (Israel) que o rei Menaém atacou e onde rasgou o ventre de todas as mulheres grávidas
- pode ser o mesmo que 1
de origem estrangeira; n. pr. m. Tatenai = “dádiva”
- um governador persa na Síria que se opôs à reconstrução de Jerusalém Leituras Ketib
Na Bíblia hebraica, os escribas não alteravam um texto que lhes parecia ter sido copiado incorretamente. Em vez disso, anotavam à margem o que consideravam ser a grafia correta. A variante no texto é chamada de Ketib e a nota marginal é chamada Qere. Onde os tradutores da Versão Autorizada (AV) seguiram a leitura Qere em vez da Ketib, indicamos a leitura Ketib pelo número 08675.
Por exemplo, em Gn 24:33 “puseram” é codificado como 7760 08675 3455. Os tradutores usaram a leitura Qere cujo número “Strong” é 7760 mas a leitura Ketib tem o número “Strong” 3455. Ambas as palavras têm o mesmo significado, “puseram”. Leituras Qere
Na Bíblia hebraica, os escribas não alteravam um texto que lhes parecia ter sido copiado incorretamente. Em vez disso, anotavam à margem o que consideravam ser a grafia correta. A variante no texto é chamda Ketib e a nota merginal é chamada Qere. Onde os tradutores da Versão Autorizada (AV) seguiram a leitura Ketib em vez da Qere, indicamos a leitura Qere com o número 08676.
Por exemplo, em Dt 19:6 “sangue” é codificado como 1818 08676 5315. Os tradutores seguiram a leitura Ketib cujo número “Strong” é 1818, e que significa “sangue”, mas a leitura Qere tem o número “Strong” 5315, e o termo significa “vida”.
Numeração de Sinônimos em “Strong”
Algumas vezes, uma palavra ou locução recebe um número “Strong” individual e, além deste, um número “Strong” adicional para a locução inteira.
Em Jz 20:18, a locução “casa de Deus” é codificada como “casa <01004> de Deus” <0430> <08677> <01008>”. Neste caso, a locução também poderia indicar a localidade de Betel, cujo número “Strong” é 1008. Somente pelo contexto se pode distinguir nomes próprios em hebraico de palvras individuais. Em vista disso, os tradutores apresentam diferentes versões do mesmo hebraico.
Múltiplas Leituras Qere para um Ketib
Existem diversas leituras marginais ou Qere para uma leitura Ketib.
Em Ne 5:7, a palavra “extorquis” é codificada como “extorquis <05378> <08778> <05383> <08675> <05375>”. As duas leituras marginais, de números “Strong” 5378 e 5383, correpondem a uma só leitura Ketib, 5375.
Palavra hebraica não traduzida na versão portuguesa
Strongs em Grego
provavelmente de origem estrangeira; n pr m Bebai = “minhas cavidades”
- um líder dos exílados que retornaram
particípio passivo f de uma raiz não usada (significando amarrar); DITAT - 15a; n f
- banda, faixa, presilha, laço, feixe, molho
- cordas, ataduras, correias (metafórico de escravidão)
- um molho de hissopo
- bando de homens, tropas
- abóbada (celeste), firmamento (ligando a terra aos céus)